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	<title>Arquivo de Antes restrita à Amazônia - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Antes restrita à Amazônia - WeekNews</title>
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		<title>Estudo explica diferença de sintomas entre febre do Oropouche e dengue</title>
		<link>https://weeknews.online/estudo-explica-diferenca-de-sintomas-entre-febre-do-oropouche-e-dengue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Feb 2026 13:42:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Antes restrita à Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[Estado de São Paulo confirma primeira morte por dengue em 2026]]></category>
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		<category><![CDATA[método Wolbachia]]></category>
		<category><![CDATA[Perfis clínicos e laboratoriais da doença do vírus Oropouche no surto de 2024 em Manaus]]></category>
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		<category><![CDATA[SUS vai vacinar profissionais de saúde contra dengue em fevereiro]]></category>
		<category><![CDATA[um surto de febre do Oropouche no país]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Um estudo desenvolvido por pesquisadores brasileiros durante um surto de febre do Oropouche no país, em 2024, pretende auxiliar no diagnóstico e na diferenciação de sintomas entre essa doença e a dengue, especialmente em regiões onde elas circulam juntas. Chamado de Perfis clínicos e laboratoriais da doença do vírus Oropouche no surto de 2024 em Manaus, Amazônia Brasileira, e publicado na revista científica PLOS Neglected Tropical Diseases, o estudo apontou que os sintomas da febre do Oropouche são muito semelhantes aos da dengue. Notícias relacionadas: SUS vai vacinar profissionais de saúde contra dengue em fevereiro. Antes restrita à Amazônia, febre oropouche se espalha pelo país. Estado de São Paulo confirma primeira morte por dengue em 2026. No entanto, destacou Maria Paula Mourão, médica pesquisadora&#8230;</p>
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				</p>
<p>Um estudo desenvolvido por pesquisadores brasileiros durante um surto de febre do Oropouche no país, em 2024, pretende auxiliar no diagnóstico e na diferenciação de sintomas entre essa doença e a dengue, especialmente em regiões onde elas circulam juntas.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1769953364_927_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1769953365_708_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Chamado de <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://journals.plos.org/plosntds/article?id=10.1371/journal.pntd.0013604#sec018" target="_blank"><em>Perfis clínicos e laboratoriais da doença do vírus Oropouche no surto de 2024 em Manaus, Amazônia Brasileira</em></a>, e publicado na revista científica <em>PLOS Neglected Tropical Diseases</em>, o estudo apontou que os sintomas da febre do Oropouche são muito semelhantes aos da dengue.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>SUS vai vacinar profissionais de saúde contra dengue em fevereiro.</li>
<li>Antes restrita à Amazônia, febre oropouche se espalha pelo país.</li>
<li>Estado de São Paulo confirma primeira morte por dengue em 2026.</li>
</ul>
<p>No entanto, destacou Maria Paula Mourão, médica pesquisadora da Rede Colaborativa de Vigilância Ampliada e Oportuna (Revisa), a pesquisa apontou que <strong>há algumas diferenças importantes entre elas, que nem sempre são facilmente percebidas pela equipe clínica.</strong></p>
<p>&#8220;No Oropouche, a dor de cabeça costuma ser mais intensa, as dores articulares são mais frequentes, e as manchas na pele tendem a ser mais disseminadas. Também observamos alterações laboratoriais mais significativas, como aumento discreto de enzimas do fígado, e diferenças na resposta do sistema imunológico”, disse Maria Paula, em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
<p>“Já na dengue costuma ocorrer mais diminuição das plaquetas, risco maior de sangramentos e de choque. Mesmo assim, só os sintomas não são suficientes para diferenciar com segurança uma doença da outra”, acrescentou.</p>
<p>De acordo com a pesquisadora, é muito difícil para a população em geral e também para os profissionais da saúde diferenciarem as duas doenças apenas pelos sintomas que provocam.</p>
<p>Por isso, ressalta ela, <strong>o mais importante não é fazer essa diferenciação, mas estabelecer um cuidado e um tratamento que sejam eficientes contra esses sintomas.</strong></p>
<p>“Mais importante do que saber o nome da doença é reconhecer rapidamente os sinais de gravidade, como dor abdominal intensa, vômitos persistentes, sangramentos, tontura, confusão mental ou piora progressiva do estado geral e buscar o serviço de saúde mais próximo”, alertou.</p>
<p>Ela acrescentou que <strong>gestantes, crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas precisam de um cuidado ainda mais atento quando apresentam febre, mesmo que os sintomas pareçam leves no início.</strong> &#8220;Nesses grupos, a recomendação é procurar avaliação médica precoce e não esperar a piora do quadro”.</p>
<p> </p>
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Foto: Conselho Federal de Farmácia/Divulgação" title="Conselho Federal de Farmácia/Divulgação"><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/mosquito_maruim_.jpg" alt="Brasília (DF) 02/02/2024 - O Ministério da Saúde define a febre do Oropouche como doença causada por um arbovírus do gênero Orthobunyavirus, identificado pela primeira vez no Brasil,  em 1960, a partir da amostra de sangue de um bicho-preguiça capturado durante a construção da rodovia Belém-Brasília.
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<h6 class="meta"><!--copyright=394654-->Mosquito maruim, transmissor da febre do Oropouche Foto: Conselho Federal de Farmácia/Divulgação<!--END copyright=394654--></h6>
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<h2>Linhagem de maior virulência</h2>
<p>O trabalho foi conduzido por um grupo de pesquisadores brasileiros e é resultado da Rede de Vigilância em Saúde Ampliada (Revisa), organizada com apoio do Instituto Todos pela Saúde (ItpS).</p>
<p>Esse estudo acompanhou pessoas com doença febril aguda que buscaram atendimento na Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD), em Manaus (AM).</p>
<p>Os pacientes foram acompanhados por até 28 dias, com avaliação clínica, exames laboratoriais e testes específicos para dengue, oropouche e outras arboviroses.</p>
<p>Durante esse trabalho, os pesquisadores também concluíram que o surto que ocorreu em Manaus foi provocado por uma linhagem reordenada do Oropouche, já detectada em anos anteriores, mas com características de maior virulência e replicação, o que pode explicar a intensidade e o alcance do surto de 2024.</p>
<p>“Identificamos que o vírus que circulou em Manaus em 2024 pertence a uma linhagem que já vinha circulando no Brasil, mas que passou por modificações genéticas ao longo do tempo. Isso sugere transmissão local contínua&#8221;.</p>
<p>A pesquisadora explicou que essas mudanças podem ter contribuído para a intensidade do surto, mas não são o único fator — questões ambientais, climáticas e a presença do vetor também têm papel importante.</p>
<p> </p>
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<h6 class="meta"><!--copyright=408804-->Combate a focos do mosquito da dengue. Foto: José Cruz/Agência Brasil</h6>
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<h2>A febre do Oropouche</h2>
<p>A febre do Oropouche é causada por um vírus que é transmitido principalmente pelo mosquito <em>Culicoides paraensis</em>, mais conhecido como maruim ou mosquito-pólvora, incidente em todo o país.</p>
<p>Depois de picar uma pessoa ou animal infectado, o vírus permanece no inseto por alguns dias. Então, quando o inseto pica uma pessoa saudável, ele pode infectá-la com o vírus.</p>
<p>Pesquisadora do Instituto Todos pela Saúde (ItpS), Bárbara Chaves explica que dengue e febre do oropouche são arboviroses, doenças causadas por vírus transmitidos por insetos.</p>
<p>“A dengue é uma doença bastante conhecida pelos brasileiros, com a qual convivemos há muitos anos. Tem alta incidência no Brasil, principalmente devido à abundância do mosquito transmissor, o <em>Aedes aegypti</em>. Isso se deve ao clima favorável para a proliferação do mosquito e à característica urbana dessa espécie”, ressaltou.</p>
<p>Já a febre do Oropouche, lembrou a pesquisadora, ficou mais conhecida no país a partir de 2024, quando passou a ser notificada também em outros estados brasileiros.</p>
<p>“Essa dispersão e aumento no número de casos de febre do Oropouche podem ter ocorrido por um conjunto de fatores, como mudanças no uso da terra, incluindo desmatamento e desenvolvimento agrícola”, esclareceu.</p>
<p>Para Bárbara, a diminuição de do número de casos de ambas as doenças depende de melhorar o diagnóstico e o monitoramento.</p>
<p>“Em relação à dengue, podemos diminuir a incidência com o combate ao mosquito transmissor, ou seja, com a eliminação dos criadouros. Há também estratégias já adotadas em algumas cidades, como o método Wolbachia [tecnologia que consiste em inserir a bactéria Wolbachia em alguns mosquitos para impedir que os vírus dessas doenças se desenvolvam dentro do mosquito], além da vacina contra o vírus”, disse ela.</p>
<p>No entanto, no caso do Oropouche, o combate é um pouco mais complicado, já que o mosquito que provoca a doença se reproduz em ambientes naturais, úmidos e ricos em matéria orgânica em decomposição.</p>
<p>“Há medidas que podem ajudar a conhecer e responder melhor a essas duas doenças, como monitorar a evolução dos vírus para identificar diferentes linhagens e melhorar o diagnóstico diferencial entre as duas doenças, principalmente em regiões onde ambos os vírus circulam”.</p>
<p> Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-01/estudo-explica-diferenca-de-sintomas-entre-febre-do-oropouche-e-dengue">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 01 Feb 2026 10:15:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Risco de morte em pessoas com obesidade sarcopênica aumenta em 80%</title>
		<link>https://weeknews.online/risco-de-morte-em-pessoas-com-obesidade-sarcopenica-aumenta-em-80/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 17:13:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Antes restrita à Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[CFM proíbe anestesia para a realização de tatuagens]]></category>
		<category><![CDATA[febre oropouche se espalha pelo país]]></category>
		<category><![CDATA[Hepatites virais causam mais de mil mortes em 2024 no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade sarcopênica]]></category>
		<category><![CDATA[UFSC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O acúmulo de gordura abdominal, associado à perda de massa muscular, condição conhecida como obesidade sarcopênica, aumenta em mais de 80% o risco de morte, se comparado a pessoas que não apresentam essas duas condições combinadas. A conclusão é de um estudo da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), no interior paulista, em parceria com a University College London, no Reino Unido. Segundo os pesquisadores, pode-se definir como obesidade abdominal a circunferência do abdômen maior que 102 centímetros para homens e 88 centímetros para mulheres. Já a condição muscular é verificada a partir de um índice de massa muscular esquelética. Notícias relacionadas: CFM proíbe anestesia para a realização de tatuagens . Hepatites virais causam mais de mil mortes em 2024 no Brasil. Antes restrita à&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>O acúmulo de gordura abdominal, associado à perda de massa muscular, condição conhecida como obesidade sarcopênica, aumenta em mais de 80% o risco de morte, se comparado a pessoas que não apresentam essas duas condições combinadas.</strong> A conclusão é de um estudo da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), no interior paulista, em parceria com a University College London, no Reino Unido.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753722793_341_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753722793_788_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Segundo os pesquisadores,<strong> pode-se definir como obesidade abdominal a circunferência do abdômen maior que 102 centímetros para homens e 88 centímetros para mulheres</strong>. Já a condição muscular é verificada a partir de um índice de massa muscular esquelética.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>CFM proíbe anestesia para a realização de tatuagens .</li>
<li>Hepatites virais causam mais de mil mortes em 2024 no Brasil.</li>
<li>Antes restrita à Amazônia, febre oropouche se espalha pelo país.</li>
</ul>
<p>Uma das pesquisadoras do estudo, a professora do Departamento de Gerontologia da UFSCar, Valdete Regina Guandalini, explica que a obesidade sarcopênica está relacionada também com a terceira idade, ligada a fatores como perda de autonomia da pessoa idosa e a piora na qualidade de vida nessa faixa etária.</p>
<p><strong>Valdete Guandalini ressalta que, embora a perda muscular seja normal a partir dos 40 anos de idade, alguns fatores podem acentuar ou retardar o processo.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;A prática de atividade física, o consumo alimentar, o não consumo de bebida alcoólica, o uso de cigarro e o sono irão influenciar nesse declínio, tornando-o mais rápido ou não&#8221;.</p>
</blockquote>
<p>A pesquisadora salienta que hábitos saudáveis reduzem a incidência de obesidade sarcopênica. Ela aponta outros dados do estudo, como a redução em 40% do risco de morte entre aqueles com baixa massa muscular, mas sem obesidade abdominal. O que também se observa em indivíduos com obesidade abdominal, mas massa muscular adequada.</p>
<p> Leandro Martins &#8211; Repórter da Rádio Nacional , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-07/risco-de-morte-em-pessoas-com-obesidade-sarcopenica-aumenta-em-80">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 28 Jul 2025 14:04:00 -0300 </p>

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