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	<title>Arquivo de 89% nos combustíveis - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de 89% nos combustíveis - WeekNews</title>
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		<title>Pressionada pela energia elétrica, inflação de fevereiro fica em 1,31%</title>
		<link>https://weeknews.online/pressionada-pela-energia-eletrica-inflacao-de-fevereiro-fica-em-131/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 14:16:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[68% em 2025]]></category>
		<category><![CDATA[89% nos combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Entenda os diferentes índices de inflação]]></category>
		<category><![CDATA[fevereiro]]></category>
		<category><![CDATA[Haddad prevê queda da inflação em 2025 por causa de supersafra]]></category>
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		<category><![CDATA[Mercado financeiro projeta inflação de 5]]></category>
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		<category><![CDATA[Saiba o que é o bônus na conta de luz]]></category>
		<category><![CDATA[segurar a inflação em janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Sem o desconto na conta de luz que ajudou a segurar a inflação em janeiro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, a inflação oficial, fechou fevereiro em 1,31%. É o maior resultado desde março de 2022, quando tinha marcado 1,62%, e o mais alto para um mês de fevereiro desde 2003 (1,57%). Os dados divulgados nesta quarta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que no acumulado de 12 meses, o IPCA soma 5,06%, o patamar mais alto desde setembro de 2023 (5,19%) e fica acima da meta do governo &#8211; de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, um intervalo de 1,5% a 4,5%.  Desde o início de 2025, o período&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/pressionada-pela-energia-eletrica-inflacao-de-fevereiro-fica-em-131/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/pressionada-pela-energia-eletrica-inflacao-de-fevereiro-fica-em-131/">Pressionada pela energia elétrica, inflação de fevereiro fica em 1,31%</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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Feed Últimas.<br />
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<p>Sem o desconto na conta de luz que ajudou a segurar a inflação em janeiro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, a inflação oficial, fechou fevereiro em 1,31%. É o maior resultado desde março de 2022, quando tinha marcado 1,62%, e o mais alto para um mês de fevereiro desde 2003 (1,57%).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1741789005_134_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1741789006_55_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados divulgados nesta quarta-feira (12) pelo <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.ibge.gov.br/pt/inicio.html" target="_blank">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística</a> (IBGE) mostram que no acumulado de 12 meses, o IPCA soma 5,06%, o patamar mais alto desde setembro de 2023 (5,19%) e fica acima da meta do governo &#8211; de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, um intervalo de 1,5% a 4,5%. </p>
<p>Desde o início de 2025, o período de avaliação da meta é referente aos 12 meses imediatamente passados e não apenas o alcançado no fim do ano (dezembro). A meta só é considerada descumprida se estourar o intervalo de tolerância por seis meses seguidos.</p>
<p>Em janeiro, o acumulado de 12 meses ficou em 4,56%, ou seja, neste novo modelo de acompanhamento de meta, fevereiro é o segundo mês fora da tolerância.</p>
<h2>Conta de luz</h2>
<p>A alta da energia elétrica, de 16,8%, foi o que mais pressionou a inflação. Essa variação representa impacto de 0,56 ponto percentual no índice. A explicação está no efeito estatístico causado pelo fim do Bônus Itaipu – desconto que os brasileiros receberam na conta de luz em janeiro e fez com que a inflação daquele mês ficasse em 0,16%.</p>
<p>Saiba o que é o bônus na conta de luz que ajudou a segurar a inflação em janeiro.</p>
<p>Sem o desconto em fevereiro, o preço da energia dá um salto no mês seguinte. Isso fez com que o item habitação passasse de -3,08% em janeiro para 4,44% em fevereiro, exercendo o maior impacto (0,65 ponto percentual) inflacionário do mês.</p>
<p>“O subitem energia elétrica residencial passou de uma queda de 14,21% em janeiro para uma alta de 16,80% em fevereiro”, explica o gerente do IPCA, Fernando Gonçalves.</p>
<p>De acordo com Gonçalves, se o impacto da energia elétrica fosse retirado do cálculo, a inflação teria sido de 0,78%, o maior desde fevereiro de 2024 (0,83%).</p>
<h2>Mensalidades escolares</h2>
<p>O segundo grande peso de alta de preços em fevereiro foi a educação, que subiu 4,7%, representando impacto de 0,28%. A explicação está nos tradicionais reajustes de mensalidades escolares, com destaque para o ensino fundamental (7,51%), ensino médio (7,27%) e pré-escola (7,02%).</p>
<h2>Alimentos sobem menos</h2>
<p>Uma das grandes preocupações atuais do governo, o preço dos alimentos desacelerou em fevereiro, ou seja, continuaram subindo, no entanto em menor velocidade.</p>
<p>A alta ficou em 0,70% (impacto de 0,15 ponto percentual), ante 0,96% de janeiro (0,96%).</p>
<p>Os maiores impactos no grupo alimentos e bebidas foram o café moído, que subiu 10,77% (impacto de 0,06%) e o ovo de galinha, com alta de 15,39% e impacto de 0,04 ponto percentual.</p>
<p>“O café, com problemas na safra, está em trajetória de alta desde janeiro de 2024. Já o aumento do ovo se justifica pela alta na exportação, após problemas relacionados à gripe aviária nos Estados Unidos e também pela maior demanda devido à volta às aulas. Além disso, o calor prejudica a produção, reduzindo a oferta”, diz o gerente do IPCA. </p>
<p>Em 12 meses, o café subiu 66,18%.</p>
<p>Cerca de 92% do resultado do IPCA de fevereiro estão concentrados em quatro dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados: habitação, educação, alimentação e bebidas e transportes.</p>
<h2>Transportes</h2>
<p>O grupo transportes subiu 0,61% (impacto de 0,13 ponto percentual), abaixo do registrado em janeiro (1,30%). O reajuste no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo estadual, influenciou o aumento de 2,89% nos combustíveis.</p>
<p>A gasolina ficou 2,78% mais cara e representou a segunda maior pressão em todos os produtos e serviços pesquisados pelo IBGE – impacto de 0,14 ponto percentual. O óleo diesel subiu 4,35%, e o etanol, 3,62%. O impacto da gasolina é maior que o dos demais combustíveis pois é um produto que tem mais peso na cesta de consumo das famílias.</p>
<h2>Espalhamento</h2>
<p>O índice de difusão do IPCA de fevereiro ficou em 61%. Isso significa que dos 377 subitens (produtos e serviços) pesquisados pelo IBGE, 61% apresentaram elevação de preço. Em dezembro, o patamar era de 69%; em janeiro, 65%.</p>
<p>Se forem considerados apenas os produtos alimentícios, o índice de difusão de fevereiro cai para 55%.</p>
<h2>Resultado dos grupos</h2>
<p>Educação: 4,70% (0,28 ponto percentual)</p>
<p>Habitação: 4,44% (0,65 p.p.)</p>
<p>Alimentação e bebidas: 0,70% (0,15 p.p.)</p>
<p>Transportes: 0,61% (0,13 p.p.)</p>
<p>Saúde e cuidados pessoais: 0,49% (0,07 p.p.)</p>
<p>Artigos de residência: 0,44% (0,01 p.p.)</p>
<p>Comunicação: 0,17% (0,01 p.p.)</p>
<p>Despesas pessoais: 0,13% (0,01 p.p.)</p>
<p>Vestuário: 0% (0 p.p.)</p>
<h2>Principais impactos positivos de fevereiro</h2>
<p>Energia elétrica residencial: 16,80% (0,56 p.p.)</p>
<p>Gasolina: 2,78% (0,14 p.p.)</p>
<p>Ensino fundamental: 7,51% (0,12 p.p.)</p>
<p>Ensino superior: 4,11% (0,07 p.p.)</p>
<p>Café moído: 10,77% (0,06 p.p.)</p>
<p>Aluguel residencial: 1,36% (0,05 p.p.)</p>
<p>Ovo de galinha: 15,39% (0,04 p.p.)</p>
<p>Ônibus urbano: 3,00% (0,03 p.p.)</p>
<p>Condomínio: 1,33% (0,03 p.p.)</p>
<p>Ensino médio: 7,27% (0,03 p.p.)</p>
<p>Etanol: 3,62% (0,02 p.p.)</p>
<p>Plano de saúde: 0,57% (0,02 p.p.)</p>
<p>Pré-escola: 7,02% (0,02 p.p.)</p>
<h2>Principais impactos negativos de fevereiro</h2>
<p>Passagem aérea: -20,46% (-0,16 p.p.)</p>
<p>Cinema, teatro e concertos: -6,96% (-0,03 p.p.)</p>
<p>Arroz: -1,61% (-0,01 p.p.)</p>
<p>Leite longa vida: -1,04% (-0,01 p.p.)</p>
<p>Batata-inglesa: -4,10% (-0,01 p.p.)</p>
<p>Banana-d&#8217;água: -5,07% (-0,01 p.p.)</p>
<p>Laranja-pera: -3,49% (-0,01 p.p.)</p>
<p>Óleo de soja: -1,98% (-0,01 p.p.)</p>
<p>O IPCA apura o custo de vida para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. A coleta de preços é feita em dez regiões metropolitanas &#8211; Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre &#8211; além de Brasília e nas capitais Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.</p>
<p>Entenda os diferentes índices de inflação. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/Pressionada-pela-energia-el%C3%A9trica-infla%C3%A7%C3%A3o-de-fevereiro-fica-em-1%2C31%25">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 12 Mar 2025 10:32:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/pressionada-pela-energia-eletrica-inflacao-de-fevereiro-fica-em-131/">Pressionada pela energia elétrica, inflação de fevereiro fica em 1,31%</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Inflação de fevereiro fica em 1,31%, a maior desde março de 2022</title>
		<link>https://weeknews.online/inflacao-de-fevereiro-fica-em-131-a-maior-desde-marco-de-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 13:45:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Entenda os diferentes índices de inflação]]></category>
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		<category><![CDATA[Haddad prevê queda da inflação em 2025 por causa de supersafra]]></category>
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		<category><![CDATA[influenciou o aumento de 2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Sem o desconto na conta de luz que ajudou a segurar a inflação em janeiro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, a inflação oficial, fechou fevereiro em 1,31%. É o maior resultado desde março de 2022, quando tinha marcado 1,62% e o mais alto para um mês de fevereiro desde 2003. Os dados divulgados nesta quarta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que no acumulado de 12 meses, o IPCA soma 5,06%, o patamar mais alto desde setembro de 2023 (5,19%) e fica acima da meta do governo &#8211; de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, um intervalo de 1,5% a 4,5%.  Desde o início de 2025, o período de avaliação&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/inflacao-de-fevereiro-fica-em-131-a-maior-desde-marco-de-2022/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/inflacao-de-fevereiro-fica-em-131-a-maior-desde-marco-de-2022/">Inflação de fevereiro fica em 1,31%, a maior desde março de 2022</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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<p>Sem o desconto na conta de luz que ajudou a segurar a inflação em janeiro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, a inflação oficial, fechou fevereiro em 1,31%. É o maior resultado desde março de 2022, quando tinha marcado 1,62% e o mais alto para um mês de fevereiro desde 2003.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1741787106_994_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1741787106_412_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados divulgados nesta quarta-feira (12) pelo <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.ibge.gov.br/pt/inicio.html" target="_blank">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística</a> (IBGE) mostram que no acumulado de 12 meses, o IPCA soma 5,06%, o patamar mais alto desde setembro de 2023 (5,19%) e fica acima da meta do governo &#8211; de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, um intervalo de 1,5% a 4,5%. </p>
<p>Desde o início de 2025, o período de avaliação da meta é referente aos 12 meses imediatamente passados e não apenas o alcançado no fim do ano (dezembro). A meta só é considerada descumprida se estourar o intervalo de tolerância por seis meses seguidos.</p>
<p>Em janeiro, o acumulado de 12 meses ficou em 4,56%, ou seja, neste novo modelo de acompanhamento de meta, fevereiro é o segundo mês fora da tolerância.</p>
<h2>Conta de luz</h2>
<p>A alta da energia elétrica, de 16,8%, foi o que mais pressionou a inflação. Essa variação representa impacto de 0,56 ponto percentual no índice. A explicação está no efeito estatístico causado pelo fim do Bônus Itaipu – desconto que os brasileiros receberam na conta de luz em janeiro e fez com que a inflação daquele mês ficasse em 0,16%.</p>
<p>Saiba o que é o bônus na conta de luz que ajudou a segurar a inflação em janeiro.</p>
<p>Sem o desconto em fevereiro, o preço da energia dá um salto no mês seguinte. Isso fez com que o item habitação passasse de -3,08% em janeiro para 4,44% em fevereiro, exercendo o maior impacto (0,65 ponto percentual) inflacionário do mês.</p>
<p>“O subitem energia elétrica residencial passou de uma queda de 14,21% em janeiro para uma alta de 16,80% em fevereiro”, explica o gerente do IPCA, Fernando Gonçalves.</p>
<p>De acordo com Gonçalves, se o impacto da energia elétrica fosse retirado do cálculo, a inflação teria sido de 0,78%, o maior desde fevereiro de 2024 (0,83%).</p>
<h2>Mensalidades escolares</h2>
<p>O segundo grande peso de alta de preços em fevereiro foi a educação, que subiu 4,7%, representando impacto de 0,28%. A explicação está nos tradicionais reajustes de mensalidades escolares, com destaque para o ensino fundamental (7,51%), ensino médio (7,27%) e pré-escola (7,02%).</p>
<h2>Alimentos sobem menos</h2>
<p>Uma das grandes preocupações atuais do governo, o preço dos alimentos desacelerou em fevereiro, ou seja, continuaram subindo, no entanto em menor velocidade.</p>
<p>A alta ficou em 0,70% (impacto de 0,15 ponto percentual), ante 0,96% de janeiro (0,96%).</p>
<p>Os maiores impactos no grupo alimentos e bebidas foram o café moído, que subiu 10,77% (impacto de 0,06%) e o ovo de galinha, com alta de 15,39% e impacto de 0,04 ponto percentual.</p>
<p>“O café, com problemas na safra, está em trajetória de alta desde janeiro de 2024. Já o aumento do ovo se justifica pela alta na exportação, após problemas relacionados à gripe aviária nos Estados Unidos e também pela maior demanda devido à volta às aulas. Além disso, o calor prejudica a produção, reduzindo a oferta”, diz o gerente do IPCA. </p>
<p>Em 12 meses, o café subiu 66,18%.</p>
<p>Cerca de 92% do resultado do IPCA de fevereiro estão concentrados em quatro dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados: habitação, educação, alimentação e bebidas e transportes.</p>
<h2>Transportes</h2>
<p>O grupo transportes subiu 0,61% (impacto de 0,13 ponto percentual), abaixo do registrado em janeiro (1,30%). O reajuste no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo estadual, influenciou o aumento de 2,89% nos combustíveis.</p>
<p>A gasolina ficou 2,78% mais cara e representou a segunda maior pressão em todos os produtos e serviços pesquisados pelo IBGE – impacto de 0,14 ponto percentual. O óleo diesel subiu 4,35%, e o etanol, 3,62%. O impacto da gasolina é maior que o dos demais combustíveis pois é um produto que tem mais peso na cesta de consumo das famílias.</p>
<h2>Espalhamento</h2>
<p>O índice de difusão do IPCA de fevereiro ficou em 61%. Isso significa que dos 377 subitens (produtos e serviços) pesquisados pelo IBGE, 61% apresentaram elevação de preço. Em dezembro, o patamar era de 69%; em janeiro, 65%.</p>
<p>Se forem considerados apenas os produtos alimentícios, o índice de difusão de fevereiro cai para 55%.</p>
<h2>Resultado dos grupos</h2>
<p>Educação: 4,70% (0,28 ponto percentual)</p>
<p>Habitação: 4,44% (0,65 p.p.)</p>
<p>Alimentação e bebidas: 0,70% (0,15 p.p.)</p>
<p>Transportes: 0,61% (0,13 p.p.)</p>
<p>Saúde e cuidados pessoais: 0,49% (0,07 p.p.)</p>
<p>Artigos de residência: 0,44% (0,01 p.p.)</p>
<p>Comunicação: 0,17% (0,01 p.p.)</p>
<p>Despesas pessoais: 0,13% (0,01 p.p.)</p>
<p>Vestuário: 0% (0 p.p.)</p>
<h2>Principais impactos positivos de fevereiro</h2>
<p>Energia elétrica residencial: 16,80% (0,56 p.p.)</p>
<p>Gasolina: 2,78% (0,14 p.p.)</p>
<p>Ensino fundamental: 7,51% (0,12 p.p.)</p>
<p>Ensino superior: 4,11% (0,07 p.p.)</p>
<p>Café moído: 10,77% (0,06 p.p.)</p>
<p>Aluguel residencial: 1,36% (0,05 p.p.)</p>
<p>Ovo de galinha: 15,39% (0,04 p.p.)</p>
<p>Ônibus urbano: 3,00% (0,03 p.p.)</p>
<p>Condomínio: 1,33% (0,03 p.p.)</p>
<p>Ensino médio: 7,27% (0,03 p.p.)</p>
<p>Etanol: 3,62% (0,02 p.p.)</p>
<p>Plano de saúde: 0,57% (0,02 p.p.)</p>
<h2>Pré-escola: 7,02% (0,02 p.p.)</h2>
<p>Principais impactos negativos de fevereiro</p>
<p>Passagem aérea: -20,46% (-0,16 p.p.)</p>
<p>Cinema, teatro e concertos: -6,96% (-0,03 p.p.)</p>
<p>Arroz: -1,61% (-0,01 p.p.)</p>
<p>Leite longa vida: -1,04% (-0,01 p.p.)</p>
<p>Batata-inglesa: -4,10% (-0,01 p.p.)</p>
<p>Banana-d&#8217;água: -5,07% (-0,01 p.p.)</p>
<p>Laranja-pera: -3,49% (-0,01 p.p.)</p>
<p>Óleo de soja: -1,98% (-0,01 p.p.)</p>
<p>O IPCA apura o custo de vida para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. A coleta de preços é feita em dez regiões metropolitanas &#8211; Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre &#8211; além de Brasília e nas capitais Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.</p>
<p>Entenda os diferentes índices de inflação. </p>
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    </div>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/inflacao-de-fevereiro-fica-em-131-maior-desde-marco-de-2022">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 12 Mar 2025 10:32:00 -0300 </p>

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