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	<title>Arquivo de 2 bilhões - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de 2 bilhões - WeekNews</title>
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		<title>Valores esquecidos em instituições financeiras somam R$ 5,65 bilhões em julho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 19:59:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O volume de recursos esquecidos em bancos e demais instituições financeiras alcançou R$ 5,65 bilhões em julho, conforme dados divulgados pelo Banco Central nesta terça-feira (8). O montante representa aumento em relação aos R$ 5,12 bilhões registrados no mês anterior. Do total disponível, R$ 4,25 bilhões pertencem a 23,57 milhões de pessoas físicas. Já as empresas podem resgatar aproximadamente R$ 1,40 bilhão, distribuído entre cerca de 2,19 milhões de CNPJs. A maior parte dos beneficiários, no entanto, tem valores baixos a receber. Segundo o BC, 69,45% dos correntistas têm entre R$ 0,01 e R$ 10; 18,97%, entre R$ 10,01 e R$ 100; 9,35%, entre R$ 100,01 e R$ 1 mil; e apenas 2,22% possuem mais de R$ 1 mil. Os&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/09/raf1006_1-1024x512.jpg" alt="Valores esquecidos em instituições financeiras somam R$ 5,65 bilhões em julho" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/dinheiro-esquecido-nos-bancos-sobe-para-r-565-bilhoes" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>O volume de recursos esquecidos em bancos e demais instituições financeiras alcançou R$ 5,65 bilhões em julho, conforme dados divulgados pelo Banco Central nesta terça-feira (8). O montante representa aumento em relação aos R$ 5,12 bilhões registrados no mês anterior.</p>
<p>Do total disponível, R$ 4,25 bilhões pertencem a 23,57 milhões de pessoas físicas. Já as empresas podem resgatar aproximadamente R$ 1,40 bilhão, distribuído entre cerca de 2,19 milhões de CNPJs.</p>
<p>A maior parte dos beneficiários, no entanto, tem valores baixos a receber. Segundo o BC, 69,45% dos correntistas têm entre R$ 0,01 e R$ 10; 18,97%, entre R$ 10,01 e R$ 100; 9,35%, entre R$ 100,01 e R$ 1 mil; e apenas 2,22% possuem mais de R$ 1 mil.</p>
<p>Os recursos podem ter origens como contas encerradas com saldo residual, tarifas cobradas indevidamente, sobras de consórcios extintos e cotas de cooperativas de crédito. Os bancos concentram a maior parcela do dinheiro disponível: R$ 2,38 bilhões. Em seguida aparecem administradoras de consórcio (R$ 1,96 bilhão), cooperativas (R$ 762,7 milhões), instituições de pagamento (R$ 353,4 milhões), financeiras (R$ 114,6 milhões), corretoras e distribuidoras (R$ 69,4 milhões) e outras instituições (R$ 4,5 milhões).</p>
<p>Desde a criação do Sistema de Valores a Receber (SVR), o Banco Central já devolveu mais de R$ 16 bilhões. Até julho, cerca de R$ 11,9 bilhões foram destinados a pessoas físicas e aproximadamente R$ 4,2 bilhões a empresas. Somando os valores já devolvidos ao estoque disponível, o sistema identificou cerca de R$ 21,8 bilhões em recursos a receber. Somente em julho, aproximadamente R$ 323 milhões foram resgatados.</p>
<p>Parte dos recursos que estavam no sistema foi repassada à União e destinada ao Fundo Garantidor de Operações (FGO), utilizado para garantir programas de renegociação de dívidas como o Desenrola. Esse remanejamento contribuiu para a redução do estoque em meses anteriores, mas em julho o montante voltou a subir.</p>
<p>A consulta é gratuita e deve ser feita exclusivamente pelo SVR. Pessoas físicas precisam informar CPF e data de nascimento; empresas, CNPJ e dados solicitados. Caso haja valores disponíveis, o resgate exige conta Gov.br de nível prata ou ouro. O correntista deve aceitar o termo de responsabilidade e conferir a instituição responsável antes de solicitar o pagamento. Quando a opção &#8220;Solicitar por aqui&#8221; estiver disponível, a devolução pode ser feita por Pix; caso contrário, o sistema indica contato direto com a instituição.</p>
<p>Desde maio de 2025, pessoas físicas também podem habilitar o resgate automático. A adesão é facultativa e requer conta Gov.br de nível prata ou ouro, verificação em duas etapas ativada e chave Pix vinculada ao CPF. Com a função habilitada, os valores elegíveis são depositados automaticamente na conta cadastrada.</p>
<p>O Banco Central alerta para golpes: o serviço é gratuito, e a consulta deve ser feita apenas nos canais oficiais. A instituição não envia links nem solicita dados pessoais ou senhas. O cidadão não deve clicar em links recebidos por SMS, WhatsApp, Telegram ou e-mail, nem pagar taxas para liberar valores. O sistema também permite consultar valores de pessoas falecidas, com acesso restrito a herdeiros, testamentários, inventariantes ou representantes legais.</p>
<p>Análise WeekNews: A alta no volume de recursos esquecidos em julho, após meses de redução, sugere que o ritmo de novos depósitos superou o de resgates no período. Apesar do montante bilionário, a concentração de valores baixos indica que a maioria dos beneficiários precisa de atenção para localizar quantias pequenas, o que reforça a importância da consulta periódica ao sistema.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/dinheiro-esquecido-nos-bancos-sobe-para-r-565-bilhoes" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Dólar cai a R$ 5,07 e Ibovespa sobe com inflação americana abaixo do esperado</title>
		<link>https://weeknews.online/dolar-cai-a-r-507-e-ibovespa-sobe-com-inflacao-americana-abaixo-do-esperado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 02:13:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[MEI garante aposentadoria e outros benefícios do INSS; veja quais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O dólar comercial fechou abaixo de R$ 5,10 pela primeira vez em um mês nesta terça-feira (14), cotado a R$ 5,074, uma queda de 1,12% no dia. O movimento foi impulsionado pela divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI) dos Estados Unidos, que registrou deflação de 0,4% em junho, superando a expectativa de queda de 0,1%. A inflação acumulada em 12 meses ficou em 3,5%, também abaixo das projeções. Com os números, investidores reduziram as apostas de uma nova alta dos juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano) no curto prazo, o que enfraqueceu o dólar globalmente e beneficiou moedas de países emergentes, como o real. O menor fechamento do dólar desde 15 de junho reflete também&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/dolar_moeda_0803221206-1024x512.jpg" alt="Dólar cai a R$ 5,07 e Ibovespa sobe com inflação americana abaixo do esperado" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/dolar-cai-para-r-507-no-menor-nivel-em-um-mes" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>O dólar comercial fechou abaixo de R$ 5,10 pela primeira vez em um mês nesta terça-feira (14), cotado a R$ 5,074, uma queda de 1,12% no dia. O movimento foi impulsionado pela divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI) dos Estados Unidos, que registrou deflação de 0,4% em junho, superando a expectativa de queda de 0,1%. A inflação acumulada em 12 meses ficou em 3,5%, também abaixo das projeções. Com os números, investidores reduziram as apostas de uma nova alta dos juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano) no curto prazo, o que enfraqueceu o dólar globalmente e beneficiou moedas de países emergentes, como o real.</p>
<p>O menor fechamento do dólar desde 15 de junho reflete também o desempenho do índice DXY, que mede a moeda americana ante uma cesta de seis divisas fortes e caiu 0,35% no dia. No acumulado de 2026, a moeda americana registra queda de 7,56% em relação ao real. A desvalorização acompanhou o movimento global após o CPI surpreender positivamente, reduzindo as expectativas de aperto monetário nos Estados Unidos.</p>
<p>A Bolsa brasileira também avançou. O Ibovespa, principal índice da B3, fechou em alta de 0,51%, aos 176.641 pontos, recuperando o patamar dos 176 mil pontos após o recuo da véspera. O principal fator de sustentação foi o alívio nas expectativas para os juros americanos, cenário que tende a beneficiar mercados emergentes como o Brasil.</p>
<p>Os preços do petróleo registraram nova alta e alcançaram o maior nível em cerca de um mês, impulsionados pela continuidade das tensões entre Estados Unidos e Irã. O barril do Brent, referência internacional, avançou 1,72%, para US$ 84,73. O petróleo WTI, do Texas, subiu 1,53%, encerrando o dia cotado a US$ 79,34. Os preços seguem pressionados pelos riscos de interrupção da oferta mundial após o restabelecimento do bloqueio naval americano ao Irã e pelas incertezas envolvendo o Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% do petróleo comercializado globalmente.</p>
<p>Apesar da alta do petróleo, o avanço foi limitado pela avaliação de que preços elevados da energia podem pressionar a inflação global e reduzir o ritmo de crescimento econômico, afetando a demanda por petróleo nos próximos meses. A permanência das tensões no Oriente Médio, no entanto, manteve o petróleo em alta.</p>
<p>O mercado financeiro como um todo reagiu à combinação de dados de inflação americanos mais fracos e riscos geopolíticos. A redução das apostas de alta dos juros pelo Fed enfraqueceu o dólar e favoreceu ativos de risco, como a Bolsa brasileira. O índice DXY, que mede o desempenho da moeda americana diante de uma cesta de seis divisas fortes, caiu 0,35%.</p>
<p>A Agência Brasil informou que o dólar comercial caiu 1,12% e encerrou o dia cotado a R$ 5,074, menor fechamento desde 15 de junho. No acumulado de 2026, a moeda americana registra queda de 7,56% em relação ao real. A desvalorização acompanhou o movimento global da moeda americana após o índice de preços ao consumidor (CPI) dos Estados Unidos surpreender positivamente.</p>
<p>O indicador registrou deflação de 0,4% em junho, acima da expectativa de índice negativo de 0,1%, enquanto a inflação acumulada em 12 meses ficou em 3,5%, também abaixo das projeções. Com os números, investidores reduziram as apostas de uma nova alta dos juros americanos no curto prazo. Isso enfraqueceu o dólar em relação às principais moedas do mundo, favorecendo divisas de países emergentes, como o real.</p>
<p>O Ibovespa fechou em alta de 0,51%, aos 176.641 pontos. O indicador recuperou o patamar dos 176 mil pontos após o recuo da véspera. O principal fator de sustentação foi o alívio nas expectativas para os juros nos Estados Unidos, cenário que tende a beneficiar mercados emergentes como o Brasil.</p>
<p>Os preços do petróleo registraram nova alta e alcançaram o maior nível em cerca de um mês, impulsionados pela continuidade das tensões entre Estados Unidos e Irã. O barril do Brent, referência internacional, avançou 1,72%, para US$ 84,73. O petróleo WTI, do Texas, subiu 1,53%, encerrando o dia cotado a US$ 79,34. Os preços seguem pressionados pelos riscos de interrupção da oferta mundial após o restabelecimento do bloqueio naval americano ao Irã e pelas incertezas envolvendo o Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% do petróleo comercializado globalmente.</p>
<p>Apesar da alta do petróleo, o avanço foi limitado pela avaliação de que preços elevados da energia podem pressionar a inflação global e reduzir o ritmo de crescimento econômico, afetando a demanda por petróleo nos próximos meses. As informações são da Reuters.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/dolar-cai-para-r-507-no-menor-nivel-em-um-mes" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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			</item>
		<item>
		<title>Contas públicas têm superávit primário de R$ 24,6 bilhões em abril</title>
		<link>https://weeknews.online/contas-publicas-tem-superavit-primario-de-r-246-bilhoes-em-abril/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 14:57:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[2 bilhões]]></category>
		<category><![CDATA[2 bilhões em abril]]></category>
		<category><![CDATA[Abril]]></category>
		<category><![CDATA[Arrecadação federal bate recorde e supera R$ 278 bilhões em abril]]></category>
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		<category><![CDATA[Superávit Primário]]></category>
		<category><![CDATA[Superávit primário do Governo Central fica em R$ 25]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Com arrecadação recorde e superávit no governo federal, as contas públicas fecharam o mês de abril com saldo positivo. O setor público consolidado – formado por União, estados, municípios e empresas estatais – registrou superávit primário de R$ 24,6 bilhões no mês passado. Na comparação com abril de 2025, houve aumento no saldo; naquele mês, o resultado das contas foi de R$ 14,2 bilhões positivo. As estatísticas fiscais foram divulgadas nesta sexta-feira (29) pelo Banco Central (BC). O resultado primário representa a diferença entre as receitas e despesas, desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública. Apesar do resultado do mês passado, em 12 meses encerrados em abril, o setor público consolidado foi deficitário em R$ 126,6 bilhões, 0,97% do Produto Interno Bruto (PIB,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p>Com arrecadação recorde e superávit no governo federal, as contas públicas fecharam o mês de abril com saldo positivo. <strong>O setor público consolidado – formado por União, estados, municípios e empresas estatais – registrou superávit primário de R$ 24,6 bilhões no mês passado.</strong></p>
<p>Na comparação com abril de 2025, houve aumento no saldo; naquele mês, o resultado das contas foi de R$ 14,2 bilhões positivo.</p>
<p><strong>As <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.bcb.gov.br/estatisticas/estatisticasfiscais" target="_blank">estatísticas fiscais</a> foram divulgadas nesta sexta-feira (29) pelo Banco Central (BC). O resultado primário representa a diferença entre as receitas e despesas, desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública.</strong></p>
<p>Apesar do resultado do mês passado, em 12 meses encerrados em abril, o setor público consolidado foi deficitário em R$ 126,6 bilhões, 0,97% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país).</p>
<p><strong>Em 2025, as contas públicas fecharam o ano com déficit primário de R$ 55 bilhões, 0,43% do PIB.</strong></p>
<h2>Níveis de governo</h2>
<p><strong>Com <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/arrecadacao-federal-bate-recorde-e-supera-r-278-bilhoes-em-abril" target="_blank">arrecadação recorde</a> em abril último, a conta do Governo Central teve superávit de R$ 26,1 bilhões ante resultado negativo de R$ 16,2 bilhões em abril de 2025.</strong></p>
<p>O montante difere do resultado divulgado nesta quinta-feira (30) pelo Tesouro Nacional, de <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/superavit-primario-do-governo-central-fica-em-r-252-bilhoes-em-abril" target="_blank">superávit de R$ 25,2 bilhões</a>, porque o BC usa uma metodologia diferente, que leva em conta a variação da dívida dos entes públicos.</p>
<p><strong>Os governos regionais &#8211; estaduais e municipais &#8211; tiveram resultado positivo de R$ 329 milhões em abril passado contra déficit R$ 659 milhões no mesmo mês de 2025, impulsionando o superávit das contas públicas.</strong></p>
<p>Em sentido contrário, as empresas estatais federais, estaduais e municipais &#8211; excluídas dos grupos Petrobras e Eletrobras – contribuíram para a reduzir o superávit das contas consolidadas, com o resultado negativo de R$ 1,8 bilhão em abril. No mesmo mês de 2025, houve déficit de R$ 1,4 bilhão nessas entidades.</p>
<p>Os gastos com juros ficaram em R$ 84,8 bilhões no mês passado. <strong>Com isso, o resultado nominal das contas públicas – formado pelo resultado primário e os juros – ficou em déficit de R$ 60,1 bilhões contra o resultado negativo de R$ 55,5 bilhões em igual mês de 2025.</strong></p>
<p>Em 12 meses encerrados em abril, o setor público acumula déficit R$ 1,2 trilhão, ou 9,41% do PIB. O resultado nominal é levado em conta pelas agências de classificação de risco ao analisar o endividamento de um país, indicador observado por investidores.</p>
<h2>Dívida pública</h2>
<p><strong>A dívida líquida do setor público &#8211; balanço entre o total de créditos e débitos dos governos federal, estaduais e municipais &#8211; chegou a R$ 8,8 trilhões em abril, o que corresponde a 67,4% do PIB, aumento de 0,6 ponto percentual do PIB no mês.</strong></p>
<p>O aumento se deve, sobretudo, ao impacto dos juros nominais apropriados e à apreciação cambial de 4,4% em abril, compensado pelo superávit primário do mês, pela variação do PIB nominal e por demais ajustes da dívida externa líquida. Como o país é credor em moeda estrangeira, um aumento do dólar significa aumento da dívida líquida.</p>
<p><strong>No mês passado, a dívida bruta do governo geral (DBGG) &#8211; que contabiliza apenas os passivos dos governos federal, estaduais e municipais &#8211; chegou a R$ 10,4 trilhões ou 80,4%, aumento de 0,4 ponto percentual do PIB observado no mês anterior.</strong></p>
<p>Assim como o resultado nominal, a dívida bruta é usada para traçar comparações internacionais.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/contas-publicas-tem-superavit-primario-de-r-246-bilhoes-em-abril" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Fri, 29 May 2026 11:24:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/contas-publicas-tem-superavit-primario-de-r-246-bilhoes-em-abril/">Contas públicas têm superávit primário de R$ 24,6 bilhões em abril</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>&#8220;Aqui não tem dinheiro do Vorcaro”, diz Lula em visita a hospital</title>
		<link>https://weeknews.online/aqui-nao-tem-dinheiro-do-vorcaro-diz-lula-em-visita-a-hospital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 16:56:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA["É um caso de polícia"]]></category>
		<category><![CDATA[2 bilhões]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Ao anunciar um pacote de R$ 2,2 bilhões para ampliar o tratamento do câncer via Sistema Único de Saúde (SUS), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez referência a movimentações financeiras que teriam sido feitas pelo banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e que são investigadas pela Polícia Federal. “Nós, seres humanos, temos que tratar as pessoas com sentimento, com solidariedade. Temos que falar com o coração. Somos 80% emoção e apenas 20% razão. Esse país precisa voltar a ser humano. É preciso extirpar o ódio. Nesse hospital aqui não tem dinheiro do Vorcaro”, disse, durante visita ao Hospital do Amor, em Barretos (SP). O montante de R$ 2,2 bilhões, segundo o governo federal, é o maior já registrado na rede&#8230;</p>
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<p>    </a>
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p>Ao anunciar um<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/governo-anuncia-r-22-bi-em-tratamentos-contra-o-cancer-pelo-sus" target="_blank"> pacote de R$ 2,2 bilhões</a> para ampliar o tratamento do câncer via Sistema Único de Saúde (SUS), <strong>o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez referência a movimentações financeiras que teriam sido feitas pelo banqueiro <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/daniel-vorcaro" target="_blank">Daniel Vorcaro</a>, dono do Banco Master, e que são investigadas pela Polícia Federal.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Nós, seres humanos, temos que tratar as pessoas com sentimento, com solidariedade. Temos que falar com o coração. Somos 80% emoção e apenas 20% razão. Esse país precisa voltar a ser humano. É preciso extirpar o ódio. Nesse hospital aqui não tem dinheiro do Vorcaro”, disse, durante visita ao Hospital do Amor, em Barretos (SP).</p>
</blockquote>
<p><strong>O montante de R$ 2,2 bilhões, segundo o governo federal, é o maior já registrado na rede pública de saúde. </strong>Entre as principais inovações anunciadas estão a criação da nova tabela de financiamento do SUS para a oferta de 23 medicamentos oncológicos de alto custo, a criação do financiamento de cirurgias robóticas oncológicas na rede pública e a ampliação do acesso à cirurgia de reconstrução mamária.</p>
<p>Compõem a lista dez medicamentos que serão adquiridos diretamente pelo Ministério da Saúde e distribuídos aos estados, enquanto os demais serão ofertados por meio da Autorização de Procedimento Ambulatorial (Apac), quando a compra é realizada pelos centros habilitados no país, com financiamento federal, e Ata de Negociação Nacional.</p>
<p><strong>Os medicamentos, segundo a Presidência da República, contemplam 18 tipos de câncer, incluindo mama, pulmão, leucemia, ovário e estômago.</strong> A depender do tipo de tratamento, o paciente pode economizar até R$ 630 mil, caso fizesse o mesmo tratamento na rede privada, informou o governo federal.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/aqui-nao-tem-dinheiro-do-vorcaro-diz-lula-em-visita-hospital" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Fri, 15 May 2026 13:48:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/aqui-nao-tem-dinheiro-do-vorcaro-diz-lula-em-visita-a-hospital/">&#8220;Aqui não tem dinheiro do Vorcaro”, diz Lula em visita a hospital</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>Gasto com pessoal e benefícios fiscais terão limite a partir de 2027</title>
		<link>https://weeknews.online/gasto-com-pessoal-e-beneficios-fiscais-terao-limite-a-partir-de-2027/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 22:51:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria. O Orçamento de 2027 terá mecanismos automáticos para conter despesas, após o registro de déficit nas contas públicas. Entre as medidas, está a limitação do crescimento dos gastos com pessoal a 0,6% acima da inflação. A restrição também impede a criação, ampliação ou prorrogação de benefícios tributários enquanto persistir o cenário de desequilíbrio fiscal. As diretrizes constam no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027, enviado pelo Executivo ao Congresso. O texto define os parâmetros para a elaboração do Orçamento e estabelece metas fiscais, prioridades e limites de gastos. Os chamados “gatilhos” foram previstos em legislação aprovada em 2024 e passam a ser aplicados após o déficit registrado nas contas públicas. As medidas valerão já no primeiro ano do próximo governo,&#8230;</p>
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Feed Editoria.<br />
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 </p>
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<p>O Orçamento de 2027 terá mecanismos automáticos para conter despesas, após o registro de déficit nas contas públicas. Entre as medidas, está a limitação do crescimento dos gastos com pessoal a 0,6% acima da inflação.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1776293499_324_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1776293499_793_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A restrição também impede a criação, ampliação ou prorrogação de benefícios tributários enquanto persistir o cenário de desequilíbrio fiscal.</p>
<p>As diretrizes constam no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027, enviado pelo Executivo ao Congresso. O texto define os parâmetros para a elaboração do Orçamento e estabelece metas fiscais, prioridades e limites de gastos.</p>
<p>Os chamados “gatilhos” foram previstos em legislação aprovada em 2024 e passam a ser aplicados após o déficit registrado nas contas públicas.</p>
<p>As medidas valerão já no primeiro ano do próximo governo, independentemente de quem vença a eleição. A regra obriga o cumprimento dos limites ou exige que o Executivo peça flexibilização ao Congresso. A única exceção prevista é em situações de calamidade pública.</p>
<h2>Impacto nas despesas</h2>
<p>A previsão do governo é que os gastos com pessoal cresçam nominalmente 4,2% em 2027, 3,8% em 2028 e 3,6% ao ano em 2029 e 2030. Ainda assim, a nova regra deve desacelerar esse ritmo, que tem média anual de alta de 6,1% de 2023 a 2026. Essa despesa representa cerca de 20% do Orçamento sujeito ao limite de gastos.</p>
<p>O ministro do Planejamento, Bruno Moretti, afirmou que o aumento recente se deve à recomposição salarial do funcionalismo público. Ele destacou que a desaceleração do crescimento é esperada e será garantida pelo acionamento dos gatilhos fiscais.</p>
<p>“Fizemos uma recomposição fundamental para o serviço público brasileiro. É natural que haja uma desaceleração da taxa de crescimento dessa despesa e ela é garantida pelo ativamento desse gatilho previsto no projeto de lei”, explicou Moretti em entrevista coletiva sobre o PLDO.</p>
<p>Mais cedo, em viagem a Washington, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, classificou o cenário como desafiador. Ele indicou que o governo busca alternativas para controlar outras pressões orçamentárias, como o pagamento de precatórios (dívidas da União com sentença judicial definitiva).</p>
<p>“Há um grande aperto em termos de despesa com pessoal, vai também haver outras estratégias de incorporação dos precatórios também de maneira bastante cuidadosa e conservadora”, declarou o ministro, que participa de reuniões do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial.</p>
<h2>Subteto para salários</h2>
<p>Na prática, o limite funcionará como um subteto para despesas com funcionalismo, afetando decisões sobre reajustes salariais e abertura de concursos públicos. Se houver risco de descumprimento, a Secretaria de Orçamento Federal poderá barrar propostas, inclusive de outros Poderes e órgãos autônomos.</p>
<p>Os gastos com pessoal somaram R$ 412,1 bilhões em 2025, com alta de 4,3% acima da inflação. Para 2026, a estimativa é de R$ 457,6 bilhões. Já o déficit das contas públicas foi de R$ 61,7 bilhões em 2025, o que acionou automaticamente os gatilhos previstos na legislação.</p>
<h2>Projeções e continuidade</h2>
<p>A equipe econômica prevê déficit de R$ 59,8 bilhões em 2026, ao incluir gastos fora do arcabouço fiscal, como precatórios e algumas despesas de saúde, educação e defesa.</p>
<p>Para 2027, o PLDO oficialmente prevê superávit de R$ 73,2 bilhões, mas o governo deverá registrar superávit entre R$ 7,5 bilhões e R$ 8 bilhões ao considerar as despesas fora do arcabouço.</p>
<p>Com a margem de tolerância de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), permitida pelo arcabouço, as contas federais poderão encerrar o próximo ano no negativo. Se o governo registrar déficit efetivo em 2027, as restrições com gastos de pessoal e com benefícios tributários devem permanecer em vigor também em 2028 e 2029.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Wellton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Editoria. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/gasto-com-pessoal-e-beneficios-fiscais-terao-limite-partir-de-2027">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 15 Apr 2026 19:39:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/gasto-com-pessoal-e-beneficios-fiscais-terao-limite-a-partir-de-2027/">Gasto com pessoal e benefícios fiscais terão limite a partir de 2027</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<item>
		<title>Fronteira Cerrado: o agronegócio entre desenvolvimento e destruição</title>
		<link>https://weeknews.online/fronteira-cerrado-o-agronegocio-entre-desenvolvimento-e-destruicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 10:44:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[2 bilhões]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[apontado por especialistas e pelo governo federal como grave retrocesso]]></category>
		<category><![CDATA[avanço do desmatamento no bioma coloca em risco a segurança hídrica do país]]></category>
		<category><![CDATA[Censo de 2022]]></category>
		<category><![CDATA[Cerrado]]></category>
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		<category><![CDATA[Fronteira Cerrado: desmatamento gera conflitos por terra e grilagem]]></category>
		<category><![CDATA[Fronteira Cerrado: expansão do agro no coração hídrico do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal comemorou]]></category>
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		<category><![CDATA[Tribunal Permanente dos Povos (TPP)]]></category>
		<category><![CDATA[valor bateu o recorde de R$ 516]]></category>
		<category><![CDATA[visitou o município de Balsas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O agronegócio do Brasil é apontado como &#8220;motor&#8221; do crescimento econômico do país. Por outro lado, é criticado pelo potencial de concentração de terras e renda, além dos danos ambientais em larga escala. Para especialistas, o agro representa, ao mesmo tempo, desenvolvimento e destruição. Entre os problemas está o desmatamento da savana brasileira, o Cerrado, tido como “berço das águas” por sediar as nascentes de oito das 12 bacias hidrográficas do país. Para pesquisadores, ambientalistas e ativistas, o avanço do desmatamento no bioma coloca em risco a segurança hídrica do país ao agravar a redução das vazões dos rios. Notícias relacionadas: Fronteira Cerrado: desmatamento gera conflitos por terra e grilagem. Fronteira Cerrado: ativistas pedem mesma prioridade dada à Amazônia. Fronteira Cerrado: expansão do agro no coração&#8230;</p>
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</div>
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Feed Últimas.<br />
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<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p>O <strong>agronegócio do Brasil</strong> é apontado como <strong>&#8220;motor&#8221; do crescimento econômico do país</strong>. Por outro lado, é criticado pelo <strong>potencial de concentração de terras e renda, além dos danos ambientais em larga escala</strong>. Para especialistas, o agro representa, ao mesmo tempo, desenvolvimento e destruição.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1762339445_247_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1762339445_684_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Entre os problemas está <strong>o desmatamento da savana brasileira</strong>, o Cerrado, tido como “berço das águas” por sediar as nascentes de oito das 12 bacias hidrográficas do país. Para pesquisadores, ambientalistas e ativistas, o avanço do desmatamento no bioma coloca em risco a segurança hídrica do país ao agravar a redução das vazões dos rios.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Fronteira Cerrado: desmatamento gera conflitos por terra e grilagem.</li>
<li>Fronteira Cerrado: ativistas pedem mesma prioridade dada à Amazônia.</li>
<li>Fronteira Cerrado: expansão do agro no coração hídrico do Brasil.</li>
</ul>
<p>O <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://tribunaldocerrado.org.br/veredito/ " target="_blank">Tribunal Permanente dos Povos (TPP)</a>, que reúne 56 movimentos sociais, acusa “estados nacionais e estrangeiros, além de empresas e instituições do Brasil e do exterior” de “ecocídio” do Cerrado, que é o crime de destruição do bioma.  E chamam de “genocídio” o que ocorre com povos tradicionais expulsos dos seus territórios.</p>
<p>“O veredito do júri foi unânime na condenação e reconhecimento da responsabilidade objetiva e compartilhada entre Estados nacionais e estrangeiros, além de empresas e instituições do Brasil e do exterior, pela destruição e perda do ecossistema do Cerrado como um todo”, diz o documento de 2022.</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=442839:cheio_8colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img decoding="async" src="/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif" data-echo="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/dji_0255_0.jpg" alt="Carolina MA), 12/10/2025 – Vista do Rio Itapecuru. em meio à vegetação do cerrado, que abastace mais de 50 municípios do Maranhão. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/dji_0255_0.jpg" alt="Carolina MA), 12/10/2025 – Vista do Rio Itapecuru. em meio à vegetação do cerrado, que abastace mais de 50 municípios do Maranhão. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"><br />
    <!-- END scald=442839 --></div>
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<div class="meta"><!--copyright=442839-->Carolina MA), 12/10/2025 – Vista do Rio Itapecuru. em meio à vegetação do cerrado, que abastece mais de 50 municípios do Maranhão. &#8211; <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong><!--END copyright=442839--></div>
</div>
</div>
<p>A <strong>savana mais biodiversa do planeta já teve sua vegetação nativa suprimida em 47,9% ao longo da história</strong>, segundo dados do Mapbiomas. As atividades agropecuárias são as que mais pressionam o Cerrado, ocupando 24% do bioma após expandir sua área de atuação em 74% entre 1985 e 2024.</p>
<p>Do Cerrado ainda em pé, quase metade (47,8%) está na região do Matopiba (região que abarca Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), onde se concentram as maiores taxas de desmatamento do bioma e onde segue ativa a expansão da fronteira agrícola brasileira.</p>
<h2>O que é agronegócio?</h2>
<p>Antes de delimitar a contribuição econômica dessa atividade, existe uma disputa em torno do que pode ser considerado agronegócio. O professor da Universidade Federal do Pará (UFPA) e economista Danilo Araújo Fernandes alertou que há setores do agro que tentam incluir toda produção agrícola dentro do conceito, mas que <strong>é preciso diferenciar o agronegócio da chamada agricultura familiar</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Agronegócio é um termo meio fantasia que é muito genérico. Eu classifico de agro essa agricultura patronal, ou seja, onde você tem a massa da mão de obra assalariada, em grande parte mecanizada, mas não necessariamente”, explicou.</p>
</blockquote>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=442780:cheio_8colunas {"additionalClasses":""} --><br />
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/_d6a8033_0.jpg" alt="Balsas (MA), 09/10/2025 – Fazendas de cultivo de soja vistas ao longo da rodovia MA-140. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"><br />
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<div class="meta"><!--copyright=442780-->Balsas (MA), 09/10/2025 – Fazendas de cultivo de soja vistas ao longo da rodovia MA-140. &#8211; <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong><!--END copyright=442780--></div>
</div>
</div>
<p>Para o professor de economia política da Universidade Federal do Pará (UFPA) Gilberto de Souza Marques, <strong>o termo agronegócio deve ser restrito aos grandes conglomerados econômicos </strong>controlados por complexos financeiros de larga escala, que financiam, junto com o Estado, toda essa atividade.</p>
<p>“O agro, na realidade, é a grande produção, as grandes propriedades, os grandes conglomerados e os grandes complexos financeiros”, classificou.</p>
<h2>Peso econômico</h2>
<p>Ao mesmo tempo em que acumula danos ambientais, o agronegócio brasileiro é tido pelos governos e especialistas como fundamental para economia do país, ao <strong>criar superávits na balança comercial que ajudam a estabilizar a moeda</strong>, além de gerar renda e empregos e impulsionar o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). </p>
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            <img decoding="async" src="/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif" data-echo="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/_d6a9800_0.jpg" alt="Balsas (MA), 10/10/2025 – Criação de gado em fazenda na comunidade São Pedro, nos Gerais de Balsas. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/_d6a9800_0.jpg" alt="Balsas (MA), 10/10/2025 – Criação de gado em fazenda na comunidade São Pedro, nos Gerais de Balsas. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"><br />
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<div class="meta"><!--copyright=442856-->Balsas (MA), 10/10/2025 – Criação de gado em fazenda na comunidade São Pedro, nos Gerais de Balsas. &#8211; <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong><!--END copyright=442856--></div>
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<p>O setor primário &#8211; que reúne agricultura e pecuária, mas também mineração &#8211; foi diretamente responsável por 6,2% do PIB em 2024. Porém, pesquisas apontam que o <strong>peso do agro pode chegar a até 25% do PIB </strong>quando considerado o efeito cascata dessa produção nos setores de transporte, insumos e da agroindústria, conforme calcula a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo (USP).</p>
<p>No primeiro trimestre de 2025, o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/noticias/crescimento-da-economia-brasileira-e-impulsionado-pelo-agro-no-primeiro-trimestre " target="_blank">governo federal comemorou</a> o crescimento do PIB puxado pelo agronegócio. O setor cresceu 2,9% se comparado ao primeiro trimestre de 2024. Em relação ao trimestre anterior, o crescimento foi de 12,2%.</p>
<p>“O agro foi o grande responsável por esse crescimento. É a força da economia brasileira puxada pela agropecuária”, destacou, à época, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.</p>
<p>A <strong>Agência Brasil </strong>procurou o ministério para uma entrevista sobre o tema, mas não houve disponibilidade até o fechamento da reportagem.</p>
<h2>Transformação de áreas pobres</h2>
<p>Para compreender a expansão da produção sobre o Matopiba e seu efeito para a segurança hídrica do país, a <strong>Agência Brasil</strong> visitou o município de Balsas, no extremo sul do Maranhão, um dos epicentros dessa fronteira agrícola.  </p>
<p>O presidente do Sindicato dos Produtores Rurais do município (Sindi Balsas), Airton Zamingnan, destacou que o agronegócio trouxe emprego, renda e desenvolvimento para a região que, sem essa atividade, seguiria com os piores índices socioeconômicos do país. </p>
<blockquote>
<p>“Nós temos a vocação, temos o clima, temos o porto [de Itaqui, em São Luís] e temos os solos. 100% do Maranhão tem precipitação para se fazer no mínimo uma cultura. Qual a possibilidade que tem o estado sem seu agronegócio? Você acha que vai se instalar uma Volkswagen ou Mercedes para montar caminhão? Muito pouco provável. O agronegócio é a oportunidade de levar renda, trabalho e economia para essas regiões”, afirmou. </p>
</blockquote>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/_d6a9687_2_0.jpg" alt="Balsas (MA), 09/10/2025 – A professora Maria de Lourdes Lopes em transporte com alunos na comunidade do Brejão, nos Gerais de Balsas. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"><br />
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<div class="meta"><!--copyright=442817-->Balsas (MA), 09/10/2025 – Alunos na comunidade do Brejão, nos Gerais de Balsas. &#8211; <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong><!--END copyright=442817--></div>
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<p>A avaliação do empresário é compartilhada por parte da população de Balsas, que vê no agronegócio uma via de sobrevivência. Questionadas, crianças de zonas rurais de Balsas respondem que querem ser “operadoras de máquinas” agrícolas ou “motoristas de caminhão” quando crescerem. </p>
<p>Mesmo críticos reconhecem que a atividade é importante, como o agricultor familiar José Carlos dos Santos, que vive em zona rural a cerca de 300 km do centro de Balsa e denuncia o desmatamento na região.  </p>
<blockquote>
<p>“Ele tem o lado destruidor, mas, por outro lado, ele traz o alimento para mesa porque são várias comunidades e famílias que dependem do agro para sobrevivência. Ao mesmo tempo, a gente vive lutando para pôr um limite para o grande produtor não acabar com o nosso bioma”. </p>
</blockquote>
<h2>Muito além do PIB </h2>
<p>Para o economista da UFPA Danilo Fernandes, que estuda o desenvolvimento econômico sustentável, não podemos limitar a avaliação do papel do setor ao PIB, sendo necessário incluir na equação a área total que a atividade usa para gerar essa riqueza. </p>
<p>“Não é só o PIB. Quanto você imobiliza o território nacional para produzir aquele PIB? O quanto você destrói de outras possibilidades, de desmatamento, de impacto sobre a biodiversidade? Ou seja, naquele momento você gera uma riqueza que usa bastante terra, desmata a floresta, destrói a biodiversidade e pode diminuir o nível da chuva”, ponderou.</p>
<p>Apesar de reconhecer a importância econômica do agronegócio empresarial para a economia nacional, o professor Danilo Fernandes defende que é preciso barrar a expansão desse modelo para novas áreas.  </p>
<blockquote>
<p>“O agro é importante, portanto, a gente não pode eliminar o agronegócio. Esses empresários têm um papel muito grande na economia, na política e na influência cultural. Mas a gente precisa, de alguma forma, conter essa expansão”, afirmou. </p>
</blockquote>
<h2>Negócio financiado pelo Estado </h2>
<p>Os economistas ouvidos pela reportagem destacaram que o <strong>agronegócio brasileiro se tornou um dos mais competitivos do mundo graças ao apoio do Estado </strong>ao longo das últimas décadas. </p>
<p>Atualmente, o Brasil lidera a produção do principal grão do mercado mundial, a soja, com 169 milhões de toneladas na safra 2024/2025, o que representa 40% de toda produção mundial. </p>
<p>Em seguida, vêm os Estados Unidos (EUA), com 118 milhões de toneladas, e, em terceiro, a Argentina, com aproximadamente 51 milhões de toneladas, volume semelhante ao que é produzido apenas no Mato Grosso (MT).  </p>
<p>Segundo os pesquisadores, fatores que contribuíram para a competitividade do agro brasileiro foram terras abundantes e baratas, em alguns casos fruto da grilagem; e o apoio estatal da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), estatal que desenvolveu tecnologias que permitiram a expansão das culturas para regiões mais áridas, como o Cerrado. </p>
<p>Os especialistas também destacam os<strong> incentivos fiscais, em especial por meio da Lei Kandir</strong>, de 1996, que isenta do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) os produtos primários ou semielaborados usados na exportação. </p>
<p>Ao criticar iniciativas de mudanças na Lei Kandir no Congresso Nacional, o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Santa Catarina (Faesc), José Zeferino Pedrozo, reconheceu o papel fundamental da medida. </p>
<blockquote>
<p>“A Lei Kandir permitiu que os produtos agropecuários brasileiros se inserissem no mercado internacional de maneira competitiva, chegando a tornar-se um dos setores mais dinâmicos da economia nacional e um dos principais fornecedores de alimentos para o mundo”. </p>
</blockquote>
<p>Além disso, o setor é beneficiado com centenas de bilhões de reais anuais em empréstimos com juros subsidiados por meio do <strong>Plano Safra do governo federal.</strong> Em 2025, o valor bateu o recorde de R$ 516,2 bilhões. Já para a agricultura familiar, o total destinado foi de R$ 89 bilhões no ano agrícola 2025/2026.</p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/plano-safra-mc_abr_01072025-18.jpg" alt="Brasília (DF), 01/07/2025 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa do lançamento do Plano Safra 2025/26, no Palácio do Planalto. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"><br />
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<div class="meta"><!--copyright=429560-->Brasília (DF), 01/07/2025 &#8211; O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa do lançamento do Plano Safra 2025/26, no Palácio do Planalto. &#8211; <strong>Marcelo Camargo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=429560--></div>
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<p>Para o professor de economia política da UFPA, Gilberto de Souza Marques, a capacidade de geração direta de empregos do agronegócio empresarial é limitada diante do montante de capital envolvido. “E, principalmente, diante do montante de isenção fiscal que o Estado dá para esses setores e de crédito subsidiário que o Estado concede, além de outros favores”. </p>
<p>Dados do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/media/com_mediaibge/arquivos/53fde9c24f6d8df3108c83f6378e018f.pdf " target="_blank">Censo de 2022</a> apontam que 7,5% da população total ocupada no Brasil está na agricultura, pecuária, produção florestal e pesca e aquicultura. O dado não diferencia agricultura familiar da empresarial.</p>
<p>Como foi o Estado que direcionou a economia brasileira para o agro de exportação, por meio de décadas de investimentos, o economista Danilo Araújo Fernandes avalia que deve ser o Estado a projetar outro tipo de expansão econômica que seja social e ambientalmente mais sustentável. </p>
<blockquote>
<p>“Se não quero a expansão do agro, que tipo de expansão econômica queremos? Aí entra outra discussão. Quais as alternativas que você tem para o desenvolvimento de regiões como o Matopiba ou Amazônia?”, questiona.</p>
</blockquote>
<h2>Mercado interno de alimentos</h2>
<p>E se os incentivos fiscais do governo dão competitividade aos produtos nacionais no mercado mundial, o economista Danilo Fernandes, por sua vez, destacou que o apoio ao agronegócio de exportação, ao longo das décadas, <strong>contrasta com o apoio à agricultura voltada para o mercado interno</strong>, o que teria criado distorções que prejudicaram o abastecimento nacional, pressionando o preço dos alimentos aqui no Brasil.  </p>
<p>“Esse apoio do Estado foi sendo direcionado aos poucos, com muito investimento, para o mercado externo. Ao mesmo tempo, o mercado interno ficou dependendo da agricultura familiar que, por sua vez, recebeu muito menos apoio. Durante o regime militar, por exemplo, é absurda a diferença”, disse. </p>
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            <img decoding="async" src="/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif" data-echo="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/30062025-pzzb3768.jpg" alt="Brasília (DF) 30/06/2025 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, acompanhado dos ministros do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, da Fazenda, Fernando Haddad e da Agricultura Familiar, Paulo Teixeira,  participa da cerimônia de lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar 2025/2026 Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil"><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/30062025-pzzb3768.jpg" alt="Brasília (DF) 30/06/2025 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, acompanhado dos ministros do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, da Fazenda, Fernando Haddad e da Agricultura Familiar, Paulo Teixeira,  participa da cerimônia de lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar 2025/2026 Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil"><br />
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<div class="meta"><!--copyright=429408-->Brasília (DF) 30/06/2025 &#8211; Mosaico de alimentos decora a cerimônia de lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar 2025/2026 &#8211; <strong>Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil</strong><!--END copyright=429408--></div>
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<p>Com a redemocratização do país, na década de 1980, Fernandes disse que o Estado voltou elaborar políticas focadas na agricultura familiar, em especial por meio do Programa Nacional de Agricultura Familiar (Pronaf), criado em 1995. </p>
<p>O atual governo afirma que aumentou em 47,5% o valor do Pronaf em relação à gestão anterior.</p>
<h2>Domínio internacional</h2>
<p>Enquanto o Brasil participa como um dos maiores produtores mundiais de alimentos, esse <strong>mercado é controlado, em sua maior parte, por quatro grandes conglomerados</strong> multinacionais. </p>
<p>“Elas controlam entre 50% e 80% do mercado mundial de grãos do planeta, dependendo da estimativa. De toda forma, isso é um absurdo em relação à concentração de mercado”, afirmou o economista Gilberto Marques.</p>
<p>Devido a essa estrutura de oligopólio, o especialista argumenta que essas multinacionais exercem amplo controle do mercado, incluindo dos preços, e financiam boa parte dos produtores brasileiros por meio de compras futuras. </p>
<blockquote>
<p>“Eles não são, em geral, produtores. São controladores do mercado. E hoje, em grande medida, são financiadores também. Eles já fazem contratos com preços fixados para as safras seguintes. E muitas vezes, nesses contratos, eles já adiantam parte do pagamento. Nesse sentido, o produtor direto, o chamado agro brasileiro, fica ali preso a eles”, explicou. </p>
</blockquote>
<p>Por conta dessa dinâmica, o empresário brasileiro só tem <strong>ganhos em uma economia “de escala”</strong>, ou seja, de grandes proporções. </p>
<p>“Esse preço tem uma margem pequena de lucro, mas, quando você produz em enorme quantidade, isso se transforma numa massa de lucro grande. E essa economia de escala, por outro lado, impõe que essa produção seja uma produção cada vez mais mecanizada, o que repercute em um baixo nível de emprego”, acrescentou</p>
<h2>CNA: setor é parte da solução</h2>
<p>O empresário Airton Zamingnan, presidente do Sindi Balsas, ao minimizar os efeitos ambientais das lavouras no Maranhão, afirma que elas ocupam na macrorregião sul apenas 3,9% de todo o estado, ao mesmo tempo que trariam benefícios para um milhão de pessoas que habitam esse pedaço do Nordeste. </p>
<p>“O agronegócio do Brasil gera por ano R$ 1,4 trilhão em receitas. O Fundo Amazônia, financiado por Alemanha e Noruega, não dá 0,1% do que o agro traz para economia brasileira”, disse. As receitas incluem os lucros e outros bônus destinados aos empresários, CEOs e acionistas.</p>
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<div class="meta"><!--copyright=442743-->Balsas (MA), 12/10/2025 – Presidente do Sindicato Dos Produtores Rurais De Balsas, Airton Zamingnan, destaca receita de mais de R$ 1 trilhão do setor &#8211; <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong><!--END copyright=442743--></div>
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<p>Zamingnan enfatizou que não é de interesse do agronegócio prejudicar o meio ambiente, até porque eles seriam prejudicados por mudanças no clima. “A gente tem que fazer de forma correta. Você não adentra o rio. Ele tem que ser preservado. Não tem que querer gostar ou não gostar. Nós somos favoráveis à lei que tem e eu acho que o meio ambiente tem que ser preservado”, acresentou.</p>
<p>Presente na 30ª Conferência da ONU para Mudanças Climáticas (COP30), que ocorre neste mês, em Belém (PA), a <strong>Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA) quer mostrar que o setor é parte da solução</strong> do problema ambiental. </p>
<p>“Além da produção sustentável da agropecuária brasileira, o objetivo é mostrar ao Brasil e ao mundo que o agro tem um papel fundamental para contribuir com as soluções climáticas e garantir a segurança alimentar e energética”, afirmou em publicação no site da CNA, o vice-presidente da entidade, Muni Lourenço.</p>
<p>A CNA, assim como outras organizações que representam o setor, foram procuradas para se manifestarem especialmente para a série, mas não houve resposta. As entidades que se pronunciaram estão nesta reportagem da série.</p>
<h2>Representação parlamentar</h2>
<p>“De Olho nos Ruralistas”, projeto que monitora de forma crítica o agronegócio empresarial brasileiro, vem alertando para as<strong> ligações entre esses empresários e o Poder em Brasília</strong>, por meio de lobby e atuação parlamentar. </p>
<p>O coordenador do projeto, Bruno Bassi, argumenta que as elites econômicas no Brasil se formaram, ao longo dos séculos, por meio da propriedade de enormes parcelas de terra, que descendem das chamadas capitanias hereditárias do período colonial. </p>
<blockquote>
<p>“É impossível você explicar a história da riqueza no Brasil, a formação das elites econômicas brasileiras, sem falar de terra e território, e da ocupação desse território, muitas vezes ilegal, através de grilagem”, explicou. </p>
</blockquote>
<p>Essa estrutura fundiária concentrada, na avaliação do pesquisador, conduz a uma concentração de poder político, por exemplo, no Congresso Nacional. </p>
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<div class="meta"><!--copyright=345079-->Brasília (DF) &#8211; 31/08/2023 &#8211; Vista do prédio do Congresso Nacional. &#8211; <strong>Joédson Alves/Agência Brasil/ARQUIVO</strong><!--END copyright=345079--></div>
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<p>“Esse setor de grandes proprietários, que representa cerca de 1% ou 2% do total das terras agrícolas do Brasil, segundo dados do Censo Agropecuário [de 2017], são donos de uma bancada com 300 deputados e mais de 50 senadores. Como a gente pode falar em democracia, em representação política, quando você tem uma disparidade tão grande de representação de uma classe?”, completou. </p>
<p>Para o coordenador de No Olho dos Ruralistas, mesmo setores do agro que demonstram maior interesse na agenda ambiental ficam ao lado de setores considerados “negacionistas climáticos” na hora da aprovação de projetos considerados retrocessos ambientais. </p>
<p>“Por mais que as empresas estejam captando recursos internacionais de bilhões de dólares para planos de ação [climática], o que a gente vê na prática é que, no Congresso, continua uma agenda de desregulamentação ambiental”, disse o especialista, citando o <strong>projeto de lei (PL) que flexibilizou o licenciamento ambiental</strong> no Brasil e foi apontado por especialistas e pelo governo federal como grave retrocesso.</p>
<p>O PL foi parcialmente vetado pelo presidente Lula que, no lugar, editou uma Medida Provisória e enviou um outro projeto de lei com o argumento de minimizar supostos danos ao meio ambiente. O Congresso Nacional ainda precisa analisar os vetos, a MP e o novo projeto. </p>
<h2>Governo federal </h2>
<p>Em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>, a diretora responsável pelo Departamento de Recursos Hídricos do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Iara Bueno Giacomini, explicou que a estratégia do governo é trabalhar em parceria com o agronegócio empresarial, com políticas públicas que incentivem o setor a desenvolver a atividade de forma mais sustentável possível. </p>
<p>“Não é apontar um dedo e falar que ‘você é errado’. Mas no sentido de falar, ‘olha, o seu negócio está em risco. A gente gostaria de ajudar você a pensar como fazer isso de uma maneira mais adequada, mais eficiente e sustentável’”, afirmou.</p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/dji_0349_0.jpg" alt="Imperatriz (MA), 13/10/2025 – Vista de barcos de pescadores nas águas do Rio Tocantins. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"><br />
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<div class="meta"><!--copyright=442847-->Imperatriz (MA), 13/10/2025 – Vista de barcos de pescadores nas águas do Rio Tocantins. &#8211; <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong><!--END copyright=442847--></div>
</div>
</div>
<p> </p>
<p>O MMA reconhece que o desmatamento do Cerrado, permitido pelo atual Código Florestal, pode colocar em risco a segurança hídrica do país, afetando não apenas a geração de energia elétrica, mas também o abastecimento humano e o próprio agronegócio. </p>
<p>A pasta destacou, entre outras medidas adotadas, o <strong>projeto Ecoinvest, que captou R$ 30 bilhões</strong> para recuperação de pastagens degradadas e aumento da produtividade agrícola, assim como antecipou que o governo trabalha para publicar, “em breve”, decreto para regulamentar Áreas Prioritárias para Conservação de Águas do Cerrado (APCACs) como forma de preservar os recursos hídricos do país.</p>
<p> </p>
<h2>Série especial</h2>
<p>Esta reportagem é a última da série especial Fronteira Cerrado, que investiga como o avanço do agro no bioma está afetando os recursos hídricos do país.</p>
<p>A produção dessa série foi viabilizada a partir da <em>Seleção de Reportagens Nádia Franco</em>, iniciativa da <strong>Empresa Brasil de Comunicação (EBC) </strong>que destinou R$ 200 mil para o custeio de conteúdos especiais produzidos por jornalistas da empresa. De 54 projetos inscritos, oito foram selecionados por um conselho editorial. </p>
<p>A jornalista Nádia Franco era editora da <strong>Agência Brasil</strong> e dedicou 49 anos à comunicação pública. Ela faleceu em agosto de 2025.</p>
<p>O Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN) custeou as passagens áreas da equipe até Imperatriz (MA).</p>
<p> </p>
<p><em>*Com produção de Beatriz Evaristo</em></p>
<p> Lucas Pordeus León* &#8211; repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-11/fronteira-cerrado-o-agronegocio-entre-desenvolvimento-e-destruicao">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 05 Nov 2025 07:04:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/fronteira-cerrado-o-agronegocio-entre-desenvolvimento-e-destruicao/">Fronteira Cerrado: o agronegócio entre desenvolvimento e destruição</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sorriso, no MT, tem maior PIB agrícola do país; veja o ranking</title>
		<link>https://weeknews.online/sorriso-no-mt-tem-maior-pib-agricola-do-pais-veja-o-ranking/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 13:12:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
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		<category><![CDATA[O levantamento mostrou que]]></category>
		<category><![CDATA[o valor da produção agrícola do país ficou em R$ 783]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A paisagem do município de Sorriso, no norte do Mato Grosso, é marcada por imensas áreas de plantação, campos de pastagem e poucas edificações ─ características que fazem a cidade de quase 125 mil habitantes ser considerada a capital nacional do agronegócio. Em 2024, o município liderou o ranking de valor de produção agrícola no país, alcançando R$ 7,2 bilhões, empurrado principalmente pelo cultivo da soja. A oleaginosa rendeu uma colheita de 2,08 milhões de toneladas e representa quase metade do valor total de produção agrícola de Sorriso: R$ 3,3 bilhões. Notícias relacionadas: Biocombustível de macaúba mudará vida de agricultores em MG, diz Lula. Lista de desconto em crédito para a agricultura familiar é ampliada. Crise climática ameaça cultivo de alface em campo aberto,&#8230;</p>
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<p>A paisagem do município de Sorriso, no norte do Mato Grosso, é marcada por imensas áreas de plantação, campos de pastagem e poucas edificações ─ características que fazem a cidade de quase 125 mil habitantes ser considerada a capital nacional do agronegócio.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1757596358_209_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1757596358_751_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Em 2024, o município liderou o ranking de valor de produção agrícola no país, alcançando R$ 7,2 bilhões, empurrado principalmente pelo cultivo da soja</strong>. A oleaginosa rendeu uma colheita de 2,08 milhões de toneladas e representa quase metade do valor total de produção agrícola de Sorriso: R$ 3,3 bilhões.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Biocombustível de macaúba mudará vida de agricultores em MG, diz Lula.</li>
<li>Lista de desconto em crédito para a agricultura familiar é ampliada.</li>
<li>Crise climática ameaça cultivo de alface em campo aberto, diz Embrapa.</li>
</ul>
<p>Sorriso é líder também em valor de produção de milho (R$ 2,4 bilhões), além de ocupar a quarta posição para o feijão (R$ 195,7 milhões) e a sexta para o algodão (R$ 1,3 bilhão).</p>
<p>Os dados fazem parte da Produção Agrícola Municipal, divulgada nesta quinta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento mostrou que, no ano passado, o valor da produção agrícola do país ficou em R$ 783,2 bilhões.</p>
<p><strong>Apesar da força da soja em Sorriso, a cidade não é a maior produtora do grão no país.</strong> O título pertence a São Desidério, no oeste da Bahia, que produziu 2,09 milhões de toneladas do grão, com valor alcançando R$ 3,7 bilhões.</p>
<p>O Brasil é o maior produtor de soja do mundo, com 144,5 milhões de toneladas em 2024. Dos dez municípios que lideram o ranking de valor de produção agrícola, oito têm a soja como principal produto cultivado. As exceções são os mato-grossenses Sapezal e Campo Novo do Parecis, impulsionadas pelo algodão.</p>
<h2>Confira as dez cidades com maior valor de produção agrícola</h2>
<table border="1" cellpadding="1" cellspacing="1" style="width:500px">
<caption>Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística</caption>
<tbody>
<tr>
<td class="rtecenter"><strong>Município</strong></td>
<td class="rtecenter"><strong>valor de produção</strong></td>
<td class="rtecenter"><strong>principal produto</strong></td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter">Sorriso (MT)</td>
<td class="rtecenter">R$ 7,2 bilhões</td>
<td class="rtecenter">Soja</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter">São Desidério (BA)</td>
<td class="rtecenter">R$ 6,6 bilhões</td>
<td class="rtecenter">Soja</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter">Sapezal (MT)</td>
<td class="rtecenter">R$ 5,9 bilhões</td>
<td class="rtecenter">Algodão herbáceo</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter">Campo Novo dos Parecis (MT)</td>
<td class="rtecenter">R$ 5,2 bilhões</td>
<td class="rtecenter">Algodão herbáceo</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter">Cristalina (GO)</td>
<td class="rtecenter">R$ 5,1 bilhões</td>
<td class="rtecenter">Soja</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter">Formosa do Rio Preto (BA)</td>
<td class="rtecenter">R$ 4,2 bilhões</td>
<td class="rtecenter">Soja</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter">Rio Verde (GO)</td>
<td class="rtecenter">R$ 4,9 bilhões</td>
<td class="rtecenter">Soja</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter">Nova Ubiratã (MT) </td>
<td class="rtecenter">R$ 4,6 bilhões</td>
<td class="rtecenter">Soja</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter">Diamantino</td>
<td class="rtecenter">R$ 4 bilhões</td>
<td class="rtecenter">Soja</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter">Nova Mutum (MT)</td>
<td class="rtecenter">R$ 4 bilhões </td>
<td class="rtecenter">Soja</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>A presença de seis cidades do Mato Grosso na lista retrata o poderio do estado como principal celeiro do país. </strong>Confira a participação dos cinco estados com as maiores fatias do valor total da produção agrícola nacional:</p>
<ol>
<li>Mato Grosso: 15,4%</li>
<li>São Paulo: 15,1%</li>
<li>Minas Gerais: 11,1%</li>
<li>Rio Grande do Sul: 9,7%</li>
<li>Paraná: 9,2%</li>
</ol>
<p>Um destaque informado pela pesquisa é que, de 2023 para 2024, se estreitou a diferença entre Mato Grosso e São Paulo. Em 2023, Mato Grosso respondia por 18,8% do valor da produção agrícola nacional; e São Paulo, 13,8%. No intervalo de um ano, a diferença de 5 pontos percentuais (p.p.) virou 0,3 p.p.</p>
<p><strong>O IBGE explica que Mato Grosso sofreu queda na produção e da cotação da soja e do milho. Já São Paulo foi impulsionado pelo aumento no valor de produção da laranja</strong>, produto do qual é líder na produção nacional, e no valor do café arábica, destacando-se como o segundo maior produtor nacional. O líder na produção cafeeira é Minas Gerais.</p>
<p>O Paraná caiu da terceira para a quinta posição por causa de problemas na safra de verão, comprometida por problemas climáticos.</p>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-09/sorriso-no-mt-tem-maior-pib-agricola-do-pais-veja-o-ranking">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 11 Sep 2025 10:03:00 -0300 </p>

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