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	<title>Arquivo de 4% no primeiro trimestre de 2025 - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de 4% no primeiro trimestre de 2025 - WeekNews</title>
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		<title>Moody’s reduz perspectiva para nota da dívida do governo brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 May 2025 02:08:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o perfil da Agência Brasil no Instagram]]></category>
		<category><![CDATA[2 bilhões em abril]]></category>
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		<category><![CDATA[classificação de risco]]></category>
		<category><![CDATA[Contas públicas têm superávit de R$ 14]]></category>
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		<category><![CDATA[Moody’s classifica o país]]></category>
		<category><![CDATA[PIB atinge patamar recorde pelo 14º trimestre seguido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A agência de classificação de risco Moody’s manteve a nota da dívida pública brasileira um nível abaixo do grau de investimento, mas eliminou a chance de alta na classificação nos próximos meses. A decisão foi divulgada no fim da tarde desta sexta-feira (31). A nota do país continua em Ba1, um nível abaixo do grau de investimento. No entanto, a perspectiva, que em outubro estava positiva, com chance de elevação nos próximos meses, caiu para estável, sem chance de alteração. O grau de investimento representa a garantia de que o país não corre risco de dar calote na dívida pública. Em seu comunicado, a agência mencionou os esforços de consolidação fiscal, incluindo o cumprimento das metas de resultado primário. No entanto, a Moody’s&#8230;</p>
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<p>A agência de classificação de risco Moody’s manteve a nota da dívida pública brasileira um nível abaixo do grau de investimento, mas <strong>eliminou a chance de alta na classificação nos próximos meses</strong>. A decisão foi divulgada no fim da tarde desta sexta-feira (31).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1748657320_619_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1748657320_445_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A nota do país continua em Ba1, um nível abaixo do grau de investimento. <strong>No entanto, a perspectiva, que em outubro estava positiva, com chance de elevação nos próximos meses, caiu para estável, sem chance de alteração.</strong> O grau de investimento representa a garantia de que o país não corre risco de dar calote na dívida pública.</p>
<p>Em seu comunicado, a agência mencionou os esforços de consolidação fiscal, incluindo o cumprimento das metas de resultado primário. <strong>No entanto, a Moody’s avalia que o avanço de reformas para enfrentar a rigidez orçamentária e fortalecer a credibilidade da política fiscal está mais lento do que o esperado em outubro de 2024, quando foi feita a avaliação anterior.</strong></p>
<p>A agência sugeriu medidas, como a desvinculação de receitas, a desindexação de benefícios sociais do salário mínimo ou a reforma dos benefícios da seguridade social para criar espaço fiscal e permitir uma possível melhora da nota de crédito do país. A Moody’s alertou que, se os esforços para o reequilíbrio das contas públicas forem revertidos ou se mostrarem menos efetivos que o esperado, há o risco de mudar a perspectiva da nota brasileira para negativa.</p>
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<h2>Resposta</h2>
<p><strong>Em nota, a Secretaria do Tesouro Nacional informou que o governo está empenhado em melhorar as contas públicas, esforçando-se para aumentar a arrecadação e segurar gastos. </strong>“O Ministério da Fazenda reafirma seu compromisso com a melhoria contínua dos resultados fiscais e com o aprofundamento do processo de reformas estruturais, essenciais para garantir o maior crescimento econômico de longo prazo e assegurar o equilíbrio das contas públicas”, destacou o comunicado.</p>
<p>O Tesouro ressaltou a importância das articulações entre o governo e o Congresso Nacional para a continuidade da aprovação de reformas. “Esse processo tem ocorrido – e continuará ocorrendo – por meio do trabalho conjunto entre o Poder Executivo e o Congresso Nacional, que demonstraram eficácia ao aprovar diversas medidas relevantes, incluindo uma ampla reforma tributária”, prosseguiu o Tesouro, na nota.</p>
<p>Desde outubro do ano passado, a Moody’s classifica o país um nível abaixo do grau de investimento. A nota é melhor que a de outras agências.</p>
<h2>Classificação</h2>
<p>Em julho de 2023, a Fitch elevou a nota brasileira para dois níveis abaixo do grau de investimento, com perspectiva estável. Em dezembro de 2023, a S&amp;P Global também elevou a classificação do país para dois níveis abaixo do grau de investimento.<br /> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
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<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script> Wellton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/moodys-reduz-perspectiva-para-nota-da-divida-do-governo-brasileiro">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 30 May 2025 18:55:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Contas públicas têm superávit de R$ 14,2 bilhões em abril</title>
		<link>https://weeknews.online/contas-publicas-tem-superavit-de-r-142-bilhoes-em-abril/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2025 15:44:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[4% no primeiro trimestre de 2025]]></category>
		<category><![CDATA[contas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Central]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE reúne 30 países em Fortaleza para discutir integração de dados]]></category>
		<category><![CDATA[montante do déficit difere do resultado divulgado]]></category>
		<category><![CDATA[PIB cresce 1]]></category>
		<category><![CDATA[Produtores afetados por estiagem no RS podem renegociar crédito rural]]></category>
		<category><![CDATA[superávit]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. As contas públicas fecharam o mês de abril com saldo positivo, resultado do superávit do Governo Central. O setor público consolidado – formado por União, estados, municípios e empresas estatais – registrou superávit primário de R$ 14,150 bilhões no mês passado. Houve crescimento em relação a abril de 2024, quando as contas fecharam com R$ 6,688 de superávit. Na comparação interanual, houve melhora nas contas públicas também em razão da melhora nas contas do Governo Central, que inclui Previdência, Banco Central e Tesouro Nacional. As receitas federais subiram em ritmo maior que as despesas, o que explica a melhora. As Estatísticas Fiscais foram divulgadas nesta sexta-feira (30) pelo Banco Central (BC). O déficit primário representa o resultado negativo das contas do setor público&#8230;</p>
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<p>As contas públicas fecharam o mês de abril com saldo positivo, resultado do superávit do Governo Central. O setor público consolidado – formado por União, estados, municípios e empresas estatais – registrou superávit primário de R$ 14,150 bilhões no mês passado.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1748619848_368_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1748619848_124_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Houve crescimento em relação a abril de 2024, quando as contas fecharam com R$ 6,688 de superávit.</strong> Na comparação interanual, houve melhora nas contas públicas também em razão da melhora nas contas do Governo Central, que inclui Previdência, Banco Central e Tesouro Nacional. <strong>As receitas federais subiram em ritmo maior que as despesas, o que explica a melhora.</strong></p>
<p>As Estatísticas Fiscais foram divulgadas nesta sexta-feira (30) pelo Banco Central (BC). O déficit primário representa o resultado negativo das contas do setor público (despesas menos receitas), desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública.</p>
<p><strong>No acumulado do ano, o setor público consolidado registra superávit primário de R$ 102,860 bilhões.</strong> Em 12 meses &#8211; encerrados em abril &#8211; as contas acumulam um pequeno resultado negativo de R$ 6,012 bilhões, o que corresponde a 0,05% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país).</p>
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<p>Em 2024, as contas públicas fecharam o ano com déficit primário de R$ 47,553 bilhões, 0,4% do PIB.</p>
<h2>Esferas de governo</h2>
<p>Em abril último, a conta do Governo Central teve superávit primário de R$ 16,227 bilhões ante resultado positivo de R$ 8,762 bilhões em abril de 2024. O montante do déficit difere do resultado divulgado ontem (29) pelo Tesouro Nacional, de superávit de R$ 17,782 bilhões, porque o BC usa uma metodologia diferente, que leva em conta a variação da dívida dos entes públicos.</p>
<p><strong>Os governos estaduais registraram déficit no mês de abril de R$ 1,017 bilhão, ante superávit de R$ 591 milhões em abril do ano passado.</strong> Já os governos municipais tiveram resultado positivo de R$ 358 milhões em abril deste ano. No mesmo mês de 2024, houve déficit de R$ 1,967 bilhão para esses entes.</p>
<p>Com isso, no total, os governos regionais &#8211; estaduais e municipais &#8211; tiveram déficit de R$ 659 milhões em abril passado contra resultado negativo de R$ 1,377 bilhão no mesmo mês de 2024.</p>
<p>Da mesma forma, as empresas estatais federais, estaduais e municipais &#8211; excluídas dos grupos Petrobras e Eletrobras – contribuíram para redução do superávit das contas públicas, com o resultado negativo de R$ 1,418 bilhão em abril No mesmo mês de 2024, o déficit foi de R$ 698 milhões.</p>
<h2>Despesas com juros</h2>
<p><strong>Os gastos com juros ficaram em R$ 69,686 bilhões no mês passado, uma redução em relação aos R$ 76,326 bilhões registrados em abril de 2024.</strong> De acordo com o BC, não é comum a conta de juros apresentar grandes variações, especialmente negativas, já que os juros são apropriados por competência, mês a mês.</p>
<p>Mas no resultado, há os efeitos das operações do Banco Central no mercado de câmbio (swap cambial, que é a venda de dólares no mercado futuro) que, neste caso, contribuíram para a melhora da conta de juros em abril. Os resultados dessas operações são transferidos para o pagamento dos juros da dívida pública, como receita quando há ganhos e como despesa quando há perdas.</p>
<p>Em abril de 2024, as operações de <em>swap</em> tiveram perda de R$ 11,2 bilhões, quando em abril deste ano houve ganho de RS 15,8 bilhões, reduzindo a conta de juros. Por outro lado, no mês passado, contribuíram para o aumento dos gastos com juros o aumento da taxa básica de juros, a Selic, e da inflação e o próprio crescimento da dívida no período.</p>
<p><strong>Com isso, o resultado nominal das contas públicas – formado pelo resultado primário e os gastos com juros – caiu na comparação interanual. </strong>No mês de abril, o déficit nominal ficou em R$ 55,536 bilhões contra o resultado negativo de R$ 69,638 bilhões em igual mês de 2024.</p>
<p><strong>Em 12 meses encerrados em fevereiro, o setor público acumula déficit R$ 934,376 bilhões, ou 7,76% do PIB.</strong> O resultado nominal é levado em conta pelas agências de classificação de risco ao analisar o endividamento de um país, indicador observado por investidores.</p>
<h2>Dívida pública</h2>
<p><strong>A dívida líquida do setor público &#8211; balanço entre o total de créditos e débitos dos governos federal, estaduais e municipais &#8211; chegou a R$ 7,432 trilhões em abril, o que corresponde a 61,7% do PIB. </strong>Em março, o percentual da dívida líquida em relação ao PIB estava em 61,6% (R$ 7,379 trilhões).</p>
<p>No mês de abril deste ano, a dívida bruta do governo geral (DBGG) &#8211; que contabiliza apenas os passivos dos governos federal, estaduais e municipais &#8211; chegou a R$ 9,176 trilhões ou 76,2%, com aumento em relação ao mês anterior &#8211; R$ 9,095 trilhões ou 75,9% do PIB). Assim como o resultado nominal, a dívida bruta é usada para traçar comparações internacionais.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/contas-publicas-tem-superavit-de-r-142-bilhoes-em-abril">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 30 May 2025 11:24:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/contas-publicas-tem-superavit-de-r-142-bilhoes-em-abril/">Contas públicas têm superávit de R$ 14,2 bilhões em abril</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>PIB atinge patamar recorde pelo 14º trimestre seguido</title>
		<link>https://weeknews.online/pib-atinge-patamar-recorde-pelo-14o-trimestre-seguido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2025 15:13:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[14%]]></category>
		<category><![CDATA[4% estimativa para o PIB este ano]]></category>
		<category><![CDATA[4% no primeiro trimestre de 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[consumo das famílias]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Fazenda aumenta para 2]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado melhora expectativa sobre economia com PIB a 2]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[PIB cresce 1]]></category>
		<category><![CDATA[serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Com o crescimento de 1,4% no Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre deste ano, em relação ao trimestre anterior, a economia brasileira atingiu um novo patamar recorde. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB nacional vem atingindo níveis recordes consecutivos há 14 trimestres, ou seja, o quarto trimestre de 2021. No primeiro trimestre deste ano, também atingiram patamares recordes os setores da agropecuária e dos serviços. Os serviços, aliás, vêm atingindo níveis recordes há 15 trimestres, ou seja, desde o terceiro trimestre de 2021. Sob a ótica da demanda, também atingiram patamares recordes o consumo das famílias, consumo do governo e exportações. Por outro lado, indústria e investimentos estão longe de seus patamares recordes, ambos atingidos em 2013.&#8230;</p>
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]]></description>
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<p>Com o <strong>crescimento de 1,4% no Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre deste ano, em relação ao trimestre anterior</strong>, a <strong>economia brasileira atingiu um novo patamar recorde</strong>. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o <strong>PIB nacional vem atingindo níveis recordes consecutivos há 14 trimestres, ou seja, o quarto trimestre de 2021.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1748617997_264_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1748617997_988_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No primeiro trimestre deste ano, também <strong>atingiram patamares recordes os setores da agropecuária e dos serviços</strong>. Os <strong>serviços, aliás, vêm atingindo níveis recordes há 15 trimestres, ou seja, desde o terceiro trimestre de 2021.</strong> Sob a ótica da demanda, também <strong>atingiram patamares recordes o consumo das famílias, consumo do governo e exportações.</strong></p>
<p>Por outro lado, <strong>indústria e investimentos</strong> estão longe de seus patamares recordes, ambos atingidos em 2013. A formação bruta de capital fixo, ou seja, os investimentos, por exemplo, está 6,7% abaixo do nível do segundo trimestre de 2013, enquanto a indústria está 4,7% abaixo do nível do terceiro trimestre daquele ano.</p>
<blockquote>
<p>“A indústria é a única das grandes três atividades econômicas que ainda está no patamar abaixo do pico”, ressalta a pesquisadora do IBGE, Rebeca Palis.</p>
</blockquote>
<p><strong>PIB</strong></p>
<p>Segundo o IBGE, o <strong>crescimento do PIB do quarto trimestre de 2024 para o primeiro trimestre deste ano foi puxado principalmente pelo desempenho da agropecuária, que teve crescimento de 12,2%.</strong></p>
<blockquote>
<p>“A agro tem dois efeitos principais este ano: um é a questão climática que está favorável e a outra é que as colheitas que estão crescendo muito, como a soja, que é a nossa principal lavoura, está concentrada no primeiro semestre. A gente também tem o milho crescendo, o fumo, o arroz, várias colheitas que estão crescendo esse ano têm muita safra no primeiro semestre”, explica Rebeca.</p>
</blockquote>
<p>Os<strong> serviços, que correspondem a 70% da economia brasileira, também tiveram desempenho positivo, crescendo 0,3% no trimestre em relação ao trimestre anterior</strong>, com destaque para as atividades de informação e comunicação (3%). Já a indústria apresentou taxa negativa (-0,1%), devido a resultados da construção (com queda de 0,8%) e da indústria da transformação (-1%).</p>
<p>Segundo Rebeca Palis, esses são setores que estão sentindo os efeitos da alta taxa básica de juros (Selic).</p>
<p>Sob a ótica da demanda, houve altas em todos os componentes no primeiro trimestre deste ano em relação ao trimestre anterior: <strong>consumo das famílias (1%), formação bruta de capital fixo (3,1%), exportações (2,9%) e consumo do governo (0,1%).</strong></p>
<blockquote>
<p>“Em relação ao consumo das famílias, a gente ainda tem fatores que prejudicam, como a inflação bem resiliente e a política monetária restritiva. Mas a gente continua tendo melhora no mercado de trabalho, continua tendo programas de transferência de renda do governo para as famílias e o crédito continua crescendo, apesar de estar mais caro, então são várias coisas contribuindo positivamente”, disse a pesquisadora. “Mas o consumo das famílias poderia ser mais alto se a gente não tivesse uma política monetária restritiva”.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Vitor Abdala &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/pib-atinge-patamar-recorde-pelo-14o-trimestre-seguido">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 30 May 2025 11:51:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/pib-atinge-patamar-recorde-pelo-14o-trimestre-seguido/">PIB atinge patamar recorde pelo 14º trimestre seguido</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Prazo para entregar declaração do IRPF termina nesta sexta-feira</title>
		<link>https://weeknews.online/prazo-para-entregar-declaracao-do-irpf-termina-nesta-sexta-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2025 14:41:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[4% no primeiro trimestre de 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE reúne 30 países em Fortaleza para discutir integração de dados]]></category>
		<category><![CDATA[IRPF]]></category>
		<category><![CDATA[IRPF 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Meu Imposto de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[PIB cresce 1]]></category>
		<category><![CDATA[primeiro lote de restituições]]></category>
		<category><![CDATA[Receita paga nesta sexta maior lote de restituição do IR da história]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O prazo para entregar a declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2025, referente ao ano-base de 2024, termina às 23h59 desta sexta-feira (30), no horário de Brasília. Até as 9h30 de hoje, 39.647.954 declarações foram enviadas, do total de 46,2 milhões esperados pela Receita. Quem não entregar a declaração dentro do prazo legal estará sujeito a multa de 1% ao mês sobre o valor do imposto devido, podendo chegar a até 20% do imposto. Se o contribuinte não tiver imposto a pagar, a cobrança mínima é de R$ 165,74. Quem deve declarar Algumas pessoas são obrigadas a entregar a declaração: quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 33.888; isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte acima do limite de R$ 200 mil.·        &#8230;</p>
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<p><strong>O prazo para entregar a declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2025, referente ao ano-base de 2024, termina às 23h59 desta sexta-feira (30), no horário de Brasília.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1748616083_222_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1748616083_28_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Até as 9h30 de hoje, 39.647.954 declarações foram enviadas, do total de 46,2 milhões esperados pela Receita.</p>
<p>Q<strong>uem não entregar a declaração dentro do prazo legal estará sujeito a multa de 1% ao mês sobre o valor do imposto devido, podendo chegar a até 20% do imposto. </strong>Se o contribuinte não tiver imposto a pagar, a cobrança mínima é de R$ 165,74.</p>
<p>Quem deve declarar</p>
<p>Algumas pessoas são obrigadas a entregar a declaração:</p>
<ul>
<li>quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 33.888;</li>
<li>isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte acima do limite de R$ 200 mil.·        </li>
<li>obteve receita bruta na atividade rural em valor acima de R$ 169.440; ou pretende compensar prejuízos da atividade rural deste ou de anos anteriores.</li>
<li>Teve a posse ou a propriedade, em 31 de dezembro do ano-calendário, de bens ou direitos, inclusive terra nua, acima de R$ 800 mil.</li>
<li>operações em bolsa de valores acima de R$ 40 mil, a partir de 2023. Para anos anteriores, não há limite, avisa a Receita Federal.</li>
</ul>
<p>O cidadão não precisa enviar a declaração se:</p>
<ul>
<li>não se enquadrar em nenhuma das situações acima;</li>
<li>constar como dependente em declaração de outra pessoa, na qual tenham sido informados seus rendimentos, bens e direitos, se possuir;</li>
<li>teve seus bens e direitos declarados pelo cônjuge ou companheiro, desde que o valor total dos seus bens privativos não seja maior que o limite em 31 de dezembro.</li>
</ul>
<p>Mesmo que não seja obrigada, qualquer pessoa pode enviar a declaração, desde que não conste em outra declaração como dependente. Em seu site, a Receita Federal cita o exemplo: uma pessoa que não é obrigada, mas teve imposto sobre a renda retido na fonte, pode enviar a declaração para obter a sua restituição.</p>
<p>Quem pode ser dependente</p>
<ul>
<li>Cônjuge, ou companheiro com quem o contribuinte tenha filho ou viva há mais de 5 anos.</li>
<li>Filhos ou enteados</li>
</ul>
<ol>
<li>de até 21 anos de idade;</li>
<li>de qualquer idade, quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho;</li>
<li>de até 24 anos, se ainda estiver cursando ensino superior ou escola técnica de segundo grau.</li>
</ol>
<ul>
<li>Irmãos, netos ou bisnetos, sem arrimo dos pais, de quem o contribuinte detenha a guarda judicial:</li>
</ul>
<ol>
<li>de até 21 anos;</li>
<li>de qualquer idade, quando incapacitado física e/ou mentalmente para o trabalho;</li>
<li>de até 24 anos, se ainda estiver cursando ensino superior ou escola técnica de segundo grau, desde que o contribuinte tenha detido sua guarda judicial até os 21 anos.</li>
</ol>
<ul>
<li>pais, avós e bisavós se no ano-calendário tiverem recebido rendimentos, tributáveis ou não, até o limite de isenção. O limite de isenção deve ser calculado pela tabela mensal, ajustado pelo número de meses no caso de Declaração de Saída Definitiva do país.</li>
<li>menor pobre de até 21 anos, que o contribuinte crie e eduque, desde que detenha sua guarda judicial.</li>
<li>tutelado e curatelado absolutamente incapaz do qual o contribuinte seja tutor ou curador.</li>
</ul>
<p>Para mais esclarecimentos, acesse o site <a rel="nofollow" target="_blank" href="http:// https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/meu-imposto-de-renda" target="_blank">Meu Imposto de Renda</a>.</p>
<h2>Primeiro lote de restituições</h2>
<p>Nesta sexta-feira foi pago o primeiro lote de restituições, destinado aos contribuintes que enviaram a declaração antecipadamente e fazem parte dos grupos prioritários. Serão liberados R$ 11 bilhões para 6,257 milhões de pessoas, o maior lote já pago da história.</p>
<p>O pagamento será feito na conta ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração do Imposto de Renda. </p>
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<p> Daniella Almeida &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/prazo-para-entregar-declaracao-do-irpf-termina-nesta-sexta-feira">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 30 May 2025 11:24:00 -0300 </p>

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