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	<title>Arquivo de Agência Brasil é agência de notícias mais premiada de 2024 - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Agência Brasil é agência de notícias mais premiada de 2024 - WeekNews</title>
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		<title>Confiança na informação e acesso gratuito são marcas da Agência Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2025 12:24:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Brasil 35 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Brasil completou 35 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Brasil é agência de notícias mais premiada de 2024]]></category>
		<category><![CDATA[dos grandes aos pequenos]]></category>
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		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Mais de 160 conteúdos da Agência Brasil são licenciados para livros]]></category>
		<category><![CDATA[reproduzida literalmente por milhares de veículos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Márcia Marques, professora da UnB, destaca o papel da Agência Brasil Foto: Márcia Marques/Arquivo pessoal A disseminação de notícias falsas é uma das grandes ameaças contemporâneas à cidadania. A circulação de desinformação afeta a autonomia das pessoas para decidir sobre suas vidas e conhecer seus direitos e responsabilidades. Em um cenário como esse, confiar na fonte da informação é vital para o cidadão. “O direito à informação é um direito essencial, porque, com a informação verdadeira, as pessoas tomam decisões a partir de dados palpáveis”, afirma a professora de Jornalismo da Universidade de Brasília (UnB) Márcia Marques. Para ela, a Agência Brasil, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), cumpre justamente o papel de oferecer uma informação em que o cidadão pode confiar.  A Agência&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/confianca-na-informacao-e-acesso-gratuito-sao-marcas-da-agencia-brasil/">Leia mais...</a></p>
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        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=423815:medio_4colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/marcia_marques_0.jpg" alt="Brasília (DF), 09/05/2025 - Márcia Marques (professora da UnB, especial aniversário de 35 anos da agência Brasil&#13;&#10;Foto: Márcia Marques/Arquivo pessoal" title="Márcia Marques/Arquivo pessoal"/><br />
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    <!-- END scald=423815 --></div>
<p><h6 class="meta">Márcia Marques, professora da UnB, destaca o papel da Agência Brasil <strong>Foto: Márcia Marques/Arquivo pessoal</strong><!--END copyright=423815--></h6>
</p>
</div>
<p>A disseminação de notícias falsas é uma das grandes ameaças contemporâneas à cidadania. <strong>A circulação de desinformação afeta a autonomia das pessoas para decidir sobre suas vidas e conhecer seus direitos e responsabilidades.</strong> Em um cenário como esse, confiar na fonte da informação é vital para o cidadão.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1746966245_787_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1746966245_505_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>“O direito à informação é um direito essencial, porque, com a informação verdadeira, as pessoas tomam decisões a partir de dados palpáveis”, afirma a professora de Jornalismo da Universidade de Brasília (UnB) Márcia Marques.</p>
</blockquote>
<p><strong>Para ela, a Agência Brasil, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), cumpre justamente o papel de oferecer uma informação em que o cidadão pode confiar.  A Agência Brasil completou 35 anos neste sábado (10).</strong></p>
<blockquote>
<p>“As pessoas usam a informação da <strong>Agência Brasil </strong>porque sabem que essa é uma informação de confiança. É muito importante ter uma mídia com credibilidade, que garanta que informação de qualidade chegue à ponta para as pessoas”, afirma a pesquisadora.</p>
</blockquote>
<h2>Gratuidade</h2>
<p><strong>Além da credibilidade, Márcia destaca a gratuidade da informação</strong>, uma vez que leitores, blogs e veículos de imprensa não precisam pagar para ler ou reproduzir as notícias publicadas pela <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Tem muitas pequenas mídias que não têm como comprar notícias [de agências privadas] e sobreviver. Hoje você tem uma multiplicação de veículos, desde veículos com redações pequenas até aqueles que são feitos apenas por uma pessoa, rádios. Então, essa distribuição de notícias para os veículos pequenos torna a informação mais distribuída para a sociedade. O pequeno lá do interior de Alagoas, do interior do Pará, pode ter material para trabalhar, porque ele pode utilizar fotos e textos, de uma fonte com credibilidade”, diz. </p>
</blockquote>
<h2>Capilaridade </h2>
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            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/pedro_aguiar_0.jpg" alt="Brasília (DF), 09/05/2025 - Pedro Aguiar (professor da UFF), especial aniversário de 35 anos da agência Brasil&#13;&#10;Foto: Pedro Aguiar/Arquivo pessoal" title="Pedro Aguiar/Arquivo pessoal"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/pedro_aguiar_0.jpg" alt="Brasília (DF), 09/05/2025 - Pedro Aguiar (professor da UFF), especial aniversário de 35 anos da agência Brasil&#13;&#10;Foto: Pedro Aguiar/Arquivo pessoal" title="Pedro Aguiar/Arquivo pessoal"/><br />
    <!-- END scald=423817 --></div>
<p><h6 class="meta">Pedro Aguiar, professor da UFF, diz que nenhuma agência privada consegue ter a capilaridade da Agência Brasil <strong>Foto: Pedro Aguiar/Arquivo pessoal</strong><!--END copyright=423817--></h6>
</p>
</div>
<p><strong>Segundo o professor de Jornalismo da Universidade Federal Fluminense (UFF) Pedro Aguiar, a Agência Brasil é reproduzida literalmente por milhares de veículos, dos grandes aos pequenos.</strong> “De veículos das metrópoles, Rio e São Paulo, até cidades muito pequenas do interior”.</p>
<blockquote>
<p>“A capilaridade da <strong>Agência Brasil </strong>nenhuma agência privada consegue alcançar, pelo simples fato de que as agências privadas cobram por esse serviço”, explica Aguiar.</p>
</blockquote>
<p>A jornalista Aline Thomaz, sócia da Vital Comunicação, empresa especializada em assessoria de comunicação na área de saúde, afirma que a <strong>Agência Brasil </strong>tem um papel importante nas estratégias de divulgação de ações de seus clientes, como as sociedades brasileiras de Urologia e de Coloproctologia.</p>
<p>“Sua credibilidade e abrangência fazem com que suas reportagens pautem a grande imprensa, que tanto reproduz o conteúdo em seus portais, como também repercute os temas abordados. Assim, conseguimos ampliar o alcance e a visibilidade das ações de nossos clientes”, destaca a jornalista.</p>
<h2>Fonte essencial</h2>
<p><strong>Desde seu lançamento, em 2018, o portal de notícias Amazônia Press, de Manaus, usa conteúdo produzido pela Agência Brasil.</strong> O proprietário do veículo, Francisco Araújo, explica que a equipe do portal é enxuta, com oito jornalistas, três estagiários e uma assistente. </p>
<blockquote>
<p>“As matérias da <strong>Agência Brasil </strong>são uma fonte essencial para nossa cobertura regional. Nosso foco é levar informação de qualidade a todos os estados da Amazônia. No entanto, com a equipe reduzida que tínhamos, seria impossível cumprir essa missão sem o apoio do conteúdo da <strong>Agência Brasil</strong>, que ajudou a reduzir significativamente a escassez de notícias na região”, conta </p>
</blockquote>
<p>“Aqui no Amazonas, 100% dos portais de notícias utilizam matérias da <strong>Agência Brasil</strong>, pois são confiáveis e bem elaboradas. É fundamental que essa cobertura jornalística seja mantida não apenas no Brasil e no mundo, mas também na Amazônia, afinal, somos o pulmão e o coração do planeta”, completa.</p>
<h2>Interesse público</h2>
<p><strong>O professor Pedro Aguiar destaca ainda a importância da divulgação de notícias que sejam pautadas pelo interesse público, como campanhas de vacinação e informações sobre programas sociais, como o Cadastro Único (CadÚnico) do governo federal. </strong></p>
<blockquote>
<p>“Ela ajuda muito a difundir o noticiário de interesse público, de pautas de acessos a direitos sociais, de temas que, às vezes, a mídia comercial não cobre”.</p>
</blockquote>
<h2>Todos os lados</h2>
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            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/cristiane_ribeiro_0.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ) 09/5/2025 - Jornalista Cristiane Ribeiro (EBC), especial aniversário de 35 anos da agência Brasil&#13;&#10;Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/cristiane_ribeiro_0.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ) 09/5/2025 - Jornalista Cristiane Ribeiro (EBC), especial aniversário de 35 anos da agência Brasil&#13;&#10;Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=423811 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=423811-->A jornalista Cristiane Ribeiro estava na <strong>Agência Brasil </strong>no momento de sua criação, em 1990 <strong>Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</strong><!--END copyright=423811--></h6>
</p>
</div>
<p>A jornalista Cristiane Ribeiro trabalhou para a antecessora da <strong>Agência Brasil</strong>, a Empresa Brasileira de Notícias (EBN), e estava na <strong>Agência Brasil </strong>no momento de sua criação, em 1990. Ela trabalhou na agência por quase três décadas.</p>
<blockquote>
<p>“As matérias têm o cuidado de mostrar sempre os dois lados ou três lados, enfim todos lados envolvidos. E a gente usa uma linguagem acessível aos leitores, mas que não é sensacionalista. Isso é o diferencial da <strong>Agência Brasil</strong>”, conta.</p>
</blockquote>
<p><strong>A professora Márcia Marques ressalta que, diferentemente de veículos comerciais, a Agência Brasil não está preocupada com “cliques”.</strong> “É uma oferta de informação necessária, mais pautada pelo interesse social”.</p>
<p>Além de ser uma agência de notícias, a <strong>Agência Brasil </strong>é um portal noticioso, que permite acesso gratuito às notícias por qualquer leitor. </p>
<blockquote>
<p>“É muito importante porque isso permite que todo mundo tenha acesso. Porque [em alguns veículos], para ler a notícia, ou você tem que ver um anúncio, senão você não abre a notícia, ou você tem que ser sócio. Não é todo mundo que tem dinheiro para pagar para ser sócio, não é todo mundo que tem dinheiro para pagar”.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Vitor Abdala &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-05/confianca-na-informacao-e-acesso-gratuito-sao-marcas-da-agencia-brasil">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 11 May 2025 09:02:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Há 35 anos, jornais e sites publicam conteúdo da Agência Brasil</title>
		<link>https://weeknews.online/ha-35-anos-jornais-e-sites-publicam-conteudo-da-agencia-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 May 2025 12:30:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[ac24horas]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Brasil 35 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Brasil é agência de notícias mais premiada de 2024]]></category>
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		<category><![CDATA[Comunicação Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. São 5h no bairro Morada do Sol, em Rio Branco, e os trabalhos já começaram na redação do ac24horas, jornal online em atividade há 18 anos. A preparação da pauta diária inclui acessar a Agência Brasil e selecionar textos e fotos que possam ser publicados na editoria de notícias nacionais. A editora-chefe do ac24 horas, Thais Farias, diz que os conteúdos facilitam o trabalho diário e garantem o acesso a uma informação segura. “Nós acreditamos que as informações da Agência Brasil carregam credibilidade e funcionam como uma fonte de extrema confiança para os veículos nacionais, principalmente àqueles mais afastados dos grandes centros urbanos do país, onde checar in loco uma informação pode se tornar uma tarefa mais difícil e, por vezes, inviável”, diz a editora-chefe. A linha&#8230;</p>
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<p>São 5h no bairro Morada do Sol, em Rio Branco, e os trabalhos já começaram na redação do ac24horas, jornal <em>online</em> em atividade há 18 anos. <strong>A preparação da pauta diária inclui acessar a Agência Brasil e selecionar textos e fotos que possam ser publicados na editoria de notícias nacionais.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1746880208_613_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1746880208_419_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>A editora-chefe do ac24 horas, Thais Farias, diz que os conteúdos facilitam o trabalho diário e garantem o acesso a uma informação segura.</strong></p>
<p>“Nós acreditamos que as informações da<strong> Agência Brasil </strong>carregam credibilidade e funcionam como uma fonte de extrema confiança para os veículos nacionais, principalmente àqueles mais afastados dos grandes centros urbanos do país, onde checar<em> in loco</em> uma informação pode se tornar uma tarefa mais difícil e, por vezes, inviável”, diz a editora-chefe.</p>
<p>A linha editorial do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://ac24horas.com/" target="_blank">ac24horas</a> prioriza temas de política, mas tem espaço para assuntos diferentes como educação, cultura, entretenimento e cotidiano. Há correspondentes em outras regiões do estado, para além da capital. Os leitores englobam desde os mais jovens até os mais experientes.</p>
<p><strong>Como agência de notícias pública, a Agência Brasil coloca os conteúdos produzidos pelos seus jornalistas à disposição de todos os veículos de comunicação. Não é preciso desembolsar um centavo diretamente. Como diz o texto do <em>pop-up</em> que surge toda vez que o conteúdo é copiado, “a republicação é gratuita desde que citada a fonte”.</strong></p>
<p>Thais Farias sabe disso há pelo menos 13 anos, quando começou a trabalhar no jornalismo acreano. Ela está desde 2019 no ac24horas como repórter e há pouco mais de dois anos desempenha a função de editora-chefe do jornal.</p>
<p>“Comecei como estagiária no tradicional jornal impresso <em>O Rio Branco</em>. No mesmo grupo, passei pela TV, onde atuei com produção, reportagem e também tive o primeiro contato com o jornalismo<em> online</em>. Desde esse primeiro contato, há mais de dez anos, tive a <strong>Agência Brasil</strong> como uma fonte segura de informação e sempre acesso em busca de notícias com credibilidade”, diz Thais Farias.</p>
<p>A mais de 3 mil quilômetros dali, em Palmas, o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://conexaoto.com.br/" target="_blank">Conexão Tocantins</a> leva ao público informações do estado e regiões adjacentes. O <em>site</em> de notícias funciona desde 2007 e tem no conteúdo da <strong>Agência Brasil</strong> um complemento importante para abordar temas mais diversos. A repórter Nayara Pires confirma que o uso do material é frequente na redação do Conexão Tocantins.</p>
<p>“Utilizamos na íntegra ou editado em razão da relevância e interesse público da informação, como forma de complementar o menu editorial do<em> site</em> em áreas relevantes que impactam diretamente a vida do cidadão, como economia, política, saúde e cotidiano”, diz Nayara.</p>
<p>Dessa forma, veículos com poucos profissionais e uma redação mais enxuta conseguem ampliar o tipo de conteúdo que fornecem aos leitores, explica a repórter.</p>
<blockquote>
<p>“A importância se dá pelo caráter informacional isento e que estabelece um equilíbrio sobre os ângulos e perspectivas no tratamento da informação, além de servir como suporte para os pequenos veículos que ainda não têm uma redação abrangente e consolidada cobrindo distintas editorias de interesse público”, destaca Nayara.</p>
</blockquote>
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            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/454812236_524220370270519_4689810905596228982_n.jpg" alt="Brasília (DF) 09/05/2025 - Há 35 anos, jornais e sites do país publicam conteúdo da Agência Brasil. (Coordenador geral de conteúdo, Rodrigo Chagas). Foto Arquivo pessoal" title="Arquivo pessoal"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/454812236_524220370270519_4689810905596228982_n.jpg" alt="Brasília (DF) 09/05/2025 - Há 35 anos, jornais e sites do país publicam conteúdo da Agência Brasil. (Coordenador geral de conteúdo, Rodrigo Chagas). Foto Arquivo pessoal" title="Arquivo pessoal"/><br />
    <!-- END scald=423799 --></div>
<p><h6 class="meta">Coordenador-geral de Conteúdo do Brasil de Fato, Rodrigo Chagas, diz que <strong>Agência Brasil</strong> ajuda a combater &#8220;desertos informacionais&#8221; &#8211; <strong>Foto: Arquivo pessoal</strong><!--END copyright=423799--></h6>
</p>
</div>
<p>Com sede em São Paulo, o <em>site</em> de notícias <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.brasildefato.com.br/" target="_blank">Brasil de Fato </a>republica até três textos por dia da <strong>Agência Brasil</strong>. Segundo o coordenador-geral de Conteúdo, Rodrigo Chagas, são priorizadas coberturas factuais e efemérides. Além de aumentar o volume de notícias, o complemento ajuda a liberar os repórteres para trabalhar em produções autorais.</p>
<p>“A gente tem uma salvaguarda, um chão muito bem construído por agências estaduais e nacionais, como a <strong>Agência Brasil</strong>, de combate aos desertos informacionais, aos vazios de notícias, que sabemos quão prejudiciais podem ser para a democracia”, diz Rodrigo Chagas.</p>
<p>“Em vez de só manter a <strong>Agência Brasil</strong>, precisamos que ela esteja forte, que tenha os trabalhadores necessários para dar conta do seu papel. Uma equipe remunerada adequadamente e em quantidade necessária”, complementa.</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=423827:medio_4colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/marcia.jpg" alt="Brasília (DF) 09/05/2025 - Há 35 anos, jornais e sites do país publicam conteúdo da Agência Brasil. (Márcia Dias, editora do PB Agora). Foto Arquivo pessoal" title="Arquivo pessoal"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/marcia.jpg" alt="Brasília (DF) 09/05/2025 - Há 35 anos, jornais e sites do país publicam conteúdo da Agência Brasil. (Márcia Dias, editora do PB Agora). Foto Arquivo pessoal" title="Arquivo pessoal"/><br />
    <!-- END scald=423827 --></div>
<p><h6 class="meta">Márcia Dias, editora do PB Agora, diz que a utilização de conteúdos da <strong>Agência Brasil</strong> permite a ampliação da cobertura do site &#8211; <strong>Foto: Arquivo pessoal</strong><!--END copyright=423827--></h6>
</p>
</div>
<p>A <strong>Agência Brasil</strong> também contribui para um número expressivo de veículos informativos do Nordeste. É o caso do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.pbagora.com.br/" target="_blank">PB Agora</a>,<em> site</em> de notícias da Paraíba, criado em 2009, que tem uma média de 3 milhões de visualizações mensais.</p>
<p>Estender os limites da cobertura diária para além das divisas paraibanas é possível com o apoio da agência pública de notícias, como explica Márcia Dias, editora do PB Agora.</p>
<p>&#8220;Utilizamos o conteúdo da <strong>Agência Brasil </strong>por ser uma fonte oficial, confiável e com cobertura dos principais acontecimentos do país. Além disso, a permissão da repercussão dos textos e fotografias de qualidade em nosso portal nos dá a possibilidade de ampliar a cobertura jornalística no PB Agora, especialmente em temas de relevância nacional que, pela nossa localização, não conseguiríamos cobrir diretamente por limitações logísticas&#8221;, diz Márcia.</p>
<h2>Comunicação antirracista</h2>
<p>Além do alcance geográfico amplo, ao atender veículos de Norte a Sul do país, <strong>a Agência Brasil tem entrada em mídias que se posicionam diretamente em defesa da diversidade e da democracia plena.</strong></p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=423611:medio_4colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/equipe-np-noticia-preta.jpg" alt="Brasília (DF), 08/05/2025 - Equipe de redação do Notícia Preta. &#13;&#10;Há 35 anos, jornais e sites do país publicam conteúdo da Agência Brasil.&#13;&#10;Foto: TVT News" title="TVT News"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/equipe-np-noticia-preta.jpg" alt="Brasília (DF), 08/05/2025 - Equipe de redação do Notícia Preta. &#13;&#10;Há 35 anos, jornais e sites do país publicam conteúdo da Agência Brasil.&#13;&#10;Foto: TVT News" title="TVT News"/><br />
    <!-- END scald=423611 --></div>
<p><h6 class="meta">Equipe de redação do Notícia Preta &#8211; <strong>Foto: Arquivo do site</strong><!--END copyright=423611--></h6>
</p>
</div>
<p>É o caso do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://noticiapreta.com.br/" target="_blank">Notícia Preta</a>, <em>site</em> lançado em 2018 pela jornalista Thais Bernardes. Ela já tinha experiência em outras empresas de mídia tradicionais e decidiu investir em um projeto editorial de combate às desigualdades, com foco antirracista.</p>
<p>A equipe atual tem 23 pessoas e participa também da Escola de Comunicação Antirracista, plataforma de ensino <em>online</em> criada em agosto de 2023. Além da produção própria, o Notícia Preta reverbera alguns dos conteúdos produzido pela <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
<p>“Para uma mídia independente como a nossa, que ainda não conta com uma estrutura de cobertura nacional como a dos grandes conglomerados, a existência de uma agência pública como a <strong>Agência Brasil</strong> é essencial. Ela nos oferece acesso gratuito a conteúdos de interesse público, com credibilidade, o que fortalece a pluralidade de vozes na imprensa brasileira”, diz Thais Bernardes.</p>
<p><strong>A diretora do Notícia Preta entende uma agência pública de notícias como uma conquista democrática, que permite ao <em>site</em> ter uma cobertura mais completa, coerente com a linha editorial adotada, e o apoio de uma estrutura com informação gratuita e confiável.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Para veículos como o Notícia Preta, que representam a mídia independente, periférica e antirracista, a<strong> Agência Brasil </strong>funciona como uma ponte de acesso à informação de qualidade, especialmente sobre o que acontece nas diferentes regiões do país”, diz Thais. “Num momento em que a desinformação cresce e a credibilidade da imprensa está em disputa, o fortalecimento de uma agência pública transparente, plural e acessível é mais necessário do que nunca”, complementa.</p>
</blockquote>
<div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-right">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=423800:medio_4colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/apresentadores_tvt_news.jpg" alt="Brasília (DF) 09/05/2025 - Há 35 anos, jornais e sites do país publicam conteúdo da Agência Brasil. ( Apresentadores de um dos principais telejornais da TVT News). Foto Arquivo do site" title="Arquivo do site"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/apresentadores_tvt_news.jpg" alt="Brasília (DF) 09/05/2025 - Há 35 anos, jornais e sites do país publicam conteúdo da Agência Brasil. ( Apresentadores de um dos principais telejornais da TVT News). Foto Arquivo do site" title="Arquivo do site"/><br />
    <!-- END scald=423800 --></div>
<p><h6 class="meta">TVT News utiliza material da <strong>Agência Brasil</strong> para produzir seus conteúdos &#8211; <strong>Foto: Arquivo do site</strong><!--END copyright=423800--></h6>
</p>
</div>
<h2>Trabalhadores informados</h2>
<p>Há 14 anos, a Rede TVT atua para promover o acesso à informação, à cultura e ao entretenimento, por meio de TV aberta, rádio e internet. Classificada como emissora educativa, ela é mantida pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e pelo Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região.</p>
<p>Conhecida por defender o interesse dos trabalhadores, dos movimentos sociais e das entidades sindicais, a TVT também utiliza os conteúdos produzidos pela <strong>Agência Brasil</strong>, como explica o presidente da empresa, Maurício Junior.</p>
<p>“A pauta da TVT começa pela leitura da <strong>Agência Brasil</strong>. No final de cada dia e no início de cada manhã, o editor do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://tvtnews.com.br/" target="_blank"><em>site</em> TVT News </a>e os produtores dos telejornais <em>Jornal TVT News Primeira</em> e <em>Segunda</em> edições olham o que foi publicado para definir o que será notícia para a TVT”, diz Maurício Júnior.</p>
<blockquote>
<p>“A<strong> Agência Brasil</strong> é uma âncora de credibilidade. O material é muito importante para pautar o jornalismo em geral. O que é escolhido para ser publicado na Agência vai ser a pauta dos demais veículos de comunicação, o que é essencial para a democracia e para o jornalismo brasileiro”, complementa.</p>
</blockquote>
<p><strong>O presidente da TVT destaca como diferenciais o tipo de linguagem e a preocupação em tornar a informação mais acessível. </strong>“A <strong>Agência Brasil </strong>também traduz, para linguagem mais simples e direta, temas que são complicados, como ações ministeriais, lançamento de políticas públicas ou decisões judiciais. É a partir da abordagem da <strong>Agência Brasil </strong>que temos uma bússola de como falar para nosso público”, diz.</p>
<p>Em sentido semelhante, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) também republica em seu <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.cut.org.br/" target="_blank"><em>site</em> oficial</a> os conteúdos da Agência. Como principal organização sindical brasileira, a CUT está organizada em todos os 26 estados brasileiros e no Distrito Federal.</p>
<p>Segundo a secretária de Comunicação da entidade, Maria Aparecida Faria,<strong> textos e fotografias da Agência são utilizados com frequência, por dialogarem com muitas pautas de interesse da classe trabalhadora.</strong></p>
<p>“Publicamos matérias que tenham como temas trabalho informal, regulamentação do trabalho das cuidadoras, direito das mulheres, combate à violência, ao racismo e outras formas de discriminação, como a LGBTfobia”, diz Maria.</p>
<p>“Matérias de serviço também são muito utilizadas. Como sacar o PIS, antecipação de décimo terceiro de aposentados, o que abre e fecha no feriado, entre tantas outras. Também divulgamos pautas sobre retomadas de políticas públicas, como Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida”, complementa.</p>
<h2>Aperfeiçoamento</h2>
<p>Assim como tem feito durante estes 35 anos, a<strong> Agência Brasil </strong>busca aperfeiçoar o trabalho que é feito a partir das redações do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, além de viagens para outras coberturas nacionais. Por isso, ouve com atenção e respeito as sugestões daqueles que ampliam o alcance das notícias produzidas por ela.</p>
<p>“A sugestão é que possam ter mais matérias direcionadas aos estados que compõem a região do Matopiba [Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia], principalmente o Tocantins”, pede Nayara Pires, do Conexão Tocantins.</p>
<p>“Sugerimos a publicação de notícias mais focadas na Região Norte do Brasil. Percebemos que as matérias publicadas são concentradas mais na Região Sudeste e Sul, e ficamos um pouco ‘órfãos’ de assuntos relacionados aos estados do Norte, aparecendo apenas em casos extremos, como crises climáticas”, diz Thais Farias, do ac24horas.</p>
<p>“Acredito que ainda há espaço para avançar em alguns pontos importantes. Uma das sugestões que deixo, com todo respeito e espírito construtivo, é que haja uma atenção maior à linguagem utilizada nos textos, especialmente em coberturas sobre segurança pública ou Justiça. Termos como ‘antecedentes criminais’, por exemplo, muitas vezes reforçam estigmas sobre determinados grupos sociais, principalmente a juventude negra e periférica, e não contribuem para uma narrativa antirracista”, diz Thais Bernardes, do Notícia Preta.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Rafael Cardoso &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-05/centenas-de-jornais-e-sites-publicam-conteudo-da-agencia-brasil">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 10 May 2025 09:18:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/ha-35-anos-jornais-e-sites-publicam-conteudo-da-agencia-brasil/">Há 35 anos, jornais e sites publicam conteúdo da Agência Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Agência Brasil: 35 anos com informação de qualidade para o cidadão</title>
		<link>https://weeknews.online/agencia-brasil-35-anos-com-informacao-de-qualidade-para-o-cidadao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 May 2025 11:59:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Veja lista de prêmios conquistados pela EBC]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Brasil 35 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Brasil é agência de notícias mais premiada de 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Brasil e jornalistas da EBC recebem prêmio de jornalismo negro]]></category>
		<category><![CDATA[canal de distribuição de matérias por WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[coberturas afetadas pelas mudanças foi a do assassinato da vereadora Marielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Curador da EBC é extinto por meio de medida provisória]]></category>
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		<category><![CDATA[estávamos avançando para a criação do portal unificado]]></category>
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		<category><![CDATA[Hoje é Dia destaca a criação da Agência Brasil e da Rádio MEC FM]]></category>
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		<category><![CDATA[jornalista Paulo Totti]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos com o especial Nação Palmares]]></category>
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		<category><![CDATA[resistência dos funcionários da EBC como importante trincheira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>.  A Agência Brasil completa, neste sábado (10), 35 anos como a principal agência pública de notícias do país, desempenhando um papel fundamental na promoção da cidadania, na cobertura de políticas públicas e na garantia do direito à informação. Com uma trajetória marcada pelo compromisso com a transparência e a democratização do acesso às notícias, a Agência tem sido uma fonte de informações confiáveis e de qualidade, abastecendo jornais, rádios e veículos de comunicação de todo o país e do mundo.  Diariamente, a Agência Brasil produz mais de 100 notícias e fotos, distribuídas de forma gratuita. Também possui um canal de distribuição de matérias por WhatsApp e uma comunidade na mesma rede social onde são disponibilizados três boletins diários de segunda a sexta-feira. As principais matérias do dia&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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<p> A <strong>Agência Brasil </strong>completa, neste sábado (10), <strong>35 anos como a principal agência pública de notícias do país</strong>, desempenhando um papel fundamental na promoção da cidadania, na cobertura de políticas públicas e na garantia do direito à informação. Com uma trajetória marcada pelo compromisso com a transparência e a democratização do acesso às notícias, a Agência tem sido uma fonte de informações confiáveis e de qualidade, abastecendo jornais, rádios e veículos de comunicação de todo o país e do mundo. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1746878373_720_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1746878373_808_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Diariamente, a <strong>Agência Brasil</strong> produz mais de 100 notícias e fotos, distribuídas de forma gratuita. Também possui um <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank">canal de distribuição de matérias por WhatsApp</a> e uma comunidade na mesma rede social onde são disponibilizados três boletins diários de segunda a sexta-feira. <strong>As principais matérias do dia também são traduzidas para o inglês e o espanhol, ampliando o alcance e o público leitor da agência pública</strong>. </p>
<p>Em março de 2025, a <strong>Agência Brasil</strong> <strong>atingiu mais de 5,5 milhões de usuários e mais de 9,4 milhões visualizações em sua própria página</strong>. Matérias de economia, educação, direitos humanos e saúde estão sempre as mais procuradas no site cuja audiência é bastante jovem &#8211; 36% têm entre 25 e 34 anos e 20%, de 18 a 24 anos.</p>
<p>Além disso, o material é reproduzido em centenas de sites, jornais e outros veículos de imprensa. <strong>Apenas em abril, mais de 10,8 mil sites utilizaram as matérias da</strong> <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
<p>Outra importante vertente da <strong>Agência Brasil</strong> está na oferta de conteúdo de credibilidade para livros didáticos. Ao longo de 2024, mais de 160 obras educacionais incorporaram textos e áudios produzidos pelo veículo da <strong>Empresa Brasil de Comunicação (EBC)</strong>, reforçando o papel do jornalismo público na disseminação do conhecimento.</p>
<p>Para atender melhor os usuários e ampliar as funcionalidades para acesso via mobile, o site da <strong>Agência Brasil </strong>passou por uma reformulação de layout em setembro de 2024. O intuito da mudança foi facilitar o acesso às informações, melhorar a leitura e o compartilhamento das notícias, além de oferecer mais conteúdo para o internauta. Também foram lançadas duas novas editorias: meio ambiente e cultura, alinhadas com a estratégia editorial voltada para temáticas urgentes como as mudanças climáticas.</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=423829:grande_6colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/pzzb4376.jpg" alt="Brasília (DF), 09/05/2025 - Diretora de Jornalismo  de jornalismo, Cidinha Matos, especial aniversário de 35 anos da agência Brasil&#13;&#10;Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/pzzb4376.jpg" alt="Brasília (DF), 09/05/2025 - Diretora de Jornalismo  de jornalismo, Cidinha Matos, especial aniversário de 35 anos da agência Brasil&#13;&#10;Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=423829 --></div>
<p><h6 class="meta">A diretora de Jornalismo da EBC, Cidinha Matos, afirma que uma agência de comunicação pública é vital para a democracia.<strong> Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil</strong><!--END copyright=423829--></h6>
</p>
</div>
<p>Na avaliação da diretora de Jornalismo da <strong>EBC</strong>, Cidinha Matos, uma agência de comunicação pública como a <strong>Agência Brasil </strong>é vital para a democracia.</p>
<p>&#8220;A <strong>Agência Brasil </strong>desempenha um papel essencial na comunicação pública brasileira ao atuar como uma fonte confiável de informações, promovendo a transparência, democratizando o acesso às notícias e fortalecendo a cidadania. Uma agência de comunicação pública forte contribui para uma sociedade mais bem informada, participativa e democrática.&#8221;</p>
<p>Já para o presidente da <strong>EBC</strong>, Jean Lima, a <strong>Agência Brasil </strong>é um serviço relevante para a população brasileira, pelo seu alcance e gratuidade. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;É uma agência que fornece informações verídicas, checadas. Em tempos de desinformação isso é muito importante&#8221;, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>&#8220;A agência é reconhecida pelos diversos prêmios que já ganhou, tanto no jornalismo quanto no fotojornalismo. Então, é muito importante a gente comemorar os 35 anos, reconhecer o trabalho valoroso de todos os empregados e empregadas que já passaram pela agência. É um veículo que precisa ser alçado e reconhecido pelos serviços que presta à sociedade brasileira.&#8221;</p>
<h2>Um pouco de história</h2>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=423807:grande_6colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/carlos_zarur01_0.jpg" alt="Brasília (DF), 09/05/2025 - Carlos Zarur, especial aniversário de 35 anos da agência Brasil&#13;&#10;Foto: Joédson Alves/Agência Brasil" title="Joédson Alves/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/carlos_zarur01_0.jpg" alt="Brasília (DF), 09/05/2025 - Carlos Zarur, especial aniversário de 35 anos da agência Brasil&#13;&#10;Foto: Joédson Alves/Agência Brasil" title="Joédson Alves/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=423807 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=423807-->Em 1998, o jornalista Carlos Zarur assume a presidência da Radiobrás, a convite do então presidente Fernando Henrique Cardoso. <strong>Foto:</strong> <strong>Joédson Alves/Agência Brasil</strong><!--END copyright=423807--></h6>
</p>
</div>
<p>A <strong>Agência Brasil </strong>surge no contexto de redemocratização do Brasil em 1990. Mas foi durante a gestão de Carlos Zarur, iniciada em 1998, que a Radiobrás – empresa que, posteriormente, passou a se chamar <strong>Empresa Brasil de Comunicação (EBC) </strong>– deu o primeiro passo na busca pela independência editorial necessária para uma agência pública de notícias.</p>
<p>“Quando fui convidado para presidir a empresa pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, deixei claro que só aceitaria o convite se tivesse autonomia para indicar todos diretores, sem indicações políticas”, lembrou Zarur, que, na época do convite, era um dos jornalistas do quadro da Radiobrás.</p>
<p>Para chefiar a <strong>Agência Brasil</strong>, Zarur escalou, como diretora de notícias, a jornalista Marizete Mundim. “Quando eu cheguei na Radiobrás, a agência de notícias praticamente não existia. Não tinha nenhuma relevância”, relembrou Marizete.</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-right">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=423816:medio_4colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/marizete_mundim_0.jpg" alt="Brasília (DF), 09/05/2025 - Marizete Mundim, especial aniversário de 35 anos da agência Brasil&#13;&#10;Foto: Marizete Mundim/Arquivo pessoal" title="Marizete Mundim/Arquivo pessoal"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/marizete_mundim_0.jpg" alt="Brasília (DF), 09/05/2025 - Marizete Mundim, especial aniversário de 35 anos da agência Brasil&#13;&#10;Foto: Marizete Mundim/Arquivo pessoal" title="Marizete Mundim/Arquivo pessoal"/><br />
    <!-- END scald=423816 --></div>
<p><h6 class="meta">Marizete Mundim chefiou a Agência Brasil como diretora de notícias da Radiobrás. Foto: <strong>Marizete Mundim/Arquivo pessoal</strong><!--END copyright=423816--></h6>
</p>
</div>
<p>“Para se ter uma ideia, na época, o apelido da Radiobrás era Titanic. Por aí, você tira uma ideia [da situação]. Ela estava afundando, restrita a um galpão. Tudo estava sucateado, com suas equipes desestimuladas”, acrescenta a ex-diretora de notícias.</p>
<p>Segundo Marizete, a aproximação de Zarur com Ana Tavares, então responsável pela comunicação social no governo Fernando Henrique Cardoso, foi crucial para começar “a grande revolução dentro da Radiobrás”.</p>
<blockquote>
<p>“Para começar, adotamos um novo conceito, não de agência de governo, mas de agência pública de notícias&#8221;, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>&#8220;Nossa referência, para fazermos uma comunicação pública de qualidade, era a BBC de Londres que, a meu ver, é a melhor do mundo. Claro que a gente estava muito longe disso, mas era nosso espelho; nosso molde”, explicou.</p>
<p>A ideia era ampliar horizontes, em vez de fazer apenas matérias positivas para o governo. “Não é falar bem nem falar mal, mas falar os fatos. Claro que isso é um processo lento, porque havia muita resistência”, acrescentou.</p>
<h2>Novas tecnologias</h2>
<p>Segundo Marizete Mundim, o nascimento da <strong>Agência Brasil</strong> coincidiu com alguns fatos relevantes para o jornalismo. Com as novas tecnologias que surgiam, as agências de notícias começavam a produzir cada vez mais notícias em tempo real.</p>
<p>“Adquirimos computadores novos para esta que foi uma transição feita a duras penas. Foi uma epopeia, mas conseguimos colocar a <strong>Agência Brasil</strong> em tempo real”, acrescentou ao citar, também, a melhoria de infraestrutura proporcionada pela mudança da sede da empresa para um prédio mais bem estruturado.</p>
<p>Tudo isso com pouca verba, como lembra o, à época, presidente da empresa. “Tudo que precisávamos, em termos de equipamentos e infraestrutura, era criado e montado pela própria equipe da casa, que vestiu a camisa da empresa. Foi uma verdadeira ginástica financeira”, detalhou Zarur.</p>
<p>Segundo Zarur, o fato de o material ser apresentado em tempo real garantia uma independência editorial que até então não existia na empresa. </p>
<blockquote>
<p>“A Agência era a cabeça da Radiobrás; o comando de todo conteúdo jornalístico a ser utilizado pela TV e pelas rádios. Tudo em tempo real”, disse Zarur.</p>
</blockquote>
<p>“Ao dar de forma quase imediata a notícia, o tempo real dificultava qualquer censura prévia. As reclamações só vinham após a veiculação da notícia”, completou.</p>
<h2>Foco no cidadão</h2>
<p>Em 2003, no primeiro governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o jornalista Eugênio Bucci assumiu a presidência da Radiobrás com o intuito de ampliar o alcance e a relevância dos veículos públicos. Mais do que noticiar o que acontecia no governo, a nova gestão coloca o cidadão no centro da pauta jornalística da empresa.</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=423812:grande_6colunas {"additionalClasses":""} --><br />
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/eugenio_bucci_0.jpg" alt="Brasília (DF), 09/05/2025 - jornalista Eugênio Bucci, especial aniversário de 35 anos da agência Brasil&#13;&#10;Foto: Jose Cruz/Agência Brasil" title="Jose Cruz/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=423812 --></div>
<p><h6 class="meta">O jornalista Eugênio Bucci assumiu a presidência da Radiobrás em 2003. Foto: <strong>Jose Cruz/Agência Brasil</strong><!--END copyright=423812--></h6>
</p>
</div>
<p>“Quando cheguei à Radiobrás, a <strong>Agência Brasil </strong>já existia. O que fizemos foi dar um impulso muito grande para ela; uma nova configuração”, disse.</p>
<p>“Procuramos fazer com que a <strong>Agência Brasil </strong>passasse a fornecer informação de qualidade para todos os veículos de comunicação no Brasil, como faziam as agências privadas e comerciais. A diferença é que enquanto elas cobravam pelo serviço, nós o oferecíamos de graça”, explicou Bucci referindo-se à capilaridade das notícias produzidas pela Agência, muito republicadas por outros veículos jornalísticos, em especial do interior do país.</p>
<p>O quadro de empregados aumentou significativamente por meio de concurso público, possibilitando a ampliação de coberturas, dando a elas foco especial à sociedade civil. “Reconfiguramos o índice de assuntos para que ele contemplasse mais aquilo que é relevante para a cidadania”, disse Bucci.</p>
<p>“Nossa intenção era subir o patamar básico de informações disponíveis para [abastecer] todos os veículos jornalísticos e de comunicação no país. Com isso, o material da<strong> Agência Brasil</strong> passou a ser usado em grande escala”, completou.</p>
<h2>Interesse público</h2>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=423818:medio_4colunas {"additionalClasses":""} --><br />
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    <!-- END scald=423818 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=423818-->Editor chefe da Agência Brasil de<strong> </strong>2004 a 2007, Rodrigo Savazoni diz que “o dono da comunicação pública é o cidadão” &#8211; <strong>Instituto Procomum/Divulgação</strong><!--END copyright=423818--></h6>
</p>
</div>
<p>Ele lembra que, entre os critérios para a produção de notícias estava o interesse público, “mesmo quando essas notícias contrariassem alguns interesses legítimos do governo”. “Isso aconteceu na cobertura das tropas brasileiras no Haiti e em alguns episódios da cobertura do caso do mensalão”, acrescentou.</p>
<p>Editor Executivo e editor chefe da <strong>Agência Brasil</strong>, no período entre 2004 e 2007, Rodrigo Savazoni detalha o plano editorial que norteava o veículo na época. A ideia, segundo ele, era cobrir o espaço público político brasileiro, a partir de um triângulo formado pelas três dimensões da República: governo, estado e cidadania, o que inclui os movimentos sociais.</p>
<blockquote>
<p>“Também atuamos fortemente na modernização tecnológica, num momento em que a internet era ainda incipiente mas se projetava como a principal mídia do século 21. Fomos pioneiros na operação multimídia no Brasil, criando uma área específica para o desenvolvimento de narrativas interativas, que foi responsável por reportagens especiais fascinantes”.</p>
</blockquote>
<h2>Credibilidade</h2>
<p>O volume de produção jornalística aumentou significativamente. “Chegamos a distribuir mais de 200 notícias por dia, para veículos de todo o país. Tudo aberto, livre e gratuito. O crescimento exponencial do uso de nossos materiais, inclusive por veículos da grande imprensa, se deu por conta da crescente credibilidade da agência”, complementou Savazoni.</p>
<p>Essa credibilidade era fortalecida na medida em que ficava mais clara a autonomia editorial em relação ao governo.</p>
<p>“Procuramos esclarecer [essa separação], estabelecendo uma comparação com uma universidade pública ou um hospital público. O argumento era simples: você acha que uma universidade deve ser partidarizada, um hospital deve perguntar em quem o cidadão votou para atendê-lo?”, explicou Savazoni ao ressaltar que “o dono da comunicação pública é o cidadão”.</p>
<h2>Consolidação da EBC</h2>
<p>Em 2007, é criada a <strong>Empresa Brasil de Comunicação (EBC)</strong>. A estatal surge a partir da incorporação do patrimônio, do pessoal e concessões de radiodifusão da Radiobrás e dos bens públicos da União que estavam sob guarda da Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto (Acerp). A <strong>EBC</strong> é criada para fortalecer o sistema público de comunicação e dar efetividade ao princípio constitucional de complementaridade entre o sistema público, privado e estatal de comunicação.</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-grande_6colunas type-image atom-align-left">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=423819:grande_6colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/tereza_cruvinel_0.jpg" alt="Brasília (DF), 09/05/2025 - Tereza Cruvinel, especial aniversário de 35 anos da agência Brasil&#13;&#10;Foto: Marcelo Carnaval/Agência Brasil" title="Marcelo Carnaval/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/tereza_cruvinel_0.jpg" alt="Brasília (DF), 09/05/2025 - Tereza Cruvinel, especial aniversário de 35 anos da agência Brasil&#13;&#10;Foto: Marcelo Carnaval/Agência Brasil" title="Marcelo Carnaval/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=423819 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=423819-->Jornalista Tereza Cruvinel foi a primeira presidente da EBC. <strong>Foto:</strong> <strong>Marcelo Casal Jr./Arquivo Agência Brasil</strong><!--END copyright=423819--></h6>
</p>
</div>
<p>Para pavimentar o caminho em direção à comunicação pública, foram instituídos, na <strong>EBC</strong>, o Conselho Curador (com representantes do governo, da sociedade civil e do quadro de funcionários) e a Ouvidoria. </p>
<p>Primeira presidente da recém-criada<strong> EBC</strong>, a jornalista Tereza Cruvinel afirma que a <strong>Agência Brasil</strong> “era uma das melhores heranças que a nova empresa recebia da Radiobrás”. </p>
<p>Ela lembra que sua gestão tinha dois desafios para o veículo.</p>
<blockquote>
<p>“Primeiro, consolidar sua gestão como agência pública e não governamental, o que já havia começado na gestão de Eugenio Bucci na Radiobrás. Depois, ela carecia urgentemente de investimentos em tecnologia, para melhorar e ampliar o acesso dos leitores e a oferta de conteúdos”, afirma, destacando que, à época, foram destinados importantes recursos financeiros para essa finalidade.</p>
</blockquote>
<p>“Também era nosso desafio torná-la multimídia, com maior oferta de vídeos e áudios. Isso avançou um pouco mas creio que ainda falta muito fazer”, afirmou. </p>
<p>Tereza cita ainda os vários acordos de cooperação com agências públicas estrangeiras, como a argentina Télam, a portuguesa Lusa e a chinesa Xinhua.</p>
<p>A jornalista lamenta não ter conseguido avançar na criação da Ulan &#8211; a União Latino-Americana das Agências de Notícias Públicas -, uma articulação feita por ela e o então presidente da Télam Sergio Novoa.</p>
<p>“Fizemos uma reunião com 9 agências em Caracas [em 2014] e estávamos avançando para a criação do portal unificado. Nisso, acabou meu mandato na <strong>EBC</strong> e o de Novoa na Télam. O projeto morreu”, recordou.</p>
<p>Alguns anos depois, em 2016, sob a liderança do jornalista Paulo Totti, à época gerente executivo de Agências da <strong>EBC</strong>, a <strong>Agência Brasil </strong>fez seu <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.ebc.com.br/sobre-a-ebc/noticias/2016/03/agencia-brasil-monta-equipe-de-correspondentes" target="_blank">primeiro programa de correspondentes</a> e enviou repórteres concursados para cinco capitais: Fortaleza, Salvador, Porto Alegre, Belo Horizonte e Recife. O intuito era ampliar a cobertura nacional e dar mais destaque para notícias fora do eixo Rio, São Paulo e Brasília.</p>
<p>Entretanto, logo após o impeachment de Dilma Rousseff, no início do governo do ex-presidente Michel Temer, o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://artigo19.org/2016/09/02/decisao-de-extinguir-conselho-curador-da-ebc-fere-a-constituicao/" target="_blank">Conselho Curador da <strong>EBC</strong> é extinto por meio de medida provisória</a> e o programa de correspondentes, encerrado. Uma das primeiras <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://latamjournalismreview.org/pt-br/articles/jornalistas-da-ebc-protestam-contra-veto-a-cobertura-sobre-assassinato-de-marielle-franco/" target="_blank">coberturas afetadas pelas mudanças foi a do assassinato da vereadora Marielle Franco</a>, que teve o acompanhamento da investigação restringido.</p>
<p>Durante o governo de Jair Bolsonaro, o diálogo com a sociedade civil também foi reduzido na esfera editorial, com uma série de temas relacionados aos direitos humanos interditada.</p>
<p>Após a retomada do projeto de comunicação pública, no terceiro governo Lula, a <strong>Agência Brasil </strong>reassumiu sua vocação de cobertura voltada para o debate e políticas públicas.</p>
<p>A jornalista Tereza Cruvinel reconhece a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.brasildefato.com.br/2022/10/26/jornalistas-da-ebc-recebem-premio-vladimir-herzog-e-exaltam-4-anos-de-resistencia-a-censura/" target="_blank">resistência dos funcionários da <strong>EBC</strong> como importante trincheira</a> para a manutenção do jornalismo público.   </p>
<p>“O que posso dizer hoje é que, apesar dos retrocessos e das violências sofridas no período Temer-Bolsonaro, a<strong> Agência Brasil</strong> resistiu, graças a seu corpo funcional, e continua honrando sua tradição de fazer bom jornalismo público.”</p>
<h2>Prêmios<br /> </h2>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=362255:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/17_0.jpg" alt="São Paulo SP 04/12//2023 - Entrega do Prêmio Einstein + Admirados da Imprensa de Saœde,Ciência e Bem-Estar, no Centro de Ensino e Pesquisa Albert Einstein . Foto Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/17_0.jpg" alt="São Paulo SP 04/12//2023 - Entrega do Prêmio Einstein + Admirados da Imprensa de Saœde,Ciência e Bem-Estar, no Centro de Ensino e Pesquisa Albert Einstein . Foto Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=362255 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=362255-->Jornalistas da Agência Brasil recebem o Prêmio Einstein + Admirados da Imprensa de Saúde,Ciência e Bem-Estar, em 2023. <strong>Foto: </strong>Paulo Pinto/Agência Brasil<!--END copyright=362255--></h6>
</p>
</div>
<p>Além da reprodução das matérias por diversos veículos, a qualidade do jornalismo da <strong>Agência Brasil</strong> é chancelada pelos numerosos prêmios que o veículo recebeu ao longo de sua história. </p>
<p>Em 2008, a Agência ganha, pela primeira vez, o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://gjol.net/2008/10/agencia-brasil-ganha-premio-vladimir-herzog-na-categoria-internet/" target="_blank">Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos com o especial Nação Palmares</a>. De lá para cá, dezenas de prêmios foram concedidos a reportagens especiais e aos profissionais que trabalham no jornalismo público. </p>
<p>Apenas em 2024, a <strong>Agência Brasil </strong>recebeu 6 prêmios jornalísticos pela excelência do seu material e reconhecimento do profissionalismo de seus repórteres e fotógrafos.</p>
<p><strong><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.ebc.com.br/sobre-a-ebc/premios-0" target="_blank">&gt;&gt; Veja lista de prêmios conquistados pela EBC</a></strong></p>
<h2>Aperfeiçoamento da democracia</h2>
<div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-right">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=423813:medio_4colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/fernando_paulino_0.jpg" alt="Brasília (DF), 09/05/2025 - Professor de comunicação (UNB) e ex. Ouvidor adjunto da EBC, Fernando Paulino, especial aniversário de 35 anos da agência Brasil&#13;&#10;Foto: Fernando Paulino/Arquivo pessoal" title="Fernando Paulino/Arquivo pessoal"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/fernando_paulino_0.jpg" alt="Brasília (DF), 09/05/2025 - Professor de comunicação (UNB) e ex. Ouvidor adjunto da EBC, Fernando Paulino, especial aniversário de 35 anos da agência Brasil&#13;&#10;Foto: Fernando Paulino/Arquivo pessoal" title="Fernando Paulino/Arquivo pessoal"/><br />
    <!-- END scald=423813 --></div>
<p><h6 class="meta">Professor da Faculdade de Comunicação da UnB e ex-ouvidor adjunto da EBC, Fernando Paulino, afirma que a Agência Brasil é um instrumento de aperfeiçoamento da democracia. <strong>Foto:</strong> <strong>Fernando Paulino/Arquivo pessoal</strong><!--END copyright=423813--></h6>
</p>
</div>
<p>Ouvidor adjunto da <strong>EBC</strong> de 2009 a 2012, o professor da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB), Fernando Paulino avalia que, enquanto agência pública de notícias, a <strong>Agência Brasil</strong> não é apenas um instrumento de acesso e circulação de informações.</p>
<p>É também, segundo ele, um instrumento de prestação de contas e, com isso, “de aperfeiçoamento da democracia, uma vez que promove mais transparência e contribui para o maior envolvimento da população nas tomadas de decisão”.</p>
<p>Na avaliação dele, a Agência tem, enquanto instrumento de comunicação pública, potencial “bastante significativo para tratar de assuntos e temas relevantes que, por vezes, não estão na agenda de outros veículos, com outros interesses e outras finalidades”.</p>
<p>Para Eugênio Bucci, é preciso que as autoridades compreendam que bons serviços de informação difundidos por veículos públicos podem ajudar o governo.</p>
<p>“Temos universidades custeadas por recursos públicos e não sofrem nenhuma interferência da autoridade do Executivo sobre aquilo que está ensinando ou pesquisando. É assim que tem de ser. O mesmo princípio vale para a comunicação pública. O resultado final é que isso é melhor para o próprio governo, que ganha credibilidade, ganha respeitabilidade”, afirmou Bucci.<br /> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Lílian Beraldo e Pedro Peduzzi &#8211; Repórteres da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-05/agencia-brasil-35-anos-com-informacao-de-qualidade-para-o-cidadao">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 10 May 2025 08:50:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/agencia-brasil-35-anos-com-informacao-de-qualidade-para-o-cidadao/">Agência Brasil: 35 anos com informação de qualidade para o cidadão</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mais de 160 conteúdos da Agência Brasil são licenciados para livros&#124; Agência Brasil</title>
		<link>https://weeknews.online/mais-de-160-conteudos-da-agencia-brasil-sao-licenciados-para-livros-agencia-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Feb 2025 10:45:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Brasil é agência de notícias mais premiada de 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Brasil lança canal público no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Brasil.]]></category>
		<category><![CDATA[aqui]]></category>
		<category><![CDATA[EBC]]></category>
		<category><![CDATA[ferramenta Flickr]]></category>
		<category><![CDATA[Fotógrafo da Agência Brasil é o segundo mais premiado em 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[lista dos jornalistas mais premiados de 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Livros Didáticos]]></category>
		<category><![CDATA[venceram a 41ª edição do Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/mais-de-160-conteudos-da-agencia-brasil-sao-licenciados-para-livros-agencia-brasil/</guid>

					<description><![CDATA[<p>. A Agência Brasil tem sido cada vez mais procurada para oferta de conteúdo de credibilidade para serem utilizados em livros didáticos. Ao longo de 2024, mais de 160 obras educacionais incorporaram textos e áudios produzidos pelo veículo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), reforçando o papel do jornalismo público na disseminação do conhecimento. “A missão institucional da EBC é criar a difundir conteúdos que contribuam para a formação crítica das pessoas. Saber que o nosso trabalho é lido e estudado nas escolas é um sinal claro de que estamos conseguindo cumprir o nosso objetivo”, comenta a diretora de Jornalismo da EBC, Cidinha Matos. Os conteúdos utilizados abordaram temas variados, como saúde, cidadania, esporte e meio ambiente. Estudantes dos mais variados níveis de escolaridade tiveram acesso, com&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/mais-de-160-conteudos-da-agencia-brasil-sao-licenciados-para-livros-agencia-brasil/">Leia mais...</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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        </a>
</div>
<p>
.<br />
<br />
 </p>
<div>
<p>A <strong>Agência Brasil</strong> tem sido cada vez mais procurada para oferta de conteúdo de credibilidade para serem utilizados em livros didáticos.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1740566704_587_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1740566705_38_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Ao longo de 2024, <strong>mais de 160 obras educacionais incorporaram textos e áudios produzidos</strong> pelo veículo da <strong>Empresa Brasil de Comunicação (EBC)</strong>, reforçando o papel do jornalismo público na disseminação do conhecimento.</p>
<blockquote>
<p>“A missão institucional da <strong>EBC</strong> é criar a difundir conteúdos que contribuam para a formação crítica das pessoas. Saber que o nosso trabalho é lido e estudado nas escolas é um sinal claro de que estamos conseguindo cumprir o nosso objetivo”, comenta a diretora de Jornalismo da <strong>EBC</strong>, Cidinha Matos.</p>
</blockquote>
<p>Os conteúdos utilizados abordaram temas variados, como saúde, cidadania, esporte e meio ambiente.</p>
<p>Estudantes dos mais variados níveis de escolaridade tiveram acesso, <strong>com ênfase no ensino fundamental</strong>. <strong>Algumas obras chegaram a ter tiragem de 40 mil exemplares, além de disponibilização na internet</strong>.</p>
<h2>Licenciamento</h2>
<p><strong>O licenciamento é uma das linhas de negócio da EBC</strong>, conforme previsão legal. Essa é a modalidade adotada para os casos onde o material será comercializado.</p>
<p>Para outros fins, a exemplo de divulgação jornalística, as imagens e textos da<strong> Agência Brasil</strong> são liberados mediante a indicação dos créditos de autoria.</p>
<p>Conteúdos originados de agências internacionais, porém, são de reprodução proibida.</p>
<p>Para entrar em contato com a área de licenciamento da <strong>EBC</strong>, basta enviar um <strong>e-mail para licenciamento@ebc.com.br</strong></p>
<h2>Banco de imagens gratuito</h2>
<p>A <strong>Agência Brasil </strong>também<strong> </strong>oferece ao público um <strong>extenso banco de imagens gratuito, com mais de 200 mil fotos em alta resolução sobre variados temas</strong>.</p>
<p>Chamado de <strong>Foto Agência</strong>, o acervo tem<strong> acesso ilimitado e reúne imagens de coberturas jornalísticas realizadas desde 1964</strong>.</p>
<p>Dezenas de fotos são inseridas diariamente e elas podem ser usadas por pessoas físicas ou reproduzidas por empresas jornalísticas, desde que o fim do uso dessas imagens não seja comercial.</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=106789:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/08122015-dsc_9891.jpg" alt="Sobradinho - A Usina Hidrelétrica de Sobradinho tem capacidade total de 1050 megawatts, mas com a falta de água só tem sido possível gerar cerca de 160 megawatts (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)" title="Marcello Casal jr/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/08122015-dsc_9891.jpg" alt="Sobradinho - A Usina Hidrelétrica de Sobradinho tem capacidade total de 1050 megawatts, mas com a falta de água só tem sido possível gerar cerca de 160 megawatts (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)" title="Marcello Casal jr/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=106789 --></div>
<p><h6 class="meta"> Usina Hidrelétrica de Sobradinho. Imagem licenciada em 2024 para livro didático. <strong>Foto:</strong> <strong>Arquivo/Marcello Casal Jr./Agência Brasil</strong><!--END copyright=106789--></h6>
</p>
</div>
<p>Imagens provenientes de acordos e parcerias com agência internacionais têm direitos reservados e são de reprodução proibida.</p>
<p><strong>&gt;&gt; O serviço está disponível aqui.</strong></p>
<p>Além dele, a Foto Agência conta com uma <strong>página na <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.flickr.com/photos/ebc-oficial/" target="_blank">ferramenta Flickr</a> que também é atualizada diariamente e disponibiliza fotos jornalísticas e artísticas para uso</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Com a<strong> Agência Brasil </strong>e seu serviço de imagens, reforçamos o compromisso com a democratização da informação e a facilidade no acesso a conteúdos de qualidade produzidos por profissionais de excelência. É a comunicação pública chegando ainda mais longe”, afirma a diretora Cidinha Matos.</p>
</blockquote>
<h2>Imagens Premiadas</h2>
<p>As imagens realizadas pelos profissionais da <strong>Agência Brasil</strong> são destaque no cenário fotojornalístico nacional.</p>
<p><strong>&gt;&gt; Veja <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.flickr.com/photos/ebc-oficial/albums/72177720322805453/" target="_blank">aqui</a> as 100 melhores fotos de 2024</strong></p>
<p>Em 2024, por exemplo, os fotógrafos Paulo Pinto e Fernando Frazão venceram a 41ª edição do Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo, organizado pelo Movimento de Justiça e Direitos Humanos (MJDH), em parceria com Ordem dos Advogados do Brasil &#8211; RS (OAB-RS).</p>
<p> </p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=410705:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/fernandofrazao.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ) - 26/12/2023 - 100 fotos melhores de 2024, retrospectiva - Foto feita em 25/07/2024 – Carlos Vitor Guimarães abraça sua família no lado de fora do Presídio Evaristo de Moraes. O jovem negro de 25 anos, morador de São Gonçalo, esteve preso durante um ano e meio ao ser condenado por roubo de carga apenas com reconhecimento por foto, e está absolvido pelo Superior Tribunal de Justiça após pedido da Defensoria Pública do Estado.  Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/fernandofrazao.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ) - 26/12/2023 - 100 fotos melhores de 2024, retrospectiva - Foto feita em 25/07/2024 – Carlos Vitor Guimarães abraça sua família no lado de fora do Presídio Evaristo de Moraes. O jovem negro de 25 anos, morador de São Gonçalo, esteve preso durante um ano e meio ao ser condenado por roubo de carga apenas com reconhecimento por foto, e está absolvido pelo Superior Tribunal de Justiça após pedido da Defensoria Pública do Estado.  Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=410705 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=410705-->Rio de Janeiro (RJ) &#8211; 25/07/2024 &#8211; Foto premiada na 41ª edição do Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo. Imagem traz o jovem Carlos Vitor Guimarães abraçando sua família no lado de fora do Presídio Evaristo de Moraes. Ele ficou preso durante um ano e meio injustamente. Foi acusado de roubo de carga apenas por reconhecimento com foto e, depois, absolvido pelo STJ. <strong>Foto:</strong> <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong><!--END copyright=410705--></h6>
</p>
</div>
<p>Paulo Pinto também entrou para a lista dos jornalistas mais premiados de 2024, de acordo com<em> ranking</em> elaborado e divulgado pelo portal Jornalistas &amp; Cia.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> EBC , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-02/mais-de-160-conteudos-da-agencia-brasil-sao-licenciados-para-livros">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 26 Feb 2025 07:28:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/mais-de-160-conteudos-da-agencia-brasil-sao-licenciados-para-livros-agencia-brasil/">Mais de 160 conteúdos da Agência Brasil são licenciados para livros| Agência Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>DR com Demori recebe o jornalista e escritor Vincent Bevins</title>
		<link>https://weeknews.online/dr-com-demori-recebe-o-jornalista-e-escritor-vincent-bevins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2025 18:40:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Brasil é agência de notícias mais premiada de 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[DR com Demori]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[TV Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[TV Brasil Internacional transmite carnaval para o público no exterior]]></category>
		<category><![CDATA[TV Brasil transmite ao vivo cinco dias do carnaval de Salvador]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/dr-com-demori-recebe-o-jornalista-e-escritor-vincent-bevins/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O programa DR com Demori, da TV Brasil, recebe nesta terça-feira (25) o jornalista norte-americano e escritor Vincent Bevins. Ele trabalhou como correspondente internacional no Brasil e recentemente lançou o livro A Década da Revolução Perdida &#8211; a Onda de Manifestações que Incendiaram o Mundo, em que analisa os protestos ocorridos em diversos países na década de 2010. O episódio vai ao ar às 23h. No bate-papo com o jornalista Leandro Demori, Bevins analisa o cenário político desde a onda de manifestações em 2013, bem como a influência desse movimento das ruas na política brasileira. Ele acredita que as manifestações de 2013 têm relação indireta com a ascensão da direita nos anos seguintes.  &#8220;Em 2013, a direita se sentiu confortável em ir para&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/dr-com-demori-recebe-o-jornalista-e-escritor-vincent-bevins/">Leia mais...</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
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Feed Últimas.<br />
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 </p>
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<p>O <strong>programa <em>DR com Demori</em></strong>, da <strong>TV Brasil</strong>, recebe nesta terça-feira (25) o jornalista norte-americano e <strong>escritor Vincent Bevins</strong>. Ele trabalhou como correspondente internacional no Brasil e recentemente lançou o <strong>livro <em>A Década da Revolução Perdida &#8211; a Onda de Manifestações que Incendiaram o Mundo</em></strong>, em que analisa os protestos ocorridos em diversos países na década de 2010. O <strong>episódio vai ao ar às 23h</strong>.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1740508811_668_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1740508812_22_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No bate-papo com o <strong>jornalista Leandro Demori</strong>, Bevins analisa o cenário político desde a onda de manifestações em 2013, bem como a <strong>influência desse movimento das ruas na política brasileira</strong>. Ele acredita que as manifestações de 2013 têm relação indireta com a <strong>ascensão da direita</strong> nos anos seguintes. </p>
<p>&#8220;Em 2013, a direita se sentiu confortável em ir para as ruas pela primeira vez desde 1964, quando houve outra manifestação da direita que possibilitou pedir o golpe militar”, compara.</p>
<p>Na entrevista, Bevins analisa ainda qual foi o <strong>papel das redes sociais</strong> nesse cenário brasileiro e nos contextos políticos mundiais. “Havia esperança, entre 2011 e 2013, de que a internet ia necessariamente levar o mundo a mais democracia, mais transparência. Realmente fica bizarro lembrar disso hoje em dia, porque todo mundo acreditava nesse sonho&#8221;, lamenta.</p>
<p>O <em>DR com Demori</em> também está disponível, na íntegra, no <em>Youtube</em> e no aplicativo <strong>TV Brasil Play</strong>. O programa também é transmitido em áudio, simultaneamente, na <strong>Rádio MEC</strong>, e as entrevistas ficam disponíveis em formato de podcast no <em>Spotify</em>.</p>
<h2>Sobre o programa</h2>
<p>O programa <em>Dando a Real com Leandro Demori</em>, ou simplesmente <em>DR com Demori</em>, traz personalidades para um papo mais íntimo e direto, na tela da <strong>TV Brasil</strong>. Já passaram pela mesa nomes como o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes; a deputada federal Erika Hilton; a cantora Zélia Duncan; e o fundador da banda Pink Floyd, Roger Waters.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> EBC , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2025-02/dr-com-demori-recebe-o-jornalista-e-escritor-vincent-bevins">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 25 Feb 2025 11:28:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/dr-com-demori-recebe-o-jornalista-e-escritor-vincent-bevins/">DR com Demori recebe o jornalista e escritor Vincent Bevins</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>Xodó de Cozinha destaca presença da mandioca na mesa dos brasileiros</title>
		<link>https://weeknews.online/xodo-de-cozinha-destaca-presenca-da-mandioca-na-mesa-dos-brasileiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Feb 2025 12:48:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Brasil é agência de notícias mais premiada de 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalista da EBC]]></category>
		<category><![CDATA[Luciana Zogaib é eleita Melhor Narradora de 2024]]></category>
		<category><![CDATA[TV Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[TV Brasil é uma das cinco maiores audiências do país]]></category>
		<category><![CDATA[Xodó de Cozinha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A chef Teresa Corção é a convidada da edição inédita do Xodó de Cozinha, que a TV Brasil leva ao ar neste sábado (8), às 13h. Durante o programa, a apresentadora Regina Tchelly bate um papo com Teresa sobre a mandioca, também conhecida como aipim ou macaxeira. Apesar de ter tantos nomes, a “rainha do Brasil” é tão única que não pode faltar na mesa dos brasileiros. Símbolo de segurança alimentar e nutricional, a mandioca é versátil, potente e alimenta milhões de pessoas todos os dias.  Teresa Corção, que comanda o Instituto Maniva, voltado ao fortalecimento da agricultura familiar, é especialista no estudo da mandioca no Brasil. Para homenagear esse alimento tão importante, consumido de Norte a Sul do país, a chef Regina&#8230;</p>
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Feed Últimas.<br />
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<p>A chef Teresa Corção é a convidada da edição inédita do <em>Xodó de Cozinha</em>, que a <strong>TV Brasil</strong> leva ao ar neste sábado (8), às 13h. Durante o programa, a apresentadora Regina Tchelly bate um papo com Teresa sobre a mandioca, também conhecida como aipim ou macaxeira.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1739018892_481_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1739018893_311_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Apesar de ter tantos nomes, a “rainha do Brasil” é tão única que não pode faltar na mesa dos brasileiros. Símbolo de segurança alimentar e nutricional, a mandioca é versátil, potente e alimenta milhões de pessoas todos os dias. </p>
<p>Teresa Corção, que comanda o Instituto Maniva, voltado ao fortalecimento da agricultura familiar, é especialista no estudo da mandioca no Brasil.</p>
<p>Para homenagear esse alimento tão importante, consumido de Norte a Sul do país, a chef Regina mostra receitas inovadoras com o tubérculo enquanto conversa sobre a fome no Brasil. Ela e Teresa preparam torresminho de entrecasca de macaxeira, bolo de macaxeira e coco e beiju de tapioca com beterraba.</p>
<p>O conteúdo original da emissora pública prioriza a alimentação saudável, nutritiva, de baixo custo e com uso integral dos alimentos. O <em>Xodó de Cozinha</em> pode ser acompanhado no YouTube do canal e fica disponível no app <strong>TV Brasil Play</strong>.</p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/xodo-de-cozinha-teresa-corcao-01-credito-divulgacao-tv-brasil.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 05/02/2025 - Chef Teresa Corção é convidada do programa Xodó de Cozinha, da TV Brasil. Frame: TV Brasil/Divulgação" title="TV Brasil/Divulgação"/><br />
    <!-- END scald=413078 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=413078-->Chef Teresa Corção (D) é a convidada do programa Xodó de Cozinha, da TV Brasil &#8211; TV Brasil/Divulgação<!--END copyright=413078--></h6>
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<h2>Sobre o Xodó de Cozinha</h2>
<p>Apresentado pela chef Regina Tchelly, na <strong>TV Brasil</strong>, o programa <em>Xodó de Cozinha</em> busca incentivar a alimentação saudável e de baixo custo. A temporada de estreia tem 26 episódios. Cada edição conta com um convidado especial para preparar receitas com um alimento específico e conversar sobre um tema. A produção recebe personalidades como Bela Gil, André Trigueiro e Sidarta Ribeiro, entre outros.</p>
<p>Com seu afeto e carisma, a chef Regina Tchelly tem uma linguagem bastante característica para cativar o público e os entrevistados da nova atração televisiva. &#8220;Os convidados são incríveis e fico feliz de estar reunida com tanta gente que está fazendo acontecer, mostrando que é possível comer bem, de forma saudável e acessível&#8221;, conta.</p>
<p>Os assuntos discutidos na produção giram em torno de questões como sustentabilidade, combate à fome, sazonalidade dos alimentos, geração de renda, empreendedorismo e educação financeira. Além disso, o programa valoriza a cultura tradicional e afetiva, além de abordar pratos que evocam memórias e heranças culinárias.</p>
<p>A atração é gravada na cozinha do projeto Favela Orgânica, iniciativa idealizada por Regina Tchelly que há 13 anos promove a culinária saudável nas comunidades Babilônia e Chapéu Mangueira, na zona sul do Rio de Janeiro. </p>
<p>Coprodução realizada pela <strong>TV Brasil</strong> com a Kromaki, o <em>Xodó de Cozinha</em> tem direção de Pedro Asbeg.</p>
<h2>Sobre o Favela Orgânica</h2>
<p>O Favela Orgânica já recebeu diversos prêmios, nacionais e internacionais, por suas ações que visam promover a segurança alimentar, capacitação profissional e uma mudança na cultura de consumo e desperdício de alimentos. Chef de cozinha, empreendedora social e fundadora do projeto, Regina é paraibana e mora no Rio de Janeiro há 20 anos.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> EBC , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2025-02/xodo-de-cozinha-destaca-presenca-da-mandioca-na-mesa-dos-brasileiros">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 08 Feb 2025 09:05:00 -0300 </p>

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		<title>TV Brasil é uma das 5 maiores audiências pelo segundo ano consecutivo</title>
		<link>https://weeknews.online/tv-brasil-e-uma-das-5-maiores-audiencias-pelo-segundo-ano-consecutivo-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jan 2025 20:22:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Brasil é agência de notícias mais premiada de 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[melhor programa da televisão brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Sabores da comida vegana são destaque de série documental na TV Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[TV Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[TV Brasil e Rádio MEC homenageiam Marina Colasanti com reprises]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. A TV Brasil, emissora da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), ficou entre as cinco maiores audiências do país no ano de 2024. Os dados da Kantar/Ibope, que mede audiência das televisões no país, confirmam a emissora pública como uma das mais vistas do Brasil. “A audiência confirma a relevância da TV pública para o debate nacional, a formação de consciência crítica, promoção da diversidade cultural e para o combate às fake news, que infelizmente afetam nossa sociedade”, afirma o diretor-presidente da EBC, Jean Lima. Os dados mostram a consolidação de uma evolução. Em 2020, a emissora chegou a ficar em 9º lugar e em 2019 não figurou entre as dez mais. Mudança da programação Ao longo de 2024, a TV Brasil contou com algumas novidades, como o lançamento do novo&#8230;</p>
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<p>A <strong>TV Brasil</strong>, emissora da <strong>Empresa Brasil de Comunicação</strong> (<strong>EBC</strong>), ficou entre as cinco maiores audiências do país no ano de 2024. Os dados da Kantar/Ibope, que mede audiência das televisões no país, confirmam a emissora pública como uma das mais vistas do Brasil.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1738354940_614_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1738354940_471_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“A audiência confirma a relevância da TV pública para o debate nacional, a formação de consciência crítica, promoção da diversidade cultural e para o combate às <em>fake news</em>, que infelizmente afetam nossa sociedade”, afirma o diretor-presidente da EBC, Jean Lima.</p>
<p>Os dados mostram a consolidação de uma evolução. Em 2020, a emissora chegou a ficar em 9º lugar e em 2019 não figurou entre as dez mais.</p>
<h2>Mudança da programação</h2>
<p>Ao longo de 2024, a <strong>TV Brasil</strong> contou com algumas novidades, como o lançamento do novo formato do Sem Censura, agora conduzido pela apresentadora Cissa Guimarães. Com a reestruturação, o vespertino foi escolhido o melhor programa da televisão brasileira em 2024 pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA). O programa da <strong>TV Brasil</strong> concorreu na mesma categoria que produções da RedeTV!, Multishow, Globo e GNT. A comissão de TV da premiação é formada por um júri especializado de dez jornalistas.</p>
<p>Outra novidade de 2024 foi o retorno do futebol para a grade de programação de <strong>TV Brasil</strong>. A emissora passou a transmitir os jogos do Campeonato Brasileiro de Futebol série B e fechou parceria com a CBF para divulgar todas as modalidades de futebol feminino do país, inclusive com a transmissão de amistosos da seleção.</p>
<p>Com novo formato e novos apresentadores, o <em>Repórter Brasil Noite</em> teve um dos maiores crescimentos de audiência ao longo de 2024, chegando a um aumento de mais de 100% da audiência em outubro na comparação com janeiro, alcançando mais de 40 milhões de pessoas ao longo do ano.</p>
<h2>Ampliação da Rede</h2>
<p>A formação da <strong>Rede Nacional de Comunicação Pública</strong> (<strong>RNCP</strong>), que integra as emissoras do campo público do país, também contribuiu para alcançar a marca. &#8220;Não existe comunicação pública no Brasil sem a <strong>Rede Nacional de Comunicação Pública</strong>&#8220;, afirmou Jean Lima. &#8220;A EBC está presente diretamente em três praças e precisa da parceria da rede para chegar a toda a população brasileira&#8221;.</p>
<p>No ano passado, a <strong>RNCP</strong> teve a maior expansão de sua história. Até 2010, foram 35 outorgas de rádio ou televisão para emissoras públicas locais. De 2010 a 2024, foram outras 31 outorgas, representando um avanço no ritmo. Somente neste ano, 128 canais foram consignados.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> TV Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-01/tv-brasil-e-uma-das-cinco-maiores-audiencias-do-pais">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 30 Jan 2025 18:41:00 -0300 </p>

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		<title>Sabores da comida vegana são destaque de série documental na TV Brasil</title>
		<link>https://weeknews.online/sabores-da-comida-vegana-sao-destaque-de-serie-documental-na-tv-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jan 2025 16:41:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Brasil é agência de notícias mais premiada de 2024]]></category>
		<category><![CDATA[EBC]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[http://tvbrasilplay.com.br]]></category>
		<category><![CDATA[https://tvbrasil.ebc.com.br/webtv]]></category>
		<category><![CDATA[Quero Ser Veg]]></category>
		<category><![CDATA[TV Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[TV Brasil é uma das 5 maiores audiências pelo segundo ano consecutivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. A comida vegana pode ser apetitosa assim como qualquer outra refeição. Esse é o mote do segundo programa da série documental Quero Ser Veg, produção independente apresentada pela atriz Mayana Neiva, neste sábado (1º), às 12h30, na telinha da TV Brasil. Durante esta edição inédita do seriado, o chef Dani Lima define um cardápio com Mayana Neiva para três receitas gostosas. A apresentadora percorre uma feira para sentir o aroma das frutas e vegetais, além de escolher os ingredientes dessa lista montada para o almoço. Dani Lima ensina receitas caprichadas. Mayana Neiva o ajuda a fazer antepasto como entrada, estrogonofe de cogumelos com grão de bico para o prato principal e mousse de maracujá como sobremesa. Ela ainda visita um restaurante para degustar doces veganos com textura&#8230;</p>
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<p>A comida vegana pode ser apetitosa assim como qualquer outra refeição. Esse é o mote do segundo programa da série documental <em>Quero Ser Veg</em>, produção independente apresentada pela atriz Mayana Neiva, neste sábado (1º), às 12h30, na telinha da<strong> TV Brasil</strong>.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1738341672_444_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1738341673_597_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Durante esta edição inédita do seriado, o <em>chef</em> Dani Lima define um cardápio com Mayana Neiva para três receitas gostosas. A apresentadora percorre uma feira para sentir o aroma das frutas e vegetais, além de escolher os ingredientes dessa lista montada para o almoço.</p>
<p>Dani Lima ensina receitas caprichadas. Mayana Neiva o ajuda a fazer antepasto como entrada, estrogonofe de cogumelos com grão de bico para o prato principal e mousse de maracujá como sobremesa. Ela ainda visita um restaurante para degustar doces veganos com textura suave e repletos de sabor. Também apura o paladar ao provar os picolés veganos do estabelecimento.</p>
<p>Com o título <em>É Gostoso</em>, o novo episódio da série traz o depoimento de pessoas comuns e especialistas que falam sobre as iguarias veganas. Participam do programa a professora e antropóloga Carmen Rial, o empresário Alex Fernandes, a confeitaria Crux e Prince Oliveira, que trabalha com alimentação ancestral. Os convidados relatam suas experiências e destacam os benefícios da dieta com essas delícias.</p>
<p>No ar às 12h30, a série <em>Quero Ser Veg</em> abre a nova faixa de programação da emissora pública com atrações culinárias. Logo depois, às 13h, o destaque é o <em>Xodó de Cozinha</em>, formato original da emissora apresentado pela <em>chef</em> Regina Tchelly. O programa recebe convidados para preparar receitas e conversar sobre alimentação saudável e sustentável, com uso integral dos alimentos.</p>
<h2>Sobre a nova série documental</h2>
<p>Em cinco episódios de 26 minutos sobre o veganismo, <em>Quero Ser Veg </em>destaca mitos a respeito da alimentação baseada totalmente em vegetais. A obra independente é a primeira série sobre veganismo a ser exibida em canal aberto na televisão brasileira.</p>
<p>Criada e produzida em Florianópolis pela Novelo Filmes, a atração dirigida por Cíntia Domit Bittar leva o público para um passeio por feiras e estabelecimentos de alimentação vegana junto com a apresentadora Mayana Neiva. A proposta é mostrar as possibilidades e os sabores que enriquecem a cozinha vegana. A série que tem janela semanal na telinha da<strong> TV Brasil</strong> foi realizada por meio do edital Prodav TVs Públicas.</p>
<h2>Alimentação vegana com bom humor e informação</h2>
<p>De forma leve e divertida, o seriado aborda os principais motivos alegados por quem evita aderir ao veganismo, mas flerta com a ideia. &#8220;Cada episódio fala sobre uma razão pela qual as pessoas não se tornam veganas. Vou mergulhar nessas desculpas&#8221;, revela Mayana Neiva.</p>
<p>As edições do programa <em>Quero Ser Ver </em>descomplicam a cozinha ao esclarecer dúvidas de pessoas que não fazem refeições veganas por motivos diversos: valor salgado para comer bem, dificuldade para fazer as receitas, falta de sabor; pouco nutritiva e ideia de que é apenas um modismo.</p>
<p>A atração oferece a oportunidade para descobrir outras formas de se relacionar com a comida e entender como é possível evitar o consumo de proteínas animais. &#8220;Acho que será uma experiência nova para uma parcela da população assistir à série bem na hora do almoço. Espero que as pessoas se sintam provocadas no bom sentido, a mudar algo&#8221;, sugere a apresentadora.</p>
<p>Mayana Neiva explica que a proposta é criar uma identificação com o público. &#8220;Muitas das pessoas que vão ver o programa talvez estejam num lugar parecido com o meu. Porque eu não sou vegana e me sinto nesse questionamento. Quero botar aqui o meu processo&#8221;, pontua a atriz e cantora, que completa. &#8220;Estou tentando substituir. Estou me desconstruindo devagar. Eu quero ser veg&#8221;, diz.</p>
<p>A apresentadora aprende a cozinhar receitas e prepara os pratos com o <em>chef</em> Dani Lima. Nos episódios, Mayana Neiva visita feiras para selecionar ingredientes e vai até restaurantes para apurar o paladar e experimentar iguarias. Com depoimentos de especialistas, a produção documental busca quebrar tabus ao trazer as visões e as práticas sobre o veganismo no relato de pessoas comuns.</p>
<h2>Valorização do conteúdo independente</h2>
<p>A série <em>Quero Ser Veg</em> é um dos conteúdos audiovisuais selecionados pela linha de fomento do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), através do Prodav TVs Públicas.</p>
<p>A <strong>TV Brasil </strong>é um dos canais que mais exibem conteúdo independente nacional. Além de ser uma grande apoiadora da produção de atrações dessa natureza no mercado audiovisual do país, a emissora estimula novos realizadores.</p>
<h2>Sobre o Prodav</h2>
<p>O Prodav é uma parceria entre a Agência Nacional do Cinema (Ancine), o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e a<strong> Empresa Brasil de Comunicação</strong> (<strong>EBC</strong>) para incentivar a produção regional e independente.</p>
<p>A proposta é ofertar esse conteúdo para as emissoras públicas de televisão. A EBC distribui o material ao disponibilizar as obras para todos os canais de televisão do campo público que aderirem ao projeto.</p>
<h2>Ao vivo e <em>on demand</em></h2>
<p>Acompanhe a programação da <strong>TV Brasil </strong>pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize: https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar.</p>
<p>Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo <em>site</em> <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://tvbrasilplay.com.br" target="_blank">http://tvbrasilplay.com.br</a> ou por aplicativo no <em>smartphone</em>. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV: <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://tvbrasil.ebc.com.br/webtv" target="_blank">https://tvbrasil.ebc.com.br/webtv</a>.</p>
<h2>Serviço</h2>
<p><em>Quero Ser Veg</em> – sábados, às 12h30, na <strong>TV Brasil</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> EBC , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-01/sabores-da-comida-vegana-sao-destaque-de-serie-documental-na-tv-brasil">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 31 Jan 2025 13:07:00 -0300 </p>

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		<title>Educação midiática e rotina do jornalismo são temas de podcast</title>
		<link>https://weeknews.online/educacao-midiatica-e-rotina-do-jornalismo-sao-temas-de-podcast/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jan 2025 10:28:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Agência Brasil é agência de notícias mais premiada de 2024]]></category>
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		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast da Rádio MEC é um dos vencedores do Festival comKids 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Como são escolhidas as fontes no jornalismo? O que as torna mais ou menos confiáveis? Posso acreditar nas redes sociais?  Essas são perguntas que o podcast inédito Dizem as Fontes, de educação midiática, busca responder. O primeiro episódio está disponível nesta sexta-feira (31) no site da Radioagência Nacional e no perfil do veículo no Spotify. Podcasts são programas gravados em áudio e disponibilizados online. Parceria entre as agências públicas de notícias Agência Brasil e a Radioagência Nacional, o podcast é fruto do mestrado profissional da jornalista da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) Mariana Tokarnia, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em 2024. A produção está dividida em seis capítulos de cerca de 20 minutos cada, que serão divulgados às sextas-feiras. Mariana&#8230;</p>
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<p>Como são escolhidas as fontes no jornalismo? O que as torna mais ou menos confiáveis? Posso acreditar nas redes sociais?  Essas são perguntas que o <em>podcast</em> inédito <em>Dizem as Fontes</em>, de educação midiática, busca responder. O primeiro episódio está disponível nesta sexta-feira (31) no <em>site </em>da Radioagência Nacional e no perfil do veículo no Spotify. <em>Podcasts </em>são programas gravados em áudio e disponibilizados <em>online</em>.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1738319284_996_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1738319284_815_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Parceria entre as agências públicas de notícias <strong>Agência Brasil</strong> e a <strong>Radioagência Nacional</strong>,<strong> </strong>o <em>podcast</em> é fruto do mestrado profissional da jornalista da <strong>Empresa Brasil de Comunicação</strong> (<strong>EBC</strong>) Mariana Tokarnia, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em 2024. A produção está dividida em seis capítulos de cerca de 20 minutos cada, que serão divulgados às sextas-feiras.</p>
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<p><!--copyright=412495-->Mariana Tokarnia, idealizadora do <em>podcast </em>&#8211; <strong>Tânia Rêgo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=412495--></p>
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<p>Segundo Mariana, o objetivo é discutir a relevância e a prática diária do jornalismo, em conversas com profissionais de diferentes veículos e perfis, como Antônio Gois, de <em>O Globo</em>, Mara Régia, da <strong>Rádio Nacional da Amazônia</strong>, Fernanda Lima, do <em>Voz de Guadalupe</em>, Ariene Susui, da rede de comunicadores indígenas de Roraima <em>Wakywai</em>, além de Bruno Fonseca, da <em>Agência Pública.</em></p>
<p>“Existe um desconhecimento muito grande sobre o dia a dia da profissão; sobre como é definida uma pauta, como é feita uma apuração e a reportagem. A gente observa isso nas conversas com amigos, com familiares”, disse Mariana, fundadora e diretora da Associação de Jornalistas de Educação(Jeduca) e Jornalista Amiga da Criança pela Andi-Comunicação e Direitos. “Então, em meio a tantas notícias falsas e ao excesso de informação, é importante esclarecer como trabalhamos.”</p>
<p>No primeiro episódio, o <em>podcast </em>explica o cenário da desinformação no Brasil, das notícias falsas, das <em>deepfakes</em> – técnica que usa inteligência artificial para alterar sons, imagens e discursos – e a função da educação midiática, que permite, entre outra coisas, desenvolver uma postura capaz de distinguir uma informação verdadeira de outros conteúdos com vieses e manipulados ou com a intenção de confundir e enganar.</p>
<p>“A educação é um caminho muito potente para compreendermos e questionarmos o mundo à nossa volta. Então, quando a gente coloca a mídia para ser discutida de forma crítica, abrem-se caminhos para educar pelo jornalismo e tornar o jornalismo mais transparente”, afirma MarianaTokarnia. “A partir daí, é mais fácil confiar no jornalismo como instrumento de educação e na educação como forma de contribuir para o jornalismo.”</p>
<p>Com a série, a <strong>Agência Brasil</strong> e a <strong>Radioagência</strong> pretendem contribuir para melhor compreensão  do jornalismo na sociedade e fortalecer a sua credibilidade. “Esse <em>podcast</em> desmistifica a profissão”, ressalta a jornalista Beatriz Arcoverde, que coordenou o trabalho. </p>
<p>“Nós, jornalistas, não somos os donos da verdade. Para que os jornalistas apresentem uma reportagem, eles dedicam horas a uma cadeia de tarefas, como apurar dados, confirmar informações e ouvir fontes especializadas, por exemplo”. Outro papel importante é o da edição, de corrigir e tornar a informação mais clara ao público.</p>
<p>Segundo Beatriz, mais um destaque da série é mostrar que o jornalismo pode ser feito de várias formas, por diferentes veículos, como o jornalismo comunitário e o próprio jornalismo público, orientados pela pelo interesse público e não pelo lucro.</p>
<p>O nome do <em>podcast</em>, <em>Dizem as Fontes</em>, foi inspirado em um jargão jornalístico, usado quando profissionais precisam proteger a origem das informações. </p>
<p>Outros <em>podcasts </em>jornalísticos da <em>Radiogência Nacional</em>, como <em>Ciência: mulheres negras dão o tom</em> e <em>Grandes Invisíveis</em>, podem ser baixados neste <em>site</em> ou nos tocadores de áudio que habitualmente usados. Todo conteúdo é distribuído gratuitamente.</p>
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<p> Isabela Vieira – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-01/educacao-midiatica-e-rotina-do-jornalismo-sao-temas-de-podcast">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 31 Jan 2025 07:03:00 -0300 </p>

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