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	<title>Arquivo de Apesar da redução - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Apesar da redução - WeekNews</title>
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		<title>Parque Nacional da Tijuca recebe primeira soltura de araras-canindés</title>
		<link>https://weeknews.online/parque-nacional-da-tijuca-recebe-primeira-soltura-de-araras-canindes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 17:14:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[4 milhões de hectares em 40 anos]]></category>
		<category><![CDATA[8%]]></category>
		<category><![CDATA[Apesar da redução]]></category>
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		<category><![CDATA[desmatamento ainda ameaça futuro da Mata Atlântica]]></category>
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		<category><![CDATA[Revisão do IBGE: Mata Atlântica perde 1% de área e Cerrado ganha 1]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A plumagem colorida das araras-canindés voltou ao céu da cidade do Rio de Janeiro com a realização da primeira soltura da espécie na capital fluminense, onde ela era considerada extinta. Foi no início deste mês de janeiro que a organização da sociedade civil Refauna, com apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), libertou três fêmeas da espécie, que receberam os nomes de Fernanda, Suely e Fátima. Os pássaros foram reintroduzidos no Parque Nacional da Tijuca. Notícias relacionadas: Revisão do IBGE: Mata Atlântica perde 1% de área e Cerrado ganha 1,8% . Mata Atlântica perde 2,4 milhões de hectares em 40 anos. Apesar da redução, desmatamento ainda ameaça futuro da Mata Atlântica. “Não tem mais população de araras-canindés [no Rio]”, disse à Agência Brasil a bióloga do&#8230;</p>
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<p>A plumagem colorida das araras-canindés voltou ao céu da cidade do Rio de Janeiro com a realização da primeira soltura da espécie na capital fluminense, onde ela era considerada extinta.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1769534078_694_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1769534078_886_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Foi no início deste mês de janeiro que a organização da sociedade civil Refauna, com apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), libertou três fêmeas da espécie, que receberam os nomes de Fernanda, Suely e Fátima. Os pássaros foram reintroduzidos no Parque Nacional da Tijuca.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Revisão do IBGE: Mata Atlântica perde 1% de área e Cerrado ganha 1,8% .</li>
<li>Mata Atlântica perde 2,4 milhões de hectares em 40 anos.</li>
<li>Apesar da redução, desmatamento ainda ameaça futuro da Mata Atlântica.</li>
</ul>
<p>“Não tem mais população de araras-canindés [no Rio]”, disse à <strong>Agência Brasil</strong> a bióloga do Refauna e coordenadora de reintrodução das araras, Lara Renzeti. &#8220;Essa foi a primeira e, até agora, a única soltura dessa espécie de aves no Rio de Janeiro”.</p>
<p>O nome Fernanda foi escolhido para homenagear a atriz Fernanda Torres, que estrelou o premiado filme <em>Ainda Estou Aqui. </em>Já Fátima era a personagem dela no seriado <em>Tapas e Beijos</em>, em que Andréa Beltrão interpretava sua parceira Suely.</p>
<p>As aves vieram do Parque Três Pescadores, localizado em Aparecida, no interior de São Paulo, onde fica o Refúgio das Aves, centro de acolhimento e reabilitação de animais silvestres que não apresentam comportamento de domesticação.</p>
<p>Uma quarta arara também seria liberada, mas precisou de mais tempo sob cuidado especializado. Chamado de Selton, em homenagem ao ator Selton Mello, que interpretou Rubens Paiva no filme premiado, o exemplar macho que fazia parte do grupo não pôde passar pela aclimatação necessária para a soltura porque ainda se recupera de uma infecção pulmonar não contagiosa. A medicação usada no tratamento enfraqueceu as penas das asas de Selton, que terá de aguardar a criação de novas penas para poder voltar a voar.</p>
<p>Com isso, Selton deverá aguardar a chegada de novo grupo de quatro ou seis novas araras-canindés, para passar pelo processo de aclimatação e posterior soltura.</p>
<p>Lara Renzeti acredita que o novo grupo deverá chegar ao Parque Nacional da Tijuca por volta de março próximo e, após um período de quatro a seis meses, as araras-canindés deverão estar aptas para serem soltas entre agosto e setembro deste ano.</p>
<p>No primeiro grupo, o treinamento atrasou sete meses, devido ao problema de saúde de Selton.</p>
<p>As novas araras já têm possíveis ideias de nomes, mas eles serão divulgados posteriormente, disse a bióloga, que guardou segredo.</p>
<p> </p>
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<h6 class="meta"> Refauna realizou no início deste mês de janeiro, com apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a primeira soltura de araras-canindés no Rio. Foto: Flavia Zagury/Refauna<!--END copyright=451279--></h6>
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<h2>Aclimatação</h2>
<p>As araras-canindés chegaram ao Parque Nacional da Tijuca em junho de 2025, onde ficaram abrigadas em um recinto dentro da floresta, para que pudessem se acostumar aos sons e aos cheiros de sua nova casa.</p>
<p>&#8220;E a gente começa a ensinar a elas algumas coisas, como treinamento de voo que, além de facilitar que a gente consiga manejá-las, é como se fosse um exercício diário que elas fazem para ter musculatura peitoral que precisam para o voo e um condicionamento bom”, informou Lara.</p>
<p>A equipe do Refauna também tenta repreender comportamentos inadequados, como se aproximar das pessoas ou descer muito para o chão. As araras são submetidas ainda a uma transição alimentar, uma vez que vêm de zoológico onde são alimentadas com frutas comerciais e ração. No Parque Nacional da Tijuca, elas aprendem a comer frutas que irão encontrar na floresta, como jabuticabas, por exemplo.</p>
<p>“Como estão dentro de um recinto, é preciso alimentá-las todos os dias. Aclimatação é assim: a gente vai oferecendo frutas nativas, vendo como elas interagem com esses frutos”.</p>
<p>A comida é oferecida em plataformas suspensas, para que as araras não a associem diretamente aos integrantes do Refauna.</p>
<p>“Não se pode alimentá-las na mão, por exemplo. É sempre nessas plataformas suspensas, porque elas precisam voar para chegar até a comida, para que haja esse distanciamento”, explicou a coordenadora.</p>
<p>O recinto em que as araras passam pela aclimatação tem 20 metros de comprimento, tamanho que Lara Renzeti considera suficiente para que a equipe consiga direcionar seu voo.</p>
<p>“Elas conseguem voar de uma ponta a outra do recinto, e a gente viu que isso funcionou muito bem, porque quando a gente abriu a porta, elas conseguiram fazer voos de cinco quilômetros (km), de 10 km. Realmente, fazendo aqueles exercícios diários, isso é suficiente para elas terem a musculatura fortalecida, mesmo em um ambiente menor”.</p>
<p> </p>
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<h6 class="meta">Cristo Redentor visto do Parque Nacional da Tijuca, durante mutirão de plantio de mudas de espécies nativas na nascente do Rio Carioca Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil<!--END copyright=72280--></h6>
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<h2>Monitoramento</h2>
<p>Uma vez soltas, as aves continuam a ser acompanhadas pelo Refauna, que realiza intervenções quando necessárias.</p>
<p>“Nessa primeira fase, é muito comum que a gente precise recapturá-las, porque são uma espécie muito inteligente, que depende muito do aprendizado. E como é um ambiente novo, pode ser necessário que o mesmo indivíduo seja recapturado e solto de novo em outro momento. A gente tem sempre que avaliar essa necessidade”.</p>
<p>A recaptura também pode ocorrer caso as araras sejam colocadas em risco. Como são animais resgatados, elas podem se aproximar das pessoas, pousando em árvores ou telhados, por exemplo, em busca de comida.</p>
<p>“Nem todo mundo é bem-intencionado e, muitas vezes, o que elas sabem é procurar comida com as pessoas. A gente tem que ficar de olho para saber se elas estão conseguindo se alimentar por conta própria e isso pode demorar um tempo. Elas têm que procurar comida”.</p>
<p>A equipe do Refauna continua a oferecer comida suplementar, nas mesmas bandejas suspensas que as aves tinham no recinto de aclimatação. “Quando a gente abre a porta, tudo pode acontecer. Pode demorar um tempo até que os animais aprendam a procurar e a encontrar comida. A gente monitora também para fazer essas intervenções”.</p>
<p>A população também pode ajudar com informações ao Refauna. As araras foram liberadas com anilhas, microchips e colares de identificação, sendo monitoradas pela equipe de biólogos, e o monitoramento em vida livre se dará também a partir dos relatos e informações enviadas pela sociedade.</p>
<p>A participação ativa de pessoas é conhecida como Ciência Cidadã e pode ser exercida por qualquer um que tenha interesse em contribuir, enviando informações para o Instagram do Refauna ou para o Whatsapp (21 969744752). O objetivo é facilitar o contato direto com moradores do entorno do parque.</p>
<p>&#8220;A população tem ajudado. Eles avisam mesmo. O Ciência Cidadã é um método que está funcionando muito bem”, confirmou Lara.</p>
<p>Outro sistema que está funcionando bem para o monitoramento participativo é o SISS-Geo. Trata-se de um aplicativo gratuito de registro da fauna silvestre, desenvolvido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Nele, é possível enviar fotos e informações quando uma das araras for avistada. “Não é um aplicativo voltado para o Refauna, mas é uma ferramenta que a gente pode usar para saber onde estão os indivíduos”.</p>
<p>A analista ambiental do ICMBio, Viviane Lasmar, chefe do Parque Nacional da Tijuca, comentou à<strong> Agência Brasil</strong> sobre a importância da educação ambiental para as pessoas que moram no entorno ou que visitam os parques nacionais.</p>
<p>“As pessoas têm se aproximado cada vez mais. Essa é uma boa hora mesmo para ver se a gente consegue contribuir um pouco para diminuir a ignorância ambiental”.</p>
<p> </p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/tnrgo_abr_2007182088.jpg" alt="Oito cutias são soltas no Parque Nacional da Tijuca. A espécie foi escolhida por ser nativa e uma importante dispersora de sementes. O animal chega a enterrar os grãos para consumir depois, favorecendo a restauração florestal." title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta"> Parque Nacional da Tijuca, na cidade do Rio de Janeiro Foto:Tânia Rêgo/Agência Brasil<!--END copyright=119364--></h6>
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<h2>Cursos</h2>
<p>Outra iniciativa para proteger as aves é a realização de cursos de formação com guias que atuam no Parque Nacional da Tijuca, para que possam mostrar às pessoas a forma correta de interagir com os animais presentes no local. O projeto ainda está sendo desenvolvido pelo Refauna.</p>
<p>“Os guias de turismo são importantes, porque estão em contato com muitas pessoas diferentes. Então, é fundamental que a gente consiga esse diálogo”, disse Viviane. &#8220;O que fazer quando se vê um animal desses? Não pode alimentar, não pode ficar falando com o bicho. Vai ser uma forma de a gente divulgar a conduta responsável em encontros com esses animais”.</p>
<p>Viviane Lasmar acrescentou ainda que não só foi um grande prazer receber as araras-canindés como um fato que demonstra a relevância do trabalho do ICMBio de manter o parque conservado para o incremento da biodiversidade.</p>
<p>“É sinal de que a floresta está bem para as nossas araras”, comemorou. “A gente pensa no parque nacional e pensa logo no Cristo Redentor, no turismo. Mas a [Floresta da] Tijuca é muito mais do que isso”.</p>
<p>Além de receber as aves no habtat preservado, o papel do Parque Nacional da Tijuca é também apoiar na infraestrutura, colaborando com a construção dos viveiros, por exemplo, para a colocação dos ninhos das araras, já tentando antever alguma possibilidade de aninhagem futura.</p>
<p>O transporte dos animais também é feito por técnicos e monitores ambientais do parque, que dão apoio em qualquer estrutura que for necessária.</p>
<p>“A gente está se preparando para receber de braços abertos esse novo grupo de araras-canindés”, disse Viviane.</p>
<h2>Meta</h2>
<p>A meta do Refauna é, no período de cinco anos, soltar 50 indivíduos da espécie arara-canindé, liberando dez por ano. Lara Renzeti conta que &#8220;a reintrodução não é uma ciência exata&#8221; e que nem todas essas aves realmente vão povoar o parque. </p>
<p>“Eu gostaria de soltar mais, porque não necessariamente esses dez vão se estabelecer. É uma probabilidade. Quanto mais indivíduos a gente conseguir soltar ao mesmo tempo, maiores são as chances de um ou dois se estabelecerem e se reproduzirem. A ideia é conseguir soltar mais araras-canindés para aumentar as chances de elas se encontrarem e interagirem bem com a floresta e se reproduzirem”, comentou.</p>
<p>Globalmente, a arara-canindé não é considerada em extinção, mas, no estado do Rio de Janeiro, já não se vê mais população dessa espécie, como ocorria em toda a área litorânea da Mata Atlântica, onde há registros históricos muito antigos, datados do Século 16, em muitas localidades, informou Lara Renzeti.</p>
<p>“É uma espécie extinta no estado do Rio de Janeiro. É uma ameaça mais regional. Já no interior do Brasil, no Cerrado, por exemplo, ela é muito comum&#8221;.</p>
<p> </p>
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<h6 class="meta"><!--copyright=262522-->Arara-canindé no Cerrado, por Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil<!--END copyright=262522--></h6>
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<h2>Restauração ecológica</h2>
<p>Desde 2010, o Refauna já reintroduziu várias espécies, entre as quais a cutia-vermelha, o jabuti-tinga e o bugio-ruivo, no Parque Nacional da Tijuca; e a anta, no Mosaico Central Fluminense — na Reserva Ecológica de Guapiaçu e no Parque Estadual dos Três Picos (RJ). </p>
<p>O projeto responde a um desafio global da conservação: o combate à defaunação, caracterizada pela perda de espécies animais. Estudos mostram que cerca de 90% das espécies de plantas da Mata Atlântica dependem de animais para espalhar suas sementes. Quando uma floresta perde sua fauna, ela também perde, aos poucos, a capacidade de se regenerar. A ausência de dispersores compromete a manutenção das florestas e o funcionamento do ecossistema, mesmo em áreas protegidas, alerta o Refauna.</p>
<p>O cenário é especialmente preocupante na Mata Atlântica. Dados do IBGE de 2023 revelam que 43% da fauna ameaçada de extinção no Brasil é exclusiva desse bioma, que concentra o maior número de espécies ameaçadas do país. O Refauna reforça que quando uma espécie é extinta, “não é só ela que desaparece; todo um ciclo de vida se desfaz”.</p>
<p> Alana Gandra &#8211; repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-01/parque-nacional-da-tijuca-recebe-primeira-soltura-de-araras-canindes">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 27 Jan 2026 13:51:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>SOS Mata Atlântica mobiliza setor privado para conservação do bioma</title>
		<link>https://weeknews.online/sos-mata-atlantica-mobiliza-setor-privado-para-conservacao-do-bioma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 19:31:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[4 milhões de hectares em 40 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Apesar da redução]]></category>
		<category><![CDATA[Conservação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento ainda ameaça futuro da Mata Atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[Mata Atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[Mata Atlântica perde 2]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[SOS Mata Atlântica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Fundação SOS Mata Atlântica lançou, nesta quarta-feira (5), a Aliança pela Mata Atlântica, uma coalizão multissetorial que mobiliza o setor privado e parceiros institucionais para investir em projetos de conservação, restauração e proteção da biodiversidade no bioma. O anúncio ocorreu durante o Summit Agenda SP+Verde, evento pré-COP30 realizado em São Paulo. A iniciativa é o principal mecanismo de mobilização empresarial dentro da Estratégia Territorial 2023-2030, um plano de longo prazo da entidade que busca alcançar resultados mensuráveis, especialmente nas bacias do Médio Tietê e do Médio Paraíba do Sul &#8211; territórios estratégicos para o futuro hídrico e climático do bioma. Notícias relacionadas: Mata Atlântica perde 2,4 milhões de hectares em 40 anos. Apesar da redução, desmatamento ainda ameaça futuro da Mata Atlântica.&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/sos-mata-atlantica-mobiliza-setor-privado-para-conservacao-do-bioma/">Leia mais...</a></p>
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				</p>
<p><strong>A Fundação SOS Mata Atlântica lançou, nesta quarta-feira (5), a Aliança pela Mata Atlântica, uma coalizão multissetorial que mobiliza o setor privado e parceiros institucionais para investir em projetos de conservação, restauração e proteção da biodiversidade no bioma.</strong> O anúncio ocorreu durante o Summit Agenda SP+Verde, evento pré-COP30 realizado em São Paulo.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1762371065_618_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1762371066_202_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A iniciativa é o principal mecanismo de mobilização empresarial dentro da Estratégia Territorial 2023-2030, um plano de longo prazo da entidade que busca alcançar resultados mensuráveis, especialmente nas bacias do Médio Tietê e do Médio Paraíba do Sul &#8211; territórios estratégicos para o futuro hídrico e climático do bioma.</p>
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<li>Mata Atlântica perde 2,4 milhões de hectares em 40 anos.</li>
<li>Apesar da redução, desmatamento ainda ameaça futuro da Mata Atlântica.</li>
</ul>
<p>Essas bacias, que se estendem por 5,5 milhões de hectares e abrangem 170 municípios dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, têm alta densidade populacional e econômica, e sofrem com grandes pressões ambientais. A área concentra 12 milhões de habitantes, fortes demandas por água e energia e fragmentação florestal significativa.</p>
<p><strong>Por meio de inteligência e análises geoespaciais para identificar áreas prioritárias, o plano prevê, até 2030, restaurar diretamente 5 mil hectares e avançar rumo ao desmatamento zero nessas bacias. </strong>A entidade ressalta que só em Áreas de Preservação Permanente (APPs) no entorno de rios e cursos d&#8217;água, o potencial de restauração é de mais de 300 mil hectares. </p>
<p>Os indicadores para mensuração de impactos incluem área restaurada, carbono fixado, qualidade da água, conectividade ecológica e geração de empregos verdes.</p>
<blockquote>
<p>“Nós temos duas grandes novidades aqui hoje. A primeira é uma abordagem territorial para um projeto de longo prazo, grande escala e baseado na ciência, para a conservação e a restauração de uma das áreas mais críticas da Mata Atlântica no Brasil, que corre risco de colapso de serviços ecossistêmicos que podem comprometer a economia e as cidades”, avaliou o diretor-executivo da Fundação SOS Mata Atlântica, Luís Fernando Guedes Pinto.</p>
</blockquote>
<p><strong>Segundo a fundação, já foram aportados cerca de R$ 150 milhões em diferentes ações no território e será buscado mais R$ 350 milhões em investimentos. A expectativa é atingir, no total, meio bilhão de reais até o fim da década.</strong></p>
<p>Para Guedes Pinto, a Aliança pela Mata Atlântica nasce como um movimento de corresponsabilidade. “A gente vai trabalhar de maneira integrada nesses territórios, desenhando e implementando soluções, pensando na conservação da biodiversidade, da água, da agricultura e da resiliência climática”, disse.</p>
<p><strong>Além de contribuir para metas globais de clima, água e biodiversidade, a entidade aponta que  a aliança permite que as empresas reduzam riscos socioambientais e econômicos, fortaleçam suas credenciais ESG e atuem pelo desenvolvimento sustentável.</strong> Até o momento, dez empresas já integram a aliança nessa parceria com a SOS Mata Atlântica.</p>
<blockquote>
<p>“A preservação da biodiversidade é um tema central na construção de soluções eficazes para enfrentar o aumento da frequência de eventos climáticos extremos. Ela também é fundamental para tornar as cidades e o nosso negócio mais resilientes às mudanças climáticas em curso”, disse  Juliana Silva, diretora de Sustentabilidade da Motiva, empresa que integra a aliança.</p>
</blockquote>
<p> Camila Boehm &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-11/sos-mata-atlantica-mobiliza-setor-privado-para-conservacao-do-bioma">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 05 Nov 2025 16:14:00 -0300 </p>

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]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Mata Atlântica perde 2,4 milhões de hectares em 40 anos</title>
		<link>https://weeknews.online/mata-atlantica-perde-24-milhoes-de-hectares-em-40-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 15:48:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Apesar da redução]]></category>
		<category><![CDATA[aponta pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Atividades econômicas ilegais ampliaram desmatamento na Mata Atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento ainda ameaça futuro da Mata Atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[MapBiomas]]></category>
		<category><![CDATA[Mata Atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[Situação dos rios na Mata Atlântica é preocupante]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Mata Atlântica perdeu 2,4 milhões de hectares de floresta nas últimas quatro décadas. O número é equivalente a uma redução de 8,1% da área registrada no início da série histórica. Segundo levantamento do MapBiomas, divulgado nesta segunda-feira (28), o bioma mais degradado do país mantém apenas 31% de sua vegetação natural. Metade do desmatamento recente ainda atinge áreas com mais de 40 anos. Notícias relacionadas: Apesar da redução, desmatamento ainda ameaça futuro da Mata Atlântica. Situação dos rios na Mata Atlântica é preocupante, aponta pesquisa. Atividades econômicas ilegais ampliaram desmatamento na Mata Atlântica. “A vegetação natural da Mata Atlântica foi suprimida para abrir espaço para atividades humanas desde o início da colonização. Em 1985, ano de início da nossa série histórica, o&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>A Mata Atlântica perdeu 2,4 milhões de hectares de floresta nas últimas quatro décadas. O número é equivalente a uma redução de 8,1% da área registrada no início da série histórica.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1761666497_938_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1761666497_838_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Segundo levantamento do MapBiomas, divulgado nesta segunda-feira (28), o bioma mais degradado do país mantém apenas 31% de sua vegetação natural. Metade do desmatamento recente ainda atinge áreas com mais de 40 anos.</p>
<blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Apesar da redução, desmatamento ainda ameaça futuro da Mata Atlântica.</li>
<li>Situação dos rios na Mata Atlântica é preocupante, aponta pesquisa.</li>
<li>Atividades econômicas ilegais ampliaram desmatamento na Mata Atlântica.</li>
</ul>
<p>“A vegetação natural da Mata Atlântica foi suprimida para abrir espaço para atividades humanas desde o início da colonização. Em 1985, ano de início da nossa série histórica, o bioma tinha apenas 27% de sua área florestal original&#8221;, diz Natalia Crusco, da equipe do MapBiomas.</p>
</blockquote>
<p><strong>&#8220;De lá para cá, o ritmo de desmatamento foi diferente em cada uma das quatro décadas até 2024. Depois da promulgação da Leia da Mata Atlântica é possível notar, inclusive, um ligeiro aumento na área florestada do bioma&#8221;, acrescenta ela. </strong></p>
<h2>Vegetação nativa</h2>
<p>O estudo reforça a importância das políticas de conservação e recuperação da vegetação nativa. Entre 1985 e 2024, o bioma perdeu 2,4 milhões de hectares de florestas.</p>
<p><strong>Apesar da desaceleração do desmatamento, os últimos cinco anos registraram uma média de 190 mil hectares desmatados por ano. Cerca da metade do desmatamento em 2024 ainda acontece em florestas maduras (com mais de 40 anos), que carregam grande parte da biodiversidade, estoque de carbono e são as principais responsáveis pelos serviços ecossistêmicos da floresta.</strong></p>
<p>A agricultura segue como principal força de transformação da paisagem. O cultivo agrícola quase dobrou de área desde 1985 e hoje ocupa um terço (33%) da produção nacional dentro do bioma. Soja (343%), cana-de-açúcar (256%) e café (105%) estão entre as lavouras que mais cresceram, enquanto as pastagens perderam 8,5 milhões de hectares no período.</p>
<h2>Avanço agrícola</h2>
<p>A silvicultura também ganhou espaço: a área destinada ao cultivo comercial de árvores quintuplicou em 40 anos e já representa mais da metade de toda a atividade no país.</p>
<p><strong>Além do avanço agrícola, o crescimento urbano na Mata Atlântica duplicou desde 1985, com três em cada quatro municípios (77%) expandindo sua área urbanizada.</strong></p>
<p>Mais de 80% dos municípios da Mata Atlântica, no entanto, têm áreas urbanizadas pequenas, com menos de mil hectares. Só três capitais têm mais de 30 mil hectares: São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba.</p>
<p> Rafael Cardoso &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/mata-atlantica-perde-24-milhoes-de-hectares-em-40-anos">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 28 Oct 2025 11:53:00 -0300 </p>

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		<title>Jequitibá-rosa com cerca de 500 anos é localizado em parque no Rio</title>
		<link>https://weeknews.online/jequitiba-rosa-com-cerca-de-500-anos-e-localizado-em-parque-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2025 21:32:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Apesar da redução]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento ainda ameaça futuro da Mata Atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo mostra que demarcar terras indígenas melhora saúde da população]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[jequitibá-rosa]]></category>
		<category><![CDATA[Mata Atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Povos tradicionais debatem políticas de transformação agroecológica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz Mata Atlântica) registraram no Parque Estadual da Pedra Branca, em Guaratiba, zona oeste do Rio de Janeiro, um exemplar centenário de jequitibá-rosa, com cerca de 40 metros de altura, o equivalente a um prédio de 13 andares, e 7 metros de circunferência. Estima-se que a espécie tenha cerca de 500 anos.  De acordo com os biólogos da Fiocruz Mata Atlântica Monique Medeiros Gabriel e Jaílton Costa, o jequitibá-rosa está localizado a 1 km no interior da mata, a 200 metros de altitude, na área do parque.  Notícias relacionadas: Apesar da redução, desmatamento ainda ameaça futuro da Mata Atlântica. Povos tradicionais debatem políticas de transformação agroecológica. Estudo mostra que demarcar terras indígenas melhora saúde da população. “Sua conservação&#8230;</p>
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				</p>
<p>Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz Mata Atlântica) registraram no Parque Estadual da Pedra Branca, em Guaratiba, zona oeste do Rio de Janeiro, um exemplar centenário de jequitibá-rosa, com cerca de 40 metros de altura, o equivalente a um prédio de 13 andares, e 7 metros de circunferência. <strong>Estima-se que a espécie tenha cerca de 500 anos.</strong> <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1759354324_999_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1759354325_582_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>De acordo com os biólogos da Fiocruz Mata Atlântica Monique Medeiros Gabriel e Jaílton Costa, o jequitibá-rosa está localizado a 1 km no interior da mata, a 200 metros de altitude, na área do parque. </p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Apesar da redução, desmatamento ainda ameaça futuro da Mata Atlântica.</li>
<li>Povos tradicionais debatem políticas de transformação agroecológica.</li>
<li>Estudo mostra que demarcar terras indígenas melhora saúde da população.</li>
</ul>
<p><strong>“Sua conservação é atribuída ao acesso restrito por meio do Sítio Jequitibá-Rosa, propriedade particular mantida por Carlos Sergio Raposo, que também preserva outros exemplares da espécie. O local abriga um importante remanescente da Floresta da Pedra Branca, com grande diversidade de plantas e árvores de grande porte”, informou a Fiocruz.</strong> </p>
<p>Biólogo da Fiocruz Mata Atlântica, Thiago Fernandes avalia que a espécie é exclusiva da Mata Atlântica e está ameaçada de extinção devido à extração de madeira e à perda de hábitat. </p>
<blockquote>
<p>“A espécie foi marcada para coleta de sementes e produção de mudas no horto da Fiocruz Mata Atlântica, com o objetivo de reintroduzi-la na natureza. Essa ação segue as recomendações de órgãos oficiais de conservação, como o Centro Nacional de Conservação da Flora [CNCFlora]”, explicou o pesquisador.</p>
</blockquote>
<h2>Estação</h2>
<p><strong>Fundada em 2016, a Estação Biológica Fiocruz Mata Atlântica (EBFMT) é um laboratório natural dedicado à pesquisa na interface entre biodiversidade e saúde.</strong> Trata-se da primeira estação biológica do Ministério da Saúde, sendo também a primeira do município do Rio de Janeiro e a primeira do mundo com foco primário em biodiversidade e saúde. </p>
<p>A estação também atua na restauração ecológica da Mata Atlântica na área da extinta Colônia Juliano Moreira, em Jacarepaguá, em consonância com os objetivos do Parque Estadual da Pedra Branca.</p>
<p><em>* Com informações da Fiocruz</em></p>
<p> Agência Brasil * , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-10/jequitiba-rosa-com-cerca-de-500-anos-e-localizado-em-parque-no-rio">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 01 Oct 2025 18:01:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Atlas quer tornar unidades de conservação fluminenses mais conhecidas</title>
		<link>https://weeknews.online/atlas-quer-tornar-unidades-de-conservacao-fluminenses-mais-conhecidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Jun 2025 17:49:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Apesar da redução]]></category>
		<category><![CDATA[aponta pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[área de conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Atividades econômicas ilegais ampliaram desmatamento na Mata Atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[Atlas das Unidades de Conservação Municipais do Estado do Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento ainda ameaça futuro da Mata Atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[Mata Atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[parque municipal]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Situação dos rios na Mata Atlântica é preocupante]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. As penas vibrantes na cabeça — nas cores vermelha, laranja, azul e roxa — tornam o papagaio-chauá uma ave singular. O pássaro vive na Mata Atlântica e, por sua beleza, é vítima de captura ilegal, uma das principais ameaças à espécie, junto ao desmatamento. Para proteger o pequeno animal, o município de Cambuci, a 300 quilômetros da cidade do Rio de Janeiro, mantém o Refúgio da Vida Silvestre (Revis) do Chauá. Trata-se de uma unidade de conservação de proteção integral, que cobre 4,4 mil hectares e ao menos 67 nascentes preservadas. Além do papagaio de penas vibrantes, o refúfio abriga outros animais em risco de extinção ou criticamente ameaçados, como a paca, o tatu-galinha e o sagui-taquara. Papagaio-chauá no Refúgio da Vida Silvestre (Revis)&#8230;</p>
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<p>As penas vibrantes na cabeça — nas cores vermelha, laranja, azul e roxa — tornam o papagaio-chauá uma ave singular. O pássaro vive na Mata Atlântica e, por sua beleza, é vítima de captura ilegal, uma das principais ameaças à espécie, junto ao desmatamento.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1749318566_528_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1749318566_124_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Para proteger o pequeno animal, o município de Cambuci, a 300 quilômetros da cidade do Rio de Janeiro, mantém o Refúgio da Vida Silvestre (Revis) do Chauá. Trata-se de uma unidade de conservação de proteção integral, que cobre 4,4 mil hectares e ao menos 67 nascentes preservadas. Além do papagaio de penas vibrantes, o refúfio abriga outros animais em risco de extinção ou criticamente ameaçados, como a paca, o tatu-galinha e o sagui-taquara.</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-right">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=426315:medio_4colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/mata_atlantica05.jpg" alt="Brasília (DF), 03/06/2025 - Mata Atlântica, Papagaio-chauá no Refúgio da Vida Silvestre (Revis) do Chauá, em Cambuci, no noroeste fluminense.&#13;&#10;Foto: Gustavo Pedro/Divulgação" title="Gustavo Pedro/Divulgação"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/mata_atlantica05.jpg" alt="Brasília (DF), 03/06/2025 - Mata Atlântica, Papagaio-chauá no Refúgio da Vida Silvestre (Revis) do Chauá, em Cambuci, no noroeste fluminense.&#13;&#10;Foto: Gustavo Pedro/Divulgação" title="Gustavo Pedro/Divulgação"/><br />
    <!-- END scald=426315 --></div>
<p><h6 class="meta">Papagaio-chauá no Refúgio da Vida Silvestre (Revis) do Chauá, em Cambuci, no noroeste fluminense. <strong>Gustavo Pedro/Divulgação</strong><!--END copyright=426315--></h6>
</p>
</div>
<p>A Revis do Chauá está aberta à visitação e, no local, é possível fazer trilhas, ciclismo, tomar banho de cachoeira, além de pesquisas sobre a fauna e a flora silvestres. No entanto, essas informações não estão facilmente disponíveis ao público, assim como a de outras unidades de conservação municipais no estado do Rio.</p>
<p>Para reuni-las e incentivar que mais pessoas conheçam esses territórios, foi lançado o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.inea.rj.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/livro.pdf" target="_blank">Atlas das Unidades de Conservação Municipais do Estado do Rio de Janeiro</a>, em maio.<strong> A publicação tem quase 600 páginas e traz um panorama de todas as 416 unidades mapeadas até 2022 nos 92 municípios fluminenses</strong>, acompanhadas de imagens realizadas pelos fotógrafos de natureza Gustavo Pedro, Marcus Terranova e Eduardo Martino.</p>
<h2>Informação e pertencimento</h2>
<p><strong>O atlas apresenta informações contextualizadas sobre cada unidade, mapas, descrição de animais e plantas, atrativos naturais e estruturas de uso público.</strong> O material foi elaborado nos últimos quatro anos, por uma equipe multiprofissional, com apoio dos recursos do ICMS Ecológico, oriundos de ações de compensação ambiental.</p>
<p>“Despertar o pertencimento nas pessoas é uma de nossas estratégias de proteção e divulgação da biodiversidade”,  explicou a subsecretária de Mudanças do Clima e Conservação da Biodiversidade, Renata Lopes. Na avaliação dela, ao conhecer as unidades e saber que existem, as pessoas vão saber o que ocorre ali, os atrativos, as espécies e os usos do lugar.  </p>
<p> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=426318:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/mata_atlantica02.jpg" alt="Brasília (DF), 03/06/2025 - Mata Atlântica, Reserva Biológica das Orquídeas/ Arraial do Cabo-RJ&#13;&#10;Foto: Gustavo Pedro/Divulgação" title="Gustavo Pedro/Divulgação"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/mata_atlantica02.jpg" alt="Brasília (DF), 03/06/2025 - Mata Atlântica, Reserva Biológica das Orquídeas/ Arraial do Cabo-RJ&#13;&#10;Foto: Gustavo Pedro/Divulgação" title="Gustavo Pedro/Divulgação"/><br />
    <!-- END scald=426318 --></div>
<p><h6 class="meta">Reserva Biológica das Orquídeas, em Arraial do Cabo, na Região dos Lagos do RJ Foto <strong>Gustavo Pedro/Divulgação</strong><!--END copyright=426318--></h6>
</p>
</div>
<p>“Pouca gente sabe, por exemplo, que o Pão de Açúcar é municipal, assim como a Pedra do Cão Sentado, em Nova Friburgo, ou a Pedra da Tartaruga, em Teresópolis”, disse.  Os dois últimos, na região serrana fluminense, são pontos bastante visitados por turistas e aventureiros, para trilhas, escalada e montanhismo.</p>
<p><strong>Outra intenção do atlas é apoiar as gestões municipais, de acordo com a subsecretária.</strong> “Há dados que são perdidos em trocas de gestão e que devem levar ao desenvolvimento de estratégias de divulgação e de estímulo aos planos de manejo [gestão do espaço]”, explicou.</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-left">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=426316:medio_4colunas {"additionalClasses":""} --><br />
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/mata_atlantica04.jpg" alt="Brasília (DF), 03/06/2025 - Mata Atlântica, &#13;&#10;Parque Natural Municipal Mico-leão-dourado/Cabo Frio-RJ&#13;&#10;Foto: Gustavo Pedro/Divulgação" title="Gustavo Pedro/Divulgação"/><br />
    <!-- END scald=426316 --></div>
<p><h6 class="meta">Parque Natural Municipal Mico-leão-dourado, em Cabo Frio, no Rio de Janeiro <strong>Gustavo Pedro/Divulgação</strong><!--END copyright=426316--></h6>
</p>
</div>
<p>Uma página virtual vinculada ao Atlas deve entrar no ar em julho com mapas e informações atualizadas, facilitando a visualização da localização e da proporção das unidades de conservação no estado. <strong>Ao todo, elas protegem cerca de 13% de todo o território fluminense e se somam às demais 39 unidades UCs estaduais e 19 federais.</strong> Todas juntas, as 474 UCs no estado do Rio e as 175 RPPNs contribuem para formação de mosaicos e corredores ecológicos que permitem o ir e vir da flora e da fauna.</p>
<p><strong>Além de conservar a biodiversidade, as unidades de conservação cumprem papel importante para a segurança hídrica e de adaptação às mudanças climáticas.</strong> Por isso, o representante do Movimento Baía Viva, o ambientalista Sérgio Ricardo Potiguara, recomenda que o governo do Rio financie ações nessas unidades. Para o ambientalista, entre as prioridades está a instalação de brigadas florestais para combater incêndios.</p>
<blockquote>
<p>“É relevante consolidar as informações desses territórios em um documento técnico. Mas, na prática, como o estado [do Rio de Janeiro] foi o que mais desmatou a Mata Atlântica, e diante das sucessivas crises hídricas, na região dos lagos e região metropolitana, por exemplo, os municípios fluminenses precisam de financiamento dos fundos públicos para que não tenhamos unidades de conservação só no papel”, cobrou o especialista.</p>
</blockquote>
<p>Para os interessados na Mata Atlântica, o atlas traz ainda dados sobre o bioma, assim como complementam a publicação informações sobre as Reserva Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs), criadas pelos governos federal e estadual. Entre elas, está a Fazenda Caruara, a maior RPPN do país, no município de São João de Barra.</p>
<p>De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, só restam apenas 13% da Mata Atlântica no país. No estado do Rio de Janeiro, as unidades de conservação protegem 30% do território, uma área que originalmente era coberta por esse bioma.</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=407207:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/dscf0214-3.jpg" alt="Cachoeiras de Macacu (RJ) 25/11/2024 – Um  Jequitibá-rosa (Cariniana legalis) milenar, com mais de 40 metros de altura, é observado pelo guarda-parque Leomir Ferreira no Parque Estadual dos Três Picos, que recebe monitoramento do Projeto Guapiaçu para restauração da Mata Atlântica e educação ambiental. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/dscf0214-3.jpg" alt="Cachoeiras de Macacu (RJ) 25/11/2024 – Um  Jequitibá-rosa (Cariniana legalis) milenar, com mais de 40 metros de altura, é observado pelo guarda-parque Leomir Ferreira no Parque Estadual dos Três Picos, que recebe monitoramento do Projeto Guapiaçu para restauração da Mata Atlântica e educação ambiental. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=407207 --></div>
<p><h6 class="meta">Um Jequitibá-rosa (Cariniana legalis) milenar, com mais de 40 metros de altura, é observado pelo guarda-parque Leomir Ferreira no Parque Estadual dos Três Picos <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong><!--END copyright=407207--></h6>
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<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
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<p> Isabela Vieira &#8211; repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-06/atlas-quer-tornar-unidades-de-conservacao-fluminenses-mais-conhecidas">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 07 Jun 2025 09:47:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/atlas-quer-tornar-unidades-de-conservacao-fluminenses-mais-conhecidas/">Atlas quer tornar unidades de conservação fluminenses mais conhecidas</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>Ibama receberá 825,7 milhões para combate ao desmatamento ilegal</title>
		<link>https://weeknews.online/ibama-recebera-8257-milhoes-para-combate-ao-desmatamento-ilegal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 22:51:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia Legal]]></category>
		<category><![CDATA[Apesar da redução]]></category>
		<category><![CDATA[Áreas de Proteção Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Bônus para catadores impede que plásticos poluam rios da Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento ainda ameaça futuro da Mata Atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama aprova plano da Petrobras sobre fauna na Foz do Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, nesta terça-feira (3), o repasse de R$ 825,7 milhões do Fundo Amazônia para reforçar as ações de fiscalização ambiental para o controle do desmatamento ilegal na Amazônia executadas pelo Instituto Nacional de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Os recursos deverão ser usados no prazo de 60 meses para modernizar a resposta ao desmatamento ilegal e aumentar a presença do Estado na Amazônia Legal. Entre as ações previstas, estão a compra de helicópteros de grande porte com proteção balística e de drones de alta tecnologia e a construção de bases aéreas e helipontos estratégicos na floresta. O anúncio foi feito durante cerimônia no Palácio do Planalto, destacando ações do governo na área e em&#8230;</p>
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Feed Últimas.<br />
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<p><strong>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, nesta terça-feira (3), o repasse de R$ 825,7 milhões do Fundo Amazônia para reforçar as ações de fiscalização ambiental para o controle do desmatamento ilegal na Amazônia executadas pelo Instituto Nacional de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama).</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1748991077_830_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1748991078_836_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os recursos deverão ser usados no prazo de 60 meses para modernizar a resposta ao desmatamento ilegal e aumentar a presença do Estado na Amazônia Legal. Entre as ações previstas, estão a compra de helicópteros de grande porte com proteção balística e de drones de alta tecnologia e a construção de bases aéreas e helipontos estratégicos na floresta.</p>
<p>O anúncio foi feito durante cerimônia no Palácio do Planalto, destacando ações do governo na área e em celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, a ser comemorado na quinta-feira (5). Também participaram da cerimônia a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, e os presidentes do Ibama, Rodrigo Agostinho, e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante. O BNDES é o responsável pela gestão dos recursos do fundo.</p>
<p>Na ocasião, Marina destacou que o repasse mostra a seriedade e o comprometimento do governo na luta contra o desmatamento ilegal.</p>
<p>“O Fundo Amazônia é fruto do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal. É resultado de doações realizadas a partir da redução do desmatamento que obtivemos no bioma. Neste governo, já evitamos lançar na atmosfera 450 milhões de toneladas de CO2 [dióxido de carbono]. Isso dobrou os recursos do Fundo Amazônia. Esse dinheiro volta agora volta ao Ibama para a compra de mais helicópteros, meios tecnológicos e serviços públicos com o objetivo de prevenir e combater incêndios e desmatamento”, disse Marina.</p>
<p>Na ocasião, o presidente Lula assinou decretos criando mais três unidades de conservação (UCs) federais: duas no Paraná e uma no Espírito Santo. Esta última é a Área de Proteção Ambiental (APA) da Foz do Rio Doce, que visa proteger o ecossistema da região costeira e marinha da região, afetada pelo rompimento da barragem do Fundão, em novembro de 2015, em Mariana (MG).</p>
<p><strong>As medidas se inserem nas ações do governo relacionadas ao Dia do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho. Com 45.417 hectares nos municípios capixabas de Linhares e Aracruz, a APA Foz do Rio Doce integra áreas terrestres e marinhas no bioma da Mata Atlântica. A unidade foi criada como parte do acordo judicial para reparar os danos causados à população pelo rompimento da barragem de Fundão.</strong></p>
<p>A região da foz do Rio Doce, que abriga 255 espécies de aves, 47 de anfíbios, 54 de mamíferos e 54 de répteis, é a única área continental de desova da tartaruga-de-couro no Brasil, espécie ameaçada de extinção, assim como ocorre com outras espécies marinhas na região, como o mero, a toninha e a tartaruga-cabeçuda.</p>
<p>Ao ler o decreto, a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, disse que houve um trabalho cuidadoso da equipe na criação da APA e na recuperação da bacia do Rio Doce.</p>
<blockquote>
<p>“Isso é para comemorar mesmo. Em Mariana, nós tivemos aquele aquele terrível acontecimento, contaminando toda a foz do Rio Doce. Além do acordo que fizemos, no seu governo [do presidente Lula], para a recuperação da bacia [do Rio Doce], reposicionando o que seria uma grande injustiça,” afirmou Marina.</p>
</blockquote>
<p>Em razão da sua relevância para o meio ambiente, a nova unidade está inserida em cinco planos de ação nacionais voltados para a conservação de espécies ameaçadas: PAN Tartarugas Marinhas, PAN Corais, PAN Cetáceos Marinhos, PAN Aves Marinhas e PAN Toninha.</p>
<h2>Sustentabilidade</h2>
<p><strong>Segundo o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, a nova APA permitirá que pescadores, comunidades tradicionais, indígenas e quilombolas desenvolvam atividades sustentáveis enquanto protegem o ambiente marinho e o terrestre na região, palco de agregações reprodutivas de muitas espécies de peixes de elevada importância comercial.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Como exemplo temos as garoupas e os badejos, além do robalo, encontrados ao longo dos recifes do banco dos Abrolhos e na região do Rio Doce. A área também abriga um dos maiores bancos camaroneiros do país, e a futura APA protegerá justamente o berçário desse importante recurso pesqueiro”, informou a pasta.</p>
</blockquote>
<p>Já no Paraná, as duas reservas de proteção ambiental foram criadas no município de Pinhão: a Reserva de Desenvolvimento Sustentável Faxinal São Roquinho (com 1.231,50 hectares) e a Reserva de Desenvolvimento Sustentável Faxinal Bom Retiro (com 1.576,54 hectares). O objetivo é preservar os remanescentes de florestas de araucárias na região, que também é rica em erva-mate e pinhão.</p>
<p>As reservas também permitirão assegurar as condições e os meios necessários para a reprodução e a melhoria dos modos e da qualidade de vida dos povos faxinalenses, comunidades tradicionais que criam animais soltos em terras coletivas, principalmente porcos, que constituem importante fonte de renda e alimentação.</p>
<p>Também foi assinado o decreto que trata da Estratégia e do Plano de Ação Nacionais de Biodiversidade, o decreto que institui a estratégia nacional para a conservação e o uso sustentável dos recifes de coral, decreto que dispõe sobre o programa de áreas protegidas da Amazônia e o que estabelece os limites do Parque Nacional Saint-Hilaire/Lange, localizado na Serra do Mar, no Paraná.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-06/ibama-recebera-8257-milhoes-para-combate-ao-desmatamento-ilegal">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 03 Jun 2025 19:30:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/ibama-recebera-8257-milhoes-para-combate-ao-desmatamento-ilegal/">Ibama receberá 825,7 milhões para combate ao desmatamento ilegal</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>Quase todos os biomas registraram redução do desmatamento em 2024</title>
		<link>https://weeknews.online/quase-todos-os-biomas-registraram-reducao-do-desmatamento-em-2024-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 May 2025 14:37:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia: alerta de desmatamento cresce e mobiliza governo]]></category>
		<category><![CDATA[Apesar da redução]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento ainda ameaça futuro da Mata Atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[MapBiomas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Relatório Anual do Desmatamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Cinco dos seis biomas brasileiros tiveram redução no desmatamento em 2024, segundo o Mapbiomas. A exceção foi a Mata Atlântica, que se manteve praticamente estável em relação a 2023. Na comparação com o ano anterior, a redução em 2024 foi de 32,4% na área desmatada e 26,9% sobre os alertas de desmatamento. Ao todo, foram desmatados em 2024 no Brasil 1.242.079 hectares e foram registrados 60.983 alertas no território nacional. Os dados consolidados foram lançados nesta quarta-feira (14), na apresentação do Relatório Anual do Desmatamento no Brasil (RAD). Na comparação entre os dois anos, o Pantanal e o Pampa foram os biomas que apresentaram a maior redução das áreas desmatadas. O Cerrado aparece em terceiro lugar, seguido da Amazônia e da Caatinga. A Mata&#8230;</p>
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<p><strong>Cinco dos seis biomas brasileiros tiveram redução no desmatamento em 2024, segundo o Mapbiomas. A exceção foi a Mata Atlântica, que se manteve praticamente estável em relação a 2023.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1747319824_921_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1747319824_228_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Na comparação com o ano anterior, a redução em 2024 foi de 32,4% na área desmatada e 26,9% sobre os alertas de desmatamento. </strong>Ao todo, foram desmatados em 2024 no Brasil 1.242.079 hectares e foram registrados 60.983 alertas no território nacional.</p>
<p>Os dados consolidados foram lançados nesta quarta-feira (14), na apresentação do Relatório Anual do Desmatamento no Brasil (RAD).</p>
<p><strong>Na comparação entre os dois anos, o Pantanal e o Pampa foram os biomas que apresentaram a maior redução das áreas desmatadas.</strong> O Cerrado aparece em terceiro lugar, seguido da Amazônia e da Caatinga. A Mata Atlântica teve um crescimento de 2%.</p>
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<p><strong>Desmatamento registrado em 2024, na comparação com 2023:</strong></p>
<ul>
<li>Pantanal &#8211; redução de 58,6%</li>
<li>Pampa &#8211; redução de 42,1%</li>
<li>Cerrado &#8211; redução de 41,2% </li>
<li>Amazônia &#8211; redução de 16,8% </li>
<li>Caatinga &#8211; redução de 13,4% </li>
<li>Mata Atlântica &#8211; crescimento de 2%</li>
</ul>
<p><strong>Em 2024, mais de 89% da área desmatada no país integram a Amazônia ou o Cerrado.</strong> As formações savânicas foram as áreas mais desmatadas e responderam por 52,4% de todo o desmatamento no país. As formações florestais representaram outros 43,7%.</p>
<p>Segundo Tasso Azevedo, coordenador geral do Mapbiomas, um dos dados monitorados pela instituição é a perda de vegetação nativa por causa de eventos extremos climáticos, e esse foi o motivo de a Mata Atlântica não ter acompanhado a diminuição do desmatamento observada nos demais biomas. </p>
<blockquote>
<p>“Se não tivesse os desmatamentos que foram computados por conta dos eventos extremos, o desmatamento teria sido 20% menor”, explica.</p>
</blockquote>
<h2>Área desmatada </h2>
<p><strong>Em 2024, por dia, a área média desmatada foi de 3.403 hectares e 141,8 hectares por hora.</strong> Dia 21 de junho, quando 3.542 hectares de vegetação nativa foram desmatados em 24 horas, foi o dia que registrou maior desmatamento no ano passado. No Cerrado, o ritmo da perda foi mais intenso: 1.786 hectares ao dia.</p>
<p>Na avaliação dos pesquisadores, esse resultado pode refletir três mudanças observadas nesse período. </p>
<blockquote>
<p>“Nesses últimos anos, foram construídos planos de enfrentamento ao desmatamento para todos os biomas, o que não havia antes. Outra questão é que aumentou a participação dos estados nas ações em relação ao desmatamento, em termo de atuarem mais nos embargos e autuações feitas pelo Ibama. O terceiro fator é a questão do crédito rural. Houve um aumento do uso desses dados para a concessão de crédito rural”, explica Tasso.</p>
</blockquote>
<p><strong>Apesar das reduções, em 2024, pelo segundo ano consecutivo, o Cerrado foi o bioma que registrou maior área desmatada no país com a subtração de mais de 652 mil hectares de vegetação nativa. </strong></p>
<blockquote>
<p>“Essa mudança ocorreu pela primeira vez em 2023. A gente sempre teve historicamente o desmatamento concentrado em regiões da Amazônia. Esse ano, os dois biomas tiveram uma redução, mas ainda manteve o padrão anterior, porque o desmatamento do Cerrado foi maior que o da Amazônia”, alerta Marcos Rosa, coordenador técnico do Mapbiomas.</p>
</blockquote>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=242780:cheio_8colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/mc_chapada-dos-veadeiros-alto-do-paraiso-goias_01112022016.jpg" alt="Chapada dos Veadeiros" title="12.02.2016/Marcelo Camargo/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/mc_chapada-dos-veadeiros-alto-do-paraiso-goias_01112022016.jpg" alt="Chapada dos Veadeiros" title="12.02.2016/Marcelo Camargo/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=242780 --></div>
<p><h6 class="meta rtecenter">Pelo segundo ano consecutivo, o Cerrado foi o bioma que registrou maior área desmatada no país Foto: <strong>Marcelo Camargo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=242780--></h6>
</p>
</div>
<h2>Regiões</h2>
<p>A Amacro (pólo agropecuário nos estados do Amazonas, Acre e Rondônia) teve, pelo segundo ano consecutivo, queda no desmatamento. Foram registrados 5.753 alertas em 89.826 hectares no ano de 2024, o que representa uma redução de 13% em relação a 2023.</p>
<p>No outro extremo, a região do Matopiba (estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) foi onde ocorreu 42% do total de perda de vegetação nativa do país, e também é onde o Cerrado mais foi desmatado, representando 75% da perda de vegetação nativa no bioma.</p>
<h2>Estados</h2>
<p><strong>Os quatro estados do Matopiba e o Pará foram os que mais desmataram em 2024, representando 65% da área total no Brasil.</strong></p>
<p>Os estados que tiveram maior participação no desmatamento no país em 2024 foram o Maranhão, Pará e Tocantins. Eles representaram respectivamente 17,6%, 12,6% e 12,3% do total de perda de vegetação no país.</p>
<p>Na comparação entre os anos de 2023 e 2024, os estados de Goiás, Paraná e Espírito Santo reduziram o desmatamento em mais de 60%. Já os estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Acre foram os que apontaram maior crescimento.</p>
<blockquote>
<p> “No Rio Grande do Sul, todos os desmatamentos que estavam associados a eventos extremos aconteceram na Mata Atlântica e não nos Pampas”, explica Natália Crusco, da equipe Mata Atlântica do Mapbiomas.</p>
</blockquote>
<p>Segundo a pesquisadora, entre abril e maio de 2024, eventos climáticos extremos no estado do Rio Grande do Sul resultaram em grandes perdas da vegetação nativa no estado. Foram registrados 627 alertas que totalizaram 2.805,8 ha de áreas naturais perdidas.</p>
<h2>Municípios</h2>
<p>De todos os municípios brasileiros, mais da metade (54%) tiveram pelo menos um evento de desmatamento detectado e validado em 2024. Os quatro municípios com maiores aumentos proporcionais são Canto do Buriti, Jerumenha, Currais e Sebastião Leal, todos no estado do Piauí.</p>
<h2>Terras indígenas</h2>
<p><strong>No último ano, as terras indígenas tiveram uma redução de 24% na perda de vegetação nativa por desmatamento. </strong>Foram atingidos 15.938 hectares, o que equivale a 1,3% do total desmatado no país. A Terra Indígena Porquinhos dos Canela-Apãnjekra (MA) se manteve no topo da lista da que mais desmatou, tendo perdido, em 2024, 6.208 hectares, o que representa um aumento de 125% em relação a 2023. Apenas 33% das terras indígenas brasileiras tiveram algum evento de desmatamento ano passado.</p>
<p>Nas Unidades de Conservação (UCs), a perda de vegetação nativa alcançou 57.930 hectares, 42,5% a menos que em 2023. A Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu (PA), no bioma Amazônia, foi a que teve maior área desmatada no país, com 6.413 hectares.</p>
<h2>Autorizações</h2>
<p>A partir de dados obtidos nos estados, o Relatório Anual do Desmatamento traz ainda dados sobre autorização para supressão de vegetação a partir da análise de dados disponibilizados em portais de transparência ou após provocação dos órgãos ambientais das unidades federativas.</p>
<p><strong>Em 2024, 43% da área desmatada teve alguma autorização para desmatar, sendo o Cerrado o bioma que mais teve esse tipo de liberação, com 66% da vegetação nativa suprimida ocorreu com autorização. Na Amazônia, esse percentual é de 14%.</strong></p>
<p>Segundo Marcondes Coelho, pesquisador do Instituto Centro de Vida (ICV) e colaborador do Mapbiomas, o estado do Maranhão, além de ter sido o de maior participação em percentual no desmatamento do país, também foi o que menos apresentou informações para transparência sobre as ações de fiscalização e também sobre as autorizações para desmatamento. </p>
<blockquote>
<p>“Depois de várias tentativas, chegamos a receber duas bases de dados, mas as informações de autorização, por exemplo, tinham restrição e nós não pudemos usar, então, o estado do Maranhão segue com essa dificuldade de dar transparência a essas informações ambientais para o controle do desmatamento”, diz. </p>
</blockquote>
<h2>Vetores</h2>
<p>Em uma análise mais ampla sobre a série histórica do Relatório Anual do Desmatamento, iniciada em 2019, os pesquisadores verificaram que o Brasil já desmatou 9.880.551 de hectares nesses seis anos, sendo que 67% desse total foram de vegetação nativa na Amazônia Legal.</p>
<p>De acordo com o Mapbiomas, o desmatamento por pressão da agropecuária responde por mais de 97% de toda a perda de vegetação nativa no Brasil nos últimos seis anos. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Fabíola Sinimbú &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-05/desmatamento-no-brasil-caiu-324-em-2024">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 15 May 2025 08:02:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Quase todos os biomas registraram redução do desmatamento em 2024</title>
		<link>https://weeknews.online/quase-todos-os-biomas-registraram-reducao-do-desmatamento-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 May 2025 11:31:30 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Apesar da redução]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Relatório Anual do Desmatamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Cinco dos seis biomas brasileiros tiveram redução no desmatamento em 2024, segundo o Mapbiomas. A exceção foi a Mata Atlântica, que se manteve praticamente estável em relação a 2023.  Os dados consolidados foram lançados nesta quarta-feira (14), na apresentação do Relatório Anual do Desmatamento no Brasil (RAD). Na comparação entre os dois anos, o Pantanal e o Pampa foram os biomas que apresentaram a maior redução das áreas desmatadas. O Cerrado aparece em terceiro lugar, seguido da Amazônia e da Caatinga. A Mata Atlântica teve um crescimento de 2%. Desmatamento registrado em 2024, na comparação com 2023: Pantanal &#8211; redução de 58,6% Pampa &#8211; redução de 42,1% Cerrado &#8211; redução de 41,2%  Amazônia &#8211; redução de 16,8%  Caatinga &#8211; redução de 13,4%  Mata&#8230;</p>
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<p><strong>Cinco dos seis biomas brasileiros tiveram redução no desmatamento em 2024, segundo o Mapbiomas. A exceção foi a Mata Atlântica, que se manteve praticamente estável em relação a 2023. </strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1747308689_847_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1747308689_372_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados consolidados foram lançados nesta quarta-feira (14), na apresentação do Relatório Anual do Desmatamento no Brasil (RAD).</p>
<p><strong>Na comparação entre os dois anos, o Pantanal e o Pampa foram os biomas que apresentaram a maior redução das áreas desmatadas.</strong> O Cerrado aparece em terceiro lugar, seguido da Amazônia e da Caatinga. A Mata Atlântica teve um crescimento de 2%.</p>
<p><strong>Desmatamento registrado em 2024, na comparação com 2023:</strong></p>
<ul>
<li>Pantanal &#8211; redução de 58,6%</li>
<li>Pampa &#8211; redução de 42,1%</li>
<li>Cerrado &#8211; redução de 41,2% </li>
<li>Amazônia &#8211; redução de 16,8% </li>
<li>Caatinga &#8211; redução de 13,4% </li>
<li>Mata Atlântica &#8211; crescimento de 2%</li>
</ul>
<p><strong>Em 2024, mais de 89% da área desmatada no país integram a Amazônia ou o Cerrado.</strong> As formações savânicas foram as áreas mais desmatadas e responderam por 52,4% de todo o desmatamento no país. As formações florestais representaram outros 43,7%.</p>
<p>Segundo Tasso Azevedo, coordenador geral do Mapbiomas, um dos dados monitorados pela instituição é a perda de vegetação nativa por causa de eventos extremos climáticos, e esse foi o motivo de a Mata Atlântica não ter acompanhado a diminuição do desmatamento observada nos demais biomas. </p>
<blockquote>
<p>“Se não tivesse os desmatamentos que foram computados por conta dos eventos extremos, o desmatamento teria sido 20% menor”, explica.</p>
</blockquote>
<h2>Área desmatada </h2>
<p>Ao todo, foram desmatados em 2024 no Brasil 1.242.079 hectares e foram registrados 60.983 alertas no território nacional. <strong>Na comparação com 2023, a redução foi de 32,4% na área desmatada e 26,9% sobre os alertas de desmatamento.</strong></p>
<p><strong>Em 2024, por dia, a área média desmatada foi de 3.403 hectares e 141,8 hectares por hora.</strong> Dia 21 de junho, quando 3.542 hectares de vegetação nativa foram desmatados em 24 horas, foi o dia que registrou maior desmatamento no ano passado. No Cerrado, o ritmo da perda foi mais intenso: 1.786 hectares ao dia.</p>
<p>Na avaliação dos pesquisadores, esse resultado pode refletir três mudanças observadas nesse período. </p>
<blockquote>
<p>“Nesses últimos anos, foram construídos planos de enfrentamento ao desmatamento para todos os biomas, o que não havia antes. Outra questão é que aumentou a participação dos estados nas ações em relação ao desmatamento, em termo de atuarem mais nos embargos e autuações feitas pelo Ibama. O terceiro fator é a questão do crédito rural. Houve um aumento do uso desses dados para a concessão de crédito rural”, explica Tasso.</p>
</blockquote>
<p><strong>Apesar das reduções, em 2024, pelo segundo ano consecutivo, o Cerrado foi o bioma que registrou maior área desmatada no país com a subtração de mais de 652 mil hectares de vegetação nativa. </strong></p>
<blockquote>
<p>“Essa mudança ocorreu pela primeira vez em 2023. A gente sempre teve historicamente o desmatamento concentrado em regiões da Amazônia. Esse ano, os dois biomas tiveram uma redução, mas ainda manteve o padrão anterior, porque o desmatamento do Cerrado foi maior que o da Amazônia”, alerta Marcos Rosa, coordenador técnico do Mapbiomas.</p>
</blockquote>
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<p><h6 class="meta rtecenter">Pelo segundo ano consecutivo, o Cerrado foi o bioma que registrou maior área desmatada no país Foto: <strong>Marcelo Camargo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=242780--></h6>
</p>
</div>
<h2>Regiões</h2>
<p>A Amacro (pólo agropecuário nos estados do Amazonas, Acre e Rondônia) teve, pelo segundo ano consecutivo, queda no desmatamento. Foram registrados 5.753 alertas em 89.826 hectares no ano de 2024, o que representa uma redução de 13% em relação a 2023.</p>
<p>No outro extremo, a região do Matopiba (estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) foi onde ocorreu 42% do total de perda de vegetação nativa do país, e também é onde o Cerrado mais foi desmatado, representando 75% da perda de vegetação nativa no bioma.</p>
<h2>Estados</h2>
<p><strong>Os quatro estados do Matopiba e o Pará foram os que mais desmataram em 2024, representando 65% da área total no Brasil.</strong></p>
<p>Os estados que tiveram maior participação no desmatamento no país em 2024 foram o Maranhão, Pará e Tocantins. Eles representaram respectivamente 17,6%, 12,6% e 12,3% do total de perda de vegetação no país.</p>
<p>Na comparação entre os anos de 2023 e 2024, os estados de Goiás, Paraná e Espírito Santo reduziram o desmatamento em mais de 60%. Já os estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Acre foram os que apontaram maior crescimento.</p>
<blockquote>
<p> “No Rio Grande do Sul, todos os desmatamentos que estavam associados a eventos extremos aconteceram na Mata Atlântica e não nos Pampas”, explica Natália Crusco, da equipe Mata Atlântica do Mapbiomas.</p>
</blockquote>
<p>Segundo a pesquisadora, entre abril e maio de 2024, eventos climáticos extremos no estado do Rio Grande do Sul resultaram em grandes perdas da vegetação nativa no estado. Foram registrados 627 alertas que totalizaram 2.805,8 ha de áreas naturais perdidas.</p>
<h2>Municípios</h2>
<p>De todos os municípios brasileiros, mais da metade (54%) tiveram pelo menos um evento de desmatamento detectado e validado em 2024. Os quatro municípios com maiores aumentos proporcionais são Canto do Buriti, Jerumenha, Currais e Sebastião Leal, todos no estado do Piauí.</p>
<h2>Terras indígenas</h2>
<p><strong>No último ano, as terras indígenas tiveram uma redução de 24% na perda de vegetação nativa por desmatamento. </strong>Foram atingidos 15.938 hectares, o que equivale a 1,3% do total desmatado no país. A Terra Indígena Porquinhos dos Canela-Apãnjekra (MA) se manteve no topo da lista da que mais desmatou, tendo perdido, em 2024, 6.208 hectares, o que representa um aumento de 125% em relação a 2023. Apenas 33% das terras indígenas brasileiras tiveram algum evento de desmatamento ano passado.</p>
<p>Nas Unidades de Conservação (UCs), a perda de vegetação nativa alcançou 57.930 hectares, 42,5% a menos que em 2023. A Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu (PA), no bioma Amazônia, foi a que teve maior área desmatada no país, com 6.413 hectares.</p>
<h2>Autorizações</h2>
<p>A partir de dados obtidos nos estados, o Relatório Anual do Desmatamento traz ainda dados sobre autorização para supressão de vegetação a partir da análise de dados disponibilizados em portais de transparência ou após provocação dos órgãos ambientais das unidades federativas.</p>
<p><strong>Em 2024, 43% da área desmatada teve alguma autorização para desmatar, sendo o Cerrado o bioma que mais teve esse tipo de liberação, com 66% da vegetação nativa suprimida ocorreu com autorização. Na Amazônia, esse percentual é de 14%.</strong></p>
<p>Segundo Marcondes Coelho, pesquisador do Instituto Centro de Vida (ICV) e colaborador do Mapbiomas, o estado do Maranhão, além de ter sido o de maior participação em percentual no desmatamento do país, também foi o que menos apresentou informações para transparência sobre as ações de fiscalização e também sobre as autorizações para desmatamento. </p>
<blockquote>
<p>“Depois de várias tentativas, chegamos a receber duas bases de dados, mas as informações de autorização, por exemplo, tinham restrição e nós não pudemos usar, então, o estado do Maranhão segue com essa dificuldade de dar transparência a essas informações ambientais para o controle do desmatamento”, diz. </p>
</blockquote>
<h2>Vetores</h2>
<p>Em uma análise mais ampla sobre a série histórica do Relatório Anual do Desmatamento, iniciada em 2019, os pesquisadores verificaram que o Brasil já desmatou 9.880.551 de hectares nesses seis anos, sendo que 67% desse total foram de vegetação nativa na Amazônia Legal.</p>
<p>De acordo com o Mapbiomas, o desmatamento por pressão da agropecuária responde por mais de 97% de toda a perda de vegetação nativa no Brasil nos últimos seis anos. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Fabíola Sinimbú &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-05/quase-todos-os-biomas-registraram-reducao-do-desmatamento-em-2024">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 15 May 2025 08:02:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/quase-todos-os-biomas-registraram-reducao-do-desmatamento-em-2024/">Quase todos os biomas registraram redução do desmatamento em 2024</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;É polêmico, mas vai à votação&#8221;, diz relator do marco ambiental</title>
		<link>https://weeknews.online/e-polemico-mas-vai-a-votacao-diz-relator-do-marco-ambiental-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 May 2025 18:53:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O projeto de lei (PL) que cria novo marco para o licenciamento ambiental no Brasil é polêmico, há divergências e tem sido de difícil ser votado no Senado Federal, disse nesta terça-feira (13) o relator do PL 2159/2021, senador Confúcio Moura (MDB-RO). Um pedido de vista adiou a votação da matéria para próxima semana na Comissão de Meio Ambiente (CMA). “Não é um relatório unânime. Se fosse unânime, ele teria sido aprovado há mais de 20 anos. Ele é polêmico mesmo. Mas só que agora vai facilitar a votação em plenário. Deverá ter um mínimo de divergências. Ainda tem mais uma semana para apreciarmos alguma emenda que venha a surgir”, afirmou Confúcio. Criticado por organizações ambientalistas, o texto é apoiado pelo presidente do Senado,&#8230;</p>
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<p>O projeto de lei (PL) que cria novo marco para o licenciamento ambiental no Brasil é polêmico, há divergências e tem sido de difícil ser votado no Senado Federal, disse nesta terça-feira (13) o relator do PL 2159/2021, senador Confúcio Moura (MDB-RO). Um pedido de vista adiou a votação da matéria para próxima semana na Comissão de Meio Ambiente (CMA).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1747162384_692_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1747162384_356_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>“Não é um relatório unânime. Se fosse unânime, ele teria sido aprovado há mais de 20 anos. Ele é polêmico mesmo. Mas só que agora vai facilitar a votação em plenário. Deverá ter um mínimo de divergências. Ainda tem mais uma semana para apreciarmos alguma emenda que venha a surgir”, afirmou Confúcio.</p>
</blockquote>
<p>Criticado por organizações ambientalistas, o texto é apoiado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e pela Frente Parlamentar Agropecuária (FPA).<strong> A matéria chegou da Câmara em 2021 e sofreu uma série de alterações no Senado, tramitando simultaneamente na Comissão de Agricultura sob a relatoria da senadora Tereza Cristina (PP-MS), liderança da FPA.</strong></p>
<p><strong>O senador Confúcio disse que o relatório apresentado em novembro era &#8220;invotável&#8221; devido às divergências com o texto da senadora Tereza Cristina.</strong> Na última sessão da CMA, o governo pediu 15 dias para analisar o tema. </p>
<p>O relator do PL 2159/2021 ainda negou que a tramitação da matéria se deva a pressão de Alcolumbre em retaliação a demora do Ibama de licenciar a exploração de petróleo na marguem equatorial do Brasil. </p>
<blockquote>
<p>“O senador Davi mandou uma emenda para a senadora Tereza e pra mim, e nós rejeitamos, não acolhemos. Então, para você vê que não tem amarração, pressão, nem ferrão atrás para aprovar”, justificou.</p>
</blockquote>
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<h2>Críticas ambientalistas</h2>
<p><strong>Movimentos ambientalistas lançaram campanha contra a aprovação do projeto, chamado de PL da Devastação.</strong> Organizações como o Instituto Social Ambiental, o Observatório do Clima, o SOS Mata Atlântica, o Instituto Sociedade, População e Natureza, entre outros, participam da campanha.</p>
<blockquote>
<p>“O PL 2159 é a maior boiada da história: desmonta o licenciamento ambiental e libera o autolicenciamento de empreendimentos. Enquanto o clima colapsa, querem acabar com as regras de proteção ambiental”, compartilhou o Observatório do Clima em uma rede social.</p>
</blockquote>
<p><strong>As organizações argumentam que o projeto de lei flexibiliza os licenciamentos ambientais fragilizando a proteção ao meio ambiente.</strong> Entre as principais críticas, está a possibilidade de processos de licenciamento mais simplificados para alguns empreendimentos e a dispensa de licenciamento para atividades agropecuárias.</p>
<p><strong>O relator Confúcio Moura justificou que as atividades agropecuárias terão responsabilidades de acordo com seu porte.</strong></p>
<blockquote>
<p>“O pessoal vai falar que ‘passou a boiada’. Nós colocamos as tipologias dos empreendimentos bem definidos. Por exemplo, do agro, um fazendeiro que vai confinar 10 boias tem um procedimento. Um que vai confinar 50 mil bois, tem outro procedimento. É pela característica do empreendimento e o potencial poluidor”, explicou.</p>
</blockquote>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Lucas Pordeus León &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-05/e-polemico-mas-vai-a-voto-diz-relator-de-licenciamento-ambiental">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 13 May 2025 13:14:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/e-polemico-mas-vai-a-votacao-diz-relator-do-marco-ambiental-2/">&#8220;É polêmico, mas vai à votação&#8221;, diz relator do marco ambiental</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>&#8220;É polêmico, mas vai à votação&#8221;, diz relator do marco ambiental</title>
		<link>https://weeknews.online/e-polemico-mas-vai-a-votacao-diz-relator-do-marco-ambiental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 May 2025 16:47:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O projeto de lei (PL) que cria novo marco para o licenciamento ambiental no Brasil é polêmico, há divergências e tem sido de difícil ser votado no Senado Federal, disse nesta terça-feira (13) o relator do PL 2159/2021, senador Confúcio Moura (MDB-RO). Um pedido de vista adiou a votação da matéria para próxima semana na Comissão de Meio Ambiente (CMA). “Não é um relatório unânime. Se fosse unânime, ele teria sido aprovado há mais de 20 anos. Ele é polêmico mesmo. Mas só que agora vai facilitar a votação em plenário. Deverá ter um mínimo de divergências. Ainda tem mais uma semana para apreciarmos alguma emenda que venha a surgir”, afirmou Confúcio. Criticado por organizações ambientalistas, o texto é apoiado pelo presidente do Senado,&#8230;</p>
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<p>“Não é um relatório unânime. Se fosse unânime, ele teria sido aprovado há mais de 20 anos. Ele é polêmico mesmo. Mas só que agora vai facilitar a votação em plenário. Deverá ter um mínimo de divergências. Ainda tem mais uma semana para apreciarmos alguma emenda que venha a surgir”, afirmou Confúcio.</p>
</blockquote>
<p>Criticado por organizações ambientalistas, o texto é apoiado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e pela Frente Parlamentar Agropecuária (FPA).<strong> A matéria chegou da Câmara em 2021 e sofreu uma série de alterações no Senado, tramitando simultaneamente na Comissão de Agricultura sob a relatoria da senadora Tereza Cristina (PP-MS), liderança da FPA.</strong></p>
<p><strong>O senador Confúcio disse que o relatório apresentado em novembro era &#8220;invotável&#8221; devido às divergências com o texto da senadora Tereza Cristina.</strong> Na última sessão da CMA, o governo pediu 15 dias para analisar o tema. </p>
<p>O relator do PL 2159/2021 ainda negou que a tramitação da matéria se deva a pressão de Alcolumbre em retaliação a demora do Ibama de licenciar a exploração de petróleo na marguem equatorial do Brasil. </p>
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<p>“O senador Davi mandou uma emenda para a senadora Tereza e pra mim, e nós rejeitamos, não acolhemos. Então, para você vê que não tem amarração, pressão, nem ferrão atrás para aprovar”, justificou.</p>
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<h2>Críticas ambientalistas</h2>
<p><strong>Movimentos ambientalistas lançaram campanha contra a aprovação do projeto, chamado de PL da Devastação.</strong> Organizações como o Instituto Social Ambiental, o Observatório do Clima, o SOS Mata Atlântica, o Instituto Sociedade, População e Natureza, entre outros, participam da campanha.</p>
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<p>“O PL 2159 é a maior boiada da história: desmonta o licenciamento ambiental e libera o autolicenciamento de empreendimentos. Enquanto o clima colapsa, querem acabar com as regras de proteção ambiental”, compartilhou o Observatório do Clima em uma rede social.</p>
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<p><strong>As organizações argumentam que o projeto de lei flexibiliza os licenciamentos ambientais fragilizando a proteção ao meio ambiente.</strong> Entre as principais críticas, está a possibilidade de processos de licenciamento mais simplificados para alguns empreendimentos e a dispensa de licenciamento para atividades agropecuárias.</p>
<p><strong>O relator Confúcio Moura justificou que as atividades agropecuárias terão responsabilidades de acordo com seu porte.</strong></p>
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<p>“O pessoal vai falar que ‘passou a boiada’. Nós colocamos as tipologias dos empreendimentos bem definidos. Por exemplo, do agro, um fazendeiro que vai confinar 10 boias tem um procedimento. Um que vai confinar 50 mil bois, tem outro procedimento. É pela característica do empreendimento e o potencial poluidor”, explicou.</p>
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<p> Lucas Pordeus León &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-05/e-polemico-mas-vai-votacao-diz-relator-de-licenciamento-ambiental">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 13 May 2025 13:14:00 -0300 </p>

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