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	<title>Arquivo de 2ª Marcha das Mulheres Negras - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de 2ª Marcha das Mulheres Negras - WeekNews</title>
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		<title>&#034;Mete marcha, negona&#034;: artistas levam marcha para telas e palcos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 02:23:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA["Cada passo reivindica o direito à vida"]]></category>
		<category><![CDATA[2ª Marcha das Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Centenárias em marcha: mulheres negras mostram força do movimento]]></category>
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		<category><![CDATA[diz Conceição Evaristo]]></category>
		<category><![CDATA[fez um chamamento para que as participantes vindas de todas as partes do Brasil e de outros países]]></category>
		<category><![CDATA[Marcha em Brasília une mulheres de todo país na luta contra o racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Na Bahia, a expressão “meter dança” significa se jogar na dança, trata-se de um convite ao movimento. Foi tomando emprestado esse termo que a 2ª Marcha das Mulheres Negras, realizada em Brasília nesta terça-feira (25), fez um chamamento para que as participantes vindas de todas as partes do Brasil e de outros países “metessem marcha”.  A canção tema do evento, “Mete Marcha Negona Rumo ao Infinito”, composta e interpretada pela cantora e compositora baiana Larissa Luz, embalou o canto coletivo de uma multidão de quase meio milhão de mulheres negras, muitas delas artistas que, assim como a marcha que cresceu e se fortaleceu desde a sua última edição em 2015, também floresceram nos últimos dez anos. Notícias relacionadas: Centenárias em marcha: mulheres negras&#8230;</p>
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				</p>
<p>Na Bahia, a expressão “meter dança” significa se jogar na dança, trata-se de um convite ao movimento. <strong>Foi tomando emprestado esse termo que a 2ª Marcha das Mulheres Negras, realizada em Brasília nesta terça-feira (25), fez um chamamento para que as participantes vindas de todas as partes do Brasil e de outros países “metessem marcha”. </strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1764123785_750_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1764123785_700_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A canção tema do evento, <em>“Mete Marcha Negona Rumo ao Infinito”</em>, composta e interpretada pela cantora e compositora baiana Larissa Luz,<strong> embalou o canto coletivo de uma multidão de quase meio milhão de mulheres negras</strong>, muitas delas artistas que, assim como a marcha que cresceu e se fortaleceu desde a sua última edição em 2015, também floresceram nos últimos dez anos.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Centenárias em marcha: mulheres negras mostram força do movimento.</li>
<li>Marcha em Brasília une mulheres de todo país na luta contra o racismo.</li>
<li> &#8220;Cada passo reivindica o direito à vida&#8221;, diz Conceição Evaristo.</li>
</ul>
<p>Em 2015, Flora Egécia era uma jovem diretora que colocava no mundo seu primeiro filme, o curta-metragem documentário <em>Das raízes às Pontas</em>, que aborda o resgate das raízes negras a partir dos cabelos crespos. Um dia depois do lançamento do filme, ela se juntou à multidão que tomou conta do Eixo Monumental, em Brasília naquele ano. </p>
<p>“Nesta época eu lembro que tinham várias diretoras negras em ascensão como eu, no mesmo período que eu, e hoje em dia eu vejo estas mulheres fazendo longas-metragens, tomando conta do mundo. Eu estava começando e elas também começando, e eu hoje as vejo voando muito longe”, relembrou Flora, que marchou novamente nesta terça-feira ao lado da mãe, a professora da Universidade de Brasília Dione Oliveira Moura.</p>
<p>Em 2022, Flora lançou juntamente com Bianca Novais o documentário <em>Me Farei Ouvir</em>, que aborda os gargalos e labirintos que a democracia brasileira produz para dificultar o acesso de mulheres à política institucional.</p>
<p>Ao longo da marcha que coloriu a Esplanada dos Ministérios hoje na capital federal, era possível ver rodas de capoeira, alas de mulheres sambistas, bailarinas e percussionistas. O tambor, poderoso símbolo de herança e ancestralidade afro-brasileira, era o elemento em comum das batuqueiras brasileiras e das 45 mulheres uruguaias que tocavam o Candombe, ritmo afro-uruguaio que foi declarado Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Unesco. </p>
<p>Ishina Pena Branca, dançarina e percussionista, que orgulhosamente na marcha carregava seu xequerê, explicou a importância da arte na sua afirmação como mulher negra. </p>
<blockquote>
<p>“A música me conecta com meu corpo. Todas as vezes que eu canto, que eu toco, eu sinto o coração de África, é como se eu sentisse o vibrar do coração dos meus ancestrais”.</p>
</blockquote>
<p>Após a marcha, a programação seguiu na área externa do Museu Nacional, onde um show gratuito encerrou o dia de mobilização. No palco, Célia Sampaio &amp; Núbia, Ebony, Larissa Luz, Luana Hansen e Prethais.</p>
<p><strong>&gt;&gt; <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://radios.ebc.com.br/mosaico/2025/11/dama-do-reggae-celia-sampaio-faz-show-historico-na-2a-marcha-das-mulheres-negras" target="_blank">Confira</a> entrevista com Célia Sampaio, a Dama do Reggae, na Rádio Nacional da Amazônia</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Nossa forma de fazer luta é também com arte, isso tem a ver com a nossa origem, nossa forma de fazer denúncia a partir de outras estratégias e outras ferramentas. A marcha segue até o palco. A música é um espaço de acolher, de falar de amor, de se fortalecer, e falar de resistência&#8221;, afirma Naiara Leite, representante do comitê nacional da Marcha das Mulheres Negras.</p>
</blockquote>
<p>Antes de subir ao palco para o seu show, a cantora Prethais falou à <strong>Agência Brasil</strong> e se emocionou ao lembrar que o pontapé de sua carreira se deu depois da 1ª Marcha das Mulheres Negras.</p>
<p>“Eu não imaginava que o que eu vivi com 17 anos, eu voltaria dez anos depois e faria parte da marcha no palco. Em 2015, eu tinha acabado de chegar da Bahia para morar no DF, em um contexto de muita solidão, de busca pelo bem-viver, que é o que a gente está reivindicando aqui hoje. Eu não sabia quem eu era e esse movimento de mulheres negras me deu caminho. Sou muito feliz que estas mulheres me colocaram aqui hoje. A Marcha me fez reconhecer como mulher quilombola, remanescente quilombola de Xique-Xique (BA), como mulher negra que move o mundo”.</p>
<p> Cibele Tenório &#8211; Repórter da Rádio Nacional , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-11/mete-marcha-negona-artistas-levam-marcha-para-telas-e-palcos">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 25 Nov 2025 20:24:00 -0300 </p>

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