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	<title>Arquivo de agressor - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de agressor - WeekNews</title>
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		<title>Professora sofre ferimentos durante ataque a uma escola em Suzano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 21:55:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[agressor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria. Uma professora foi ferida no começo da tarde desta terça-feira (7) na Escola Municipal de Ensino Fundamental Professora Ignez de Castro Almeida Mayer, na cidade de Suzano (SP), após atuar para impedir o acesso de um jovem de 18 anos a uma sala de aula. A EMEF atende o ensino fundamental I, com salas do primeiro até o quinto ano. O agressor pulou o muro da escola às 13h27. Cerca de um minuto depois uma agente escolar acionou um aplicativo de alerta, do tipo botão do pânico. A Polícia Militar chegou ao local às 13h32, quatro minutos após o acionamento, sendo seguida pelo apoio da Guarda Civil Municipal (GCM). O suspeito foi contido rapidamente pelo agente de Segurança Escolar, evitando consequências mais graves.&#8230;</p>
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Feed Editoria.<br />
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<p>Uma professora foi ferida no começo da tarde desta terça-feira (7) na <strong>Escola Municipal de Ensino Fundamental Professora Ignez de Castro Almeida Mayer, na cidade de Suzano (SP)</strong>, após atuar para impedir o acesso de um jovem de 18 anos a uma sala de aula.<strong> A EMEF atende o ensino fundamental I, com salas do primeiro até o quinto ano.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1775598916_617_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1775598916_718_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O agressor pulou o muro da escola às 13h27. Cerca de um minuto depois uma agente escolar acionou um aplicativo de alerta, do tipo botão do pânico. <strong>A Polícia Militar chegou ao local às 13h32, quatro minutos após o acionamento, sendo seguida pelo apoio da Guarda Civil Municipal (GCM).</strong> O suspeito foi contido rapidamente pelo agente de Segurança Escolar, evitando consequências mais graves.</p>
<p>Apesar da resposta rápida o agressor conseguiu ferir uma professora, não identifica pela escola. A docente bloqueou sua entrada em uma sala de aula segurando uma porta e sofreu ferimentos na mão. <strong>A prefeitura informou que ela foi socorrida ao Hospital Santa Maria e está em estado de saúde estável.</strong></p>
<p>O agressor foi encontrado ferido pela polícia e levado pelo SAMU para atendimento. <strong>De acordo com a prefeitura seus ferimentos foram auto infligidos. Não há informações sobre a motivação dos ataques.</strong></p>
<p>&#8220;Como medida preventiva, os alunos foram dispensados com segurança, e todas as famílias estão sendo devidamente informadas. Ressalta-se que todos os protocolos de segurança foram seguidos, incluindo o fechamento imediato das salas e o acionamento das autoridades&#8221;, complementou a secretaria de comunicação do município, que está disponibilizando equipes de saúde mental para o acolhimento e atendimento dos profissionais da escola, além de reforçar o suporte à comunidade escolar.</p>
<p>A ocorrência está em registro pela Polícia Civil. O botão de pânico é uma ferramenta municipal, integrada com os plantões da polícia e da guarda civil na cidade, medida adotada e aprimorada após o ataque extenso contra a Escola Estadual Raul Brazil, no município, em 2019.</p>
<p> </p>
<p> Guilherme Jeronymo &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Editoria. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-04/professora-sofre-ferimentos-durante-ataque-uma-escola-em-suzano">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 07 Apr 2026 18:33:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Número de vítimas de feminicídio supera em 38% registros oficiais</title>
		<link>https://weeknews.online/numero-de-vitimas-de-feminicidio-supera-em-38-registros-oficiais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 19:58:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[agressor]]></category>
		<category><![CDATA[Ato contra feminicídio inaugura mural em homenagem a Tainara em SP]]></category>
		<category><![CDATA[Casos Confirmados]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[diz diretor-geral]]></category>
		<category><![CDATA[Estado de São Paulo tem aumento de feminicídios em janeiro deste ano]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio não é um crime inesperado]]></category>
		<category><![CDATA[Lesfem/UEL]]></category>
		<category><![CDATA[machosfera]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[PF tem papel importante no combate ao feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[Vítimas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Brasil registrou 6.904 vítimas de casos consumados e tentados de feminicídio em 2025, o que representa um aumento de 34% em relação ao ano de 2024, quando houve 5.150 vítimas. Foram 4.755 tentativas e 2.149 assassinatos, totalizando quase seis (5,89) mulheres mortas por dia no país. Os dados são do Relatório Anual de Feminicídios no Brasil 2025, elaborado pelo Laboratório de Estudos de Feminicídios da Universidade Estadual de Londrina (Lesfem/UEL), que trás também o perfil das vítimas e dos agressores. Notícias relacionadas: Ato contra feminicídio inaugura mural em homenagem a Tainara em SP. Estado de São Paulo tem aumento de feminicídios em janeiro deste ano. PF tem papel importante no combate ao feminicídio, diz diretor-geral. O levantamento supera em 38,8%, ou seja,&#8230;</p>
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Feed Últimas.<br />
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				</p>
<p><strong>O Brasil registrou 6.904 vítimas de casos consumados e tentados de feminicídio em 2025, o que representa um aumento de 34% em relação ao ano de 2024, quando houve 5.150 vítimas. Foram 4.755 tentativas e 2.149 assassinatos, totalizando quase seis (5,89) mulheres mortas por dia no país</strong>.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1772481522_727_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1772481522_660_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Os dados são do Relatório Anual de Feminicídios no Brasil 2025, elaborado pelo Laboratório de Estudos de Feminicídios da Universidade Estadual de Londrina (Lesfem/UEL), que trás também o perfil das vítimas e dos agressores.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Ato contra feminicídio inaugura mural em homenagem a Tainara em SP.</li>
<li>Estado de São Paulo tem aumento de feminicídios em janeiro deste ano.</li>
<li>PF tem papel importante no combate ao feminicídio, diz diretor-geral.</li>
</ul>
<p>O levantamento supera em 38,8%, ou seja, em mais de 600, o número de vítimas de feminicídio divulgados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp). <strong>Os dados que constam no sistema são informados pelos estados. Segundo a última atualização, no mês passado, foram 1.548 mulheres mortas por feminicídio em 2025.</strong></p>
<p><strong>A pesquisadora do Lesfem, Daiane Bertasso, integrante da equipe que elabora o relatório, explicou que a subnotificação dos casos de violência contra a mulher se reflete nessa diferença entre os dados. Tanto a ausência de denúncias quanto a falta de tipificação dos crimes no momento do registro contribuem para essa subnotificação.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Mesmo os nossos dados sendo acima dos dados da segurança pública [Sinesp], a gente acredita que há ainda subnotificação. Porque nem todo o crime de feminicídio é noticiado, divulgado nas mídias. Pelas nossas experiências e pesquisas, a gente acredita que esse registro ainda é inferior à realidade, infelizmente”, disse Daiane.</p>
</blockquote>
<p>Na metodologia adotada para o relatório, há a produção de contradados a partir do Monitor de Feminicídios no Brasil (MFB), do próprio Lesfem, responsável pelo monitoramento diário de fontes não estatais que tratam sobre as mortes violentas intencionais de mulheres, como <em>sites</em> de notícias. Além do tratamento quantitativo e qualitativo desses dados, há cotejamento com os registros oficiais.</p>
<blockquote>
<p>“As pesquisadoras que fazem esses registros sobre os casos, que leem nas notícias, elas têm um olhar mais acurado para identificar quando é uma tentativa de feminicídio. Já em relação aos registros da segurança pública, por exemplo, nem todos os municípios e estados têm um investimento numa formação específica dos profissionais para identificar esse tipo de crime”, disse a pesquisadora.</p>
</blockquote>
<p><strong>A análise do Lesfem aponta que, entre os quase 7 mil casos consumados e tentados de feminicídio, predomina o crime no âmbito íntimo (75%),</strong> que são os casos em que o agressor faz ou fez parte de seu círculo de intimidade, como companheiros, ex-companheiros ou a pessoa com quem a vítima tem filhos. <strong>A maioria das mulheres foi morta ou agredida na própria casa (38%) ou na residência do casal (21%).</strong></p>
<p><strong>A maior parte das vítimas (30%) estava na faixa etária dos 25 a 34 anos, com uma mediana de 33 anos. Ao menos 22% das mulheres, no total, realizaram denúncias contra os agressores anteriormente ao feminicídio.</strong></p>
<p><strong>A parcela de 69% das vítimas, com dados conhecidos, tinha filhos ou dependentes. Segundo o levantamento, 101 vítimas estavam grávidas no momento da violência, e 1.653 crianças foram deixadas órfãs pela ação dos criminosos.</strong></p>
<p>Em relação ao perfil do agressor, a idade média é 36 anos. A maioria agiu individualmente, com 94% dos feminicídios cometidos por uma única pessoa, ante 5% praticados por múltiplas. <strong>Sobre o meio utilizado, quase metade (48%) dos crimes foi cometida com arma branca, como faca, foice ou canivete.</strong></p>
<p>Foi registrada a morte do suspeito após o feminicídio em 7,91% dos casos com dados conhecidos, sendo que a maioria decorreu de suicídio. <strong>A prisão do suspeito foi confirmada em ao menos 67% das ocorrências com informações conhecidas.</strong></p>
<h2>Violência negligenciada</h2>
<p>Segundo a pesquisadora, diversas são as situações que fazem com que o ciclo de violência sofrido por mulheres seja negligenciado e, então, o crime de feminicídio aconteça.</p>
<blockquote>
<p>“O feminicídio não é um crime inesperado. É um crime que resulta de relações familiares e íntimas. E ele se dá depois de um ciclo de violências de vários tipos”, disse. </p>
</blockquote>
<p>Ela acrescenta que o machismo, a misoginia e uma sociedade voltada para os valores masculinos contribuem para que as pessoas ignorem os sinais de violência que precedem os feminicídios. <strong>Casos recentes de feminicídio que tiveram destaque na imprensa recentemente demonstram que, mesmo mulheres com medida protetiva contra seus agressores, não receberam efetivamente a proteção do estado e acabaram mortas por eles.</strong></p>
<p><strong>A masculinidade tóxica é mais um elemento que gera violência contra as mulheres no país. </strong>Segundo Daiane, pesquisadora do Lesfem/UEL que estuda a chamada machosfera têm percebido que tais redes têm fortalecido ideais machistas e misóginos, inclusive influenciando jovens e crianças.</p>
<p> </p>
<p> Camila Boehm &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/numero-de-vitimas-de-feminicidio-supera-em-38-registros-oficiais">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 02 Mar 2026 16:36:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Câmara proíbe aproximação de agressor com consentimento da vítima</title>
		<link>https://weeknews.online/camara-proibe-aproximacao-de-agressor-com-consentimento-da-vitima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jul 2025 23:20:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[agressor]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Multa]]></category>
		<category><![CDATA[Penas]]></category>
		<category><![CDATA[reclusão]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
		<category><![CDATA[Vinicius Júnior celebra punição de agressores racistas na Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Violência: mulheres negras com pouca renda convivem com agressores]]></category>
		<category><![CDATA[Vítima]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Câmara dos Deputados aprovou hoje (8) o Projeto de Lei (PL) 6020/23, que estabelece descumprimento de medida judicial a aproximação do agressor de áreas delimitadas pelo juiz para proteção de vítima de violência contra a mulher, mesmo com o seu consentimento. A proposta segue para avaliação no Senado. O projeto altera Lei Maria da Penha, no trecho em que trata das medidas protetivas. Nos casos em que ocorra a aproximação voluntária do agressor às áreas delimitadas por decisão judicial, ele poderá ser punido com reclusão de 2 a 5 anos e multa. Notícias relacionadas: Violência: mulheres negras com pouca renda convivem com agressores. Vinicius Júnior celebra punição de agressores racistas na Espanha. A relatora da proposta, deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA) incluiu no&#8230;</p>
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Feed Últimas.<br />
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<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou hoje (8) o Projeto de Lei (PL) 6020/23, que estabelece descumprimento de medida judicial a aproximação do agressor de áreas delimitadas pelo juiz para proteção de vítima de violência contra a mulher, mesmo com o seu consentimento. <strong>A proposta segue para avaliação no Senado.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752016824_425_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752016824_66_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O projeto altera Lei Maria da Penha, no trecho em que trata das medidas protetivas. <strong>Nos casos em que ocorra a aproximação voluntária do agressor às áreas delimitadas por decisão judicial, ele poderá ser punido com reclusão de 2 a 5 anos e multa.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Violência: mulheres negras com pouca renda convivem com agressores.</li>
<li>Vinicius Júnior celebra punição de agressores racistas na Espanha.</li>
</ul>
<p>A relatora da proposta, <strong>deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA) incluiu no projeto que os casos também podem ser aplicados nos casos de aproximação do agressor da residência ou do local de trabalho da vítima.</strong></p>
<h2>Furto de cabos</h2>
<p>Os deputados rejeitaram as emendas do Senado a um Projeto de Lei (PL) 5845/2016 que aumenta as penas aplicadas ao furto, roubo e receptação de fios, cabos ou equipamentos utilizados para fornecimento ou transmissão de energia elétrica ou de telefonia. <strong>O texto agora segue para sanção presidencial.</strong></p>
<p><strong>Com a rejeição das emendas no Senado, o projeto determina a pena de reclusão de 2 a 8 anos e multa, se a subtração for de fios, cabos ou equipamentos utilizados para fornecimento ou transmissão de energia elétrica ou de telefonia ou para transferência de dados, bem como equipamentos ou materiais ferroviários ou metroviários.</strong></p>
<p>Nos casos em que a subtração for cometida contra quaisquer bens que comprometam o funcionamento de órgãos da União, de Estado ou de Município ou de estabelecimentos públicos ou privados que prestem serviços públicos essenciais, a pena é de reclusão de 6 a 12 anos e multa.</p>
<p>As penas serão aplicadas em dobro se o crime for cometido por ocasião de calamidade pública ou mediante a subtração, dano ou destruição de equipamentos utilizados na prestação de serviços de telecomunicações.</p>
<p> </p>
<p> Luciano Nascimento &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-07/camara-proibe-aproximacao-de-agressor-com-consentimento-da-vitima">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 08 Jul 2025 20:13:00 -0300 </p>

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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Polícia busca agressor de Marcelo Rubens Paiva</title>
		<link>https://weeknews.online/policia-busca-agressor-de-marcelo-rubens-paiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Feb 2025 20:40:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[5 milhão de turistas internacionais em janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[agressão do jornalista e escritor Marcelo Rubens Paiva]]></category>
		<category><![CDATA[Agressões]]></category>
		<category><![CDATA[agressor]]></category>
		<category><![CDATA[Ainda Estou Aqui]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Carnavalesco]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil recebeu quase 1]]></category>
		<category><![CDATA[Estados e municípios podem enviar propostas de obras pelo PAC Seleções]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Rubens Paiva]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[SP: Homem é preso após atropelar crianças que brincavam na calçada]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/policia-busca-agressor-de-marcelo-rubens-paiva/</guid>

					<description><![CDATA[<p>.  A Polícia Civil do estado de São Paulo está analisando imagens para identificar o autor da agressão do jornalista e escritor Marcelo Rubens Paiva, ocorrida neste domingo (23), na rua da Consolação, na capital paulista, durante a concentração do desfile do bloco Acadêmicos do Baixo Augusta, em que Paiva foi homenageado. &#8220;A Polícia Civil analisa as imagens para identificar o autor da agressão&#8221;, disse a Secretaria de Segurança Pública, em nota. A pasta informou ainda que a polícia “permanece à disposição da vítima para a formalização da ocorrência e continuidade nas investigações&#8221;. Até o momento, não foi localizado registro dos fatos”. Marcelo Rubens Paiva, autor do livro “Ainda Estou Aqui”, foi agredido por um homem que atirou contra ele uma mochila, uma lata de&#8230;</p>
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]]></description>
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<div>
<p> A Polícia Civil do estado de São Paulo está analisando imagens para identificar o autor da agressão do jornalista e escritor Marcelo Rubens Paiva, ocorrida neste domingo (23), na rua da Consolação, na capital paulista, durante a concentração do desfile do bloco Acadêmicos do Baixo Augusta, em que Paiva foi homenageado.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1740429607_736_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1740429608_395_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>&#8220;A Polícia Civil analisa as imagens para identificar o autor da agressão&#8221;, disse a Secretaria de Segurança Pública, em nota. A pasta informou ainda que a polícia “permanece à disposição da vítima para a formalização da ocorrência e continuidade nas investigações&#8221;. Até o momento, não foi localizado registro dos fatos”.</p>
<p><strong>Marcelo Rubens Paiva, autor do livro “Ainda Estou Aqui”</strong>, foi agredido por um homem que atirou contra ele uma mochila, uma lata de cerveja e uma camiseta. <strong>O jornalista, que é cadeirante, não se feriu</strong>.</p>
<p>“O Acadêmicos do Baixo Augusta lamenta o ocorrido no início do bloco. Durante as homenagens ao Marcelo Rubens Paiva, fundador e porta-estandarte do bloco há 16 anos, um folião jogou objetos na direção do Marcelo. Foi um susto, uma violência nunca vista. O triste ocorrido não apagou o brilho da homenagem”, disse o bloco, em nota.</p>
<p>O escritor se manifestou nesta segunda-feira (24) pelas redes sociais. Paiva publicou a primeira estrofe da música “É Preciso Dar Um Jeito, Meu Amigo”, de Erasmo Carlos, lançada em 1971, e um dos temas musicais do filme “Ainda Estou Aqui”, dirigido por Walter Salles, adaptado do livro do escritor.</p>
<p>“Eu cheguei de muito longe; E a viagem foi tão longa; E na minha caminhada; Obstáculos na estrada; Mas enfim estou aqui”, diz o texto da publicação de Paiva.</p>
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<p> Bruno Bocchini &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-02/policia-busca-agressor-de-marcelo-rubens-paiva">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 24 Feb 2025 17:21:00 -0300 </p>

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