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	<title>Arquivo de 7% emissões de gases do efeito estufa em 2024 - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de 7% emissões de gases do efeito estufa em 2024 - WeekNews</title>
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		<title>Duas pesquisadoras da Uerj participam do seleto grupo do IPCC da ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Dec 2025 14:28:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[7% emissões de gases do efeito estufa em 2024]]></category>
		<category><![CDATA[8 bi para adaptar SUS a mudanças climáticas]]></category>
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		<category><![CDATA[Brasil lança na COP plano para adaptação do SUS às mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil reduziu 16]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Duas pesquisadoras da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj foram selecionadas para participar do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), órgão da Organização das Nações Unidas (ONU) para atuar como autoras do relatório do 7º Ciclo de Avaliação. Elas integram um seleto grupo de 664 especialistas de 111 países escolhidos pelo IPCC. Segundo a Uerj, apenas 18 pesquisadores brasileiros compõem o novo ciclo do IPCC, e a universidade estadual é a única instituição brasileira a participar com duas mulheres, “evidenciando tanto a excelência científica da universidade quanto a importância da presença feminina em espaços estratégicos de formulação de políticas globais baseadas em evidências científicas”.  Notícias relacionadas: Saúde anuncia R$ 9,8 bi para adaptar SUS a mudanças climáticas. Brasil lança na COP&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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				</p>
<p><strong>Duas pesquisadoras da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj foram selecionadas para participar do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), órgão da Organização das Nações Unidas (ONU) para atuar como autoras do relatório do 7º Ciclo de Avaliação. Elas integram um seleto grupo de 664 especialistas de 111 países escolhidos pelo IPCC.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1766672920_800_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1766672920_167_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<blockquote>
<p>Segundo a Uerj, apenas 18 pesquisadores brasileiros compõem o novo ciclo do IPCC, e a universidade estadual é a única instituição brasileira a participar com duas mulheres, “evidenciando tanto a excelência científica da universidade quanto a importância da presença feminina em espaços estratégicos de formulação de políticas globais baseadas em evidências científicas”. </p>
</blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Saúde anuncia R$ 9,8 bi para adaptar SUS a mudanças climáticas.</li>
<li>Brasil lança na COP plano para adaptação do SUS às mudanças climáticas.</li>
<li>Brasil reduziu 16,7% emissões de gases do efeito estufa em 2024.</li>
</ul>
<p>O relatório do IPCC é uma das principais referências internacionais sobre a crise climática, sendo referendado por todos os países signatários da ONU e utilizado para orientar decisões governamentais, acordos internacionais e estratégias de adaptação e mitigação. <strong>O documento recomenda políticas públicas e ações, mas não obriga as nações a adotar as medidas nele contidas.</strong></p>
<p>A cada ciclo de avaliação, os especialistas selecionados analisam os conhecimentos científicos mais recentes sobre temas como os indicadores físicos das mudanças climáticas, seus impactos e riscos associados, além das possibilidades de respostas por meio de adaptação e mitigação.</p>
<p><strong>A primeira reunião dos autores-líderes e coordenadores dos três grupos de trabalho do 7º Ciclo ocorreu na primeira semana de dezembro, em Paris.</strong></p>
<p>Os três grupos de trabalho do IPCC abordam dimensões centrais das mudanças climáticas. <strong>O Grupo de Trabalho 1 dedica-se às bases físicas do clima; o Grupo 2 analisa impactos, vulnerabilidades e adaptação; e o Grupo de Trabalho 3 trata da mitigação de gases de efeito estufa. O 7º Ciclo de Avaliação será concluído em 2028 com o lançamento do Relatório Síntese.</strong></p>
<p>Por ser signatário da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), o Brasil pode indicar cientistas para compor o painel, cabendo ao IPCC a seleção com base na área de atuação, especialidades e produção científica. <strong>As professoras Letícia Cotrim e Luciana Prado, ambas da Faculdade de Oceanografia da Uerj, foram escolhidas, respectivamente, como autora-coordenadora e autora-líder do Grupo de Trabalho 1.</strong></p>
<p>Letícia Cotrim, do Departamento de Oceanografia Química, já atuou como autora-líder no 6º Ciclo de Avaliação (2018-2021). Ela está participando como um dos três autores coordenadores do capítulo 4: avanços no entendimento de processos no sistema terrestre e mudanças associadas ao clima.</p>
<blockquote>
<p>“Dentro do escopo delineado pelo IPCC para este capítulo, entram aspectos do funcionamento de ecossistemas terrestres, marinhos e costeiros, e suas interações com a atmosfera e a criosfera (polos e regiões de alta montanha com geleiras)”, explica a professora.</p>
</blockquote>
<p>Para Luciana Prado, do Departamento de Oceanografia Física e Meteorologia, ser selecionada para integrar o IPCC representa um marco importante na carreira já que houve muitas inscrições no mundo inteiro para participar do 7º Ciclo. <strong>A professa explica que vai participar do Capítulo 2, que vai descrever as mudanças climáticas observadas nas últimas décadas do ponto de vista global, uma espécie de diagnóstico global.</strong></p>
<blockquote>
<p>“A minha parte está relacionada a compilar os estudos que foram feitos para climas passados, é a paleoclimatologia. Olhando para essas situações, a gente consegue entender melhor como o sistema climático funciona para fazer melhores projeções futuras”, completa Luciana.</p>
</blockquote>
<h2>Grupo de Trabalho 1</h2>
<p>Os temas analisados pelo Grupo de Trabalho 1 incluem gases de efeito estufa e aerossóis na atmosfera; mudanças de temperatura do ar, da terra e dos oceanos; ciclo hidrológico e alterações nos padrões de precipitação; eventos climáticos extremos; geleiras e calotas polares; oceanos e elevação do nível do mar; biogeoquímica e o ciclo do carbono; além da sensibilidade climática.</p>
<p>A avaliação científica combina observações, dados de paleoclima, estudos de processos, teoria e modelagem, oferecendo uma visão abrangente do sistema climático, de sua evolução e das causas das mudanças observadas. <strong>O processo de elaboração dos relatórios prevê ainda rodadas de revisão por cientistas e governos signatários, antes da aprovação do sumário final, que orienta compromissos internacionais.</strong></p>
<p><strong>O próximo encontro dos autores do IPCC está previsto para abril de 2026, em Santiago, no Chile.</strong></p>
<p> </p>
<p> Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-12/duas-pesquisadoras-da-uerj-participam-do-seleto-grupo-do-ipcc-da-onu">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 25 Dec 2025 11:04:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Investir no clima e meio ambiente estáveis previne mortes, aponta ONU</title>
		<link>https://weeknews.online/investir-no-clima-e-meio-ambiente-estaveis-previne-mortes-aponta-onu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 16:14:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[7% emissões de gases do efeito estufa em 2024]]></category>
		<category><![CDATA[biodoversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil reduziu 16]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Especialista alerta para urgência do saneamento na crise climática]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[Presidente cobra compromisso global no combate a mudanças climáticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A sétima edição do Panorama Ambiental Global (GEO7), do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), lançada nesta terça-feira (9), em Nairóbi, na África, aponta que a inação frente aos desafios climáticos e ambientais pode resultar em milhões de mortes e enormes danos financeiros.  O documento, a principal avaliação científica periódica sobre a trajetória ambiental do planeta, também apresenta soluções que podem prevenir mortes, pobreza e render US$ 20 trilhões ao ano à economia mundial, até 2070. Notícias relacionadas: Presidente cobra compromisso global no combate a mudanças climáticas. Brasil reduziu 16,7% emissões de gases do efeito estufa em 2024. Especialista alerta para urgência do saneamento na crise climática. O cientista Robert Watson, copresidente de avaliação do GEO7, ressalta que o relatório&#8230;</p>
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				</p>
<p>A sétima edição do Panorama Ambiental Global (GEO7), do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), lançada nesta terça-feira (9), em Nairóbi, na África, aponta que a inação frente aos desafios climáticos e ambientais pode resultar em milhões de mortes e enormes danos financeiros. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1765296884_169_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1765296884_152_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>O documento, a principal avaliação científica periódica sobre a trajetória ambiental do planeta, também apresenta soluções que podem prevenir mortes, pobreza e render US$ 20 trilhões ao ano à economia mundial, até 2070.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Presidente cobra compromisso global no combate a mudanças climáticas.</li>
<li>Brasil reduziu 16,7% emissões de gases do efeito estufa em 2024.</li>
<li>Especialista alerta para urgência do saneamento na crise climática.</li>
</ul>
<p>O cientista Robert Watson, copresidente de avaliação do GEO7, ressalta que o relatório aponta a necessidade de mudanças profundas em cinco sistemas e um esforço coletivo e inclusivo para que aconteçam mudanças na trajetória ambiental.</p>
<blockquote>
<p>“Vai requerer uma transformação sem precedente, integrada, rápida e inovadora das nossas finanças, economia, dos materiais, energia, sistemas alimentares e ambientais. Requer uma mistura de mudanças de comportamento, tecnológicas e nos governos como um todo. Esse não é um desafio para ministros de Meio Ambiente sozinhos. É para cada ministro, em cada governo no mundo, e para toda a sociedade”, avalia.</p>
</blockquote>
<p>De acordo com o GEO7, as recomendações do panorama são o caminho necessário para evitar 9 milhões de mortes prematuras relacionadas à poluição, tirar 200 milhões de pessoas da subnutrição e 150 milhões de pessoas da pobreza extrema. Ressalta ainda que para promover as transformações são necessários altos investimentos.</p>
<h2>Custo</h2>
<p><strong>O relatório aponta que são necessários US$ 8 trilhões ao ano para que o planeta alcance a meta de neutralizar as emissões de gases do efeito estufa até 2050, e para que as nações consigam restaurar e promover a conservação da biodiversidade.</strong></p>
<p>Segundo Inger Andersen, diretora executiva do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, o custo da inação é muito maior. </p>
<blockquote>
<p>“Para dar apenas um exemplo do cenário apontado pelo relatório, as mudanças climáticas reduzirão 4% do PIB anual até 2050, tirarão muitas vidas e aumentarão a migração forçada”, alerta.</p>
</blockquote>
<p>A trajetória de aumento da temperatura e os extremos climáticos somam um custo estimado em US$ 143 bilhões ao ano, nas últimas duas décadas, aponta o estudo.</p>
<p>Somam-se ainda perdas econômicas anuais relacionadas à saúde, como as decorrentes da poluição do ar, que apenas em 2019 exigiram US$ 8,1 trilhões, ou as causadas pela exposição a substâncias químicas tóxicas presentes nos plásticos, estimadas em US$ 1,5 trilhão ao ano.</p>
<p>De acordo com os cientistas, diante dos custos sociais e econômicos, o caminho apontado pelo relatório não é mais uma escolha, é inevitável. “Os danos evitados e os retornos de longo prazo sobre os investimentos mais do que compensam o que é necessário. Os benefícios macroeconômicos globais desse caminho aparecem em 2050 e crescem para US$ 20 trilhões ao ano até 2070, com um boom a partir daí”, reforça Inger Andersen.</p>
<h2>Abordagem</h2>
<p><strong>O relatório também sugere uma mudança no modelo da tomada de decisões adotado atualmente pelas nações em negociações multilaterais e nas métricas adotadas.</strong> </p>
<p>“Seguir esse caminho começa por ir além do PIB como medida do bem-estar econômico, utilizando indicadores inclusivos que também acompanham a saúde humana e o capital natural e continuam a transição para modelos econômicos circulares e uma rápida descarbonização”, explica a diretora do Pnuma.</p>
<h2>Análise</h2>
<p><strong>O relatório reúne o trabalho de 287 cientistas de 82 países, com contribuições de mais de 800 revisores do mundo todo e pretende responder à busca global por soluções efetivas e urgentes, que tornem o planeta mais resiliente.</strong></p>
<p>“Deve servir de motivação para que as nações dêem seguimento aos progressos alcançados na COP30 da UNFCCC [Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, ocorrida em Belém, no mês de novembro], implementando as suas atuais promessas climáticas e descobrindo formas de as reforçar ainda mais”, conclui Inger Andersen.</p>
<p> Fabíola Sinimbú &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-12/investir-no-clima-e-meio-ambiente-estaveis-previne-mortes-aponta-onu-0">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 09 Dec 2025 12:49:00 -0300 </p>

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