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	<title>Arquivo de AGU diz que vai demonstrar ao STF que decreto do IOF é legal - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de AGU diz que vai demonstrar ao STF que decreto do IOF é legal - WeekNews</title>
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		<title>Audiência no STF termina sem acordo sobre IOF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jul 2025 22:54:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[AGU diz que vai demonstrar ao STF que decreto do IOF é legal]]></category>
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		<category><![CDATA[Congresso defende no STF votação que suspendeu decreto do IOF]]></category>
		<category><![CDATA[Divergência política sobre IOF é própria da democracia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Não houve acordo na audiência sobre os decretos das Operações Financeiras (IOF) realizada hoje (15) no Supremo Tribunal Federal (STF). A reunião foi promovida para acabar com o impasse entre o governo federal e o Legislativo na adoção das medidas que aumentavam as alíquotas do imposto. A audiência contou com a participação do ministro-chefe da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, representantes do Ministério Público Federal, do Ministério da Fazenda, da Câmara dos Deputados, do Senado Federal, do Partido Liberal (PL) e do Partido Socialismo e Liberdade (Psol). Notícias relacionadas: Congresso defende no STF votação que suspendeu decreto do IOF . Divergência política sobre IOF é própria da democracia, diz Lula. AGU diz que vai demonstrar ao STF que decreto do IOF é&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>Não houve acordo na audiência sobre os decretos das Operações Financeiras (IOF) realizada hoje (15) no Supremo Tribunal Federal (STF)</strong>. A reunião foi promovida para acabar com o impasse entre o governo federal e o Legislativo na adoção das medidas que aumentavam as alíquotas do imposto.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752620076_752_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752620076_569_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A audiência contou com a participação do ministro-chefe da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, representantes do Ministério Público Federal, do Ministério da Fazenda, da Câmara dos Deputados, do Senado Federal, do Partido Liberal (PL) e do Partido Socialismo e Liberdade (Psol).</p>
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<li>Congresso defende no STF votação que suspendeu decreto do IOF .</li>
<li>Divergência política sobre IOF é própria da democracia, diz Lula.</li>
<li>AGU diz que vai demonstrar ao STF que decreto do IOF é legal.</li>
</ul>
<p>Na audiência, o relator do caso, o ministro do STF, A<strong>lexandre de Moraes, perguntou aos participantes se “seriam possíveis concessões recíprocas que pudessem resultar na conciliação</strong>”.</p>
<p><strong>A resposta dos presentes foi a de que não haveria acordo: “Apesar da importância do diálogo e da iniciativa dessa audiência, preferiram aguardar a decisão judicial”</strong>.  A audiência foi solicitada no início do mês por Alexandre Moraes para uma negociação após o Legislativo rejeitar a proposta do Executivo sobre a rearranjo tributário.</p>
<p> Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/audiencia-no-stf-termina-sem-acordo-sobre-iof">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 15 Jul 2025 19:35:00 -0300 </p>

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		<title>Congresso defende no STF votação que suspendeu decreto do IOF</title>
		<link>https://weeknews.online/congresso-defende-no-stf-votacao-que-suspendeu-decreto-do-iof/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 23:53:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[AGU diz que vai demonstrar ao STF que decreto do IOF é legal]]></category>
		<category><![CDATA[alíquotas]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Divergência política sobre IOF é própria da democracia]]></category>
		<category><![CDATA[diz Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Haddad: decisão de Moraes sobre IOF é ótima para o país]]></category>
		<category><![CDATA[IOF]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<category><![CDATA[vai demonstrar ao STF que o decreto presidencial está de acordo com a Constituição.]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Câmara dos Deputados e o Senado defenderem nesta sexta-feira (11), no Supremo Tribunal Federal (STF), a validade das votações  que derrubaram o decreto editado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para aumentar as alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). A manifestação conjunta das casas legislativas foi protocolada nas ações em que o PSOL, o PL e a Advocacia-Geral da União (AGU) discutem o tema.  Notícias relacionadas: Divergência política sobre IOF é própria da democracia, diz Lula. Haddad: decisão de Moraes sobre IOF é ótima para o país. AGU diz que vai demonstrar ao STF que decreto do IOF é legal. Para a Câmara e o Senado, os parlamentares agiram de acordo com a Constituição ao entenderem que o decreto presidencial&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>A Câmara dos Deputados e o Senado defenderem nesta sexta-feira (11), no Supremo Tribunal Federal (STF), a validade das votações  que derrubaram o decreto editado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para aumentar as alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752277986_585_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752277987_88_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A manifestação conjunta das casas legislativas foi protocolada nas ações em que o PSOL, o PL e a Advocacia-Geral da União (AGU) discutem o tema. </p>
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</ul>
<p>Para a Câmara e o Senado, os parlamentares agiram de acordo com a Constituição ao entenderem que o decreto presidencial introduziu nova hipótese de incidência tributária, sem previsão legal.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Não se trata aqui de simples alteração de alíquota , autorizada pelo art. 153, §1º, da Constituição, mas de introdução de nova hipótese de incidência tributária, sem previsão legal anterior que a ampare, configurando clara afronta ao princípio da legalidade tributária&#8221;, sustenta a manifestação.</p>
</blockquote>
<p>Na semana passada, o ministro Alexandre de Moraes, relator dos processos, decidir levar o caso para conciliação e suspendeu tanto o decreto de Lula como a deliberação do Congresso que derrubou o ato do presidente. A audiência será realizada na próxima terça-feira (15).</p>
<p><strong>Após a decisão de Moraes, o advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou que o órgão vai demonstrar ao STF que o decreto presidencial está de acordo com a Constituição.</strong></p>
<p> Andre Richter – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-07/congresso-defende-no-stf-votacao-que-suspendeu-decreto-do-iof">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 11 Jul 2025 20:45:00 -0300 </p>

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		<title>Desequilíbrio tributário faz governo perder R$ 200 bi anuais</title>
		<link>https://weeknews.online/desequilibrio-tributario-faz-governo-perder-r-200-bi-anuais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 16:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[AGU diz que vai demonstrar ao STF que decreto do IOF é legal]]></category>
		<category><![CDATA[aumento de arrecadação]]></category>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[entrar para a organização]]></category>
		<category><![CDATA[esforço para adequar as contas públicas deve ser feito por meio de corte de gastos]]></category>
		<category><![CDATA[Governo defende justiça tributária e não alta de imposto]]></category>
		<category><![CDATA[Ipea]]></category>
		<category><![CDATA[justiça tributária]]></category>
		<category><![CDATA[projeto de lei (PL) que isenta do Imposto de Renda (IR) quem ganha até R$ 5 mil]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Wulff Gobetti]]></category>
		<category><![CDATA[site do Ipea]]></category>
		<category><![CDATA[tributos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. No momento em que o governo trava batalhas no Congresso Nacional e no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a cobrança de impostos, aumento de arrecadação e justiça tributária, um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), órgão subordinado ao Ministério do Planejamento e Orçamento, aponta que discrepâncias permitidas nas regras de cobrança de impostos fazem com que o governo deixe de arrecadar, anualmente, mais de R$ 200 bilhões. O documento Ineficiências e Iniquidades do Imposto de Renda: Da Agenda Negligenciada para a Próxima Etapa da Reforma Tributária, é do pesquisador da Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea Sérgio Wulff Gobetti, cedido à Secretaria de Fazenda do Rio Grande do Sul. Notícias relacionadas: Governo defende justiça tributária e não alta de&#8230;</p>
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				</p>
<p>No momento em que o governo trava batalhas no Congresso Nacional e no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a cobrança de impostos, aumento de arrecadação e justiça tributária, um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), órgão subordinado ao Ministério do Planejamento e Orçamento, aponta que discrepâncias permitidas nas regras de cobrança de impostos fazem com que o governo deixe de arrecadar, anualmente, mais de R$ 200 bilhões.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752163256_754_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752163256_125_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O documento <em>Ineficiências e Iniquidades do Imposto de Renda: Da Agenda Negligenciada para a Próxima Etapa da Reforma Tributária</em>, é do pesquisador da Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea Sérgio Wulff Gobetti, cedido à Secretaria de Fazenda do Rio Grande do Sul.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
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<li>Governo defende justiça tributária e não alta de imposto, diz ministro.</li>
<li>Divergência política sobre IOF é própria da democracia, diz Lula.</li>
<li>AGU diz que vai demonstrar ao STF que decreto do IOF é legal.</li>
</ul>
<p><strong>Gobetti explica que o estudo se propõe a mostrar que “iniquidades perpetuadas” nas regras de cobrança de impostos geram ineficiência econômica, além de enfraquecer o princípio da progressividade, isto é, ricos pagarem mais que os pobres, proporcionalmente.</strong></p>
<p>O estudo, disponível no <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://repositorio.ipea.gov.br/" target="_blank">site do Ipea</a>, fomenta o debate sobre justiça tributária enquanto tramita na Câmara dos Deputados o projeto de lei (PL) que isenta do Imposto de Renda (IR) quem ganha até R$ 5 mil e prevê tributação mínima das altas rendas, pessoas com rendimento superior a R$ 600 anuais.</p>
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<p>No STF, foi parar uma discussão sobre decreto do governo que aumenta a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), após o Congresso ter derrubado a medida, alegando que o esforço para adequar as contas públicas deve ser feito por meio de corte de gastos.</p>
<h2>Regime tributário</h2>
<p><strong>Uma das principais críticas apontadas pelo estudo é a diferença entre os regimes de tributação do lucro empresarial, o Simples, lucro presumido e lucro real.</strong>  </p>
<p>O Simples Nacional é direcionado a micro e pequenas empresas que faturam no máximo R$ 4,8 milhões anuais. O lucro presumido é para empresas que têm como limite uma receita de R$ 78 milhões. O regime lucro real se aplica a todas as demais empresas.</p>
<p>O Simples e o lucro presumido são regimes optativos. Essas empresas pagam Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) não proporcional ao seu lucro, mas ao seu faturamento.</p>
<p>A diferenciação dos regimes é uma forma de incentivar e simplificar negócios menores mas, segundo Gobetti, “houve desvirtuamento do propósito”, o que permite injustiças tributárias a partir do momento em que o sistema perde o vínculo com a real capacidade contributiva de cada indivíduo. </p>
<p>“Entre os proprietários de micro e pequenas empresas, há pessoas com capacidades contributivas muito diferentes. Duas ‘pequenas empresas’ de igual faturamento podem revelar graus muito distintos de remuneração e de capacidade contributiva dos respectivos sócios completamente distintos”, aponta o estudo.</p>
<p><strong>Para Gobetti, a proposta não é eliminar o regime simplificado, é resgatar a vocação original, tentando proporcionar simplificação e não uma vantagem.</strong> </p>
<p>“Essa vantagem beneficia menos o empresário empreendedor, aquele que está investindo, se arriscando. Estou beneficiando o menos empreendedor, aquele que investe menos e lucra mais”.</p>
<h2>Lucro menor</h2>
<p>Outra falha, segundo o autor do estudo, é que empresas podem buscar brechas para fazer com que o lucro presumido seja bem menor que o real.</p>
<blockquote>
<p>“Na atualidade, muitos conglomerados são formados por empresas que estão enquadradas no lucro real e outras no lucro presumido. E há evidências de que por trás dessa organização empresarial existe uma estratégia de alocar o máximo de custos nas unidades submetidas ao lucro real e, por outro lado, registrar o máximo de faturamento possível nas unidades sujeitas ao lucro presumido. Assim, por meio de uma divisão artificial de custos e receitas entre empresas do mesmo grupo, consegue-se minimizar o pagamento de impostos”, explica.</p>
</blockquote>
<p><strong>O técnico do Ipea aponta que o percentual médio de presunção do lucro é de 15,8%, enquanto o percentual médio efetivo aferido pela Receita Federal foi de 30,4% entre 2015 e 2019.</strong></p>
<p>Gobetti estima que a diferença entre o imposto devido e o imposto teórico representa a renúncia de receita decorrente da política tributária especial, e totalizou em 2019, ano mais recente do cálculo, mais de R$ 200 bilhões, sendo R$ 87,7 bilhões para o Simples e R$ 115,9 bilhões para o lucro presumido.</p>
<p>O pesquisador conclui que, assim como diz o jargão da economia, “não existe almoço grátis”, isto é, alguém tem que pagar pelo benefício. Nesse caso, “quanto mais tratamentos favorecidos forem mantidos para certos bens e serviços maior teria de ser a alíquota do Imposto sobre Valor Agregado (IVA, novo imposto previsto na reforma tributária) sobre os não favorecidos para manter a arrecadação atual”.</p>
<blockquote>
<p>“Uma alíquota mais baixa e uniformemente aplicada ou com menos exceções e discrepâncias do que temos hoje seria extremamente positiva para a competitividade da economia brasileira”, avalia Sérgio Gobetti.</p>
</blockquote>
<h2>Dividendos</h2>
<p>Outro ponto destacado pelo pesquisador é a não tributação de dividendos, a fatia do lucro que as empresas distribuem para os acionistas. No Brasil os dividendos não são alvo do IR. Gobetti sugere que tributar esse valor tornaria o sistema de cobrança de impostos mais progressivo e permitiria compensações de forma a diminuir tributos em cima das empresas, melhorando o ambiente de negócios, inclusive atraindo investidores estrangeiros.</p>
<p><strong>&#8220;Pode proporcionar mais competitividade à economia brasileira e maior progressividade ao Imposto de Renda, ao transferir o foco da empresa para o acionista”, defende o autor do estudo.</strong></p>
<p>Segundo a pesquisa, dos 38 países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), conhecida como clube dos países ricos, por reunir as economias mais desenvolvidas do mundo, apenas Estônia e Letônia mantêm a isenção dos dividendos. O Brasil é candidato a entrar para a organização.</p>
<p>Gobetti alerta também para que, caso o país decida tributar os dividendos, sejam pensadas formas de evitar que as empresas encontrem outros meios de distribuir recursos aos acionistas, assim como acontece atualmente pelo chamado juros sobre capital próprio (JCP). Com o JCP, a empresa distribui valor ao acionista como se fosse uma despesa, ou seja, são deduzidas do lucro tributável.</p>
<p>De acordo com o estudo do Ipea, o efeito fiscal do JCP foi uma perda de receita da ordem de R$ 24 bilhões em 2023.</p>
<p><strong>Para ilustrar o efeito de concentração de renda, Gobetti aponta que a renda apropriada pelo 1% mais rico cresceu de 20,5% para 24,4% nos últimos 6 anos.</strong> Desse aumento de concentração, 88% foram &#8220;abocanhados&#8221; pelo 0,1% mais rico.</p>
<p>&#8220;O lucro das empresas cresceu muito, então podemos imaginar que passamos para um novo patamar de concentração de renda&#8221;, avalia Gobetti.</p>
<h2>Petróleo</h2>
<p>O pesquisador da Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas aproveita o estudo para sugerir uma forma de aumentar a arrecadação de um setor específico da economia, o petrolífero, descrito por ele como de “obtenção de lucros extraordinários”. </p>
<p><strong>Gobetti aconselha que haja uma cobrança extraordinária adicional quando o preço do barril de petróleo encostar na média histórica de US$ 70.</strong> Ao longo de 2025, o petróleo tipo Brent tem sido negociado em um intervalo de US$ 64 e US$ 75.</p>
<p>Segundo ele, na faixa de US$ 45 e US$ 57 por barril, as companhias do setor obtêm “retornos atrativos”, de pelo menos 10% sobre o capital investido. Ele aponta que poderia haver a cobrança adicional a cada patamar de alta do petróleo, com a alíquota variando de 10% a 20%.</p>
<blockquote>
<p>“Com o preço internacional em torno da média histórica, o ganho de receita seria moderado, em torno de R$ 8 bilhões anuais, mas em situações extremas, como a de 2022, com Brent a US$ 100, o ganho poderia chegar a R$ 40 bilhões”, calcula.</p>
</blockquote>
<p>Para ele, essa cobrança adicional “não eliminaria o ganho extraordinário dos investidores em momentos de alta do preço do petróleo, mas apenas capturaria uma pequena parte desse lucro extraordinário”.</p>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/desequilibrio-tributario-faz-governo-perder-r-200-bi-anuais">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 10 Jul 2025 12:36:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Modelo de cobrança de impostos faz governo perder R$ 200 bi anuais</title>
		<link>https://weeknews.online/modelo-de-cobranca-de-impostos-faz-governo-perder-r-200-bi-anuais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 15:44:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[AGU diz que vai demonstrar ao STF que decreto do IOF é legal]]></category>
		<category><![CDATA[aumento de arrecadação]]></category>
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		<category><![CDATA[Divergência política sobre IOF é própria da democracia]]></category>
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		<category><![CDATA[Governo defende justiça tributária e não alta de imposto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. No momento em que o governo trava batalhas no Congresso Nacional e no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a cobrança de impostos, aumento de arrecadação e justiça tributária, um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), órgão subordinado ao Ministério do Planejamento e Orçamento, aponta que discrepâncias permitidas nas regras de cobrança de impostos fazem com que o governo deixe de arrecadar, anualmente, mais de R$ 200 bilhões. O documento Ineficiências e Iniquidades do Imposto de Renda: Da Agenda Negligenciada para a Próxima Etapa da Reforma Tributária, é do pesquisador da Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea Sérgio Wulff Gobetti, cedido à Secretaria de Fazenda do Rio Grande do Sul. Notícias relacionadas: Governo defende justiça tributária e não alta de&#8230;</p>
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				</p>
<p>No momento em que o governo trava batalhas no Congresso Nacional e no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a cobrança de impostos, aumento de arrecadação e justiça tributária, um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), órgão subordinado ao Ministério do Planejamento e Orçamento, aponta que discrepâncias permitidas nas regras de cobrança de impostos fazem com que o governo deixe de arrecadar, anualmente, mais de R$ 200 bilhões.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752162262_462_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752162262_726_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O documento <em>Ineficiências e Iniquidades do Imposto de Renda: Da Agenda Negligenciada para a Próxima Etapa da Reforma Tributária</em>, é do pesquisador da Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea Sérgio Wulff Gobetti, cedido à Secretaria de Fazenda do Rio Grande do Sul.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
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<li>Governo defende justiça tributária e não alta de imposto, diz ministro.</li>
<li>Divergência política sobre IOF é própria da democracia, diz Lula.</li>
<li>AGU diz que vai demonstrar ao STF que decreto do IOF é legal.</li>
</ul>
<p><strong>Gobetti explica que o estudo se propõe a mostrar que “iniquidades perpetuadas” nas regras de cobrança de impostos geram ineficiência econômica, além de enfraquecer o princípio da progressividade, isto é, ricos pagarem mais que os pobres, proporcionalmente.</strong></p>
<p>O estudo, disponível no <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://repositorio.ipea.gov.br/" target="_blank">site do Ipea</a>, fomenta o debate sobre justiça tributária enquanto tramita na Câmara dos Deputados o projeto de lei (PL) que isenta do Imposto de Renda (IR) quem ganha até R$ 5 mil e prevê tributação mínima das altas rendas, pessoas com rendimento superior a R$ 600 anuais.</p>
<p>No STF, foi parar uma discussão sobre decreto do governo que aumenta a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), após o Congresso ter derrubado a medida, alegando que o esforço para adequar as contas públicas deve ser feito por meio de corte de gastos.</p>
<h2>Regime tributário</h2>
<p><strong>Uma das principais críticas apontadas pelo estudo é a diferença entre os regimes de tributação do lucro empresarial, o Simples, lucro presumido e lucro real.</strong>  </p>
<p>O Simples Nacional é direcionado a micro e pequenas empresas que faturam no máximo R$ 4,8 milhões anuais. O lucro presumido é para empresas que têm como limite uma receita de R$ 78 milhões. O regime lucro real se aplica a todas as demais empresas.</p>
<p>O Simples e o lucro presumido são regimes optativos. Essas empresas pagam Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) não proporcional ao seu lucro, mas ao seu faturamento.</p>
<p>A diferenciação dos regimes é uma forma de incentivar e simplificar negócios menores mas, segundo Gobetti, “houve desvirtuamento do propósito”, o que permite injustiças tributárias a partir do momento em que o sistema perde o vínculo com a real capacidade contributiva de cada indivíduo. </p>
<p>“Entre os proprietários de micro e pequenas empresas, há pessoas com capacidades contributivas muito diferentes. Duas ‘pequenas empresas’ de igual faturamento podem revelar graus muito distintos de remuneração e de capacidade contributiva dos respectivos sócios completamente distintos”, aponta o estudo.</p>
<p><strong>Para Gobetti, a proposta não é eliminar o regime simplificado, é resgatar a vocação original, tentando proporcionar simplificação e não uma vantagem.</strong> </p>
<p>“Essa vantagem beneficia menos o empresário empreendedor, aquele que está investindo, se arriscando. Estou beneficiando o menos empreendedor, aquele que investe menos e lucra mais”.</p>
<h2>Lucro menor</h2>
<p>Outra falha, segundo o autor do estudo, é que empresas podem buscar brechas para fazer com que o lucro presumido seja bem menor que o real.</p>
<blockquote>
<p>“Na atualidade, muitos conglomerados são formados por empresas que estão enquadradas no lucro real e outras no lucro presumido. E há evidências de que por trás dessa organização empresarial existe uma estratégia de alocar o máximo de custos nas unidades submetidas ao lucro real e, por outro lado, registrar o máximo de faturamento possível nas unidades sujeitas ao lucro presumido. Assim, por meio de uma divisão artificial de custos e receitas entre empresas do mesmo grupo, consegue-se minimizar o pagamento de impostos”, explica.</p>
</blockquote>
<p><strong>O técnico do Ipea aponta que o percentual médio de presunção do lucro é de 15,8%, enquanto o percentual médio efetivo aferido pela Receita Federal foi de 30,4% entre 2015 e 2019.</strong></p>
<p>Gobetti estima que a diferença entre o imposto devido e o imposto teórico representa a renúncia de receita decorrente da política tributária especial, e totalizou em 2019, ano mais recente do cálculo, mais de R$ 200 bilhões, sendo R$ 87,7 bilhões para o Simples e R$ 115,9 bilhões para o lucro presumido.</p>
<p>O pesquisador conclui que, assim como diz o jargão da economia, “não existe almoço grátis”, isto é, alguém tem que pagar pelo benefício. Nesse caso, “quanto mais tratamentos favorecidos forem mantidos para certos bens e serviços maior teria de ser a alíquota do Imposto sobre Valor Agregado (IVA, novo imposto previsto na reforma tributária) sobre os não favorecidos para manter a arrecadação atual”.</p>
<blockquote>
<p>“Uma alíquota mais baixa e uniformemente aplicada ou com menos exceções e discrepâncias do que temos hoje seria extremamente positiva para a competitividade da economia brasileira”, avalia Sérgio Gobetti.</p>
</blockquote>
<h2>Dividendos</h2>
<p>Outro ponto destacado pelo pesquisador é a não tributação de dividendos, a fatia do lucro que as empresas distribuem para os acionistas. No Brasil os dividendos não são alvo do IR. Gobetti sugere que tributar esse valor tornaria o sistema de cobrança de impostos mais progressivo e permitiria compensações de forma a diminuir tributos em cima das empresas, melhorando o ambiente de negócios, inclusive atraindo investidores estrangeiros.</p>
<p><strong>&#8220;Pode proporcionar mais competitividade à economia brasileira e maior progressividade ao Imposto de Renda, ao transferir o foco da empresa para o acionista”, defende o autor do estudo.</strong></p>
<p>Segundo a pesquisa, dos 38 países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), conhecida como clube dos países ricos, por reunir as economias mais desenvolvidas do mundo, apenas Estônia e Letônia mantêm a isenção dos dividendos. O Brasil é candidato a entrar para a organização.</p>
<p>Gobetti alerta também para que, caso o país decida tributar os dividendos, sejam pensadas formas de evitar que as empresas encontrem outros meios de distribuir recursos aos acionistas, assim como acontece atualmente pelo chamado juros sobre capital próprio (JCP). Com o JCP, a empresa distribui valor ao acionista como se fosse uma despesa, ou seja, são deduzidas do lucro tributável.</p>
<p>De acordo com o estudo do Ipea, o efeito fiscal do JCP foi uma perda de receita da ordem de R$ 24 bilhões em 2023.</p>
<p><strong>Para ilustrar o efeito de concentração de renda, Gobetti aponta que a renda apropriada pelo 1% mais rico cresceu de 20,5% para 24,4% nos últimos 6 anos.</strong> Desse aumento de concentração, 88% foram &#8220;abocanhados&#8221; pelo 0,1% mais rico.</p>
<p>&#8220;O lucro das empresas cresceu muito, então podemos imaginar que passamos para um novo patamar de concentração de renda&#8221;, avalia Gobetti.</p>
<h2>Petróleo</h2>
<p>O pesquisador da Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas aproveita o estudo para sugerir uma forma de aumentar a arrecadação de um setor específico da economia, o petrolífero, descrito por ele como de “obtenção de lucros extraordinários”. </p>
<p><strong>Gobetti aconselha que haja uma cobrança extraordinária adicional quando o preço do barril de petróleo encostar na média histórica de US$ 70.</strong> Ao longo de 2025, o petróleo tipo Brent tem sido negociado em um intervalo de US$ 64 e US$ 75.</p>
<p>Segundo ele, na faixa de US$ 45 e US$ 57 por barril, as companhias do setor obtêm “retornos atrativos”, de pelo menos 10% sobre o capital investido. Ele aponta que poderia haver a cobrança adicional a cada patamar de alta do petróleo, com a alíquota variando de 10% a 20%.</p>
<blockquote>
<p>“Com o preço internacional em torno da média histórica, o ganho de receita seria moderado, em torno de R$ 8 bilhões anuais, mas em situações extremas, como a de 2022, com Brent a US$ 100, o ganho poderia chegar a R$ 40 bilhões”, calcula.</p>
</blockquote>
<p>Para ele, essa cobrança adicional “não eliminaria o ganho extraordinário dos investidores em momentos de alta do preço do petróleo, mas apenas capturaria uma pequena parte desse lucro extraordinário”.</p>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/modelo-de-cobranca-de-impostos-faz-governo-perder-r-200-bi-anuais">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 10 Jul 2025 12:36:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Divergência política sobre IOF é própria da democracia, diz Lula</title>
		<link>https://weeknews.online/divergencia-politica-sobre-iof-e-propria-da-democracia-diz-lula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 20:50:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[a divergência com o Congresso Nacional sobre o decreto que aumentava o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF)]]></category>
		<category><![CDATA[AGU]]></category>
		<category><![CDATA[AGU diz que vai demonstrar ao STF que decreto do IOF é legal]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula do Brics]]></category>
		<category><![CDATA[Haddad: decisão de Moraes sobre IOF é ótima para o país]]></category>
		<category><![CDATA[IOF]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Motta: decisão do STF sobre IOF está em sintonia com desejo da Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[o aumento de IOF era uma medida do governo para aumentar a arrecadação e evitar corte de gastos em áreas sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<category><![CDATA[uma audiência de conciliação para o dia 15 deste mês]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira (7) que a divergência com o Congresso Nacional sobre o decreto que aumentava o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) é “própria da democracia”. Apesar disso, ele também classificou a derrubada como “totalmente anticonstitucional”. &#8220;Não tem nada de anormal. Tem uma divergência política que é própria da democracia e vamos resolvendo os problemas&#8221;.  Notícias relacionadas: Haddad: decisão de Moraes sobre IOF é ótima para o país. AGU diz que vai demonstrar ao STF que decreto do IOF é legal. Motta: decisão do STF sobre IOF está em sintonia com desejo da Câmara. A afirmação foi dada após o término da cúpula de líderes do Brics – grupo de países em desenvolvimento – no Museu de Arte&#8230;</p>
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<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira (7) que a divergência com o Congresso Nacional sobre o decreto que aumentava o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) é “própria da democracia”. Apesar disso, ele também classificou a derrubada como “totalmente anticonstitucional”.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1751921409_745_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1751921409_887_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>&#8220;Não tem nada de anormal. Tem uma divergência política que é própria da democracia e vamos resolvendo os problemas&#8221;. </p>
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<li>AGU diz que vai demonstrar ao STF que decreto do IOF é legal.</li>
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</ul>
<p>A afirmação foi dada após o término da cúpula de líderes do Brics – grupo de países em desenvolvimento – no Museu de Arte Moderna, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Lula foi questionado se o fato de a declaração final do Brics, presidido este ano pelo Brasil, destacar esforços por justiça tributária ─ para equilibrar as contribuições de ricos e pobres ─ pode influenciar o debate no cenário interno, uma vez que o aumento de IOF era uma medida do governo para aumentar a arrecadação e evitar corte de gastos em áreas sociais.</p>
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<p>Após o Congresso derrubar o decreto, o tema foi parar no Supremo Tribunal Federal (STF), por iniciativa da Advocacia-Geral da União (AGU). O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, marcou uma audiência de conciliação para o dia 15 deste mês.</p>
<p>Lula afirmou que, nesta semana, se reunirá com o advogado-geral da União, Jorge Messias, para tratar do tema. Antes disso, ele vai receber a visita oficial do primeiro-ministro da Índia, Nahendra Modi, em Brasília, na terça-feira (7). No dia seguinte, será a vez do presidente da Indonésia, Prabowo Subianto, se reunir com o presidente brasileiro. </p>
<p>Lula citou ainda que há histórico de outros ministros do STF aprovando aumento do IOF. “Nós temos decisões, no caso do ministro Gilmar [Mendes], aprovando o IOF, quando o Fernando Henrique Cardoso era presidente. Nós temos o IOF aprovado no governo de [Jair] Bolsonaro, lembrou.</p>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-07/divergencia-politica-sobre-iof-e-propria-da-democracia-diz-lula">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 07 Jul 2025 17:29:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Haddad: decisão de Moraes sobre IOF é ótima para o país</title>
		<link>https://weeknews.online/haddad-decisao-de-moraes-sobre-iof-e-otima-para-o-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 18:48:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[acordo com o presidente da Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[AGU diz que vai demonstrar ao STF que decreto do IOF é legal]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Hugo Motta]]></category>
		<category><![CDATA[IOF]]></category>
		<category><![CDATA[Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Motta: decisão do STF sobre IOF está em sintonia com desejo da Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[protocolou ação]]></category>
		<category><![CDATA[relator]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira (4) que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) busca delimitar constitucionalmente o papel de cada Poder &#8211; Executivo e Legislativo. “Isso é ótimo para o país”, disse, após participar de evento no Rio de Janeiro. “Eu acredito que a decisão é no sentido de delimitar as competências com mais clareza. Quanto mais clareza nós tivermos sobre as competências constitucionais de cada Poder, mais tranquilamente um presidente vai poder governar, obviamente que subordinado às leis do país”, afirmou. Notícias relacionadas: AGU diz que vai demonstrar ao STF que decreto do IOF é legal. Motta: decisão do STF sobre IOF está em sintonia com desejo da Câmara. Por&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira (4) que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) busca delimitar constitucionalmente o papel de cada Poder &#8211; Executivo e Legislativo. “Isso é ótimo para o país”, disse, após participar de evento no Rio de Janeiro.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1751654886_944_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1751654886_937_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>“Eu acredito que a decisão é no sentido de delimitar as competências com mais clareza. Quanto mais clareza nós tivermos sobre as competências constitucionais de cada Poder, mais tranquilamente um presidente vai poder governar, obviamente que subordinado às leis do país”, afirmou.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>AGU diz que vai demonstrar ao STF que decreto do IOF é legal.</li>
<li>Motta: decisão do STF sobre IOF está em sintonia com desejo da Câmara.</li>
</ul>
<p>Por meio de medida cautelar, o ministro do STF Alexandre de Moraes suspendeu os efeitos de decretos da Presidência da República e do Congresso Nacional que tratam do IOF. Na decisão, ele determina ainda a realização de uma audiência de conciliação entre o governo federal e o Congresso Nacional sobre o tema, agendada para o dia 15 de julho, em Brasília.</p>
<p>“Após a realização da audiência de conciliação, será analisada a necessidade de manutenção da medida liminar concedida”, destacou o ministro na decisão.</p>
<p>Haddad explicou que o governo vai demonstrar que não houve um aumento linear do IOF. “Nós corrigimos o que nos parecia equivocado do ponto de vista de sonegação. Então, as pessoas que estavam usando as operações financeiras de maneira indevida foram bloqueadas pelo decreto. Isso tem finalidade regulatória com repercussão arrecadatória, como todo o combate à sonegação”, afirmou.</p>
<p>“Toda vez que você combater sonegação você vai ter uma consequência arrecadatória, mas você vai deixar de combater a sua negação por causa disso? São pessoas que deveriam estar pagando e não estão”, argumentou.</p>
<h2>O imbróglio do IOF</h2>
<p>No fim de maio, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva editou decreto que aumentava o IOF para operações de crédito, de seguros e de câmbio. O documento fazia parte de medidas elaboradas pelo Ministério da Fazenda para reforçar as receitas do governo e atender às metas do arcabouço fiscal. A maioria dos parlamentares, entretanto, não concordou com a elevação das alíquotas e tem cobrado o corte de despesas primárias.</p>
<p>No início de junho, em acordo com o presidente da Câmara, Hugo Motta, o governo reverteu parte das elevações do IOF, mas editou uma medida provisória (MP) que aumenta outros tributos. Também em junho, a derrubada do decreto foi pautada por Motta e aprovada na Câmara e, posteriormente, no Senado Federal.</p>
<p>Na última terça-feira (1º), a Advocacia-Geral da União (AGU) protocolou ação junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) no intuito de reverter a derrubada do decreto. Segundo o ministro da AGU, Jorge Messias, a ação declaratória de constitucionalidade (ADC) foi apresentada após solicitação feita por Lula e com base em estudo técnico e jurídico solicitado ao órgão na semana anterior.</p>
<p>O ministro Alexandre de Moraes foi escolhido relator da ADC protocolada pela AGU para reconhecer a validade do decreto editado pelo presidente. Moraes vai comandar o caso porque já atua como relator de dois processos que tratam do assunto. As ações foram protocoladas pelo PL e pelo PSOL. Não há data para decisão do ministro.</p>
<p> </p>
<p> Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/haddad-decisao-de-moraes-sobre-iof-e-otima-para-o-pais">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 04 Jul 2025 15:41:00 -0300 </p>

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