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	<title>Arquivo de 11% - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de 11% - WeekNews</title>
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		<title>INCA alerta para os riscos de cigarros com sabor e aroma entre jovens</title>
		<link>https://weeknews.online/inca-alerta-para-os-riscos-de-cigarros-com-sabor-e-aroma-entre-jovens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 13:45:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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		<category><![CDATA[SUS vai ampliar proteção vacinal contra doença pneumocócica]]></category>
		<category><![CDATA[tabagismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Brasil não vive mais apenas uma luta contra o vício em tabaco, mas contra toda a indústria da nicotina, onde as maiores vítimas são os adolescentes e jovens. Essa posição foi defendida pelo diretor-geral do Instituto Nacional de Câncer (INCA), Roberto Gil, em evento na última quinta-feira (28) sobre o Dia Mundial sem Tabaco, celebrado em 31 de maio.  “Me impressiona a desinformação que a gente ainda tem, porque um produto que mata um em cada dois usuários, isso não é um produto que podia existir”, declarou Roberto Gil.  Rio de Janeiro (RJ), 28/05/2026 &#8211; Roberto Gil defende que STF deve proibir os aditivos que facilitam a iniciação no tabagismo &#8211; Tânia Rêgo/Agência Brasil O Ministério da Saúde vem acendendo um alerta para uso&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>    </a>
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<p>Feed Últimas.</p>

<p></p>
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<p><strong>O Brasil não vive mais apenas uma luta contra o vício em tabaco, mas contra toda a indústria da nicotina, onde as maiores vítimas são os adolescentes e jovens. </strong>Essa posição foi defendida pelo diretor-geral do Instituto Nacional de Câncer (INCA), Roberto Gil, em evento na última quinta-feira (28) sobre o Dia Mundial sem Tabaco, celebrado em 31 de maio. </p>
<blockquote>
<p>“Me impressiona a desinformação que a gente ainda tem, porque um produto que mata um em cada dois usuários, isso não é um produto que podia existir”, declarou Roberto Gil. </p>
</blockquote>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=464248:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/_rbr4479.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 28/05/2026 - Roberto Gil, diretor-geral do INCA, fala durante evento promovido pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA) no Dia Mundial sem Tabaco para alertar sobre as tentativas da indústria do tabaco de retardar a aplicação da Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de 2012 (RDC 14/2012), que proíbe o uso de aditivos de sabor e aroma em produtos de tabaco, no  Teatro Assist, no centro da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/_rbr4479.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 28/05/2026 - Roberto Gil, diretor-geral do INCA, fala durante evento promovido pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA) no Dia Mundial sem Tabaco para alertar sobre as tentativas da indústria do tabaco de retardar a aplicação da Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de 2012 (RDC 14/2012), que proíbe o uso de aditivos de sabor e aroma em produtos de tabaco, no  Teatro Assist, no centro da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=464248 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=464248-->Rio de Janeiro (RJ), 28/05/2026 &#8211; Roberto Gil defende que STF deve proibir os aditivos que facilitam a iniciação no tabagismo &#8211; <strong>Tânia Rêgo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=464248--></h6>
</p>
</div>
<p><strong>O Ministério da Saúde vem acendendo um alerta para uso de aromatizantes e dispositivos eletrônicos, que tornam mais “atrativa e palatável” a iniciação ao tabaco. </strong>São os cigarros aromáticos e os chamados DEF (dispositivos eletrônicos para fumar), como vapes e pods, que adicionam sabores doces, refrescantes, cheiros e cores à experiência de consumo.</p>
<p>Com o tema <em>Desmascarando o apelo – combatendo a dependência de nicotina e tabaco</em>, a campanha desse ano traz como debate as estratégias utilizadas pela indústria fumageira para atrair novos consumidores, especialmente crianças, adolescentes e jovens. </p>
<p>Segundo dados da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), cerca de 2,6 milhões de adolescentes de 13 à 15 anos consomem tabaco no continente americano, e dois milhões utilizam cigarros eletrônicos. Um estudo apresentado pelo INCA em 2025 aponta que o Brasil pode gastar até R$ 153 bilhões por ano com doenças relacionadas ao tabagismo. </p>
<p>“O que a gente tem é um transicionamento, isso acontece no mundo inteiro, dos cigarros para drogas com mais tecnologia, para nicotina sintética, para sais de nicotina, para produtos cognitivos e a gente tem, a partir daí, uma atratividade muito aumentada para que nossas futuras gerações sejam captadas pela indústria da nicotina e se tornem uma geração de dependentes da nicotina”, afirmou a secretária-executiva da Comissão Nacional para a Implementação da Convenção-Quadro da OMS para o Controle do Tabaco, Vera Luiza da Costa e Silva </p>
<h2>Regulamentação</h2>
<p>Em 2012, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) instituiu a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 14/2012, que proíbe o uso de aditivos que conferem sabor, aroma, cores, propriedades estimulantes ou que aumentem a palatabilidade em produtos naturais ou sintéticos derivados do tabaco. A medida tem o objetivo de reduzir o apelo ou a atratividade. </p>
<p><strong>Em contrapartida, a indústria fumageira vem constantemente questionando a legalidade da norma em instâncias inferiores do Judiciário, argumentando que a proibição dos aditivos inviabilizaria praticamente toda a produção nacional de cigarros. </strong></p>
<p><strong>Um artigo publicado este ano pela revista científica Tobacco Control, lançado pelo INCA durante o evento, refuta o argumento. Baseada em dados da própria Anvisa, a pesquisa mostra que cerca de metade das marcas de cigarros manufaturados registradas no Brasil em 2025 não continha os aditivos vetados pela resolução . </strong></p>
<p>“O que a gente tá mostrando é que há viabilidade logística, e há viabilidade de produção, o que não há é interesse mercadológico das indústrias de tabaco de colocar um produto que não tem esses aromas e sabores que favorecem a iniciação [ao fumo]”, defende o pesquisador André Zsklo, um dos autores do estudo em conjunto com o especialista em regulação e vigilância sanitária da Anvisa, Andre Luiz Oliveira da Silva.  </p>
<p>Roberto Gil alerta que é preciso que o STF proíba a produção desses aditivos,  para consolidar a validade nacional da norma e impedir novas contestações judiciais. </p>
<p>“O tabagismo se torna cada vez mais uma doença pediátrica, que atinge pessoas numa faixa de menos de 20 anos. Então, a gente hoje tem que ter um olhar atento para isso e todos os pediatras também têm que estar atentos para isso, porque é uma necessidade que a gente tem para evitar”, finalizou. </p>
<h2>Riscos </h2>
<p>A coordenadora da Política de Prevenção e Controle do Câncer Infantojuvenil do Ministério da Saúde, Suyanne Camille Caldeira Monteiro, defendeu que prevenir a iniciação é uma prioridade no combate ao vício em nicotina. </p>
<blockquote>
<p>“Não há dispositivo eletrônico para fumar seguro. Esse é um ponto especialmente sensível quando falamos de adolescentes e adultos jovens. Trata-se de uma fase da vida marcada por construção de identidade, pertencimento social, experimentação e grande exposição nas redes sociais”, disse. </p>
</blockquote>
<p>O tabaco é um fator de risco em comum para as principais Doenças Crônicas Não Transmissíveis, como câncer, diabetes, doenças cardiovasculares, e doenças respiratórias crônicas. </p>
<p>No Brasil, o Ministério da Saúde, por meio do INCA, coordena as ações do Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNCT), responsável por articular políticas de prevenção, promoção da cessação do tabagismo e proteção da população contra a exposição à fumaça do tabaco. </p>
<p>Estagiária sob supervisão da jornalista Mariana Tokarnia* </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/inca-alerta-para-os-riscos-de-cigarros-com-sabor-e-aroma-entre-jovens" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Sat, 30 May 2026 10:13:00 -0300</p>
<p></p>

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			</item>
		<item>
		<title>Diagnóstico precoce pode estabilizar progressão da esclerose múltipla</title>
		<link>https://weeknews.online/diagnostico-precoce-pode-estabilizar-progressao-da-esclerose-multipla/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 12:06:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[11%]]></category>
		<category><![CDATA[decide ANS]]></category>
		<category><![CDATA[Esclerose Múltipla]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz vai produzir remédio de alto custo contra esclerose para o SUS]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres de 45 a 64 anos lideram mercado de cannabis medicinal no país]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de saúde individual terá reajuste máximo de 5]]></category>
		<category><![CDATA[Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT)]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que mais de 2,8 milhões de pessoas vivem com esclerose múltipla no mundo &#8211; no Brasil, cerca de 40 mil têm a doença. Apesar de ainda não ter cura, o diagnóstico precoce pode estabilizar a progressão da esclerose. Além disso, avanços em medicação e terapias nos últimos anos permitiram reduzir a atividade inflamatória e oferecer mais qualidade de vida aos pacientes. Neste sábado (30) é lembrado o Dia Mundial da Esclerose Múltipla. De acordo com a OMS, o número de pessoas afetadas tem aumentado gradativamente, sendo a maioria mulheres. A cada cinco minutos, uma pessoa recebe o diagnóstico de esclerose múltipla no mundo, de acordo com a Federação Internacional de Esclerose Múltipla (MSIF). O que é a esclerose múltipla?&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>    </a>
</div>

<p>Feed Editoria.</p>

<p></p>
<div>
<p><strong>A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que mais de 2,8 milhões de pessoas vivem com esclerose múltipla no mundo &#8211; no Brasil, cerca de 40 mil têm a doença.</strong> Apesar de ainda não ter cura, o diagnóstico precoce pode estabilizar a progressão da esclerose. Além disso, avanços em medicação e terapias nos últimos anos permitiram reduzir a atividade inflamatória e oferecer mais qualidade de vida aos pacientes.</p>
<p>Neste sábado (30) é lembrado o Dia Mundial da Esclerose Múltipla. De acordo com a OMS, o número de pessoas afetadas tem aumentado gradativamente, sendo a <strong>maioria mulheres</strong>. A cada cinco minutos, uma pessoa recebe o diagnóstico de esclerose múltipla no mundo, de acordo com a Federação Internacional de Esclerose Múltipla<!--TgQPHd|[]--> (MSIF<!--TgQPHd|[]-->).</p>
<h2>O que é a esclerose múltipla?</h2>
<p>É considerada uma das doenças mais comuns do sistema nervoso central, afetando o cérebro e a medula espinhal. Com isso, pode comprometer funções motoras, cognitivas, visuais e sensoriais. A condição atinge majoritariamente adultos jovens e mulheres e exige diagnóstico precoce e tratamento contínuo para estabilizar a progressão da doença e garantir melhor qualidade de vida.</p>
<p>O Ministério da Saúde reforça que a enfermidade acomete normalmente adultos jovens, dos 20 aos 50 anos de idade, com pico aos 30 anos, sendo mais rara quando se inicia fora dessa faixa etária. Em média, é duas vezes mais frequente em mulheres e apresenta menor incidência na população afrodescendente, oriental e indígena.</p>
<p>O neurocirurgião Orlando Maia, do Hospital Quali Ipanema e membro da Federação Mundial de Neurorradiologia, explica que a esclerose múltipla ocorre quando o sistema imunológico passa a atacar estruturas do próprio organismo, especialmente a mielina, substância responsável por proteger e facilitar a condução dos impulsos nervosos no cérebro e na medula espinhal.</p>
<h2>Diagnóstico</h2>
<p>Os sintomas da esclerose múltipla podem variar de pessoa para pessoa e surgir de <strong>forma intermitente</strong>, o que costuma atrasar a procura por avaliação especializada. <strong>Fadiga intensa, alterações visuais, formigamentos, fraqueza muscular, desequilíbrio, dificuldades motoras e alterações urinárias estão entre os sinais mais comuns.</strong></p>
<p>A doença pode impactar diferentes funções neurológicas ao longo do tempo. Por esse motivo, especialistas alertam para a importância da investigação adequada de sintomas, que não devem ser normalizados. </p>
<p>Segundo Maia, o reconhecimento de sintomas persistentes ou fora do padrão é condição essencial para evitar atrasos no diagnóstico.</p>
<p>O médico esclareceu que muitos pacientes convivem durante meses, ou até anos, com sintomas neurológicos que são tratados como algo passageiro. Ele ressalta que “no caso de doenças como a esclerose múltipla, investigar cedo pode fazer diferença na preservação da qualidade de vida e na condução do tratamento”.</p>
<h2>Alto Custo</h2>
<p>O <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/pcdt/e/esclerose-multipla/view" target="_blank">Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT)</a> do Ministério da Saúde garante o diagnóstico e o<strong> fornecimento gratuito de medicamentos </strong>para pacientes com esclerose múltipla.</p>
<p>Para ter acesso ao tratamento e aos medicamentos no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), a pessoa deve passar por avaliação médica, preferencialmente com um neurologista no SUS, que preencherá o Laudo de Solicitação, Avaliação e Autorização de Medicamentos (LME). Junto com exames como a ressonância magnética e documentos pessoais, o laudo deve ser entregue na Farmácia de Alto Custo mais próxima para que o paciente tenha acesso às medicações. </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/diagnostico-precoce-pode-estabilizar-progressao-da-esclerose-multipla" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Sat, 30 May 2026 09:00:00 -0300</p>
<p></p>

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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Número de roubos e furtos de veículos em SP cai 37,3% no 1º trimestre</title>
		<link>https://weeknews.online/numero-de-roubos-e-furtos-de-veiculos-em-sp-cai-373-no-1o-trimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 15:42:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[11%]]></category>
		<category><![CDATA[1º trimestre]]></category>
		<category><![CDATA[3%]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil ultrapassa EUA pela 1ª vez em ranking de liberdade de imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[PF prende suspeito de distribuir imagens de abuso sexual infantil]]></category>
		<category><![CDATA[roubos e furtos de veículos]]></category>
		<category><![CDATA[Saiba o que vai funcionar no feriadão do Dia do Trabalhador]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Os roubos de veículos no estado de São Paulo tiveram queda de 37,3% no primeiro trimestre do ano, na comparação com o mesmo período de 2025. De janeiro a março foram 4.355 casos. Quando analisados só os furtos, a queda foi de 11,3%, na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, totalizando 19.998 registros. Os dados são da Secretaria Estadual de Segurança Pública do estado de São Paulo (SSP-SP). Notícias relacionadas: Saiba o que vai funcionar no feriadão do Dia do Trabalhador. Brasil ultrapassa EUA pela 1ª vez em ranking de liberdade de imprensa. PF prende suspeito de distribuir imagens de abuso sexual infantil. Segundo o delegado da Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio (Divecar), do Deic, Paul Verduraz, os resultados&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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        </a>
</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p><strong>Os roubos de veículos no estado de São Paulo tiveram queda de 37,3% no primeiro trimestre do ano, na comparação com o mesmo período de 2025. De janeiro a março foram 4.355 casos.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777563737_904_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777563737_491_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Quando analisados só os furtos, a <strong>queda foi de 11,3%</strong>, na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, totalizando <strong>19.998 registros</strong>. Os dados são da Secretaria Estadual de Segurança Pública do estado de São Paulo (SSP-SP).</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Saiba o que vai funcionar no feriadão do Dia do Trabalhador.</li>
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<li>PF prende suspeito de distribuir imagens de abuso sexual infantil.</li>
</ul>
<p>Segundo o delegado da Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio (Divecar), do Deic, Paul Verduraz, os resultados são consequência de trabalho planejado e integrado entre Polícia Civil e Polícia Militar, além de outros órgãos municipais e estaduais, com <strong>ações voltadas para o combate da receptação de veículos e desmanches clandestinos</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Em 2025, conseguimos avançar com operações conjuntas e, neste ano, intensificamos ainda mais essa atuação por meio das nossas unidades especializadas. Nosso foco é atingir toda a cadeia criminosa, especialmente o mercado ilegal de peças, que é o principal indutor desses crimes”, afirmou.</p>
</blockquote>
<p><strong>De acordo com a SSP-SP, o Programa Muralha Paulista também contribuiu com a queda.</strong> Com a tecnologia aplicada ao programa, que conta com câmeras e sensores de órgãos públicos e privados a bancos de dados, foi possível identificar de veículos furtados ou roubados e pessoas procuradas pela Justiça, por meio da leitura de placas e reconhecimento facial.</p>
<p>A partir da leitura automática de placas, o <strong>sistema identifica veículos com registro de furto ou roubo e gera alertas em tempo real</strong>. Com isso, equipes de policiamento tem a possibilidade de atuar rapidamente, contribuindo para a prisão de suspeitos e a recuperação dos veículos.</p>
<p><strong>O coronel da Polícia Militar, Carlos Lucena, explicou que os alertas emitidos pelo programa permitem identificar veículos roubados ou furtados e garantir uma resposta rápida das equipes, o que possibilita a prisão dos infratores e a recuperação dos veículos.</strong></p>
<blockquote>
<p>“As quedas são resultado de um trabalho sistêmico integrado, com uso de tecnologia, como câmeras, drones de alta resolução e o programa Muralha Paulista, aliado à gestão operacional do policiamento”, ressaltou.</p>
</blockquote>
<p> Flávia Albuquerque &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-04/numero-de-roubos-e-furtos-de-veiculos-em-sp-cai-113-no-1o-trimestre">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 30 Apr 2026 12:37:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/numero-de-roubos-e-furtos-de-veiculos-em-sp-cai-373-no-1o-trimestre/">Número de roubos e furtos de veículos em SP cai 37,3% no 1º trimestre</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ipea acompanha BC e reduz projeção de inflação para 4,8% em 2025</title>
		<link>https://weeknews.online/ipea-acompanha-bc-e-reduz-projecao-de-inflacao-para-48-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 18:27:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[>>  Ata do Copom indica Selic a 15% "por período bastante prolongado"]]></category>
		<category><![CDATA[05%]]></category>
		<category><![CDATA[11%]]></category>
		<category><![CDATA[48% em setembro]]></category>
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		<category><![CDATA[meta de inflação]]></category>
		<category><![CDATA[O IBGE divulgou nesta terça-feira (30) que a taxa de desocupação no trimestre encerrado em agosto ficou em 5]]></category>
		<category><![CDATA[o INPC de agosto acumula 5]]></category>
		<category><![CDATA[o IPCA marcou deflação (queda de preços) de 0]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A valorização do real frente ao dólar e as quedas sucessivas nos preços dos alimentos fizeram o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revisar para baixo a projeção de inflação para 2025. A estimativa passou de 5,2% para 4,8%. A previsão se refere à chamada inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Notícias relacionadas: Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 4,81%. Prévia da inflação sobe 0,48% em setembro. Ipea: queda na inflação foi mais sentida pela população mais pobre. Em agosto, o IPCA marcou deflação (queda de preços) de 0,11%, e uma alta acumulada (inflação) de 5,13% em 12 meses. A meta de inflação perseguida pelo Banco Central é de 3%&#8230;</p>
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				</p>
<p>A valorização do real frente ao dólar e as quedas sucessivas nos preços dos alimentos fizeram o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revisar para baixo a projeção de inflação para 2025. <strong>A estimativa passou de 5,2% para 4,8%.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1759256863_30_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1759256864_488_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A previsão se refere à chamada inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 4,81%.</li>
<li>Prévia da inflação sobe 0,48% em setembro.</li>
<li>Ipea: queda na inflação foi mais sentida pela população mais pobre.</li>
</ul>
<p>Em agosto, o IPCA marcou deflação (queda de preços) de 0,11%, e uma alta acumulada (inflação) de 5,13% em 12 meses.</p>
<p>A meta de inflação perseguida pelo Banco Central é de 3% ao ano, com tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p.) para mais ou para menos ─ ou seja, de 4,5%, no máximo.</p>
<h2>Fatores</h2>
<p>De acordo com as pesquisadoras do Ipea Maria Andréia Parente Lameiras e Tarsylla da Silva de Godoy Oliveira, autoras da <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.ipea.gov.br/cartadeconjuntura/wp-content/uploads/2025/09/250929_cc_68_nota_24.pdf">Carta de Conjuntura</a>, <strong>“o ambiente inflacionário brasileiro apresenta sinais de maior moderação, embora siga desafiador”.</strong></p>
<p>O IBGE mostrou que os preços dos alimentos caíram em agosto, pelo terceiro mês seguido. Dessa forma, o Ipea revisou a expectativa desse grupo para o fim do ano, passando de uma inflação de 6,7% para uma de 4,4%.</p>
<p>Um dos motivos para o recuo nos preços verificados nos últimos meses é a expansão da oferta, com previsão de safra recorde.</p>
<p>As pesquisadoras ressaltam, no entanto, que uma explicação mais importante é que <strong>a apreciação do câmbio – desvalorização do dólar ante o real ─ reduziu pressões sobre alimentos, bens industriais e combustíveis</strong>. No último trimestre, citam as autoras, o real se valorizou cerca de 5%.</p>
<p>Por causa do mercado de trabalho aquecido, o Ipea não reduziu a projeção de inflação em relação aos preços dos serviços, mantida em 6,2%. “Mesmo diante de uma leve desaceleração da atividade econômica na margem, o mercado de trabalho segue bem apertado”, afirmam as autoras.</p>
<p>O IBGE divulgou nesta terça-feira (30) que a taxa de desocupação no trimestre encerrado em agosto ficou em 5,6%, a mais baixa da série histórica, iniciada em 2012.</p>
<h2>Convergência</h2>
<p>O Ipea é um órgão vinculado ao Ministério do Planejamento e Orçamento e atua na elaboração de análises para formulação de políticas públicas. A revisão da projeção do IPCA acompanha <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.bcb.gov.br/content/ri/relatorioinflacao/202509/rpm202509p.pdf">a avaliação do Banco Central (BC), que anunciou na última quinta-feira (25) revisão de 4,9% para 4,8%</a>.</p>
<p>As projeções do Ipea e do BC se aproximam à do mercado financeiro, que espera inflação de 4,81%, conforme o Boletim Focus, pesquisa do BC com instituições financeiras, divulgada na segunda-feira (29).</p>
<h2>Juro alto</h2>
<p>As pesquisadoras apontam que o processo de redução da inflação no Brasil avança, “mas ainda de maneira bem gradual e com custo elevado em termos de política monetária”.</p>
<p>A política monetária é o uso que o Banco Central faz da taxa básica de juros, a Selic, que está em 15% ao ano desde junho de 2025. É o patamar mais elevado desde julho de 2006 (15,25%).</p>
<p>&gt;&gt;  Ata do Copom indica Selic a 15% &#8220;por período bastante prolongado&#8221;</p>
<p>Uma face do juro alto é o efeito contracionista, que combate a inflação. A elevação da taxa faz com que empréstimos fiquem mais caros – seja para pessoa física ou empresas ─ e desestimula investimentos, uma vez que pode valer mais a pena manter o dinheiro investido, rendendo em juro alto, do que arriscar em atividades produtivas. Esse conjunto de efeitos freia a economia.</p>
<h2>Rendas menores</h2>
<p><strong>O Ipea reduziu também a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), de 4,9% para 4,5%.</strong> Também apurado pelo IBGE, o INPC mede o custo de vida das famílias com renda de um a cinco salários mínimos. Uma das diferenças para o IPCA é que o INPC atribui mais peso a gastos como alimentação.</p>
<p>Utilizado para corrigir salários de algumas categorias e também na fórmula de reajuste anual do salário mínimo, o INPC de agosto acumula 5,05%.</p>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-09/ipea-acompanha-bc-e-reduz-projecao-de-inflacao-para-48-em-2025">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 30 Sep 2025 15:10:00 -0300 </p>

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		<title>Ipea: queda na inflação foi mais sentida pela população mais pobre</title>
		<link>https://weeknews.online/ipea-queda-na-inflacao-foi-mais-sentida-pela-populacao-mais-pobre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 16:09:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[11%]]></category>
		<category><![CDATA[14% em agosto]]></category>
		<category><![CDATA[83% em 2025]]></category>
		<category><![CDATA[boletim mensal Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[bonificação compensou a bandeira tarifária vermelha 2]]></category>
		<category><![CDATA[Deflação]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[famílias mais pobres]]></category>
		<category><![CDATA[índice oficial ficou negativo em 0]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[INPC tem deflação de 0]]></category>
		<category><![CDATA[Ipea]]></category>
		<category><![CDATA[Ipea aponta deflação em julho para as famílias de renda muito baixa]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado financeiro projeta inflação de 4]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. No mês de agosto, a queda na inflação foi mais sentida pelas famílias mais pobres; registrou -029%. Enquanto o índice oficial ficou negativo em 0,11%, o custo de vida para famílias que ganham até R$ 3,3 mil teve recuo superior a 0,20%. Já na outra ponta, lares com renda mensal acima de R$ 22 mil, a inflação ficou positiva em 0,10%. A constatação está no boletim mensal Inflação por Faixa de Renda do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), órgão vinculado ao Ministério do Planejamento e Orçamento. Notícias relacionadas: INPC tem deflação de 0,14% em agosto. Ipea aponta deflação em julho para as famílias de renda muito baixa. Mercado financeiro projeta inflação de 4,83% em 2025. O estudo compara a inflação oficial, apurada&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>No mês de agosto, a queda na inflação foi mais sentida pelas famílias mais pobres; registrou -029%. Enquanto o índice oficial ficou negativo em 0,11%, o custo de vida para famílias que ganham até R$ 3,3 mil teve recuo superior a 0,20%. Já na outra ponta, lares com renda mensal acima de R$ 22 mil, a inflação ficou positiva em 0,10%</strong>.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1757952569_131_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1757952569_202_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A constatação está no <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.ipea.gov.br/cartadeconjuntura/" target="_blank">boletim mensal Inflação </a>por Faixa de Renda do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), órgão vinculado ao Ministério do Planejamento e Orçamento.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>INPC tem deflação de 0,14% em agosto.</li>
<li>Ipea aponta deflação em julho para as famílias de renda muito baixa.</li>
<li>Mercado financeiro projeta inflação de 4,83% em 2025.</li>
</ul>
<p>O estudo compara a inflação oficial, apurada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com o custo de vida de diversas faixas de renda.</p>
<p>Das seis faixas de renda familiar mensal, as três mais baixas tiveram percepção mais acentuada da deflação (queda média dos preços):</p>
<ul>
<li>renda muito baixa: -0,29%</li>
<li>renda baixa: -0,21%</li>
<li>renda média-baixa: -0,19%</li>
<li>renda média: -0,07%</li>
<li>IPCA: -0,11%</li>
<li>renda média-alta: 0%</li>
<li>renda alta: 0,10%</li>
</ul>
<p>O levantamento divide as famílias pelas seguintes faixas de renda mensal:</p>
<ul>
<li>muito baixa: menos que R$ 2.202,02</li>
<li>baixa: entre R$ 2.202,02 e R$ 3.303,03</li>
<li>média-baixa: entre R$ 3.303,03 e R$ 5.505,06</li>
<li>média: entre R$ 5.505,06 e R$ 11.010,11</li>
<li>média-alta: entre R$ 11.010,11 e R$ 22.020,22</li>
<li>alta: acima de R$ 22.020,22</li>
</ul>
<p>Já o IPCA apura o custo de vida para famílias com rendimentos de um a 40 salários mínimos. Atualmente o valor do mínimo é R$ 1.518.</p>
<h2>Alimentos e conta de luz</h2>
<p><strong>De acordo com a autora da pesquisa, Maria Andreia Parente Lameiras, as famílias mais pobres tiveram alívio maior no bolso em agosto por causa do perfil de consumo, com maior peso para itens como alimentação e habitação.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Além da intensificação da trajetória de deflação dos alimentos no domicílio, a queda das tarifas de energia elétrica, beneficiada pela incorporação do Bônus de Itaipu, anulando a pressão vinda da adoção da bandeira vermelha patamar 2, explicam esta queda mais forte da inflação nos segmentos de renda mais baixa, dado o peso desses itens no orçamento dessas famílias”, explica.</p>
</blockquote>
<p>O chamado Bônus de Itaipu é o desconto na conta de luz que beneficiou 80,8 milhões de consumidores. Conforme adiantou a <strong>Agência Brasil</strong>, a bonificação compensou a bandeira tarifária vermelha 2, que adiciona R$ 7,87 na conta e luz a cada 100 Kwh consumidos.</p>
<p>O estudo do Ipea aponta que, no caso dos alimentos no domicílio, destacam-se em agosto as quedas dos cereais (-2,5%), tubérculos (-8,1%), café (-2,2%) e proteínas animais: carnes (-0,43%), aves e ovos (-0,8%) e leite (-1%).</p>
<p>Já para a faixas de renda mais altas, indica Lameiras, a deflação dos alimentos e da energia “foi parcialmente compensada pela elevação de preços em serviços, notadamente alimentação fora do domicílio e recreação”.</p>
<h2>Acumulado</h2>
<p>No acumulado de 12 meses, a percepção de inflação é o inverso da registrada em agosto, com as famílias mais pobres com peso maior no bolso.</p>
<ul>
<li>renda muito baixa: 5,23%</li>
<li>renda baixa: 5,33%</li>
<li>renda média-baixa: 5,19%</li>
<li>renda média: 5,08%</li>
<li>renda média-alta: 5,07%</li>
<li>renda alta: 5%</li>
</ul>
<p>O IPCA acumulado de 12 meses chega a 5,13%, acima da meta do governo, de 3% ao ano, com tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p.) para mais ou para menos, ou seja, indo no máximo a 4,5%.</p>
<p><strong>“Nos últimos doze meses, as principais pressões inflacionárias vieram dos grupos alimentos e bebidas, habitação, transportes e saúde e cuidados pessoais”, aponta o estudo</strong>.</p>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-09/ipea-queda-na-inflacao-foi-mais-sentida-pela-populacao-de-baixa-renda">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 15 Sep 2025 12:59:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Dólar cai para R$ 5,91 e registra maior queda semanal desde agosto</title>
		<link>https://weeknews.online/dolar-cai-para-r-591-e-registra-maior-queda-semanal-desde-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jan 2025 04:22:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[11%]]></category>
		<category><![CDATA[3 bi em 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa de Valores]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiros demoram a fazer plano financeiro para aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[desacelerou para 0]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA-15]]></category>
		<category><![CDATA[mercado financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[recorde em 15 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Saiba o que é o bônus na conta de luz que ajudou a segurar a inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Turistas estrangeiros gastam US$ 7]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Em mais um dia de alívio no mercado financeiro, o dólar caiu pela quinta vez seguida e teve o maior recuo semanal desde agosto. A bolsa de valores alternou altas e baixas, mas fechou estável após a divulgação da prévia da inflação de janeiro. O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (24) vendido a R$ 5,918, com queda de R$ 0,008 (-0,13%). A cotação caiu até o início da tarde, quando chegou a R$ 5,86 por volta das 14h, mas diminuiu a queda a partir desse horário, com investidores aproveitando o preço baixo para comprar dólares. Perto do fim da sessão, o câmbio fechou próximo da estabilidade. A moeda norte-americana está no menor nível desde 27 de novembro. A divisa caiu 2,42% na semana,&#8230;</p>
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<p>Em mais um dia de alívio no mercado financeiro, o dólar caiu pela quinta vez seguida e teve o maior recuo semanal desde agosto. A bolsa de valores alternou altas e baixas, mas fechou estável após a divulgação da prévia da inflação de janeiro.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1737778969_253_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1737778969_509_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (24) vendido a R$ 5,918, com queda de R$ 0,008 (-0,13%). A cotação caiu até o início da tarde, quando chegou a R$ 5,86 por volta das 14h, mas diminuiu a queda a partir desse horário, com investidores aproveitando o preço baixo para comprar dólares. Perto do fim da sessão, o câmbio fechou próximo da estabilidade.</p>
<p>A moeda norte-americana está no menor nível desde 27 de novembro. A divisa caiu 2,42% na semana, o maior recuo para cinco dias úteis desde a semana encerrada em 9 de agosto.</p>
<p>O mercado de ações teve um dia mais volátil. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 122.447 pontos, com queda de apenas 0,03%. O indicador mudou de direção diversas vezes ao longo do dia, mas encerrou em terreno negativo com a alta dos juros no mercado futuro.</p>
<p>Tanto fatores domésticos como internacionais influenciaram o mercado nesta sexta. No cenário interno, a divulgação de que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) desacelerou para 0,11% em janeiro provocou a queda da bolsa.</p>
<p>Apesar de a prévia da inflação oficial ter registrado o menor nível para meses de janeiro desde a criação do real, o índice veio acima das expectativas, com as instituições financeiras esperando inflação zero para o mês. Isso aumentou as chances de o Banco Central (BC) aumentar a taxa Selic (juros básicos da economia) além do previsto, o que desestimula investimentos na bolsa de valores.</p>
<p>No cenário internacional, no entanto, o dólar caiu em todo o planeta após o novo presidente norte-americano, Donald Trump, anunciar a possibilidade de um acordo comercial com a China após uma conversa com o presidente chinês, Xi Jingping. A revelação, feita em entrevista à emissora americana Fox News, acalmou o mercado global, ao reduzir a chance de tarifaço do novo governo dos Estados Unidos.</p>
<p><em>*Com informações da Reuters</em></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil* , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-01/dolar-cai-para-r-591-e-registra-maior-queda-semanal-desde-agosto">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 24 Jan 2025 19:35:00 -0300 </p>

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