<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de 2% em março - WeekNews</title>
	<atom:link href="https://weeknews.online/tag/2-em-marco/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://weeknews.online/tag/2-em-marco/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 16 Jun 2026 13:21:01 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.1</generator>

<image>
	<url>https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/cropped-Gemini_Generated_Image_o4oxj8o4oxj8o4ox-1-32x32.png</url>
	<title>Arquivo de 2% em março - WeekNews</title>
	<link>https://weeknews.online/tag/2-em-marco/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Vendas no comércio recuam 1,5% em abril, impactadas por combustíveis</title>
		<link>https://weeknews.online/vendas-no-comercio-recuam-15-em-abril-impactadas-por-combustiveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 13:21:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[2%]]></category>
		<category><![CDATA[2% em março]]></category>
		<category><![CDATA[7%]]></category>
		<category><![CDATA[7% em abril]]></category>
		<category><![CDATA[avalia IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Demanda por trabalhadores mantém mercado resiliente]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE: setor de serviços recua 1]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria cresce 0]]></category>
		<category><![CDATA[indústria cresceu 0]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Mensal de Comércio]]></category>
		<category><![CDATA[quarto mês seguido de avanço]]></category>
		<category><![CDATA[setor de serviços cresceu 1]]></category>
		<category><![CDATA[vendas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/vendas-no-comercio-recuam-15-em-abril-impactadas-por-combustiveis/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O setor de comércio recuou 1,5% na passagem de março para abril, impactado principalmente pela queda nas vendas de combustíveis. O resultado interrompe sequência de três meses de alta e representa o pior resultado desde junho de 2022 (-2,8%). Na comparação com abril de 2025, o comércio subiu 1%. A média móvel trimestral, que indica a tendência de comportamento, teve variação nula. No acumulado de 12 meses, o setor de comércio apresenta expansão de 1,5%. Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Comércio, divulgada nesta terça-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os resultados anunciados deixam o setor 1,5% abaixo do maior patamar já alcançado, que pertence a março de 2026. Influências Dos oito grupos de atividades pesquisados pelo IBGE,&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/vendas-no-comercio-recuam-15-em-abril-impactadas-por-combustiveis/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/vendas-no-comercio-recuam-15-em-abril-impactadas-por-combustiveis/">Vendas no comércio recuam 1,5% em abril, impactadas por combustíveis</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
    <a href="https://weeknews.online/" target="_blank" style="display:block;"></p>
<div style="
            width:100%;
            height:293px;
            background-image:url('https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/Gemini_Generated_Image_8evrvd8evrvd8evr2026.png');
            background-size:contain;
            background-repeat:no-repeat;
            background-position:center;
        "></div>
<p>    </a>
</div>

<p>Feed Últimas.</p>

<p></p>
<div>
<p><strong>O setor de <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/comercio-0" target="_blank">comércio</a> recuou 1,5% na passagem de março para abril, impactado principalmente pela queda nas vendas de combustíveis. </strong>O resultado interrompe sequência de três meses de alta e representa o pior resultado desde junho de 2022 (-2,8%).</p>
<p><strong>Na comparação com abril de 2025, o comércio subiu 1%. </strong>A média móvel trimestral, que indica a tendência de comportamento, teve variação nula. No acumulado de 12 meses, o setor de comércio apresenta expansão de 1,5%.</p>
<p><strong>Os dados fazem parte da <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&#038;id=7230" target="_blank">Pesquisa Mensal de Comércio</a>, divulgada nesta terça-feira (16) pelo <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.ibge.gov.br/" target="_blank">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</a>.</strong></p>
<p>Os resultados anunciados deixam o setor 1,5% abaixo do maior patamar já alcançado, que pertence a março de 2026.</p>
<h2>Influências</h2>
<p>Dos oito grupos de atividades pesquisados pelo IBGE, seis apresentaram recuo nas vendas de março para abril, com destaque negativo para comércio de lubrificantes.</p>
<p><strong>Abril foi o segundo mês influenciado pelo <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/conflito-no-oriente-medio" target="_blank">conflito no Oriente Médio</a>, que forçou o aumento do preço de combustíveis em todo o mundo.</strong></p>
<p><strong>Confira o desempenho das atividades:</strong></p>
<ol>
<li>Combustíveis e lubrificantes: -6,2%</li>
<li>Outros artigos de uso pessoal e doméstico: -4,6%</li>
<li>Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação: -4,5%</li>
<li>Móveis e eletrodomésticos: -0,8%</li>
<li>Tecidos, vestuário e calçados: -0,1%</li>
<li>Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria: -0,1%</li>
<li>Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo: 1,3%</li>
<li>Livros, jornais, revistas e papelaria: 1,1%</li>
</ol>
<p><strong>O setor de hiper e supermercados é o que apresenta maior peso em toda a pesquisa, ao representar 56,6% do comércio no país.</strong></p>
<h2>Vendas no atacado</h2>
<p>No comércio varejista ampliado, que inclui atividades de atacado – veículos, motos, partes e peças; material de construção; e produtos alimentícios, bebidas e fumo – o indicador caiu 0,7% de março para abril e marca alta de 1,8% no acumulado de 12 meses.</p>
<h2>Conjunto da economia</h2>
<p>A Pesquisa Mensal de Comércio é a terceira de três levantamentos conjunturais divulgados mensalmente pelo IBGE. <strong>Nos últimos dias, o instituto mostrou que a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-06/industria-cresce-07-em-abril-quarto-mes-seguido-de-avanco" target="_blank">indústria cresceu 0,7%</a>, sendo o quarto mês seguido de alta na comparação entre meses imediatamente subsequentes e o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-06/setor-de-servicos-cresce-12-em-abril-primeira-alta-em-seis-meses" target="_blank">setor de serviços cresceu 1,2%</a> na passagem de março para abril.</strong> O resultado representou a primeira alta em um intervalo de seis meses.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-06/vendas-no-comercio-recuam-15-em-abril-impactadas-por-combustiveis" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Tue, 16 Jun 2026 09:51:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/vendas-no-comercio-recuam-15-em-abril-impactadas-por-combustiveis/">Vendas no comércio recuam 1,5% em abril, impactadas por combustíveis</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Projeto pode reposicionar país no mercado de lúpulo</title>
		<link>https://weeknews.online/projeto-pode-reposicionar-pais-no-mercado-de-lupulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 May 2026 13:58:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[2% em março]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa já renegociou R$ 820 milhões no novo Desenrola Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Coope]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE: setor de serviços recua 1]]></category>
		<category><![CDATA[lúpulo]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de lúpulo]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras retoma fábricas de fertilizantes para atender 35% da demanda]]></category>
		<category><![CDATA[UFRJ]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/projeto-pode-reposicionar-pais-no-mercado-de-lupulo/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Pesquisadores do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia (Coppe/UFRJ) estão à frente de um projeto com potencial para transformar a cadeia produtiva do lúpulo no Brasil e posicionar o país como referência global entre regiões de clima tropical na produção e fornecimento da matéria-prima. O lúpulo é uma planta cujas flores &#8211; os chamados cones &#8211; são essenciais para a produção de cerveja, conferindo amargor, aroma e estabilidade à bebida. Seus compostos naturais também têm aplicação nos setores de alimentos, etanol, cosméticos e farmacêutico, ampliando significativamente seu potencial econômico e industrial.  Lúpulo &#8211; Reuters/Thomas Banneyer/Direitos reservados Atualmente, a maior parte do lúpulo consumido no Brasil é importada, principalmente de regiões de clima frio, onde há apenas uma safra anual devido às condições&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/projeto-pode-reposicionar-pais-no-mercado-de-lupulo/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/projeto-pode-reposicionar-pais-no-mercado-de-lupulo/">Projeto pode reposicionar país no mercado de lúpulo</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
    <a href="https://weeknews.online/" target="_blank" style="display:block;"></p>
<div style="
            width:100%;
            height:293px;
            background-image:url('https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/Gemini_Generated_Image_8evrvd8evrvd8evr2026.png');
            background-size:contain;
            background-repeat:no-repeat;
            background-position:center;
        "></div>
<p>    </a>
</div>

<p>Feed Últimas.</p>

<p></p>
<div>
<p>Pesquisadores do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia (Coppe/UFRJ) estão à frente de um projeto com potencial para transformar a cadeia produtiva do lúpulo no Brasil e posicionar o país como referência global entre regiões de clima tropical na produção e fornecimento da matéria-prima.</p>
<p>O lúpulo é uma planta cujas flores &#8211; os chamados cones &#8211; são essenciais para a produção de cerveja, conferindo amargor, aroma e estabilidade à bebida. Seus compostos naturais também têm aplicação nos setores de alimentos, etanol, cosméticos e farmacêutico, ampliando significativamente seu potencial econômico e industrial. </p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-left">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=294368:medio_4colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/2022-04-20t030514z_1650423909_dpaf220420x99x970848_rtrfipp_4_society-company-craft-industries-beer-w.jpeg" alt="lúpulo" title="Reuters/Thomas Banneyer/Direitos reservados"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/2022-04-20t030514z_1650423909_dpaf220420x99x970848_rtrfipp_4_society-company-craft-industries-beer-w.jpeg" alt="lúpulo" title="Reuters/Thomas Banneyer/Direitos reservados"/><br />
    <!-- END scald=294368 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<p>Lúpulo &#8211; <strong>Reuters/Thomas Banneyer/Direitos reservados</strong><!--END copyright=294368--></p>
</div>
</div>
<p>Atualmente, a maior parte do lúpulo consumido no Brasil é importada, principalmente de regiões de clima frio, onde há apenas uma safra anual devido às condições de luminosidade e temperatura.</p>
<p>O projeto quer replicar o que o país já fez com culturas como a soja e o trigo: adaptar a produção de lúpulo ao ambiente nacional, dominar a tecnologia e alcançar escala com competitividade internacional. O plano é desenvolvido no Centro Avançado em Sustentabilidade, Ecossistemas Locais e Governança (Casulo), da Coppe.</p>
<blockquote>
<p>“Estamos falando de estruturar uma nova cadeia produtiva no país, integrando desde o cultivo com agricultura de precisão até o processamento industrial e o controle de qualidade em laboratório próprio”, explica a coordenadora Amanda Xavier, do Programa de Engenharia de Produção, ao qual o Casulo é vinculado.</p>
</blockquote>
<p>O Casulo/Coppe mantém parceria com a Associação Brasileira do Lúpulo (Aprolúpulo), que resultou na elaboração do Mapa do Lúpulo Brasileiro 2024, publicado em março de 2026. O documento é estratégico para orientar pesquisas, políticas públicas e investimentos.</p>
<p>A iniciativa inclui a produção de extratos de lúpulo, insumos de alto valor agregado obtidos por meio de tecnologia avançada de extração com CO₂, capazes de atender diferentes segmentos industriais com padronização, rastreabilidade e fornecimento em escala. </p>
<blockquote>
<p>“Com agricultura de precisão e controle laboratorial, podemos oferecer extratos padronizados que atendam tanto a cervejarias artesanais quanto à indústria farmacêutica”, diz Amanda. </p>
</blockquote>
<h2>Localização</h2>
<p><strong>A região selecionada receberá investimentos e infraestrutura, mas também concentrará conhecimento técnico, inovação e articulação produtiva — fatores que historicamente transformam territórios em referências nacionais.</strong></p>
<p>A professora da Coppe diz que a publicação do Mapa do Lúpulo Brasileiro já começa a nortear decisões de investimento e políticas locais. </p>
<blockquote>
<p>“Teremos agora dados para planejar locais de cultivo, demandas de infraestrutura e iniciativas de capacitação técnica. Além disso, o mapa nos ajuda a priorizar pesquisas para melhoramento genético e desenvolvimento de protocolos de pós-colheita adequados ao clima tropical”, acrescenta.</p>
</blockquote>
<p>Assim como ocorreu com outras cadeias agrícolas brasileiras, a escolha da localização pode ser o ponto de partida para a consolidação de um ecossistema completo, conectando produção, indústria, pesquisa e mercado. Na prática, trata-se de uma oportunidade concreta de indução de desenvolvimento regional, geração de empregos qualificados e atração de novos negócios.</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-right">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=315840:medio_4colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/2022_embrapa_foto_lupulo_renato-linhares_2.jpeg" alt="Pesquisa da Embrapa desenvolve produção de lúpulo" title="Renato Linhares/Embrapa"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/2022_embrapa_foto_lupulo_renato-linhares_2.jpeg" alt="Pesquisa da Embrapa desenvolve produção de lúpulo" title="Renato Linhares/Embrapa"/><br />
    <!-- END scald=315840 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=315840-->Produção de lúpulo. Foto: Renato Linhares/Embrapa<!--END copyright=315840--></h6>
</p>
</div>
<h2>Vantagem competitiva</h2>
<p>Hoje, em regiões de clima frio, há apenas uma safra anual devido às condições de luminosidade e temperatura. No entanto, avanços recentes mostram que o país pode transformar suas características climáticas em vantagem competitiva.</p>
<p><strong>Com manejo adequado e uso de tecnologias como suplementação luminosa, é possível alcançar até 2,5 safras por ano — um ganho expressivo de produtividade em relação aos países tradicionais produtores.</strong></p>
<p>Em 2024, a produção mundial de lúpulo foi de cerca de 114 mil toneladas. No mesmo período, o Brasil produziu apenas 81 toneladas, frente a uma demanda interna de aproximadamente 7 mil toneladas — um mercado estimado em cerca de R$ 878 milhões por ano. Isso significa que o país produz apenas 1,11% do que consome, revelando uma dependência significativa de importações e um amplo espaço para crescimento.</p>
<p>Nesse contexto, a decisão sobre a localização do projeto ganha ainda mais relevância: ela pode acelerar a substituição de importações, fortalecer a indústria nacional e inserir o Brasil em uma cadeia global de maior valor agregado.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/coppe-lidera-projeto-que-pode-reposicionar-pais-no-mercado-de-lupulo" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Sat, 16 May 2026 10:42:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/projeto-pode-reposicionar-pais-no-mercado-de-lupulo/">Projeto pode reposicionar país no mercado de lúpulo</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Salário na construção recua 22% em dez anos, diz IBGE</title>
		<link>https://weeknews.online/salario-na-construcao-recua-22-em-dez-anos-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 13:30:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[2% em março]]></category>
		<category><![CDATA[após 5 meses de queda ou estabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Confiança da indústria sobe em maio após dois meses de queda]]></category>
		<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria cresce 1]]></category>
		<category><![CDATA[média salarial]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Anual da Indústria da Construção]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/salario-na-construcao-recua-22-em-dez-anos-diz-ibge/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A média dos rendimentos dos trabalhadores da construção civil, medida em salários mínimos, recuou 22% em uma década.  Segundo dados da Pesquisa Anual da Indústria da Construção (Paic), divulgada nesta quinta-feira (22), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a média salarial caiu de 2,7 salários mínimos em 2014 para 2,1 salários mínimos em 2023. “Essa perda é muito impulsionada pela perda do salário médio do segmento de obras de infraestrutura, que tinha, lá em 2014, 3,7 salários mínimos pagos por pessoa por mês. Esse foi o maior valor da série histórica [iniciada em 2007]. E a gente vê uma perda desse salário pago, ao longo dos anos”, explica o pesquisador do IBGE Marcelo Miranda. O segmento de obras de infraestrutura –&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/salario-na-construcao-recua-22-em-dez-anos-diz-ibge/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/salario-na-construcao-recua-22-em-dez-anos-diz-ibge/">Salário na construção recua 22% em dez anos, diz IBGE</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<div>
<p><strong>A média dos rendimentos dos trabalhadores da construção civil, medida em salários mínimos, recuou 22% em uma década. </strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1747920606_598_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1747920606_760_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo dados da Pesquisa Anual da Indústria da Construção (Paic), divulgada nesta quinta-feira (22), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a <strong>média salarial caiu de 2,7 salários mínimos em 2014 para 2,1 salários mínimos em 2023.</strong></p>
<p>“Essa perda é muito impulsionada pela perda do salário médio do segmento de obras de infraestrutura, que tinha, lá em 2014, 3,7 salários mínimos pagos por pessoa por mês. Esse foi o maior valor da série histórica [iniciada em 2007]. E a gente vê uma perda desse salário pago, ao longo dos anos”, explica o pesquisador do IBGE Marcelo Miranda.</p>
<p><strong>O segmento de obras de infraestrutura – que inclui construções de rodovias, ferrovias e estruturas de água, esgoto e eletricidade –, continua tendo os maiores salários.</strong> De 2014 para 2023, no entanto, a perda salarial do segmento chegou a 1,1 salário mínimo (-29%), já que, em 2023, a média salarial ficou em 2,6 salários.</p>
<p>Os segmentos de construção de edifícios e de serviços especializados – como acabamento, demolições, instalações elétricas e preparação de terreno – também tiveram quedas, porém mais moderadas.</p>
<p><strong>Os salários do segmento de construção de edifícios caíram 17%, ao passarem de 2,3 para 1,9 salário mínimo</strong>. <strong>Já no segmento de serviços especializados a queda foi de 9%, já que passou de 2,2 para 2,0 salários mínimos.</strong></p>
<h2>Empregos</h2>
<p><strong>A pesquisa mostrou que o número de postos de trabalho na construção em 2023 (2,5 milhões) também caiu em relação a 2014 (-15%). No entanto, houve uma recuperação em relação à 2020, ano de início da pandemia de covid-19, com aumento de 25%.</strong></p>
<p>Em relação a 2014, apenas o segmento de serviços especializados teve crescimento (4%), enquanto os demais tiveram queda: construção de edifícios (-29%) e obras de infraestrutura (-20%).<br /> </p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=262254:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/construcao_civil_2306219900.jpg" alt="Trabalhadores da construção civil&#13;&#10;Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil/Arquivo" title="Fernando Frazão/Agência Brasil/Arquivo"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/construcao_civil_2306219900.jpg" alt="Trabalhadores da construção civil&#13;&#10;Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil/Arquivo" title="Fernando Frazão/Agência Brasil/Arquivo"/><br />
    <!-- END scald=262254 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=262254-->Média salarial do trabalhador da construção caiu de 2,7 salários mínimos em 2014 para 2,1 salários mínimos em 2023 &#8211; <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil/Arquivo</strong><!--END copyright=262254--><br type="_moz"/><br />
</h6>
</p>
</div>
<h2>Produtos</h2>
<p><strong>As 165,8 mil empresas da construção movimentaram um valor total de R$ 484,2 bilhões em 2023. </strong>As construções residenciais representaram 22% do total, em 2023. Os serviços especializados e a construção de rodovias, ferrovias, obras urbanas e obras de arte especiais responderam por aproximadamente 20% do total, cada um.</p>
<p><strong>As regiões Sudeste e Nordeste continuaram liderando entre as regiões com maior valor da construção, representando 49,8% e 18,1% do total nacional, respectivamente.</strong> </p>
<p>Contudo, ambas tiveram perdas na participação no total nacional em relação a 2014, quando as regiões respondiam por 52,4% e 18,6%, respectivamente. A região Norte também caiu, ao passar de 6,9% para 6,5%.</p>
<p><strong>Já a Região Sul foi a que mais ampliou sua participação no mercado da construção nacional, ao subir de 12,8% para 16,2% no período. O Centro-Oeste subiu de 9,3% para 9,4%.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/salario-na-construcao-recua-22-em-dez-anos-diz-ibge">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 22 May 2025 10:01:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/salario-na-construcao-recua-22-em-dez-anos-diz-ibge/">Salário na construção recua 22% em dez anos, diz IBGE</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Confiança da indústria sobe em maio após dois meses de queda</title>
		<link>https://weeknews.online/confianca-da-industria-sobe-em-maio-apos-dois-meses-de-queda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2025 03:34:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[2% em março]]></category>
		<category><![CDATA[3% no PIB neste ano]]></category>
		<category><![CDATA[após 5 meses de queda ou estabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[CNI]]></category>
		<category><![CDATA[CNI estima alta de 2]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Índice de confiança industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria cresce 1]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/confianca-da-industria-sobe-em-maio-apos-dois-meses-de-queda/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Após dois meses de queda, os empresários industriais estão um pouco mais confiantes em maio, mas continuam pessimistas. O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei), medido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) subiu para 48,9 pontos em maio, alta em relação aos 48 pontos registrados em abril. Apesar da alta, o indicador continua abaixo da linha divisória de 50 pontos, que separa o otimismo do pessimismo. O índice, no entanto, mantém-se abaixo da média histórica de 53,8 pontos. De acordo com a CNI, o principal motivo para a alta foi a avaliação menos negativa sobre o momento atual da economia brasileira. Um dos componentes do Icei, o Índice de Condições Atuais, que mede a percepção atual sobre a economia e a própria&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/confianca-da-industria-sobe-em-maio-apos-dois-meses-de-queda/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/confianca-da-industria-sobe-em-maio-apos-dois-meses-de-queda/">Confiança da indústria sobe em maio após dois meses de queda</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<div>
<p>Após dois meses de queda, os empresários industriais estão um pouco mais confiantes em maio, mas continuam pessimistas. <strong>O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei), medido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) subiu para 48,9 pontos em maio, alta em relação aos 48 pontos registrados em abril.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1747366444_953_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1747366444_362_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Apesar da alta, <strong>o indicador continua abaixo da linha divisória de 50 pontos, que separa o otimismo do pessimismo. </strong>O índice, no entanto, mantém-se abaixo da média histórica de 53,8 pontos.</p>
<p><strong>De acordo com a CNI, o principal motivo para a alta foi a avaliação menos negativa sobre o momento atual da economia brasileira. </strong>Um dos componentes do Icei, o Índice de Condições Atuais, que mede a percepção atual sobre a economia e a própria empresa, subiu de 42,7 pontos em abril para 44 pontos em maio. Abaixo da linha de 50 pontos desde janeiro de 2023, o indicador vinha caindo desde setembro do ano passado.</p>
<p>O Índice de Expectativas, que mede as perspectivas para os próximos seis meses, subiu de 50,7 para 51,3 pontos. Esse indicador é dividido em duas partes. A previsão positiva para a própria empresa subiu de 55,5 pontos, em abril, para 55,8 pontos em maio, indicando manutenção da confiança. A previsão para a economia também melhorou, passando de 41,1 pontos para 42,5 pontos, ficando abaixo da linha que separa o otimismo do pessimismo.</p>
<p><strong>Segundo a CNI, os movimentos indicam reversão parcial em relação à deterioração das expectativas desde o fim do ano passado. P</strong>ara a entidade, os industriais demonstram confiança em relação à própria empresa, mas continuam pessimistas em relação à economia atual e ao cenário econômico futuro.</p>
<p>A pesquisa foi realizada com 1.175 empresários entre os dias 5 e 9 de maio. Desse total, 443 são de pequeno porte, 451 de médio porte e 281 de grande porte.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/confianca-da-industria-sobe-em-maio-apos-dois-meses-de-queda">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 15 May 2025 19:36:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/confianca-da-industria-sobe-em-maio-apos-dois-meses-de-queda/">Confiança da indústria sobe em maio após dois meses de queda</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Entidades do setor produtivo criticam aumento da Selic</title>
		<link>https://weeknews.online/entidades-do-setor-produtivo-criticam-aumento-da-selic/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2025 23:40:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[2% em março]]></category>
		<category><![CDATA[75% ao ano]]></category>
		<category><![CDATA[após 5 meses de queda ou estabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central. CNI]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Copom eleva juros básicos da economia para 14]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria cresce 1]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa Selic]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/entidades-do-setor-produtivo-criticam-aumento-da-selic/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) de elevar a Taxa Selic (juros básicos da economia) para o maior nível em 19 anos recebeu críticas do setor produtivo. Entidades da indústria, do comércio e as centrais sindicais condenaram a decisão, que classificaram de exagerada e de ameaça ao emprego e à renda. Em nota, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) comentou que a elevação em 0,5 ponto percentual da Selic “impõe um fardo ainda mais pesado à economia”. Segundo a entidade, a inflação está desacelerando, e a possibilidade de recessão nos Estados Unidos por causa da política comercial do governo de Donald Trump deve fazer o dólar cair nos próximos meses. “Embora o controle da inflação seja o&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/entidades-do-setor-produtivo-criticam-aumento-da-selic/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/entidades-do-setor-produtivo-criticam-aumento-da-selic/">Entidades do setor produtivo criticam aumento da Selic</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<div>
<p>A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) de elevar a Taxa Selic (juros básicos da economia) para o maior nível em 19 anos recebeu críticas do setor produtivo. Entidades da indústria, do comércio e as centrais sindicais condenaram a decisão, que classificaram de exagerada e de ameaça ao emprego e à renda.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1746661242_552_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1746661242_807_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Em nota, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) comentou que a elevação em 0,5 ponto percentual da Selic “impõe um fardo ainda mais pesado à economia”.</strong> Segundo a entidade, a inflação está desacelerando, e a possibilidade de recessão nos Estados Unidos por causa da política comercial do governo de Donald Trump deve fazer o dólar cair nos próximos meses.</p>
<blockquote>
<p>“Embora o controle da inflação seja o objetivo primordial do Banco Central, a elevação da Selic traz riscos significativos à economia, que está em processo de desaceleração mais acentuado do que esperávamos no final de 2024”, afirmou no comunicado o presidente da CNI, Ricardo Alban. Ele pede uma postura mais prudente do Copom.</p>
</blockquote>
<p>Para a Associação Paulista de Supermercados, a continuidade do ciclo de alta da Selic é equivocada, especialmente diante do cenário internacional, com os Estados Unidos em recessão técnica, e dos desafios econômicos no Brasil.</p>
<blockquote>
<p>“É importante lembrar que o mundo vive um ciclo neoprotecionista, em que os países buscam fortalecer sua produção e seu mercado interno. Com a taxa Selic nos patamares atuais, o Brasil favorece o rentismo e a especulação, em detrimento da geração de empregos, do investimento produtivo e do crescimento econômico de médio e longo prazo”, destacou a associação em nota.</p>
</blockquote>
<p><strong>A Associação Comercial de São Paulo (ACSP), no entanto, considerou dentro do esperado a elevação de meio ponto percentual na Taxa Selic.</strong> A entidade ressaltou que a inflação continua alta e bastante acima do teto da meta atual.</p>
<blockquote>
<p>“Apesar da desaceleração gradual da atividade econômica interna e do aumento das incertezas externas, que tendem a diminuir a pressão sobre os preços, houve aceleração da inflação corrente [em relação a 2024], que se mantém acima da meta anual, num contexto de expansão fiscal e expectativas inflacionárias ainda desancoradas, justificando uma política monetária contracionista”, comentou o economista-chefe da ACSP, Ulisses Ruiz de Gamboa.</p>
</blockquote>
<h2>Centrais sindicais</h2>
<p><strong>Para a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a elevação dos juros reforça o aperto econômico à população.</strong> A entidade ressaltou que o Banco Central não deixou claro se encerrou o ciclo de alta da Taxa Selic e pediu que a política monetária seja voltada para os interesses da população.</p>
<p>“O brasileiro já convive com uma taxa básica de juros proibitiva para o desenvolvimento econômico e que aumenta o custo de vida, o endividamento das famílias, das empresas e os gastos do governo federal. Gabriel Galípolo, atual presidente do BC, e os demais membros do Copom não foram indicados pra manter os interesses do mercado financeiro, mas sim os interesses da população”, criticou a vice-presidenta da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Juvandia Moreira.</p>
<p><strong>A Força Sindical classificou de “irresponsabilidade social” a elevação da Taxa Selic. Segundo a entidade, a decisão trava a economia e aumenta o custo do dinheiro para as famílias e as empresas.</strong></p>
<p>“Antes dessa decisão a taxa já estava num valor extorsivo, de 14,25% ao ano. É uma irresponsabilidade social. A decisão quer levar o País para a recessão econômica. Continuar com a atual taxa de juros impõe um forte obstáculo ao desenvolvimento do país”, escreveu em nota o presidente da Força Sindical, Miguel Torres.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/entidades-do-setor-produtivo-criticam-aumento-da-selic">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 07 May 2025 19:58:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/entidades-do-setor-produtivo-criticam-aumento-da-selic/">Entidades do setor produtivo criticam aumento da Selic</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
