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	<title>Arquivo de 4 mil casos em 2024 - WeekNews</title>
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		<title>Evangélicos crescem e representam mais de um quarto da população</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2025 13:16:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Marcha para Jesus reúne milhares de fiéis no centro do Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. A proporção de evangélicos na população brasileira continua crescendo, segundo dados do Censo 2022, divulgados nesta sexta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento mostra que 26,9% dos brasileiros, ou seja, mais de um quarto da população, se identificavam como seguidores dessa denominação religiosa. O Censo incluiu no levantamento apenas pessoas com 10 anos ou mais de idade. O grupo dos evangélicos foi o que mais cresceu entre 2010 e 2022 (5,3 pontos percentuais), segundo o IBGE, já que, segundo o Censo anterior, de 2010, eles representavam 21,6% dos brasileiros, um pouco mais de um quinto da população. “Os evangélicos estão se impondo mais na sociedade, colocando mais seus valores, suas ideias, sua fé”, afirma a pesquisadora da IBGE Maria&#8230;</p>
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<p>A proporção de evangélicos na população brasileira continua crescendo, segundo dados do Censo 2022, divulgados nesta sexta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). <strong>O levantamento mostra que 26,9% dos brasileiros, ou seja, mais de um quarto da população, se identificavam como seguidores dessa denominação religiosa.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1749215765_744_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1749215765_851_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O Censo incluiu no levantamento apenas pessoas com 10 anos ou mais de idade.</p>
<p><strong>O grupo dos evangélicos foi o que mais cresceu entre 2010 e 2022 (5,3 pontos percentuais), </strong>segundo o IBGE, já que, segundo o Censo anterior, de 2010, eles representavam 21,6% dos brasileiros, um pouco mais de um quinto da população.</p>
<blockquote>
<p>“Os evangélicos estão se impondo mais na sociedade, colocando mais seus valores, suas ideias, sua fé”, afirma a pesquisadora da IBGE Maria Goreth Santos.</p>
</blockquote>
<p>Apesar disso, o instituto mostrou que o ritmo de crescimento dessa religião caiu. De 2000 para 2010, por exemplo, a alta havia sido de 6,5 pontos percentuais (de 15,1% para 21,6%). De 1991 para 2000, o avanço tinha sido de 6,1 pontos percentuais (de 9% para 15,1%).</p>
<p><strong>Os sem religião, que incluem qualquer pessoa que não se identifica com nenhuma denominação e aquelas que não têm qualquer fé (ateus e agnósticos), também cresceram, de 7,9%, em 2010, para 9,3%, em 2022</strong>.</p>
<p>“Se a pessoa se declara sem religião, a gente registra que é sem religião, mas não tem uma pergunta que busque especificar por que motivo a pessoa se declarou sem religião”, afirma o também pesquisador do IBGE Bruno Perez.</p>
<p>Outro fenômeno percebido pela pesquisa foi o <strong>crescimento das religiões de matriz africana, como umbanda e candomblé, que passaram de 0,3% em 2010 para 1% em 2022.</strong></p>
<p>“Um movimento tem sido feito nos últimos contra a intolerância religiosa. E essas pessoas estão se colocando como umbandistas, candomblecistas, estão se voltando para essa religiosidade. A gente pode ter também uma migração das pessoas [que já seguiam essas religiões, mas] que se declaravam como espíritas ou como católicas, em função do medo ou da vergonha de se declararem como umbandistas ou candomblecistas”, destaca Maria Goreth.</p>
<h2>Católicos</h2>
<p>Por outro lado, <strong>os católicos apostólicos romanos recuaram no país, de 65%, em 2010, para 56,7%, em 2022</strong>. A queda da participação dos católicos no total da população do Brasil vem sendo registrada em toda a série histórica do levantamento, iniciada em 1872.</p>
<p>Naquele ano, por exemplo, eles representavam a quase totalidade da população (99,7%). Em 2000, passaram a ser três quartos da população (74,1%), chegando a dois terços em 2010 e se aproximando da metade, em 2022.</p>
<p>O Nordeste e o Sul eram as regiões com maior participação de católicos, em 2022: 63,9% e 62,4%, respectivamente. Já o Norte tinha a menor participação: 50,5%. No Centro-Oeste e no Sudeste, os percentuais eram de 52,6% e 52,2%, respectivamente.</p>
<p><strong>Os católicos ainda eram maioria em 4.881 municípios brasileiros.</strong> Em 20 deles, dos quais 14 estão no Rio Grande do Sul, os católicos superavam 95%. As maiores proporções estavam naqueles locais gaúchos com imigração italiana e/ou polonesa: Montauri, Centenário, União da Serra e Vespasiano Corrêa.</p>
<p>Entre aqueles municípios com mais de 100 mil habitantes, Crato (CE) tinha a maior proporção de católicos em 2022 (81,3%).</p>
<p>Analisando-se as unidades da federação, a maior proporção de católicos apostólicos romanos foi observada no Piauí (77,4%), enquanto a menor foi registrada em Roraima (37,9%).</p>
<p>De acordo com o Censo, a proporção de católicos aumenta de acordo com a idade, a partir 30 anos. Entre os que têm 20 a 29 anos, por exemplo, 51,2% diziam seguir essa denominação. Na população com 80 anos ou mais, o percentual chegava a 72%.</p>
<h2>Evangélicos</h2>
<p>A distribuição dos evangélicos por faixa etária é mais uniforme, mas é um pouco maior entre as faixas etárias mais jovens. Entre aqueles que têm de 10 a 14 anos, por exemplo, 31,6% declararam ter essa religião, em 2022.</p>
<p>O percentual varia entre 27,5% e 28,9%, na faixa de 15 a 49 anos. A partir daí, os evangélicos têm ligeira queda conforme a idade avança, chegando à parcela de 19% entre aqueles com 80 anos ou mais.</p>
<p><strong>A Região Norte possuía maior proporção de evangélicos na população (36,8%)</strong>, seguida pelo Centro-Oeste (31,4%). Sudeste e Sul tinham, respectivamente, 28% e 23,7%. O Nordeste apresentava a menor proporção: 22,5%.</p>
<p>Entre os estados com maior população de evangélicos, destaca-se o Acre (44,4%). Piauí tinha a menor proporção de seguidores dessa denominação na sua população (15,6%).</p>
<p><strong>Os evangélicos eram maioria da população em apenas 58 municípios</strong>, com destaque para aqueles de colonização alemã/pomerana: Arroio do Padre (RS), Arabutã (SC) e Santa Maria de Jetibá (ES). Em 244 municípios, eles não eram maioria, mas representavam a principal religião. Manacapuru (AM) era o município com mais de 100 mil habitantes que registrou a maior proporção de evangélicos (51,8%).</p>
<h2>Outras denominações</h2>
<p><strong>O Censo mostrou ainda o crescimento de pessoas que declaram ter outras religiosidades (como judaísmo, islamismo, budismo, tradições esotéricas ou várias religiões), que passaram de 2,7%, em 2010, para 4%, em 2022; e tradições indígenas (de 0 para 0,1% no período).</strong></p>
<p><strong>Os espíritas, por outro lado, reduziram sua presença na matriz religiosa brasileira, passando de 2,1% para 1,8%, entre os dois censos</strong>.</p>
<p>Em 2022, Roraima era o estado com maior proporção de pessoas com tradições indígenas na população (1,7%), de outras religiosidades (7,8%) e sem religião (16,9%). Neste último caso, o posto é dividido com o Rio de Janeiro, que também possuía 16,9% de pessoas sem religião. O Rio também tinha a maior proporção de espíritas na população (3,5%).</p>
<p>Já o Rio Grande do Sul apresentou a maior proporção de praticantes de umbanda, candomblé e outras religiões de matriz africana (3,2%).</p>
<p> </p>
<table align="center" border="1" cellpadding="1" cellspacing="1" style="width:500px;">
<tbody>
<tr>
<td class="rtecenter"><strong>RELIGIÕES NO BRASIL</strong></td>
<td class="rtecenter"><strong>2010</strong></td>
<td class="rtecenter"><strong>2022</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Católica apostólica romana</strong></td>
<td class="rtecenter">65%</td>
<td class="rtecenter">56,7%</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Evangélicas</strong></td>
<td class="rtecenter">21,7%</td>
<td class="rtecenter">26,9%</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Espírita</strong></td>
<td class="rtecenter">2,1%</td>
<td class="rtecenter">1,8%</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Umbanda e candomblé</strong></td>
<td class="rtecenter">0,3%</td>
<td class="rtecenter">1%</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Tradições indígenas</strong></td>
<td class="rtecenter">0</td>
<td class="rtecenter">0,1%</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Outras religiosidades</strong></td>
<td class="rtecenter">2,7%</td>
<td class="rtecenter">4%</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Sem religião</strong></td>
<td class="rtecenter">7,9%</td>
<td class="rtecenter">9,3%</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Não sabe/sem declaração</strong></td>
<td class="rtecenter">0,1%</td>
<td class="rtecenter">0,2%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> <em>Fonte: IBGE</em></p>
<h2>Cor e sexo</h2>
<p><strong>De acordo com o IBGE, as mulheres eram maioria em quase todos os grupos de religiões, em 2022</strong>, com exceção das pessoas sem religião, em que os homens representavam 56,2%, e de tradições indígenas, onde os homens eram 50,9%.</p>
<p>No catolicismo, elas representavam 51% do total dos seguidores desta religião, percentual inferior à participação feminina na população total com mais de 10 anos (51,8%).</p>
<p>O grupo com maior percentual de mulheres é o de espíritas, em que elas representavam 60,6% do total. Em seguida, aparece o grupo umbanda e candomblé, em que elas eram 56,7%. Entre os evangélicos, elas respondiam por 55,4% do total de fiéis.</p>
<p><strong>Em 2022, o catolicismo predominou em todas as categorias de cor ou raça.</strong> Dentre os que se declararam brancos, 60,2% se identificavam como católicos apostólicos romanos, 23,5% como evangélicos e 8,4% como sem religião. </p>
<p>Entre as pessoas que se declararam pretas, 49% eram católicas, 30% evangélicas e 12,3% sem religião. Já entre os pardos, as proporções eram de 55,6% de católicos, 29,3% de evangélicos e 9,3% sem religião.</p>
<p>O Censo mostrou que a população com maior percentual de evangélicos são os indígenas (32,2%). Entre eles, 42,7% são católicos e apenas 7,6% seguem as tradições religiosas indígenas.</p>
<h2>Escolaridade</h2>
<p>No recorte de escolaridade, o Censo observou que,<strong> entre aqueles com 15 anos ou mais, a maior taxa de analfabetismo foi observada naqueles que seguem tradições indígenas (24,6%) e nos católicos (7,8%).</strong> Entre os evangélicos, que aparecem em terceiro lugar, a taxa era de 5,4%.</p>
<p>Nos demais grupos, a taxa era de 5,3% para os sem religião, de 3% para outras religiosidades, de 2,4% para umbanda e candomblé e 1% para os espíritas.</p>
<p>Analisando-se a escolaridade da população com 25 anos ou mais, o Censo constatou que o grupo religioso com maior número de pessoas com ensino superior completo era o de espíritas (48%), seguido por umbanda e candomblé (25,5%), outras religiosidades (23,6%) e sem religião (20,5%).</p>
<p>Entre os católicos, o percentual era de 18,4%, enquanto que, entre os evangélicos, era de 14,4%. No grupo daqueles que declararam seguir tradições indígenas, 12,2% tinham ensino superior completo.</p>
<p>As proporções de pessoas sem instrução ou com ensino fundamental incompleto em cada grupo de religião foram: espíritas (11,3%), umbanda e candomblé (19,9%), outras religiosidades (23,6%), sem religião (30,1%), evangélicos (34,9%), católicos (38%) e tradições indígenas (53,6%).</p>
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    </div>
<p> Vitor Abdala &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-06/evangelicos-crescem-e-representam-mais-de-um-quarto-da-populacao">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 06 Jun 2025 10:01:00 -0300 </p>

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