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	<title>Arquivo de AIEA - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de AIEA - WeekNews</title>
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		<title>Acordo com Arábia Saudita expõe contradição dos EUA na questão nuclear</title>
		<link>https://weeknews.online/acordo-com-arabia-saudita-expoe-contradicao-dos-eua-na-questao-nuclear/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 20:19:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo]]></category>
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		<category><![CDATA[Associação de Controle de Armas]]></category>
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		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
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		<category><![CDATA[EUA e Arábia Saudita fecham acordo de energia nuclear]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O acordo de cooperação nuclear anunciado pelos Estados Unidos (EUA) e pela Arábia Saudita, que deve durar “décadas” e envolveria bilhões de dólares, expõe a contradição da política externa da Casa Branca em relação à questão nuclear. O acordo, que não foi divulgado na íntegra, deve ainda passar por análise do Congresso estadunidense. A contradição se expressa pelo fato de o governo Donald Trump fechar essa parceria com a monarquia absolutista da Arábia Saudita, abrindo caminho para o que o país enriqueça urânio, ainda que alegue que é para fins pacíficos, logo após começar uma guerra exigindo o fim do enriquecimento de urânio no Irã, ainda que Teerã sustente que o programa não tem objetivos militares. Depois de críticas de Israel, Trump foi às redes sociais&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/acordo-com-arabia-saudita-expoe-contradicao-dos-eua-na-questao-nuclear/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
    <a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p><strong>O acordo de cooperação nuclear anunciado pelos Estados Unidos (EUA) e pela Arábia Saudita, que deve durar “décadas” e envolveria bilhões de dólares, expõe a contradição da política externa da Casa Branca em relação à questão nuclear. O <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-07/eua-e-arabia-saudita-fecham-acordo-de-energia-nuclear" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">acordo</a>, que não foi divulgado na íntegra, deve ainda passar por análise do Congresso estadunidense.</strong></p>
<p>A contradição se expressa pelo fato de o governo Donald Trump fechar essa parceria com a monarquia absolutista da Arábia Saudita, abrindo caminho para o que o país enriqueça urânio, ainda que alegue que é para fins pacíficos, logo após começar uma guerra exigindo o fim do enriquecimento de urânio no<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-06/conheca-historia-nuclear-do-ira-e-como-ela-explica-guerra-de-israel" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"> Irã</a>, ainda que Teerã sustente que o programa não tem objetivos militares.</p>
<p>Depois de críticas de Israel, Trump foi às redes sociais afirmar que a parceria nuclear estaria condicionada à assinatura, pela Arábia Saudita, dos acordos de Abraão, o que colocou em dúvida o futuro do acordo nuclear entre Washington e Riade, a capital do reino árabe.</p>
<p>Promovidos por Trump, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-06/exigido-por-trump-acordo-de-abraao-isola-palestinos-frente-israel" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">os acordos de Abraão</a> obrigam os países árabes a reconhecer Israel independentemente da questão palestina. Os sauditas têm sustentado que apenas assinariam o acordo com garantias para um Estado palestino, o que é rejeitado pelo governo de Benjamin Netanyahu.</p>
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<figure class="weeknews-ai-media jg-image-source-figure" style="margin:24px 0;max-width:100%;overflow:hidden;clear:both"><img src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/05_12_prof_dr_franciscocarlos-architectural-scale-2_00x_copy.jpg" alt="Prof. Dr. Francisco Carlos Teixeira da Silva (UFRJ). Foto: Francisco Teixeira da Silva/ Arquivo Pessoal" title="Francisco Teixeira da Silva/ Arquivo Pessoal" loading="lazy" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit jg-image-source-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-07/acordo-com-arabia-saudita-expoe-contradicao-dos-eua-na-questao-nuclear" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Com</a></figcaption></figure>
<p>    <!-- END scald=469765 --></div>
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<p>Historiador da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Francisco Carlos Teixeira da Silva &#8211; <strong>Foto: Francisco Teixeira da Silva/ Arquivo Pessoal</strong><!--END copyright=469765--></p>
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</div>
<h2>Proteção à Arábia Saudita</h2>
<p><strong>O historiador da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Francisco Carlos Teixeira da Silva avalia que o acordo expõe a contradição na política nuclear dos EUA, sendo uma forma de Trump reverter a perda de confiança de Riade, após a guerra com o Irã, em relação à proteção que Washington daria ao país árabe.</strong></p>
<p>“Isso é um reconhecimento da falência do ‘escudo americano’. Tudo isso se dá em meio a um bombardeio pesado do Irã contra a Arábia Saudita. Agora os EUA sugerem que os sauditas podem ter armas nucleares e, com isso, poderiam responder ao Irã com armas nucleares”, disse à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
<p>Apesar de o governo Trump afirmar que a Arábia Saudita não desenvolveria armas nucleares, especialistas e organizações que lutam contra a proliferação de armas atômicas alertam que a monarquia não tem aceitado assinar um “protocolo adicional” com a Agência de Energia Atômica (AIEA) que permitiria inspeções-surpresa.</p>
<p>“Os líderes sauditas, por vezes, manifestaram o desejo de desenvolver um ciclo de combustível completo, desde a extração de urânio até o reprocessamento do combustível irradiado. Isso não é típico de países que estão apenas iniciando programas de energia nuclear”, disse a <a href="https://www.armscontrol.org/act/2026-06/features/saudi-arabias-gilded-nuclear-sweetheart-deal" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Associação de Controle de Armas</a>.</p>
<p><strong>A organização não governamental (ONG) dos EUA argumenta que permitir que a Arábia Saudita ignore o protocolo adicional da AIEA enfraquece a posição de Washington nas negociações com Teerã.</strong></p>
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<figure class="weeknews-ai-media jg-image-source-figure" style="margin:24px 0;max-width:100%;overflow:hidden;clear:both"><img src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/2026-07-23t101015z_355322208_rc2gamak1acb_rtrmadp_3_gulf-canada-visit.jpg" alt="Canadian Prime Minister Mark Carney meets Saudi Crown Prince Mohammed bin Salman in Jeddah, Saudi Arabia, July 9, 2026. Saudi Press Agency/Handout via REUTERS THIS IMAGE HAS BEEN SUPPLIED BY A THIRD PARTY. REFILE - CORRECTING ID FROM " saudi="" minister="" of="" energy="" prince="" abdulaziz="" bin="" salman="" al="" saud="" to="" crown="" mohammed="" title="SAUDI NEWS AGENCY/Reuters/ Proibido reprodução" loading="lazy" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit jg-image-source-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-07/acordo-com-arabia-saudita-expoe-contradicao-dos-eua-na-questao-nuclear" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Com</a></figcaption></figure>
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<p>Príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman &#8211; <strong>Foto: Saudi News Agency/Reuters/ Proibida a reprodução</strong><!--END copyright=469764--></p>
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<p>“Fechar um acordo com a Arábia Saudita antes de resolver a questão nuclear iraniana seria insensato e míope”, diz a entidade, acrescentando que o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, afirmou, em 2018, que buscaria uma arma nuclear caso o Irã tivesse acesso a uma.</p>
<h2>Sinal alarmante para Oriente Médio</h2>
<p><strong>O professor de relações internacionais da Universidade de Brasília (UnB) Roberto Goulart Menezes destacou à Agência Brasil que, embora a Arábia Saudita tenha assinado o Acordo de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP), a parceria com os EUA envia um sinal contraditório para o Oriente Médio.</strong></p>
<blockquote>
<p>“É alarmante porque, embora haja um compromisso para enriquecer o urânio para fins pacíficos, o fato é que, na trajetória do programa nuclear da Arábia Saudita, pode haver outros interesses no futuro que sejam diferentes do ponto de partida. Isso aumenta as incertezas na região”, comentou.</p>
</blockquote>
<p>O especialista da UnB lembra que, desde a Guerra Fria, os EUA trabalham para convencer países a abrir mão de desenvolver armamentos nucleares ou mesmo promover programas nucleares. Brasil, México e África do Sul são exemplos de nações que assinaram o TNP em meio à pressão de Washington.</p>
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<figure class="weeknews-ai-media jg-image-source-figure" style="margin:24px 0;max-width:100%;overflow:hidden;clear:both"><img src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/alta2_whatsapp_image_2024-01-10_at_14.41.58_jv.jpg" alt="Brasil deve aproveitar G20 no país para projetar sua política externa. Roberto. Foto: Arquivo Pessoal" title="Arquivo pessoal" loading="lazy" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit jg-image-source-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-07/acordo-com-arabia-saudita-expoe-contradicao-dos-eua-na-questao-nuclear" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Com</a></figcaption></figure>
<p>    <!-- END scald=367357 --></div>
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<p><!--copyright=367357-->Professor de relações internacionais da Universidade de Brasília (UnB) Roberto Goulart Menezes &#8211; <strong>Foto: Roberto Goulart Menezes/Arquivo pessoal</strong><!--END copyright=367357--></p>
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</div>
<p>“Juntamente com a União Soviética (URSS), o objetivo dos EUA era barrar a proliferação nuclear. Isso porque quanto mais Estados passassem a ter acesso à tecnologia nuclear e, no momento seguinte, a possibilidade de ter arma atômica, isso diminuiria o poder dos EUA e da URSS”, contextualizou Menezes.</p>
<h2>Coreia do Sul</h2>
<p>O acordo dos EUA com Arábia Saudita contrasta ainda com a política nuclear da Casa Branca para a Coreia do Sul que, há décadas, busca uma parceria com Washington para enriquecer urânio diante das tensões militares com a Coreia no Norte.</p>
<p>“[Isso] expõe um flagrante duplo padrão na política nuclear americana. Washington parece ter aberto caminho para que a Arábia Saudita obtenha direitos de enriquecimento para usinas nucleares que ainda não foram construídas, enquanto os nega à Coreia do Sul, que já opera 26 reatores”, escreveu o correspondente do <em>The New York Times</em> em Seul, Choe Sang-Hun.</p>
<h2>Negociações começaram em 2008</h2>
<p>Desde 2008, EUA e Arábia Saudita discutem um possível acordo nuclear para fins pacíficos. Em 2020, o <a href="https://www.congress.gov/crs_external_products/IF/PDF/IF10799/IF10799.29.pdf" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Escritório de Prestação de Contas do Governo dos EUA (GAO, na sigla em inglês)</a> relatou que os países não haviam feito “progressos significativos” para um acordo.<br />“Devido a divergências persistentes sobre condições de não proliferação, incluindo aquelas relacionadas a um Protocolo Adicional e a restrições ao enriquecimento e ao reprocessamento de material nuclear”, escreveu o escritório ligado à Casa Branca.</p>
<p>A divergência teria persistido durante a administração de Joe Biden (2021-2025), alimentada ainda pelo assassinato do jornalista saudita Jamal Khashoggi no consulado da Arábia Saudita na Turquia.</p>
<p>A investigação do governo turco apontou que o jornalista, que era crítico da monarquia do país, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2018-11/corpo-de-khashoggi-foi-dissolvido-diz-assessor-do-presidente-turco" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">foi esquartejado e teve o corpo dissolvido</a> em substância química por funcionários da embaixada do regime do Oriente Médio. O caso mobilizou a opinião pública estadunidense contra a Arábia Saudita.</p>
<p>A situação mudou no segundo mandato do presidente Donald Trump. Em novembro do ano passado, os países assinaram uma declaração conjunta sobre o tema, mostrando avanço nas negociações.</p>
<p>Com a escalada da guerra no Oriente Médio nos últimos dias, o acordo foi anunciado. Isso apenas dois dias após os houthis, do Iêmen,<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-07/preco-do-petroleo-supera-os-us-100-apos-ataques-no-mar-vermelho" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"> bloquearem a passagem</a> dos navios sauditas no Estreito de Bad el-Mandeb, no Mar Vermelho, prejudicando as exportações do país, já prejudicadas pelo fechamento do Estreito de Ormuz.<br /> </p>
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<figure class="weeknews-ai-media jg-image-source-figure" style="margin:24px 0;max-width:100%;overflow:hidden;clear:both"><img src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/estreito-de-bad-el-mandeb_2.png" alt="Estreito de Bad el Mandeb" title="Arte Dijor/EBC" loading="lazy" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit jg-image-source-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-07/acordo-com-arabia-saudita-expoe-contradicao-dos-eua-na-questao-nuclear" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Com</a></figcaption></figure>
<p>    <!-- END scald=469659 --></div>
</div>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-07/acordo-com-arabia-saudita-expoe-contradicao-dos-eua-na-questao-nuclear" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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			</item>
		<item>
		<title>EUA atacam canteiro de usina nuclear iraniana enquanto Irã responde com ofensiva em três países</title>
		<link>https://weeknews.online/eua-atacam-canteiro-de-usina-nuclear-iraniana-enquanto-ira-responde-com-ofensiva-em-tres-paises/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 15:36:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[AIEA]]></category>
		<category><![CDATA[ataques contra bases militares dos EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Ataques ucranianos com drones matam sete trabalhadores na Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Em meio à preparação para sediar a final da Copa do Mundo de Futebol neste domingo (19), os Estados Unidos intensificaram a guerra contra o Irã com um ataque a uma instalação nuclear em construção em Darkhoveyn, no sudoeste do país. O bombardeio ocorreu na madrugada de hoje, no horário local iraniano, segundo informou a Organização de Energia Atômica do Irã (AEOI). Do outro lado, o Irã escalou o conflito com ataques a alvos na Jordânia, Kuwait e Bahrein nas últimas horas. A AEOI classificou o ataque como “terrorista injustificável” e afirmou, em comunicado publicado pela mídia estatal Press TV, que o canteiro de obras de Darkhoveyn é “um dos símbolos da dignidade científica e da autossuficiência da nação iraniana”.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/2026-07-19t044711z_1695498181_rc2sgmar0t1p_rtrmadp_3_iran-crisis-usa-1024x512.jpg" alt="EUA atacam canteiro de usina nuclear iraniana enquanto Irã responde com ofensiva em três países" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-07/enquanto-sediam-final-da-copa-eua-atacam-unidade-nuclear-no-ira" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
<p>    </a></p>
<p><br />
</p>
<p>Em meio à preparação para sediar a final da Copa do Mundo de Futebol neste domingo (19), os Estados Unidos intensificaram a guerra contra o Irã com um ataque a uma instalação nuclear em construção em Darkhoveyn, no sudoeste do país. O bombardeio ocorreu na madrugada de hoje, no horário local iraniano, segundo informou a Organização de Energia Atômica do Irã (AEOI). Do outro lado, o Irã escalou o conflito com ataques a alvos na Jordânia, Kuwait e Bahrein nas últimas horas.</p>
<p>A AEOI classificou o ataque como “terrorista injustificável” e afirmou, em comunicado publicado pela mídia estatal Press TV, que o canteiro de obras de Darkhoveyn é “um dos símbolos da dignidade científica e da autossuficiência da nação iraniana”. O direito internacional proíbe ataques a instalações nucleares pacíficas, estejam elas em operação ou não. Os Estados Unidos não se manifestaram oficialmente sobre esse ataque específico.</p>
<p>A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), ligada à ONU, informou que está investigando os relatos de ataques ao canteiro de obras. Em nota, a AIEA destacou que a instalação estava nos estágios iniciais de construção e “não continha material nuclear quando foi visitada pela última vez”. O diretor-geral Rafael Grossi reiterou o apelo por moderação militar nas proximidades de todos os locais relacionados a nuclear, embora o ataque relatado não represente risco radiológico.</p>
<p>Sem mencionar a unidade nuclear iraniana, o Comando Central dos EUA (CENTCOM) no Oriente Médio informou que realizou, durante a noite de ontem, a oitava onda consecutiva de ataques contra o Irã desde a retomada da guerra. Segundo os militares estadunidenses, as forças do CENTCOM atingiram instalações iranianas de vigilância costeira e defesa aérea, capacidades marítimas e locais de armazenamento de mísseis e drones, com o objetivo de continuar degradando as capacidades militares do Irã.</p>
<p>A guerra no Oriente Médio vem escalando nas últimas semanas, com acusações mútuas de violações do Memorando de Entendimento assinado entre os países. O Irã afirma que 57 pessoas morreram durante as novas ondas de ataques e acusa os EUA de atingir infraestrutura civil, incluindo hospitais, pontes e postos de monitoramento do tráfego marítimo. Por outro lado, os EUA afirmam que o Irã violou o acordo ao atacar navios comerciais no Estreito de Ormuz, que voltou a ter o trânsito fechado.</p>
<p>Em resposta, o Irã informa que vem realizando ataques “retaliatórios” contra instalações militares dos EUA em países da região. Neste domingo (19), o Kuwait informou que unidades de geração de energia e dessalinização de água foram atingidas pela segunda vez em dois dias. Também foram registrados, durante o fim de semana, ataques contra bases militares dos EUA no Bahrein e na Jordânia, com saldo de pelo menos dois militares estadunidenses mortos.</p>
<p>O Exército do Irã, em nota publicada na mídia estatal persa, afirmou que teve como alvo bases dos EUA no Kuwait, em al-Adiri, como resposta aos ataques a “infraestrutura civil”, incluindo pontes. O comunicado descreve o acampamento al-Adiri, localizado a aproximadamente 104 quilômetros das fronteiras do Irã, como “um importante centro de apoio logístico e de reconstrução de força para as forças americanas”.</p>
<p>Já o governo da Jordânia informou que interceptou três de quatro mísseis iranianos que entraram no espaço aéreo do país. O quarto míssil caiu em uma área remota e desabitada no sul da Jordânia, sem causar vítimas ou danos materiais, segundo comunicado das Forças Armadas jordanianas publicado na agência estatal Petra.</p>
<p>O Corpo da Guarda Revolucionária do Irã (IRGC) anunciou hoje que interceptou dois drones MQ-9 Reaper, e a Marinha da IRGC comunicou que quatro embarcações foram impedidas de passar no Estreito de Ormuz neste domingo. A escalada ocorre enquanto os EUA sediam a final da Copa do Mundo, evento que atrai atenção global e contrasta com a intensificação dos combates no Oriente Médio.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-07/enquanto-sediam-final-da-copa-eua-atacam-unidade-nuclear-no-ira" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Agência de energia atômica descarta vazamento radiológico no Irã</title>
		<link>https://weeknews.online/agencia-de-energia-atomica-descarta-vazamento-radiologico-no-ira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2026 19:55:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Internacional de Energia Atômica]]></category>
		<category><![CDATA[AIEA]]></category>
		<category><![CDATA[ataque contra o Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque dos EUA e Israel provoca medo e pânico no Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil deve adotar cautela entre EUA e Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[disparou mísseis contra países árabes]]></category>
		<category><![CDATA[energia nuclear]]></category>
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		<category><![CDATA[guerra EUA/Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
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		<category><![CDATA[radiação]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia e União Europeia reagem a ataque conjunto ao Irã]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea) comunicou neste sábado (28) que, apesar da recente escalada de conflitos no Oriente Médio, não foram detectados sinais de impacto radiológico na região. O órgão pediu “moderação” nos ataques e retaliações dos países envolvidos. Israel lançou um ataque contra o Irã no início da manhã deste sábado, declarando estado de emergência &#8220;especial e imediato&#8221; em todo o país, de acordo com informações da agência de notícias Reuters. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também confirmou &#8220;grandes operações de combate&#8221; no Irã com o objetivo de defender o povo norte-americano, &#8220;eliminando ameaças iminentes do regime iraniano&#8221;. Notícias relacionadas: Brasil deve adotar cautela entre EUA e Irã, parceiro do Brics. Japão, Rússia e União Europeia reagem a&#8230;</p>
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				</p>
<p>A Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea) comunicou neste sábado (28) que, apesar da recente escalada de conflitos no Oriente Médio, não foram detectados sinais de impacto radiológico na região. O órgão pediu “moderação” nos ataques e retaliações dos países envolvidos.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1772308542_759_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1772308542_47_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Israel lançou um ataque contra o Irã no início da manhã deste sábado, declarando estado de emergência &#8220;especial e imediato&#8221; em todo o país, de acordo com informações da agência de notícias Reuters. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também confirmou &#8220;grandes operações de combate&#8221; no Irã com o objetivo de defender o povo norte-americano, &#8220;eliminando ameaças iminentes do regime iraniano&#8221;.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Brasil deve adotar cautela entre EUA e Irã, parceiro do Brics.</li>
<li>Japão, Rússia e União Europeia reagem a ataque conjunto ao Irã.</li>
<li>Ataque dos EUA e Israel provoca medo e pânico no Irã.</li>
</ul>
<p>O Irã, por sua vez, disparou mísseis contra países árabes do Golfo.</p>
<p>Em publicação nas redes sociais, a Aiea não cita se instalações nucleares específicas foram alvejadas, mas diz que monitora a situação de perto.</p>
<blockquote>
<p>“A Aiea está monitorando de perto os desdobramentos no Oriente Médio e insta à moderação para evitar quaisquer riscos à segurança nuclear das pessoas na região. A Aiea mantém contato permanente com os países da região e, até o momento, não há evidências de qualquer impacto radiológico”, diz o comunicado.</p>
</blockquote>
<p><strong>Na quinta-feira (26), Irã e Estados Unidos haviam retomado as negociações com o objetivo de encontrar uma solução diplomática para a longa disputa sobre o programa nuclear iraniano.</strong> Estados Unidos, Israel e outros países ocidentais afirmam que o programa visa a construção de armas nucleares. O Irã nega a acusação.</p>
<p> Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-02/agencia-de-energia-atomica-descarta-vazamento-radiologico-no-ira">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 28 Feb 2026 16:14:00 -0300 </p>

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		<title>Parlamento do Irã aprova suspensão da cooperação com Agência Atômica</title>
		<link>https://weeknews.online/parlamento-do-ira-aprova-suspensao-da-cooperacao-com-agencia-atomica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2025 17:27:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[AIEA]]></category>
		<category><![CDATA[Chefe da AIEA diz que não tem prova de armas nucleares do Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Comitê do Irã aprova plano para suspender cooperação com AIEA]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[EUA e Irã]]></category>
		<category><![CDATA[hostilidades entre Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Suspensão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Parlamento iraniano aprovou, nesta quarta-feira (25), projeto de lei que suspende a cooperação do país com a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) até que o Irã tenha garantias de segurança. O governo persa acusa a agência ligada à ONU de cumplicidade com Israel e os Estados Unidos (EUA).   O presidente da Assembleia, Mohammad Bagher Ghalibaf, informou, em rede social, “que qualquer cooperação com a agência ou envio de relatórios a ela, bem como a entrada de inspetores e gerentes da agência, serão proibidos até que a segurança das instalações nucleares e cientistas seja garantida”. O porta-voz do Comitê de Segurança Nacional e Política Exterior do Parlamento iraniano, Ebrahim Rezai, explicou que as condições de segurança para retomada da cooperação incluem “garantir&#8230;</p>
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<p>O Parlamento iraniano aprovou, nesta quarta-feira (25), projeto de lei que suspende a cooperação do país com a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) até que o Irã tenha garantias de segurança. O governo persa acusa a agência ligada à ONU de cumplicidade com Israel e os Estados Unidos (EUA).  <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1750872468_883_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1750872468_104_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>O presidente da Assembleia, Mohammad Bagher Ghalibaf, informou, em rede social, “que qualquer cooperação com a agência ou envio de relatórios a ela, bem como a entrada de inspetores e gerentes da agência, serão proibidos até que a segurança das instalações nucleares e cientistas seja garantida”.</strong></p>
<p>O porta-voz do Comitê de Segurança Nacional e Política Exterior do Parlamento iraniano, Ebrahim Rezai, explicou que as condições de segurança para retomada da cooperação incluem “garantir o pleno respeito à soberania nacional e integridade territorial da República Islâmica”, segundo relevou à Hispan TV, canal estatal do Irã voltado ao público de língua espanhola.</p>
<blockquote>
<p>“Tem que se garantir os direitos inerentes da República Islâmica do Irã de desfrutar de todos os direitos estipulados no Artigo IV do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, especialmente o enriquecimento de urânio”, completou Rezai, que exigiu ainda que o diretor-geral da AIEA, Rafael Grossi, seja processado.</p>
</blockquote>
<p>A votação ocorre um dia após o fim das hostilidades entre Israel, EUA e Irã, e é um desdobramento da crise no Oriente Médio. Teerã acusa a AIEA de agir “politicamente motivada” e dirigida pelas potências ocidentais, como EUA, França e Grã-Bretanha, que têm apoiado Israel na guerra contra Teerã, para justificar a agressão ao país. </p>
<p><strong>A versão oficial dos governos de Israel e dos EUA para o ataque contra o Irã é a de que o país estaria próximo de construir bombas atômicas, o que o Irã sempre negou.</strong> Segundo Teerã, seu programa nuclear sempre foi pacífico e o país é signatário do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP), o que permitia que a AIEA faça inspeções no seu programa.</p>
<p>Apesar de ainda não ter oficializado a saída do TNP, o professor de Geopolítica da Escola Superior de Guerra (ESG) Ronaldo Carmona argumentou que ficou evidente que, tanto Israel, quanto os EUA, querem uma “mudança de regime” no Irã, o que pode empurrar o país para se armar com ogivas nucleares.</p>
<blockquote>
<p>“Diante desse cenário de uma ameaça existencial ao governo e ao regime do Irã, naturalmente, isso passa a ser, não tenha dúvida, um incentivo ao Irã de deixar de utilizar o seu programa nuclear para fins pacíficos, como tinha feito até agora, e passar a buscar o objetivo de ter uma arma nuclear como instrumento de dissuasão contra a ameaça sobretudo de Israel”, comentou.</p>
</blockquote>
<p><strong>Ainda segundo o especialista, as premissas originais do TNP, de promover o progressivo desarmamento nuclear, inclusive das grandes potências, não foi cumprido ao longo das décadas.</strong></p>
<blockquote>
<p>“O próprio Brasil aderiu ao TNP confiando nessa premissa de que haveria um progressivo desarmamento. Só que hoje o que você tem é o contrário. Há um desincentivo à permanência no sistema de não proliferação e um incentivo, sobretudo a países que são ameaçados com ações de ‘mudança de regime’, serem incentivados, então, a possuir armamento nuclear como instrumento último de dissuasão”, concluiu Carmona.</p>
</blockquote>
<h2>Entenda o conflito</h2>
<p><strong>Israel acusa o Irã de estar próximo de desenvolver uma arma nuclear, e lançou um ataque surpresa contra o país no dia 13 de junho, expandindo a guerra no Oriente Médio.</strong></p>
<p>No dia 21 de junho, os Estados Unidos atacaram três usinas nucleares iranianas: Fordow, Natanz e Esfahan. O Irã afirma que seu programa nuclear é apenas para fins pacíficos e que estava no meio de uma negociação com os EUA para estabelecer acordos que garantissem o cumprimento do TNP.</p>
<p>No entanto, a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) vinha acusando o Irã de não cumprir todas as suas obrigações, apesar de reconhecer que não tem provas de que o país estaria construindo uma bomba atômica.</p>
<p>Em março, o setor de inteligência dos Estados Unidos informou que o Irã não estava construindo armas nucleares, informação que agora é questionada pelo próprio presidente norte-americano, Donald Trump.</p>
<p>Apesar de Israel não aceitar que Teerã tenha armas nucleares, diversas fontes ao longo da história indicaram que o país mantém amplo programa nuclear secreto desde a década de 1950, tendo desenvolvido pelo menos 90 ogivas atômicas.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Lucas Pordeus León &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-06/parlamento-do-ira-aprova-suspensao-da-cooperacao-com-agencia-atomica">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 25 Jun 2025 11:14:00 -0300 </p>

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		<title>Agência atômica da ONU convoca reunião de emergência para esta segunda</title>
		<link>https://weeknews.online/agencia-atomica-da-onu-convoca-reuniao-de-emergencia-para-esta-segunda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Jun 2025 22:51:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA)]]></category>
		<category><![CDATA[AIEA]]></category>
		<category><![CDATA[antes dele]]></category>
		<category><![CDATA[António Guterres]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque dos EUA ao Irã viola direito internacional]]></category>
		<category><![CDATA[avalia Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[China pede cessar-fogo imediato no Irã e fim do uso da força]]></category>
		<category><![CDATA[Citando o que disse]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Guterres alerta sobre ciclo de represália após EUA bombardearem o Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[o secretário-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU)]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Mariano Grossi, informou, neste domingo (22),que convocou uma reunião de emergência para a manhã desta segunda-feira (23) com os membros da entidade para continuar o exame das instalações nucleares do Irã. “O regime de não proliferação [de armas] nuclear, que tem sido o passe de segurança internacional durante mais de meio século, está em jogo”, declarou o diretor argentino. Ele contextualizou a situação após os ataques aéreos dos Estados Unidos às instalações nucleares do Irã, na noite de sábado (21), que podem gerar a possibilidade de agravamento e ampliação do conflito na região, prevê a autoridade. Inspeções O diretor-geral da AIEA enfatizou que os técnicos da agência internacional estão no Irã e devem&#8230;</p>
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<p>O diretor-geral da<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.iaea.org/" target="_blank"> Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA)</a>, Rafael Mariano Grossi, informou, neste domingo (22),que convocou uma reunião de emergência para a manhã desta segunda-feira (23) com os membros da entidade para continuar o exame das instalações nucleares do Irã.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1750632666_905_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1750632666_570_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“O regime de não proliferação [de armas] nuclear, que tem sido o passe de segurança internacional durante mais de meio século, está em jogo”, declarou o diretor argentino.</p>
<p>Ele contextualizou a situação após os ataques aéreos dos Estados Unidos às instalações nucleares do Irã, na noite de sábado (21), que podem gerar a<strong> possibilidade de agravamento e ampliação do conflito na região</strong>, prevê a autoridade.</p>
<h2>Inspeções</h2>
<p>O diretor-geral da AIEA enfatizou que os técnicos da agência internacional estão no Irã e devem fazer a inspeção em segurança das instalações nucleares do país para registrar a existência de urânio conforme as regras do acordo de não proliferação de armas nucleares.</p>
<blockquote>
<p>“Os inspetores da AIEA estão no Irã têm que fazer seu trabalho. E isto exige o cessar das hostilidades para que o Irã possa conduzir as equipes a diferentes lugares, em condições adequadas e necessárias de segurança e proteção.”</p>
</blockquote>
<p>O diretor-geral da agência atômica destacou que é preciso verificar os danos dos ataques norte- americanos a localidades do país persa, que fazem enriquecimento de urânio: a usina nuclear de Fordow; os prédios e túneis de armazenamento de material enriquecido de Isfahan e a central de combustíveis da usina de Natanz.</p>
<p><strong>A principal usina iraniana de enriquecimento de urânio é a Fordow, construída dentro de uma montanh</strong>a. O diretor garantiu que os técnicos teriam condições de avaliar os danos subterrâneos às instalações nucleares de Fordow, após o bombardeio.</p>
<p>Teerã, de sua parte, confirmou à AIEA, que os níveis de radiação nas três localidades não aumentaram até o momento.</p>
<h2>Diálogo</h2>
<p>Durante a reunião de urgência do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU (foto)), o diretor-geral da AIEA, Rafael Mariano Grossi, explicou que existe uma oportunidade para regressar ao diálogo e à diplomacia e que a falta de acordo pode ter graves consequências.</p>
<p>“Se perdermos esta oportunidade, a destruição poderia alcançar proporções impensáveis e o regime mundial de não proliferação [de armas nucleares] desmoronaria e se acabaria”, previu Mariano Grossi.</p>
<p>Citando o que disse, antes dele, o secretário-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Antonio Guterres, na mesma reunião, Israel, Irã, Estados Unidos e o Oriente Médio necessitam da paz e estes atores precisam voltar à mesa de negociação.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Daniella Almeida , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-06/agencia-atomica-da-onu-convoca-reuniao-de-emergencia-para-esta-segunda">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 22 Jun 2025 19:25:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Chefe da AIEA diz que não tem prova de armas nucleares do Irã</title>
		<link>https://weeknews.online/chefe-da-aiea-diz-que-nao-tem-prova-de-armas-nucleares-do-ira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jun 2025 14:21:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Aiatolá ameaça reagir contra EUA após Trump exigir a rendição do Irã]]></category>
		<category><![CDATA[AIEA]]></category>
		<category><![CDATA[AIEA: ataque de Israel atingiu diretamente usina subterrânea do Irã]]></category>
		<category><![CDATA[aqui]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão de Inteligência do Senado estadunidense que o Irã não estava construindo armas atômicas]]></category>
		<category><![CDATA[diz AIEA]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Israel atinge dois locais de produção de centrífugas do Irã]]></category>
		<category><![CDATA[relatório da AIEA publicado no dia 31 de maio de 2025]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/chefe-da-aiea-diz-que-nao-tem-prova-de-armas-nucleares-do-ira/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Mariano Grossi, informou que os inspetores que coordena não reuniram provas que confirmem um esforço sistemático do Irã para construção de uma bomba atômica. A AIEA é a responsável por inspecionar o programa nuclear do país persa. “O que informamos foi que não tínhamos, coincidindo com algumas das fontes que você mencionou, de que não tínhamos nenhuma prova de um esforço sistemático [do Irã] para avançar para uma arma nuclear”, informou o diretor-geral, nessa terça-feira (17), em entrevista à TV CNN. Grossi foi entrevistado pela chefe do noticiário internacional da emissora, Christiane Amanpour, que perguntou quanto tempo o Irã levaria para construir uma bomba atômica, se poucos dias e semanas, como afirma Israel,&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/chefe-da-aiea-diz-que-nao-tem-prova-de-armas-nucleares-do-ira/">Leia mais...</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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<p><strong>O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Mariano Grossi, informou que os inspetores que coordena não reuniram provas que confirmem um esforço sistemático do Irã para construção de uma bomba atômica. A AIEA é a responsável por inspecionar o programa nuclear do país persa.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1750342866_175_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1750342866_393_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>“O que informamos foi que não tínhamos, coincidindo com algumas das fontes que você mencionou, de que não tínhamos nenhuma prova de um esforço sistemático [do Irã] para avançar para uma arma nuclear”, informou o diretor-geral, nessa terça-feira (17), em entrevista à TV CNN.</p>
</blockquote>
<p>Grossi foi entrevistado pela chefe do noticiário internacional da emissora, Christiane Amanpour, que perguntou quanto tempo o Irã levaria para construir uma bomba atômica, se poucos dias e semanas, como afirma Israel, ou que poderiam levar anos, como sustentam alguns analistas.</p>
<blockquote>
<p>“Certamente, não era para amanhã. Talvez não fosse uma questão de anos. Eu talvez levasse isso mais a sério. E não acho que fosse uma questão de anos. Mas isso é especulação”, afirmou Grossi.</p>
</blockquote>
<p>O chefe da AIEA acrescentou, contudo, que não pode saber se há alguma atividade nuclear escondida. “Se houvesse alguma atividade, que fosse clandestina ou oculta, ou longe dos nossos inspetores, não poderíamos saber”, completou.</p>
<p>A comentário de Rafael Grossi foi criticado pelo Irã que acusa Grossi de manipular as resoluções aprovadas pela Agência. O porta-voz Ministério das Relações Exteriores do país, Esmaiel Baqaei, sustentou que a AIEA foi usada por Israel e Estados Unidos (EUA) para justificar a agressão contra Teerã.</p>
<p>“Você obscureceu essa verdade em seu relatório absolutamente tendencioso que foi instrumentalizado para elaborar uma resolução com alegações infundadas de ‘não conformidade’; a mesma resolução foi então utilizada, como pretexto final, por um regime genocida e belicista para travar uma guerra de agressão contra o Irã e lançar um ataque ilegal às nossas instalações nucleares pacíficas”, afirmou Baqaei em uma rede social.</p>
<p>O representante iraniano acrescentou que o trabalho de Grossi manchou o trabalho da AIEA e prejudicou os países signatários do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP). “Você sabe quantos iranianos inocentes foram mortos/mutilados como resultado desta guerra criminosa?”, questionou.</p>
<h2>Relatórios da AIEA</h2>
<p>Os relatórios da Agência ligada à ONU vinham registrando a preocupação de que o Irã estivesse enriquecendo urânio acima do limite de 60%. Para se construir armas nucleares, os níveis de enriquecimento de urânio devem chegar a 90%.</p>
<p>“Embora as atividades de enriquecimento salvaguardadas não sejam proibidas por si só, o fato de o Irã ser o único Estado sem armas nucleares no mundo que está produzindo e acumulando urânio enriquecido a 60% continua sendo uma questão de séria preocupação”, disse o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.iaea.org/sites/default/files/25/06/gov2025-25.pdf" target="_blank">relatório da AIEA publicado no dia 31 de maio de 2025</a>. </p>
<p><strong>O Irã nega que busca desenvolver armas nucleares e sustenta que seu programa é pacífico. O país estava na sexta rodada de negociações com os EUA, realizadas em Omã, sobre seu programa nuclear quando foi atacado por Israel.</strong></p>
<p>Conheça aqui a história nuclear do Irã e como ela explica guerra de Israel. </p>
<h2>EUA</h2>
<p><strong>Em março, a Diretora de Inteligência Nacional dos Estados Unidos (EUA), Tulsi Gabbard, afirmou à Comissão de Inteligência do Senado estadunidense que o Irã não estava construindo armas atômicas</strong>. A posição de Tulsi, nomeada por Trump, foi questionada pelo próprio presidente dos EUA. </p>
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            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/tulsi_gabbard01.jpg" alt="FILE PHOTO: Director of National Intelligence (DNI) Tulsi Gabbard, CIA Director John Ratcliffe and U.S. Air Force Lt. General and Director of the Defense Intelligence Agency (DIA) Jeffrey Kruse attend a House Intelligence Committee hearing about worldwide threats, on Capitol Hill in Washington, D.C., U.S., March 26, 2025. REUTERS/Leah Millis/File Photo" title="REUTERS/Leah Millis/Proibida reprodução"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/tulsi_gabbard01.jpg" alt="FILE PHOTO: Director of National Intelligence (DNI) Tulsi Gabbard, CIA Director John Ratcliffe and U.S. Air Force Lt. General and Director of the Defense Intelligence Agency (DIA) Jeffrey Kruse attend a House Intelligence Committee hearing about worldwide threats, on Capitol Hill in Washington, D.C., U.S., March 26, 2025. REUTERS/Leah Millis/File Photo" title="REUTERS/Leah Millis/Proibida reprodução"/><br />
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<p><!--copyright=428229-->FILE PHOTO: Director of National Intelligence (DNI) Tulsi Gabbard. REUTERS/Leah Millis/File Photo &#8211; <strong>REUTERS/Leah Millis/Proibida reprodução</strong><!--END copyright=428229--></p>
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</div>
<p>Trump disse que “não se importa” com o que Tulsi Gabbard comunicou ao Senado em março passado e reforçou a posição sustentada por Netanyahu.</p>
<blockquote>
<p>“Penso que eles estavam muito perto de obter uma [bombar atômica]”, respondeu Trump.</p>
</blockquote>
<p>O Departamento de Estado dos EUA afirmou nesta semana que “o Irã não pode ter armas nucleares” e o chefe do departamento, o secretário Marco Rúbio, sustentou, em maio, que o Irã poderia desenvolver armas rapidamente.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Quando se chega a 60%, já se percorreu 90%. Você é, em essência, um Estado com armas nucleares no limiar — que é basicamente o que o Irã se tornou. Eles estão no limiar de uma arma nuclear. Se decidissem fazê-lo, poderiam fazê-lo muito rapidamente&#8221;, disse Rúbio à emissora Fox News.</p>
</blockquote>
<p>Enquanto EUA e as demais potências ocidentais defendem o ataque de Israel contra o Irã sob a alegação de que Teerã estaria desenvolvendo armas nucleares, o Estado judeu é o único do Oriente Médio que não assinou o TNP e, apesar de não confirmar, não nega que tenha armas nucleares.</p>
<p><strong>Conheça aqui o programa secreto de Israel que pode ter 90 bombas atômicas.</strong> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Lucas Pordeus Léon &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-06/chefe-da-aiea-diz-que-nao-tem-prova-de-armas-nucleares-do-ira">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 19 Jun 2025 11:05:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/chefe-da-aiea-diz-que-nao-tem-prova-de-armas-nucleares-do-ira/">Chefe da AIEA diz que não tem prova de armas nucleares do Irã</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>Instalações nucleares não devem ser atacadas, diz ONU sobre Irã</title>
		<link>https://weeknews.online/instalacoes-nucleares-nao-devem-ser-atacadas-diz-onu-sobre-ira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jun 2025 18:03:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Aiatolá do Irã promete punição “amarga e dolorosa” contra Israel]]></category>
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		<category><![CDATA[Brasil condena ataque de Israel contra o Irã: “violação de soberania”]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
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		<category><![CDATA[Trump: ataque de Israel ao Irã foi excelente e mais está por vir]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Os ataques de Israel contra instalações nucleares do Irã preocupam a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) das Nações Unidas (ONU). A entidade alertou, nesta sexta-feira (13), para as consequências de vazamentos de materiais radioativos com graves consequências não só para o Irã, mas para toda a região. “Instalações nucleares jamais devem ser atacadas, independentemente do contexto ou das circunstâncias, pois isso pode prejudicar tanto as pessoas quanto o meio ambiente. Tais ataques têm sérias implicações para a segurança, a proteção e as salvaguardas nucleares, bem como para a paz e a segurança regionais e internacionais”, disse o diretor-geral da organização, Rafael Mariano Grossi. A agência informou que a unidade de enriquecimento de urânio de Natanz, no Irã, foi afetada pelos bombardeios israelenses, mas&#8230;</p>
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<p>Os ataques de Israel contra instalações nucleares do Irã preocupam a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) das Nações Unidas (ONU).<strong> A entidade alertou, nesta sexta-feira (13), para as consequências de vazamentos de materiais radioativos com graves consequências não só para o Irã, mas para toda a região.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1749837798_877_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1749837798_450_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>“Instalações nucleares jamais devem ser atacadas, independentemente do contexto ou das circunstâncias, pois isso pode prejudicar tanto as pessoas quanto o meio ambiente. Tais ataques têm sérias implicações para a segurança, a proteção e as salvaguardas nucleares, bem como para a paz e a segurança regionais e internacionais”, disse o<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.iaea.org/newscenter/statements/statement-on-the-situation-in-iran" target="_blank"> diretor-geral da organização, Rafael Mariano Grossi</a>.</p>
</blockquote>
<p><strong>A agência informou que a unidade de enriquecimento de urânio de Natanz, no Irã, foi afetada pelos bombardeios israelenses, mas que não há “níveis elevados de radiação” no local.</strong></p>
<p>O diretor-geral da AIEA, Rafael Grossi, lembrou que resoluções da Conferência Geral da Agência já definiram que “qualquer ataque armado e ameaça contra instalações nucleares destinadas a fins pacíficos constitui uma violação dos princípios da Carta da ONU, do direito internacional e do Estatuto da Agência”.</p>
<p>Grossi acrescentou que ataques armados a instalações nucleares podem resultar na liberação de material radioativo com consequências graves dentro “e para além das fronteiras do Estado que foi atacado”.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p>Nessa quinta-feira (12), o Conselho de Governadores da AIEA aprovou resolução que afirma que o Irã não cumpriu com suas obrigações de salvaguardas que permitem à agência inspecionar as instalações para garantir que não estão sendo desenvolvidas armas atômicas.</p>
<p><strong>Um dia depois, Israel atacou o país persa danificando instalações nucleares e fábricas de armamentos, matando altos militares e cientistas do país. O Irã prometeu retaliar Israel, agravando a crise no Oriente Médio.</strong></p>
<p>Israel alega que Teerã está construindo bombas atômicas, que poderiam ser usadas contra Tel Aviv. O Irã nega e sustenta que usa tecnologia atômica apenas para fins pacíficos, como a produção de energia. Já Israel é um dos poucos países do mundo que não assinaram o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP).</p>
<p>Por outro lado, o Irã é signatário do TNP e nega que tenha violado compromissos com a AIEA. Segundo Teerã, a agência realiza uma campanha “politicamente motivada” e guiada por Grã-Bretanha, França, Alemanha e Estados Unidos, “sob influência de Israel”.</p>
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<p> Lucas Pordeus León &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-06/instalacoes-nucleares-nao-devem-ser-atacadas-diz-onu-sobre-ira">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 13 Jun 2025 14:24:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/instalacoes-nucleares-nao-devem-ser-atacadas-diz-onu-sobre-ira/">Instalações nucleares não devem ser atacadas, diz ONU sobre Irã</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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