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	<title>Arquivo de Aluguel - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Aluguel - WeekNews</title>
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	<item>
		<title>Saiba como declarar ganhos com aluguel e imóveis no Imposto de Renda</title>
		<link>https://weeknews.online/saiba-como-declarar-ganhos-com-aluguel-e-imoveis-no-imposto-de-renda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 20:07:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Aluguel]]></category>
		<category><![CDATA[aqui]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[IR 2026]]></category>
		<category><![CDATA[IR 2026: veja como declarar dependentes e pensão alimentícia]]></category>
		<category><![CDATA[Multimídia]]></category>
		<category><![CDATA[Saiba como vai funcionar o cashback da restituição automática do IR]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Se o contribuinte recebe dinheiro de aluguel, seja como renda extra ou principal fonte de sustento, precisa declarar à Receita Federal. E a forma como esses valores são declarados depende de algumas variáveis. Uma delas é relacionada à inquilina ou inquilino.  Pessoa física No caso do inquilino ser pessoa física, os valores devem ser lançados na ficha Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Física O imposto devido deve ser pago mensalmente pelo sistema chamado Carnê-Leão, que é uma forma de antecipar Imposto de Renda quando se recebe valores de pessoas físicas ou do exterior  Pessoa Jurídica Se o aluguel é pago por uma empresa, a declaração vai na ficha ‘Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica&#8221;. Se você não preencheu o Carnê-Leão, tenha calma porque nem tudo está perdido. O próprio programa da Receita&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/saiba-como-declarar-ganhos-com-aluguel-e-imoveis-no-imposto-de-renda/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>    </a>
</div>

<p>Feed Últimas.</p>

<p></p>
<div>
<p><strong>Se o contribuinte recebe dinheiro de aluguel, seja como renda extra ou principal fonte de sustento, precisa declarar à Receita Federal.</strong></p>
<p>E a forma como esses valores são declarados depende de algumas variáveis. <strong>Uma delas é relacionada à inquilina ou inquilino</strong>. </p>
<p><strong>Pessoa física</strong></p>
<ul>
<li>No caso do inquilino ser pessoa física, os valores devem ser lançados na ficha Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Física</li>
<li>O imposto devido deve ser pago mensalmente pelo sistema chamado Carnê-Leão, que é uma forma de antecipar Imposto de Renda quando se recebe valores de pessoas físicas ou do exterior </li>
</ul>
<p><strong>Pessoa Jurídica</strong></p>
<ul>
<li>Se o aluguel é pago por uma empresa, a declaração vai na ficha ‘Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica&#8221;.</li>
<li>Se você não preencheu o Carnê-Leão, tenha calma porque nem tudo está perdido. O próprio programa da Receita Federal calcula o valor devido na declaração.</li>
</ul>
<p>Vale lembrar que é possível deduzir do valor recebido com aluguel algumas despesas como IPTU, condomínio e taxa de administração da imobiliária. É preciso guardar todos os comprovantes dessas despesas. </p>
<h2>>> Ouça na Radioagência Nacional:</h2>
<h2>Imóveis </h2>
<p>Além dos ganhos com aluguel, os imóveis devem ser declarados.</p>
<p><strong>>> Veja algumas orientações: </strong></p>
<ul>
<li>Imóveis devem ser declarados na ficha Bens e Direitos, com o valor de aquisição e eventuais reformas. Não é o valor de mercado</li>
<li>Para imóveis adquiridos em 2024, o contribuinte deve informar a data, o valor e a forma de pagamento</li>
<li>Herança: imóveis recebidos por herança entram na declaração do falecido ou pelo valor de transmissão</li>
<li>Doação: imóveis recebidos por doação são declarados com o valor do instrumento de doação</li>
</ul>
<p>E se o imóvel tiver sido vendido, é também preciso declarar a transação.</p>
<p>Se a venda foi feita por um valor maior do que o da aquisição, o lucro é passível de cobrança de imposto, com uma alíquota que varia entre 15% e 22,5%. Nesse caso, o programa da Receita faz, automaticamente, o cálculo do imposto devido.</p>
<p>Mas também há casos de venda de imóveis em que as pessoas estão isentas de pagar imposto.</p>
<p>São eles: venda de imóveis no valor inferior a R$ 440 mil, a venda de um imóvel comprado até o ano de 1969 e se a pessoa usar o dinheiro para comprar outro imóvel em até 6 meses após a venda.</p>
<p>Lembrando que imóveis financiados devem ser declarados pelo valor pago até o fim de 2025. </p>
<h2>>> Veja mais <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/tira-duvidas-do-ir-2026/como-declarar-ganhos-com-aluguel-e-imoveis-no-imposto-de-renda" target="_blank">aqui</a> no Tira-Dúvidas 2026</h2>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/saiba-como-declarar-ganhos-com-aluguel-e-imoveis-no-imposto-de-renda" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Sat, 09 May 2026 17:00:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/saiba-como-declarar-ganhos-com-aluguel-e-imoveis-no-imposto-de-renda/">Saiba como declarar ganhos com aluguel e imóveis no Imposto de Renda</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Petróleo pressiona e “inflação do aluguel” da FGV fecha março em 0,52%</title>
		<link>https://weeknews.online/petroleo-pressiona-e-inflacao-do-aluguel-da-fgv-fecha-marco-em-052/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 14:47:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[41% em janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[44% em 12 meses]]></category>
		<category><![CDATA[67% em junho]]></category>
		<category><![CDATA[Aluguel]]></category>
		<category><![CDATA[dados são do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV)]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[IGP-M registra inflação de 8]]></category>
		<category><![CDATA[IGP-M; inflação dos alugueis]]></category>
		<category><![CDATA[Índice Geral de Preços – Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação do aluguel sobe 0]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação do aluguel: IGP-M recua 1]]></category>
		<category><![CDATA[IPA]]></category>
		<category><![CDATA[mas tem queda em um ano]]></category>
		<category><![CDATA[o menor em dois anos]]></category>
		<category><![CDATA[Petróleo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), também conhecido como “inflação do aluguel”, sentiu a pressão de produtos agropecuários e derivados do petróleo e fechou o mês de março em 0,52%, o que representa uma reversão em relação ao 0,73% de fevereiro. Com o resultado conhecido nesta segunda-feira (30), o IGP-M acumula deflação de 1,83% em 12 meses, ou seja, na média, os preços recuaram. Os dados são do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV).  Notícias relacionadas: Inflação do aluguel sobe 0,41% em janeiro, mas tem queda em um ano. Inflação do aluguel: IGP-M recua 1,67% em junho, o menor em dois anos. IGP-M registra inflação de 8,44% em 12 meses. Nos últimos 12 meses, metade dos resultados&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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				</p>
<p><strong>O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), também conhecido como “inflação do aluguel”, sentiu a pressão de produtos agropecuários e derivados do petróleo e fechou o mês de março em 0,52%, o que representa uma reversão em relação ao 0,73% de fevereiro.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1774882075_608_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1774882076_510_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Com o resultado conhecido nesta segunda-feira (30), o <strong>IGP-M acumula deflação de 1,83% em 12 meses, ou seja, na média, os preços recuaram.</strong> Os <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://portalibre.fgv.br/system/files/divulgacao/noticias/mat-complementar/2026-03/IGP-M_FGV_press%20release_Mar26.pdf" target="_blank">dados são do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV)</a>. </p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Inflação do aluguel sobe 0,41% em janeiro, mas tem queda em um ano.</li>
<li> Inflação do aluguel: IGP-M recua 1,67% em junho, o menor em dois anos.</li>
<li>IGP-M registra inflação de 8,44% em 12 meses.</li>
</ul>
<p>Nos últimos 12 meses, metade dos resultados foram positivos e metade negativos. Em março de 2025, havia ficado em -0,34%.</p>
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<h2>Atacado</h2>
<p>A FGV leva em conta três componentes para apurar o IGP-M. O de maior peso é o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede a inflação sentida pelos produtores e responde por 60% do IGP-M cheio.</p>
<p><strong>Em março, o IPA apresentou alta de 0,61%. O economista do Ibre Matheus Dias explica que a pressão de alta de preços no IPA veio da agropecuária, com destaque para as contribuições de bovinos, ovos, leite, feijão e milho.</strong></p>
<p>No caso dos ovos, o aumento no mês foi 16,95%, depois de já ter subido 14,16% em fevereiro. O feijão encareceu 20,91% em março, seguindo a alta de 13,77% em fevereiro.</p>
<p>O economista acrescenta que o cenário externo levou reflexos para o IGP-M.</p>
<blockquote>
<p>“O agravamento do cenário geopolítico no Oriente Médio já se reflete nos preços de derivados de petróleo, indicando a disseminação dessas pressões para outros segmentos”, aponta.</p>
</blockquote>
<p>Ele detalha que o subgrupo produtos derivados do petróleo subiu 1,16% em março, contra deflação de 4,63% em fevereiro, “sinalizando mudança no sinal da variação e possível reversão da trajetória recente”. Dias pondera que, em 12 meses, esse subgrupo apresenta patamar “bastante baixo”, de -14,13%.</p>
<p>A guerra no Oriente Médio foi desencadeada em 28 de fevereiro, com ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã.</p>
<p>A região concentra países produtores de petróleo e rotas estratégicas, como o Estreito de Ormuz ─ por onde passam 20% da produção mundial ─, o que levou distorções à cadeia de petróleo e escalada de preços no mercado global.</p>
<h2>Mais componentes</h2>
<p><strong>Outro componente do IGP-M é o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que responde por 30% do indicador. Em março, o IPC subiu 0,30%.</strong></p>
<p>Na cesta de consumo das famílias, o preço que mais pressionou os custos em março foi o da gasolina, com expansão de 1,12%.</p>
<p>O terceiro componente medido pela FGV é o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que subiu 0,36% no mês. </p>
<h2>Por que inflação do aluguel</h2>
<p>O IGP-M é conhecido como inflação do aluguel porque o acumulado de 12 meses costuma ser base para cálculo de reajuste anual de contratos imobiliários. Além disso, o indexador é utilizado para reajustar algumas tarifas públicas e serviços essenciais.</p>
<p>No entanto, o IGP-M acumulado negativo não é certeza de que os aluguéis serão reajustados para baixo. Isso acontece porque alguns contratos incluem a expressão “reajuste conforme variação positiva do IGP-M”, o que faz, na prática, que só haja reajuste se o índice for positivo.</p>
<p>A FGV faz a coleta de preços em Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador. O período de levantamento do IGP-M foi 21 de fevereiro a 20 de março.</p>
<p> </p>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-03/petroleo-pressiona-e-inflacao-do-aluguel-da-fgv-fecha-marco-em-052">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 30 Mar 2026 11:40:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/petroleo-pressiona-e-inflacao-do-aluguel-da-fgv-fecha-marco-em-052/">Petróleo pressiona e “inflação do aluguel” da FGV fecha março em 0,52%</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Inflação do aluguel cai 0,73% em fevereiro</title>
		<link>https://weeknews.online/inflacao-do-aluguel-cai-073-em-fevereiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 12:50:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[05%]]></category>
		<category><![CDATA[41% em janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Aluguel]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Fudação Getulio Vargas]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação do aluguel encerra 2025 com queda de 1]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação do aluguel sobe 0]]></category>
		<category><![CDATA[IPA]]></category>
		<category><![CDATA[mas tem queda em um ano]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/inflacao-do-aluguel-cai-073-em-fevereiro/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), conhecido como inflação do aluguel, registrou queda de 0,73% em fevereiro, revertendo a alta observada em janeiro, quando havia avançado 0,41%. Com esse resultado, o índice passa a acumular queda de 0,32% no ano e de 2,67% em 12 meses. Em fevereiro de 2025, o IGP-M havia apresentado alta de 1,06% no mês, acumulando variação de 8,44% em 12 meses. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (26) pela Fundação Getulio Vargas. Notícias relacionadas: Inflação do aluguel sobe 0,41% em janeiro, mas tem queda em um ano. Inflação do aluguel encerra 2025 com queda de 1,05%. Em fevereiro, a taxa do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) caiu 1,18%, invertendo o movimento quando comparado à taxa de&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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				</p>
<p><strong>O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), conhecido como inflação do aluguel, registrou queda de 0,73% em fevereiro, revertendo a alta observada em janeiro, quando havia avançado 0,41%. </strong>Com esse resultado, o índice passa a acumular queda de 0,32% no ano e de 2,67% em 12 meses. Em fevereiro de 2025, o IGP-M havia apresentado alta de 1,06% no mês, acumulando variação de 8,44% em 12 meses.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1772110236_76_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1772110236_195_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (26) pela Fundação Getulio Vargas.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Inflação do aluguel sobe 0,41% em janeiro, mas tem queda em um ano.</li>
<li>Inflação do aluguel encerra 2025 com queda de 1,05%.</li>
</ul>
<p><strong>Em fevereiro, a taxa do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) caiu 1,18%, invertendo o movimento quando comparado à taxa de janeiro, de 0,34%.</strong></p>
<p>O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou taxa de 0,30% em fevereiro, inferior ao mês de janeiro, quando o índice tinha subido 0,51%. Segundo a FGV, entre as oito classes de despesa que compõem o índice, cinco apresentaram recuos em suas taxas de variação: Alimentação (0,66% para 0,17%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,60% para 0,12%), Educação, Leitura e Recreação (1,38% para 0,72%), Transportes (0,71% para 0,53%) e Vestuário (-0,16% para -0,43%). Em sentido oposto, os grupos Habitação (0,06% para 0,33%), Despesas Diversas (0,17% para 0,37%) e Comunicação (0,00% para 0,01%) tiveram aumentos</p>
<p><strong>O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,34% em fevereiro, desacelerando em relação ao mês anterior, quando registrou alta de 0,63%.</strong> O  grupo Materiais e Equipamentos recuou de 0,35% para 0,30%; o grupo Serviços aumentou de 0,25% para 0,36%; e o grupo Mão de Obra diminuiu de 1,03% para 0,39%.</p>
<p>Segundo o economista da FGV, André Braz, o IPA, índice de maior peso no IGP, registrou forte queda em fevereiro, puxada pelo recuo dos preços de commodities relevantes. No período, minério de ferro (-6,92%), soja (-6,36%) e café (-9,17%) apresentaram retrações expressivas. Os demais componentes do IGP-M também avançaram em ritmo mais contido do que no mês anterior.</p>
<blockquote>
<p>“No varejo, o IPC desacelerou com a perda de intensidade das altas nas mensalidades escolares. Já na construção civil, a inflação da mão de obra perdeu fôlego em relação a janeiro,” afirma Braz.</p>
</blockquote>
<p> </p>
<p> Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/inflacao-do-aluguel-cai-073-em-fevereiro">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 26 Feb 2026 09:35:00 -0300 </p>

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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Inflação do aluguel sobe 0,36% em agosto, após três meses de queda</title>
		<link>https://weeknews.online/inflacao-do-aluguel-sobe-036-em-agosto-apos-tres-meses-de-queda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 12:55:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[3º mês seguido de queda]]></category>
		<category><![CDATA[67% em junho]]></category>
		<category><![CDATA[77%]]></category>
		<category><![CDATA[Aluguel]]></category>
		<category><![CDATA[Conforme adiantou a Agência Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ibre-FGV]]></category>
		<category><![CDATA[IGP-M]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação do aluguel fecha julho em -0]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação do aluguel: IGP-M recua 1]]></category>
		<category><![CDATA[IPVA]]></category>
		<category><![CDATA[Minério de Ferro]]></category>
		<category><![CDATA[mostra IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[o menor em dois anos]]></category>
		<category><![CDATA[Parcela de famílias que pagam aluguel sobe 25% em 8 anos]]></category>
		<category><![CDATA[soja em grãos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Depois de três meses de queda, o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), conhecido como “inflação do aluguel”, voltou a ficar positivo e fecha agosto em 0,36%. O dado foi divulgado nesta quinta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV). Em julho, o IGP-M tinha marcado -0,77%, seguindo dois meses de queda, maio (-0,49%) e junho (-1,67%). Notícias relacionadas: Parcela de famílias que pagam aluguel sobe 25% em 8 anos, mostra IBGE. Inflação do aluguel fecha julho em -0,77%, 3º mês seguido de queda. Inflação do aluguel: IGP-M recua 1,67% em junho, o menor em dois anos. Com o resultado de agosto, o índice acumula 3,03% nos últimos 12 meses. Nesta mesma época de 2024, o IGP-M&#8230;</p>
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				</p>
<p>Depois de três meses de queda, o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), conhecido como <strong>“inflação do aluguel”, voltou a ficar positivo e fecha agosto em 0,36%.</strong> O dado foi divulgado nesta quinta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1756385747_450_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1756385748_222_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Em julho, o IGP-M tinha marcado -0,77%, seguindo dois meses de queda, maio (-0,49%) e junho (-1,67%).</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Parcela de famílias que pagam aluguel sobe 25% em 8 anos, mostra IBGE.</li>
<li>Inflação do aluguel fecha julho em -0,77%, 3º mês seguido de queda.</li>
<li> Inflação do aluguel: IGP-M recua 1,67% em junho, o menor em dois anos.</li>
</ul>
<p>Com o resultado de agosto, o índice acumula 3,03% nos últimos 12 meses. Nesta mesma época de 2024, o IGP-M mensal tinha sido de 0,29% e de 4,26% no acumulado de um ano. Em março de 2025, o indicador chegou a bater 8,58%.</p>
<p>A FGV leva em conta três componentes para apurar o IGP-M. O maior peso é o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede a inflação sentida pelos produtores e responde por 60% do IGP-M cheio.</p>
<h2>Componentes</h2>
<p><strong>Em agosto, o IPA subiu 0,43%</strong>, invertendo o comportamento de julho (-1,29%). <strong>As principais influências de alta vieram do minério de ferro (6,76%), da soja em grão (3,73%) e da banana (15,03%).</strong></p>
<p>Outro componente do IGP-M é o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que responde por 30% do indicador. <strong>Em agosto, o IPC recuou 0,07%. Os itens que mais ajudaram a segurar os preços foram a passagem aérea, que caiu 8,56%, a tarifa de eletricidade residencial (-1,97%) e a gasolina (-0,85%).</strong></p>
<p>O recuo do bilhete de avião pode ser explicado pelo fim do período escolar, quando há diminuição da procura. Em relação à conta de luz, o alívio veio por causa do Bônus de Itaipu ─ desconto na conta que beneficiou 80,8 milhões de consumidores.</p>
<p>Conforme adiantou a Agência Brasil, a bonificação compensou a bandeira tarifária vermelha 2, que adiciona R$ 7,87 na conta e luz a cada 100 Kwh consumidos.</p>
<p>O <strong>terceiro componente medido pela FGV é o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que subiu 0,70% no mês</strong>.</p>
<h2>Inflação do aluguel</h2>
<p>O IGP-M é conhecido como inflação do aluguel porque o acumulado de 12 meses costuma ser base para cálculo de reajuste anual de contratos imobiliários. Além disso, o indexador é utilizado para reajustar algumas tarifas públicas e serviços essenciais.</p>
<p>A FGV faz a coleta de preços em Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador. O período de levantamento do IGP-M foi 21 de julho a 20 de agosto.</p>
<p> </p>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-08/inflacao-do-aluguel-sobe-036-em-agosto-apos-tres-meses-de-queda">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 28 Aug 2025 09:35:00 -0300 </p>

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		<title>Parcela de famílias que pagam aluguel sobe 25% em 8 anos, mostra IBGE</title>
		<link>https://weeknews.online/parcela-de-familias-que-pagam-aluguel-sobe-25-em-8-anos-mostra-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 13:47:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Aluguel]]></category>
		<category><![CDATA[casa própria]]></category>
		<category><![CDATA[dados recentes]]></category>
		<category><![CDATA[do próprio IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[habitação]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad contínua]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Apesar de a maioria dos brasileiros morar em casa própria já quitada, o país assistiu, nos últimos oito anos, crescer em 25% a proporção de famílias que pagam de aluguel. Ao mesmo tempo, a parcela de lares que podem ser chamados de “meu” diminuiu 8%. Em 2016, quando o país tinha 66,7 milhões de domicílios, 12,3 milhões eram alugados, o que representa 18,4% dos lares. Em 2024, o Brasil tinha 77,3 milhões de residências, sendo 23% deles (7,8 milhões) alugados. Esse aumento de 4,6 pontos percentuais equivale a 25%. Em relação à casa própria já paga, a proporção caiu de 66,8% para 61,6% no período. Em 2024, o país tinha 47,7 milhões de residências próprias. A constatação faz parte de uma edição especial&#8230;</p>
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<p>Apesar de a maioria dos brasileiros morar em casa própria já quitada, <strong>o país assistiu, nos últimos oito anos, crescer em 25% a proporção de famílias que pagam de aluguel</strong>. Ao mesmo tempo, a <strong>parcela de lares que podem ser chamados de “meu” diminuiu 8%</strong>.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1755870427_370_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1755870428_572_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Em 2016,</strong> quando o país tinha 66,7 milhões de domicílios, <strong>12,3 milhões eram alugados, o que representa 18,4% dos lares</strong>. <strong>Em 2024, o Brasil tinha 77,3 milhões de residências, sendo 23% deles (7,8 milhões) alugados</strong>. <strong>Esse aumento de 4,6 pontos percentuais equivale a 25%.</strong></p>
<p>Em relação à <strong>casa própria já paga, a proporção caiu de 66,8% para 61,6% no período</strong>. Em 2024, o país tinha 47,7 milhões de residências próprias.</p>
<p>A constatação faz parte de uma edição especial da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Em número absoluto de moradores,<strong> os que pagavam aluguel passaram de 35 milhões para 46,5 milhões em oito anos</strong>. <strong>Já os que moravam em casa própria quitada diminuíram de 137,9 milhões para 132,8 milhões no período</strong>.</p>
<h2>Concentração</h2>
<p>De acordo com o analista da pesquisa, William Kratochwill, a evidência de que há mais pessoas pagando aluguel proporcionalmente é indício de concentração de riqueza.</p>
<p>“É uma concentração da posse de domicílios para um grupo menor”, diz. Segundo ele, o aumento da concentração é “algo histórico e social”.</p>
<blockquote>
<p>“Se não se criam oportunidades para a população adquirir o seu imóvel, e a pessoa continua querendo ter sua independência, ter sua família, como faz isso se não consegue adquirir um bem? Ela tem que partir para o aluguel”, analisa.</p>
</blockquote>
<p>O pesquisador, no entanto, reconhece que dados recentes, do próprio IBGE, mostram crescimento no rendimento dos brasileiros.</p>
<p>Ele acredita que,<strong> se for mantida a evolução por longo prazo, as pessoas terão mais condições para ter a casa própria</strong>. “As condições para as pessoas avançarem na compra de domicílios vai acontecer”, projeta.</p>
<p>Kratochwill pondera ainda que há casos de pessoas que “alugam seu próprio apartamento para morar em outro alugado”.</p>
<p>A Pnad identificou também que, <strong>em 2024, 6% dos domicílios eram próprios, mas ainda sendo pagos; 9,1%, cedidos; e 0,2% em “outra condição”.</strong></p>
<p> </p>
<table border="1" cellpadding="1" cellspacing="1" style="width:500px">
<tbody>
<tr>
<td class="rtecenter" colspan="2"><strong>Distribuição percentual dos domicílios em 2024 &#8211; por condição de ocupação</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Já quitado pelo morador</td>
<td>61,6%</td>
</tr>
<tr>
<td>Alugado</td>
<td>23%</td>
</tr>
<tr>
<td>Ainda sendo pago</td>
<td>6%</td>
</tr>
<tr>
<td>Cedido</td>
<td>9,1%</td>
</tr>
<tr>
<td>Outra condição</td>
<td>0,2%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2>Troca de casa por apartamento</h2>
<p>O IBGE constatou que nos últimos anos, o brasileiro tem trocado casa por apartamento. <strong>Em 2016, 13,7% dos domicílios eram apartamentos. Oito anos depois, a proporção subiu para 15,3% dos 77,3 milhões de residências</strong>.</p>
<p><strong>As casas ainda são imensa maioria, mas, em proporção, caíram de 86,1% para 84,5%.</strong></p>
<p>Em 2024, eram 183,3 milhões de brasileiros morando em casas; e 28,2 milhões, em apartamentos.</p>
<p> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=286023:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif" data-echo="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/superquadra_sul_308_fcpzzb_abr_20220419_0531.jpg" alt="Um dos pontos famosos de Brasília, projeto original de Lúcio Cost, a quadra modelo, localizada na SQS 308, foi fundada em 1962 e a intenção era que servisse de referência para outras superquadras do Plano Piloto." title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil"><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/superquadra_sul_308_fcpzzb_abr_20220419_0531.jpg" alt="Um dos pontos famosos de Brasília, projeto original de Lúcio Cost, a quadra modelo, localizada na SQS 308, foi fundada em 1962 e a intenção era que servisse de referência para outras superquadras do Plano Piloto." title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil"><br />
    <!-- END scald=286023 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<h6 class="meta"><!--copyright=286023-->Prédio residencial no Plano Piloto, área central de Brasília: segundo o IBGE, em 2024, 15,3% dos domicílios do país eram apartamentos &#8211; <strong>Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil</strong><!--END copyright=286023--></h6>
</div>
</div>
<p>De acordo com Kratochwill, <strong>a proporção crescente de brasileiros em apartamentos faz parte do processo de concentração urbana existente.</strong></p>
<blockquote>
<p>“As pessoas querem viver próximo ao seu trabalho, aos serviços, às benesses que o centro urbano produz. Como o espaço terra é limitado, a maneira que há de crescer é aumentar a produtividade da terra, ou seja, constrói vários imóveis um em cima do outro, são os apartamentos”, explica.</p>
</blockquote>
<p>O pesquisador atribuiu também como um dos fatores da tendência o elemento “violência”.</p>
<p>“Às vezes, os condomínios buscam aumentar a segurança para os residentes, dando infraestrutura de lazer nesses empreendimentos. Então, tudo isso incentiva a construção de apartamentos em detrimento de casas.”</p>
<p>A Pnad identificou 0,2% dos lares sendo “habitação em casa de cômodo, cortiço ou cabeça de porco”, tanto em 2016 quanto em 2024.</p>
<h2>População total</h2>
<p>A edição especial da pesquisa identificou que o país tinha 211,9 milhões de habitantes em 2024. Quase metade (42%) dos moradores vivia na Região Sudeste em 2024. <strong>São Paulo é o estado com maior número de moradores,</strong> quase 46 milhões de pessoas, o que representa 22% da população do país.</p>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-08/parcela-de-familias-quem-pagam-aluguel-sobe-25-em-8-anos-mostra-ibge">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 22 Aug 2025 10:06:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Índice que reajusta aluguel acumula inflação de 8,50% em 12 meses</title>
		<link>https://weeknews.online/indice-que-reajusta-aluguel-acumula-inflacao-de-850-em-12-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2025 12:38:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[55%]]></category>
		<category><![CDATA[Aluguel]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 9]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Getulio Vargas]]></category>
		<category><![CDATA[IGPM]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 5]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado como fator de reajuste em alguns contratos de aluguel, registrou inflação de 0,24% em abril deste ano. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o indicador havia registrado deflação (queda de preços) de 0,34% em março deste ano.  Com o resultado de abril deste ano, o IGP-M acumula taxa de inflação de 8,50% em 12 meses. No acumulado do ano, a taxa é de 1,23%. Em abril de 2024, o IGP-M havia apresentado inflação de 0,31% no mês e acumulado deflação de 3,04% em 12 meses. A alta da taxa de março para abril deste ano foi puxada principalmente pelos preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, que passaram de uma deflação de&#8230;</p>
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<p>O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado como fator de reajuste em alguns contratos de aluguel, registrou inflação de 0,24% em abril deste ano. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o indicador havia registrado deflação (queda de preços) de 0,34% em março deste ano. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1745930293_699_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1745930293_149_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Com o resultado de abril deste ano, o IGP-M acumula taxa de inflação de 8,50% em 12 meses. No acumulado do ano, a taxa é de 1,23%</strong>. Em abril de 2024, o IGP-M havia apresentado inflação de 0,31% no mês e acumulado deflação de 3,04% em 12 meses.</p>
<p>A alta da taxa de março para abril deste ano foi puxada principalmente pelos preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, que passaram de uma deflação de 0,73% em março para uma inflação de 0,13% em abril.</p>
<p><strong>Os preços da construção, medidos pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), também tiveram alta, já que a inflação subiu de 0,38% em março para 0,59% em abril.</strong></p>
<p>Por outro lado, a inflação do varejo, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC), teve queda, ao passar de 0,80% em março para 0,46% em abril.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/indice-que-reajusta-aluguel-acumula-inflacao-de-850-em-12-meses">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 29 Apr 2025 09:06:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/indice-que-reajusta-aluguel-acumula-inflacao-de-850-em-12-meses/">Índice que reajusta aluguel acumula inflação de 8,50% em 12 meses</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>IGP-M registra inflação de 8,44% em 12 meses</title>
		<link>https://weeknews.online/igp-m-registra-inflacao-de-844-em-12-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Feb 2025 13:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[61%]]></category>
		<category><![CDATA[75 com receio sobre inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Aluguel]]></category>
		<category><![CDATA[diz pesquisa do IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar sobe para R$ 5]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[FGV-Ibre]]></category>
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		<category><![CDATA[IPC]]></category>
		<category><![CDATA[mercado financeiro eleva previsão da inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Pela 19ª semana seguida]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/igp-m-registra-inflacao-de-844-em-12-meses/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado para reajustar alguns contratos de aluguel, registrou inflação de 1,06% em fevereiro deste ano. O resultado ficou acima do mês anterior (0,27%). Em fevereiro do ano passado, o IGP-M teve uma deflação (queda de preços) de 0,52%. Informação foi divulgada hoje, (27) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado de fevereiro, o IGP-M acumula taxa de inflação de 8,44% em 12 meses, bem acima da taxa acumulada em fevereiro de 2024 (-3,76%). O avanço da taxa de inflação de janeiro para fevereiro foi puxado pelos preços no atacado e no varejo. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), subíndice que analisa o atacado, passou de 0,24% em janeiro para 1,17% em fevereiro. Já o&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/igp-m-registra-inflacao-de-844-em-12-meses/">Leia mais...</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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<p>O <strong>Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M)</strong>, usado para<strong> reajustar alguns contratos de aluguel, registrou inflação de 1,06% em fevereiro deste ano</strong>. O resultado ficou acima do mês anterior (0,27%). Em fevereiro do ano passado, o <strong>IGP-M teve uma deflação (queda de preços) de 0,52%</strong>. Informação foi divulgada hoje, (27) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1740661211_563_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1740661211_664_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Com o resultado de fevereiro, o IGP-M acumula taxa de inflação de 8,44% em 12 meses, bem acima da taxa acumulada em fevereiro de 2024 (-3,76%).</strong></p>
<p>O avanço da taxa de inflação de janeiro para fevereiro foi puxado pelos preços no atacado e no varejo. <strong>O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), subíndice que analisa o atacado, passou de 0,24% em janeiro para 1,17% em fevereiro.</strong></p>
<p>Já o <strong>Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que analisa o varejo, subiu de 0,14% para 0,91% no período.</strong></p>
<p>Por outro lado, o <strong>Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) foi o único subíndice componente do IGP-M que apresentou queda da taxa de inflação, ao passar de 0,71% em janeiro para 0,51% em fevereiro.</strong></p>
<p> </p>
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<p> Vitor Abdala &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-02/igp-m-registra-inflacao-de-844-em-12-meses">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 27 Feb 2025 09:20:00 -0300 </p>

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		<title>Inflação do aluguel desacelera para 0,27% em janeiro</title>
		<link>https://weeknews.online/inflacao-do-aluguel-desacelera-para-027-em-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jan 2025 14:35:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[08% para 5]]></category>
		<category><![CDATA[5%]]></category>
		<category><![CDATA[5% em 2024; veja quais capitais têm preço mais alto]]></category>
		<category><![CDATA[Aluguel]]></category>
		<category><![CDATA[Aluguel subiu 13]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Economia aquecida faz aluguel comercial ter alta recorde em 2024]]></category>
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		<category><![CDATA[Mercado financeiro eleva previsão da inflação de 5]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Índice Geral de Preços &#8211; Mercado (IGP-M), conhecido como a inflação do aluguel, avançou 0,27% em janeiro, mas desacelerou em relação a dezembro, quando registrou alta de 0,94%. Com esse resultado, o índice acumula alta de 6,75% nos últimos 12 meses. Em janeiro de 2024, o IGP-M subiu 0,07%, porém ainda registrava queda acumulada de 3,32% em 12 meses. O resultado foi divulgado nesta quinta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). “Em janeiro de 2025, a inflação ao produtor desacelerou devido à queda nos preços da soja, do gado bovino e suíno. No varejo, a inflação permaneceu contida, já que a alta dos alimentos foi compensada pela redução no preço da energia. Na construção civil, no entanto,&#8230;</p>
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<p>O Índice Geral de Preços &#8211; Mercado (IGP-M), conhecido como a inflação do aluguel, avançou 0,27% em janeiro, mas desacelerou em relação a dezembro, quando registrou alta de 0,94%. Com esse resultado, o índice acumula alta de 6,75% nos últimos 12 meses. Em janeiro de 2024, o IGP-M subiu 0,07%, porém ainda registrava queda acumulada de 3,32% em 12 meses. O resultado foi divulgado nesta quinta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1738247745_229_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1738247746_791_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Em janeiro de 2025, a inflação ao produtor desacelerou devido à queda nos preços da soja, do gado bovino e suíno. No varejo, a inflação permaneceu contida, já que a alta dos alimentos foi compensada pela redução no preço da energia. Na construção civil, no entanto, os reajustes salariais sustentaram a aceleração da inflação interanual do setor”, explica André Braz, economista do Ibre/FGV.</p>
<p>Em janeiro, a taxa do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) desacelerou para 0,24%, registrando recuo significativo em relação ao avanço de 1,21% observado em dezembro. O grupo de Bens Finais retrocedeu para 0,79% em janeiro, após registrar alta de 0,83% em dezembro. Seguindo esse comportamento, o índice correspondente a Bens Finais, que exclui os subgrupos de alimentos in natura e combustíveis para consumo, passou de 1,20% em dezembro para 0,71% em janeiro.</p>
<p>A taxa do grupo Bens Intermediários subiu 1,26% em janeiro, superior à do mês anterior, quando registrou taxa de 0,47%. O índice de Bens Intermediários (excluindo o subgrupo de combustíveis e lubrificantes para a produção) subiu 1,20% em janeiro, alta superior à apurada em dezembro, de 0,46%. O grupo das Matérias-Primas Brutas caiu 0,75% em janeiro, registrando uma inversão em sua taxa após subir 2,35% em dezembro.</p>
<p>Segundo a FGV, em janeiro, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou taxa de 0,14%, apresentando ligeira aceleração em relação ao mês anterior, quando o índice subiu 0,12%. Entre as oito classes de despesa que compõem o índice, cinco apresentaram avanços nas suas taxas de variação: Saúde e Cuidados Pessoais (0,20% para 0,57%), Alimentação (1,09% para 1,31%), Vestuário (-0,11% para 0,63%), Transportes (0,30% para 0,44%) e Educação, Leitura e Recreação (-0,02% para 0,15%). Em contrapartida, os grupos Habitação (-1,08% para -1,65%), Despesas Diversas (0,85% para 0,29%) e Comunicação (0,06% para -0,03%) exibiram recuo em suas taxas de variação.</p>
<p>Em janeiro, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou alta de 0,71%, taxa superior à observada em dezembro, de 0,51%. O grupo Materiais e Equipamentos recuou de 0,57% para 0,43%; o grupo Serviços variou de -0,25% para 0,41%; e o grupo Mão de Obra avançou de 0,53% para 1,13%.</p>
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    </div>
<p> Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-01/inflacao-do-aluguel-desacelera-para-027-em-janeiro">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 30 Jan 2025 10:56:00 -0300 </p>

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		<title>Economia aquecida faz aluguel comercial ter alta recorde em 2024</title>
		<link>https://weeknews.online/economia-aquecida-faz-aluguel-comercial-ter-alta-recorde-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jan 2025 10:36:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[08% este ano]]></category>
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		<category><![CDATA[Mercado financeiro projeta inflação de 5]]></category>
		<category><![CDATA[Prejuízos com ações já podem ser indicados à calculadora da Receita]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma tributária isenta cesta básica de impostos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. No ritmo de uma economia aquecida, alugar uma sala comercial ficou 7,88% mais caro em 2024. A variação é a mais alta já registrada desde 2013, quando o Índice FipeZap começou a ser apurado. O preço médio do aluguel metro quadrado (m²) atingiu R$ 45,53 no ano passado. Esse valor representa que o custo de locar uma sala comercial de 200 m², por exemplo, beira R$ 9,1 mil mensalmente. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (21) e revelam que o Índice FipeZap superou em mais de 3 pontos percentuais (p.p.) a inflação oficial do país. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), acumulou 4,83% em 2024.  Além disso, o FipeZap ficou acima&#8230;</p>
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<p>No ritmo de uma economia aquecida, alugar uma sala comercial ficou 7,88% mais caro em 2024. A variação é a mais alta já registrada desde 2013, quando o Índice FipeZap começou a ser apurado.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1737455776_85_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1737455777_766_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O preço médio do aluguel metro quadrado (m²) atingiu R$ 45,53 no ano passado. Esse valor representa que o custo de locar uma sala comercial de 200 m², por exemplo, beira R$ 9,1 mil mensalmente.</p>
<p>Os dados foram divulgados nesta terça-feira (21) e revelam que o Índice FipeZap superou em mais de 3 pontos percentuais (p.p.) a inflação oficial do país.</p>
<p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), acumulou 4,83% em 2024. </p>
<p>Além disso, o FipeZap ficou acima do Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), da Fundação Getulio Vargas (FGV), comumente chamado de “inflação do aluguel” &#8211; pois costuma corrigir anualmente os contratos de locação. O IGP-M encerrou 2024 em 6,54%.</p>
<p>Em 2023, o reajuste médio dos aluguéis havia sido de R$ 5,87%. Nos doze anos de levantamento, metade deles teve deflação, ou seja, recuo no preço médio de locação, com destaque para 2015 e 2016, quando caíram 9,43% e 7,92%, respectivamente.</p>
<p>O Índice FipeZap é parceria entre a plataforma de anúncio de imóveis Zap e a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), ligada à Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP).</p>
<p>O levantamento acompanha os preços de salas e conjuntos comerciais de até 200 m² em dez cidades (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, Brasília, Salvador, Campinas, Niterói), com base em 61.683 anúncios na internet.</p>
<h2>Aquecimento da economia</h2>
<p>De acordo com a economista do DataZap, Paula Reis, a variação recorde do aluguel comercial é reflexo do aquecimento da economia brasileira, que cresceu acima das expectativas, puxada por um mercado de trabalho forte.</p>
<p>&#8220;A condição macroeconômica influenciou positivamente o mercado imobiliário de locação comercial ao contribuir para expandir a demanda por bens e serviços e fomentar o comércio&#8221;, explicou à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
<p>Na semana passada, a plataforma Zap já havia divulgado que as locações residenciais tinham apresentado encarecimento de 13,5% em 2024, chegando a R$ 48,12/m². A alta nos níveis de emprego também explica a expansão.</p>
<p>Paula Reis destaca que de 2013 a outubro de 2023, o metro quadrado comercial ficou acima do residencial. A inversão aconteceu devido à maior valorização do aluguel residencial dos últimos três anos. </p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=411580:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/grafico_fipezap_preco_aluguel.jpg" alt="Brasília (DF), 20/01/2025 - Arte para a matéria Preço do metro quadrado para locação. Arte/FipeZap" title="Arte/FipeZap"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/grafico_fipezap_preco_aluguel.jpg" alt="Brasília (DF), 20/01/2025 - Arte para a matéria Preço do metro quadrado para locação. Arte/FipeZap" title="Arte/FipeZap"/><br />
    <!-- END scald=411580 --></div>
<p><h6 class="meta"><strong>Arte/FipeZap</strong><!--END copyright=411580--></h6>
</p>
</div>
<h2>Locação por cidades</h2>
<p>No ranking da inflação FipeZap, Niterói (17,84%) apresentou o maior aumento de preço de locação, seguido por Curitiba (10,89%), Rio de Janeiro (9,05%), Belo Horizonte (8,47%), Brasília (7,62%), São Paulo (7,13%), Salvador (6,23%), Campinas (5,71%), Florianópolis (5,11%) e Porto Alegre (4,63%).</p>
<p>Os pesquisadores esclarecem que o índice FipeZap considera preços de anúncios para novos aluguéis. “Não incorpora em seu cálculo a correção dos aluguéis vigentes, cujos valores são reajustados periodicamente de acordo com o especificado em contrato”, pontuam.</p>
<p>Maior cidade do país, São Paulo é a capital pesquisada com o metro quadrado (m²) comercial mais caro para locação. Confira o ranking:</p>
<p>São Paulo: R$ 54,40/m²</p>
<p>Florianópolis: R$ 45,90/m²</p>
<p>Rio de Janeiro: R$ 44,34/m²</p>
<p>Salvador: R$ 42,34/m²</p>
<p>Niterói: R$ 41,95/m²</p>
<p>Campinas: R$ 40,83/m²</p>
<p>Curitiba: R$ 36,74/m²</p>
<p>Brasília: R$ 35,24/m²</p>
<p>Porto Alegre: R$ 34,39/m²</p>
<p>Belo Horizonte: R$ 33,66/m²</p>
<p>A economista Paula Reis explica que a diferença de preço entre as cidades passa por motivos como a renda dos residentes, densidade demográfica, escassez de terrenos e imóveis, entre outros.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Vale reforçar que, mesmo entre bairros, essa variação é considerável, e a localização do imóvel, em especial, considerando a proximidade do centro de negócios e a infraestrutura da região, tem impacto nos preços&#8221;, completa.</p>
</blockquote>
<h2>Venda por cidades</h2>
<p>O Índice FipeZap também traz informações de valor de venda de salas e conjuntos comerciais, com base em uma amostra de 63.989 anúncios.</p>
<p>Em 2024, o custo médio subiu 0,4%. O preço médio de venda fechou em R$ 8.421/m². O ano passado foi o primeiro com alta desde 2014. Dos doze anos do levantamento, apenas 2013, 2014 e 2024 tiveram aumento no custo médio. No caso do imóvel residencial, o preço médio de venda expandiu 7,73% em 2024.</p>
<p>Apresentaram inflação no preço de venda em 2024 Curitiba (7,16%), Salvador (5,5%), Niterói (2,4%), Florianópolis (1,8%), São Paulo (1,33%) e Campinas (1,02%). Por outro lado, tiveram recuo Porto Alegre (-1,33%), Brasília (-1,5%), Belo Horizonte (-2,04%) e Rio de Janeiro (-3,56%).</p>
<p>Confira o ranking das cidades com maiores preços de venda de imóvel comercial:</p>
<p>São Paulo: R$ 10.142/m²</p>
<p>Rio de Janeiro: R$ 8.505/m²</p>
<p>Florianópolis: R$ 8.362/m²</p>
<p>Curitiba: R$ 8.182/m²</p>
<p>Niterói: R$ 7.838/m²</p>
<p>Brasília: R$ 6.647/m²</p>
<p>Porto Alegre: R$ 6.376/m²</p>
<p>Campinas: R$ 6.353/m²</p>
<p>Belo Horizonte: R$ 6.196/m²</p>
<p>Salvador: R$ 5.328/m²</p>
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<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-01/economia-aquecida-faz-aluguel-comercial-ter-alta-recorde-em-2024">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 21 Jan 2025 07:02:00 -0300 </p>

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