<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de Alckmin diz esperar queda dos juros na próxima reunião do Copom - WeekNews</title>
	<atom:link href="https://weeknews.online/tag/alckmin-diz-esperar-queda-dos-juros-na-proxima-reuniao-do-copom/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://weeknews.online/tag/alckmin-diz-esperar-queda-dos-juros-na-proxima-reuniao-do-copom/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 10 Dec 2025 11:01:42 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.1</generator>

<image>
	<url>https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/cropped-Gemini_Generated_Image_o4oxj8o4oxj8o4ox-1-32x32.png</url>
	<title>Arquivo de Alckmin diz esperar queda dos juros na próxima reunião do Copom - WeekNews</title>
	<link>https://weeknews.online/tag/alckmin-diz-esperar-queda-dos-juros-na-proxima-reuniao-do-copom/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Em última reunião do ano, Copom decide se mantém Taxa Selic</title>
		<link>https://weeknews.online/em-ultima-reuniao-do-ano-copom-decide-se-mantem-taxa-selic/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 11:01:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[5% em 12 meses]]></category>
		<category><![CDATA[8%]]></category>
		<category><![CDATA[acumula 4]]></category>
		<category><![CDATA[Alckmin diz esperar queda dos juros na próxima reunião do Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Após adiamentos]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central desiste de regular Pix Parcelado]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[dizem economistas]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[manteve a previsão de que o IPCA termine este ano em 4]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
		<category><![CDATA[Selic alta afetou negativamente atividade econômica]]></category>
		<category><![CDATA[sistema de meta contínua]]></category>
		<category><![CDATA[taxa básica deve ser mantida em 15% ao ano até o fim deste ano ou início de 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa de juros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/em-ultima-reuniao-do-ano-copom-decide-se-mantem-taxa-selic/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Com a inflação desacelerando, mas alguns preços, como energia e alimentos, pressionados, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) faz nesta quarta-feira (10) a última reunião do ano. Os analistas de mercado acreditam na manutenção da taxa no maior nível em quase 20 anos. Atualmente em 15% ao ano, a Selic está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Desde setembro do ano passado, a taxa foi elevada sete vezes seguidas. Nas reuniões de julho, de setembro e de novembro, o Copom não mexeu na taxa. Notícias relacionadas: Selic alta afetou negativamente atividade econômica, dizem economistas. Alckmin diz esperar queda dos juros na próxima reunião do Copom. Após adiamentos, Banco Central desiste de regular&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/em-ultima-reuniao-do-ano-copom-decide-se-mantem-taxa-selic/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/em-ultima-reuniao-do-ano-copom-decide-se-mantem-taxa-selic/">Em última reunião do ano, Copom decide se mantém Taxa Selic</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p>Com a inflação desacelerando, mas alguns preços, como energia e alimentos, pressionados, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) faz nesta quarta-feira (10) a última reunião do ano. <strong>Os analistas de mercado acreditam na manutenção da taxa no maior nível em quase 20 anos.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1765364502_820_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1765364502_879_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Atualmente em 15% ao ano, a Selic está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. <strong>Desde setembro do ano passado, a taxa foi elevada sete vezes seguidas.</strong> Nas reuniões de julho, de setembro e de novembro, o Copom não mexeu na taxa.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Selic alta afetou negativamente atividade econômica, dizem economistas.</li>
<li>Alckmin diz esperar queda dos juros na próxima reunião do Copom.</li>
<li>Após adiamentos, Banco Central desiste de regular Pix Parcelado.</li>
</ul>
<p>A decisão sobre a Taxa Selic será anunciada no início da noite desta quarta-feira. Na ata da última reunião, em novembro, o Copom informou que a Selic será mantida em 15% ao ano por tempo prolongado para garantir a convergência da inflação à meta.</p>
<p><strong>Segundo a ata do Copom, o cenário atual continua marcado por elevada incerteza, o que exige cautela na condução da política monetária. No cenário interno, alguns preços, como energia, continuam a pressionar a inflação, apesar da desaceleração da economia.</strong></p>
<p>De acordo com a edição mais recente do Boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado, a taxa básica deve ser mantida em 15% ao ano até o fim deste ano ou início de 2026. A divergência agora está no momento do próximo ano em que os juros começarão a cair.</p>
<h2>Inflação</h2>
<p><strong>O comportamento da inflação continua uma incógnita.</strong> A prévia da inflação oficial, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), ficou em apenas 0,2% em outubro e acumula 4,5% em 12 meses, tendo voltado para o teto da meta. <strong>O IPCA cheio de novembro só será divulgado nesta quarta-feira.</strong></p>
<p>Segundo o último Boletim Focus, a estimativa de inflação para este ano caiu para 4,4%, contra 4,55% há quatro semanas. Isso representa inflação pouco abaixo do teto da meta contínua estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3%, podendo chegar a 4,5% por causa do intervalo de tolerância de 1,5 ponto.</p>
<h2>Taxa Selic</h2>
<p>A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. <strong>Ela é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle.</strong> O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima do valor definido na reunião.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, pretende conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>
<p>Ao reduzir a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<p><strong>O Copom reúne-se a cada 45 dias.</strong> No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.</p>
<h2>Meta contínua</h2>
<p>Pelo sistema de meta contínua em vigor desde janeiro deste ano, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. <strong>Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.</strong></p>
<p>No modelo de meta contínua, a meta passa ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em dezembro deste ano, a inflação desde janeiro é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em janeiro de 2026, o procedimento se repete, com apuração a partir de fevereiro de 2025. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.</p>
<p>No último Relatório de Política Monetária, divulgado no fim de setembro pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a previsão de que o IPCA termine este ano em 4,8%, mas a estimativa deve ser revista. A próxima edição do documento, que substituiu o Relatório de Inflação, será divulgada no fim de dezembro.</p>
<p> Wellton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-12/em-ultima-reuniao-do-ano-copom-decide-se-mantem-taxa-selic">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 10 Dec 2025 07:48:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/em-ultima-reuniao-do-ano-copom-decide-se-mantem-taxa-selic/">Em última reunião do ano, Copom decide se mantém Taxa Selic</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Selic alta afetou negativamente atividade econômica, dizem economistas</title>
		<link>https://weeknews.online/selic-alta-afetou-negativamente-atividade-economica-dizem-economistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 22:17:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[2% em setembro]]></category>
		<category><![CDATA[Acompanhe a cobertura completa da EBC na COP30 ]]></category>
		<category><![CDATA[Alckmin diz esperar queda dos juros na próxima reunião do Copom]]></category>
		<category><![CDATA[atividade econômica]]></category>
		<category><![CDATA[Atividade econômica brasileira contraiu 0]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[que recuou 0]]></category>
		<category><![CDATA[queda do Índice de Atividade Econômica do país]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
		<category><![CDATA[Selic está em 15% ao ano]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/selic-alta-afetou-negativamente-atividade-economica-dizem-economistas/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Economistas ouvidos pela Agência Brasil vincularam a taxa básica de juros, a Selic, estipulada pelo Banco Central, à queda do Índice de Atividade Econômica do país, que recuou 0,2% em setembro, em comparação ao mês anterior. Atualmente, a Selic está em 15% ao ano, o maior patamar em 20 anos. Segundo o professor de Economia e Direito do Mackenzie Alphaville, Douglas Elmauer, a retração da atividade está alinhada com o ambiente macroeconômico atual. Notícias relacionadas: Atividade econômica brasileira contraiu 0,2% em setembro. Alckmin diz esperar queda dos juros na próxima reunião do Copom. “A taxa de juros, hoje no nível mais alto em quase duas décadas, atua de forma clara na compressão da demanda: encarece o crédito, reduz o impulso ao consumo, adia investimentos&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/selic-alta-afetou-negativamente-atividade-economica-dizem-economistas/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/selic-alta-afetou-negativamente-atividade-economica-dizem-economistas/">Selic alta afetou negativamente atividade econômica, dizem economistas</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p><strong>Economistas ouvidos pela Agência Brasil vincularam a taxa básica de juros, a Selic, estipulada pelo Banco Central,</strong> à queda do Índice de Atividade Econômica do país, que recuou 0,2% em setembro, em comparação ao mês anterior. Atualmente, a Selic está em 15% ao ano, o maior patamar em 20 anos.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763504226_390_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763504226_928_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Segundo o professor de Economia e Direito do Mackenzie Alphaville, Douglas Elmauer, a retração da atividade está alinhada com o ambiente macroeconômico atual.</p>
<blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Atividade econômica brasileira contraiu 0,2% em setembro.</li>
<li>Alckmin diz esperar queda dos juros na próxima reunião do Copom.</li>
</ul>
<p>“A taxa de juros, hoje no nível mais alto em quase duas décadas, atua de forma clara na compressão da demanda: encarece o crédito, reduz o impulso ao consumo, adia investimentos e aperta o orçamento das famílias”.</p>
</blockquote>
<p>Ele cita ainda, além dos juros altos, a renda das famílias que, apesar do alívio recente da inflação, “ainda não recuperou plenamente o poder de compra perdido, o que limita o consumo em segmentos importantes”.</p>
<p>Para Elmauer, o cenário externo também tem influência.</p>
<p>“A incerteza sobre a política monetária dos Estados Unidos endurece as condições financeiras globais e afeta expectativas empresariais”, explica.</p>
<p>O economista, pesquisador convidado da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, Euzébio Sousa, destaca que o impacto no crescimento econômico está associado, primeiramente, à elevada taxa de juros, que afeta o desenvolvimento de forma generalizada.</p>
<blockquote>
<p>“Isso quer dizer que, com taxas tão elevadas, o que o Banco Central tem dado como sinalização é que tem que reduzir a atividade econômica. E é o que tem acontecido&#8221;, afirma, acrescentando que o impacto &#8220;é sistêmico na economia como um todo&#8221;.</p>
</blockquote>
<p>Sousa cita que a alta de taxa de juros reduz o financiamento para consumo, e com isso, cai a demanda. &#8220;Também reduz o ímpeto dos empresários de produzir e de investir, reduz o financiamento para ampliar o investimento, reduz o nível de emprego”, acrescentou.</p>
<p>Acompanhe a cobertura completa da EBC na COP30 </p>
<p>A economista Daniela Cardoso avalia que o resultado de setembro é pontual e não indica um problema econômico.</p>
<blockquote>
<p>“A queda no mês de setembro é algo muito discreto, repito, menor que o acumulado dos últimos três meses da queda. Então, quando você não tem uma curva ascendente, você não caracteriza isso como um grande problema. No caso brasileiro, é um caso descendente a essa curva”.</p>
</blockquote>
<p>Para a economista, a perspectiva é que taxa comece a cair no próximo ano, podendo chegar a 12%, contribuindo para queda da dívida pública e o equilíbrio fiscal. </p>
<p> Bruno Bocchini &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-11/selic-alta-afetou-negativamente-atividade-economica-dizem-economistas">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 18 Nov 2025 17:20:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/selic-alta-afetou-negativamente-atividade-economica-dizem-economistas/">Selic alta afetou negativamente atividade econômica, dizem economistas</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mercado reduz previsão da inflação para 4,46%, abaixo do teto da meta</title>
		<link>https://weeknews.online/mercado-reduz-previsao-da-inflacao-para-446-abaixo-do-teto-da-meta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 02:27:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[4]]></category>
		<category><![CDATA[a economia brasileira cresceu 0]]></category>
		<category><![CDATA[a Selic - definida em 15% ao ano]]></category>
		<category><![CDATA[Alckmin diz esperar queda dos juros na próxima reunião do Copom]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central estabelece regras para o mercado de criptoativos]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central passa a bloquear chaves Pix usadas em golpes e fraudes]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/mercado-reduz-previsao-da-inflacao-para-446-abaixo-do-teto-da-meta/</guid>

					<description><![CDATA[<p>. Após a divulgação da inflação de outubro, a menor para o mês em quase 30 anos, a previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; considerado a inflação oficial do país &#8211; passou de 4,55% para 4,46% este ano. Com isso, a estimativa alcançou o intervalo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo Banco Central (BC). Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%. Notícias relacionadas: Banco Central estabelece regras para o mercado de criptoativos. Alckmin diz esperar queda dos juros na próxima reunião do Copom. Banco Central&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/mercado-reduz-previsao-da-inflacao-para-446-abaixo-do-teto-da-meta/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/mercado-reduz-previsao-da-inflacao-para-446-abaixo-do-teto-da-meta/">Mercado reduz previsão da inflação para 4,46%, abaixo do teto da meta</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p><strong>Após a divulgação da inflação de outubro, a menor para o mês em quase 30 anos, a previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; considerado a inflação oficial do país &#8211; passou de 4,55% para 4,46% este ano. Com isso, a estimativa alcançou o intervalo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo Banco Central (BC).</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763432826_531_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763432827_980_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Banco Central estabelece regras para o mercado de criptoativos.</li>
<li>Alckmin diz esperar queda dos juros na próxima reunião do Copom.</li>
<li>Banco Central passa a bloquear chaves Pix usadas em golpes e fraudes.</li>
</ul>
<p><strong>A estimativa está no boletim Focus desta segunda-feira (17), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), em Brasília, com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.</strong></p>
<p>Para 2026, a projeção da inflação permaneceu em 4,2%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 3,8% e 3,5%, respectivamente.</p>
<p>A redução na conta de luz puxou a inflação oficial para baixo e fez o IPCA fechar outubro em 0,09%, o menor para o mês desde 1998, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE). Em setembro, o índice havia marcado 0,48%. Em outubro de 2024, a variação havia sido de 0,56%.</p>
<p><strong>Com esse resultado, a inflação acumulada em 12 meses é 4,68%, a primeira vez, em oito meses, que o patamar fica abaixo da casa de 5%. No entanto, ainda acima do teto da meta do CMN.</strong></p>
<h2>Juros básicos</h2>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros &#8211; a Selic &#8211; definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. O recuo da inflação e a desaceleração da economia levaram à manutenção da Selic pela terceira vez seguida, na última reunião, no início deste mês.</p>
<p>No entanto, o colegiado não descarta a possibilidade de voltar a elevar os juros “caso julgue apropriado”.</p>
<p><strong>Em nota, o BC informou que o ambiente externo se mantém incerto por causa da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, com reflexos nas condições financeiras globais.</strong></p>
<p>Já no Brasil, a autarquia destacou que a inflação continua acima da meta, apesar da desaceleração da atividade econômica, o que indica que os juros continuarão alto por bastante tempo.</p>
<p>A estimativa dos analistas de mercado é que a taxa básica encerre 2025 nesses 15% ao ano. Para o fim de 2026, a expectativa é que a Selic caia para 12,25% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.</p>
<p><strong>Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</strong></p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<h2>PIB e câmbio</h2>
<p>Nesta edição do boletim Focus, <strong>a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 2,16%.</strong></p>
<p>Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,78%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 1,88% e 2%, respectivamente.</p>
<p>Puxada pelas expansões dos serviços e da indústria, no segundo trimestre deste ano a economia brasileira cresceu 0,4%. Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando o PIB alcançou 4,8%.</p>
<p><strong>A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,40 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,50.</strong></p>
<p> Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-11/mercado-reduz-previsao-da-inflacao-para-446-abaixo-do-teto-da-meta">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 17 Nov 2025 09:36:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/mercado-reduz-previsao-da-inflacao-para-446-abaixo-do-teto-da-meta/">Mercado reduz previsão da inflação para 4,46%, abaixo do teto da meta</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bolsa volta a bater recorde, apesar de pressões do exterior</title>
		<link>https://weeknews.online/bolsa-volta-a-bater-recorde-apesar-de-pressoes-do-exterior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 23:25:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Alckmin diz esperar queda dos juros na próxima reunião do Copom]]></category>
		<category><![CDATA[B3]]></category>
		<category><![CDATA[BC mantém juros básicos em 15% ao ano pela terceira vez seguida]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa de Valores]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ibovespa]]></category>
		<category><![CDATA[Manutenção da Selic em 15% ao ano preocupa setor produtivo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/bolsa-volta-a-bater-recorde-apesar-de-pressoes-do-exterior/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Em mais um dia positivo no mercado financeiro, a bolsa de valores voltou a bater recorde, apesar das pressões do exterior. O dólar voltou a cair, com a perspectiva de que os juros no Brasil ficarão altos pelos próximos meses. O índice Ibovespa, da B3, fechou esta quinta-feira (6) aos 153.338 pontos, com alta de apenas 0,03%. O indicador chegou a subir 0,69% pouco antes das 11h, mas inverteu o movimento durante a tarde, recuperando o terreno positivo nos minutos finais de negociação. Notícias relacionadas: Alckmin diz esperar queda dos juros na próxima reunião do Copom. Manutenção da Selic em 15% ao ano preocupa setor produtivo. BC mantém juros básicos em 15% ao ano pela terceira vez seguida. Esse foi o nono recorde&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/bolsa-volta-a-bater-recorde-apesar-de-pressoes-do-exterior/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/bolsa-volta-a-bater-recorde-apesar-de-pressoes-do-exterior/">Bolsa volta a bater recorde, apesar de pressões do exterior</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p>Em mais um dia positivo no mercado financeiro, <strong>a bolsa de valores voltou a bater recorde</strong>, apesar das pressões do exterior. <strong>O dólar voltou a cair, com a perspectiva de que os juros no Brasil ficarão altos pelos próximos meses.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1762471513_246_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1762471513_775_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>O índice Ibovespa, da B3, fechou esta quinta-feira (6) aos 153.338 pontos, com alta de apenas 0,03%</strong>. O indicador chegou a subir 0,69% pouco antes das 11h, mas inverteu o movimento durante a tarde, recuperando o terreno positivo nos minutos finais de negociação.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Alckmin diz esperar queda dos juros na próxima reunião do Copom.</li>
<li>Manutenção da Selic em 15% ao ano preocupa setor produtivo.</li>
<li>BC mantém juros básicos em 15% ao ano pela terceira vez seguida.</li>
</ul>
<p>Esse foi o <strong>nono recorde seguido da bolsa brasileira e a 12ª alta consecutiva</strong>. Essa sequência de 12 altas não era vista desde o período entre 15 de maio e 2 de junho de 1997, há 28 anos.</p>
<p>O mercado de câmbio também teve um dia de alívio. <strong>O dólar comercial encerrou esta quinta vendido a R$ 5,348, com recuo de R$ 0,013 (-0,24%).</strong> A cotação caiu para R$ 5,33 pouco antes das 11h, chegou a R$ 5,36 pouco antes das 14h30, mas perdeu força perto do fim do dia.</p>
<p>As tensões internacionais pressionaram o mercado financeiro brasileiro, mas não conseguiram reverter o desempenho do dólar e da bolsa. A queda no preço das <em>commodities</em> (bens primários com cotação internacional) nesta quinta fez a bolsa cair momentaneamente, mas o Ibovespa conseguiu reagir, em meio à divulgação de balanços trimestrais de empresas.</p>
<p>Em relação do dólar, a cotação caiu influenciada principalmente pelo tom do comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom). No documento, o Banco Central (BC) ressaltou que manterá os juros básicos da economia em 15% ao ano por um período prolongado. Isso favoreceu a entrada de capitais internacionais, que se aproveitam da grande diferença dos juros entre o Brasil e os Estados Unidos.</p>
<p><em>*Com informações da Reuters</em></p>
<p> Wellton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil* , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-11/bolsa-volta-bater-recorde-apesar-de-pressoes-do-exterior">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 06 Nov 2025 20:08:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/bolsa-volta-a-bater-recorde-apesar-de-pressoes-do-exterior/">Bolsa volta a bater recorde, apesar de pressões do exterior</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
