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	<title>Arquivo de 7% em relação ao ano de 2025 - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de 7% em relação ao ano de 2025 - WeekNews</title>
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		<title>Chuvas reduzem oferta e preço do limão dispara na entressafra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Oct 2026 13:23:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[7% em relação ao ano de 2025]]></category>
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		<category><![CDATA[Cesta básica ficou mais barata em 25 capitais em agosto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O preço do limão tahiti pago ao produtor no cinturão cítrico paulista, responsável por 80% da produção nacional, subiu 226,4% entre junho e agosto deste ano, segundo levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A caixa de 27,2 kg passou de R$ 32,10 em junho para R$ 55,60 em julho e R$ 104,78 em agosto. Na comparação com agosto de 2025, o valor pago ao produtor ficou 71% maior. O repasse chegou ao atacado. No maior entreposto do país, a Ceagesp, na capital paulista, o quilo do limão saiu de R$ 1,82 no início da entressafra, em maio, para R$ 8,62 no pico de fins de setembro, alta de 374%. Na CeasaMinas, na Grande Belo Horizonte, a variação foi de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/rbr7432-1024x512.jpg" alt="Chuvas reduzem oferta e preço do limão dispara na entressafra" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-10/preco-do-limao-esta-acima-da-media-mesmo-na-entressafra" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O preço do limão tahiti pago ao produtor no cinturão cítrico paulista, responsável por 80% da produção nacional, subiu 226,4% entre junho e agosto deste ano, segundo levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A caixa de 27,2 kg passou de R$ 32,10 em junho para R$ 55,60 em julho e R$ 104,78 em agosto. Na comparação com agosto de 2025, o valor pago ao produtor ficou 71% maior.</p>
<p>O repasse chegou ao atacado. No maior entreposto do país, a Ceagesp, na capital paulista, o quilo do limão saiu de R$ 1,82 no início da entressafra, em maio, para R$ 8,62 no pico de fins de setembro, alta de 374%. Na CeasaMinas, na Grande Belo Horizonte, a variação foi de R$ 2,50 para R$ 8,50, aumento de 240%.</p>
<p>A escalada tem origem na oferta reduzida. O excesso de chuvas no começo do ano afetou a quantidade e a qualidade comercializável da fruta e comprometeu a formação da safra seguinte. A maior umidade e o aumento de dias nublados elevaram a proporção de frutas mais claras e dificultaram a colheita.</p>
<p>&#8220;O limão tem como uma de suas características ter uma volatilidade muito alta em seu histórico de preços, diferente do que estamos acostumados a ver em outras plantas. O momento atual é um período bem precário, com uma condição especial de chuvas que afetou a florada no começo do ano&#8221;, afirmou o pesquisador Renato Garcia Ribeiro, do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq).</p>
<p>Segundo a Conab, a principal florada que deveria compor a oferta do segundo semestre, ocorrida em julho, foi prejudicada por chuvas acima da média nas principais regiões produtoras, Matão e Bebedouro. Essa florada só deve gerar volume relevante a partir de meados de novembro. O excesso de chuvas também prejudicou o pegamento de frutos de floradas anteriores, reduzindo a quantidade que deveria aliviar a escassez em setembro e outubro.</p>
<p>Bebedouro e Matão concentram cerca de 68% da área de produção de limões e limas do cinturão cítrico paulista. Do total de frutos produzidos, 88% são de limão tahiti. Limeira, Votuporanga e São José do Rio Preto são outras áreas produtoras, com menor relevância.</p>
<p>A Conab explica que o mercado do limão tem um ciclo previsível: janeiro e fevereiro marcam o pico da safra; em março e abril a produção cai, mas fica estável; a entressafra propriamente dita começa no fim de maio e se estende até meados de setembro, quando entra a nova safra. Neste ano, porém, a queda de oferta no início da entressafra foi maior que em anos anteriores.</p>
<p>Além do clima, pesam na formação dos preços a competição entre mercado interno e externo — cerca de 11% da safra é exportada, principalmente para a Europa — e o aumento da demanda interna com o calor de agosto e setembro.</p>
<p>A normalização dos preços está prevista para o fim do ano, com a chegada da nova safra. Na última semana, os preços na Ceagesp começaram a diminuir, mas não é possível afirmar que a tendência se manterá.</p>
<p>&#8220;O impacto maior foi no volume de produção. Tivemos anos anteriores bons, mas houve impacto da condição climática, que deve se estender para o próximo ano&#8221;, estimou o pesquisador do Cepea/Esalq.</p>
<p>Especialistas apontam ainda risco para a próxima safra, pois um cenário de El Niño forte no começo de 2027 pode aumentar o calor e o déficit hídrico, estressando as plantas e afetando a florada no fim da primavera e início do verão. Técnicos da Conab, no entanto, consideram que o El Niño teve pouco impacto na produção deste ano.</p>
<p>&#8220;Mesmo no mês de julho, quando chuvas e ventos anormais afetaram a florada, o fenômeno era de intensidade ainda baixa. Então não podemos afirmar que foi a causa principal das alterações ocorridas nesse mercado. Podemos dizer que contribuiu para essa configuração, mas não foi o fator principal&#8221;, avaliaram.</p>
<p>Análise WeekNews: A alta do limão combina um fator conjuntural — a entressafra, que reduz a oferta todos os anos — com um problema climático específico deste ano, que derrubou a produção justamente no intervalo em que ela já seria menor. Os números mostram que o repasse ao consumidor foi expressivo em todos os elos da cadeia, do produtor ao atacado. Como a normalização depende da entrada da nova safra, prevista para o fim do ano, o alívio nos preços tende a acompanhar o ritmo da florada de julho, que só deve gerar volume relevante a partir de meados de novembro.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-10/preco-do-limao-esta-acima-da-media-mesmo-na-entressafra" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Move Brasil amplia teto de financiamento para R$ 200 mil e inclui novos híbridos</title>
		<link>https://weeknews.online/move-brasil-amplia-teto-de-financiamento-para-r-200-mil-e-inclui-novos-hibridos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 19:05:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[7% em relação ao ano de 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Beneficiários com NIS de final 2 recebem Bolsa Família de agosto]]></category>
		<category><![CDATA[Diário Oficial da União]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[estudava mudanças no programa]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
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		<category><![CDATA[Move Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Oxfam Brasil: concentração de riqueza amplia desigualdade política]]></category>
		<category><![CDATA[Safra de cana-de-açúcar deve crescer 4]]></category>
		<category><![CDATA[táxi]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Programa Move Brasil, Táxi e Aplicativos elevou o limite de financiamento para veículos novos e ampliou a lista de carros híbridos elegíveis. A mudança foi oficializada por meio de uma portaria conjunta dos Ministérios do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e da Fazenda, publicada em edição extraordinária do Diário Oficial da União (DOU). Com a nova regra, o teto do valor do veículo, que era de R$ 150 mil, passou para R$ 200 mil, considerando o valor registrado na nota fiscal. A medida aumenta a variedade de modelos que podem ser financiados por motoristas de aplicativo e taxistas cadastrados no programa. De acordo com o governo, a elevação do teto faz com que o critério econômico do programa&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/984485-taxistas20uber-9500-1024x512.jpg" alt="Move Brasil amplia teto de financiamento para R$ 200 mil e inclui novos híbridos" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/credito-para-carros-de-aplicativo-tem-teto-elevado-para-r-200-mil" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>O Programa Move Brasil, Táxi e Aplicativos elevou o limite de financiamento para veículos novos e ampliou a lista de carros híbridos elegíveis. A mudança foi oficializada por meio de uma portaria conjunta dos Ministérios do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e da Fazenda, publicada em edição extraordinária do Diário Oficial da União (DOU).</p>
<p>Com a nova regra, o teto do valor do veículo, que era de R$ 150 mil, passou para R$ 200 mil, considerando o valor registrado na nota fiscal. A medida aumenta a variedade de modelos que podem ser financiados por motoristas de aplicativo e taxistas cadastrados no programa.</p>
<p>De acordo com o governo, a elevação do teto faz com que o critério econômico do programa passe a alcançar cerca de 88% do mercado brasileiro de veículos, ante aproximadamente 63% anteriormente. A estimativa leva em conta dados de emplacamentos da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) de 2025.</p>
<p>Na prática, a mudança amplia as opções disponíveis aos beneficiários, incluindo modelos de categorias superiores de conforto. Além disso, a portaria também expandiu a relação de veículos híbridos que podem participar do programa. Agora, são contemplados modelos que combinam motor elétrico com motor a combustão movido a álcool, gasolina e híbrido de álcool e gasolina.</p>
<p>A medida mantém os critérios de sustentabilidade e eficiência energética estabelecidos pelo programa. Dados do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) de 2026 indicam que veículos híbridos podem apresentar redução média próxima de 24% no consumo energético em comparação com versões convencionais equivalentes.</p>
<p>Em vigor desde 27 de julho, o Move Brasil prevê até R$ 30 bilhões em crédito para a aquisição de veículos novos por motoristas de aplicativo e taxistas. A ampliação do programa ocorre enquanto o governo avalia mudanças para aumentar a participação dos bancos privados nas operações de financiamento.</p>
<p>Na noite de quarta-feira (19), o ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que a equipe econômica estudava mudanças no programa. Segundo ele, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal têm demonstrado maior disposição para conceder os financiamentos, mas as instituições privadas apresentam menor participação.</p>
<p>Durigan afirmou que a adesão ao programa está abaixo da expectativa inicial do governo, embora o volume de operações já seja considerado relevante. Ele disse que o governo pretende avaliar formas de ampliar o interesse das instituições privadas e aumentar o número de financiamentos.</p>
<p>“O que a gente tem visto é uma participação maior dos bancos públicos, do Banco do Brasil e da Caixa, com menos apetite por parte dos bancos privados. Nós estamos sempre em contato para entender por que, mesmo com a garantia do governo, não tem tido a adesão que a gente inicialmente esperava”, disse o ministro após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p>Com o novo teto de R$ 200 mil e a ampliação das categorias de híbridos, o governo busca aumentar as opções disponíveis aos motoristas e, paralelamente, trabalha em ajustes para elevar a participação das instituições privadas no programa.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/credito-para-carros-de-aplicativo-tem-teto-elevado-para-r-200-mil" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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