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	<title>Arquivo de 3 trilhão por ano - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de 3 trilhão por ano - WeekNews</title>
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		<title>COP17 abre em Yerevan com cobrança por metas de biodiversidade não cumpridas</title>
		<link>https://weeknews.online/cop17-abre-em-yerevan-com-cobranca-por-metas-de-biodiversidade-nao-cumpridas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Oct 2026 12:01:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Representantes de mais de 200 países se reúnem a partir desta segunda-feira (16) em Yerevan, capital da Armênia, para a 17ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (COP17). O encontro, que segue até o dia 30, tem como foco ações de proteção e restauração da natureza e será marcado pela primeira revisão do Marco Global de Kunming-Montreal (GBF), assinado por 196 países e composto por 23 metas a serem alcançadas até 2030. A conferência ocorre a cada dois anos e busca debater estratégias e firmar acordos para enfrentar a crise global da perda de biodiversidade. Na última sexta-feira (16), o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, discursou sobre o relatório que avalia o progresso coletivo na implementação do GBF e que servirá de&#8230;</p>
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<p>Representantes de mais de 200 países se reúnem a partir desta segunda-feira (16) em Yerevan, capital da Armênia, para a 17ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (COP17). O encontro, que segue até o dia 30, tem como foco ações de proteção e restauração da natureza e será marcado pela primeira revisão do Marco Global de Kunming-Montreal (GBF), assinado por 196 países e composto por 23 metas a serem alcançadas até 2030.</p>
<p>A conferência ocorre a cada dois anos e busca debater estratégias e firmar acordos para enfrentar a crise global da perda de biodiversidade. Na última sexta-feira (16), o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, discursou sobre o relatório que avalia o progresso coletivo na implementação do GBF e que servirá de base para a revisão na COP17.</p>
<p>Guterres afirmou que os compromissos assumidos para conter a perda de biodiversidade continuam distantes de serem cumpridos. Ele citou avanços, como a definição de metas nacionais por quase todos os países signatários e a proteção legal de mais 1,3 milhão de quilômetros quadrados de território terrestre e de 6 milhões de quilômetros quadrados de áreas marinhas. No entanto, alertou que, no ritmo atual, apenas 26% dos ecossistemas terrestres e 12% dos ecossistemas marinhos estarão protegidos em 2030. &#8220;Yerevan é o nosso momento de prestação de contas&#8221;, declarou.</p>
<p>Um estudo do Global Cooperation Institute (GCI), encomendado pelo WWF, aponta que a implementação está atrasada em relação a metas importantes e que o nível de ambição segue insuficiente em muitos países. Segundo os ambientalistas, os modelos econômicos atuais contribuem não apenas para a perda de biodiversidade, mas também para as mudanças climáticas, a escassez de água, a insegurança alimentar e riscos à saúde.</p>
<p>A análise mostra ainda que países com alta biodiversidade frequentemente arcam com custos significativos para conservar ecossistemas que geram benefícios globais, o que exige maior esforço das nações para tornar acessíveis o financiamento, a capacitação e a cooperação internacional. Os custos não contabilizados desses impactos são estimados em pelo menos US$ 10 trilhões a US$ 25 trilhões ao ano.</p>
<p>&#8220;A COP17 precisa levar os países a agir e implementar seus compromissos. Os benefícios da ação coletiva em favor da natureza são claros: maior resiliência ecológica, sistemas alimentares e hídricos mais seguros e menor vulnerabilidade econômica&#8221;, afirmou a diretora-geral do WWF Internacional, Kirsten Schuijt.</p>
<p>A delegação brasileira chega à conferência com a avaliação de que o país tem papel estratégico na implementação do Marco Global, tanto pela vasta biodiversidade quanto pela contribuição com modelos de conservação que podem ser adotados em escala global. Um dos exemplos citados é o avanço da conectividade de áreas de conservação terrestres, de água doce e marinha por meio de corredores verdes e azuis, tema que o WWF-Brasil pretende destacar nos debates.</p>
<p>&#8220;A conservação da biodiversidade exige olhar para além dos limites de áreas protegidas individuais e considerar os ecossistemas como sistemas interligados&#8221;, disse o diretor técnico de Biodiversidade do WWF-Brasil, Marcelo Oliveira. A organização pretende reforçar a proposta brasileira de incorporar a conectividade ecológica ao Programa de Trabalho sobre Áreas Protegidas, adotado desde 2004 na COP7, com o objetivo de criar e acompanhar redes globais de áreas protegidas.</p>
<p>&#8220;Proteger e reconectar paisagens terrestres, rios e ambientes marinhos e costeiros é fundamental para ampliar a efetividade da conservação e alcançar as metas de biodiversidade até 2030&#8221;, concluiu Oliveira.</p>
<p>Análise WeekNews: A primeira revisão do Marco Global de Kunming-Montreal coloca a COP17 como um teste de credibilidade para os 196 signatários. Os números apresentados por Guterres indicam que, mantido o ritmo atual, a proteção de ecossistemas em 2030 ficará bem abaixo do necessário, o que dá peso à expressão &#8220;momento de prestação de contas&#8221; usada pelo secretário-geral. A ênfase brasileira na conectividade ecológica dialoga com a constatação do relatório do GCI de que a conservação gera benefícios globais que hoje recaem de forma desproporcional sobre países megadiversos.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-10/cop17-da-biodiversidade-comeca-segunda-feira-na-armenia" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Serra dos Pireneus ganha mosaico com 20 reservas particulares em Goiás</title>
		<link>https://weeknews.online/serra-dos-pireneus-ganha-mosaico-com-20-reservas-particulares-em-goias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 13:10:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[3 trilhão por ano]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Veja aqui a lista completa.]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima reconheceu oficialmente, nesta quarta-feira (7), o Mosaico da Serra dos Pireneus, em Goiás. A medida foi publicada no Diário Oficial da União e reúne 20 reservas particulares na região próxima a Pirenópolis, com o objetivo de ampliar a proteção da biodiversidade e coordenar ações ambientais de forma conjunta. Os mosaicos de áreas protegidas estão previstos no Sistema Nacional de Unidades de Conservação e servem para fortalecer a gestão integrada de territórios formados por diferentes áreas de conservação. Entre as reservas que integram o novo mosaico estão a Fazenda Vagafogo Boa Vista, o Segredo da Serra dos Pireneus, a Magia do Cerrado, o Vale das Copaíbas, os Segredos do Cerrado, a Mata&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/firefly_gemini_copy-1024x512.jpg" alt="Serra dos Pireneus ganha mosaico com 20 reservas particulares em Goiás" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-10/goias-passa-ter-mosaico-de-areas-protegidas-na-serra-dos-pireneus" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima reconheceu oficialmente, nesta quarta-feira (7), o Mosaico da Serra dos Pireneus, em Goiás. A medida foi publicada no Diário Oficial da União e reúne 20 reservas particulares na região próxima a Pirenópolis, com o objetivo de ampliar a proteção da biodiversidade e coordenar ações ambientais de forma conjunta.</p>
<p>Os mosaicos de áreas protegidas estão previstos no Sistema Nacional de Unidades de Conservação e servem para fortalecer a gestão integrada de territórios formados por diferentes áreas de conservação. Entre as reservas que integram o novo mosaico estão a Fazenda Vagafogo Boa Vista, o Segredo da Serra dos Pireneus, a Magia do Cerrado, o Vale das Copaíbas, os Segredos do Cerrado, a Mata da Borboleta Azul e a Reserva Ecológica do Barriguda.</p>
<p>A portaria que institui o mosaico também cria um Conselho Consultivo, com representantes do Poder Público, de instituições de ensino, de organizações da sociedade civil e dos gestores das reservas. Segundo a norma, o colegiado atuará na articulação de ações voltadas à proteção dos recursos naturais e à preservação dos atributos ambientais, culturais e paisagísticos da região, com foco no desenvolvimento sustentável.</p>
<p>O conselho poderá ainda criar câmaras técnicas para discutir políticas públicas, estudos e ações relacionadas à conservação da Serra dos Pireneus. A sociedade civil será representada pelos gestores das 20 reservas integrantes do mosaico e por representantes de organizações com atuação ambiental na região. A presidência do colegiado será exercida por um dos gestores das unidades de conservação que integram o mosaico, escolhido pelos próprios conselheiros.</p>
<p>A portaria estabelece que as unidades de conservação que ainda não estiverem registradas no Cadastro Nacional de Unidades de Conservação terão prazo de seis meses para concluir o processo de cadastramento.</p>
<p>Análise WeekNews: O reconhecimento do Mosaico da Serra dos Pireneus formaliza uma estrutura de gestão compartilhada entre reservas particulares que já existiam na região. Na prática, a medida cria um espaço institucional para que os gestores dessas áreas atuem de forma coordenada em temas como proteção de recursos naturais e políticas públicas de conservação. O prazo de seis meses para cadastro no sistema nacional indica que parte dessas reservas ainda precisa se adequar formalmente, o que sugere que a consolidação do mosaico depende também da regularização individual de cada unidade.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-10/goias-passa-ter-mosaico-de-areas-protegidas-na-serra-dos-pireneus" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<item>
		<title>Guterres: não é hora de negociar, é hora de implementar</title>
		<link>https://weeknews.online/guterres-nao-e-hora-de-negociar-e-hora-de-implementar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 17:44:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
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		<category><![CDATA[Especialista da COP30 cobra mais financiamento para oceanos]]></category>
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		<category><![CDATA[OMM cobra ação global imediata para frear aquecimento durante COP30]]></category>
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		<category><![CDATA[plano estratégico para levantar esse mínimo de US$ 1]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A necessidade urgente de mobilização de recursos financeiros para que os países mais pobres e em desenvolvimento possam promover uma transição energética e alcançar as metas climáticas do Acordo de Paris deu o tom do discurso do secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), o português António Guterres, na abertura da Cúpula do Clima, em Belém. O evento antecede a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), que será realizada de 10 a 21 de novembro na capital paraense. Na avaliação de Guterres, o momento não é mais de negociação, mas de implementação dos compromissos assumidos nas últimas décadas. Notícias relacionadas: Especialista da COP30 cobra mais financiamento para oceanos. OMM cobra ação global imediata para frear aquecimento durante COP30. É&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p><strong>A necessidade urgente de mobilização de recursos financeiros para que os países mais pobres e em desenvolvimento possam promover uma transição energética e alcançar as metas climáticas do Acordo de Paris deu o tom do discurso do secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), o português António Guterres, na abertura da Cúpula do Clima, em Belém.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1762451045_530_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1762451045_442_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O evento antecede a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), que será realizada de 10 a 21 de novembro na capital paraense. Na avaliação de Guterres,<strong> o momento não é mais de negociação, mas de implementação dos compromissos assumidos nas últimas décadas</strong>.</p>
<blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Especialista da COP30 cobra mais financiamento para oceanos.</li>
<li>OMM cobra ação global imediata para frear aquecimento durante COP30.</li>
<li>É momento de levar a sério os alertas da ciência, diz Lula em cúpula.</li>
</ul>
<p>&#8220;Precisamos demonstrar um caminho claro para podermos chegar a US$ 1,3 trilhão em financiamento climático a países em desenvolvimento, até 2035, conforme decidido na COP de Baku. Os países envolvidos têm que liderar para mobilizar esses investimentos, para que eles possam oferecer financiamentos acessíveis. Não é mais tempo de negociar, estamos na hora de implementar, implementar e implementar&#8221;, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>Sobre esse desafio, as presidências da COP29 do Azerbaijão e da COP30 do Brasil anunciaram, na última quarta-feira (5), um plano estratégico para levantar esse mínimo de US$ 1,3 trilhão por ano em financiamento climático pelos próximos dez anos. É o chamado Mapa do Caminho Baku-Belém, que prevê uma série de <strong>mecanismos tributários e financeiros para alocar os recursos</strong>.</p>
<p>Em seu discurso, Guterres lembrou que, no ano passado, os investimentos em energias renováveis superaram em US$ 800 milhões o valor destinado a combustíveis fósseis, como petróleo e carvão. Segundo ele, é preciso romper com <em>lobbies</em> do segmento que é o maior responsável pela emissão de gases poluentes que aquecem a atmosfera do planeta.</p>
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<p>&#8220;Os combustíveis fósseis ainda levam muitos subsídios dos contribuintes, muitas empresas e corporações estão lucrando cada vez mais com a devastação ambiental, com bilhões sendo gastos com <em>lobbies</em> para enganar o público e obstruir o progresso. E muitos líderes globais ainda se mantêm em linha com esses interesses&#8221;, observou o chefe da ONU.</p>
<p>&#8220;Sempre defendi contra mais explorações de combustíveis fósseis como também de plantas de carvão. Na COP de Dubai [2023], os países se comprometeram a fazer a transição, sem aquela lavagem verde mais, e precisamos realmente entrar em ação, enquanto trabalhamos e apoiamos os países em desenvolvimento que ainda dependem desses combustíveis fósseis. Precisamos superar barreiras estruturais para que os países em desenvolvimento possam entregar e apresentar seus compromissos de NDCs [metas de redução de emissões poluentes]&#8221;, prosseguiu Guterres.</p>
<p>Na prática, a<strong> Cúpula do Clima busca reunir líderes de diversos países para dar peso político às negociações que se seguirão pelas próximas duas semanas de COP</strong>. A cada ano, um país recebe a Conferência do Clima, que tem como principal missão buscar formas de implementar a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC, na sigla em inglês). Esse documento foi adotado por diversos países em 1992, justamente em uma conferência no Brasil, a Eco-92, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Desde então, a <strong>meta geral passou a ser a de estabilizar a concentração de gases de efeito estufa na atmosfera</strong>. Esse compromisso foi reforçado há dez anos, com o Acordo de Paris, que abrangeu a quase totalidade de países no compromisso de limitar o aquecimento global a 1,5º C.</p>
<p><strong>A Cúpula do Clima em Belém reúne dezenas chefes de Estado e de governo, até esta sexta-feira (7)</strong>. Em discurso de abertura, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva também defendeu a superação dos combustíveis fósseis e enfatizou a necessidade de os países levarem a sério os alertas da ciência sobre o clima. </p>
<p> Pedro Rafael Vilela &#8211; Enviado Especial , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-11/guterres-nao-e-hora-de-negociar-e-hora-de-implementar-0">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 06 Nov 2025 14:06:00 -0300 </p>

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