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	<title>Arquivo de 97% este ano - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de 97% este ano - WeekNews</title>
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		<title>Estimativas do mercado para inflação e PIB ficam estáveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 13:29:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. As previsões do mercado financeiro para os principais indicadores econômicos em 2026 – a expansão da economia e o índice de inflação &#8211; ficaram estáveis na edição desta segunda-feira (2) do Boletim Focus. A pesquisa com instituições financeiras é divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC). A estimativa para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 1,82%. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,8%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2%, para os dois anos. Puxada pelas expansões da indústria e da agropecuária, no terceiro trimestre de 2025 a economia brasileira cresceu 0,1%, o que é considerado pelo Instituto Brasileiro de&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>As previsões do mercado financeiro para os principais indicadores econômicos em 2026 – a expansão da economia e o índice de inflação &#8211; ficaram estáveis na edição desta segunda-feira (2) do Boletim Focus.</strong> A pesquisa com instituições financeiras é divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC).</p>
<p><strong>A estimativa para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 1,82%. </strong>Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,8%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2%, para os dois anos.</p>
<p>Puxada pelas expansões da indústria e da agropecuária, no terceiro trimestre de 2025 a economia brasileira cresceu 0,1%, o que é considerado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) como estabilidade. A divulgação do PIB consolidado de 2025 está agendada para esta terça-feira (3).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1772458181_251_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1772458181_282_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando alcançou 4,8%.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Mercado reduz previsão da inflação para 3,91% este ano.</li>
<li>Mercado reduz previsão da inflação para 3,95% este ano.</li>
<li>Mercado reduz previsão da inflação para 3,97% este ano.</li>
</ul>
<p>A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,42 para o fim deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,50.</p>
<h2>Inflação</h2>
<p><strong>Após sete semanas seguidas de queda, a previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerada a inflação oficial do país – permaneceu em 3,91% para este ano.</strong> Para 2027, a projeção da inflação passou de 3,8% para 3,79%. Para 2028 e 2029, as previsões são de 3,5%, para ambos os anos.</p>
<p>A estimativa para a variação de preços em 2026 se mantém dentro do intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.</p>
<p>Em janeiro, a alta dos preços da conta de luz e da gasolina fez a inflação oficial do mês fechar em 0,33%, mesmo patamar de dezembro. De acordo com o IBGE, o resultado levou o IPCA a acumular alta de 4,44% em 2025.</p>
<h2>Juros básicos</h2>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros (Selic), definida atualmente em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Apesar do recuo da inflação e do dólar, o colegiado não interferiu nos juros na última reunião, pela quinta vez seguida, no fim de janeiro.</p>
<p><strong>A taxa está no maior nível desde julho de 2006, quando se situou em 15,25% ao ano</strong>. Em ata, o Copom confirmou que começará a reduzir os juros na reunião de março, caso a inflação se mantenha sob controle e não haja surpresas no cenário econômico. Ainda assim, os juros serão mantidos em níveis restritivos.</p>
<p>A estimativa dos analistas de mercado para a taxa básica foi reduzida nesta edição do Boletim Focus – de 12,13% ao ano para 12% ao ano até o final de 2026. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve chegar a 9,5% ao ano.</p>
<p><strong>Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança</strong>. <strong>Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. </strong>Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>
<p><strong>Quando a Taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</strong></p>
<p> Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-03/estimativas-do-mercado-para-inflacao-e-pib-ficam-estaveis">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 02 Mar 2026 10:20:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Bolsa volta a bater recorde e encosta nos 190 mil pontos</title>
		<link>https://weeknews.online/bolsa-volta-a-bater-recorde-e-encosta-nos-190-mil-pontos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 22:26:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[5 bilhões em títulos no mercado internacional]]></category>
		<category><![CDATA[97% este ano]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa de Valores]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil capta US$ 4]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ibovespa]]></category>
		<category><![CDATA[Ipea diz que mercado de trabalho pode absorver fim da escala 6x1]]></category>
		<category><![CDATA[mercado financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado reduz previsão da inflação para 3]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa de câmbio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Em mais um dia de euforia no mercado financeiro, a Bolsa de Valores de São Paulo voltou a bater recorde, com o Ibovespa encostando na marca inédita de 190 mil pontos. O índice Ibovespa, da B3, encerrou esta quarta-feira (11) aos 189.699 pontos, com alta de 2,03%. Durante a tarde, o indicador superou, por diversas vezes, o patamar de 190 mil pontos, mas desacelerou nos minutos finais de negociação. Notícias relacionadas: Mercado reduz previsão da inflação para 3,97% este ano. Ipea diz que mercado de trabalho pode absorver fim da escala 6&#215;1. Brasil capta US$ 4,5 bilhões em títulos no mercado internacional. A bolsa brasileira acumula alta de 17,52% em 2026. Com a entrada de capitais estrangeiros, as ações principais do Ibovespa, subiram&#8230;</p>
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<p>Em mais um dia de euforia no mercado financeiro, a Bolsa de Valores de São Paulo voltou a bater recorde, com o Ibovespa encostando na marca inédita de 190 mil pontos.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770848810_800_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770848810_848_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O índice Ibovespa, da B3, encerrou esta quarta-feira (11) aos 189.699 pontos, com alta de 2,03%. Durante a tarde, o indicador superou, por diversas vezes, o patamar de 190 mil pontos, mas desacelerou nos minutos finais de negociação.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Mercado reduz previsão da inflação para 3,97% este ano.</li>
<li>Ipea diz que mercado de trabalho pode absorver fim da escala 6&#215;1.</li>
<li>Brasil capta US$ 4,5 bilhões em títulos no mercado internacional.</li>
</ul>
<p><strong>A bolsa brasileira acumula alta de 17,52% em 2026.</strong> Com a entrada de capitais estrangeiros, as ações principais do Ibovespa, subiram nesta quarta.</p>
<h2>Dólar em queda</h2>
<p><strong>Com a entrada de capital estrangeiro, o dólar teve pequena queda e atingiu o menor valor em 21 meses</strong>. A moeda estadunidense fechou o dia vendida a R$ 5,187, com queda de R$ 0,009 (-0,18%).</p>
<p>A cotação chegou a ultrapassar os R$ 5,20 nos primeiros minutos de negociação, mas aproveitou o fluxo de capitais externos para países emergentes e passou a cair.</p>
<p>A moeda estrangeira está no menor nível desde 28 de maio de 2024, quando estava em R$ 5,15. Em 2026, a divisa acumula queda de 5,5%.</p>
<p>No início das negociações, a notícia de que a economia dos Estados Unidos criou 130 mil empregos em janeiro fez o dólar subir em todo o planeta.</p>
<p>O número representa quase o dobro da projeção de 70 mil empregos criados, o que reduz as chances de o Federal Reserve (Fed, Banco Central estadunidense) cortar os juros da maior economia do planeta.</p>
<p>No entanto, a fuga de recursos dos Estados Unidos a países emergentes continuou, pressionando novamente o dólar para baixo. Além do real, valorizaram-se nesta quarta-feira o peso mexicano, o peso chileno e o peso colombiano.</p>
<p><em>*com informações da Reuters</em></p>
<p> Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil* , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/bolsa-volta-bater-recorde-e-encosta-nos-190-mil-pontos">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 11 Feb 2026 18:49:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Inflação oficial de janeiro fica em 0,33% e se mantém dentro da meta</title>
		<link>https://weeknews.online/inflacao-oficial-de-janeiro-fica-em-033-e-se-mantem-dentro-da-meta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 12:46:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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		<category><![CDATA[Mercado reduz previsão da inflação para 3]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Prévia da inflação oficial de janeiro perde força e fica em 0]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Os preços da conta de luz e da gasolina mediram força em janeiro e fizeram a inflação oficial do mês fechar em 0,33%, mesmo patamar de dezembro. Em janeiro de 2025, o IPCA tinha sido de 0,16%. Com o resultado, a inflação oficial &#8211; medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; acumula 4,44% em 12 meses dentro do limite máximo de tolerância da meta do governo. Notícias relacionadas: Mercado reduz previsão da inflação para 3,97% este ano. Inflação do aluguel sobe 0,41% em janeiro, mas tem queda em um ano. Prévia da inflação oficial de janeiro perde força e fica em 0,20% . A gasolina exerceu a maior pressão de alta, respondendo por 0,10 ponto percentual (p.p.) do índice,&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>Os preços da conta de luz e da gasolina mediram força em janeiro e fizeram a inflação oficial do mês fechar em 0,33%, mesmo patamar de dezembro. Em janeiro de 2025, o IPCA tinha sido de 0,16%.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770727598_344_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770727598_401_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Com o resultado, a inflação oficial &#8211; medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; acumula 4,44% em 12 meses dentro do limite máximo de tolerância da meta do governo.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Mercado reduz previsão da inflação para 3,97% este ano.</li>
<li>Inflação do aluguel sobe 0,41% em janeiro, mas tem queda em um ano.</li>
<li>Prévia da inflação oficial de janeiro perde força e fica em 0,20% .</li>
</ul>
<p><strong>A gasolina exerceu a maior pressão de alta, respondendo por 0,10 ponto percentual (p.p.) do índice, enquanto a conta de luz mais barata representou -0,11 p.p.</strong></p>
<p>Os dados foram divulgados nesta terça-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro.</p>
<h2>A meta</h2>
<p>A meta de inflação estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, um intervalo de 1,5% a 4,5%. Desde novembro passado, o IPCA está dentro do limite de tolerância.</p>
<p><strong>Desde o início de 2025, o período de avaliação da meta é referente aos 12 meses imediatamente passados e não apenas o alcançado no fim do ano (dezembro). A meta é considerada descumprida se estourar o intervalo de tolerância por seis meses seguidos.</strong></p>
<p>Instituições financeiras ouvidas pelo Boletim Focus, do Banco Central, estimam que o IPCA deve terminar o ano em 3,97%. ((https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/mercado-reduz-previsao-da-inflacao-para-397-este-ano)) </p>
<h2>O índice</h2>
<p>O IPCA apura o custo de vida para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. Ao todos, são coletados preços de 377 subitens (produtos e serviços).</p>
<p><strong>A coleta de preços é feita em dez regiões metropolitanas &#8211; Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre &#8211; além de Brasília, Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju. </strong></p>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/inflacao-oficial-de-janeiro-fica-em-033-e-se-mantem-dentro-da-meta">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 10 Feb 2026 09:22:00 -0300 </p>

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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Brasil capta US$ 4,5 bilhões em títulos no mercado internacional</title>
		<link>https://weeknews.online/brasil-capta-us-45-bilhoes-em-titulos-no-mercado-internacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 00:22:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[97% este ano]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar cai para o menor valor em 21 meses]]></category>
		<category><![CDATA[e bolsa bate recorde]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Global 2036]]></category>
		<category><![CDATA[Global 2056]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado reduz previsão da inflação para 3]]></category>
		<category><![CDATA[Os juros foram maiores que na emissão anterior de títulos de dez anos]]></category>
		<category><![CDATA[Tesouro Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[títulos internacionais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Tesouro Nacional anunciou nesta segunda-feira (9) o resultado da primeira emissão de títulos soberanos no mercado internacional em 2026. A operação, realizada nos Estados Unidos, movimentou US$ 4,5 bilhões, com a emissão de um novo título de dez anos – o Global 2036 – e a reabertura do título Global 2056, de 30 anos de prazo. Notícias relacionadas: Dólar cai para o menor valor em 21 meses, e bolsa bate recorde. Mercado reduz previsão da inflação para 3,97% este ano. Com vencimento em 22 de maio de 2036, o Global 2036, foi emitido no valor de US$ 3,5 bilhões, volume recorde para papéis de dez anos do Tesouro Nacional, com juros de 6,4% ao ano, ou seja, pagando 6,4% ao ano aos&#8230;</p>
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<p><strong>O Tesouro Nacional anunciou nesta segunda-feira (9) o resultado da primeira emissão de títulos soberanos no mercado internacional em 2026.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770682966_214_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770682966_491_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>A operação, realizada nos Estados Unidos, movimentou US$ 4,5 bilhões</strong>, com a emissão de um novo título de dez anos – o Global 2036 – e a reabertura do título Global 2056, de 30 anos de prazo.</p>
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<p>Com vencimento em 22 de maio de 2036, o Global 2036, foi emitido no valor de US$ 3,5 bilhões, volume recorde para papéis de dez anos do Tesouro Nacional, com juros de 6,4% ao ano, ou seja, pagando 6,4% ao ano aos investidores. Além disso, há um cupom de 6,25% ao ano a ser pago semestralmente, em maio e em novembro.</p>
<p>O título teve um spread 220 pontos-base (2,2 pontos percentuais) acima do título do Tesouro dos Estados Unidos. Tanto os juros como o spread funcionam como medida de risco dos papéis brasileiros no exterior. Quando mais baixo, menor as chances de o país dar calote na dívida pública externa.</p>
<p>Os juros foram maiores que na emissão anterior de títulos de dez anos, realizada em novembro. Na ocasião, o Tesouro obteve juros de 6,2% ao ano. Em relação ao spread, a diferença também foi maior que os 210,9 pontos (2,109 pontos percentuais) registrada em novembro.</p>
<h2>Global 2056</h2>
<p>Em relação ao papel de 30 anos, o Brasil captou US$ 1 bilhão com vencimento em 12 de janeiro de 2056. O papel pagará juros de 7,3% ao ano, cupom de 7,25% ao ano e spread de 245 pontos-base (2,45 pontos percentuais) sobre os papéis de 30 anos do Tesouro estadunidense.</p>
<p>Segundo o Tesouro, o spread foi o mais baixo para um título brasileiro de 30 anos no mercado internacional desde julho de 2014 (187,5 pontos-base). Na comparação com a emissão anterior do Global 2056, ocorrida em setembro do ano passado, tanto os juros como o spread caíram. Na ocasião, o Tesouro conseguiu juros de 7,5% ao ano e spread de 252,7 pontos.</p>
<h2>Demanda</h2>
<p>Segundo o Tesouro Nacional, <strong>a operação teve demanda 2,7 vezes superior ao volume ofertado</strong>, com o livro de ordens (que mede o interesse dos investidores) atingindo aproximadamente US$ 12 bilhões. <strong>Em relação ao Global 2036, o total captado foi o maior para títulos internacionais de dez anos desde o início das emissões no exterior pelo governo brasileiro.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Os resultados com alta demanda, alto volume e spreads baixos evidenciam a confiança dos investidores na robustez e atratividade da dívida soberana brasileira, refletindo a percepção favorável do mercado internacional quanto à credibilidade do país”, destacou o Tesouro em nota.</p>
</blockquote>
<p>A operação foi coordenada pelos bancos HSBC, JP Morgan, Santander e Sumitomo. <strong>Os US$ 4,5 bilhões captados nesta segunda serão incorporados às reservas internacionais do Brasil em 19 de fevereiro.</strong></p>
<p> Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/brasil-capta-us-45-bilhoes-em-titulos-no-mercado-internacional">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 09 Feb 2026 21:14:00 -0300 </p>

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		<title>Dólar cai para o menor valor em 21 meses, e bolsa bate recorde</title>
		<link>https://weeknews.online/dolar-cai-para-o-menor-valor-em-21-meses-e-bolsa-bate-recorde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 22:26:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[97% este ano]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa de Valores]]></category>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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<p>Num dia de euforia no mercado financeiro, o dólar caiu para o menor nível em 21 meses e fechou abaixo de R$ 5,20. A bolsa de valores teve forte alta e bateu recorde, superando os 186 mil pontos.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770676009_465_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770676009_934_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (9) vendido a R$ 5,188, com queda de R$ 0,032 (-0,62%). </strong>A cotação caiu durante toda a sessão, chegando a R$ 5,17 por volta das 13h. A partir daí, investidores aproveitaram para comprar moeda barata, mas a moeda não deixou de operar em baixa.</p>
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</ul>
<p><strong>A moeda estadunidense está no menor nível desde 28 de maio de 2024, quando estava em R$ 5,15. A divisa acumula queda de 5,47% em 2026.</strong></p>
<p>O mercado de ações teve um dia de ganhos<strong>. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 186.241 pontos, com alta de 1,8%. </strong>O indicador foi puxado por ações de bancos, de petroleiras e de mineradoras, setores com maior peso no índice.</p>
<p>A última vez em que o Ibovespa tinha batido recorde foi no último dia 3.<strong> A bolsa brasileira sobe 15,69% em 2026.</strong></p>
<h2>Recomendação da China</h2>
<p>O dólar iniciou o pregão em queda frente ao real, acompanhando o movimento no mercado internacional. Possíveis intervenções para fortalecer o iene japonês e a repercussão de dados recentes da economia dos Estados Unidos contribuíram para a queda.</p>
<p>Os números do mercado de trabalho americano, divulgados na semana passada, vieram abaixo do esperado. Isso aumentou as chances de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central estadunidense) volte a reduzir os juros. Além disso, a vitória eleitoral da primeira-ministra japonesa Sanae Takaichi fez o dólar recuar diante do iene.</p>
<p>O principal fator, no entanto, que pesou no mercado foi a recomendação do governo da China de que bancos privados reduzam a compra de títulos do Tesouro dos Estados Unidos. O país asiático é o maior detentor de papéis estadunidenses e pretende diversificar as reservas internacionais.</p>
<p>Essa combinação de fatores fez o dólar cair e a bolsa subir. A moeda estadunidense também cedeu diante de divisas de outros países emergentes, como o rand sul-africano, o peso mexicano e o peso chileno. Esse ambiente mais favorável aos mercados emergentes, observado desde o início do ano, tende a persistir e pode continuar a beneficiar o câmbio brasileiro nos próximos meses.</p>
<p>* com informações da Reuters</p>
<p> Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil* , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/dolar-cai-para-o-menor-valor-em-21-meses-e-bolsa-bate-recorde">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 09 Feb 2026 18:49:00 -0300 </p>

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