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	<title>Arquivo de 1 bilhões em junho - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de 1 bilhões em junho - WeekNews</title>
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	<item>
		<title>Contas públicas têm déficit de R$ 14,4 bilhões em novembro</title>
		<link>https://weeknews.online/contas-publicas-tem-deficit-de-r-144-bilhoes-em-novembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Dec 2025 15:20:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[1 bilhões em junho]]></category>
		<category><![CDATA[3 bilhões em agosto]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[contas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Contas públicas têm déficit de R$ 17]]></category>
		<category><![CDATA[Contas públicas têm déficit de R$ 47]]></category>
		<category><![CDATA[Déficit]]></category>
		<category><![CDATA[déficit primário do Governo Central]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Entidades financeiras defendem atuação do Banco Central no caso Master]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. As contas públicas fecharam novembro de 2025 com um déficit primário de R$ 14,4 bilhões. No mesmo mês de 2024, o déficit ficou em R$ 6,6 bilhões, informou o Banco Central (BC), em Brasília. Os dados constam dos resultados fiscais, divulgados nesta terça-feira (30). Segundo o documento, o déficit do Governo Central ficou em R$ 16,9 bilhões. Notícias relacionadas: Contas públicas têm déficit de R$ 17,3 bilhões em agosto. Contas públicas têm déficit de R$ 47,1 bilhões em junho. Entidades financeiras defendem atuação do Banco Central no caso Master. As empresas estatais apresentaram déficit de R$ 2,9 bilhões, enquanto os governos regionais registraram superávit de R$ 5,3 bilhões. No acumulado de 12 meses até novembro, o déficit primário do setor público consolidado chegou&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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				</p>
<p><strong>As contas públicas fecharam novembro de 2025 com um déficit primário de R$ 14,4 bilhões. No mesmo mês de 2024, o déficit ficou em R$ 6,6 bilhões, informou o Banco Central (BC), em Brasília.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1767108036_660_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1767108036_828_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Os dados constam dos resultados fiscais, divulgados nesta terça-feira (30). Segundo o documento, o déficit do Governo Central ficou em R$ 16,9 bilhões.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Contas públicas têm déficit de R$ 17,3 bilhões em agosto.</li>
<li>Contas públicas têm déficit de R$ 47,1 bilhões em junho.</li>
<li>Entidades financeiras defendem atuação do Banco Central no caso Master.</li>
</ul>
<p><strong>As empresas estatais apresentaram déficit de R$ 2,9 bilhões, enquanto os governos regionais registraram superávit de R$ 5,3 bilhões.</strong></p>
<p>No acumulado de 12 meses até novembro, o déficit primário do setor público consolidado chegou a R$ 45,5 bilhões, resultado que corresponde a 0,36% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todas riquezas produzidas no Brasil).</p>
<p><strong>Tendo como referência o acumulado de 12 meses até outubro, o déficit ficou em R$ 37,7 bilhões, valor que corresponde a 0,30% do PIB.</strong></p>
<p>De acordo com os resultados fiscais apresentados pelo Banco Central, os juros nominais do setor público consolidado totalizaram R$ 87,2 bilhões em novembro. Em novembro de 2024, os juros nominais do setor público estavam em R$ 92,5 bilhões.</p>
<p><strong>No acumulado em doze meses até novembro, os juros nominais totalizam R$ 981,9 bilhões, resultado que corresponde a 7,77% do PIB. No mesmo período de 2024, os juros nominais somaram R$ 918,2 bilhões (7,83% do PIB).</strong></p>
<h2>Metodologias diferentes</h2>
<p>Na última segunda-feira (29), o Tesouro Nacional informou que o déficit primário do Governo Central ficou em R$ 20,2 bilhões em novembro. As diferenças entre os números das duas instituições se devem ao fato de elas utilizarem metodologias e escopos diferentes para o cálculo das contas públicas.;</p>
<p><strong>De acordo com os números divulgados hoje pelo BC, o resultado nominal do setor público consolidado em novembro (incluindo o resultado primário e os juros nominais apropriados) também foi deficitário: R$ 101,6 bilhões.</strong></p>
<blockquote>
<p>“No acumulado em doze meses, o déficit nominal alcançou R$ 1.027,4 bilhão (8,13% do PIB), ante déficit nominal de R$ 1.024,9 bilhão (8,15% do PIB) em outubro de 2025”, informou o BC.</p>
</blockquote>
<p> Pedro Peduzzi &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-12/contas-publicas-tem-deficit-de-r-144-bilhoes-em-novembro">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 30 Dec 2025 11:49:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Poupança tem retirada líquida de R$ 15 bilhões em setembro</title>
		<link>https://weeknews.online/poupanca-tem-retirada-liquida-de-r-15-bilhoes-em-setembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Oct 2025 13:44:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[1 bilhões em junho]]></category>
		<category><![CDATA[25 bilhões em julho]]></category>
		<category><![CDATA[6 bilhões em agosto]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança tem entrada líquida de R$ 2]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança tem retirada líquida de R$ 7]]></category>
		<category><![CDATA[retirada líquida]]></category>
		<category><![CDATA[Saques da poupança superam depósitos em R$ 6]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
		<category><![CDATA[taxa em 15% ao ano]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/poupanca-tem-retirada-liquida-de-r-15-bilhoes-em-setembro/</guid>

					<description><![CDATA[<p>. O saldo da aplicação na caderneta de poupança caiu em setembro, com registro de mais saques do que depósitos. As saídas superaram as entradas em R$ 15 bilhões, de acordo com relatório divulgado nesta quarta-feira (8) pelo Banco Central (BC). No mês passado, foram aplicados R$ 356,6 bilhões, contra saques da ordem de R$ 371,6 bilhões. Os rendimentos creditados nas contas de poupança somaram R$ 6,4 bilhões. O saldo da poupança é pouco mais de R$ 1 trilhão. Notícias relacionadas: Poupança tem retirada líquida de R$ 7,6 bilhões em agosto. Saques da poupança superam depósitos em R$ 6,25 bilhões em julho. Poupança tem entrada líquida de R$ 2,1 bilhões em junho. Trata-se do terceiro mês seguido de resultado negativo na poupança. Os quatro primeiros&#8230;</p>
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				</p>
<p>O saldo da aplicação na caderneta de poupança caiu em setembro, com registro de mais saques do que depósitos.<strong> As saídas superaram as entradas em R$ 15 bilhões, de acordo com relatório divulgado nesta quarta-feira (8) pelo Banco Central (BC).</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1759931045_394_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1759931045_124_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>No mês passado, foram aplicados R$ 356,6 bilhões, contra saques da ordem de R$ 371,6 bilhões.</strong> Os rendimentos creditados nas contas de poupança somaram R$ 6,4 bilhões. <strong>O saldo da poupança é pouco mais de R$ 1 trilhão.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Poupança tem retirada líquida de R$ 7,6 bilhões em agosto.</li>
<li>Saques da poupança superam depósitos em R$ 6,25 bilhões em julho.</li>
<li>Poupança tem entrada líquida de R$ 2,1 bilhões em junho.</li>
</ul>
<p>Trata-se do terceiro mês seguido de resultado negativo na poupança. <strong>Os quatro primeiros meses do ano também foram de retiradas, seguidos dos meses de maio e junho com entradas líquidas. No acumulado de 2025, a caderneta tem resgate líquido de R$ 78,5 bilhões.</strong></p>
<p>Nos últimos anos, a caderneta vem registrando mais saques que depósitos. <strong>Em 2023 e 2024, as retiradas líquidas da poupança foram R$ 87,8 bilhões e R$ 15,5 bilhões, respectivamente.</strong></p>
<p>Entre as razões para os saques está a manutenção da Selic – a taxa básica de juros – em alta, o que estimula a aplicação em investimentos com melhor desempenho.</p>
<p><strong>Em julho, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC interrompeu o ciclo de aumento de juros após sete altas seguidas na Selic e, desde então, vem mantendo a taxa em 15% ao ano.</strong></p>
<p><strong>O objetivo da autoridade monetária é garantir que a meta da inflação, de 3%, seja alcançada.</strong> Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</p>
<p>Até agosto, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; considerado a inflação oficial do país – acumula alta de 5,13% em 12 meses.</p>
<p> Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-10/poupanca-tem-retirada-liquida-de-r-15-bilhoes-em-setembro">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 08 Oct 2025 10:25:00 -0300 </p>

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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Contas externas registraram déficit de US$ 7,1 bilhões em julho</title>
		<link>https://weeknews.online/contas-externas-registraram-deficit-de-us-71-bilhoes-em-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 15:46:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[1 bilhões em junho]]></category>
		<category><![CDATA[1% do PIB e queda da inflação em 2025]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[contas]]></category>
		<category><![CDATA[Contas externas têm saldo negativo de US$ 5]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[externas]]></category>
		<category><![CDATA[Relatório do BC prevê alta de 2]]></category>
		<category><![CDATA[reservas internacionais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/contas-externas-registraram-deficit-de-us-71-bilhoes-em-julho/</guid>

					<description><![CDATA[<p>. As contas externas do Brasil registraram déficit de US$ 7,1 bilhões em julho de 2025. O saldo negativo é maior do que o do mesmo mês do ano passado, quando estava em US$ 5,2 bilhões. Os dados constam do relatório de estatísticas do setor externo do Banco Central (BC) divulgados nesta terça-feira (26). Nesta mesma base de comparação, o saldo da balança comercial de bens reduziu US$ 514 milhões; e o déficit em renda primária aumentou US$ 1,4 bilhão, informou a autoridade monetária. Notícias relacionadas: Contas externas têm saldo negativo de US$ 5,1 bilhões em junho. Relatório do BC prevê alta de 2,1% do PIB e queda da inflação em 2025. No caso da balança comercial de bens, ela foi superavitária em US$ 6,5&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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				</p>
<p>As contas externas do Brasil registraram déficit de US$ 7,1 bilhões em julho de 2025. <strong>O saldo negativo é maior do que o do mesmo mês do ano passado, quando estava em US$ 5,2 bilhões. Os dados constam do relatório de estatísticas do setor externo do Banco Central (BC) divulgados nesta terça-feira (26).</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1756223170_999_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1756223170_187_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Nesta mesma base de comparação, o saldo da balança comercial de bens reduziu US$ 514 milhões; e o déficit em renda primária aumentou US$ 1,4 bilhão, informou a autoridade monetária.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Contas externas têm saldo negativo de US$ 5,1 bilhões em junho.</li>
<li>Relatório do BC prevê alta de  2,1% do PIB e queda da inflação em 2025.</li>
</ul>
<p><strong>No caso da balança comercial de bens, ela foi superavitária em US$ 6,5 bilhões em julho de 2025. Em julho de 2024, o saldo também estava positivo, em US$ 7 bilhões</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“As exportações de bens somaram US$ 32,6 bilhões, aumento de 4,8%, enquanto as importações de bens cresceram 8,3%, totalizando US$ 26,1 bilhões”, informou o BC. Ainda segundo o banco, os resultados das contas de serviços e renda secundária permaneceram estáveis.</p>
</blockquote>
<p>O déficit em transações correntes nos doze meses encerrados em julho de 2025 ficou em US$ 75,3 bilhões (3,50% do PIB-Produto Interno Bruto), ante aos US$ 73,3 bilhões (3,43% do PIB) registrados em junho e aos US$ 30,7 bilhões (1,37% do PIB) observados em julho de 2024.</p>
<p>A conta de serviços apresentou déficit de US$ 5 bilhões em julho de 2025, resultado próximo ao de julho de 2024.</p>
<p>Já as despesas líquidas com viagens internacionais cresceram 34,1%, ficando em US$ 1,6 bilhão, resultado que decorre do aumento de 27,2% (US$ 2,3 bilhões) nas despesas e de 13,3% nas receitas (US$ 696 milhões).</p>
<p>As despesas líquidas de serviços de telecomunicação, computação e informações aumentaram 52,7%, ficando em US$ 791 milhões. No caso das relativas a propriedade intelectual, o aumento foi 26,2%, chegando a US$ 842 milhões. Já as relativas a aluguel de equipamentos, o incremento ficou em 7%, totalizando US$ 1 bilhão.</p>
<p>Houve retração de 17% nas despesas líquidas de transportes, para US$ 1,1 bilhão.</p>
<p><strong>A renda primária apresentou déficit de US$ 8,9 bilhões em julho de 2025, resultado 18,1% acima do déficit de US$ 7,5 bilhões registrado no mesmo mês de 2024; e as despesas líquidas com juros somaram US$ 4,2 bilhões, resultado 4,4% inferior ao registrado em julho de 2024 (US$ 4,4 bilhões).</strong></p>
<p>Já as despesas líquidas de lucros e dividendos (associadas aos investimentos direto e em carteira) totalizaram US$ 4,7 bilhões, ante aos US$ 3,2 bilhões registrados em julho de 2024, “destacando-se a redução de US$ 1,1 bilhão das receitas (US$ 1,5 bilhão em julho de 2025 ante US$2,6 bilhões em julho de 2024)”, informou o BC.</p>
<p>Os ingressos líquidos dos investimentos diretos no país (IDP) somaram US$ 8,3 bilhões em julho de 2025, ante aos US$7,2 bilhões registrados em julho de 2024.</p>
<p>No acumulado de acumulado em 12 meses, o IDP totalizou US$ 68,2 bilhões (3,17% do PIB) no mês, ante US$67,0 bilhões (3,14% do PIB) em junho; e US$ 65,2 bilhões (2,90% do PIB) em julho de 2024.</p>
<h2>Reservas</h2>
<p>​<strong>As reservas internacionais somaram US$ 345,1 bilhões em julho de 2025, o que corresponde a um aumento de US$ 671 milhões na comparação com o mês anterior.</strong></p>
<p>Contribuíram para esse aumento o retorno líquido de US$ 2,1 bilhões em operações de linhas com recompra; as variações por paridades, de US$ 1,8 bilhão; e por preços, de US$ 476 milhões, contribuíram para sua redução. As receitas de juros somaram US$ 731 milhões.</p>
<p> Pedro Peduzzi &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-08/contas-externas-registram-deficit-de-us-71-bilhoes-em-julho">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 26 Aug 2025 12:31:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Montadoras apoiam decisão que limita importação de carros elétricos</title>
		<link>https://weeknews.online/montadoras-apoiam-decisao-que-limita-importacao-de-carros-eletricos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jul 2025 19:09:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[1 bilhões em junho]]></category>
		<category><![CDATA[Anfavea]]></category>
		<category><![CDATA[BYD]]></category>
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		<category><![CDATA[Carros Elétricos]]></category>
		<category><![CDATA[Contas públicas têm déficit de R$ 47]]></category>
		<category><![CDATA[demandas das montadoras sediadas no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[diz Alckmin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Gecex]]></category>
		<category><![CDATA[montadoras]]></category>
		<category><![CDATA[Tarifaço pode afetar 36% das exportações brasileiras]]></category>
		<category><![CDATA[Tesouro dos EUA procura Haddad para agendar reunião sobre tarifaço]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/montadoras-apoiam-decisao-que-limita-importacao-de-carros-eletricos/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. As montadoras de carros sediadas no Brasil apoiaram a decisão do governo que reduziu o prazo para estabelecer em 35% a alíquota de importação de veículos elétricos ou híbridos desmontados e que fixou cota para as empresas trazerem esses tipos de carros com isenção de impostos. Segundo o governo, foram acatadas, em parte, as demandas das montadoras sediadas no Brasil e dos importadores em fase de instalação de fábricas no país, como a chinesa BYD.   Notícias relacionadas: Tarifaço pode afetar 36% das exportações brasileiras, diz Alckmin. Tesouro dos EUA procura Haddad para agendar reunião sobre tarifaço. Contas públicas têm déficit de R$ 47,1 bilhões em junho. A decisão impacta a disputa pelo mercado brasileiro que colocou, de um lado, a fabricante chinesa&#8230;</p>
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<p><strong>As montadoras de carros sediadas no Brasil apoiaram a decisão do governo que reduziu o prazo para estabelecer em 35% a alíquota de importação de veículos elétricos ou híbridos desmontados e que fixou cota para as empresas trazerem esses tipos de carros com isenção de impostos.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753988947_955_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753988947_340_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Segundo o governo, foram acatadas, em parte, as demandas das montadoras sediadas no Brasil e dos importadores em fase de instalação de fábricas no país, como a chinesa BYD.  </p>
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</ul>
<p>A decisão impacta a disputa pelo mercado brasileiro que colocou, de um lado, a fabricante chinesa BYD, liderança em carros elétricos, contra as montadoras Toyota, General Motors, Volkswagen e Stellantis, que vinham pedindo ao governo para limitar as importações dos veículos elétricos ou híbridos.</p>
<p><strong>A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) pediu para reduzir de julho de 2028 para julho de 2026 o prazo máximo de transição para elevar as alíquotas de importação desses veículos desmontados para 35%</strong>.</p>
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<p>Em decisão tomada nessa quarta-feira (30), o governo atendeu, em parte, o pleito da associação, <strong>antecipando a elevação da alíquota para janeiro de 2027, mas não para julho de 2026</strong>,<strong> como queriam as montadoras</strong>. Ainda assim, o presidente da Anfavea, Igor Calvet, agradeceu os ministérios envolvidos da decisão.</p>
<p>“[A mudança] é o máximo aceitável sem colocar em risco os investimentos atuais e futuros da cadeia automotiva nacional. Nós esperamos que essa discussão esteja definitivamente encerrada, sem qualquer possibilidade de renovação”, afirmou Calvet, em comunicado.</p>
<p>A <strong>Agência Brasil</strong> procurou a BYD para posicionamento e aguarda retorno.</p>
<h2>Gecex</h2>
<p>O <strong>Comitê Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Externo (Camex),</strong> que reúne representantes de 10 ministérios, <strong>decidiu ainda aplicar cotas adicionais de importação com alíquota zero para veículos desmontados (CKD) e semidesmontados (SKD), pelo prazo de 6 meses, no valor máximo de US$ 463 milhões.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Com a antecipação do cronograma, o Gecex busca adequar a política tarifária aos investimentos esperados para os próximos anos no setor automotivo do país, trazendo novas tecnologias para o consumidor e cada vez mais adensamento à cadeia produtiva nacional”. Informou, em nota, o Comitê.</p>
</blockquote>
<p>A cota para importação sem tarifas compensa, também em parte, o fato de o governo não atender o pedido da BYD para reduzir a alíquota enquanto termina de construir a fábrica em Camaçari (BA). A companhia chinesa também alega que não tinha sentido pagar, para carros desmontados, a mesma tarifa paga para carros prontos importados.</p>
<h2>Disputa de mercado</h2>
<p>Nessa semana, as montadoras Toyota, General Motors, Volkswagen e Stellantis divulgaram carta enviada, ainda em junho, para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No documento, elas alegavam que o pleito da BYD colocaria em risco os investimentos e empregos do setor, representando uma concorrência desleal.</p>
<p>Já a BYD, em nota, informou que as montadoras citadas estavam chantageando o governo para manter o mercado fechado à novas concorrentes.</p>
<blockquote>
<p>“Agora, chega uma empresa chinesa que acelera fábrica, baixa preço e coloca carro elétrico na garagem da classe média, e os dinossauros surtam”, disse a BYD.</p>
</blockquote>
<p>No comunicado divulgado após decisão da Gecex-Camex, o presidente da Anfavea defendeu que os novos atores que entram no mercado brasileiro de carros devem ingressar “de forma justa e competitiva”.</p>
<p>“Certamente, todos serão muito bem recebidos, inclusive no âmbito da entidade [Anfavea], que congrega todos os fabricantes nacionais. Temos a certeza de que esse movimento que fizemos, junto com parlamentares, governadores dos estados, com os trabalhadores, com o sindicato que representa a indústria de autopeças nacionais, com a AEA [Associação Brasileira de Engenharia Automotiva], serviu para demonstrar a força da indústria Automotiva nacional”, completou.</p>
<h2>Transição</h2>
<p><strong>Em 2023, os carros elétricos e híbridos importados ainda não pagavam qualquer tarifa de importação, enquanto carros a combustão prontos importados pagavam tarifa de 35%.</strong></p>
<p>Em uma estratégia de forçar a instalação de fábricas no Brasil, o governo decidiu criar uma regra de transição para elevar a tarifa, ano a ano, até chegar aos 35% em 2028. Segundo o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckimin, o resultado da política foi positivo.</p>
<p>“Você tem inúmeras empresas abrindo fábricas no Brasil. Você tem a chinesa GWM, em Indianópolis (SP), que comprou a fábrica que estava fechada na Mercedes-Benz. Teve a BYD em Camaçari (BA), que adquiriu a fábrica que era da Ford”, disse em coletivo no início da semana.</p>
<p> Lucas Pordeus León  &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/montadoras-apoiam-decisao-que-limita-importacao-de-carros-eletricos">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 31 Jul 2025 15:21:00 -0300 </p>

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		<title>Dólar sobe para R$ 5,56 puxado pelo mercado externo</title>
		<link>https://weeknews.online/dolar-sobe-para-r-556-puxado-pelo-mercado-externo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2025 22:28:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[1 bilhões em junho]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central lança moeda comemorativa de R$ 1 pelos 60 anos do órgão]]></category>
		<category><![CDATA[câmbio]]></category>
		<category><![CDATA[Conta de luz terá bandeira tarifária vermelha patamar 2 em agosto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Em mais um dia de receios sobre a política tarifária de Donald Trump, o dólar subiu e voltou a ficar acima de R$ 5,55, mas caiu na semana. A bolsa de valores recuou, mas acumulou variação positiva na semana. O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (25) vendido a R$ 5,561, com alta de R$ 0,041 (+0,75%). A cotação operou próxima da estabilidade durante a manhã, mas disparou à tarde, num movimento global de recuperação do dólar. Na máxima do dia, por volta das 12h40, chegou a R$ 5,57. Notícias relacionadas: Conta de luz terá bandeira tarifária vermelha patamar 2 em agosto. Contas externas têm saldo negativo de US$ 5,1 bilhões em junho. Banco Central lança moeda comemorativa de R$ 1 pelos 60 anos do&#8230;</p>
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<p>Em mais um dia de receios sobre a política tarifária de Donald Trump, o dólar subiu e voltou a ficar acima de R$ 5,55, mas caiu na semana. A bolsa de valores recuou, mas acumulou variação positiva na semana.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753482490_380_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753482490_274_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (25) vendido a R$ 5,561, com alta de R$ 0,041 (+0,75%). </strong>A cotação operou próxima da estabilidade durante a manhã, mas disparou à tarde, num movimento global de recuperação do dólar. Na máxima do dia, por volta das 12h40, chegou a R$ 5,57.</p>
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</ul>
<p>Apesar da alta desta sexta, a moeda norte-americana caiu 0,45% na semana, registrando o primeiro recuo semanal desde o anúncio do tarifaço do governo Donald Trump sobre o Brasil. A divisa sobe 2,34% em julho, mas cai 9,98% em 2025.</p>
<p>No mercado de ações, o dia também foi de pessimismo. <strong>O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 133.524 pontos, com queda de 0,21%.</strong> Apesar da queda desta sexta, o indicador subiu 0,11% na semana, mas acumula queda de 3,84% no mês.</p>
<p>O dólar subiu em todo o mercado global após a confirmação de um encontro no domingo (27) entre a presidenta da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o presidente estadunidense, Donald Trump. Von der Leyen afirmou que as chances do fechamento de um acordo estão em torno de 50%, e Trump afirmou existir alguns pontos de tensão.</p>
<p>Em relação à bolsa de valores, além da indefinição em torno do tarifaço, o mercado de ações foi afetado pela divulgação de que a prévia da inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) ficou em 0,33% em julho, pressionada pelas contas de luz. A aceleração do índice diminuiu as chances de o Banco Central começar a cortar os juros ainda este ano, o que estimula a fuga de investimentos da bolsa para a renda fixa.</p>
<p><em>* com informações da Reuters</em></p>
<p> Wellton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil* , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/dolar-sobe-para-r-556-puxado-pelo-mercado-externo">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 25 Jul 2025 19:09:00 -0300 </p>

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