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	<title>Arquivo de 55% - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de 55% - WeekNews</title>
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		<title>BC mantém juros básicos em 15% ao ano pela terceira vez seguida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 02:45:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[>>  Ata do Copom indica Selic a 15% "por período bastante prolongado"]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O recuo da inflação e a desaceleração da economia fizeram o Banco Central (BC) não mexer nos juros. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a Taxa Selic, juros básicos da economia, em 15% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado financeiro. Em nota, o BC informou que o ambiente externo se mantém incerto por causa da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, com reflexos nas condições financeiras globais. Notícias relacionadas: Ata do Copom indica Selic a 15% &#8220;por período bastante prolongado&#8221;. Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 4,55% no Brasil. No Brasil, destacou o comunicado, a inflação continua acima da meta, apesar da desaceleração da atividade econômica, o que indica que os juros continuarão alto por bastante&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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				</p>
<p>O recuo da inflação e a desaceleração da economia fizeram o Banco Central (BC) não mexer nos juros. <strong>Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a Taxa Selic, juros básicos da economia, em 15% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado financeiro.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1762397106_298_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1762397106_343_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Em nota, o BC informou que o ambiente externo se mantém incerto por causa da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, com reflexos nas condições financeiras globais.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Ata do Copom indica Selic a 15% &#8220;por período bastante prolongado&#8221;.</li>
<li>Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 4,55% no Brasil.</li>
</ul>
<p>No Brasil, destacou o comunicado, a inflação continua acima da meta, apesar da desaceleração da atividade econômica, o que indica que os juros continuarão alto por bastante tempo.</p>
<blockquote>
<p>“O cenário atual, marcado por elevada incerteza, exige cautela na condução da política monetária. O comitê avalia que a estratégia de manutenção do nível corrente da taxa de juros por período bastante prolongado é suficiente para assegurar a convergência da inflação à meta”, destacou o BC.</p>
</blockquote>
<p><strong>O Copom não descartou a possibilidade de voltar a elevar os juros “caso julgue apropriado”.</strong></p>
<p><strong>Essa é a terceira reunião seguida em que o Copom mantém os juros básicos. </strong>A taxa está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano.</p>
<p>Após chegar a 10,5% ao ano em de maio do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro de 2024. <strong>A Selic chegou a 15% ao ano na reunião de julho, sendo mantida nesse nível desde então.</strong></p>
<h2>Inflação</h2>
<p><strong>A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).</strong> Em setembro, o IPCA acelerou para 0,48%, influenciada pela conta de energia. Com o resultado, o indicador acumula alta de 5,17% em 12 meses, acima do teto da meta contínua de inflação.</p>
<p>No entanto, o IPCA-15 de outubro, que funciona como uma prévia da inflação oficial, veio abaixo das expectativas. O indicador desacelerou por causa dos preços dos alimentos, que caíram pelo quinto mês seguido.</p>
<p>Pelo novo sistema de meta contínua, em vigor desde janeiro, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.</p>
<p>No modelo de meta contínua, a meta passa ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em novembro de 2025, a inflação desde dezembro de 2024 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em dezembro, o procedimento se repete, com apuração a partir de janeiro de 2025. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.</p>
<p>No último Relatório de Política Monetária, divulgado no fim de setembro pelo Banco Central, a autoridade monetária  diminuiu para 4,8% a previsão do IPCA para 2025, mas a estimativa pode ser revista, dependendo do comportamento do dólar e da inflação. A próxima edição do documento, que substituiu o antigo Relatório de Inflação, será divulgada no fim de dezembro.</p>
<p>As previsões do mercado estão mais otimistas. De acordo com o boletim <em>Focus</em>, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano  em 4,55%, levemente acima acima do teto da meta. Há um mês, as estimativas do mercado estavam em 4,8%.</p>
<h2>Crédito mais caro</h2>
<p><strong>O aumento da taxa Selic ajuda a conter a inflação. Isso porque juros mais altos encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo.</strong> Por outro lado, taxas maiores dificultam o crescimento econômico. No último <em>Relatório de Política Monetária</em>, o Banco Central diminuiu de 2,1% para 2% a projeção de crescimento para a economia em 2025.</p>
<p>O mercado projeta crescimento um pouco melhor. Segundo a última edição do boletim <em>Focus</em>, os analistas econômicos preveem expansão de 2,16% do PIB em 2025.</p>
<p>A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</p>
<p><strong>Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. </strong>Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.</p>
<p> Wellton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-11/bc-mantem-juros-basicos-em-15-ao-ano-pela-terceira-vez-seguida">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 05 Nov 2025 18:37:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 5,46%</title>
		<link>https://weeknews.online/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-546/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 15:04:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,5% para 5,46% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (2), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. Para 2026, a projeção da inflação permaneceu em 4,5%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 4% e 3,85%, respectivamente. A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o&#8230;</p>
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<p>A <strong>previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,5% para 5,46% este ano.</strong> A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (2), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1748876678_7_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1748876678_393_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Para 2026, a projeção da inflação permaneceu em 4,5%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 4% e 3,85%, respectivamente.</strong></p>
<p>A <strong>estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC</strong>. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. <strong>Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</strong></p>
<p>Em abril, a inflação oficial fechou em 0,43%, <strong>pressionada principalmente pelos preços dos alimentos e de produtos farmacêuticos</strong>. O resultado mostra desaceleração pelo segundo mês seguido, após o IPCA ter marcado 1,31% em fevereiro e 0,56% em março. <strong>No acumulado em 12 meses, o índice divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) soma 5,53%</strong>.</p>
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<h2>Juros básicos</h2>
<p><strong>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 14,75% ao ano</strong>. A alta do preço dos alimentos e da energia e as incertezas em torno da economia global fizeram o BC aumentar mais uma vez os juros em 0,5 ponto percentual na última reunião, no início do mês, o sexto aumento seguido da Selic em um ciclo de contração na política monetária.</p>
<p>Em comunicado, o Copom não deu pistas sobre o que deve ocorrer na próxima reunião, na metade de junho. <strong>Afirmou apenas que o clima de incerteza permanece alto e exigirá prudência da autoridade monetária, tanto em eventuais aumentos futuros como no período em que a Selic deve ficar em 14,75% ao ano.</strong></p>
<p>A <strong>estimativa do mercado financeiro é que a taxa básica encerre 2025 neste patamar.</strong> Para o fim de 2026, a estimativa é de que a taxa básica caia para 12,5% ao ano. <strong>Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente, para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.</strong></p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p><strong>Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</strong></p>
<h2>PIB e câmbio</h2>
<p>A <strong>projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano variou de 2,14% para 2,13%.</strong> <strong>Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB &#8211; a soma dos bens e serviços produzidos no país) passou de 1,7% para 1,8%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2%, para os dois anos.</strong></p>
<p><strong>Puxada pela agropecuária, no primeiro trimestre de 2025, a economia brasileira cresceu 1,4%</strong>, de acordo com o IBGE.</p>
<p><strong>Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%</strong>. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando o PIB alcançou 4,8%.</p>
<p>A <strong>previsão da cotação do dólar está em R$ 5,80 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,90</strong>.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-06/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-546">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 02 Jun 2025 10:41:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Brasil deve terminar o ano melhor do que estimado por projeções</title>
		<link>https://weeknews.online/brasil-deve-terminar-o-ano-melhor-do-que-estimado-por-projecoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2025 17:17:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Área do Investidor da B3]]></category>
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		<category><![CDATA[Câmara instala comissão sobre isenção do Imposto de Renda até R$ 5 mil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
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		<category><![CDATA[Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 5]]></category>
		<category><![CDATA[ministro Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Projeções]]></category>
		<category><![CDATA[ReVar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Ao comentar os dados sobre a queda na inflação oficial do país no mês de abril, que apontou queda de 0,43% no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, revelou estar confiante que o Brasil vai terminar o ano melhor do que as projeções que estão sendo feitas pelo mercado. Mesmo sem revelar as suas projeções, o ministro disse que o ano de 2026 terá uma situação ainda “mais confortável”. “O IPCA está em linha com o que estava projetado. Eu estou confiante que nós vamos terminar o ano um pouquinho melhor do que as previsões. E o ano que vem numa situação mais confortável”, falou o ministro a jornalistas na manhã de hoje (9), na&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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<p>Ao comentar os dados sobre a queda na inflação oficial do país no mês de abril, que apontou <strong>queda de 0,43% no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)</strong>, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, revelou estar confiante que o Brasil vai terminar o ano melhor do que as projeções que estão sendo feitas pelo mercado.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1746811032_562_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1746811032_398_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Mesmo sem revelar as suas projeções, o ministro disse que o ano de 2026 terá uma situação ainda “mais confortável”.</strong></p>
<blockquote>
<p>“O IPCA está em linha com o que estava projetado. Eu estou confiante que nós vamos terminar o ano um pouquinho melhor do que as previsões. E o ano que vem numa situação mais confortável”, falou o ministro a jornalistas na manhã de hoje (9), na capital paulista.</p>
</blockquote>
<p>Haddad participou hoje (9) do <strong>lançamento oficial da calculadora de renda variável (ReVar) na sede da B3, na capital paulista. A calculadora, que já está em funcionamento desde o final do ano passado, foi desenvolvida em uma parceria entre a Secretaria da Receita Federal e a B3.</strong></p>
<p>Depois do evento, em entrevista a jornalistas, o ministro comentou sobre o esquema criminoso que foi descoberto na Previdência Social em que diversos aposentados e pensionistas tiveram descontos indevidos e não autorizados em seus benefícios. </p>
<p>Haddad informou que <strong>os aposentados e pensionistas que foram prejudicados com os descontos não autorizados serão ressarcidos e que parte desse ressarcimento será feito utilizando o bloqueio de contas das associações e sindicatos que lesaram os beneficiários.</strong> Questionado se a União irá arcar com o restante do ressarcimento, o ministro disse apenas que essa questão será ainda definida. </p>
<blockquote>
<p>“Vamos avaliar aí cada passo para verificar como os prejudicados vão ser reparados pelos danos que foram causados pelas associações que foram desmascaradas pelo governo federal”, disse Haddad.</p>
</blockquote>
<blockquote>
<p>“A notícia que nós tivemos da Advocacia-Geral da União é que um conjunto apreciável de recursos foram bloqueados das contas das associações que cometeram assaltos. Nós vamos fazer um balanço dessas iniciativas que a Advocacia-Geral da União está tomando e que a Controladoria Geral da União está tomando, justamente para fazer com que quem tem que pagar a conta é quem cometeu o abuso, quem cometeu a fraude. Não é só a responsabilidade penal, existe uma responsabilidade civil também, de ressarcimento de quem foi prejudicado. Essa é a avaliação que está sendo feita e parece que há quantidade de dinheiro disponível dessas associações para começar o ressarcimento de quem foi prejudicado”, acrescentou o ministro.</p>
<p> </p>
</blockquote>
<h2>Reforma do Imposto de Renda</h2>
<p>A jornalistas, o ministro comentou ainda sobre a <strong>reforma do Imposto de Renda</strong>, que está sendo <strong>relatada pelo deputado Arthur Lira.</strong> <strong>Haddad revelou que ainda não conversou com Lira sobre a reforma, mas disse acreditar que o relator ainda deverá ouvir o Ministério da Fazenda “para formar um juízo sobre o que está em jogo”.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Nós estamos à disposição para prestar os esclarecimentos, mas assim que ele nos procurar – e ele já sabe que eu estou 100% à disposição do Parlamento, sobretudo do relator &#8211; nós vamos apresentar para ele os nossos cálculos e mostrar que está mais fácil do que parece aprovar essa grande reforma da renda, que visa buscar a justiça”, falou o ministro. “Hoje nós temos um sistema em que a professora de escola pública paga imposto de renda, o policial militar e o bombeiro pagam imposto de renda e quem ganha R$ 1 milhão de reais por ano não paga nada. Nós estamos fixando uma alíquota mínima para todos os brasileiros que tem essa renda para começar uma correção das grandes injustiças”, acrescentou.</p>
</blockquote>
<p> </p>
<p><strong>Para o ministro, o Brasil vai viver “uma revolução” com as reformas, principalmente a tributária. “A mudança vai ser tão grande que nós vamos sair de um caos e de um inferno para um ambiente transparente, simplificado e digitalizado”, disse ele.</strong></p>
<h2>Tarifaço</h2>
<p>O ministro também voltou a comentar sobre os <strong>efeitos da</strong> <strong>política de tarifaço que está sendo aplicada pelo governo dos Estados Unidos</strong>. Segundo Haddad, turbulências estão sendo enfrentadas em todo o mundo.</p>
<blockquote>
<p>“Tenho conversado com os meus pares e todo mundo está sofrendo com os efeitos dessa turbulência, seja na Colômbia, no México, qualquer lugar. Cada um está enfrentando à sua maneira. O que eu entendo é que o Brasil está bem posicionado para enfrentar essa turbulência. Nós vamos continuar crescendo, vamos continuar gerando emprego, vamos trazer a inflação para dentro da meta, mas vamos continuar gerando oportunidade de renda, trabalho e renda no Brasil”.</p>
</blockquote>
<h2>Revar</h2>
<p>O Programa Auxiliar de Apuração do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física para operações de <strong>Renda Variável (ReVar) </strong>é a calculadora oficial da Receita Federal, elaborada em parceria com a B3, para calcular o imposto incidente sobre a renda variável de pessoas físicas. <strong>Essa ferramenta permitirá automatizar completamente o processo de apuração de ganhos em renda variável e, por consequência, o cálculo do Imposto de Renda devido nessas operações.</strong></p>
<p>Segundo o ministro Haddad, a calculadora é um mecanismo “muito simplificado” para declarar os ganhos em renda variável. </p>
<blockquote>
<p>“Com essa ferramenta, tudo fica automatizado, inclusive a ideia de que, uma vez autorizada, a Receita passe a incluir na declaração eletrônica pré-preenchida todos os ganhos que as pessoas têm para investir nesse tipo de mercado. Isso vai permitir dar um salto de qualidade”, falou.</p>
</blockquote>
<p>Depois dessa ferramenta, o governo também espera anunciar, em breve, <strong>uma que permita calcular digitalmente o imposto sobre o consumo</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Isso está no espírito da digitalização completa da economia brasileira que já está em curso e vai ganhar atração a partir do ano que vem, com a digitalização do Imposto sobre Consumo. Então, daqui a pouquinho, eu diria em cerca de dois ou três anos, toda a economia brasileira estará digitalizada”, disse o ministro. “O governo vai deixar de ser um problema e vai ser um amigo do contribuinte e do cidadão”, completou.</p>
<p> </p>
</blockquote>
<p>A <strong>calculadora ReVar</strong> é gratuita e está disponível na <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.investidor.b3.com.br/login" target="_blank">área do investidor da B3</a>. Segundo a bolsa de São Paulo, os investidores precisam apenas autorizar que os dados sejam compartilhados com a Receita.</p>
<p> </p>
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    </div>
<p> Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/brasil-deve-terminar-o-ano-melhor-do-que-estimado-por-projecoes">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 09 May 2025 12:00:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/brasil-deve-terminar-o-ano-melhor-do-que-estimado-por-projecoes/">Brasil deve terminar o ano melhor do que estimado por projeções</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<item>
		<title>Índice que reajusta aluguel acumula inflação de 8,50% em 12 meses</title>
		<link>https://weeknews.online/indice-que-reajusta-aluguel-acumula-inflacao-de-850-em-12-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2025 12:38:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[55%]]></category>
		<category><![CDATA[Aluguel]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 9]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Getulio Vargas]]></category>
		<category><![CDATA[IGPM]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 5]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado como fator de reajuste em alguns contratos de aluguel, registrou inflação de 0,24% em abril deste ano. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o indicador havia registrado deflação (queda de preços) de 0,34% em março deste ano.  Com o resultado de abril deste ano, o IGP-M acumula taxa de inflação de 8,50% em 12 meses. No acumulado do ano, a taxa é de 1,23%. Em abril de 2024, o IGP-M havia apresentado inflação de 0,31% no mês e acumulado deflação de 3,04% em 12 meses. A alta da taxa de março para abril deste ano foi puxada principalmente pelos preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, que passaram de uma deflação de&#8230;</p>
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Feed Últimas.<br />
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<p>O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado como fator de reajuste em alguns contratos de aluguel, registrou inflação de 0,24% em abril deste ano. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o indicador havia registrado deflação (queda de preços) de 0,34% em março deste ano. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1745930293_699_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1745930293_149_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Com o resultado de abril deste ano, o IGP-M acumula taxa de inflação de 8,50% em 12 meses. No acumulado do ano, a taxa é de 1,23%</strong>. Em abril de 2024, o IGP-M havia apresentado inflação de 0,31% no mês e acumulado deflação de 3,04% em 12 meses.</p>
<p>A alta da taxa de março para abril deste ano foi puxada principalmente pelos preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, que passaram de uma deflação de 0,73% em março para uma inflação de 0,13% em abril.</p>
<p><strong>Os preços da construção, medidos pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), também tiveram alta, já que a inflação subiu de 0,38% em março para 0,59% em abril.</strong></p>
<p>Por outro lado, a inflação do varejo, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC), teve queda, ao passar de 0,80% em março para 0,46% em abril.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
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    </div>
<p> Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/indice-que-reajusta-aluguel-acumula-inflacao-de-850-em-12-meses">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 29 Apr 2025 09:06:00 -0300 </p>

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		<title>Dólar cai pela sétima vez seguida e fecha em R$ 5,64</title>
		<link>https://weeknews.online/dolar-cai-pela-setima-vez-seguida-e-fecha-em-r-564/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2025 00:10:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Bolsa de Valores]]></category>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 5]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Em mais um dia de recuperação no mercado financeiro, o dólar caiu pela sétima vez consecutiva, motivado principalmente por fatores internos. A bolsa de valores subiu pela sexta vez seguida e continua no maior nível desde setembro do ano passado. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (28) vendido a R$ 5,648, com recuo de R$ 0,039 (-0,68%). A cotação iniciou o dia estável, caiu para R$ 5,65 por volta das 11h, subiu para R$ 5,68 no início da tarde e recuou perto do fim das negociações, fechando perto das mínimas do dia. No menor nível desde 3 de abril, a moeda norte-americana acumula queda de 1,02% em abril e de 8,6% em 2025. Apenas nos últimos sete pregões, a divisa caiu 4,11%. O dia&#8230;</p>
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<p>Em mais um dia de recuperação no mercado financeiro, o dólar caiu pela sétima vez consecutiva, motivado principalmente por fatores internos. A bolsa de valores subiu pela sexta vez seguida e continua no maior nível desde setembro do ano passado.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1745885408_532_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1745885408_867_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (28) vendido a R$ 5,648, com recuo de R$ 0,039 (-0,68%).</strong> A cotação iniciou o dia estável, caiu para R$ 5,65 por volta das 11h, subiu para R$ 5,68 no início da tarde e recuou perto do fim das negociações, fechando perto das mínimas do dia.</p>
<p><strong>No menor nível desde 3 de abril, a moeda norte-americana acumula queda de 1,02% em abril e de 8,6% em 2025.</strong> Apenas nos últimos sete pregões, a divisa caiu 4,11%.</p>
<p>O dia também foi marcado por recuperação no mercado de ações. <strong>O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 135.015 pontos, com alta de 0,2%.</strong> As ações de petroleiras caíram, impulsionadas por uma nova queda do petróleo no mercado internacional, mas a queda foi compensada pela valorização de papéis de bancos, de construtoras e de empresas de educação.</p>
<p>Num dia sem grandes notícias da guerra comercial entre Estados Unidos e China, fatores internos influenciaram o mercado financeiro. Uma declaração do presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, de que as expectativas de inflação continuam desconfortáveis aumentou as chances de que a autoridade monetária eleve a Taxa Selic (juros básicos da economia) na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) na próxima semana.</p>
<p>Taxas mais altas no Brasil estimulam a migração de capitais financeiros para o país. Isso beneficiou o real, que destoou de outras moedas de países emergentes, como os pesos mexicano e chileno, que caíram perante o dólar.</p>
<p><em>*Com informações da Reuters</em></p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
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<p> Wellton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil* , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/dolar-cai-pela-setima-vez-seguida-e-fecha-em-r-564">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 28 Apr 2025 19:50:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/dolar-cai-pela-setima-vez-seguida-e-fecha-em-r-564/">Dólar cai pela sétima vez seguida e fecha em R$ 5,64</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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