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	<title>Arquivo de 7 bi na economia carioca - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de 7 bi na economia carioca - WeekNews</title>
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		<title>Tuiuti trará semelhanças da diáspora africana no Brasil e em Cuba</title>
		<link>https://weeknews.online/tuiuti-trara-semelhancas-da-diaspora-africana-no-brasil-e-em-cuba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 10:46:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[>> Acompanhe a cobertura do carnaval na Agência Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[7 bi na economia carioca]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval de rua em São Paulo terá mais de 600 blocos]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval deverá injetar mais de R$ 5]]></category>
		<category><![CDATA[Conheça os enredos das escolas do Grupo Especial do Rio em 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Enredos das escolas de samba contam a história não oficial]]></category>
		<category><![CDATA[escolas de samba]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Imagine um país que levou a escravização de pretos africanos até a penúltima década do Século 19. Essas pessoas eram exploradas como força de trabalho cativa para, por exemplo, a lida nas lavouras de cana-de açúcar e de café. Além da riqueza material criada pelos pretos e apropriada pelos brancos, a diáspora de escravizados africanos legou a esse país uma imensa fortuna cultural, sempre reverenciada na culinária, no idioma, na música, no encantamento do mundo ou sacralidade. A descrição poderia ser do Brasil, mas é de um espelho nosso refletido no mar do Caribe: Cuba. Vem daquela ilha, um pouco maior em área que o Estado de Santa Catarina, o enredo Lonã Ifá Lukumi, criado pelo Grêmio Recreativo Escola de Samba Paraíso de Tuiuti. Notícias relacionadas:&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/tuiuti-trara-semelhancas-da-diaspora-africana-no-brasil-e-em-cuba/">Leia mais...</a></p>
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				</p>
<p>Imagine um país que levou a escravização de pretos africanos até a penúltima década do Século 19. Essas pessoas eram exploradas como força de trabalho cativa para, por exemplo, a lida nas lavouras de cana-de açúcar e de café. Além da riqueza material criada pelos pretos e apropriada pelos brancos, a diáspora de escravizados africanos legou a esse país uma imensa fortuna cultural, sempre reverenciada na culinária, no idioma, na música, no encantamento do mundo ou sacralidade.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770720404_570_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770720404_283_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>A descrição poderia ser do Brasil, mas é de um espelho nosso refletido no mar do Caribe: Cuba.</strong> Vem daquela ilha, um pouco maior em área que o Estado de Santa Catarina, o enredo <em>Lonã Ifá Lukumi</em>, criado pelo Grêmio Recreativo Escola de Samba Paraíso de Tuiuti.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Carnaval de rua em São Paulo terá mais de 600 blocos.</li>
<li>Carnaval deverá injetar mais de R$ 5,7 bi na economia carioca.</li>
</ul>
<p>&gt;&gt; Enredos das escolas de samba contam a história não oficial</p>
<p>&gt;&gt; Conheça os enredos das escolas do Grupo Especial do Rio em 2026</p>
<p>&gt;&gt; Acompanhe a cobertura do carnaval na Agência Brasil</p>
<p>A letra do samba-enredo que será interpretada por Pixulé, nome artístico de Roosevelt Martins Gomes da Cunha, foi encomendado pela agremiação ao professor de história e compositor Luiz Antonio Simas, em parceria com Claudio Russo e Gustavo Clarão – que já fizeram outros sambas sob demanda para desfiles da Tuiuti.</p>
<p>“Eu entrei na parceria porque o enredo me interessava”, conta Simas em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>. “Eu fiquei muito motivado com o enredo sobre a religiosidade afro-caribenha e as relações que ela tem com o Brasil.”</p>
<p>Compreender o enredo <em>Lonã Ifá Lukumi </em> requer analisar as três palavras que compõem esse título. Loña diz respeito a conexões, caminhos ou comunicação entre humanos e divindades; Lukumi (ou Lucumí, na forma aportuguesada) se refere aos descendentes iorubás escravizados em Cuba; já “o ifá”, ensina o mestre Nei Lopes, é “uma forma de religiosidade” que “une espiritualidade e racionalidade, filosofia e tecnicidade; que fundamenta e justifica inúmeras práticas rituais.”</p>
<p>O cantor, compositor, pesquisador e escritor Nei Lopes é autor do livro <em>Ifá Lucumí: o resgate da tradição</em> (Pallas Editora). A publicação “originou o enredo”, como conta o carnavalesco da Paraíso de Tuiuti, Jack Vasconcelos, em áudio compartilhado pela agremiação para a imprensa.</p>
<p> </p>
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Foto: Victor Vasconcelos/Divulgação" title="Victor Vasconcelos/Divulgação"><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/historiador.jpg" alt="São Paulo (SP) 10/02/2024 - Historiador Luiz Antonio Simas, expressa preocupação com tentativas de descaracterização carnaval pelas pressões do capital e do proselitismo religioso.
Foto: Victor Vasconcelos/Divulgação" title="Victor Vasconcelos/Divulgação"><br />
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<div class="meta">Historiador Luiz Antonio Simas é um dos autores do samba-enredo da Paraíso do Tuiuti <strong>Victor Vasconcelos/Divulgação</strong><!--END copyright=371483--></div>
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<h2>Do livro para a avenida</h2>
<p>De acordo com Vasconcelos, o desfile se desenvolverá na avenida com “seis setores”, com alas de passistas e carros alegóricos. O primeiro mostrará a chegada do Ifá na Terra e a passagem do conhecimento aos primeiros babalaôs (sacerdotes). Em seguida, a escola contará como o Ifá chega a outras civilizações, além dos iorubás no território africano.</p>
<p>Na sequência, o desfile vai tratar da diáspora africana provocada pelo tráfico negreiro, e como se deu a resistência à exploração do trabalho escravo em Cuba. Um episódio retratado será a revolta de escravos em engenhos de cana de açúcar na província de Matanzas em 1843 (Revolta de Matanzas), liderada por uma mulher chamada Carlota Lacumí, descendente de iorubás que trouxeram a religiosidade do Ifá para as Américas.</p>
<p>O quarto setor do desfile da Tuiuti vai tratar de Adeshina Remigio Herrera, o primeiro babalaô (sacerdote) do Ifá em Cuba, também da província de Matanzas, que fica próxima à ponta oeste de Cuba.</p>
<p>Nesse “novo mundo”, a espiritualidade dos orixás vai interagir com a ancestralidade dos povos originários. “É um grande encontro” de onde e depois “vai florescer o Ifá Lucumí”, assinala o carnavalesco.</p>
<p>Na parte seguinte da apresentação, a escola apresentará elementos que compõem o culto religioso, como os locais de assentamento, os rituais sagrados (ebós), comidas e oferendas. “É bem parecido com o candomblé”, compara Jack Vasconcelos.</p>
<h2>Babalaô assassinado</h2>
<p>O desfile da Paraíso de Tuiuti se encerrará tratando da chegada do Ifá Lucumí ao Brasil, que se deu no início da década de 1990, com a vinda ao Rio de Janeiro do babalaô cubano Rafael Zamora Díaz (1959 &#8211; 2011), Awó de Orumilá Ogunda Keté (nome religioso). O babalaô que se estabeleceu no Rio foi assassinado a tiros quando chegava em casa no Cosme Velho, zona sul do Rio.</p>
<p>A Paraíso de Tuiuti foi fundada em 1952 por sambistas remanescentes das escolas de samba extintas Unidos do Tuiuti e Paraíso das Baianas, e do Bloco dos Brotinhos – todas agremiações da comunidade do Morro do Tuiuti, no bairro de São Cristóvão, na zona norte do Rio de Janeiro.</p>
<p>O melhor resultado da Paraíso de Tuiuti foi o vice-campeonato do Grupo Especial, em 2018, com o enredo <em>Meu Deus, Meu Deus, Está Extinta a Escravidão?</em>. Desde 2017, a escola de samba de cores azul e amarelo disputa initerruptamente na elite do carnaval carioca.</p>
<h2>Conheça os enredos e a ordem dos desfiles do Grupo Especial do Rio de Janeiro</h2>
<p><strong>1º dia – domingo (15/2)</strong></p>
<ul>
<li>Acadêmicos de Niterói &#8211; <em>Do Alto do Mulungu Surge a Esperança: Lula, o Operário do Brasil;</em></li>
<li>Imperatriz Leopoldinense &#8211; <em>Camaleônico;</em></li>
<li>Portela &#8211; <em>O Mistério do Príncipe do Bará;</em></li>
<li>Estação Primeira de Mangueira &#8211;<em> Mestre Sacacá do Encanto Tucuju – o Guardião da Amazônia Negra</em></li>
</ul>
<p><strong>2º dia &#8211; segunda-feira (16/2)</strong></p>
<ul>
<li>Mocidade Independente de Padre Miguel &#8211; <em>Rita Lee, a Padroeira da Liberdade;</em></li>
<li>Beija‑Flor de Nilópolis &#8211; <em>Bembé do Mercado;</em></li>
<li>Unidos do Viradouro &#8211; <em>Pra Cima, Ciça;</em></li>
<li>Unidos da Tijuca &#8211; <em>Carolina Maria de Jesus.</em></li>
</ul>
<p><strong>3º dia &#8211; terça-feira (17/2)</strong></p>
<ul>
<li>Paraíso do Tuiuti  &#8211;<em> Lonã Ifá Lukumi;</em></li>
<li>Unidos de Vila Isabel &#8211; <em>Macumbembê, Samborembá: Sonhei que um Sambista Sonhou a África;</em></li>
<li>Acadêmicos do Grande Rio &#8211; <em>A Nação do Mangue;</em></li>
<li>Acadêmicos do Salgueiro &#8211;<em> A delirante jornada carnavalesca da professora que não tinha medo de bruxa, de bacalhau e nem do pirata da perna-de-pau.</em></li>
</ul>
<p> Gilberto Costa &#8211; repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-01/tuiuti-trara-semelhancas-da-diaspora-africana-no-brasil-e-em-cuba">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 10 Feb 2026 07:02:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Jornada de Carolina Maria de Jesus será contada pela Unidos da Tijuca</title>
		<link>https://weeknews.online/jornada-de-carolina-maria-de-jesus-sera-contada-pela-unidos-da-tijuca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 10:22:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Acompanhe a cobertura do carnaval na Agência Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[7 bi na economia carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha busca valorizar cultura negra e combater racismo no carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval deverá injetar mais de R$ 5]]></category>
		<category><![CDATA[Carolina Maria de Jesus]]></category>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Enredos das escolas de samba contam a história não oficial]]></category>
		<category><![CDATA[escolas de samba]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério quer proteger crianças e adolecentes no carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Unidos da Tijuca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A menina Bitita é quem vai abrir o desfile da Unidos da Tijuca em 2026, para contar, desde o começo, a vida da escritora, cantora, compositora e poeta brasileira Carolina Maria de Jesus. Na língua changana ou xichangana, de Moçambique, Bitita significa panela de barro de cor ocre ou preta, representando resistência e ancestralidade. A escritora recebeu esse apelido do avô Benedito, no início do século passado, e essa será apenas uma de &#8220;outras diversas Carolinas&#8221; que vão passar pela Sapucaí para contar a trajetória da autora consagrada, como &#8220;a doméstica&#8221;, &#8220;a grávida&#8221;, &#8220;a louca do Canindé&#8221;, &#8220;a catadora&#8221;, &#8220;a escritora&#8221;, &#8220;a marionete&#8221; e &#8220;a do carnaval&#8221;. Notícias relacionadas: Campanha busca valorizar cultura negra e combater racismo no carnaval. Ministério quer proteger crianças e adolecentes no carnaval. Carnaval deverá injetar mais de R$&#8230;</p>
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<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p>A menina Bitita é quem vai abrir o desfile da Unidos da Tijuca em 2026, para contar, desde o começo, a vida da escritora, cantora, compositora e poeta brasileira Carolina Maria de Jesus. Na língua changana ou xichangana, de Moçambique, Bitita significa panela de barro de cor ocre ou preta, representando resistência e ancestralidade.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770632558_435_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770632558_95_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A escritora recebeu esse apelido do avô Benedito, no início do século passado, e essa será apenas uma de &#8220;outras diversas Carolinas&#8221; que vão passar pela Sapucaí para contar a trajetória da autora consagrada, como &#8220;a doméstica&#8221;, &#8220;a grávida&#8221;, &#8220;a louca do Canindé&#8221;, &#8220;a catadora&#8221;, &#8220;a escritora&#8221;, &#8220;a marionete&#8221; e &#8220;a do carnaval&#8221;.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Campanha busca valorizar cultura negra e combater racismo no carnaval.</li>
<li>Ministério quer proteger crianças e adolecentes no carnaval.</li>
<li>Carnaval deverá injetar mais de R$ 5,7 bi na economia carioca.</li>
</ul>
<p>“É um enredo bem biográfico. A história se desenvolve cronologicamente”, pontuou o carnavalesco Edson Pereira em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>. “O que a Tijuca faz é colocar a Carolina no palco”.</p>
<p>&gt;&gt; Enredos das escolas de samba contam a história não oficial</p>
<p>&gt;&gt; Conheça os enredos das escolas do Grupo Especial do Rio em 2026</p>
<p>&gt;&gt; Acompanhe a cobertura do carnaval na Agência Brasil</p>
<p>Apesar da grandeza que tem, argumenta o carnavalesco, sua história é pouco divulgada e, por isso, precisa ser contada.</p>
<blockquote>
<p>“A gente vive em um momento, não só do país, mas da cultura do nosso país, em que a gente precisa acender a luz daqueles que foram apagados pela nossa história. A Carolina representa muito bem a força da mulher”, afirmou.</p>
</blockquote>
<h2> </h2>
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            <img decoding="async" src="/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif" data-echo="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/_rbr5456_0.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 14/01/2026 - Edson Pereira, carnavalesco da Unidos da Tijuca, fala sobre o enredo do desfile de 2026 da escola que vai homenagear a escritora Carolina Maria de Jesus, no barracão da escola, na Cidade do Samba.  Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/_rbr5456_0.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 14/01/2026 - Edson Pereira, carnavalesco da Unidos da Tijuca, fala sobre o enredo do desfile de 2026 da escola que vai homenagear a escritora Carolina Maria de Jesus, no barracão da escola, na Cidade do Samba.  Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta">Edson Pereira, carnavalesco da Unidos da Tijuca, fala sobre o enredo do desfile de 2026 da escola que vai homenagear a escritora Carolina Maria de Jesus. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil <!--END copyright=450942--></h6>
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</div>
<h2>Apagamento e força</h2>
<p>Foi o avô alforriado e contador de histórias que influenciou Carolina a criar as suas histórias, assim como com as mulheres da família.</p>
<p>&#8220;Ela aprendeu os segredos que só o tempo revela no encanto do falar e do ouvir; e, nas barras das saias de sua mãe, tias e madrinhas, se entrelaçou ao poder das coisas ditas, ao espírito desconhecido das letras e palavras, aquelas às quais ela desejava conhecer”, traz a sinopse da Tijuca, texto no qual as escolas explicam o enredo que vão apresentar nos desfiles.</p>
<p>Carolina Maria de Jesus nasceu em 14 de março de 1914, em uma comunidade rural da cidade de Sacramento, em Minas Gerais. Os sonhos de deixar o interior a levaram para São Paulo. A mudança não resultou no que esperava e foi o começo de muitas adversidades. Sob muito preconceito, lutou até se tornar escritora. </p>
<blockquote>
<p>“A história da Carolina enquanto escritora que foi apagada é algo que nos fascina não pelo apagamento, mas pelo empoderamento dela. A Carolina enquanto mulher, enquanto preta, enquanto resistência”, comentou o carnavalesco, lamentando que atualmente os problemas são os mesmos. “É triste falar sobre isso, mas é uma realidade”.</p>
</blockquote>
<p>Em São Paulo, ela foi morar na favela do Canindé. Foi lá que começou a relatar todos os preconceitos e histórias de feminicídios e viu que o desenvolvimento social não chegava aos pretos.</p>
<p>“Ela começa a se entender no lugar de opressão”, indicou Edson Pereira, acrescentando que Carolina sonhava também em ter comida no prato para alimentar os filhos. “É um carnaval de reconhecimento, de botar o dedo nas feridas”, relatou.</p>
<p>Edson adiantou que a terceira alegoria da Azul e Amarela da Tijuca é dedicada ao livro <em>Quarto de Despejo &#8211; Diário de uma favelada</em>, que se transformou em sucesso ao vender 10 mil exemplares na semana de lançamento, em 1960.</p>
<p>A obra, escrita a partir de anotações que fazia em diários contando histórias de vizinhos, foi também traduzida para ao menos 14 idiomas e lançada em mais de quarenta países.</p>
<p>“É todo feito de papelão, de material alternativo”, descreveu o carnavalesco sobre a composição da alegoria, em uma referência ao tempo que a escritora era catadora e construiu sua casa com o dinheiro que ganhou vendendo papelão entre outros materiais.</p>
<p> </p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/19004411_1102244_gd.jpg" alt="São Paulo - Carolina Maria de Jesus, uma das primeiras escritoras negras do Brasil, é considerada uma das mais importantes escritoras do país. A autora viveu boa parte de sua vida na favela do Canindé, na Zona Norte de São Paulo. Foto: CCSP" title="CCSP"><br />
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<h6 class="meta">Carolina Maria de Jesus, uma das primeiras escritoras negras do Brasil, é considerada uma das mais importantes do país Foto: CCSP<!--END copyright=376044--></h6>
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<h2>Saúde mental</h2>
<p>Botar toda esta história de pé para contar da forma como o carnavalesco idealizou não é uma tarefa fácil, e vem sendo realizada pela dupla de diretores de carnaval da Tijuca, Fernando Costa e Elisa Fernandes.</p>
<p>Embora seja o seu primeiro ano nesta função, Elisa não é uma desconhecida na Tijuca, onde já foi assessora de imprensa. A experiência no carnaval, no entanto, vai além dessas passagens. Até 2025, esteve por 10 anos na direção de alegorias da Portela.</p>
<p>Elisa disse que a nova missão é de muita responsabilidade, por ter que gerenciar o projeto, o barracão e a feitura de fantasias e alegorias. Apesar de já ter tido essa experiência na União de Jacarepaguá, ela agora tem a oportunidade de realizar o trabalho no Grupo Especial.</p>
<p>“A coisa cresce muito. O Grupo Especial é muito forte. É o maior espetáculo da Terra, mas, para mim, está sendo um grande prazer”, comentou.</p>
<p>Como método para melhorar as condições de trabalho dos profissionais que preparam o carnaval, Elisa trouxe uma novidade para os bastidores da Tijuca.</p>
<blockquote>
<p>“Eu introduzi uma equipe de psicólogos. Hoje, os artistas da escola têm esse cuidado, porque eu acredito que alguns segmentos têm uma pressão muito grande”, contou,</p>
</blockquote>
<p>Entre os que utilizam o serviço estão passistas, casal de mestre sala e porta-bandeira, responsáveis pelos ateliês e o setor administrativo da escola. De acordo com a diretora, é necessário ter esse momento de autocuidado, de parar tudo e prestar atenção em si mesmo, diante do trabalho para fazer tudo funcionar na avenida.</p>
<p>“Estou tentando convencer o presidente a fazer também. Ele ainda não fez, mas disse que vai fazer”, indicou.</p>
<h2>Força da mulher</h2>
<p>Elisa se orgulha de poder, no primeiro ano na função, ter pela frente um enredo em homenagem a Carolina Maria de Jesus. “Eu, como uma mulher negra, no primeiro ano na direção de carnaval, pegar um enredo desse é um presente até difícil de explicar. Estou me matando para fazer jus a essa possibilidade que me foi dada”.</p>
<blockquote>
<p>“Carolina é muito importante. Ela inspira outras mulheres a serem o que elas quiserem, porque Carolina não era só escritora. Ela também era cantora e compositora, eu também sou cantora e compositora”, contou.</p>
</blockquote>
<p>A escolha do enredo teve a sua participação, lembrou ela. Elisa chegou a defender o enredo diante do presidente da escola. “Fui incisiva. Eu falei ‘olha esse é o melhor que nós temos. Acredito que esse é um enredo que vai fazer a diferença, porque Carolina é muito grande”.</p>
<p>Para a diretora de carnaval, a escritora representa a força de todas as mulheres e também sua versatilidade.</p>
<p>“Acredito nessa coisa de multitarefa da mulher. A sociedade exige de nós essa polivalência. Somos seres polivalentes por nós mesmas. Nós somos sementes da Carolina. A gente só está continuando o trabalho dela e tendo a oportunidade de homenagear uma mulher que já deveria ter sido homenageada há muito tempo”.</p>
<h2>Conheça os enredos e a ordem dos desfiles do Grupo Especial do Rio de Janeiro</h2>
<p><strong>1º dia – domingo (15/2)</strong></p>
<ul>
<li>Acadêmicos de Niterói &#8211; <em>Do Alto do Mulungu Surge a Esperança: Lula, o Operário do Brasil;</em></li>
<li>Imperatriz Leopoldinense &#8211; <em>Camaleônico;</em></li>
<li>Portela &#8211; <em>O Mistério do Príncipe do Bará;</em></li>
<li>Estação Primeira de Mangueira &#8211; <em>Mestre Sacacá do Encanto Tucuju – o Guardião da Amazônia Negra</em></li>
</ul>
<p><strong>2º dia &#8211; segunda-feira (16/2)</strong></p>
<ul>
<li>Mocidade Independente de Padre Miguel <em>&#8211; Rita Lee, a Padroeira da Liberdade;</em></li>
<li>Beija‑Flor de Nilópolis &#8211;<em> Bembé do Mercado;</em></li>
<li>Unidos do Viradouro &#8211; <em>Pra Cima, Ciça;</em></li>
<li>Unidos da Tijuca &#8211; <em>Carolina Maria de Jesus.</em></li>
</ul>
<p><strong>3º dia &#8211; terça-feira (17/2)</strong></p>
<ul>
<li>Paraíso do Tuiuti  &#8211; <em>Lonã Ifá Lukumi;</em></li>
<li>Unidos de Vila Isabel &#8211; <em>Macumbembê, Samborembá: Sonhei que um Sambista Sonhou a África;</em></li>
<li>Acadêmicos do Grande Rio &#8211; <em>A Nação do Mangue;</em></li>
<li>Acadêmicos do Salgueiro &#8211; <em>A delirante jornada carnavalesca da professora que não tinha medo de bruxa, de bacalhau e nem do pirata da perna-de-pau.</em></li>
</ul>
<p> Cristina Índio do Brasil &#8211; repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-01/jornada-de-carolina-maria-de-jesus-sera-contada-pela-unidos-da-tijuca">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 09 Feb 2026 07:02:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/jornada-de-carolina-maria-de-jesus-sera-contada-pela-unidos-da-tijuca/">Jornada de Carolina Maria de Jesus será contada pela Unidos da Tijuca</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Rainha do rock, Rita Lee será padroeira da liberdade na Mocidade</title>
		<link>https://weeknews.online/rainha-do-rock-rita-lee-sera-padroeira-da-liberdade-na-mocidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 10:55:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Acompanhe a cobertura do carnaval na Agência Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[7 bi na economia carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha busca valorizar cultura negra e combater racismo no carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval deverá injetar mais de R$ 5]]></category>
		<category><![CDATA[Conheça os enredos das escolas do Grupo Especial do Rio em 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[desfiles que reverenciam quem quebrou barreiras e mudou paradigmas]]></category>
		<category><![CDATA[Enredos das escolas de samba contam a história não oficial]]></category>
		<category><![CDATA[Escola de Samba]]></category>
		<category><![CDATA[Mocidade Independente de Padre Miguel]]></category>
		<category><![CDATA[Rio: Cordão do Boitatá estreia no circuito dos megablocos do carnaval]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. “Eu bato samba de guitarra/ Eu gosto tanto de café/ Quanto de Coca-Cola&#8230; Existem sempre os dois lados da questão”, diz a letra de Tum Tum, um samba aparentemente improvável composto por Rita Lee e pelo parceiro de vida e de música Roberto de Carvalho. A canção está registrada no álbum Santa Rita de Sampa (1997). A cantora e compositora paulistana (1947-2023), batizada de Rainha do Rock no Brasil, é o enredo do Grêmio Recreativo Escola de Samba Mocidade Independente de Padre Miguel, que traz o título Rita Lee, a padroeira da liberdade. Notícias relacionadas: Rio: Cordão do Boitatá estreia no circuito dos megablocos do carnaval . Campanha busca valorizar cultura negra e combater racismo no carnaval. Carnaval deverá injetar mais de R$ 5,7 bi na economia carioca. &#62;&#62; Enredos&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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Feed Últimas.<br />
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<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p><em>“Eu bato samba de guitarra/ Eu gosto tanto de café/ Quanto de Coca-Cola&#8230; Existem sempre os dois lados da questão”</em>, diz a letra de <em>Tum Tum</em>, um samba aparentemente improvável composto por Rita Lee e pelo parceiro de vida e de música Roberto de Carvalho. A canção está registrada no álbum <em>Santa Rita de Sampa</em> (1997).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770375339_360_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770375339_790_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A cantora e compositora paulistana (1947-2023), batizada de Rainha do Rock no Brasil, é o enredo do Grêmio Recreativo Escola de Samba Mocidade Independente de Padre Miguel, que traz o título <em>Rita Lee, a padroeira da liberdade</em>.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Rio: Cordão do Boitatá estreia no circuito dos megablocos do carnaval .</li>
<li>Campanha busca valorizar cultura negra e combater racismo no carnaval.</li>
<li>Carnaval deverá injetar mais de R$ 5,7 bi na economia carioca.</li>
</ul>
<p>&gt;&gt; Enredos das escolas de samba contam a história não oficial</p>
<p>&gt;&gt; Conheça os enredos das escolas do Grupo Especial do Rio em 2026</p>
<p>&gt;&gt; Acompanhe a cobertura do carnaval na Agência Brasil</p>
<p>Se samba e rock podem parecer à primeira vista (ou audição) água e azeite, o convite a todos da Mocidade trata de deixar tudo bem misturado.</p>
<p>“Chega mais, Rita. Vem para o templo do samba fazer um monte de gente feliz. Bota esse povo para cantar tuas músicas de letras afiadas, irreverentes, bem-humoradas, divertidas. Alegremente carnavalescas. Teu “rockcarnaval”. Baila. Como se baila na tribo. Desbaratina. Lança teu perfume na avenida”, roga a sinopse pela qual a escola apresentou o enredo à sua comunidade.</p>
<p>Segundo a Mocidade, Rita Lee foi um “sopro libertário” e seu “roque enrow” serviu como “um deboche lisérgico [alucinante] que refrescou e mudou a cena musical no país.”</p>
<p>A veia disruptiva da homenageada da escola de Padre Miguel deixa a agremiação em sintonia com as demais escolas de samba em desfiles que reverenciam quem quebrou barreiras e mudou paradigmas.</p>
<h2>Ópera rock </h2>
<p>O samba não é um gênero musical de todo estranho à Rita Lee, como mostrou <em>Tum tum</em>. Antes dessa composição, ela gravou com João Gilberto <em>Joujoux e Balangandãs</em>, de Lamartine Babo. Compôs ainda, com Roberto de Carvalho, o samba <em>Brasil é com S</em>, também cantada com João Gilberto.</p>
<p>Rita também gravou <em>Samba do Arnesto</em> (Adoniran Barbosa e Alocin) com Demônios da Garoa e até fez a marchinha de carnaval <em>Frou frou</em>, com Roberto de Carvalho. Além disso, gostava muito de Carmem Miranda e pode ser ouvida imitando “a pequena notável” em <em>I like you so much</em>.</p>
<p>Independentemente do gênero musical, atributos de Rita Lee fazem dela um bom enredo, avalia Marcelo Misailidis, responsável pela coreografia da comissão de frente da Mocidade Independente de Padre Miguel.</p>
<blockquote>
<p>“Ela foi uma pessoa que teve uma postura contestadora. Alguém muito lúcida e atenta às questões que realmente interessavam”, descreve à Agencia Brasil. “Uma mulher fascinante”</p>
</blockquote>
<p>Tarimbado no Sambódromo do Rio de Janeiro, Marcelo Misailidis tem formação no balé clássico e sabe que um desfile de escola de samba pode fazer tributos a uma roqueira, pois a Marques de Sapucaí é a avenida onde se cruzam diversas expressões artísticas.</p>
<p>“Os desfiles de escola de samba são uma grande ópera a céu aberto. Eles obedecem toda a característica de narrativa como há em uma ópera ─ como um enorme espetáculo de grandes cenários e elencos gigantescos. Com essa densidade toda, os desfiles envolvem trabalho musical, artístico e cenográfico, [composição] indumentária e dança”.</p>
<h2>Santa Rita</h2>
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<h6 class="meta">Renato Lage e o compositor Roberto de Carvalho, viúvo de Rita Lee. Foto: roberto_de_carvalho/Instagram<!--END copyright=450786--></h6>
</div>
</div>
<p>A escolha de Rita Lee como enredo da Mocidade Independente de Padre Miguel foi anunciada em 22 maio do ano passado, Dia de Santa Rita de Cássia, considerada santa dos casos impossíveis. O desfile é preparado pelo carnavalesco Renato Lage, que já venceu quatro carnavais do grupo especial das escolas de samba do Rio, três deles com a Mocidade.</p>
<p>Ao todo, 13 sambas foram apresentados à escola. Em etapas eliminatórias e com participação da comunidade, o samba escolhido (em setembro) foi o assinado Jeffinho Rodrigues, Diego Nicolau, Xande de Pilares, Marquinho Índio, Richard Valença, Orlando Ambrósio, Renan Diniz, Lauro Silva, Cleiton Roberto e Cabeça do Ajax. A letra do samba recomenda “quem foge ao padrão vence a regra”.</p>
<p>O principal intérprete na avenida será Igor Vianna. Estreante na escola, ele segue o pai Ney Vianna (1942-1989), que cantou para a Mocidade Independente de Padre Miguel nos anos 1970 e 1980, e foi campeão com a escola no carnaval de 1985 no desfile &#8220;Ziriguidum 2001&#8221;.</p>
<p>A Mocidade é a primeira agremiação a desfilar na segunda noite de apresentações das escolas do grupo especial do carnaval do Rio de Janeiro (segunda-feira, 16/2). A agremiação venceu os carnavais de 1979, 1985, 1990, 1991, 1996 e 2017.</p>
<p>O músico Roberto de Carvalho, viúvo de Rita Lee, promete estar com a família na avenida desfilando na Mocidade. Em visita à escola à época dos preparativos no ano passado, ele desejou “que tudo seja perfeito, de acordo com o astral que eu sinto aqui no rolé na Mocidade de Padre Miguel&#8221;, como registrou a escola e ele replicou em seu perfil no Instagram.</p>
<h2>Conheça os enredos e a ordem dos desfiles do Grupo Especial do Rio de Janeiro</h2>
<p><strong>1º dia – domingo (15/2)</strong></p>
<ul>
<li>Acadêmicos de Niterói &#8211; <em>Do Alto do Mulungu Surge a Esperança: Lula, o Operário do Brasil;</em></li>
<li>Imperatriz Leopoldinense &#8211; <em>Camaleônico;</em></li>
<li>Portela &#8211; <em>O Mistério do Príncipe do Bará;</em></li>
<li>Estação Primeira de Mangueira &#8211; <em>Mestre Sacacá do Encanto Tucuju – o Guardião da Amazônia Negra.</em></li>
</ul>
<p><strong>2º dia &#8211; segunda-feira (16/2)</strong></p>
<ul>
<li>Mocidade Independente de Padre Miguel &#8211; <em>Rita Lee, a Padroeira da Liberdade;</em></li>
<li>Beija‑Flor de Nilópolis &#8211;<em> Bembé do Mercado;</em></li>
<li>Unidos do Viradouro &#8211; <em>Pra Cima, Ciça;</em></li>
<li>Unidos da Tijuca &#8211; <em>Carolina Maria de Jesus.</em></li>
</ul>
<p><strong>3º dia &#8211; terça-feira (17/2)</strong></p>
<ul>
<li>Paraíso do Tuiuti  &#8211; <em>Lonã Ifá Lukumi;</em></li>
<li>Unidos de Vila Isabel &#8211; <em>Macumbembê, Samborembá: Sonhei que um Sambista Sonhou a África;</em></li>
<li>Acadêmicos do Grande Rio &#8211; <em>A Nação do Mangue;</em></li>
<li>Acadêmicos do Salgueiro &#8211; <em>A delirante jornada carnavalesca da professora que não tinha medo de bruxa, de bacalhau e nem do pirata da perna-de-pau.</em></li>
</ul>
<p> Gilberto Costa &#8211; repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-01/rainha-do-rock-rita-lee-sera-padroeira-da-liberdade-na-mocidade">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 06 Feb 2026 07:32:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/rainha-do-rock-rita-lee-sera-padroeira-da-liberdade-na-mocidade/">Rainha do rock, Rita Lee será padroeira da liberdade na Mocidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<item>
		<title>Amazônia negra será protagonista no desfile da Mangueira em 2026</title>
		<link>https://weeknews.online/amazonia-negra-sera-protagonista-no-desfile-da-mangueira-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 10:38:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Acompanhe a cobertura do carnaval na Agência Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[7 bi na economia carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ativistas denunciam 'blackface' em fantasias de carnaval]]></category>
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		<category><![CDATA[Carnaval 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval deverá injetar mais de R$ 5]]></category>
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		<category><![CDATA[Enredos das escolas de samba contam a história não oficial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. &#8220;Chamei o povo daqui, juntei o povo de lá / Na Estação Primeira do Amapá&#8221;. Esses versos do samba da Mangueira para 2026 já indicam a união das culturas do Norte e do Sudeste do Brasil no carnaval que a escola propõe neste ano. A Verde e Rosa vai desfilar com o enredo Mestre Sacaca do Encanto Tucuju ─ O Guardião da Amazônia Negra. Notícias relacionadas: Carnaval deverá injetar mais de R$ 5,7 bi na economia carioca. Ativistas denunciam &#8216;blackface&#8217; em fantasias de carnaval. Quando conheceu a figura de Mestre Sacaca, o carnavalesco, Sidnei França, não sabia quem era ele, mas, com a curiosidade despertada, viu que o seu personagem, já falecido, tinha vivido no Amapá. “Foi um curandeiro, uma pessoa importante para a&#8230;</p>
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<p>O post <a href="https://weeknews.online/amazonia-negra-sera-protagonista-no-desfile-da-mangueira-em-2026/">Amazônia negra será protagonista no desfile da Mangueira em 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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				</p>
<p><em>&#8220;Chamei o povo daqui, juntei o povo de lá / Na Estação Primeira do Amapá&#8221;.</em><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770287904_936_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770287904_768_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Esses versos do samba da Mangueira para 2026 já indicam a união das culturas do Norte e do Sudeste do Brasil no carnaval que a escola propõe neste ano. A Verde e Rosa vai desfilar com o enredo <em>Mestre Sacaca do Encanto Tucuju ─ O Guardião da Amazônia Negra</em>.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Carnaval deverá injetar mais de R$ 5,7 bi na economia carioca.</li>
<li>Ativistas denunciam &#8216;blackface&#8217; em fantasias de carnaval.</li>
</ul>
<p>Quando conheceu a figura de Mestre Sacaca, o carnavalesco, Sidnei França, não sabia quem era ele, mas, com a curiosidade despertada, viu que o seu personagem, já falecido, tinha vivido no Amapá. “Foi um curandeiro, uma pessoa importante para a sociabilidade do povo amapaense e especialmente o povo preto e pobre&#8221;, descreveu em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
<p>&gt;&gt; Enredos das escolas de samba contam a história não oficial</p>
<p>&gt;&gt; Conheça os enredos das escolas do Grupo Especial do Rio em 2026</p>
<p>&gt;&gt; Acompanhe a cobertura do carnaval na Agência Brasil</p>
<p>Ampliando as pesquisas, ele descobriu a ideia muito contemporânea do conceito de uma amazônia negra, o que chamou atenção dele e dos pesquisadores da Mangueira.</p>
<p>“Achamos esse conceito de que o estado do Amapá tem uma autodeclaração negra muito forte. Dois terços do estado do Amapá, no último Censo, se declarou negra. Eles têm um conceito de uma amazônia negra, de negritude amazônica, que achei muito forte”, comentou, acrescentando que isso os levou a pensar a amazônia em um outro sentido, diferente “do pensamento colonizado brasileiro da amazônia essencialmente como floresta e enquanto ocupação indígena”.</p>
<p>“É uma outra camada de fôlego para o enredo da Mangueira. Olhar para um local, uma região, para um povo que até se acostumou a ser invisibilizado no contexto nacional”, pontuou.</p>
<p> </p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/sidnei_franca_carnavalesco_da_mangueira.jpg" alt="Rio de janeiro (RJ), 21/01/2026 - Sidnei França, carnavalesco da escola de samba Mangueira. Foto: JM Arruda/Mangueira" title="JM Arruda/Mangueira"><br />
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<h6 class="meta">Sidnei França, carnavalesco da escola de samba Mangueira. Foto: JM Arruda/Mangueira<!--END copyright=450789--></h6>
</div>
</div>
<h2>Herança afro-indígena</h2>
<p>Na visão do carnavalesco, a escola vai homenagear um homem que dedicou a sua vida a entender o seu povo e o país.</p>
<p>“Ele mergulhou nos rios, se embrenhou nas matas, aprendeu com os negros e os indígenas, por isso o enredo é afro-indígena. O mestre Sacaca carrega essa herança afro-indígena muito ligada à ideia de cura, proteção através de garrafadas, chás, unguentos e infusões”, completou, citando que Mestre Sacaca deixou três livros publicados sobre a cura por meio das ervas.</p>
<p>Sidnei França exalta que o homenageado foi um homem que fez diferença, especialmente, entre o povo de menor condição financeira e que sempre viu a natureza, a floresta amazônica como meio de integração entre o homem e o natural.</p>
<p>“O próprio título do enredo da Mangueira chama ele de guardião da cultura negra”, disse, lembrando que Mestre Sacaca interagiu com tambores de escolas de samba, foi rei momo e tocava tambor de marabaixo ─ manifestação cultural do Amapá.</p>
<h2>Encantos tucujus</h2>
<p>Para desenvolver o enredo, Sidnei França foi até o Amapá com a equipe de pesquisadores. Uma das descobertas foi a forma de o povo amapaense se autodeclarar afetivamente como tucuju.</p>
<blockquote>
<p>“Assim como tem paulista, carioca, potiguar, capixaba, quem nasce derivado do Amapá é tucuju”, contou.</p>
</blockquote>
<p>“Cada momento do desfile da Mangueira mostra o Mestre Sacaca encantado pela própria natureza e pela própria identidade tucuju. Ele vai nos apresentando cada momento dessa saga que ele próprio nos deixou”, indicou.</p>
<p>O enredo foi dividido em cinco setores, e cada um fala de um tipo de encanto tucuju para apresentar o envolvimento de Mestre Sacaca com a cultura afro-indígena. O primeiro é o encanto da floresta na região do Oiapoque, mostrando o extremo norte do Brasil.</p>
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            <img decoding="async" src="/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif" data-echo="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/mangueira_2026_foto.jpg" alt="Rio de janeiro (RJ), 21/01/2026 - Escola de samba Mangueira. Foto: JM Arruda/Mangueira" title="JM Arruda/Mangueira"><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/mangueira_2026_foto.jpg" alt="Rio de janeiro (RJ), 21/01/2026 - Escola de samba Mangueira. Foto: JM Arruda/Mangueira" title="JM Arruda/Mangueira"><br />
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<h6 class="meta"> Alegorias da Mangueira no barracão. Foto: JM Arruda/Mangueira<!--END copyright=450788--></h6>
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<p>O segundo momento vai trazer o encanto dos rios, quando o Mestre Sacaca mostra as experiências dele ao perambular muito pelos rios amazônicos, onde conheceu as populações ribeirinhas convivendo com tribos indígenas e com quilombos.</p>
<p>“No Amapá, tem muitos quilombos como herança da escravização no Brasil. A grande estrada amazônica é o rio, a principal rota de fluxo de pessoas e mercadorias na Amazônia são os rios, então, o segundo encanto tucuju que Sacaca nos apresenta são os rios”, informou o carnavalesco.</p>
<p>Na sequência é o setor do encanto da cura, com as ervas, os chás e as garrafadas de cura. “Toda a tradição de Sacaca com as ervas para fins medicinais”, apontou.</p>
<p>O quarto é o encanto dos tambores, mostrando a ligação do Mestre com a cultura amapaense. Neste setor estão a dança afro-indígena sairé, o marabaixo, principal manifestação negra do Amapá, as escolas de samba que também existem no estado e a participação dele, por mais de 20 anos, como Rei Momo.</p>
<p>O último setor é o encanto da natureza eterna, a eternidade, quando Mestre Sacaca se eterniza por amar a Amazônia, e a Amazônia se reconhece eterna por revelar a identidade do Sacaca em cada elemento do Amapá, conta Sidnei. Em uma espécie de simbiose, o enredo propõe não haver distinção entre Sacaca e o Amapá.</p>
<h2>Voz da Mangueira</h2>
<p>Essa autenticidade do enredo está presente também entre os componentes que desempenham funções relevantes na escola. A administração da presidente Guanayra Firmino valoriza a presença dos crias, pessoas que têm origem na comunidade. Uma delas é o intérprete Dowglas Diniz, que este ano assume o lugar que durante anos foi de Jamelão, uma das maiores referências entre os cantores de samba enredo.</p>
<p>Estar pela primeira vez à frente da voz da escola, para Dowglas, é uma sensação de representar milhões de pessoas apaixonadas pela Estação Primeira e a comunidade do Morro da Mangueira, onde nasceu e cresceu.</p>
<p>“Ser a voz da minha escola do coração, para mim, é muito importante. Honrar esse microfone que já foi de Jamelão, Luizito, entre outros, é muito gratificante, poder retribuir tudo que a comunidade faz por mim”, disse à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
<p>Se a responsabilidade aumentou ao ser o intérprete principal, junto chegou a necessidade de uma preparação ainda mais intensa. São muitos ensaios e trabalho, com uma equipe de fonoaudiólogos, professor de canto e psicólogo.</p>
<p>“Nossa preparação é no ensaio semanal de quinta-feira, de sábado, de domingo. É muita nebulização, comida saudável, muita maçã. A minha preparação está sendo muito rígida e, graças a Deus, tenho uma equipe muito boa de diretores musicais. Acredito que vai dar tudo certo”, desejou.</p>
<h2>Esquenta</h2>
<p>O ritual que precede o início do desfile é um momento que costuma ser emocionante para os componentes da escola e para o público da Sapucaí.</p>
<p>É a hora em que as agremiações recebem as vibrações das pessoas, em geral torcidas, que lotam o Setor 1 do Sambódromo, um dos mais populares da avenida, com preços que, em 2026, variam entre R$ 15,00 (inteira) e R$ 7,50 (meia-entrada).</p>
<p>Costuma-se dizer que os primeiros componentes a entrar na avenida precisam saudar o Setor 1 para receberem boas energias ao desfile. É ali também que são cantados sambas de carnavais passados que foram sucesso e os sambas de quadra, o famoso esquenta.</p>
<p>Dowglas prevê que, neste momento, vai dar aquele friozinho na barriga, mas, quando a bateria começar a tocar e soar a sirene para o início do desfile, a situação vai se transformar.</p>
<p>“A gente esquece tudo e só canta pelo amor à nossa vida, que, no caso, é a Estação Primeira de Mangueira. É um sentimento muito mágico e único. Espero que seja um carnaval maravilhoso para a gente”, declarou.</p>
<h2>Conheça os enredos e a ordem dos desfiles do Grupo Especial do Rio de Janeiro</h2>
<p><strong>1º dia – domingo (15/2)</strong></p>
<ul>
<li>Acadêmicos de Niterói &#8211; <em>Do Alto do Mulungu Surge a Esperança: Lula, o Operário do Brasil;</em></li>
<li>Imperatriz Leopoldinense &#8211; <em>Camaleônico;</em></li>
<li>Portela &#8211; <em>O Mistério do Príncipe do Bará;</em></li>
<li>Estação Primeira de Mangueira &#8211; <em>Mestre Sacacá do Encanto Tucuju – o Guardião da Amazônia Negra</em></li>
</ul>
<p><strong>2º dia &#8211; segunda-feira (16/2)</strong></p>
<ul>
<li>Mocidade Independente de Padre Miguel &#8211; <em>Rita Lee, a Padroeira da Liberdade;</em></li>
<li>Beija‑Flor de Nilópolis &#8211; <em>Bembé do Mercado;</em></li>
<li>Unidos do Viradouro &#8211; <em>Pra Cima, Ciça;</em></li>
<li>Unidos da Tijuca &#8211; <em>Carolina Maria de Jesus.</em></li>
</ul>
<p><strong>3º dia &#8211; terça-feira (17/2)</strong></p>
<ul>
<li>Paraíso do Tuiuti  &#8211; <em>Lonã Ifá Lukumi;</em></li>
<li>Unidos de Vila Isabel &#8211; <em>Macumbembê, Samborembá: Sonhei que um Sambista Sonhou a África;</em></li>
<li>Acadêmicos do Grande Rio &#8211; <em>A Nação do Mangue;</em></li>
<li>Acadêmicos do Salgueiro &#8211; <em>A delirante jornada carnavalesca da professora que não tinha medo de bruxa, de bacalhau e nem do pirata da perna-de-pau.</em></li>
</ul>
<p> Cristina Índio do Brasil &#8211; repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-01/amazonia-negra-sera-protagonista-no-desfile-da-mangueira-em-2026">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 05 Feb 2026 07:32:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/amazonia-negra-sera-protagonista-no-desfile-da-mangueira-em-2026/">Amazônia negra será protagonista no desfile da Mangueira em 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Portela exalta personagem central de culto afro do Rio Grande do Sul</title>
		<link>https://weeknews.online/portela-exalta-personagem-central-de-culto-afro-do-rio-grande-do-sul/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 11:50:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Acompanhe a cobertura do carnaval na Agência Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[7 bi na economia carioca]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval deverá injetar mais de R$ 5]]></category>
		<category><![CDATA[Censo Populacional do IBGE (2022)]]></category>
		<category><![CDATA[Conheça os enredos das escolas do Grupo Especial do Rio em 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Enredos das escolas de samba contam a história não oficial]]></category>
		<category><![CDATA[escolas de samba]]></category>
		<category><![CDATA[estudo publicado pelo Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Portela]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Rio: Cordão do Boitatá estreia no circuito dos megablocos do carnaval]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/portela-exalta-personagem-central-de-culto-afro-do-rio-grande-do-sul/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Uma das escolas de samba mais tradicionais do Rio de Janeiro, a Portela vai contar na avenida as origens e a tradição do batuque, reconhecida como principal religião de matriz africana praticada no sul do Brasil. A história será contada no enredo O Mistério do Príncipe do Bará — A oração do negrinho e a ressurreição de sua coroa sob o céu aberto do Rio Grande. O batuque (ou nação) forma com o candomblé (na Bahia), a Jurema Sagrada (Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte), o tambor de mina (Maranhão), a umbanda (Rio de Janeiro) e o Xangô de Pernambuco o altar das principais religiões afrobrasileiras. Notícias relacionadas: Rio: Cordão do Boitatá estreia no circuito dos megablocos do carnaval . Carnaval deverá injetar mais&#8230;</p>
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Feed Últimas.<br />
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<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p>Uma das escolas de samba mais tradicionais do Rio de Janeiro, a Portela vai contar na avenida as origens e a tradição do batuque, reconhecida como principal religião de matriz africana praticada no sul do Brasil. A história será contada no enredo <em>O Mistério do Príncipe do Bará — A oração do negrinho e a ressurreição de sua coroa sob o céu aberto do Rio Grande</em>.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770205840_605_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770205840_380_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O batuque (ou nação) forma com o candomblé (na Bahia), a Jurema Sagrada (Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte), o tambor de mina (Maranhão), a umbanda (Rio de Janeiro) e o Xangô de Pernambuco o altar das principais religiões afrobrasileiras.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Rio: Cordão do Boitatá estreia no circuito dos megablocos do carnaval .</li>
<li>Carnaval deverá injetar mais de R$ 5,7 bi na economia carioca.</li>
</ul>
<p>&gt;&gt; Enredos das escolas de samba contam a história não oficial</p>
<p>&gt;&gt; Conheça os enredos das escolas do Grupo Especial do Rio em 2026</p>
<p>&gt;&gt; Acompanhe a cobertura do carnaval na Agência Brasil</p>
<p>Conforme o enredo do Grêmio Recreativo Escola de Samba Portela, o Principe do Bará seria o nobre Osuanlele Okizi Erupê, um líder religioso que no Brasil adotou o nome Custódio Joaquim de Almeida. Osuanlele ou Custódio nasceu no Século 19 no golfo da Guiné (litoral ocidental da África) e morreu em Porto Alegre, capital gaúcha, na década de 30 do século passado.</p>
<p>As datas exatas de nascimento e morte, e a própria origem nobre do Principe do Bará, são objeto de discussão entre historiadores e antropólogos, como indica <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://apers.rs.gov.br/upload/arquivos/202104/20154951-livro-principe-custodio-pronto.pdf" target="_blank">estudo publicado pelo Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul</a>.</p>
<h2>Sul negro</h2>
<p>A despeito da controvérsia acadêmica, o samba-enredo da Portela quer “resgatar a tradição/ onde a África assenta”. O desfile da Portela lançará luz sobre dados que apresentam um Brasil que contesta o senso comum: conforme o Censo Populacional do IBGE (2022), há proporcionalmente mais pessoas praticantes ou devotas de religiões de matriz africana no Rio Grande do Sul (3,2%) do que no Rio de Janeiro (2,6%) ou na Bahia (1%)</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Nossa proposta é debater a descentralização da historicidade negra do Brasil, focando na formação do Rio Grande do Sul”, detalha André Rodrigues carnavalesco da Portela em material distribuído pela escola.</p>
</blockquote>
<p>Atribui-se ao Principe Custódio um papel fundamental de mediação entre a população negra e as elites políticas gaúchas, como uma liderança religiosa protetora e depositária de conhecimentos e liturgias de cultos africanos.</p>
<p>“Ele era uma das pessoas que possibilitou a consolidação dessa religião, deixando-a mais visível. Ela estava lá em Porto Alegre, mesmo que muitas vezes escondida nos bairros mais afastados. Ele serviu para legitimar de forma transparente uma realidade que existia dentro da cidade e que era mascarada por conta do grande fluxo de migração branca”, assinala a antropóloga Maria Helena Nunes da Silva em dissertação citada na publicação do Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul.</p>
<h2>Estreante portelense</h2>
<p>O samba-enredo sobre o Príncipe Custódio terá como principal intérprete Zé Paulo Sierra, um portelense estreante realizando seu “sonho de infância”.</p>
<p>“Meu pai era portelense. Eu morava num bairro chamado Abolição, onde minha mãe mora até hoje, e a maioria das pessoas eram portelenses ou imperianos. Nos anos 1980, quando eu comecei a me interessar por samba-enredo, me apaixono por um samba da Portela, que é o <em>Das Maravilhas do Mar Fez-se o Esplendor de Uma Noite</em>, do David Correia e Jorge Macedo”, rememora.</p>
<p>Foram inscritos 36 candidatos no concurso da Portela para escolha do samba com o qual a escola desfilará. Ganhou a composição assinada por Valtinho Botafogo, Raphael Gravino, Gabriel Simões, Braga, Cacau Oliveira, Miguel Cunha e Dona Madalena. Zé Paulo Sierra defendeu o samba na fase das eliminatórias. “Eu sei cada detalhezinho desse samba”, diz confiante na sua participação no desfile da maior campeã do carnaval carioca que ocorrerá na noite de domingo, 15 de fevereiro.</p>
<h2>Conheça os enredos e a ordem dos desfiles do Grupo Especial do Rio de Janeiro</h2>
<p><strong>1º dia – domingo (15/2)</strong></p>
<ul>
<li>Acadêmicos de Niterói &#8211; <em>Do Alto do Mulungu Surge a Esperança: Lula, o Operário do Brasil;</em></li>
<li>Imperatriz Leopoldinense &#8211; <em>Camaleônico;</em></li>
<li>Portela &#8211; <em>O Mistério do Príncipe do Bará;</em></li>
<li>Estação Primeira de Mangueira &#8211; <em>Mestre Sacacá do Encanto Tucuju – o Guardião da Amazônia Negra.</em></li>
</ul>
<p><strong>2º dia &#8211; segunda-feira (16/2)</strong></p>
<ul>
<li>Mocidade Independente de Padre Miguel &#8211; <em>Rita Lee, a Padroeira da Liberdade;</em></li>
<li>Beija‑Flor de Nilópolis &#8211; <em>Bembé do Mercado;</em></li>
<li>Acadêmicos do Viradouro &#8211; <em>Pra Cima, Ciça;</em></li>
<li>Unidos da Tijuca &#8211; <em>Carolina Maria de Jesus.</em></li>
</ul>
<p><strong>3º dia &#8211; terça-feira (17/2)</strong></p>
<ul>
<li>Paraíso do Tuiuti  &#8211;<em> Lonã Ifá Lukumi;</em></li>
<li>Unidos de Vila Isabel &#8211; <em>Macumbembê, Samborembá: Sonhei que um Sambista Sonhou a África;</em></li>
<li>Acadêmicos do Grande Rio &#8211; <em>A Nação do Mangue;</em></li>
<li>Acadêmicos do Salgueiro &#8211; <em>A delirante jornada carnavalesca da professora que não tinha medo de bruxa, de bacalhau e nem do pirata da perna-de-pau.</em></li>
</ul>
<p> Gilberto Costa &#8211;  Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-01/portela-exalta-personagem-central-de-culto-afro-do-rio-grande-do-sul">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 04 Feb 2026 08:32:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/portela-exalta-personagem-central-de-culto-afro-do-rio-grande-do-sul/">Portela exalta personagem central de culto afro do Rio Grande do Sul</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Imperatriz vai levar universo transgressor de Ney para a avenida</title>
		<link>https://weeknews.online/imperatriz-vai-levar-universo-transgressor-de-ney-para-a-avenida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 12:04:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Acompanhe a cobertura do carnaval na Agência Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[7 bi na economia carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Carnaval deverá injetar mais de R$ 5]]></category>
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		<category><![CDATA[Conheça os enredos das escolas do Grupo Especial do Rio em 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Enredos das escolas de samba contam a história não oficial]]></category>
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		<category><![CDATA[Mãe de Lula “canta” no samba-enredo da Acadêmicos de Niterói]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério quer proteger crianças e adolecentes no carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Ney Matogrosso]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Como levar para a Marquês de Sapucaí o universo extenso que representa o artista Ney Matogrosso? Para o carnavalesco da Imperatriz Leopoldinense, Leandro Vieira, autor do enredo que homenageia o cantor, a resposta é reconhecer que Ney entendeu o visual como um manifesto. Com título Camaleônico, o enredo da escola verde e branca de Ramos não escolheu o caminho biográfico e vai levar para a avenida o universo autêntico e transgressor que marcou a obra de Ney Matogrosso. Notícias relacionadas: Mãe de Lula “canta” no samba-enredo da Acadêmicos de Niterói. Ministério quer proteger crianças e adolecentes no carnaval. Carnaval deverá injetar mais de R$ 5,7 bi na economia carioca. “É exclusivamente baseado na obra, entendendo a obra como o que ele cantou, mais o universo estético&#8230;</p>
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 </p>
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				</p>
<p>Como levar para a Marquês de Sapucaí o universo extenso que representa o artista Ney Matogrosso? Para o carnavalesco da Imperatriz Leopoldinense, Leandro Vieira, autor do enredo que homenageia o cantor, a resposta é reconhecer que Ney entendeu o visual como um manifesto.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770120276_885_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770120276_978_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Com título <em>Camaleônico</em>, o enredo da escola verde e branca de Ramos não escolheu o caminho biográfico e vai levar para a avenida o universo autêntico e transgressor que marcou a obra de Ney Matogrosso.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Mãe de Lula “canta” no samba-enredo da Acadêmicos de Niterói.</li>
<li>Ministério quer proteger crianças e adolecentes no carnaval.</li>
<li>Carnaval deverá injetar mais de R$ 5,7 bi na economia carioca.</li>
</ul>
<p>“É exclusivamente baseado na obra, entendendo a obra como o que ele cantou, mais o universo estético em que ele mergulhou”, disse Leandro Vieira em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Todo mundo conhece alguma coisa do Ney Matogrosso. O Ney conseguiu uma coisa que poucos artistas conseguiram. Além das músicas que ficam no imaginário, conseguiu que imagens ficassem no imaginário popular”, relatou.</p>
</blockquote>
<p>&gt;&gt; Enredos das escolas de samba contam a história não oficial</p>
<p>&gt;&gt; Conheça os enredos das escolas do Grupo Especial do Rio em 2026</p>
<p>&gt;&gt; Acompanhe a cobertura do carnaval na Agência Brasil</p>
<p>A agremiação da região da Leopoldina, na zona norte do Rio, vai apresentar ao público as diversas representações de um artista múltiplo. O que ele escolheu vestir e os personagens que incorporou não foram escolhas inocentes, reforçou o carnavalesco, que acrescentou que a escola vai mostrar o universo desse artista que assumiu diversas personalidades e entendeu o corpo como manifesto político, e o que veste, como manifesto estético.</p>
<p>“Isso somado a uma trajetória de mais de 50 anos repleta de canções, de sucessos eternos na história da música popular brasileira, que ancoram o enredo da Imperatriz Leopoldinense”, informou.</p>
<p>Para Leandro Vieira, o que tem de mais forte no Ney e o que mais o interessa nessa história é justamente ele ter se colocado contrário à ideia de definição única e de ter permanecido assim por mais de 50 anos.</p>
<blockquote>
<p>“O Ney é uma bandeira do direito a ser quem se é. É uma bandeira do direito de ser quem se quer ser. Ao assumir essa personalidade, ele assumiu-se bicho selvagem, homem, mulher, andrógeno, bandido, ser sexualizado&#8221;.</p>
</blockquote>
<p>&#8220;Ao assumir isso, se transformou em manifesto estético e transformou o seu ambiente criativo nessa bandeira”, apontou Leandro Vieira.</p>
<h2>Bandido, sensual, neandertal</h2>
<p>A Imperatriz vai percorrer os caminhos de Ney como na fase em que lançou o disco <em>Bandido,</em> em 1976. “Ele não é um bandido qualquer. É um bandido andrógeno, sexual, que faz strip-tease no palco”, disse o carnavalesco.</p>
<p>Um ano antes, o cantor tinha trazido outro personagem, o homem neandertal, criado para o show e o disco de 1975.</p>
<blockquote>
<p>“Ele resolveu contrariar o aspecto normativo social da ditadura militar. Diante da possibilidade de ser enquadrado dentro de um traço, ele escolheu ser bicho. Ser uma criatura mitológica, ser um fauno para se apresentar”.</p>
</blockquote>
<p>“Quando a ditadura militar estava mais endurecida, ele resolveu lançar um disco chamado <em>Pecado</em>. Depois, resolveu se deixar fotografar seminu para o encarte de um LP que foi censurado e coberto com um plástico preto. Ele foi assumindo diversas personalidades, todas transgressoras, todas manifestos políticos e manifestos públicos de liberdade”, pontuou. “O Ney do universo hedonista, das canções de prazer, o Ney sexualizado, sensualizado, me interessa. Isso tudo está presente”.</p>
<p>Leandro lembrou que, enquanto tudo isso acontecia, não havia reação contrária do público, que é bastante diversificado, com homens e mulheres de diferentes idades, pessoas LGBTQIA+ e jovens.</p>
<p>“O público gostava cada vez mais&#8221;, contou. &#8220;O Ney Matogrosso dos Secos e Molhados, da canção <em>Vira</em>, fez um sucesso tremendo com o público infantil. Aquela criatura mascarada, dançando enfeitada, com coreografia que misturava música portuguesa, aquilo fez um sucesso enorme com as crianças”, comentou.</p>
<p>Para o carnavalesco, o sucesso com o público vem da autenticidade do artista, que também deve encantar o sambódromo do Rio de Janeiro. “O Ney Matogrosso não é o estereótipo da liberdade. Ele não é o estereótipo da fantasia. Ele é a liberdade e a fantasia em pessoa. Ele não estereotipou isso para ser aceito, para ser palatável”.</p>
<h2>Enredo de fã</h2>
<p>Tantos elogios não deixam dúvidas de que Leandro é fã do artista, o que ele assumiu, contando que esse era um enredo que já queria realizar na avenida há um tempo.</p>
<blockquote>
<p>“É uma personalidade que une tudo que eu gosto. Une a transgressão estética, visual exuberante, discurso político, corpo como manifesto. Gosto, porque isso é carnaval. O Ney Matogrosso, para mim, é o carnaval em pessoa”, completou.</p>
</blockquote>
<p>Desde que o enredo foi lançado, em maio do ano passado, Ney tem se envolvido com a vida da escola. Foi a ensaios na quadra, onde foi muito bem recebido pela comunidade, e foi ao barracão ver de perto como é feito o trabalho.</p>
<p>Leandro destacou que uma das coisas mais bacanas de fazer um enredo em homenagem a uma personalidade viva é a contribuição que ela pode dar na realização do trabalho.</p>
<p>“Por se emocionarem diante daquilo que você apresenta, por reconhecerem-se naquilo. É bom quando apresento um figurino, que é parte da história ou representa uma canção para a pessoa que viveu aquilo, e a pessoa se emociona. É o que eu tenho vivido com o Ney aqui”.</p>
<p> </p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/ney_no_barracao_imperatriz.jpg" alt="Rio de janeiro (RJ), 19/01/2026 - Ney Matogrosso em visita ao barracão da Imperatriz Leopoldinense. Foto: Wagner Rodrigues/Divulgação Imperatriz" title="Wagner Rodrigues/Divulgação Imperatriz"><br />
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<h6 class="meta">Ney Matogrosso em visita ao barracão da Imperatriz Leopoldinense. Foto: Wagner Rodrigues/Divulgação Imperatriz</h6>
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</div>
<h2>Ney no barracão</h2>
<p>Ser enredo de uma escola de samba nunca passou pela cabeça de Ney Matogrosso e nem era uma vontade que tinha. Inclusive, já havia até sido sondado outras vezes e não aceitou.</p>
<p>“Inicialmente, eu nunca pretendi ser enredo de escola de samba e nem fui muito ligado. Já desfilei, quando a Mangueira ganhou com [enredo sobre] o Chico [Buarque]. Quando Cazuza foi homenageado em uma escola do segundo grupo, eu fui lá. Mas nunca foi uma questão para mim a necessidade de estar no carnaval, desfilando”, confidenciou à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
<p>Agora, depois de tanto tempo, resolveu aceitar. “Recebi esta proposta do Leandro e, não sei porque, achei que era hora de aceitar uma coisa dessas. Desde os anos 70 me convidavam. Aí, achei que deveria aceitar dentro do contexto deles”.</p>
<p>Ney não só aceitou, como tem se envolvido bastante no desenvolvimento do enredo e gostado muito do que presencia.</p>
<blockquote>
<p>“[Estou] o mais próximo possível. Tudo que me pedem, eu faço e estou ficando muito satisfeito com o que estou vendo. Já fui várias vezes no barracão e estou vendo as maravilhas que o Leandro está fazendo”.</p>
</blockquote>
<p>“É claro que na hora do desfile é que vou sentir o baque, mas estou muito feliz com o que estou vendo. É tudo muito caprichado. Enfim, nunca aceitei fazer isso, mas estou gostando da experiência”, explicou.</p>
<p>A presença do artista por perto tem favorecido muito o trabalho do carnavalesco, que apontou que é diferente aceitar ser enredo e participar da construção do desfile.</p>
<p>&#8220;Além do universo musical, ele é um cara também do universo estético”, contou, acrescentando que, quando vai ao barracão, por exemplo, o cantor quer ver os figurinos e faz comentários.</p>
<p>“Desde que esse enredo se tornou realidade, eu estou voando em céu de brigadeiro dentro do processo criativo. Estou feliz, alegre pra caramba”, concluiu satisfeito.</p>
<h2>Conheça os enredos e a ordem dos desfiles do Grupo Especial do Rio de Janeiro</h2>
<p><strong>1º dia – domingo (15/2)</strong></p>
<ul>
<li>Acadêmicos de Niterói &#8211; <em>Do Alto do Mulungu Surge a Esperança: Lula, o Operário do Brasil;</em></li>
<li>Imperatriz Leopoldinense &#8211;<em> Camaleônico;</em></li>
<li>Portela &#8211; <em>O Mistério do Príncipe do Bará;</em></li>
<li>Estação Primeira de Mangueira &#8211; Mestre Sacacá do Encanto Tucuju –<em> o Guardião da Amazônia Negra.</em></li>
</ul>
<p><strong>2º dia &#8211; segunda-feira (16/2)</strong></p>
<ul>
<li>Mocidade Independente de Padre Miguel &#8211; <em>Rita Lee, a Padroeira da Liberdade;</em></li>
<li>Beija‑Flor de Nilópolis &#8211; <em>Bembé do Mercado;</em></li>
<li>Acadêmicos do Viradouro &#8211; <em>Pra Cima, Ciça;</em></li>
<li>Unidos da Tijuca &#8211; <em>Carolina Maria de Jesus.</em></li>
</ul>
<p><strong>3º dia &#8211; terça-feira (17/2)</strong></p>
<ul>
<li>Paraíso do Tuiuti  &#8211; <em>Lonã Ifá Lukumi;</em></li>
<li>Unidos de Vila Isabel &#8211; <em>Macumbembê, Samborembá: Sonhei que um Sambista Sonhou a África;</em></li>
<li>Acadêmicos do Grande Rio &#8211; <em>A Nação do Mangue;</em></li>
<li>Acadêmicos do Salgueiro &#8211; <em>A delirante jornada carnavalesca da professora que não tinha medo de bruxa, de bacalhau e nem do pirata da perna-de-pau.</em></li>
</ul>
<p> Cristina Índio do Brasil &#8211; repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-01/imperatriz-vai-levar-universo-transgressor-de-ney-para-avenida">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 03 Feb 2026 08:20:00 -0300 </p>

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		<title>Desfiles da Série Ouro do Carnaval do Rio têm ingressos esgotados</title>
		<link>https://weeknews.online/desfiles-da-serie-ouro-do-carnaval-do-rio-tem-ingressos-esgotados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 10:27:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[7 bi na economia carioca]]></category>
		<category><![CDATA[70]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval deverá injetar mais de R$ 5]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[ingressos]]></category>
		<category><![CDATA[Ocupação hoteleira para o carnaval no Rio está em 83]]></category>
		<category><![CDATA[PM de SP terá esquema de atendimento especial a mulheres no Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Série Ouro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Os ingressos para os dois dias de desfiles das escolas de samba da Série Ouro, antigo grupo de Acesso, estão esgotados. De acordo com a Liga RJ, responsável pelas escolas, todos os ingressos para a sexta-feira (13) e o sábado (14) já foram vendidos. São sete escolas que se apresentam no primeiro dia e oito no segundo. A campeã desse grupo, no ano seguinte, desfila no Grupo Especial da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa). Da mesma forma, a última colocada do Grupo Especial será rebaixada e, no carnaval seguinte, vai desfilar na Série Ouro. Assim como na temporada passada, o público garantirá lotação máxima nas arquibancadas. A grande diferença é que, para a Série Ouro 2026, os bilhetes foram comercializados integralmente com mais&#8230;</p>
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				</p>
<p>Os ingressos para os dois dias de desfiles das escolas de samba da Série Ouro, antigo grupo de Acesso, estão esgotados. De acordo com a Liga RJ, responsável pelas escolas, todos os ingressos para a sexta-feira (13) e o sábado (14) já foram vendidos. <strong>São sete escolas que se apresentam no primeiro dia e oito no segundo</strong>. <strong>A campeã desse grupo, no ano seguinte, desfila no Grupo Especial da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa). Da mesma forma, a última colocada do Grupo Especial será rebaixada e, no carnaval seguinte, vai desfilar na Série Ouro.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770114465_445_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770114465_600_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Assim como na temporada passada, o público garantirá lotação máxima nas arquibancadas. A grande diferença é que, para a Série Ouro 2026, os bilhetes foram comercializados integralmente com mais de três semanas de antecedência em relação aos dias de desfile. Nos dois dias, os desfiles terão início às 21h.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Ocupação hoteleira para o carnaval no Rio está em 83,70%.</li>
<li>Carnaval deverá injetar mais de R$ 5,7 bi na economia carioca.</li>
<li>PM de SP terá esquema de atendimento especial a mulheres no Carnaval.</li>
</ul>
<p><strong>O presidente da Liga RJ, Hugo Junior, celebrou o resultado e destacou a importância da presença do público para o sucesso dos desfiles.</strong></p>
<blockquote>
<p>“É uma alegria enorme saber que teremos a Marquês de Sapucaí cheia mais uma vez. Isso mostra a força da Série Ouro, o trabalho das escolas e o carinho do público. Tenho certeza de que serão grandes desfiles, com muito espetáculo, emoção e alto nível artístico”, afirmou.</p>
</blockquote>
<p><strong>Apresentação das escolas na sexta-feira (13 de fevereiro)</strong></p>
<p>1 &#8211; Unidos do Jacarezinho</p>
<p>2 &#8211; Inocentes de Belford Roxo</p>
<p>3 &#8211; Unidos do Parque Acari</p>
<p>4 &#8211; Unidos de Bangu</p>
<p>5 &#8211; Unidos de Padre Miguel</p>
<p>6 &#8211; União da Ilha do Governador</p>
<p>7 &#8211; Acadêmicos de Vigário Geral</p>
<p><strong>Apresentação das escolas no sábado (14 de fevereiro)</strong></p>
<p>1 &#8211; Botafogo Samba Clube</p>
<p>2 -Em Cima da Hora</p>
<p>3 &#8211; Arranco do Engenho de Dentro</p>
<p>4- Império Serrano</p>
<p>5- Estácio de Sá</p>
<p>6 &#8211; União de Maricá</p>
<p>7 &#8211; Porto da Pedra</p>
<p>8 &#8211; Unidos da Ponte</p>
<p> Douglas Corrêa &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-02/desfiles-da-serie-ouro-do-carnaval-do-rio-tem-ingressos-esgotados">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 03 Feb 2026 07:02:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Governo do Rio libera R$ 40 milhões para escolas do Grupo Especial</title>
		<link>https://weeknews.online/governo-do-rio-libera-r-40-milhoes-para-escolas-do-grupo-especial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 23:57:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[7 bi na economia carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval deverá injetar mais de R$ 5]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Enredos das escolas de samba contam a história não oficial]]></category>
		<category><![CDATA[Governo federal destina R$ 12 milhões a escolas de samba do Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Liesa]]></category>
		<category><![CDATA[publicado no Diário Oficial do Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O governo fluminense autorizou, nesta quinta-feira (29), a liberação de R$ 40 milhões para as escolas de samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro. O contrato de patrocínio que formaliza a liberação dos recursos foi publicado no Diário Oficial do Estado nesta quinta-feira (29). O Carnaval 2026 deve impulsionar significativamente o turismo e a economia. A previsão da organização é que haja uma movimentação financeira superior a R$ 5,7 bilhões durante o período da festa. A medida beneficia toda a cadeia produtiva do carnaval, impulsionando a economia criativa, gerando empregos temporários e fortalecendo a cultura popular fluminense, destaca o governo. Parte dos recursos também será destinada à operação da Marquês de Sapucaí, com serviços de infraestrutura essenciais para a realização do espetáculo. Notícias relacionadas:&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>O governo fluminense autorizou, nesta quinta-feira (29), a liberação de R$ 40 milhões para as escolas de samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro.</strong> O contrato de patrocínio que formaliza a liberação dos recursos foi <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.ioerj.com.br/portal/modules/conteudoonline/mostra_edicao.php?session=VDBWSk0xSlZVVEJOVlUxMFRUQlpNazFETURCU1ZFVXdURlJvUkUxRVozUk9WRUV5VWtST1IwNXJWWHBQUkZWNA==&amp;p=NDQ=&amp;tb=Z3J1cG8gZXNwZWNpYWwmIzAxMzs=" target="_blank">publicado no <em>Diário Oficial do Estado</em></a> nesta quinta-feira (29). O Carnaval 2026 deve impulsionar significativamente o turismo e a economia. <strong>A previsão da organização é que haja uma movimentação financeira superior a R$ 5,7 bilhões durante o período da festa</strong>.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1769731057_888_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1769731058_139_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A medida beneficia toda a cadeia produtiva do carnaval, impulsionando a economia criativa, gerando empregos temporários e fortalecendo a cultura popular fluminense, destaca o governo. <strong>Parte dos recursos também será destinada à operação da Marquês de Sapucaí, com serviços de infraestrutura essenciais para a realização do espetáculo.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Governo federal destina R$ 12 milhões a escolas de samba do Rio.</li>
<li>Enredos das escolas de samba contam a história não oficial.</li>
<li>Carnaval deverá injetar mais de R$ 5,7 bi na economia carioca.</li>
</ul>
<p>Além do apoio às escolas de samba, o governo do estado lançou, no final de 2025, o pacote Folia RJ 2026, composto por cinco editais que contemplam mais de 500 projetos culturais. A iniciativa, que conta com investimento de R$ 20 milhões, beneficia manifestações tradicionais como Bate-Bolas, Blocos nas Ruas, Não Deixa o Samba Morrer, Folia de Reis e Folias Fluminenses, ampliando o alcance do fomento cultural em diferentes regiões do estado.</p>
<p>Em 2026, os desfiles das escolas de samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro ocorrerão em três dias, repetindo o formato do ano anterior. As 12 escolas se apresentam no domingo, segunda e terça-feira de carnaval, nos dias 15, 16 e 17 de fevereiro, com apresentações de quatro escolas por noite.</p>
<p> Douglas Corrêa &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-01/governo-do-rio-libera-r-40-milhoes-para-escolas-do-grupo-especial">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 29 Jan 2026 20:29:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/governo-do-rio-libera-r-40-milhoes-para-escolas-do-grupo-especial/">Governo do Rio libera R$ 40 milhões para escolas do Grupo Especial</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<item>
		<title>Rio: Cordão do Boitatá estreia no circuito dos megablocos do carnaval</title>
		<link>https://weeknews.online/rio-cordao-do-boitata-estreia-no-circuito-dos-megablocos-do-carnaval/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 12:45:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[7 bi na economia carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval deverá injetar mais de R$ 5]]></category>
		<category><![CDATA[Cordão do Boitatá]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[mega-blocos]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério quer proteger crianças e adolecentes no carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Único bloco criado por quilombolas homenageará Preta Gil no Carnaval]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Criado por estudantes e músicos em 1996, o bloco de rua Cordão do Boitatá comemora 30 anos de carnaval nesta segunda-feira (19) no Circo Voador, durante ensaio geral de suas orquestras de rua e de palco. Na virada desta segunda para terça-feira (20), o bloco homenageia também seus padroeiros, que são o compositor e músico Pixinguinha, patrono da Orquestra de Rua do Cordão, e São Sebastião, padroeiro também da cidade do Rio de Janeiro, celebrado nessa data. No carnaval 2026, o Cordão do Boitatá vai estrear no Circuito Preta Gil, nova denominação do local de desfiles dos chamados megablocos, no centro do Rio. A concentração é na Rua Primeiro de Março, seguindo pela Avenida Presidente Antônio Carlos até a dispersão na altura da Rua&#8230;</p>
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				</p>
<p>Criado por estudantes e músicos em 1996, o bloco de rua Cordão do Boitatá comemora 30 anos de carnaval nesta segunda-feira (19) no Circo Voador, durante ensaio geral de suas orquestras de rua e de palco. Na virada desta segunda para terça-feira (20), o bloco homenageia também seus padroeiros, que são o compositor e músico Pixinguinha, patrono da Orquestra de Rua do Cordão, e São Sebastião, padroeiro também da cidade do Rio de Janeiro, celebrado nessa data.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1768826736_705_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1768826736_252_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>No carnaval 2026, o Cordão do Boitatá vai estrear no Circuito Preta Gil, nova denominação do local de desfiles dos chamados megablocos, no centro do Rio. A concentração é na Rua Primeiro de Março, seguindo pela Avenida Presidente Antônio Carlos até a dispersão na altura da Rua Araújo Porto Alegre</strong><em>.</em> O nome foi dado pelo prefeito carioca, Eduardo Paes, em homenagem à cantora Preta Gil, que morreu em julho do ano passado, após dois anos e meio de luta contra um câncer de intestino. A estreia do Cordão no circuito dos megablocos será no dia 8 de fevereiro. No domingo seguinte (15), o Cordão fará seu 20º Baile Multicultural na Praça XV, também na região central da cidade. Bonecos gigantes e estandartes são levados pelos foliões do bloco durante o cortejo.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Ministério quer proteger crianças e adolecentes no carnaval.</li>
<li>Carnaval deverá injetar mais de R$ 5,7 bi na economia carioca.</li>
<li>Único bloco criado por quilombolas homenageará Preta Gil no Carnaval.</li>
</ul>
<p><strong>As principais características dos megablocos são a grande multidão de seguidores, superando dezenas de milhares e chegando a milhões de participantes; a estrutura grandiosa, que inclui trios elétricos, carros de som, grandes palcos; presença de artistas e cantores famosos; diversidade musical; patrocínio; grande esquema operacional da prefeitura, em termos de segurança, saúde, limpeza, e uso de tecnologia para monitoramento</strong>. Os megablocos incluem também blocos tradicionais, como o Cordão da Bola Preta e o Monobloco.</p>
<h2>Decisão conjunta</h2>
<p>Em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>, o diretor musical do Cordão do Boitatá, acordeonista, pianista e compositor Kiko Horta, informou que a decisão de levar o bloco de rua para o local onde desfilam os megablocos foi tomada em conjunto pela agremiação e a prefeitura do Rio, por meio da Empresa de Turismo do Município (Riotur), devido à dimensão conquistada pelo bloco.</p>
<blockquote>
<p>“Há muitos anos, a gente vinha pleiteando isso junto à prefeitura”, disse Kiko Horta.</p>
</blockquote>
<p>Com a obra de demolição do Elevado da Perimetral, realizada entre 2013 e 2014, o Cordão do Boitatá teve que parar de desfilar na Praça XV e desde então não conseguiu voltar ao local, o que fará neste carnaval. O bloco passou então a desfilar na Rua Henrique Valadares, na Lapa; em seguida nas ruas da Assembleia e Carioca, que se encontra em obras este ano.<strong> Mas, com uma orquestra formada por mais de 250 músicos, o bloco não pode desfilar mais em ruas estreitas como essas.</strong></p>
<blockquote>
<p>“O Cordão precisa desfilar em rua larga para caber a orquestra. Mesmo a gente não tendo um trio elétrico, o Cordão é um megabloco que, no ano passado, tinha mais de 40 mil pessoas no cortejo”, explicou Kiko Horta à prefeitura.</p>
</blockquote>
<p>Com o auxílio de drones no desfile de 2025, o bloco mostrou imagens que comprovaram à Riotur que o Cordão tem o tamanho de um megabloco.</p>
<blockquote>
<p>“Este ano, são 30 anos de cortejo da orquestra de rua, 20 anos do Baile Multicultural. Ou seja, é uma forma da brincadeira pé no chão ter o seu espaço também no carnaval, no centro do Rio. Isso (a inclusão do Cordão no Circuito dos megablocos) não foi uma coisa que a prefeitura decidiu. Foi uma decisão que a gente tomou conversando com eles e chegando no entendimento de que as brincadeiras, com o formato que o Cordão propõe também precisam ter seu espaço garantido”.</p>
</blockquote>
<h2>Homenagens</h2>
<p><strong>No carnaval 2026, o Cordão do Boitatá vai prestar homenagem ao compositor, poeta e produtor musical brasileiro Hermínio Bello de Carvalho, e ao compositor, arranjador e multi-instrumentista brasileiro Hermeto Pascoal, entre outros expoentes da música nacional.</strong> Não há uma fantasia definida para este ano, mas Kiko Horta acredita que o público do Cordão não deixará passar em branco fatos que ocorreram no Brasil e no mundo neste início de ano, entre os quais a invasão da Venezuela pelos Estados Unidos.</p>
<blockquote>
<p>“Eu acho que se pode esperar boas mensagens e boas surpresas”, arriscou.</p>
</blockquote>
<p>Outra surpresa será a adesão de participantes, agora que o bloco vai desfilar no Circuito dos megablocos.</p>
<blockquote>
<p>“O público do Cordão vai vir em peso e é claro que a gente vai receber também pessoas que nunca viram o Cordão. Vamos passar com a nossa bateria, a orquestra de sopros, nossas alas e botando o povo para cantar. É isso que a gente precisa para que a festa aconteça. O Cordão é o carnaval feito no corpo a corpo, todo mundo junto. E isso é bonito”.</p>
</blockquote>
<p>A estimativa é que o Cordão do Boitatá atraia número acima de 40 mil participantes.</p>
<h2>Serpente</h2>
<p><strong>O bloco tem como alegoria central a figura de uma cobra de fogo, que faz parte da Lenda do Boitatá.</strong> De acordo com a lenda, um grande cobra, ao despertar, teve seus olhos e corpo tomados por labaredas de fogo, tornando-se a partir daí uma luz que não só iluminava a mata, mas protegia a natureza, afastando invasores, como caçadores e lenhadores.</p>
<p>A figura da serpente de fogo aparece em estandartes e fantasias, representando a proteção da cultura e do carnaval de rua, inspirado na lenda de proteção da floresta.</p>
<h2>Patrimônio</h2>
<p>Em 2022, o Cordão do Boitatá e o Baile Multicultural foram considerados patrimônios culturais de Natureza Imaterial do Estado do Rio de Janeiro, reconhecendo sua importância como espaço de liberdade e celebração democrática.</p>
<p> Alana Gandra &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-01/rio-cordao-do-boitata-estreia-no-circuito-dos-megablocos-do-carnaval">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 19 Jan 2026 09:32:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/rio-cordao-do-boitata-estreia-no-circuito-dos-megablocos-do-carnaval/">Rio: Cordão do Boitatá estreia no circuito dos megablocos do carnaval</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>TV Brasil Internacional estreia série sobre a Cracolândia</title>
		<link>https://weeknews.online/tv-brasil-internacional-estreia-serie-sobre-a-cracolandia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Jan 2026 14:53:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Neste domingo (18), às 20h, no horário de Brasília, a TV Brasil Internacional, do canal público da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), estreia série produzida pelo Brasil de Fato, Território em Fluxo. A produção conta com cinco episódios e aborda os principais conflitos da região conhecida como “Cracolândia”, em São Paulo, desde a resistência e alternativa à guerra contra as drogas. Em formato de documentário, o projeto mostra os processos sociais e históricos que permeiam a sociedade. São olhares profundos e sensíveis sobre os desafios, as transformações e a pluralidade de vozes. Notícias relacionadas: Carnaval deverá injetar mais de R$ 5,7 bi na economia carioca. Prefeitura de São Paulo retoma espaço ocupado pelo Teatro de Contêiner. Lula liga para Wagner Moura e Kléber Mendonça&#8230;</p>
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<p><strong>Neste domingo (18), às 20h, no horário de Brasília, a TV Brasil Internacional, do canal público da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), estreia série produzida pelo Brasil de Fato, <em>Território em Fluxo</em>. A produção conta com cinco episódios e aborda os principais conflitos da região conhecida como “Cracolândia”, em São Paulo, desde a resistência e alternativa à guerra contra as drogas.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1768748019_897_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1768748019_902_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Em formato de documentário, o projeto mostra os processos sociais e históricos que permeiam a sociedade. São olhares profundos e sensíveis sobre os desafios, as transformações e a pluralidade de vozes.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
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</ul>
<p>Além disso, a série convida o público a compreender o mundo a partir de contextos e experiências que vão desde o urbano ao rural e das questões ambientais às relações sociais.</p>
<h2>TV Brasil Internacional </h2>
<p>A <strong>TV Brasil Internacional</strong> é o canal de televisão da <strong>EBC</strong> voltado para os brasileiros que moram no exterior, valorizando a identidade nacional e a cultura brasileira pelo mundo. Atualmente, conta com audiência em cerca de 80 países, sendo uma janela aberta para a cultura e a informação, promovendo a conexão com o país por meio de uma programação diversificada que valoriza o Brasil e suas histórias para todos os públicos. </p>
<p>As atrações da emissora são selecionadas e organizadas em cinco faixas de programação que se alternam ao longo do dia para atender aos diferentes fuso-horários no mundo. O canal público também está disponível gratuitamente no site <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://tvbrasil.ebc.com.br/" target="_blank">tvbrasilinternacional.ebc.com.br</a>, no <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.youtube.com/tvbrasil" target="_blank">YouTube</a> e app TV Brasil Internacional, disponível para <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.ebc.tvbrasilinternacional&amp;hl=pt_BR" target="_blank">Android</a> e <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://apps.apple.com/br/app/tv-brasil-internacional/id6479920658" target="_blank">iOS</a>. </p>
<p> EBC , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-01/tv-brasil-internacional-estreia-serie-sobre-cracolandia">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 18 Jan 2026 11:29:00 -0300 </p>

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