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	<title>Arquivo de 12% expectativa de inflação em 2026 - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de 12% expectativa de inflação em 2026 - WeekNews</title>
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		<title>Mercado reduz projeção para inflação de 2026 pela sexta semana seguida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 13:33:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O mercado financeiro voltou a ajustar para baixo as suas expectativas para a inflação brasileira em 2026. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (10) pelo Banco Central (BC), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve encerrar o ano com alta de 5,02%. O número representa uma leve queda em relação à projeção anterior, de 5,03%, registrada na semana passada, e uma redução mais expressiva quando comparado ao percentual de 5,16% estimado há quatro semanas. Com isso, o mercado acumula seis semanas consecutivas de revisões para baixo na expectativa para o IPCA de 2026. Além da inflação, o Boletim Focus também trouxe uma pequena revisão para a atividade econômica. A projeção para o crescimento do Produto Interno&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/1786368793_20231025_150203-1024x512.jpg" alt="Mercado reduz projeção para inflação de 2026 pela sexta semana seguida" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/expectativa-do-mercado-para-inflacao-de-2026-cai-para-502" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O mercado financeiro voltou a ajustar para baixo as suas expectativas para a inflação brasileira em 2026. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (10) pelo Banco Central (BC), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve encerrar o ano com alta de 5,02%. O número representa uma leve queda em relação à projeção anterior, de 5,03%, registrada na semana passada, e uma redução mais expressiva quando comparado ao percentual de 5,16% estimado há quatro semanas. Com isso, o mercado acumula seis semanas consecutivas de revisões para baixo na expectativa para o IPCA de 2026.</p>
<p>Além da inflação, o Boletim Focus também trouxe uma pequena revisão para a atividade econômica. A projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026 caiu de 1,99% para 1,98%, interrompendo uma sequência de cinco semanas em que a estimativa havia permanecido estável. A mudança, embora discreta, sinaliza uma percepção de desaceleração gradual da economia por parte dos analistas consultados pelo BC.</p>
<p>No campo cambial, as expectativas permaneceram inalteradas. O mercado mantém a projeção de que o dólar comercial feche 2026 cotado a R$ 5,20, patamar que se repete há oito semanas consecutivas. Já para a taxa básica de juros, a Selic, a expectativa é de que o ano termine com a taxa em 13,75%, repetindo o número projetado na semana anterior.</p>
<p>Para os anos seguintes, o Boletim Focus mostrou estabilidade na maioria dos indicadores. As projeções para 2027 e 2028 permaneceram praticamente inalteradas, com exceção do PIB de 2027, que passou de 1,57% para 1,52%. No caso de 2027, o mercado espera uma inflação de 4,22%, um dólar a R$ 5,28 e uma Selic de 12% ao ano. Para 2028, as estimativas seguem em 3,80% para o IPCA, 2% para o PIB, R$ 5,30 para a cotação do dólar e 10,50% para a taxa básica de juros.</p>
<p>O Banco Central utiliza a Selic como principal instrumento para controlar a inflação. Quando a taxa de juros é elevada ou permanece em patamares altos por um período prolongado, o crédito fica mais caro, o que encarece compras no cartão, parcelamentos e financiamentos imobiliários, reduzindo o consumo e, consequentemente, a pressão sobre os preços. Por outro lado, quando a Selic é reduzida, a expectativa é de estímulo à atividade econômica, com menor risco de descontrole inflacionário.</p>
<p>Na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), encerrada no dia 5 de agosto, o BC reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, passando a taxa de 14,25% para 14% ao ano. Esse foi o quarto corte consecutivo nos juros básicos. Segundo o Banco Central, a decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para a meta nos próximos períodos. O BC afirmou que a medida busca não apenas a estabilidade de preços, mas também suavizar as oscilações da atividade econômica e favorecer o emprego.</p>
<p>Na avaliação do Copom, o cenário externo ainda exige cautela, diante das incertezas relacionadas aos conflitos no Oriente Médio e à política monetária das economias avançadas. No cenário doméstico, o comitê observou uma desaceleração gradual da atividade econômica, embora o mercado de trabalho continue aquecido. O BC destacou que a inflação recente perdeu força, mas permanece acima do limite superior da meta, ainda que os núcleos de inflação tenham mostrado desaceleração.</p>
<p>A redução consecutiva da Selic e a revisão para baixo das expectativas de inflação indicam um movimento de alívio gradual nas condições financeiras, mas o BC mantém o discurso de cautela. A autoridade monetária reforça que a trajetória da política monetária dependerá da evolução dos dados econômicos e do comportamento dos preços nos próximos meses.</p>
<p>O Boletim Focus é uma pesquisa semanal realizada pelo Banco Central com instituições financeiras, que reúne as projeções do mercado para os principais indicadores econômicos do país. Os números divulgados nesta segunda-feira (10) refletem a visão dos analistas sobre o comportamento da inflação, do crescimento econômico, do câmbio e dos juros para os próximos anos.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/expectativa-do-mercado-para-inflacao-de-2026-cai-para-502" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Copom reduz Selic para 14% ao ano em quarta queda consecutiva</title>
		<link>https://weeknews.online/copom-reduz-selic-para-14-ao-ano-em-quarta-queda-consecutiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 22:44:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[06% em julho]]></category>
		<category><![CDATA[12% expectativa de inflação em 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) anunciou nesta quarta-feira (5) uma nova redução de 0,25 ponto percentual na Taxa Selic, que passa de 14,25% para 14% ao ano. Esta é a quarta vez consecutiva que o colegiado corta os juros básicos da economia brasileira, em decisão tomada durante reunião realizada na sede da instituição, em Brasília. A Selic é o principal instrumento do BC para controlar a inflação. Quando a taxa está alta ou permanece elevada por um longo período, o crédito fica mais caro, impactando compras no cartão, parcelamentos de produtos e financiamentos imobiliários, o que tende a reduzir o consumo. Com a redução, a expectativa é de estímulo à atividade econômica e menor risco&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/20231025_150203-1024x512.jpg" alt="Copom reduz Selic para 14% ao ano em quarta queda consecutiva" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/em-nova-reducao-copom-baixa-taxa-selic-para-14-ao-ano" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) anunciou nesta quarta-feira (5) uma nova redução de 0,25 ponto percentual na Taxa Selic, que passa de 14,25% para 14% ao ano. Esta é a quarta vez consecutiva que o colegiado corta os juros básicos da economia brasileira, em decisão tomada durante reunião realizada na sede da instituição, em Brasília.</p>
<p>A Selic é o principal instrumento do BC para controlar a inflação. Quando a taxa está alta ou permanece elevada por um longo período, o crédito fica mais caro, impactando compras no cartão, parcelamentos de produtos e financiamentos imobiliários, o que tende a reduzir o consumo. Com a redução, a expectativa é de estímulo à atividade econômica e menor risco de descontrole nos preços.</p>
<p>Em nota, o BC afirmou que o ajuste gradual de menos 0,25 ponto é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta no próximo período. &#8220;Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego&#8221;, informou o órgão.</p>
<p>Sobre o cenário externo, o Copom voltou a mencionar a indefinição em relação aos conflitos armados no Oriente Médio e a incerteza quanto à política monetária em algumas economias avançadas. &#8220;Tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por elevação da volatilidade de preços de ativos e commodities&#8221;, destacou o BC.</p>
<p>No âmbito doméstico, a autoridade monetária reforçou que os indicadores divulgados desde a última reunião &#8220;sugerem uma moderação gradual da atividade econômica, embora ainda em patamar resiliente, com sinais mistos entre setores, e mercado de trabalho aquecido&#8221;. O BC também observou que a inflação cheia desacelerou, mas ainda permanece acima do limite superior da meta, enquanto as medidas subjacentes caíram para um nível ligeiramente abaixo desse limite.</p>
<p>Dados recentes mostram que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) registrou variação de 0,06% em julho, ficando 0,35 ponto percentual abaixo da taxa de junho (0,41%). No acumulado do ano, o indicador subiu 3,51% e, em 12 meses, 4,52%, abaixo dos 4,80% observados nos 12 meses anteriores. Em julho de 2025, o IPCA-15 havia sido de 0,33%. O índice é medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>A meta de inflação fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para o período iniciado em janeiro de 2025 é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,50 ponto percentual para baixo e para cima, ou seja, entre 1,50% e 4,50%.</p>
<p>A trajetória recente da Selic inclui um período em que a taxa permaneceu em 15% ao ano, de junho de 2025 a março deste ano, o maior nível em quase duas décadas. O Copom iniciou o ciclo de cortes em março, em um contexto de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que elevou os preços de combustíveis e alimentos, tem dificultado a redução mais acelerada dos juros.</p>
<p>A decisão desta quarta-feira dá continuidade ao processo de afrouxamento monetário, mas o BC sinaliza cautela diante dos riscos externos e das incertezas que ainda cercam o cenário econômico global.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/em-nova-reducao-copom-baixa-taxa-selic-para-14-ao-ano" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<item>
		<title>IPCA-15 desacelera para 0,06% em julho, puxado por queda nos alimentos e alta na habitação</title>
		<link>https://weeknews.online/ipca-15-desacelera-para-006-em-julho-puxado-por-queda-nos-alimentos-e-alta-na-habitacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 13:22:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[12% expectativa de inflação em 2026]]></category>
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		<category><![CDATA[Prévia da Inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial, registrou variação de 0,06% em julho de 2026, conforme divulgado nesta terça-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representa uma forte desaceleração em relação ao mês anterior, quando o índice havia subido 0,41%, e também fica abaixo da taxa de julho de 2025, que foi de 0,33%. Com o dado de julho, o IPCA-15 acumula alta de 3,51% no ano e de 4,52% nos últimos 12 meses. O levantamento considerou preços coletados entre 17 de junho e 15 de julho de 2026. O grupo habitação foi o principal responsável pela inflação no período, com avanço de 0,97%. A alta&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/economia_1609210405_0-1024x512.jpg" alt="IPCA-15 desacelera para 0,06% em julho, puxado por queda nos alimentos e alta na habitação" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/previa-da-inflacao-oficial-fica-em-006-em-julho-diz-ibge" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial, registrou variação de 0,06% em julho de 2026, conforme divulgado nesta terça-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representa uma forte desaceleração em relação ao mês anterior, quando o índice havia subido 0,41%, e também fica abaixo da taxa de julho de 2025, que foi de 0,33%.</p>
<p>Com o dado de julho, o IPCA-15 acumula alta de 3,51% no ano e de 4,52% nos últimos 12 meses. O levantamento considerou preços coletados entre 17 de junho e 15 de julho de 2026.</p>
<p>O grupo habitação foi o principal responsável pela inflação no período, com avanço de 0,97%. A alta foi impulsionada pelo aumento de 3,03% na energia elétrica residencial e de 0,26% na tarifa de água e esgoto. Esses itens pressionaram o índice geral, ainda que outros grupos tenham registrado queda de preços.</p>
<p>Por outro lado, o grupo alimentação e bebidas apresentou deflação de 0,66%, contribuindo para conter a inflação do mês. A alimentação no domicílio ficou 1,14% mais barata, com destaque para as quedas expressivas do tomate (-19,95%), da batata-inglesa (-10,03%) e do café moído (-3,13%). Já comer fora de casa ficou 0,55% mais caro no período.</p>
<p>Dos nove grupos de despesa analisados pelo IPCA-15, quatro registraram inflação: artigos de residência (0,19%), transportes (0,11%), saúde e cuidados pessoais (0,28%) e despesas pessoais (0,08%). Três grupos tiveram deflação: vestuário (-0,33%), educação (-0,04%) e comunicação (-0,02%).</p>
<p>O IPCA-15 é calculado pelo IBGE com base em uma cesta de produtos e serviços consumidos por famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos, abrangendo as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Brasília, Belém, Fortaleza, Salvador, Curitiba, além de Goiânia e do município de Campo Grande. O índice serve como uma prévia do IPCA, que é a inflação oficial do país.</p>
<p>A desaceleração do IPCA-15 em julho ocorre em um contexto de expectativas do mercado para a inflação de 2026. Na última pesquisa Focus, divulgada pelo Banco Central, a mediana das projeções para o IPCA em 2026 estava em 5,12%, acima do centro da meta de 3% e do teto de 4,5%. O dado de julho, no entanto, mostra uma trajetória de curto prazo mais favorável, ainda que pressionada por itens como energia elétrica.</p>
<p>O resultado de julho reforça a percepção de que a inflação brasileira segue sob influência de choques setoriais, com a alta da energia elétrica sendo parcialmente compensada pela queda nos alimentos in natura. A continuidade desse movimento dependerá de fatores como o regime de chuvas, que afeta as bandeiras tarifárias, e a safra agrícola, que impacta os preços dos alimentos.</p>
<p>O IBGE não divulgou comentários adicionais sobre os dados do IPCA-15 de julho. A próxima divulgação do índice será em agosto, com a coleta de preços entre 17 de julho e 15 de agosto.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/previa-da-inflacao-oficial-fica-em-006-em-julho-diz-ibge" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<item>
		<title>Dólar atinge maior patamar em duas semanas com tombo do petróleo; Ibovespa sobe 0,74%</title>
		<link>https://weeknews.online/dolar-atinge-maior-patamar-em-duas-semanas-com-tombo-do-petroleo-ibovespa-sobe-074/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 21:52:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[12% expectativa de inflação em 2026]]></category>
		<category><![CDATA[2 bilhões com IR sobre dividendos]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa de Valores]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
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		<category><![CDATA[Petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Receita prevê arrecadar R$ 17]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/?p=96751</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O mercado financeiro encerrou a segunda-feira (27) com movimentos opostos. O dólar à vista subiu 0,62%, vendido a R$ 5,113, alcançando o maior nível desde o último dia 13. A alta foi impulsionada pela forte queda do petróleo no exterior e pelo cenário externo adverso. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, avançou 0,74%, aos 175.334 pontos, sustentado por ações de bancos e mineradoras, que compensaram as perdas do setor de petróleo. O volume financeiro negociado foi de R$ 19,2 bilhões. A desvalorização do real ocorreu na contramão de outros ativos domésticos. A principal pressão veio do recuo do petróleo, que reduz a atratividade da moeda brasileira por afetar os termos de troca do país, um dos exportadores líquidos&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/dolar-atinge-maior-patamar-em-duas-semanas-com-tombo-do-petroleo-ibovespa-sobe-074/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/06/2026-02-26t200758z_1_lynxmpem1p1ak_rtroptp_4_dollar-hedging-bny-1024x512.jpg" alt="Dólar atinge maior patamar em duas semanas com tombo do petróleo; Ibovespa sobe 0,74%" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/dolar-fecha-no-maior-valor-em-duas-semanas-com-queda-no-petroleo" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O mercado financeiro encerrou a segunda-feira (27) com movimentos opostos. O dólar à vista subiu 0,62%, vendido a R$ 5,113, alcançando o maior nível desde o último dia 13. A alta foi impulsionada pela forte queda do petróleo no exterior e pelo cenário externo adverso. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, avançou 0,74%, aos 175.334 pontos, sustentado por ações de bancos e mineradoras, que compensaram as perdas do setor de petróleo. O volume financeiro negociado foi de R$ 19,2 bilhões.</p>
<p>A desvalorização do real ocorreu na contramão de outros ativos domésticos. A principal pressão veio do recuo do petróleo, que reduz a atratividade da moeda brasileira por afetar os termos de troca do país, um dos exportadores líquidos do produto. Além disso, o mercado acompanhou a expectativa pela decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed), marcada para quarta-feira, e continuou monitorando os efeitos das tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, além do cenário político doméstico.</p>
<p>No mercado internacional, o petróleo despencou mais de 6% após sinais de trégua entre Estados Unidos e Irã reduzirem os temores sobre interrupções na oferta global da commodity. O Brent, referência para a Petrobras, caiu 6,33%, encerrando o dia a US$ 85,87 por barril. O WTI, do Texas, recuou 7,50%, para US$ 82,61. A queda foi motivada pelo anúncio de uma pausa nos ataques dos Estados Unidos contra o Irã e pela perspectiva de retomada das negociações diplomáticas entre os dois países.</p>
<p>O presidente estadunidense, Donald Trump, afirmou que Washington mantém conversas com Teerã e indicou haver possibilidade de um acordo, reduzindo temporariamente o prêmio de risco embutido nas cotações da commodity. Apesar do recuo expressivo, o mercado continua atento à situação no Oriente Médio. O Estreito de Ormuz segue operando com restrições, e persistem preocupações com a segurança das rotas marítimas utilizadas para o transporte de petróleo, mantendo elevada a volatilidade do produto.</p>
<p>Apesar da valorização diária, a moeda norte-americana ainda acumula queda de 0,98% em julho e de 6,86% em 2026. No exterior, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de moedas fortes, terminou em leve alta.</p>
<p>Enquanto o câmbio refletiu a perda de força das commodities, a bolsa brasileira encontrou suporte no ambiente externo mais favorável ao risco. O avanço do Ibovespa foi liderado pelas ações de bancos e de mineradoras, que compensaram a forte queda dos papéis ligados ao setor de petróleo. A melhora do humor dos investidores ocorreu após o anúncio de uma pausa nos ataques entre Estados Unidos e Irã, alimentando expectativas de retomada das negociações diplomáticas.</p>
<p>O mercado também continuou atento à expectativa pela reunião do Federal Reserve (Fed, Banco Central estadunidense), que pode sinalizar os próximos passos da política monetária norte-americana. A decisão está marcada para quarta-feira e deve influenciar os mercados globais.</p>
<p>Os contratos internacionais de petróleo registraram forte correção depois da disparada observada na semana passada. A queda foi motivada pelo anúncio de uma pausa nos ataques dos Estados Unidos contra o Irã e pela perspectiva de retomada das negociações diplomáticas entre os dois países. Apesar do recuo expressivo, o mercado continua atento à situação no Oriente Médio. O Estreito de Ormuz segue operando com restrições, e persistem preocupações com a segurança das rotas marítimas utilizadas para o transporte de petróleo, mantendo elevada a volatilidade do produto.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/dolar-fecha-no-maior-valor-em-duas-semanas-com-queda-no-petroleo" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Durigan afirma que dívida do Brasil é menor que a de grandes economias, mas reconhece que situação não está boa</title>
		<link>https://weeknews.online/durigan-afirma-que-divida-do-brasil-e-menor-que-a-de-grandes-economias-mas-reconhece-que-situacao-nao-esta-boa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 14:33:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[12% expectativa de inflação em 2026]]></category>
		<category><![CDATA[2 bilhões com IR sobre dividendos]]></category>
		<category><![CDATA[Dario Durigan]]></category>
		<category><![CDATA[dívida do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado reduz para 5]]></category>
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		<category><![CDATA[Rádio Jornal de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Receita prevê arrecadar R$ 17]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma tributária impulsiona doações de imóveis a herdeiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta segunda-feira (27) que a dívida pública brasileira, embora elevada, está sob controle e em patamar inferior ao de diversas economias desenvolvidas. Em entrevista à Rádio Jornal de Pernambuco, o ministro argumentou que não existe uma regra internacional que estabeleça um limite único para o endividamento dos países e defendeu que a situação fiscal deve ser analisada de acordo com as características de cada economia. “Não existe uma regra ou um limite colocado nos manuais internacionais, seja do FMI, seja de outra organização internacional, que diga qual é o limite do endividamento de um país. São tamanhos e países diferentes”, afirmou o ministro. Durigan ressaltou que a comparação favorável ao Brasil, em termos&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/durigan-afirma-que-divida-do-brasil-e-menor-que-a-de-grandes-economias-mas-reconhece-que-situacao-nao-esta-boa/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/06/0d9a5358-1024x512.jpg" alt="Durigan afirma que dívida do Brasil é menor que a de grandes economias, mas reconhece que situação não está boa" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/durigan-divida-do-brasil-e-menor-do-que-de-grandes-economias" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta segunda-feira (27) que a dívida pública brasileira, embora elevada, está sob controle e em patamar inferior ao de diversas economias desenvolvidas. Em entrevista à Rádio Jornal de Pernambuco, o ministro argumentou que não existe uma regra internacional que estabeleça um limite único para o endividamento dos países e defendeu que a situação fiscal deve ser analisada de acordo com as características de cada economia.</p>
<p>“Não existe uma regra ou um limite colocado nos manuais internacionais, seja do FMI, seja de outra organização internacional, que diga qual é o limite do endividamento de um país. São tamanhos e países diferentes”, afirmou o ministro. Durigan ressaltou que a comparação favorável ao Brasil, em termos proporcionais na relação entre dívida e Produto Interno Bruto (PIB), não significa que a situação do país esteja confortável.</p>
<p>“Não estou comparando para dizer que o nosso está bom, porque o nosso não está bom”, disse ao lembrar que a dívida bruta do Brasil está entre 80% e 81% do PIB, enquanto alguns países alcançam níveis que chegam a 200%. “Quando você olha para os Estados Unidos, para os países da Europa, para a China, para o Japão, o endividamento é muito maior que o nosso”, afirmou. “Temos um endividamento alto [no Brasil], mas ele está sob controle.”</p>
<p>O ministro explicou que mesmo as projeções “muito conservadoras” do Tesouro Nacional apontam que a dívida brasileira continuará crescendo até 2030, mas que a partir daí ela começará a reduzir em termos proporcionais ao PIB. Para Durigan, o principal desafio é impedir que a dívida continue crescendo. Ele argumentou que, atualmente, o principal fator de pressão sobre o endividamento brasileiro são os juros pagos pelo governo para financiar a própria dívida – e pela população, que também acaba tendo de pagar taxas mais altas.</p>
<p>“O grande desafio é mostrar que, já que a gente não tem déficit primário. O que explica hoje o endividamento são os juros no país. A quantidade que pagamos de juros para rolar a dívida do país faz com que a gente aumente a nossa dívida pública”, afirmou. O ministro defendeu que a redução desse custo depende da construção de confiança na condução da economia. Segundo ele, investidores precisam enxergar que o país tem condições de manter uma trajetória sustentável para as contas públicas ao longo do tempo.</p>
<p>“Mostrar que eu tenho uma trajetória sustentável no tempo dá tranquilidade para o investidor”, disse. “Dá tranquilidade para investidores e para os atores da economia do Brasil e do mundo, para que a gente diminua esse endividamento com o tempo.” Durigan acrescentou que a credibilidade fiscal se torna ainda mais importante em um contexto internacional marcado por guerras, tensões geopolíticas e incertezas econômicas.</p>
<p>“É uma incerteza brutal saber se essa guerra [entre EUA e Irã] vai acabar, se não vai acabar. Nós temos que proteger o nosso povo com medidas racionais, que não prejudiquem as contas públicas”, afirmou. Segundo o ministro, preparar o país para um cenário global mais instável exige consolidação fiscal e capacidade de investimento em áreas estratégicas. “Preparar o país para o mundo de incerteza, para o mundo de conflito, é o que é mais importante. E essa preparação envolve consolidação fiscal”, disse.</p>
<p>Na avaliação de Durigan, o equilíbrio das contas públicas não deve ser visto apenas como resposta às expectativas do mercado financeiro, mas como instrumento para garantir crescimento sustentável, ampliar investimentos e melhorar as condições de vida da população. Segundo ele, o objetivo é fazer com que o Brasil funcione como “um porto seguro para o mundo” em um ambiente internacional cada vez mais incerto.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/durigan-divida-do-brasil-e-menor-do-que-de-grandes-economias" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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