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	<title>Arquivo de AlterEgo - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de AlterEgo - WeekNews</title>
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		<title>Com dificuldades no mercado da música, jovens lançam selo independente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 21:09:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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		<category><![CDATA[Bilhete de loteria traz alerta de combate à violência contra a mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval: Sambódromo garante acessibilidade a deficientes]]></category>
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		<category><![CDATA[Galo Gigante homenageia Dom Helder Câmara]]></category>
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		<category><![CDATA[no Carnaval recifense]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Tudo começou com uma produtora de áudio, criada por Victor Basto, guitarrista e vocalista, e João Mendonça, baterista, que se conheceram na faculdade, no curso de produção musical. Integrantes da banda Quedalivre e diante da dificuldade de se inserir no mercado musica, os jovens decidiram fundar o próprio selo musical e impulsionar, não apenas o próprio trabalho, mas de outras bandas com trajetórias parecidas. Assim nasceu, no Rio de Janeiro, o selo independente AlterEgo. “Com a banda, fomos descobrindo as deficiências que as outras bandas também tinham e acabou que a gente juntou o nosso conhecimento técnico com a questão de produção executiva para bandas mesmo. Juntando também com técnicos de outras áreas, surgiu o coletivo”, diz Basto à Agência Brasil. Notícias relacionadas: Carnaval:&#8230;</p>
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				</p>
<p>Tudo começou com uma produtora de áudio, criada por Victor Basto, guitarrista e vocalista, e João Mendonça, baterista, que se conheceram na faculdade, no curso de produção musical. Integrantes da banda Quedalivre e diante da dificuldade de se inserir no mercado musica, os jovens decidiram fundar o próprio selo musical e impulsionar, não apenas o próprio trabalho, mas de outras bandas com trajetórias parecidas. Assim nasceu, no Rio de Janeiro, o selo independente AlterEgo.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770930582_725_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1770930582_947_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<blockquote>
<p>“Com a banda, fomos descobrindo as deficiências que as outras bandas também tinham e acabou que a gente juntou o nosso conhecimento técnico com a questão de produção executiva para bandas mesmo. Juntando também com técnicos de outras áreas, surgiu o coletivo”, diz Basto à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
</blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Carnaval: Sambódromo garante acessibilidade a deficientes.</li>
<li>Bilhete de loteria traz alerta de combate à violência contra a mulher.</li>
<li>Galo Gigante homenageia Dom Helder Câmara, no Carnaval recifense.</li>
</ul>
<p><strong>Um selo musical ou selo fonográfico é uma espécie de marca que gerencia, produz, promove e distribui a obra de artistas.</strong></p>
<p>O músico relembra que a banda Quedalivre enviou material para muitos selos, mas ninguém aceitou, &#8220;nem responderam nenhum e-mail nosso. Ficamos decepcionados&#8221;.</p>
<p>&#8220;Mas acabou que foi a melhor coisa que aconteceu, porque a gente teve que criar o nosso próprio selo e acabou sendo perfeito, porque tem todo mundo que a gente já conhece, com quem a gente já trabalha junto, bandas que não teriam espaço se não fosse a gente chegando com o novo selo”, conta Basto.</p>
<p>O selo independente AlterEgo existe efetivamente desde outubro de 2025, mas o lançamento oficial ocorreu somente em festival homônimo, realizado no dia 7 de fevereiro, no Rio de Janeiro. O evento marcou também o pré-lançamento do álbum <em>Seres Urbanos</em>, da banda Quedalivre, formada pelos músicos que idealizaram o selo e também o festival.</p>
<p>Atualmente, o selo AlterEgo tem uma equipe técnica composta por 22 pessoas, com até 25 anos, incluindo Victor Basto, diretor executivo do selo; João Mendonça, diretor de produção fonográfica; e a guitarrista vocalista da banda Quedalivre Lore Naias, diretora de eventos.</p>
<p>Os idealizadores do selo AlterEgo já conseguiram reunir mais de 25 bandas de diferentes estados.</p>
<h2>Selos independentes</h2>
<p><strong>O selo AlterEgo não está sozinho. Em 2024, uma pesquisa internacional realizada pelo grupo de consultoria do Reino Unido, MIDiA Research, mostrou que entidades independentes ou indies representaram 46,7% da participação no mercado mundial de música em 2023, movimentando US$ 14,3 bilhões.  </strong></p>
<p>Segundo a União Brasileira de Compositores, a produção independente “vem acompanhada de desafios, que incluem problemas com o <em>streaming</em>, a dificuldade para divulgar uma quantidade de artistas que se multiplica exponencialmente e a crescente concentração de receitas entre os maiores do setor”.</p>
<p>Ainda de acordo com a pesquisa global <em>Estado da Economia da Música Independente: Fragmentação e consolidação da MIDiA Research</em>, as gravadoras independentes priorizam o <em>streaming</em>, que representa a maior parte de sua receita, sendo que o Spotify responde por mais da metade desse valor.</p>
<p><strong>A pesquisa mostra que elas também reconhecem, no entanto, os desafios do <em>streaming</em>: 87% das gravadoras independentes acreditam que está cada vez mais difícil fazer com que os artistas se destaquem e 78% têm dificuldade em manter o interesse dos fãs.</strong></p>
<h2>Jovens na música</h2>
<p>Dentro desse contexto e das dificuldades de se estabelecer no mercado, o selo AlterEgo funciona como um ecossistema cultural autogerido, ou seja, um coletivo. “Basicamente, quem compõe o selo internamente são várias pessoas da nossa idade, entre 21 a 25 anos mais ou menos. Todo mundo universitário, da área da economia criativa mesmo. Muita gente que já frequenta a cena, já trabalha na cena de rock e de blues, então, tem gente do design, fotógrafos, do audiovisual, técnico de som, muita gente. Até contador tem”.</p>
<p>Segundo Basto, o estilo de trabalho no AlterEgo é “faça você mesmo. Todo mundo tem essa proposta de produzir os próprios eventos, não se limitar às filosofias dos outros”. O produtor musical explicou que é comum, no meio da música, se ver produtores ou pessoas relevantes que colocam obstáculos a que músicos desconhecidos ou muito jovens estejam gravando em um estúdio gigante.</p>
<p><strong>Mais do que um selo, o AlterEgo se apresenta como uma plataforma de articulação de uma geração que cria, produz e grava ela própria, à margem dos modelos convencionais.</strong> Para Victor Basto, fazer música deixa de ser uma expressão artística e passa a ser também um futuro ou trabalho coletivo.</p>
<p>“Está todo mundo envolvido. Não é sobre as próprias bandas. Tem toda uma estrutura, pessoas que já trabalhavam juntas, que já participavam mas que, agora, estão engajadas realmente em fazer o cenário crescer, para poder todo mundo viver do que a gente ama mesmo. Não é uma coisa individual de forma nenhuma”.</p>
<p>Mesmo com as dificuldades, Basto defende que é possível fazer música: “Basicamente, o que a gente está fazendo é conseguir mobilizar pessoas e a música sem necessariamente ter um investimento vultoso. Eu acho que até para bandas novas que já vieram falar conosco e que começaram por causa da gente, é muito importante que possamos mostrar que dá para fazer, sem ser nascido no berço de ouro da música. Sem aqueles investimentos vultosos dá para fazer coisa boa, sim”.</p>
<p> Alana Gandra &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-02/com-dificuldades-no-mercado-da-musica-jovens-lancam-selo-independente">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 12 Feb 2026 17:55:00 -0300 </p>

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