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	<title>Arquivo de alfabetização - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de alfabetização - WeekNews</title>
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	<item>
		<title>Plano Nacional prevê 10% do PIB para educação; veja outras metas</title>
		<link>https://weeknews.online/plano-nacional-preve-10-do-pib-para-educacao-veja-outras-metas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 23:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[alfabetização]]></category>
		<category><![CDATA[conferências municipais]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[intermunicipais e estaduais]]></category>
		<category><![CDATA[Lula diz que país não precisa de escola cívico-militar na educação]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Nacional de Educação]]></category>
		<category><![CDATA[sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Ampliar o investimento público em educação para 7,5% do Produto Interno Bruto (PIB) do país em sete anos e chegar a 10% do PIB em uma década. Essa é uma das metas do Plano Nacional de Educação (PNE) sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta terça-feira (14), em solenidade no Palácio do Planalto, em Brasília (DF). No total, o novo plano tem 19 objetivos, 73 metas e 372 estratégias e traz novos compromissos com a aprendizagem, a inclusão e a equidade. Notícias relacionadas: Lula diz que país não precisa de escola cívico-militar na educação. Para o presidente Lula, o plano, que ele chamou de &#8220;obra-prima&#8221;, reafirma o compromisso para ser colocado em prática em dez anos. Ele ponderou que é necessário que a&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/plano-nacional-preve-10-do-pib-para-educacao-veja-outras-metas/">Leia mais...</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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				</p>
<p><strong>Ampliar o investimento público em educação para 7,5% do Produto Interno Bruto (PIB) do país em sete anos e chegar a 10% do PIB</strong> em uma década. Essa é uma das metas do <a rel="nofollow" target="_blank" href="http:// https://www.gov.br/mec/pt-br/pne" target="_blank">Plano Nacional de Educação</a> (PNE) sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta terça-feira (14), em solenidade no Palácio do Planalto, em Brasília (DF).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1776208140_875_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1776208140_960_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>No total, <strong>o novo plano tem 19 objetivos</strong>, 73 metas e 372 estratégias e traz novos compromissos com a aprendizagem, a inclusão e a equidade.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Lula diz que país não precisa de escola cívico-militar na educação.</li>
</ul>
<p>Para o presidente Lula, o plano, que ele chamou de &#8220;obra-prima&#8221;, reafirma o compromisso para ser colocado em prática em dez anos. Ele ponderou que é necessário que a sociedade brasileira assuma a responsabilidade sobre os resultados e que haja vigilância para o cumprimento das metas. </p>
<p>Na solenidade, o ministro da Educação, Leonardo Barchini, ressaltou que esse é o melhor plano nacional de educação já apresentado com foco na equidade e na qualidade do ensino.</p>
<blockquote>
<p>“Pela primeira vez, nós traçamos vários objetivos diferentes, traçamos metas específicas que lidam com a qualidade e que dizem respeito à educação inclusiva, à educação indígena, quilombola, do campo e da linguagem de sinais”, disse.</p>
</blockquote>
<h2>Metas da alfabetização ao ensino médio</h2>
<p>As prioridades incluem temas como a alfabetização, a aprendizagem, a trajetória escolar, a infraestrutura, a conectividade e a educação digital e a formação dos profissionais da educação.</p>
<p>Entre os resultados esperados, segundo o governo federal, está a <strong>alfabetização de pelo menos 80% das crianças ao final do 2º ano do ensino fundamental</strong>. A ideia é que a meta seja alcançada em cinco anos.</p>
<p>Outra previsão do documento é que a<strong> universalização da alfabetização na idade certa ocorra em uma década</strong>. </p>
<p>O plano abrange da educação infantil à pós-graduação, com o reconhecimento de ações como a alfabetização, a valorização docente, a conectividade e a sustentabilidade socioambiental. </p>
<p><strong>&gt;&gt; Veja outras metas do PNE:</strong></p>
<ul>
<li>65% das escolas e 50% dos estudantes em tempo integral (2036) </li>
<li>60% das crianças de até 3 anos matriculadas na educação infantil (2036)</li>
<li>100% dos estudantes alfabetizados até 2036</li>
<li>Condições mínimas de funcionamento e salubridade em todas as escolas públicas de educação básica até o terceiro ano de vigência do plano</li>
<li>Oferta de educação profissional e tecnológica para pelo menos 50% dos estudantes de ensino médio até 2036</li>
</ul>
<h2>Em prática</h2>
<p>O governo explicou que o projeto de lei que deu origem ao novo plano foi elaborado pelo Ministério da Educação com a intenção de ser mais do que um documento legal. As metas propostas pelo plano nasceram de programas e políticas desenhadas e em implementação pela pasta, como foi o caso do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA).</p>
<p>Para o documento, foram consideradas também as proposições e ampla discussão no país inteiro que resultaram em um documento da Conferência Nacional de Educação (Conae), realizada em janeiro de 2024.</p>
<p>A Conae foi precedida por conferências municipais, intermunicipais e estaduais.</p>
<p> Luiz Claudio Ferreira &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-04/plano-nacional-preve-10-do-pib-para-educacao-veja-outras-metas">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 14 Apr 2026 19:56:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Para especialistas, alfabetização na idade correta é marco para o país</title>
		<link>https://weeknews.online/para-especialistas-alfabetizacao-na-idade-correta-e-marco-para-o-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 23:44:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[alfabetização]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil atinge meta com 66% das crianças alfabetizadas em idade certa]]></category>
		<category><![CDATA[Criança diz a Lula que um "mundo mágico" se abriu ao aprender a ler]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino Fundamental]]></category>
		<category><![CDATA[foram alfabetizadas]]></category>
		<category><![CDATA[MEC]]></category>
		<category><![CDATA[Multimídia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria. O anúncio de que 66% das crianças brasileiras foram alfabetizadas na idade correta, no ano passado, representa uma conquista importante, segundo avaliam especialistas de organizações não-governamentais (ONG) ligadas ao setor da educação. Para os estudiosos, o resultado também deve ser encarado como desafio.  Para o diretor de Políticas Públicas da ONG Todos Pela Educação, Gabriel Correa, o alcance e a superação da meta de alfabetização em 2025 são resultados importantes que precisam ser celebrados. Para ele, o resultado reflete uma trajetória consistente de avanço nos últimos três anos. Notícias relacionadas: Brasil atinge meta com 66% das crianças alfabetizadas em idade certa. Criança diz a Lula que um &#8220;mundo mágico&#8221; se abriu ao aprender a ler. “Isso mostra que a priorização política da pauta&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>O anúncio de que 66% das crianças brasileiras foram alfabetizadas na idade correta, no ano passado, representa uma conquista importante, segundo avaliam especialistas de organizações não-governamentais (ONG) ligadas ao setor da educação. Para os estudiosos, o resultado também deve ser encarado como desafio. </strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1774568695_80_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1774568695_398_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Para o diretor de Políticas Públicas da ONG Todos Pela Educação, Gabriel Correa, o alcance e a superação da meta de alfabetização em 2025 são resultados importantes que precisam ser celebrados. Para ele, o resultado reflete uma trajetória consistente de avanço nos últimos três anos.</p>
<blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Brasil atinge meta com 66% das crianças alfabetizadas em idade certa.</li>
<li>Criança diz a Lula que um &#8220;mundo mágico&#8221; se abriu ao aprender a ler.</li>
</ul>
<p>“Isso mostra que a priorização política da pauta e o fortalecimento da cooperação federativa, com União, estados e municípios atuando de forma coordenada, tem produzido efeitos concretos na aprendizagem das crianças.” </p>
</blockquote>
<p>O vice-presidente de educação da Fundação Lemann, Felipe Proto, acredita que o resultado representa um marco para o país e se deve a um compromisso coletivo de cooperação entre União, estados e municípios. </p>
<p>Proto entende que o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada tem viabilizado resultados muito promissores para a educação brasileira.</p>
<p>“Iniciativas como o Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização reforçam esse movimento ao reconhecer e incentivar redes que avançam com qualidade e equidade. Erradicar o analfabetismo no Brasil tem se tornado um sonho cada vez mais possível”, avalia. </p>
<p><strong>Confira mais informações sobre o assunto no Repórter Brasil, da TV Brasil</strong></p>
</p>
<h2>Desigualdades</h2>
<p>Gabriel Correa, do Todos pela Educação, ressalta que a alfabetização adequada é a base para uma trajetória escolar de sucesso e que políticas públicas no setor não devem deixar nenhuma criança para trás.</p>
<blockquote>
<p>“As crianças que no 2º ano do ensino fundamental ainda não sabem ler e escrever [34% no país] não conseguirão desenvolver os conhecimentos esperados nas séries seguintes. Elas não podem ser esquecidas”. </p>
</blockquote>
<p>O pesquisador entende que é necessário um esforço intencional para alfabetizá-las mesmo com atraso. Ao passo que reconhece o número relevante, Gabriel Correa avalia que o resultado pode esconder “desigualdades relevantes entre estados e municípios, que só poderão ser compreendidas com a abertura detalhada dos dados nos próximos dias”.</p>
<p>Ele explica que 2025 foi o primeiro ano em que o grupo de crianças avaliado estava na pré-escola durante a pandemia. “Esse fator ajuda a explicar parte da melhora observada, ainda que não substitua o papel das políticas públicas que vêm sustentando esse avanço”.</p>
<p>Felipe Proto, da Fundação Lemann, acrescenta que o País deve manter o foco e acelerar o ritmo. “O Brasil pode alcançar uma das transformações mais estruturantes de sua história: garantir que todas as crianças estejam lendo e escrevendo até o final do 2º ano do Ensino Fundamental”.</p>
<p> </p>
<p> Luiz Claudio Ferreira – Repórter da Agência Brasil , Feed Editoria. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/para-especialistas-alfabetizacao-na-idade-correta-e-marco-para-o-pais">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 23 Mar 2026 19:08:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Encontro debate rede latino-americana por alfabetização na idade certa</title>
		<link>https://weeknews.online/encontro-debate-rede-latino-americana-por-alfabetizacao-na-idade-certa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 00:01:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[alfabetização]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[canal do MEC]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino Fundamental]]></category>
		<category><![CDATA[estão disponíveis aqui]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/encontro-debate-rede-latino-americana-por-alfabetizacao-na-idade-certa/</guid>

					<description><![CDATA[<p>. Lideranças governamentais de países na América Latina, representantes de organizações da sociedade civil da área de educação e acadêmicos debatem em Brasília, nesta segunda (23) e terça-feira (24) a criação de uma rede permanente latino-americana pela alfabetização na idade adequada – aos 7 anos –, por meio de cooperação técnica entre os países. Na abertura do Encontro Internacional Alfabetização, Equidade e Futuro, o ministro interino da Educação no Brasil, o secretário-executivo da pasta Leonardo Barchini, enfatizou que a alfabetização é a ferramenta necessária para superar as &#8220;cicatrizes profundas da história da colonização&#8221; e a “tragédia do analfabetismo que amarra o futuro ao passado”. “O direito à alfabetização é um pilar estruturante do desenvolvimento integral de cada criança que vive no continente. É também um operário estruturante&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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<p>Lideranças governamentais de países na América Latina, representantes de organizações da sociedade civil da área de educação e acadêmicos debatem em Brasília, nesta segunda (23) e terça-feira (24) a criação de uma rede permanente latino-americana pela alfabetização na idade adequada – aos 7 anos –, por meio de cooperação técnica entre os países.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1771891302_399_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1771891303_615_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Na abertura do Encontro Internacional Alfabetização, Equidade e Futuro, o ministro interino da Educação no Brasil, o secretário-executivo da pasta Leonardo Barchini, enfatizou que a alfabetização é a ferramenta necessária para superar as &#8220;cicatrizes profundas da história da colonização&#8221; e a “tragédia do analfabetismo que amarra o futuro ao passado”.</p>
<blockquote>
<p>“O direito à alfabetização é um pilar estruturante do desenvolvimento integral de cada criança que vive no continente. É também um operário estruturante do desenvolvimento social e econômico sustentável e da construção de um futuro mais próspero, mais justo, mais equitativo e mais soberano para a América Latina.”</p>
</blockquote>
<p>Para David Saad, diretor-presidente do Instituto Natura (um dos apoiadores do encontro), o encontro representa uma oportunidade para a região avançar no tema, que pode resolver vários problemas – desde a trajetória escolar, até o desenvolvimento dos países latino-americano.</p>
<p>“Se realmente conseguirmos continuar com esse nível de atenção, dar prioridade a esse tema regionalmente, nos próximos cinco a sete anos conseguiremos resolver um dos problemas mais graves na educação. Vamos destravar os resultados de toda a trajetória escolar, o que terá impacto no desenvolvimento dos países.”</p>
<h2>Modelo brasileiro</h2>
<p>O ministro interino destacou o modelo brasileiro de enfrentamento aos índices de analfabetismo. O Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA) envolve União, estados e municípios na busca pelo direito à alfabetização das crianças brasileiras até o fim do 2º ano do ensino fundamental (EF), com metas para cada ente federativo.</p>
<p>Em 2024, o índice nacional de alfabetização de crianças avançou e atingiu 59,2% dos alunos ao fim desta etapa letiva, ligeiramente abaixo da meta de 60% definida pelo CNCA para aquele ano. Para 2030, o objetivo é ter pelo menos 80% dos alunos alfabetizados no fim do 2º ano do EF.</p>
<p>Leonardo Barchini também citou o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e como ele permite mensurar o nível da alfabetização em todo o país. Segundo o ministro, a partir de avaliações como essa, é possível mapear a quantas anda a alfabetização no país:</p>
<p>“Podemos ver exatamente onde estão essas desigualdades, onde estão essas deficiências, onde estão essas fraquezas. Qual escola, qual município, qual região, determinada etnia, quais as diferenças por raça, diferença para a educação quilombola, para a educação indígena, enfim. A gente tem tudo isso muito bem mapeado.”</p>
<h2>Desafios</h2>
<p>De acordo com Barchini, apesar do acesso à escola no país ser praticamente universal, o Brasil ainda enfrenta desafios para elevar a qualidade do aprendizado:</p>
<p>“Falando de infraestrutura, nós temos ainda escolas sem biblioteca. Precisamos, também, de mais creches. O grande desafio é fazer chegar aos professores alfabetizadores uma formação adequada e continuada para que possam, a cada dia, melhorar mais.” </p>
<p>Aos presentes, o ministro interino enfatizou que uma trajetória escolar qualificada amplia as possibilidades de uma vida adulta mais digna, saudável e produtiva.</p>
<p>“A alfabetização na idade certa é um instrumento poderoso de superação das desigualdades e de fortalecimento da democracia. Cidadãos que leem, escrevem e compreendem o mundo participam mais plenamente da vida social, econômica e política de suas nações.”</p>
<h2>Movimento continental</h2>
<p>Durante o encontro internacional em Brasília, lideranças da América Latina expuseram outras experiências que também retratam avanços relacionados à alfabetização na idade certa.</p>
<p>Sofia Naidenoff, ministra da educação da província de Chaco, no Norte da Argentina, falou sobre a criação do Plano da Jurisdição da Alfabetização e como isso impactou na educação de milhares de crianças argentinas: “o Chaco estava no pior lugar. Era uma situação que nos deixou muito tristes, porque havia gerações inteiras que não sabiam ler.&#8221;</p>
<p>&#8220;Transformamos a aula da seguinte forma: um livro para cada aluno; um manual por escola, do primeiro ao terceiro grau; e dias de trabalho com livros, inclusive para o lar. Transformamos essa realidade de primeiro ao terceiro grau, de aproximadamente 77 mil crianças em 1.283 escolas”, relatou a ministra.</p>
<p>No México, as experiências destacadas foram a da Nova Escola Mexicana e foco em práticas sociais e na diversidade de línguas indígenas originárias do território, ao lado da língua espanhola.</p>
<p>A diretora-geral de Desenvolvimento Curricular e Política de Educação Inicial no México, Xóchitl Leticia Moreno Fernández, contou que o Plano de Estudos de 2022 colocou a comunidade no centro da solução.</p>
<p>“Temos uma grande quantidade de línguas indígenas e originárias. São aproximadamente 68 línguas, e um dos grandes desafios da nova escola mexicana é que os processos de alfabetização sejam feitos também considerando a língua materna das meninas e dos meninos. Portanto, para essa diversidade de línguas, de culturas, de formas de apropriação, precisamente da língua oral e depois da língua escrita, foram produzidos materiais adequados para todas as nossas crianças e para os próprios docentes”, contou. </p>
<p>No Peru, os avanços são decorrentes do uso de avaliações censitárias e do foco na solução de problemas de saúde e da violência no ambiente escolar.</p>
<p>O integrante do Conselho Nacional de Educação do Peru Luis Guillermo Lescano Sáenz enfatizou a necessidade de a educação ser uma política de Estado, que transcenda a rotatividade de ministros. Segundo ele, o país teve 26 ministros da educação nos últimos 10 anos.</p>
<p>“Os resultados [da troca de ministros] nas políticas são caríssimos. Se mudam as autoridades e os encarregados de um governo em um setor tão importante, como a educação, isso vai influenciar. Temos brechas instaladas há muito tempo. O direito à educação está na Declaração Universal dos Direitos Humanos e está na maioria das Constituições de nossos países.”</p>
<p>Já o secretário técnico do Ministério de Educação e Cultura do Uruguai, Sebastián Valdez, disse que a meta é melhorar as políticas e práticas educacionais: “No princípio do século XX, houve um acordo social de oferecer educação para todas as crianças de todo o país. Mesmo que não seja fácil chegar a todos os cantos, por questões orçamentárias de um país pequeno”, admitiu.</p>
<h2>Novas tecnologias</h2>
<p>O ministro interino Leonardo Barchini acrescentou que um dos principais desafios para a região é incrementar a alfabetização digital de professores e alunos juntamente com a alfabetização clássica das crianças.</p>
<p>“Estamos aprendendo que a alfabetização digital precisa ser um processo contínuo ao longo da vida, e não apenas algo que acontece nos primeiros anos de educação. Portanto, acreditamos que a alfabetização digital precisa ser combinada com a alfabetização tradicional”.</p>
<h2>Evento internacional</h2>
<p>O Encontro Internacional Alfabetização, Equidade e Futuro termina amanhã e tem transmissão ao vivo no <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.youtube.com/ministeriodaeducacao" target="_blank">canal do MEC</a> no YouTube e tradução simultânea — português, espanhol e Língua Brasileira de Sinais (Libras).</p>
<p>A programação completa e outras informações sobre o evento <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/mec/pt-br/centrais-de-conteudo/eventos/encontro-internacional-alfabetizacao-equidade-futuro/programacao" target="_blank">estão disponíveis aqui</a>.  </p>
<p> </p>
<p> Daniella Almeida – Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-02/encontro-debate-rede-latino-americana-por-alfabetizacao-na-idade-certa">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 23 Feb 2026 20:53:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/encontro-debate-rede-latino-americana-por-alfabetizacao-na-idade-certa/">Encontro debate rede latino-americana por alfabetização na idade certa</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização tem resultado divulgado</title>
		<link>https://weeknews.online/selo-nacional-compromisso-com-a-alfabetizacao-tem-resultado-divulgado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 21:07:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<category><![CDATA[3% para 2026]]></category>
		<category><![CDATA[alfabetização]]></category>
		<category><![CDATA[Analfabetismo entre pessoas idosas negras cai em 11 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Compromisso Nacional Criança Alfabetizada]]></category>
		<category><![CDATA[educação pública]]></category>
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		<category><![CDATA[Execução e Controle do MEC (Simec)]]></category>
		<category><![CDATA[Governo debate combate ao antissemitismo com foco na educação]]></category>
		<category><![CDATA[Governo federal reajusta repasse da merenda escolar em 14]]></category>
		<category><![CDATA[MEC]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Integrado de Monitoramento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Mais de 4,7 mil redes públicas de ensino brasileiras foram certificadas com o Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização. O Ministério da Educação (MEC) divulgou o resultado final nesta segunda-feira (9). A pontuação obtida pode ser consultada pelos estados e municípios participantes no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do MEC (Simec), com login do gestor de educação local na conta da plataforma Gov.br. Notícias relacionadas: Analfabetismo entre pessoas idosas negras cai em 11 anos. Governo federal reajusta repasse da merenda escolar em 14,3% para 2026. Governo debate combate ao antissemitismo com foco na educação. O Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização atesta publicamente o empenho das secretarias de educação estaduais, distrital e municipais na implementação de políticas, ações e estratégias que assegurem o direito à alfabetização. O selo&#8230;</p>
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<p>Mais de 4,7 mil redes públicas de ensino brasileiras foram certificadas com o Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização. O Ministério da Educação (MEC) divulgou o resultado final nesta segunda-feira (9).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770757671_456_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770757671_198_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A pontuação obtida pode ser consultada pelos estados e municípios participantes no <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://simec.mec.gov.br/login.php" target="_blank">Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do MEC (Simec)</a>, com login do gestor de educação local na conta da plataforma Gov.br.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Analfabetismo entre pessoas idosas negras cai em 11 anos.</li>
<li>Governo federal reajusta repasse da merenda escolar em 14,3% para 2026.</li>
<li>Governo debate combate ao antissemitismo com foco na educação.</li>
</ul>
<p><strong>O Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização atesta publicamente o empenho das secretarias de educação estaduais, distrital e municipais na implementação de políticas, ações e estratégias que assegurem o direito à alfabetização.</strong></p>
<p>O selo é dividido em três categorias: bronze, prata e ouro.</p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<h2>Números</h2>
<p>Nesta edição, o MEC contabilizou as inscrições de 4.872 redes de ensino das 5.595 que aderiram ao Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), o que corresponde a um índice de 87,1% de participação dos entes da federação.</p>
<p>Em nota, o MEC afirma que a quantidade de certificações evidencia “o elevado engajamento das redes públicas de ensino em todas as regiões do país&#8221;.</p>
<p><strong>Entre os inscritos nesta segunda edição da premiação, 97% (4.728 redes de ensino) obtiveram êxito e conquistaram o selo</strong>, sendo 2.285 selos Ouro; 1.896 selos Prata; e 547 selos Bronze.</p>
<p>A categoria ouro está vinculada ao atingimento da meta do Indicador Criança Alfabetizada (ICA).</p>
<p>A certificação considera: gestão, governança, formação, acompanhamento da aprendizagem e implementação de ações estruturantes. Também reconhece o trabalho coletivo de articuladores e o papel dos gestores escolares e professores.</p>
<h2>Selo</h2>
<p>O Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização não envolve premiação em dinheiro. A iniciativa federal é um reconhecimento simbólico dos esforços das secretarias no cumprimento do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/mec/pt-br/crianca-alfabetizada" target="_blank">Compromisso Nacional Criança Alfabetizada</a>.</p>
<p><strong>Este compromisso busca para garantir, até 2030, a alfabetização de todas as crianças do Brasil até o fim do 2º ano do ensino fundamental</strong>, além de recuperar aprendizagens de alunos do 3º, 4º e 5º ano que apresentam defasagens. As metas são anuais.</p>
<p>O selo tem o objetivo também de promover o compartilhamento de práticas bem-sucedidas de gestão que estejam comprometidas com as metas de alfabetização, para incentivar políticas de redução de desigualdades previstas no Plano Nacional de Educação (PNE).</p>
<p>A cerimônia de entrega do selo ocorrerá em Brasília, em data a ser definida pelo MEC.</p>
<p> Daniella Almeida &#8211; repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-02/selo-nacional-compromisso-com-alfabetizacao-tem-resultado-divulgado">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 10 Feb 2026 17:37:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Prazo para contestar resultado do Selo Alfabetização termina hoje</title>
		<link>https://weeknews.online/prazo-para-contestar-resultado-do-selo-alfabetizacao-termina-hoje/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 17:03:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[10/2025]]></category>
		<category><![CDATA[alfabetização]]></category>
		<category><![CDATA[CNU 2025: resultado e espelho de discursiva são divulgados hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Execução e Controle]]></category>
		<category><![CDATA[Fuvest divulga lista de aprovados no vestibular 2026]]></category>
		<category><![CDATA[resultados preliminares foram divulgados]]></category>
		<category><![CDATA[Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Integrado de Monitoramento]]></category>
		<category><![CDATA[Terminam nesta sexta-feira inscrições para o Sisu 2026]]></category>
		<category><![CDATA[um tutorial do pedido de reconsideração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O prazo para apresentação de pedidos de reconsideração do resultado preliminar da segunda edição do Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização termina nesta sexta-feira (23). Os resultados preliminares foram divulgados pelo Ministério da Educação (MEC), nesta quarta-feira (21). Notícias relacionadas: Terminam nesta sexta-feira inscrições para o Sisu 2026. CNU 2025: resultado e espelho de discursiva são divulgados hoje. Fuvest divulga lista de aprovados no vestibular 2026. O Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização atesta publicamente o empenho das redes de ensino estaduais, distrital e municipais na implementação de políticas, ações e estratégias que estão alinhadas ao Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA). Nesta edição, o MEC contabilizou as inscrições de 4.872 redes de ensino das 5.595 que participam do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), o&#8230;</p>
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<p><strong>O prazo para apresentação de pedidos de reconsideração do resultado preliminar da segunda edição do Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização termina nesta sexta-feira (23).</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1769187829_359_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1769187829_860_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Os resultados preliminares foram divulgados pelo Ministério da Educação (MEC), nesta quarta-feira (21).</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Terminam nesta sexta-feira inscrições para o Sisu 2026.</li>
<li>CNU 2025: resultado e espelho de discursiva são divulgados hoje.</li>
<li>Fuvest divulga lista de aprovados no vestibular 2026.</li>
</ul>
<p>O Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização atesta publicamente o empenho das redes de ensino estaduais, distrital e municipais na implementação de políticas, ações e estratégias que estão alinhadas ao Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA).</p>
<p>Nesta edição, o MEC contabilizou as inscrições de 4.872 redes de ensino das 5.595 que participam do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), o que corresponde a um índice de 87,1% de participação. </p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<h2>Pedido de reconsideração</h2>
<p>Os pedidos de revisão de análise pela comissão de avaliação deverão ser feitos diretamente via <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://simec.mec.gov.br/login.php" target="_blank">Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle</a> (Simec).</p>
<p>As solicitações de reconsideração somente podem ser apresentadas pelos articuladores estaduais e municipais da Rede Nacional de Articulação de Gestão, Formação e Mobilização (Renalfa), vinculado à respectiva secretaria de educação.</p>
<p>Para acessar o Simec, o participante precisa efetuar o login com dados da conta da plataforma Gov.br.</p>
<p>A interposição de recursos deve observar os critérios e os procedimentos estabelecidos no edital público do MEC (<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/edital-mec-n-10-de-22-de-agosto-de-2025-650713763" target="_blank">10/2025</a>). </p>
<h2>Passo a passo</h2>
<p>O Ministério da Educação disponibilizou, em vídeo, <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.youtube.com/watch?v=dFY6oEdZdA4" target="_blank">um tutorial do pedido de reconsideração</a>.</p>
<p>O selo é dividido em bronze (45-64 pontos),  prata (65-84 pontos) e ouro (85-100 pontos). O critério ouro: a categoria máxima exige, obrigatoriamente, o atingimento da meta do Indicador Criança Alfabetizada (ICA).</p>
<p><strong>Após a análise dos pedidos de revisão, o resultado final sairá em 4 de fevereiro. </strong></p>
<p>A cerimônia de entrega do emblema da segunda edição do selo nacional 2025 para as secretarias de educação que alcançarem a categoria ouro será realizada pelo Ministério da Educação em Brasília, em data a ser definida.</p>
<h2>Selo</h2>
<p>O Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização é um reconhecimento simbólico dos esforços das secretarias de educação estaduais, distrital e municipais em assegurar o direito à alfabetização das crianças. A iniciativa federal não envolve premiação em dinheiro.</p>
<p>Além disso, o selo pretende incentivar políticas e práticas de gestão comprometidas com as metas de alfabetização e a redução de desigualdades previstas no Plano Nacional de Educação (PNE) e no Compromisso Nacional Criança Alfabetizada.</p>
<p>A divulgação das práticas de gestão bem-sucedidas tem o objetivo de promover o compartilhamento de conhecimentos e inovações em políticas de alfabetização.</p>
<p> Daniella Almeida &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-01/prazo-para-contestar-resultado-do-selo-alfabetizacao-termina-hoje">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 23 Jan 2026 13:44:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>No G20 Educação, Brasil defende coalizão global pela alfabetização</title>
		<link>https://weeknews.online/no-g20-educacao-brasil-defende-coalizao-global-pela-alfabetizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 20:34:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[alfabetização]]></category>
		<category><![CDATA[Camilo Santana]]></category>
		<category><![CDATA[diz especialista]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação deve ser direito e não herança de classe]]></category>
		<category><![CDATA[g20 EDUCAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Lula: educação e política são pilares para país ter um futuro melhor]]></category>
		<category><![CDATA[MEC]]></category>
		<category><![CDATA[Professor brasileiro perde 21% do tempo de aula para manter disciplina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Brasil propôs a criação de uma coalizão global pela alfabetização. A ideia foi defendida pelo ministro da Educação, Camilo Santana, durante reunião de ministros do G20, na África do Sul. No encontro, Santana participou de uma série de compromissos bilaterais e multilaterais, que tiveram como foco a educação nos primeiros anos de vida. O Brasil ocupou a presidência do G20 educação em 2024 e neste ano o grupo esteve sob o comando da África do Sul.  “Discutimos a proposta de criação de uma coalização global em defesa da alfabetização na idade certa. Uma proposta feita por nós, brasileiros, por considerar a importância de as crianças aprenderem na idade adequada&#8221;, afirmou o ministro.  Notícias relacionadas: Lula: educação e política são pilares para país ter&#8230;</p>
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]]></description>
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				</p>
<p>O Brasil propôs a criação de uma <strong>coalizão global pela alfabetização</strong>. A ideia foi defendida pelo <strong>ministro da Educação, Camilo Santana</strong>, durante reunião de <strong>ministros do G20</strong>, na África do Sul. No encontro, Santana participou de uma série de compromissos bilaterais e multilaterais, que tiveram como foco a educação nos primeiros anos de vida. O Brasil ocupou a presidência do G20 educação em 2024 e neste ano o grupo esteve sob o comando da África do Sul. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1761338056_709_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1761338056_314_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>“Discutimos a proposta de criação de uma coalização global em defesa da alfabetização na idade certa. Uma proposta feita por nós, brasileiros, por considerar a importância de as crianças aprenderem na idade adequada&#8221;, afirmou o ministro. </p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Lula: educação e política são pilares para país ter um futuro melhor .</li>
<li>Professor brasileiro perde 21% do tempo de aula para manter disciplina.</li>
<li>Educação deve ser direito e não herança de classe, diz especialista.</li>
</ul>
<p>Santana também participou de reunião de alto nível do Fórum Ibas, mecanismo de diálogo entre Índia, Brasil e África do Sul, criado em 2003 para promover a cooperação Sul-Sul. Além dos ministros da educação dos países, participaram do encontro representantes da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).</p>
<p><strong>Os ministros discutiram estratégias para acelerar a alfabetização na idade certa</strong>, que pontuaram como premissa para o desenvolvimento humano inclusivo. Em declaração conjunta, os três países destacaram que a aprendizagem fundamental – que abrange a educação e o cuidado na primeira infância e os primeiros anos da educação básica – deve ser tratada como prioridade global.</p>
<p>Em sua participação, Camilo Santana defendeu a <strong>cooperação internacional</strong> e o <strong>multilateralismo para ampliar o acesso à educação no mundo e melhorar a sua qualidade</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Desafios como alcançar a plena alfabetização e proficiência numérica devem ser enfrentados com urgência, por meio de esforços que envolvam organizações da ONU, Estados-Membros e a sociedade civil”, reforçou o ministro.</p>
</blockquote>
<h2>África do Sul</h2>
<p>A presidência sul-africana frente ao Grupo de Trabalho de Educação do G20 (EdWG) escolheu como temas prioritários a aprendizagem na primeira infância; o reconhecimento mútuo de qualificações acadêmicas e profissionais; e a formação e valorização dos docentes para um mundo em transformação.</p>
<p>“Juntas, essas iniciativas fazem parte de uma agenda mais ampla de formação, dignidade e inclusão. Apesar das diferenças, trabalhamos com o mesmo propósito: assegurar uma educação de qualidade para todos, garantindo que ninguém seja deixado para trás”, disse Santana.</p>
<p> Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-10/no-g20-educacao-brasil-defende-coalizao-global-pela-alfabetizacao">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 24 Oct 2025 17:22:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Alfabetização de adultos pode aumentar renda em até 16%, aponta estudo</title>
		<link>https://weeknews.online/alfabetizacao-de-adultos-pode-aumentar-renda-em-ate-16-aponta-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2025 09:37:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[alfabetização]]></category>
		<category><![CDATA[Analfabetismo]]></category>
		<category><![CDATA[Analfabetismo de pessoas com deficiência é quatro vezes maior no país]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação básica]]></category>
		<category><![CDATA[Educação de Jovens e Adultos]]></category>
		<category><![CDATA[EJA]]></category>
		<category><![CDATA[indica estudo ]]></category>
		<category><![CDATA[MEC lança pacto para qualificar educação de jovens e adultos]]></category>
		<category><![CDATA[Três em cada 10 brasileiros são analfabetos funcionais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/alfabetizacao-de-adultos-pode-aumentar-renda-em-ate-16-aponta-estudo/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A educação de jovens e adultos (EJA) tem impacto positivo direto na renda, ocupação e formalização no mercado de trabalho dos estudantes que participam dessa etapa de ensino. É o que destaca um estudo inédito que mapeou qual é o retorno econômico para aqueles jovens e adultos que não concluíram os estudos na idade certa, mas retornaram para a escola em turmas de EJA. A modalidade faz parte da educação básica e possibilita àqueles que não concluíram a escola na idade esperada retomarem os estudos e obterem o diploma de ensino fundamental e médio, em cursos com duração mais rápida do que as classes regulares. Notícias relacionadas: MEC lança pacto para qualificar educação de jovens e adultos. Analfabetismo de pessoas com deficiência é quatro vezes maior no país. Três&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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<p>
Feed Últimas.<br />
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<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p>A educação de jovens e adultos (EJA) tem impacto positivo direto na renda, ocupação e formalização no mercado de trabalho dos estudantes que participam dessa etapa de ensino. É o que destaca um estudo inédito que mapeou qual é o retorno econômico para aqueles jovens e adultos que não concluíram os estudos na idade certa, mas retornaram para a escola em turmas de EJA.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1757497024_334_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1757497024_73_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A modalidade faz parte da educação básica e possibilita àqueles que não concluíram a escola na idade esperada retomarem os estudos e obterem o diploma de ensino fundamental e médio, em cursos com duração mais rápida do que as classes regulares.</p>
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<p>A pesquisa será lançada nesta quarta-feira (10), no Seminário Nacional de Educação de Jovens e Adultos: 1º Ano do Pacto pela Superação do Analfabetismo e Qualificação na Educação de Jovens e Adultos (Pacto EJA). A investigação busca “preencher uma lacuna importante na pesquisa sobre o tema” e oferecer subsídios para ampliar o investimento e o acesso da população a essa etapa de ensino. A análise foi encomendada pelo Ministério da Educação, em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco).</p>
<h2>O que é a EJA?</h2>
<p>Nas últimas décadas, o país ampliou significativamente o acesso à educação formal – a taxa de atendimento entre 6 e 14 anos, que compreende todo o ensino fundamental, chegou a 96,7% em 2010, contra 75,5% em 1991. No entanto, destaca o estudo, as altas taxas de reprovação e evasão persistiram. Dessa forma, parte dos estudantes não termina os estudos na idade esperada ou abandona a escola antes da conclusão do ensino fundamental ou médio. <strong>Em 2023, por exemplo, 35 de cada 100 jovens brasileiros não haviam concluído o ensino médio até os 20 anos.</strong></p>
<p>Para frequentar o EJA ensino fundamental, é preciso ter pelo menos 15 anos; para o médio, 18 anos, e para as turmas de alfabetização (AJA), a única restrição é a idade mínima é de 15 anos. O estudo também mapeou qual é o público potencial para cada uma das etapas, considerando diferenças regionais, de raça e moradia rural/urbana.</p>
<blockquote>
<p>“As gerações que frequentaram, ou deveriam ter frequentado a escola, há duas décadas ou mais, vivenciaram um período de grande exclusão educacional e, por isso, grande parte não concluiu a educação básica. Apesar dos avanços, mesmo entre jovens adultos ainda há um grande contingente de pessoas que não concluíram a educação básica na idade apropriada, e também vão compor o público potencial da EJA e da AJA”, destaca o estudo.</p>
</blockquote>
<h2>Renda e mercado de trabalho</h2>
<p>Em todas as etapas da modalidade, desde a alfabetização até a conclusão do ensino médio, <strong>o estudo aponta um incremento na renda dos estudantes, após frequentarem e concluírem a EJA. Esse aumento varia de acordo com a faixa etária.</strong></p>
<h2>Alfabetização</h2>
<p><strong>Para quem concluiu as classes de alfabetização, por exemplo, a renda média teve um incremento de 16,3% no grupo entre 18 e 60 anos</strong>. O impacto é ainda maior na faixa etária entre 46 e 60 anos, superando 23%.</p>
<p><strong>A AJA também aumenta a probabilidade de ter uma ocupação formal em 7,7 pontos percentuais (pp) e de ter uma ocupação de qualidade em 2,3 pp, considerando todas as faixas etárias.</strong> É considerada uma ocupação de qualidade quando o trabalhador recebe pelo menos um salário mínimo e trabalha até 44 horas semanais.</p>
<h2>Ensino fundamental</h2>
<p><strong>Para quem concluiu os anos finais do ensino fundamental pela EJA, a renda média tem um incremento de 4,6%.</strong> “Esse impacto é particularmente notável para o grupo de 26 a 35 anos, com um aumento de 14,9% na renda”, destaca o estudo. A conclusão da etapa também aumenta a probabilidade de ter um trabalho formal em 6,6 pp e uma ocupação de qualidade em 3,2 pp.</p>
<h2>Ensino médio</h2>
<p><strong>No caso da EJA ensino médio, a conclusão eleva a renda mensal em 6%, em média, para o grupo de 18 a 60 anos em comparação com quem parou no ensino fundamental.</strong> O maior impacto foi observado na faixa de 26 a 35 anos, com um aumento de 10% na renda média. A probabilidade de ter uma ocupação formal cresce 9,4 pp e uma ocupação de qualidade em 3,3 pp, com impactos positivos em todas as faixas etárias avaliadas. </p>
<p><strong>Para a autora do estudo, Fabiana de Felicio, os resultados reforçam a importância estratégica da educação de jovens e adultos no Brasil.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Os expressivos contingentes de pessoas aptas a cursar a alfabetização e as etapas da EJA, somados aos retornos econômicos positivos identificados, indicam um vasto potencial para a expansão dessas modalidades de ensino. Os ganhos ao longo da vida parecem ser suficientes para justificar os custos de curto prazo do retorno aos estudos, especialmente para os grupos de idade mais jovens”, indica.</p>
</blockquote>
<p>Ela reforça ainda que <strong>o investimento na EJA traz, além de benefícios para os indivíduos, impactos para o desenvolvimento social e econômico locais</strong>, destacando a importância de secretários de educação e gestores olharem para a modalidade de forma estratégica.  </p>
<p>“O aumento da renda, da formalidade e da qualidade das ocupações não só melhora a qualidade de vida das pessoas, como também contribui para a produtividade e a redução da pobreza e desigualdade”, destaca o estudo.</p>
<h2>Pacto EJA</h2>
<p>Lançado no ano passado pelo MEC, <strong>o Pacto Nacional de Superação do Analfabetismo e Qualificação de Jovens e Adultos prevê a criação de 3,3 milhões de novas matrículas na EJA e a sua oferta integrada à educação profissional, com um investimento de R$ 4 bilhões em quatro anos.</strong></p>
<p>De acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),<strong> há no Brasil 9,1 milhões de pessoas com 15 anos ou mais não alfabetizadas, o equivalente a 5,3% da população nessa faixa etária.</strong></p>
<p> Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-09/alfabetizacao-de-adultos-pode-aumentar-renda-em-ate-16-aponta-estudo">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 10 Sep 2025 06:28:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/alfabetizacao-de-adultos-pode-aumentar-renda-em-ate-16-aponta-estudo/">Alfabetização de adultos pode aumentar renda em até 16%, aponta estudo</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>País precisa dar prioridade política à alfabetização, diz especialista</title>
		<link>https://weeknews.online/pais-precisa-dar-prioridade-politica-a-alfabetizacao-diz-especialista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Aug 2025 13:50:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[alfabetização]]></category>
		<category><![CDATA[Analfabetismo de pessoas com deficiência é quatro vezes maior no país]]></category>
		<category><![CDATA[Compromisso Nacional Criança Alfabetizada]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino Fundamental]]></category>
		<category><![CDATA[foi comemorado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Lemann]]></category>
		<category><![CDATA[indica estudo ]]></category>
		<category><![CDATA[Indicador Criança Alfabetizada]]></category>
		<category><![CDATA[Inep]]></category>
		<category><![CDATA[Três em cada 10 brasileiros são analfabetos funcionais]]></category>
		<category><![CDATA[Vagas na área de educação fazem o desemprego ser o menor já registrado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Até o fim de 2025, o Brasil espera que ao menos 64% dos estudantes concluintes do 2º ano do ensino fundamental estejam plenamente alfabetizados. Isso significa serem capazes de ler frases e textos curtos e, ainda, localizar informações explícitas em textos curtos, como os de bilhetes ou crônicas, entre outras habilidades definidas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). A meta foi estabelecida no Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA) do Ministério da Educação (MEC), lançado em 2023, que opera em regime de colaboração entre a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios. Para o CEO da Fundação Lemann, Denis Mizne, o país precisa dar prioridade política para a alfabetização e compreender que, apesar de ser considerado um assunto &#8220;velho&#8221; na pauta de educação, o problema ainda não foi&#8230;</p>
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				</p>
<p>Até o fim de 2025, o Brasil espera que ao menos 64% dos estudantes concluintes do 2º ano do ensino fundamental estejam plenamente alfabetizados. Isso significa serem capazes de ler frases e textos curtos e, ainda, localizar informações explícitas em textos curtos, como os de bilhetes ou crônicas, entre outras habilidades definidas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). A meta foi estabelecida no Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA) do Ministério da Educação (MEC), lançado em 2023, que opera em regime de colaboração entre a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1756043454_579_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1756043454_13_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Para o CEO da Fundação Lemann, Denis Mizne, o país precisa dar prioridade política para a alfabetização e compreender que, apesar de ser considerado um assunto &#8220;velho&#8221; na pauta de educação, o problema ainda não foi superado.</p>
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</ul>
<p>Em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>, ele comentou os desafios a serem superados para que o patamar de 80% das crianças alfabetizadas possa ser alcançado e destacou a necessidade de melhorar a aplicação dos recursos do programa e empenhar esforços para buscar as crianças mais vulneráveis dentro de cada escola e rede de ensino. </p>
<p>Em 2024, a proposta do compromisso nacional foi de ter 60% dos estudantes alfabetizados, mas as redes de ensino &#8220;passaram raspando&#8221;: 59,2% dos 2 milhões de crianças brasileiras avaliadas pelos estados nessa etapa de ensino, em 42 mil escolas brasileiras, alcançaram o Indicador Criança Alfabetizada, ou seja, foram consideradas alfabetizadas. Para 2030, a meta é mais ambiciosa: no mínimo, 80% das crianças brasileiras devem saber ler e escrever ao fim do 2º ano do ensino fundamental.</p>
<p>O Compromisso Nacional Criança Alfabetizada já tem a adesão de todos os estados e de 99% dos municípios, o que foi comemorado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante a entrega do Prêmio MEC da Educação Brasileira, neste mês. Até 2024, apenas o estado de Roraima não havia firmado o CNCA.</p>
<p>A Fundação Lemann compõe, desde 2019, a Aliança pela Alfabetização, juntamente com o Instituto Natura e a Associação Bem Comum. O intuito é apoiar tecnicamente estados e municípios brasileiros no planejamento e na implementação de políticas públicas de alfabetização. O programa já foi implementado em 18 estados, impactando 2,8 milhões de estudantes.</p>
<p>Leia abaixo os principais trechos da entrevista com o especialista:</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: Como avalia o fato de o Brasil quase chegar à meta do Indicador Criança Alfabetizada para 2024, com 59,2% das crianças alfabetizadas?</p>
<p><strong>Denis Mizne</strong>: A gente esteve muito perto. Pelas nossas medições, a gente já estava capturando que o Brasil tinha avançado. Então, essa é uma boa notícia. Se o Rio Grande do Sul não tivesse tido as enchentes de 2024 e só mantivesse o nível de alfabetização do ano anterior, a gente teria superado a meta como país.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>:  O que deve ser ajustado nas políticas públicas para que o indicador bata a marca de ter, pelo menos, 80% das crianças brasileiras alfabetizadas até 2030, rumo à universalização?</p>
<p><strong>Denis Mizne</strong>: Precisamos intensificar aquilo que vem sendo feito. A primeira ação é dar prioridade política para a alfabetização. Até pouco tempo atrás, no Brasil, a alfabetização era considerada um assunto velho, que parecia ter sido superado. O que não é verdade. Em 2019, só metade das crianças eram alfabetizadas na idade certa. E na pandemia [da covid-19], somente 31%. Então, a prioridade política dada ao Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, com a liderança de vários governadores, em compromisso com a alfabetização, fez com que o governo federal passasse a investir nisso. Os governos estaduais ajudassem os municípios e esses pudessem ter mais condições de fazer esse trabalho. A segunda dimensão é usar bem os recursos disponíveis. O Compromisso Nacional Criança Alfabetizada disponibiliza bastante dinheiro para os municípios acelerarem a alfabetização, para formar os professores alfabetizadores e para ajudar as crianças que estão com mais dificuldade. Ainda tem muito dinheiro que não está sendo usado. Isso é [fruto da] dificuldade de execução da secretaria [de Educação] lá na ponta. O terceiro [foco] é que a gente siga buscando as crianças com maiores dificuldades. Dentro de cada escola, de cada município, de cada regional [de ensino], de cada estado, há crianças mais vulneráveis e escolas que têm mais dificuldades. A combinação desses esforços gera maiores ganhos na alfabetização de crianças e no progresso dessa meta.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: A meta para 2030 é factível em todo o Brasil?</p>
<p><strong>Denis Mizne</strong>: Os 80% de alfabetizados são factíveis, mas acho a meta tímida. Gostaria até de vê-la mais alta, mirando todas as crianças, o que é possível. Uma série de estados superaram a meta, ricos, mais pobres, em regiões diferentes do Brasil, conseguindo fazer um bom trabalho de superação dessas metas.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>:  O monitoramento do Indicador Criança Alfabetizada ajuda nessa tarefa?</p>
<p><strong>Denis Mizne</strong>: Como todo ano sai o índice, quanto mais a gente acompanhar, gerar responsabilização e estímulos, porque há várias políticas associadas a esses índices, dinheiro do ICMS, apoio para as redes [de ensino], a gente também vai aprendendo o que funciona. Os municípios podem fazer mais trocas entre eles, entre as regionais [de ensino], entre os estados, daquilo que está funcionando e como é que se copia, no bom sentido, e leva para frente.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: A fundação considera baixos os parâmetros estabelecidos sobre habilidades básicas de leitura e de escrita a serem desenvolvidas por um estudante alfabetizado? O que esperar do aprendizado de uma criança no fim do segundo ano do ensino fundamental?</p>
<p><strong>Denis Mizne</strong>: É desejável e importante ter uma barra alta [na alfabetização]. Por outro lado, precisa ser uma barra crível, senão as redes [de ensino] vão desistir de perseguir. Historicamente, no Brasil, uma criança de uma família rica tem acesso em casa a livros, materiais de leitura, e o vocabulário é muito amplo, desde a primeira infância. Na pré-escola dessas crianças, já há uma introdução e elas chegam ao primeiro ano, muitas vezes, alfabetizadas. Nos estados com renda mais alta, é comum ter crianças alfabetizadas aos cinco, ou seis anos de idade. Não aos sete anos. Mas, ainda não é possível ser essa barra para o Brasil inteiro. É mais importante ter uma barra que esteja alinhada à Base Nacional Comum Curricular, quando o Brasil diz qual é a expectativa ao fim do segundo ano e que está indo atrás de cumpri-la. Por isso, está certa a meta do Inep de colocar os 743 pontos [na escala Saeb]. Mas, é desejável, daqui a alguns anos, que a gente discuta se não é possível subir um pouco essa barra. Foi o que aconteceu em Sobral, no Ceará. Houve a primeira, a segunda barra e a terceira delas. Conforme foi mostrada a capacidade de entregar, as pessoas iam subindo um pouco a expectativa. Agora, é hora de colocar a alfabetização no centro, medir, saber o que está acontecendo, trocar boas práticas e, gradativamente, ir subindo mais a barra para que essa distância de renda não persista.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: As desigualdades socioeconômicas regionais mudam a qualidade da alfabetização na idade certa?</p>
<p><strong>Denis Mizne</strong>: No Brasil, há mais ou menos 500 cidades, ou cerca de 10% dos municípios do país, com mais de 90% de crianças alfabetizadas. Desses municípios, um número grande está entre os menores PIB do Brasil. Então, é possível alfabetizar crianças independentemente do nível socioeconômico. A maior referência de alfabetização no Brasil é Sobral, no Ceará. Não é São Caetano, São Paulo ou Rio de Janeiro, que são cidades muito mais ricas. Municípios muito pobres estão alfabetizando as suas crianças em grandes números. Então, essa desculpa não vale. Temos que saber o que tem de ser feito. Não é a renda das famílias das crianças que impede alguém de ser alfabetizado. Cabe à prefeitura, ao estado, à sociedade civil, apoiar para que essas crianças consigam efetivamente ter esse resultado. </p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: Efetivamente, quais são os prejuízos de uma alfabetização de baixa qualidade ou fora da idade adequada?</p>
<p><strong>Denis Mizne</strong>: A alfabetização é a base de tudo. Se eu não aprender a ler, eu não vou conseguir ler para aprender. A criança que sai do 2º ou do 3º ano [do ensino fundamental] não alfabetizada, o que significa a escola para ela? Como que ela consegue fazer a lição de casa, fazer as provas? Como que ela consegue ler a lousa? Ela não consegue. Então, essa criança não vai abandonar imediatamente a escola, porque é muito pequena, os pais vão mandá-la para a escola. Mas quando chegar à metade do fundamental 2, ou ela vai abandonar ou, se persistir, terá um desempenho muito, muito baixo. </p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: E a médio e longo prazos?</p>
<p><strong>Denis Mizne</strong>: Não é um prejuízo somente para essa criança, é para o Brasil. À medida que as crianças não terminam a escola, diferentemente do esperado, não vão poder contribuir com o país da mesma maneira, não irão para ensino superior, ao ensino técnico, e vão ter muitas limitações. Há décadas, o Brasil paga o preço de não dar atenção total à educação básica. Não é suficiente alfabetizar a criança no segundo ano, mas é uma condição absolutamente necessária para que se possa ter uma educação de qualidade e dar também às escolas essa sensação de que toda criança é capaz de aprender.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: Qual o diferencial de Sobral, no Ceará, para ter conquistado bons índices na educação básica?</p>
<p><strong>Denis Mizne</strong>: Prioridade política. Em 2005, Sobral era o município de número 1,5 mil no ranking equivalente do Ideb [Índice de Desenvolvimento da Educação Básica], que avalia o desempenho no fim do 5º ano. Em 2015, Sobral foi o número um, ou seja, subiu 1,5 mil posições em dez anos. Fez isso com trabalho, foco, apoio aos professores, medição para saber o que está acontecendo, e consequências. Se está indo bem, ótimo. Se não está indo bem, o que precisa mudar para ir bem? Lá eles valorizaram se as crianças estavam aprendendo. Porque é para isso que existe a escola, fundamentalmente, para garantir que as crianças consigam se desenvolver, ter seu direito à educação garantido. Aos poucos, isso foi se expandindo a tal ponto que, hoje, Sobral vai bem, não só na alfabetização, mas em todo o fundamental 1, no fundamental 2 e, agora, no ensino médio.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: E virou exemplo de excelência.</p>
<p><strong>Denis Mizne</strong>: O Ceará foi o primeiro a pegar a experiência de Sobral e replicar para todos os seus municípios e se comprometeu a apoiá-los. O ministro [Camilo Santana, do Ministério da Educação] foi governador do Ceará, e a Isolda [Cela], que foi secretária-executiva [do MEC], foi secretária de Educação de Sobral e do Ceará, e governadora do Ceará, levaram essa experiência para todo o país, por meio do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. É preciso sustentar isso no tempo. A gente está só no segundo ano do Índice Criança Alfabetizada. Desejo que isso vire uma política de Estado.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: Surpreendem os resultados do Brasil no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), em que crianças que não compreendem leituras, sem falar no aprendizado abaixo da média da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) em matemática e ciências?</p>
<p><strong>Denis Mizne</strong>: Não surpreende, porque não tem milagre. Não há jeito de ignorar os primeiros anos da escola e tentar recuperar tudo aos 15 anos de idade. A aprendizagem é um processo contínuo e que depende de uma coisa para chegar na outra. Se há buracos e eles são ignorados, não tem como desenvolver as próximas habilidades. Então, o descaso com o tema da alfabetização gerou muitos prejuízos. A boa notícia é que não se pode mais falar em descaso, onde todos os governadores estão comprometidos e, praticamente, a totalidade dos municípios fazem a prova do ICA. E ainda, há, agora, incentivos tributários associados à alfabetização, algo que tem muito valor no mundo político, porque ganha-se mais orçamento se eu conseguir fazer bons progressos em alfabetização. O gestor tem apoio do MEC, apoio dos estados, apoio da Fundação Lemann, do Instituto Natura, da Associação Bem Comum, todos trabalhando em direção a garantir a alfabetização. Fizemos uma virada de página importante e vamos colher esses resultados. Não podemos desistir. Ainda tem 40% de crianças não alfabetizadas. Temos que ir atrás e garantir que isso aconteça e, gradativamente, ir melhorando esse processo.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: O Indicador Criança Alfabetizada usa uma metodologia censitária que avalia todos os alunos do 2º ano do ensino fundamental 1, por meio das avaliações estaduais da educação básica alinhadas ao MEC. A Fundação Lemann concorda com a substituição do Saeb, que faz avaliações por amostragem, pelo novo indicador?</p>
<p><strong>Denis Mizne</strong>: Concordo. O Saeb do segundo ano tem uma amostra muito pequena e ele trouxe muitos problemas. O Saeb não é feito para avaliar o aluno. Desde que foi criado, 20 anos atrás, a função do Saeb é avaliar o sistema. O Saeb demora muito para sair, acontece a cada 2 anos, mas é divulgado quase um ano depois da prova, o que é um absurdo. Deveria ser muito mais rápido, mas não é. O Saeb não é uma avaliação para dizer se o aluno está indo bem, mas para dizer como está indo a educação no Brasil, no geral. O que é importante e poucos países fazem. O Brasil faz. Mas para dar mais velocidade, priorizar, oferecer suporte e ter consequências, ter incentivos, é preciso ter uma prova em uma frequência menor e que seja censitária. Por isso, o Índice Criança Alfabetizada é uma boa ideia, porque é censitário e acontece todos os anos. Acho que, a cada ano, conforme for se aprimorando, o índice estará melhor. O importante é que ele foi abraçado.</p>
<p> </p>
<p> Daniella Almeida &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-08/pais-precisa-dar-prioridade-politica-a-alfabetizacao-diz-especialista">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 24 Aug 2025 10:36:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Com 59,2% de crianças alfabetizadas em 2024, Brasil não atinge meta</title>
		<link>https://weeknews.online/com-592-de-criancas-alfabetizadas-em-2024-brasil-nao-atinge-meta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 19:49:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[3% no Brasil em 2023]]></category>
		<category><![CDATA[alfabetização]]></category>
		<category><![CDATA[Alto nível de alfabetização facilita tarefas no mundo digital]]></category>
		<category><![CDATA[Detecção precoce do autismo ajuda na alfabetização e inclusão escolar]]></category>
		<category><![CDATA[diz Inep]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino Fundamental]]></category>
		<category><![CDATA[MEC]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa de alfabetização era de 49]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/com-592-de-criancas-alfabetizadas-em-2024-brasil-nao-atinge-meta/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Brasil registrou 59,2% de crianças alfabetizadas até o fim do 2º ano do ensino fundamental na rede pública, conforme o padrão nacional de alfabetização. O indicador ficou abaixo da meta estabelecida pelo governo federal, por meio do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, que era chegar a pelo menos 60% dos estudantes alfabetizados nesta etapa de ensino, em 2024. Notícias relacionadas: Alto nível de alfabetização facilita tarefas no mundo digital. Taxa de alfabetização era de 49,3% no Brasil em 2023, diz Inep. Detecção precoce do autismo ajuda na alfabetização e inclusão escolar. O número foi apresentado nesta sexta-feira (11), pelo Ministério da Educação (MEC), e é resultado das avaliações aplicadas pelos estados entre outubro e novembro do ano passado. Segundo o ministro da Educação, Camilo&#8230;</p>
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				</p>
<p>O Brasil registrou 59,2% de crianças alfabetizadas até o fim do 2º ano do ensino fundamental na rede pública, conforme o padrão nacional de alfabetização.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752263366_185_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752263367_818_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>O indicador ficou abaixo da meta estabelecida pelo governo federal, por meio do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, que era chegar a pelo menos 60% dos estudantes alfabetizados nesta etapa de ensino, em 2024.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Alto nível de alfabetização facilita tarefas no mundo digital.</li>
<li> Taxa de alfabetização era de 49,3% no Brasil em 2023, diz Inep.</li>
<li>Detecção precoce do autismo ajuda na alfabetização e inclusão escolar.</li>
</ul>
<p>O número foi apresentado nesta sexta-feira (11), pelo Ministério da Educação (MEC), e é resultado das avaliações aplicadas pelos estados entre outubro e novembro do ano passado.</p>
<p>Segundo o ministro da Educação, Camilo Santana, as fortes chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul em abril e maio de 2024 foram responsáveis pela forte queda do índice de alfabetização no estado e, consequentemente, rebaixaram a média nacional, impedindo o alcance da meta.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;O Rio Grande do Sul caiu absurdamente. Se o Rio Grande do Sul tivesse, pelo menos, mantido o percentual de 2023, nós teríamos chegado à meta de 60,2%, em 2024, se não fosse a situação atípica de calamidade no estado. Isso afetou fortemente [o resultado]”, disse Camilo Santana.</p>
</blockquote>
<p>
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<p>Em 2024, o número de crianças alfabetizadas no estado caiu de 63,4% para 44,7%. De acordo com o ministro, a situação atípica, quando as crianças não tinham condições de ir à escola, tem sido reparada com esforço conjunto dos governos federal, estadual e dos municípios. “A queda foi muito grande: 20%. A gente espera que se restabeleça e [a situação] volte aos padrões anteriores.”</p>
<p>O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vinculado ao MEC, considera alfabetizados os estudantes capazes de ler pequenos textos; compreender informações básicas e tirar conclusões, inclusive de materiais visuais, como de tirinhas e histórias em quadrinhos; e escrever textos simples, como convites ou bilhetes, mesmo com alguns erros ortográficos.</p>
<h2>Resultados</h2>
<p>Ao todo, 2 milhões de alunos de 42 mil escolas, em 5.450 municípios, participaram do estudo, a partir das avaliações estaduais.</p>
<p><strong>Dos 5.312 municípios com resultados que puderam ser comparados em 2023 e 2024, 3.096 municípios (58%) aumentaram o percentual de alunos alfabetizados. E 2.018 municípios (53%) alcançaram a meta.</strong></p>
<p>Das 26 unidades da federação, 11 atingiram a meta projetada para 2024. Apenas o estado de Roraima não participou do levantamento em 2024.</p>
<p><strong>O estado com melhor percentual de alfabetização em 2024 foi o Ceará, que chegou a 85,3%, acima da meta de 80% estabelecida para 2030 pelo Compromisso Nacional Criança Alfabetizada do MEC.</strong></p>
<p>Alcançaram de 70% a 80% de estudantes alfabetizados os seguintes estados:</p>
<ul>
<li>Goiás, com 72,7%,</li>
<li>Minas Gerais, com 72,1%,</li>
<li>Espírito Santo, com 71,7%,</li>
<li>Paraná, com 70,4%.</li>
</ul>
<p>Oito estados têm menos da metade das crianças alfabetizadas:</p>
<ul>
<li>Amazonas, com 49,2%;</li>
<li>Alagoas, com 48,6%;</li>
<li>Pará, com 48,2%;</li>
<li>Amapá, com 46,6%,</li>
<li>Rio Grande do Sul, com 44,7%,</li>
<li>Rio Grande do Norte, com 39,3%,</li>
<li>Sergipe, com 38,4%,</li>
<li>Bahia, com 36%.</li>
</ul>
<h2>Recuperação</h2>
<p>Camilo Santana disse que o MEC tem focado os trabalhos em localidades com os menores índices de alfabetização para que avancem nesse ponto. “São territórios prioritários [em] que já estamos mais presentes. Nas escolas, todo diálogo tem que estar ocorrendo constantemente. E agora estamos com uma projeção mais forte do ministério para se aprofundar nos antigos problemas e [para] a gente poder avançar.”</p>
<p>A secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt, destacou que cada um desses estados tem características e complexidades próprias, que estão sendo monitoradas de perto pelo MEC para melhorar os indicadores da alfabetização. Em alguns casos, além do trabalho semanal virtual, técnicos do ministério têm feito visitas aos municípios, por exemplo, do Amazonas e da Bahia.</p>
<blockquote>
<p>“Temos a lista dos municípios prioritários por estado e a lista das escolas prioritárias, e eles [secretários de Educação] estão fazendo um trabalho dedicado em cada uma dessas regionais [de ensino]”, Kátia Schweickardt.</p>
</blockquote>
<p>Segundo a secretária, o apoio federal aos estados e municípios tem sido dado desde o momento em que foram detectados os baixos índices de alfabetização.  “Precisaríamos crescer 4 pontos percentuais para 2025. Agora, estamos trabalhando com 5%, no Brasil. E vai conseguir porque nós já estamos muito atentos e mobilizados”, acrescentou. </p>
<h2>Compromisso </h2>
<p>O Compromisso Nacional Criança Alfabetizada foi firmado pelo MEC com os 26 estados, mais o Distrito Federal. A iniciativa estabeleceu como meta nacional para 2030 que mais de 80% das crianças brasileiras estejam alfabetizadas no fim do 2º ano do ensino fundamental.</p>
<p>As metas intermediárias são: 64%, em 2025; 67%, em 2026; 71%, em 2027; 74%, em 2028; e 77%, em 2029.</p>
<p>De acordo com o MEC, também é prioridade a recuperação da aprendizagem das crianças do 3º, 4º e 5º anos do ensino fundamental afetadas pela pandemia da covid-19. </p>
<blockquote>
<p>“A educação precisa estar acima de qualquer questão político-partidária neste país, precisa ser uma política de Estado, não de governo, porque o governo passa em quatro anos. A política de Estado permanece”, afirmou o ministro Camilo Santana. </p>
</blockquote>
<p> Daniella Almeida – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-07/brasil-atinge-592-de-criancas-alfabetizadas-em-2024">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 11 Jul 2025 15:56:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/com-592-de-criancas-alfabetizadas-em-2024-brasil-nao-atinge-meta/">Com 59,2% de crianças alfabetizadas em 2024, Brasil não atinge meta</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Z de zangão&#8221;: projeto aproveita vivências para alfabetizar no mangue</title>
		<link>https://weeknews.online/z-de-zangao-projeto-aproveita-vivencias-para-alfabetizar-no-mangue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Jun 2025 13:08:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[alfabetização]]></category>
		<category><![CDATA[Alto nível de alfabetização facilita tarefas no mundo digital]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Analfabetismo de pessoas com deficiência é quatro vezes maior no país]]></category>
		<category><![CDATA[Bragança]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação ambiental aproxima estudantes do maior manguezal do planeta]]></category>
		<category><![CDATA[mangue]]></category>
		<category><![CDATA[Mangues da Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Na Vila dos Pescadores de Ajuruteua, no município de Bragança, no nordeste do Pará, o abecedário ensinado a crianças e adolescentes é diferente. Sentados em círculo em um galpão com estrutura de palafita, erguido por troncos de madeira que impedem que as marés inundem a escola, os estudantes associam o ambiente que os cerca a cada uma das letras. O “R” é de rancho, o “O” é de ostra, o “Z” ali não é de zebra, mas de zangão e o “M”, de mangue – ecossistema no qual estão imersos e do qual a maior parte das famílias ali retira o sustento. “O que a gente faz aqui é com que eles identifiquem o espaço deles a partir da leitura. Explicamos, não pela&#8230;</p>
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Feed Últimas.<br />
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 </p>
<div>
<p>Na Vila dos Pescadores de Ajuruteua, no município de Bragança, no nordeste do Pará, o abecedário ensinado a crianças e adolescentes é diferente. Sentados em círculo em um galpão com estrutura de palafita, erguido por troncos de madeira que impedem que as marés inundem a escola, os estudantes associam o ambiente que os cerca a cada uma das letras. O “R” é de rancho, o “O” é de ostra, o “Z” ali não é de zebra, mas de zangão e o “M”, de mangue – ecossistema no qual estão imersos e do qual a maior parte das famílias ali retira o sustento.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1750511285_343_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1750511286_912_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“O que a gente faz aqui é com que eles identifiquem o espaço deles a partir da leitura. Explicamos, não pela escrita em si, mas pela fala, pelos desenhos, por jogos. Assim, eles conseguem identificar as letrinhas com aquilo que eles vivenciam diariamente”, explica a professora alfabetizadora Pâmela Gonsalves. As aulas fazem parte de uma das iniciativas do projeto Mangues da Amazônia, o AlfaMangue.</p>
<p> </p>
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            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/_d6a5619.jpg" alt="Bragança (PA), 13/06/2025 – A professora Pamela Gonsalves atua com crianças da Vila dos Pescadores de Ajuruteua na Alfamangue, atividade de alfabetização baseada na temática do manguezal do Projeto Mangues da Amazônia. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/_d6a5619.jpg" alt="Bragança (PA), 13/06/2025 – A professora Pamela Gonsalves atua com crianças da Vila dos Pescadores de Ajuruteua na Alfamangue, atividade de alfabetização baseada na temática do manguezal do Projeto Mangues da Amazônia. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=428358 --></div>
<p><h6 class="meta">A professora Pamela Gonsalves atua com crianças da Vila dos Pescadores de Ajuruteua na Alfamangue, em atividade de alfabetização baseada na temática do manguezal do Projeto Mangues da Amazônia. <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong><!--END copyright=428358--></h6>
</p>
</div>
<p><strong>Além de promover o reflorestamento, o mapeamento do manguezal e das espécies que ali habitam, o projeto também é voltado para a educação ambiental e para as necessidades das comunidades que vivem nas áreas de mangue</strong>. O AlfaMangue surgiu a partir da identificação de uma dessas necessidades: muitas crianças e adolescentes estavam com a aprendizagem defasada ou não sabiam ler ou escrever. As aulas funcionam como um reforço ao ensino regular, em contraturnos e nos finais de semana.</p>
<p>A Vila dos Pescadores não possui escola, e os estudantes precisam ir à comunidade vizinha, a Vila do Bonifácio, para assistir às aulas. O problema, diz Pâmela, é que para isso precisam atravessar uma ponte, o que frequentemente não é possível.</p>
<p>“A maré enche e, então, essas crianças faltam muita aula, porque não conseguem atravessar a ponte. Elas têm dificuldade na escrita porque elas não vão muito para escola por causa da maré”.</p>
<p> </p>
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            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/dji_0124.jpg" alt="Bragança (PA), 13/06/2025 – Manguezal da Vila dos Pescadores de Ajuruteua, na área da Reserva Extrativista Marinha de Caeté-Taperaçu. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/dji_0124.jpg" alt="Bragança (PA), 13/06/2025 – Manguezal da Vila dos Pescadores de Ajuruteua, na área da Reserva Extrativista Marinha de Caeté-Taperaçu. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=428306 --></div>
<p><h6 class="meta"> Vila dos Pescadores de Ajuruteua, na área da Reserva Extrativista Marinha de Caeté-Taperaçu. <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong><!--END copyright=428306--></h6>
</p>
</div>
<p>Na comunidade, cerca de 25 crianças são atendidas pelo reforço. O AlfaMangue ocorre nos quatro municípios onde o projeto atua: além de Bragança, em Tracuateua, Augusto Corrêa e Viseu, atendendo, em cada localidade, de 20 a 25 crianças. Ao todo, envolvendo esta e outras iniciativas voltadas para educação ambiental, o Mangues da Amazônia chega a mais de 1,6 mil crianças de 7 a 11 anos em toda a área na qual atua. O projeto todo conta com 5,6 mil pessoas participando diretamente das ações e, <strong>nas aulas, o mangue é o centro.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Sempre trabalhamos o manguezal. Ele é o nosso objeto de estudo e é também a nossa sala de aula. A gente realmente o usa como sala de aula ─ as raízes são nossas cadeiras para aprender lá também”, diz Pâmela. Os resultados já podem ser sentidos: “A importância da alfabetização é de ter leitura do mundo. Essas crianças conseguem se inserir na sociedade, conseguem mudar a realidade delas quando conseguem escrever seu próprio nome”.</p>
</blockquote>
<h2> </h2>
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            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/_d6a5685.jpg" alt="Bragança (PA), 13/06/2025 – Crianças da Vila dos Pescadores de Ajuruteua participam da Alfamangue, atividade de alfabetização baseada na temática do manguezal do Projeto Mangues da Amazônia, na área da Reserva Extrativista Marinha de Caeté-Taperaçu. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/_d6a5685.jpg" alt="Bragança (PA), 13/06/2025 – Crianças da Vila dos Pescadores de Ajuruteua participam da Alfamangue, atividade de alfabetização baseada na temática do manguezal do Projeto Mangues da Amazônia, na área da Reserva Extrativista Marinha de Caeté-Taperaçu. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/><br />
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<p><h6 class="meta">Crianças da Vila dos Pescadores de Ajuruteua participam da Alfamangue, atividade de alfabetização baseada na temática do manguezal do Projeto Mangues da Amazônia, na área da Reserva Extrativista Marinha de Caeté-Taperaçu. <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong><!--END copyright=428362--></h6>
</p>
</div>
<h2>Letras e peixes</h2>
<p>Hévelly Fernandes, de 8 anos, é uma das estudantes atendidas pelo projeto. “Eu já sei escrever meu nome melhor. Eu aprendi coisas que nem eu nem eu sabia que existiam. Eu tenho um sonho na minha vida: ser pilota de avião. Só que, para isso, eu tenho que focar nos meus estudos. E eu tô focando”, diz.</p>
<p>No livro de estudos, ela desenhou o animal preferido que vive no mangue: um peixe. “Eu gosto muito de peixe, eu tenho um peixe, o nome dele é Rafael”, diz. <strong>“Eu aprendi que cuidar do mangue é bom porque do mangue vem no nosso alimento”</strong>.</p>
<p> </p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
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            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/_d6a5791.jpg" alt="Bragança (PA), 13/06/2025 – A estudante Hévelly Fernandes, da Vila dos Pescadores de Ajuruteua, participa da Alfamangue, atividade de alfabetização baseada na temática do manguezal do Projeto Mangues da Amazônia. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/_d6a5791.jpg" alt="Bragança (PA), 13/06/2025 – A estudante Hévelly Fernandes, da Vila dos Pescadores de Ajuruteua, participa da Alfamangue, atividade de alfabetização baseada na temática do manguezal do Projeto Mangues da Amazônia. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=428367 --></div>
<p><h6 class="meta">A estudante Hévelly Fernandes, da Vila dos Pescadores de Ajuruteua, participa da Alfamangue, atividade de alfabetização baseada na temática do manguezal do Projeto Mangues da Amazônia. <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong><!--END copyright=428367--></h6>
</p>
</div>
<p>Ao lado de Hévelly, a mãe, Rutelene Sousa, de 48 anos, acompanha orgulhosa os progressos da futura pilota. Rutelene vende os peixes que o marido pesca na região e é daí que vem o sustento da família.</p>
<p>“Saio 5h da manhã de casa, pego meu peixe e vou para Bragança vender, com ela. Aí, quando nós chegamos, ela vai para a aula. Ela estuda às 13h e sai às 17h. Quando ela vai pra lá, eu vou deitar um pouquinho, descansar. À noite, sou eu que estudo. Aí, de manhã, no outro dia, vou de novo para o meu trabalho”, conta Rutelene.</p>
<p>Ela percebeu que a filha tinha dificuldades na escrita e na leitura, e até chegou a buscar aulas particulares, mas isso não chegou a ser viável. “A minha filha tem muito conhecimento hoje em dia. Nós, pais, moramos na beira da praia, mas não temos tempo, às vezes, para levar o nosso filho, mostrar e explicar, porque o nosso dia a dia é muito corrido”, diz. “Hoje em dia, a minha filha pega uma cartilha e ela sabe ler”.</p>
<p>Com a filha estudando, Rutelene também se animou a retomar as aulas na Educação de Jovens e Adultos (EJA), em que passou a cursar o ensino médio, à noite. Ela diz que sempre foi um sonho, que acabou sendo adiado com o casamento, os filhos e a correria do dia a dia.</p>
<blockquote>
<p>“A educação ensina muita coisa para a gente, abre muito as portas. Quando a gente é analfabeto, a gente é um cego de olho aberto. A gente não enxerga as coisas. Quando a gente sabe ler, sabe escrever, a gente vê as coisas com outro olhar, tem outro conhecimento”.</p>
</blockquote>
<h2>Mangue como inspiração</h2>
<p>Em outra comunidade atendida pelo projeto Mangues da Amazônia, também em Bragança, na Vila do Tamatateua, é Edite Ribeiro da Silva que, aos 61 anos, está prestes a realizar o sonho de ter uma formação. Em dois meses, ela vai se formar em educação do campo no Instituto Federal do Pará (IFPA).</p>
<p> </p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=428334:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/_d6a4905.jpg" alt="Bragança (PA), 12/06/2025 – Edite Ribeiro da Silva, liderança comunitária da Vila do Tamatateua, atua com o projeto Mangues da Amazônia na área da Reserva Extrativista Marinha de Caeté-Taperaçu. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/_d6a4905.jpg" alt="Bragança (PA), 12/06/2025 – Edite Ribeiro da Silva, liderança comunitária da Vila do Tamatateua, atua com o projeto Mangues da Amazônia na área da Reserva Extrativista Marinha de Caeté-Taperaçu. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=428334 --></div>
<p><h6 class="meta">Edite Ribeiro da Silva, liderança comunitária da Vila do Tamatateua, atua com o projeto Mangues da Amazônia na área da Reserva Extrativista Marinha de Caeté-Taperaçu. <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong><!--END copyright=428334--></h6>
</p>
</div>
<p>Edite coordena um grupo de mulheres que, na comunidade, cuidam no viveiro das mudas que serão plantadas nas áreas degradadas dos mangues. Elas também atuam na conscientização dos moradores e levam debates para as escolas.</p>
<blockquote>
<p>“Minha mãe pescava, ela tirava caranguejo, minha avó também”, diz. “Às vezes, as pessoas não têm consciência do que estão fazendo dentro do manguezal. Não têm consciência do quanto nós, da comunidade de Tamatateua, precisamos desse ecossistema, de onde nós tiramos a nossa sobrevivência. Nossos pais, nossas mães, eles vivem do mangue. Eles pescam, eles tiram o caranguejo todos os dias”.</p>
</blockquote>
<p>Edite se casou aos 15 anos, teve quatro filhos e seis netos. Os estudos, assim como os de Rutelene, acabaram ficando para depois. Mas ela nunca desistiu deles.</p>
<p>“Hoje, eu estou lá, estudando e ajudando também a nossa juventude, mostrando para eles a importância de se educar, de trabalhar, de cuidar, dentro daquilo que é nosso”, defende. “A gente tem que estudar para compreender, entender e buscar o conhecimento. O que é nosso direito, que às vezes nós temos, mas muitas das vezes é negado para nós”.</p>
<p> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=428398:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/_d6a7885.jpg" alt="Bragança (PA), 13/06/2025 – Manguezal da Vila dos Pescadores de Ajuruteua, na área da Reserva Extrativista Marinha de Caeté-Taperaçu. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/_d6a7885.jpg" alt="Bragança (PA), 13/06/2025 – Manguezal da Vila dos Pescadores de Ajuruteua, na área da Reserva Extrativista Marinha de Caeté-Taperaçu. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/><br />
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<p><h6 class="meta">Manguezal da Vila dos Pescadores de Ajuruteua, na área da Reserva Extrativista Marinha de Caeté-Taperaçu. <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong><!--END copyright=428398--></h6>
</p>
</div>
<p><em>*A equipe da <strong>Agência Brasil</strong> viajou à Bragança entre os dias 11 e 14 de junho para conhecer o projeto Mangues da Amazônia, a convite da Petrobras, patrocinadora do projeto.</em></p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Mariana Tokarnia* – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-06/z-de-zangao-projeto-aproveita-vivencias-para-alfabetizar-no-mangue">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 21 Jun 2025 08:20:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/z-de-zangao-projeto-aproveita-vivencias-para-alfabetizar-no-mangue/">&#8220;Z de zangão&#8221;: projeto aproveita vivências para alfabetizar no mangue</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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