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	<title>Arquivo de arboviroses - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de arboviroses - WeekNews</title>
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		<title>Estudo explica diferença de sintomas entre febre do Oropouche e dengue</title>
		<link>https://weeknews.online/estudo-explica-diferenca-de-sintomas-entre-febre-do-oropouche-e-dengue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Feb 2026 13:42:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Antes restrita à Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[arboviroses]]></category>
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		<category><![CDATA[Estado de São Paulo confirma primeira morte por dengue em 2026]]></category>
		<category><![CDATA[febre do Oropouche]]></category>
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		<category><![CDATA[método Wolbachia]]></category>
		<category><![CDATA[Perfis clínicos e laboratoriais da doença do vírus Oropouche no surto de 2024 em Manaus]]></category>
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		<category><![CDATA[SUS vai vacinar profissionais de saúde contra dengue em fevereiro]]></category>
		<category><![CDATA[um surto de febre do Oropouche no país]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Um estudo desenvolvido por pesquisadores brasileiros durante um surto de febre do Oropouche no país, em 2024, pretende auxiliar no diagnóstico e na diferenciação de sintomas entre essa doença e a dengue, especialmente em regiões onde elas circulam juntas. Chamado de Perfis clínicos e laboratoriais da doença do vírus Oropouche no surto de 2024 em Manaus, Amazônia Brasileira, e publicado na revista científica PLOS Neglected Tropical Diseases, o estudo apontou que os sintomas da febre do Oropouche são muito semelhantes aos da dengue. Notícias relacionadas: SUS vai vacinar profissionais de saúde contra dengue em fevereiro. Antes restrita à Amazônia, febre oropouche se espalha pelo país. Estado de São Paulo confirma primeira morte por dengue em 2026. No entanto, destacou Maria Paula Mourão, médica pesquisadora&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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				</p>
<p>Um estudo desenvolvido por pesquisadores brasileiros durante um surto de febre do Oropouche no país, em 2024, pretende auxiliar no diagnóstico e na diferenciação de sintomas entre essa doença e a dengue, especialmente em regiões onde elas circulam juntas.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1769953364_927_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1769953365_708_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Chamado de <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://journals.plos.org/plosntds/article?id=10.1371/journal.pntd.0013604#sec018" target="_blank"><em>Perfis clínicos e laboratoriais da doença do vírus Oropouche no surto de 2024 em Manaus, Amazônia Brasileira</em></a>, e publicado na revista científica <em>PLOS Neglected Tropical Diseases</em>, o estudo apontou que os sintomas da febre do Oropouche são muito semelhantes aos da dengue.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>SUS vai vacinar profissionais de saúde contra dengue em fevereiro.</li>
<li>Antes restrita à Amazônia, febre oropouche se espalha pelo país.</li>
<li>Estado de São Paulo confirma primeira morte por dengue em 2026.</li>
</ul>
<p>No entanto, destacou Maria Paula Mourão, médica pesquisadora da Rede Colaborativa de Vigilância Ampliada e Oportuna (Revisa), a pesquisa apontou que <strong>há algumas diferenças importantes entre elas, que nem sempre são facilmente percebidas pela equipe clínica.</strong></p>
<p>&#8220;No Oropouche, a dor de cabeça costuma ser mais intensa, as dores articulares são mais frequentes, e as manchas na pele tendem a ser mais disseminadas. Também observamos alterações laboratoriais mais significativas, como aumento discreto de enzimas do fígado, e diferenças na resposta do sistema imunológico”, disse Maria Paula, em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
<p>“Já na dengue costuma ocorrer mais diminuição das plaquetas, risco maior de sangramentos e de choque. Mesmo assim, só os sintomas não são suficientes para diferenciar com segurança uma doença da outra”, acrescentou.</p>
<p>De acordo com a pesquisadora, é muito difícil para a população em geral e também para os profissionais da saúde diferenciarem as duas doenças apenas pelos sintomas que provocam.</p>
<p>Por isso, ressalta ela, <strong>o mais importante não é fazer essa diferenciação, mas estabelecer um cuidado e um tratamento que sejam eficientes contra esses sintomas.</strong></p>
<p>“Mais importante do que saber o nome da doença é reconhecer rapidamente os sinais de gravidade, como dor abdominal intensa, vômitos persistentes, sangramentos, tontura, confusão mental ou piora progressiva do estado geral e buscar o serviço de saúde mais próximo”, alertou.</p>
<p>Ela acrescentou que <strong>gestantes, crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas precisam de um cuidado ainda mais atento quando apresentam febre, mesmo que os sintomas pareçam leves no início.</strong> &#8220;Nesses grupos, a recomendação é procurar avaliação médica precoce e não esperar a piora do quadro”.</p>
<p> </p>
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Foto: Conselho Federal de Farmácia/Divulgação" title="Conselho Federal de Farmácia/Divulgação"><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/mosquito_maruim_.jpg" alt="Brasília (DF) 02/02/2024 - O Ministério da Saúde define a febre do Oropouche como doença causada por um arbovírus do gênero Orthobunyavirus, identificado pela primeira vez no Brasil,  em 1960, a partir da amostra de sangue de um bicho-preguiça capturado durante a construção da rodovia Belém-Brasília.
Foto: Conselho Federal de Farmácia/Divulgação" title="Conselho Federal de Farmácia/Divulgação"><br />
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<h6 class="meta"><!--copyright=394654-->Mosquito maruim, transmissor da febre do Oropouche Foto: Conselho Federal de Farmácia/Divulgação<!--END copyright=394654--></h6>
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<h2>Linhagem de maior virulência</h2>
<p>O trabalho foi conduzido por um grupo de pesquisadores brasileiros e é resultado da Rede de Vigilância em Saúde Ampliada (Revisa), organizada com apoio do Instituto Todos pela Saúde (ItpS).</p>
<p>Esse estudo acompanhou pessoas com doença febril aguda que buscaram atendimento na Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD), em Manaus (AM).</p>
<p>Os pacientes foram acompanhados por até 28 dias, com avaliação clínica, exames laboratoriais e testes específicos para dengue, oropouche e outras arboviroses.</p>
<p>Durante esse trabalho, os pesquisadores também concluíram que o surto que ocorreu em Manaus foi provocado por uma linhagem reordenada do Oropouche, já detectada em anos anteriores, mas com características de maior virulência e replicação, o que pode explicar a intensidade e o alcance do surto de 2024.</p>
<p>“Identificamos que o vírus que circulou em Manaus em 2024 pertence a uma linhagem que já vinha circulando no Brasil, mas que passou por modificações genéticas ao longo do tempo. Isso sugere transmissão local contínua&#8221;.</p>
<p>A pesquisadora explicou que essas mudanças podem ter contribuído para a intensidade do surto, mas não são o único fator — questões ambientais, climáticas e a presença do vetor também têm papel importante.</p>
<p> </p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/0d9a8350_0.jpg" alt="Brasília (DF), 14/12/2024 - Campanha do Dia D de combate a dengue. Foto: José Cruz/Agência Brasil" title="José Cruz/Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta"><!--copyright=408804-->Combate a focos do mosquito da dengue. Foto: José Cruz/Agência Brasil</h6>
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<h2>A febre do Oropouche</h2>
<p>A febre do Oropouche é causada por um vírus que é transmitido principalmente pelo mosquito <em>Culicoides paraensis</em>, mais conhecido como maruim ou mosquito-pólvora, incidente em todo o país.</p>
<p>Depois de picar uma pessoa ou animal infectado, o vírus permanece no inseto por alguns dias. Então, quando o inseto pica uma pessoa saudável, ele pode infectá-la com o vírus.</p>
<p>Pesquisadora do Instituto Todos pela Saúde (ItpS), Bárbara Chaves explica que dengue e febre do oropouche são arboviroses, doenças causadas por vírus transmitidos por insetos.</p>
<p>“A dengue é uma doença bastante conhecida pelos brasileiros, com a qual convivemos há muitos anos. Tem alta incidência no Brasil, principalmente devido à abundância do mosquito transmissor, o <em>Aedes aegypti</em>. Isso se deve ao clima favorável para a proliferação do mosquito e à característica urbana dessa espécie”, ressaltou.</p>
<p>Já a febre do Oropouche, lembrou a pesquisadora, ficou mais conhecida no país a partir de 2024, quando passou a ser notificada também em outros estados brasileiros.</p>
<p>“Essa dispersão e aumento no número de casos de febre do Oropouche podem ter ocorrido por um conjunto de fatores, como mudanças no uso da terra, incluindo desmatamento e desenvolvimento agrícola”, esclareceu.</p>
<p>Para Bárbara, a diminuição de do número de casos de ambas as doenças depende de melhorar o diagnóstico e o monitoramento.</p>
<p>“Em relação à dengue, podemos diminuir a incidência com o combate ao mosquito transmissor, ou seja, com a eliminação dos criadouros. Há também estratégias já adotadas em algumas cidades, como o método Wolbachia [tecnologia que consiste em inserir a bactéria Wolbachia em alguns mosquitos para impedir que os vírus dessas doenças se desenvolvam dentro do mosquito], além da vacina contra o vírus”, disse ela.</p>
<p>No entanto, no caso do Oropouche, o combate é um pouco mais complicado, já que o mosquito que provoca a doença se reproduz em ambientes naturais, úmidos e ricos em matéria orgânica em decomposição.</p>
<p>“Há medidas que podem ajudar a conhecer e responder melhor a essas duas doenças, como monitorar a evolução dos vírus para identificar diferentes linhagens e melhorar o diagnóstico diferencial entre as duas doenças, principalmente em regiões onde ambos os vírus circulam”.</p>
<p> Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-01/estudo-explica-diferenca-de-sintomas-entre-febre-do-oropouche-e-dengue">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 01 Feb 2026 10:15:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Casos de dengue e chikungunya custaram R$ 1,2 bi ao sistema de saúde</title>
		<link>https://weeknews.online/casos-de-dengue-e-chikungunya-custaram-r-12-bi-ao-sistema-de-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 20:11:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[arboviroses]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil inaugura maior biofábrica do mundo de aedes que combate doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Chikungunya]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue: vacina do Butantan deve estar disponível no início de 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema de saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/casos-de-dengue-e-chikungunya-custaram-r-12-bi-ao-sistema-de-saude/</guid>

					<description><![CDATA[<p>. Casos de dengue e chikungunya registrados no Brasil entre 2015 e 2024 custaram ao sistema de saúde brasileiro um montante de R$ 1,2 bilhão. O cálculo foi feito com base na pesquisa Hospitalização, mortalidade e anos de vida perdidos entre casos de chikungunya e dengue no Brasil: um estudo de corte nacional, publicada na revista científica The Lancet Regional Health. Notícias relacionadas: Brasil inaugura maior biofábrica do mundo de aedes que combate doenças. Dengue: vacina do Butantan deve estar disponível no início de 2026. Os pesquisadores compilaram 1.125.209 casos de chikungunya, dos quais 21.336 (1,9%) necessitaram de hospitalizações; e 13.741.408 ocorrências de dengue, sendo que 455.899 (3,3%) resultaram em internações. Considerando a média de custo de internações em hospitais brasileiros, a consultoria especializada em gestão&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>Casos de dengue e chikungunya registrados no Brasil entre 2015 e 2024 custaram ao sistema de saúde brasileiro um montante de R$ 1,2 bilhão.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1756757467_109_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1756757467_552_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O cálculo foi feito com base na pesquisa Hospitalização, mortalidade e anos de vida perdidos entre casos de chikungunya e dengue no Brasil: um estudo de corte nacional, publicada na revista científica <em>The Lancet Regional Health.</em></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Brasil inaugura maior biofábrica do mundo de aedes que combate doenças.</li>
<li>Dengue: vacina do Butantan deve estar disponível no início de 2026.</li>
</ul>
<p><strong>Os pesquisadores compilaram 1.125.209 casos de chikungunya, dos quais 21.336 (1,9%) necessitaram de hospitalizações; e 13.741.408 ocorrências de dengue, sendo que 455.899 (3,3%) resultaram em internações.</strong></p>
<p>Considerando a média de custo de internações em hospitais brasileiros, a consultoria especializada em gestão de saúde e custos hospitalares Planisa estimou que as hospitalizações custaram, ao longo de todo o período, R$ 1,2 bilhão, sendo R$ 1,15 bilhão por dengue e R$ 56,6 milhões por chikungunya.</p>
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<h2>Números</h2>
<p>De acordo com o Painel de Monitoramento das Arboviroses, do Ministério da Saúde,<strong> o Brasil contabilizou, de janeiro a agosto deste ano, mais de 1,5 milhão de casos prováveis de dengue</strong>, além de <strong>1.609 mortes confirmadas</strong> pela doença e 354 em investigação.</p>
<p>O painel mostra ainda quase <strong>120 mil casos prováveis de chikungunya</strong> no país ao longo do mesmo período, além de<strong> 110 mortes confirmadas pela doença</strong> e 70 em investigação.</p>
<p> Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-09/dengue-e-chikungunya-custaram-mais-de-r-12-bi-ao-sistema-de-saude">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 01 Sep 2025 16:44:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/casos-de-dengue-e-chikungunya-custaram-r-12-bi-ao-sistema-de-saude/">Casos de dengue e chikungunya custaram R$ 1,2 bi ao sistema de saúde</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Capital paulista tem queda de 90,5% nos casos confirmados de dengue</title>
		<link>https://weeknews.online/capital-paulista-tem-queda-de-905-nos-casos-confirmados-de-dengue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 16:34:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[arboviroses]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil ultrapassa 1 milhão de casos prováveis de dengue em 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue: vacina do Butantan deve estar disponível no início de 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria Municipal de Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/capital-paulista-tem-queda-de-905-nos-casos-confirmados-de-dengue/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A cidade de São Paulo registrou redução significativa nos casos de dengue no primeiro semestre do ano. Segundo o painel de monitoramento de arboviroses do Ministério da Saúde, em comparação o mesmo período de 2024, a capital teve queda de 90,5% nos casos confirmados.  Os dados também revelam que a redução dos casos na capital foi maior que a média nacional. A média nacional teve queda de 78,6% em 2025 na comparação com o mesmo período do ano passado. Notícias relacionadas: Dengue: vacina do Butantan deve estar disponível no início de 2026. Brasil ultrapassa 1 milhão de casos prováveis de dengue em 2025. As doenças causadas por arboviroses têm um padrão sazonal em que a maioria dos casos se concentra no primeiro semestre&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/capital-paulista-tem-queda-de-905-nos-casos-confirmados-de-dengue/">Leia mais...</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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        </a>
</div>
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Feed Últimas.<br />
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<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/logo-agenciabrasil.svg.svg+xml" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p>A cidade de São Paulo registrou redução significativa nos casos de dengue no primeiro semestre do ano. Segundo o painel de monitoramento de arboviroses do Ministério da Saúde, em comparação o mesmo período de 2024, a <strong>capital teve queda de 90,5% nos casos confirmados. </strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752856446_493_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1752856446_19_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Os dados também revelam que a redução dos casos na capital foi maior que a média nacional. A média nacional teve queda de 78,6% em 2025 na comparação com o mesmo período do ano passado.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Dengue: vacina do Butantan deve estar disponível no início de 2026.</li>
<li>Brasil ultrapassa 1 milhão de casos prováveis de dengue em 2025.</li>
</ul>
<p><strong>As doenças causadas por arboviroses têm um padrão sazonal em que a maioria dos casos se concentra no primeiro semestre do ano. </strong></p>
<p>De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, os meses de fevereiro e abril costumam ter maior nível de incidência da doença. Neste período, em 2025, os casos confirmados apresentaram uma baixa considerável.</p>
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<p>A partir da semana epidemiológica 18 (de 27/04/2025 a 3/05/2025), a cidade começou a apresentar uma redução mais significativa. Desde a semana 14 (de 30/03/2025 a 05/04/2025), quando foram registrados 4.748 casos, o número caiu gradativamente até atingir 509 casos na semana 25 (de 15/06/2025 a 21/06/2025).</p>
<p>Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, os motivos para a diminuição de casos do ano passado para este ano foram as ações de combate contra a doença, que incluem eliminação de criadouros do mosquito <em>Aedes aegypti</em>, visitas domiciliares e campanhas sobre o risco da dengue.</p>
<p>Outra medida essencial são as campanhas de vacinação contra a dengue. Iniciadas em abril de 2024, foram aplicadas 628.286 doses de vacina em todo o país. A cobertura vacinal foi de 61,95% para a primeira dose e 33,18% para a segunda.</p>
<p>A vacinação está disponível para adolescentes de 10 a 14 anos em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs), de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h. </p>
<p><em>*Estagiário sob supervisão de Eduardo Luiz Correia</em></p>
<p> </p>
<p> Matheus Crobelatti* – estagiário da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-07/capital-paulista-tem-queda-de-905-nos-casos-confirmados-de-dengue">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 18 Jul 2025 13:15:00 -0300 </p>

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		<title>Brasil ultrapassa 1 milhão de casos prováveis de dengue em 2025</title>
		<link>https://weeknews.online/brasil-ultrapassa-1-milhao-de-casos-provaveis-de-dengue-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2025 15:32:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[arboviroses]]></category>
		<category><![CDATA[Casos de Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue: 1 milhão de doses da vacina podem ser entregues pelo Butantan]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue: produção nacional e dose única são vantagens da nova vacina]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde anuncia 80 municípios prioritários para ações contra dengue]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O Brasil registrou, desde 1º de janeiro de 2025, 1.010.833 casos prováveis de dengue. De acordo com o Painel de Monitoramento das Arboviroses, o país contabiliza ainda 668 mortes confirmadas pela doença e 724 em investigação. O coeficiente de incidência, neste momento, é de 475,5 casos para cada 100 mil pessoas. A título de comparação, no mesmo período do ano passado, quando foi registrada a pior epidemia de dengue no Brasil, haviam sido contabilizados 4.013.746 casos prováveis e 3.809 mortes pela doença, além de 232 óbitos em investigação. O coeficiente de incidência, à época, era de 1.881 casos para cada 100 mil pessoas. &#62;&#62;Saúde anuncia 80 municípios prioritários para ações contra dengue Em 2025, a maior parte dos casos prováveis se concentra na faixa&#8230;</p>
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<p><strong>O Brasil registrou, desde 1º de janeiro de 2025, 1.010.833 casos prováveis de dengue. De acordo com o Painel de Monitoramento das Arboviroses, o país contabiliza ainda 668 mortes confirmadas pela doença e 724 em investigação. O coeficiente de incidência, neste momento, é de 475,5 casos para cada 100 mil pessoas.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1744903928_533_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1744903928_131_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>A título de comparação, no mesmo período do ano passado, quando foi registrada a pior epidemia de dengue no Brasil, haviam sido contabilizados 4.013.746 casos prováveis e 3.809 mortes pela doença, além de 232 óbitos em investigação. O coeficiente de incidência, à época, era de 1.881 casos para cada 100 mil pessoas.</p>
</blockquote>
<p>&gt;&gt;Saúde anuncia 80 municípios prioritários para ações contra dengue</p>
<p><strong>Em 2025, a maior parte dos casos prováveis se concentra na faixa etária de 20 a 29 anos, seguida pelos grupos de 30 a 39 anos, de 40 a 49 anos e de 50 a 59 anos. As mulheres concentram 55% dos casos e os homens, 45%. Brancos, pardos e pretos respondem pela maioria dos casos (50,4%, 31,1% e 4,8%, respectivamente).</strong></p>
<p>São Paulo lidera o ranking de estados em número absoluto, com 585.902 casos. Em seguida estão Minas Gerais (109.685 casos), Paraná (80.285) e Goiás (46.98 casos). São Paulo mantém ainda o maior coeficiente de incidência (1.274 casos para cada 100 mil pessoas). Em seguida aparecem Acre (888), Paraná (679) e Goiás (639).</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-04/brasil-ultrapassa-1-milhao-de-casos-provaveis-de-dengue-em-2025">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 17 Apr 2025 12:13:00 -0300 </p>

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		<title>Governo anuncia vacina 100% nacional contra a dengue no SUS em 2026</title>
		<link>https://weeknews.online/governo-anuncia-vacina-100-nacional-contra-a-dengue-no-sus-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2025 18:06:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)]]></category>
		<category><![CDATA[Alckmin]]></category>
		<category><![CDATA[arboviroses]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[Com 300 casos por 100 mil habitantes]]></category>
		<category><![CDATA[Complexo Econômico-Industrial da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue: São José do Rio Preto terá ajuda do Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento e inovação]]></category>
		<category><![CDATA[é juro real zero]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas municipais do Rio terão Semana de Combate à Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[fabricação nacional da insulina Glargina]]></category>
		<category><![CDATA[iniciativas e investimentos do governo federal no setor industrial da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[insulina Glargina]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Nísia Trindade]]></category>
		<category><![CDATA[O presidente Lula fez TR [taxa referencial] para pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[o setor da saúde foi o que mais tirou recurso para inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Painel de Monitoramento das Arboviroses]]></category>
		<category><![CDATA[Programa de Desenvolvimento e Inovação Local]]></category>
		<category><![CDATA[SP entra em epidemia de dengue]]></category>
		<category><![CDATA[vacina contra o Chikungunya]]></category>
		<category><![CDATA[Vírus Sincicial Respiratório (VSR)]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra da Saúde, Nísia Trindade, anunciaram nesta terça-feira (25), em Brasília, a produção &#8211; em larga escala &#8211; da primeira vacina 100% nacional e de dose única contra a dengue. A previsão é que &#8211; a partir de 2026 &#8211; sejam ofertadas 60 milhões de doses anuais, com possibilidade de ampliação do quantitativo conforme demanda e capacidade produtiva. “A gente espera, em dois anos, poder vacinar toda a população elegível [de 2 a 59 anos]”, disse a ministra, durante cerimônia no Palácio do Planalto. “Por enquanto, os idosos ainda não poderão tomar a vacina porque, quando as vacinas são testadas, há sempre um cuidado com a população idosa”, explicou Nísia, ao se referir às fases&#8230;</p>
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<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra da Saúde, Nísia Trindade, anunciaram nesta terça-feira (25), em Brasília, a produção &#8211; <strong>em larga escala</strong> &#8211; da primeira vacina 100% nacional e de dose única contra a dengue.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1740506812_259_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1740506812_902_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A previsão é que &#8211; a partir de 2026 &#8211; sejam ofertadas 60 milhões de doses anuais, com possibilidade de ampliação do quantitativo conforme demanda e capacidade produtiva.</p>
<p>“A gente espera, em dois anos, poder vacinar toda a população elegível [de 2 a 59 anos]”, disse a ministra, durante cerimônia no <strong>Palácio do Planalto</strong>. “Por enquanto, os idosos ainda não poderão tomar a vacina porque, quando as vacinas são testadas, há sempre um cuidado com a população idosa”, explicou Nísia, ao se referir às fases de testes clínicos de imunizantes.</p>
<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ainda avalia o pedido de registro do imunizante, feito pelo Instituto Butantan em dezembro de 2024. Há cerca de duas semanas, a agência solicitou mais informações e dados complementares sobre a vacina e informou que foi concluída, de forma antecipada, a análise de dados de qualidade, segurança e eficácia apresentados.</p>
<h2>Produção em larga escala</h2>
<p>Segundo o governo federal, a partir de uma parceria entre o <strong>Instituto Butantan</strong> e a empresa <em>WuXi Biologics</em>, a produção em larga escala da vacina 100% nacional e de dose única contra a dengue se dará por meio do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/sectics/pdil" target="_blank">Programa de Desenvolvimento e Inovação Local</a> do Ministério da Saúde, já aprovado e em fase final de desenvolvimento tecnológico.</p>
<p>Sob a coordenação do ministério, por meio do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/sectics/deceiis" target="_blank">Complexo Econômico-Industrial da Saúde</a>, o projeto contou, ainda, com o apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (<strong>BNDES</strong>) no financiamento da pesquisa clínica.</p>
<p>“O Ministério da Saúde entrará com o poder de compra”, destacou a ministra, ao citar a visita de uma equipe da pasta à China para “assumir o compromisso que, de fato, haverá essa compra pelo governo federal”. “Com isso, teremos a possibilidade de vacinar a população brasileira dentro da faixa que for recomendada pela Anvisa para a dengue, um fato único no mundo até agora”, acrescentou.  </p>
<p><strong>O investimento</strong>, segundo Nisia, é de R$ 1,26 bilhão. Também estão previstos R$ 68 milhões em estudos clínicos para ampliar a faixa etária a ser imunizada e incluir idosos, além de avaliar a coadministração da dose contra a dengue com a vacina contra o <em>Chikungunya</em>, também desenvolvida pelo Instituto Butantan.</p>
<h2>Prevenção</h2>
<p>Ainda de acordo com o governo federal, a vacina segue como prioridade no enfrentamento à dengue no país. Entretanto, até que a vacinação em massa aconteça, a orientação é manter o reforço de ações de prevenção, vigilância e preparação da rede de assistência, visando evitar mortes.</p>
<p>Dados do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/aedes-aegypti/monitoramento-das-arboviroses" target="_blank">Painel de Monitoramento das Arboviroses</a> indicam que, em 2025, o Brasil registra 401.408 casos prováveis de dengue e 160 óbitos confirmados pela doença, além de 387 em investigação. O coeficiente de incidência, neste momento, é de 188,8 casos para cada 100 mil habitantes.</p>
<h2>Insulina <em>Glargina</em></h2>
<p>O governo federal também anunciou, em Brasília, a<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/sectics/pdp" target="_blank"> fabricação nacional da insulina <em>Glargina</em> </a>como parte do Programa de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), do <strong>Ministério da Saúde</strong>. O projeto envolve a produção nacional do insumo farmacêutico ativo (IFA) pela <strong>Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)</strong> e a ampliação da fabricação do produto final pela Biomm, empresa que recebeu o registro para a produção de insulina <em>Glargina</em>.</p>
<p>“A produção do IFA será realizada na planta da Fiocruz em Eusébio, no Ceará, fortalecendo o Complexo Econômico-Industrial da Saúde (CEIS) e incentivando o desenvolvimento regional. Esta será a primeira planta produtiva de IFA de insulina da América Latina, assegurando ao Brasil uma cadeia produtiva completa para o abastecimento do SUS”, destacou o Ministério da Saúde, em nota.</p>
<p>A previsão é que a produção de insulina da Biomm possa atingir 70 milhões de unidades anuais ao final do projeto. O primeiro fornecimento dessa parceria ao SUS está previsto para o segundo semestre de 2025.</p>
<h2>Vírus sincicial respiratório</h2>
<p>Outro anúncio trata de uma parceria entre o <strong>Instituto Butantan e a Pfizer</strong> que vai permitir a produção de<strong> até 8 milhões de doses anuais da vacina</strong> contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) no Brasil, atendendo à demanda atual do SUS e possibilitando a ampliação do público-alvo, incluindo a população idosa. O investimento total é de R$ 1,26 bilhão entre 2023 a 2027.</p>
<p>O ministério estima-se que, por meio da imunização, serão evitadas 28 mil internações anuais causadas por complicações do <strong>VSR</strong>. O primeiro fornecimento da vacina para o SUS está previsto para o segundo semestre de 2025. A estratégia adotada pelo ministério inclui ainda a negociação de preços com os produtores, a incorporação de anticorpos contra o vírus para bebês prematuros e a oferta da vacina para gestantes.</p>
<h2>Influenza</h2>
<p>Por fim, o governo federal informou que as parcerias firmadas também vão garantir inovação e acesso à vacina Influenza H5N8, “colocando o Brasil na vanguarda global para apresentar uma resposta rápida e eficaz a futuras emergências”.</p>
<p>Fica garantida a composição de estoque estratégico, fortalecendo a preparação e a aceleração da capacidade de produção e inovação do país, permitindo ajustes rápidos na formulação da vacina conforme a evolução do patógeno; e a capacidade produtiva disponível para a produção e fornecimento de mais de 30 milhões de doses/ano.</p>
<p>Em discurso no evento, o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, destacou as iniciativas e investimentos do governo federal no setor industrial da saúde. As ações anunciadas estão alinhadas à estratégia da Nova Indústria Brasil (NIB), que é a política de governo para atração de investimentos para o desenvolvimento da indústria nacional.</p>
<p>Segundo Alckmin, o setor da saúde foi o que mais tirou recurso para inovação. “O presidente Lula fez a depreciação acelerada para renovar parque industrial, trocar máquinas e equipamentos. O presidente Lula fez TR [taxa referencial] para pesquisa, desenvolvimento e inovação, é juro real zero; R$ 80 bilhões  do BNDES, Finep, Embrapii e ainda recursos, às vezes, não reembolsáveis, dependendo do tipo de pesquisa”, destacou o vice-presidente.</p>
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<p> Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-02/governo-anuncia-vacina-100-nacional-contra-dengue-no-sus-em-2026">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 25 Feb 2025 14:47:00 -0300 </p>

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		<title>Casos de dengue no Brasil caem 60% nas primeiras semanas do ano</title>
		<link>https://weeknews.online/casos-de-dengue-no-brasil-caem-60-nas-primeiras-semanas-do-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 16:37:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Aedes aepypti]]></category>
		<category><![CDATA[arboviroses]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue: Anvisa pede esclarecimentos para aprovar vacina do Butantan]]></category>
		<category><![CDATA[emitiu alerta epidemiológico]]></category>
		<category><![CDATA[Menina é primeira morte por dengue confirmada na capital de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Opas emite alerta para risco de surtos de dengue 3 nas Américas]]></category>
		<category><![CDATA[quatro sorotipos distintos]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/casos-de-dengue-no-brasil-caem-60-nas-primeiras-semanas-do-ano/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Dados do Painel de Monitoramento das Arboviroses indicam que o Brasil registrou, ao longo das seis primeiras semanas de 2025, um total de 281.049 casos prováveis de dengue. O número representa uma redução de cerca de 60% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram contabilizados 698.482 casos prováveis da doença. Em nota, o Ministério da Saúde avaliou a redução como substancial e um reflexo da mobilização nacional promovida pela pasta de forma conjunta com estados e municípios. “O resultado é parte do Plano de Ação para Redução dos Impactos das Arboviroses, lançado pelo Governo Federal em setembro de 2024.” Entre as unidades federativas, 17 registraram redução nos casos prováveis de dengue, sendo que as maiores quedas foram identificadas no Distrito Federal,&#8230;</p>
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Feed Últimas.<br />
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<p>Dados do Painel de Monitoramento das Arboviroses indicam que o Brasil registrou, ao longo das seis primeiras semanas de 2025, um total de 281.049 casos prováveis de dengue. O número representa uma redução de cerca de 60% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram contabilizados 698.482 casos prováveis da doença.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1739464650_570_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1739464650_238_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em nota, o Ministério da Saúde avaliou a redução como substancial e um reflexo da mobilização nacional promovida pela pasta de forma conjunta com estados e municípios. “O resultado é parte do Plano de Ação para Redução dos Impactos das Arboviroses, lançado pelo Governo Federal em setembro de 2024.”</p>
<p>Entre as unidades federativas, 17 registraram redução nos casos prováveis de dengue, sendo que as maiores quedas foram identificadas no Distrito Federal, no Rio de Janeiro, em Minas Gerais, no Amapá e no Paraná. Já em dez estados, incluindo Tocantins e Pernambuco, houve aumento no comparativo com as seis primeiras semanas de 2024.</p>
<p>Em relação à incidência, os estados com maior número de casos prováveis por 100 mil habitantes são Acre, São Paulo, Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais. São Paulo figura como estado com o maior número de casos prováveis do país: 164.463 mil apenas em 2025, um aumento de cerca de 60% em relação ao mesmo período do ano passado.</p>
<h2>Sorotipo 3</h2>
<p>De acordo com a pasta, a elevação preocupa, sobretudo em razão da presença de casos de infecção pelo sorotipo 3, que não circulava no país de forma predominante há mais de 15 anos. “Neste momento, por exemplo, a Força Nacional do SUS [Sistema Único de Saúde] mantém equipe em São José do Rio Preto, no interior do estado.”</p>
<p>Este mês, a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) emitiu alerta epidemiológico sobre o risco elevado de surtos de dengue tipo 3 nas Américas. De acordo com a entidade, a circulação do sorotipo já foi registrada em diversos países do continente – incluindo Brasil, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, México e Peru.</p>
<p>“A Opas pede aos países que reforcem sua vigilância, o diagnóstico precoce e a gestão clínica para que possam enfrentar um potencial aumento de casos de dengue”, destacou a organização, em nota. O comunicado cita ainda que a Argentina chegou a registrar alguns casos de dengue tipo 3 em 2024.</p>
<p>O vírus da dengue conta, ao todo, com quatro sorotipos distintos, sendo que a imunidade contra um sorotipo oferece proteção vitalícia apenas contra esse sorotipo específico. “O que significa que infecções subsequentes com outros sorotipos podem aumentar o risco de formas graves da doença”, destacou a organização.</p>
<p>Ainda de acordo com a entidade, o sorotipo 3 vem sendo associado a formas graves da doença, mesmo em infecções primárias (quando o paciente não possui histórico de infecções por outros sorotipos da dengue). “O cenário levanta preocupações sobre o potencial impacto do sorotipo 3 na saúde pública.”</p>
<p>“O ressurgimento do sorotipo 3, após um período de ausência prolongada em determinadas áreas das Américas, aumenta a vulnerabilidade de populações que não foram previamente expostas a ele”, concluiu a Opas.</p>
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<p> Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-02/casos-de-dengue-no-brasil-caem-60-nas-primeiras-semanas-do-ano">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 13 Feb 2025 13:26:00 -0300 </p>

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			</item>
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		<title>Governo busca estratégias para controlar dengue e outras arboviroses</title>
		<link>https://weeknews.online/governo-busca-estrategias-para-controlar-dengue-e-outras-arboviroses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jan 2025 00:35:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[arboviroses]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Nísia Trindade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. A ministra da Saúde, Nísia Trindade, se reuniu nesta quarta-feira (22) com representantes de conselhos, sociedade civil, federações, instituições de saúde, associações e especialistas para alinhar estratégias e ações de controle da dengue e de outras arboviroses. Somente neste ano, já foram registrados mais de 93 mil casos de dengue, com 11 mortes confirmadas. A iniciativa do Ministério da Saúde, conduzida pelo Centro de Operações de Emergência para Dengue e outras Arboviroses, ocorre em meio ao aumento dos casos de dengue, zika e chikungunya no país.  A ministra Nisia Trindade falou sobre ações de prevenção dessas doenças através do Programa Saúde na Escola, que já está presente em 96% dos municípios. “Na próxima semana, eu e o ministro Camilo vamos aprofundar essas ações, porque&#8230;</p>
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<p>A ministra da Saúde, Nísia Trindade, se reuniu nesta quarta-feira (22) com representantes de conselhos, sociedade civil, federações, instituições de saúde, associações e especialistas para alinhar estratégias e ações de controle da dengue e de outras arboviroses. Somente neste ano, já foram registrados mais de 93 mil casos de dengue, com 11 mortes confirmadas.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1737592512_802_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1737592513_548_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A iniciativa do Ministério da Saúde, conduzida pelo Centro de Operações de Emergência para Dengue e outras Arboviroses, ocorre em meio ao aumento dos casos de dengue, zika e chikungunya no país. </p>
<p>A ministra Nisia Trindade falou sobre ações de prevenção dessas doenças através do Programa Saúde na Escola, que já está presente em 96% dos municípios. “Na próxima semana, eu e o ministro Camilo vamos aprofundar essas ações, porque as aulas recomeçam em fevereiro. E aí uma série de medidas, que envolvem a conscientização dos criadores de mosquitos, que envolvem também um trabalho de comunicação com a população escolar e seus locais de moradia. Também borrifação nos prédios”, destacou.</p>
<p>A ministra da Saúde também comentou a produção da vacina contra a dengue pelo Instituto Butantan e disse que não há previsão de vacinação em massa neste ano. Segundo ela, o ministério está em diálogo permanente com o Butantan e o objetivo é ampliar a produção.</p>
<p>Entre os participantes do evento estavam o Conselho Federal de Medicina, o Conselho Federal de Farmácia e o Conselho Federal de Enfermagem, além da Central Única dos Trabalhadores e a Central Única das Favelas.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> rafael.guimaraes , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/saude/audio/2025-01/governo-busca-estrategias-para-controlar-dengue-e-outras-arboviroses">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 22 Jan 2025 23:31:57 +0000 </p>

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		<title>Saúde intensifica campanha e alerta sobre sintomas de arboviroses</title>
		<link>https://weeknews.online/saude-intensifica-campanha-e-alerta-sobre-sintomas-de-arboviroses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2025 14:17:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[arboviroses]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha]]></category>
		<category><![CDATA[Chikungunya]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue: 21 cidades paulistas decretam situação de emergência]]></category>
		<category><![CDATA[Estado do Rio tem 810 casos de dengue nas primeiras semanas do ano]]></category>
		<category><![CDATA[intensifica]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[País tem 4 mortes confirmadas por dengue em 2025 e investiga mais 62]]></category>
		<category><![CDATA[Zika]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Com mais de 93 mil casos prováveis de dengue, além de 11 mortes confirmadas e 104 em investigação perla doença apenas nas primeiras semanas de 2025, o Ministério da Saúde intensificou a campanha de conscientização e combate a arboviroses. O trabalho será intensificado sobretudo em estados com tendência de aumento de casos não apenas de dengue, mas também de Zika e chikungunya. O foco da campanha está nos sintomas das doenças, incentivando a busca por unidades básicas de saúde (UBS) diante de sinais como manchas vermelhas no corpo, febre, dores de cabeça e dores atrás dos olhos. A iniciativa, segundo a pasta, é direcionada aos seguintes estados: Acre, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais, Mato Grosso, Goiás, Tocantins e ao&#8230;</p>
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<p>Com mais de 93 mil casos prováveis de dengue, além de 11 mortes confirmadas e 104 em investigação perla doença apenas nas primeiras semanas de 2025, o Ministério da Saúde intensificou a campanha de conscientização e combate a arboviroses. O trabalho será intensificado sobretudo em estados com tendência de aumento de casos não apenas de dengue, mas também de Zika e chikungunya.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1737555439_274_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1737555439_351_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O foco da campanha está nos sintomas das doenças, incentivando a busca por unidades básicas de saúde (UBS) diante de sinais como manchas vermelhas no corpo, febre, dores de cabeça e dores atrás dos olhos. A iniciativa, segundo a pasta, é direcionada aos seguintes estados: Acre, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais, Mato Grosso, Goiás, Tocantins e ao Distrito Federal.</p>
<p>A campanha alerta ainda para a eliminação de criadouros do mosquito <em>Aedes aegypti</em> e incentiva a população a dedicar 10 minutos por semana para controlar focos de reprodução do vetor. “A campanha é parte de um esforço maior do governo federal para reforçar a vigilância e a prevenção das arboviroses, especialmente no período chuvoso”, destacou o ministério em nota.</p>
<p>No comunicado, o ministério reforçou ainda a importância da vacinação contra a dengue como estratégia preventiva, “embora a disponibilidade de doses ainda dependa do fornecimento pelos fabricantes”. Atualmente, o imunizante Qdenga está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) apenas para crianças e adolescentes com idade entre 10 e 14 anos.</p>
<h2>Centro de Operações de Emergência</h2>
<p>No início do ano, a ministra da Saúde, Nísia Trindade, instalou o Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública para Dengue e outras Arboviroses (COE Dengue). A ideia é coordenar o planejamento e a reposta por meio do diálogo constante com estados, municípios, pesquisadores e instituições científicas, além de outras pastas.</p>
<p>Entre as ações previstas estão se antecipar ao período sazonal da dengue para adequar as redes de saúde; mitigar riscos para evitar casos e óbitos; ampliar medidas preventivas para melhor preparar estados e municípios, além de uma articulação nacional para resposta a eventuais situações classificadas como críticas.</p>
<p>Dados da pasta indicam que, para 2025, há previsão de aumento na incidência de casos de dengue em pelo menos seis estados brasileiros: São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Tocantins, Mato Grosso do Sul e Paraná. Todos eles, segundo o ministério, estão sendo monitorados “ainda mais de perto”.</p>
<h2>Reunião</h2>
<p>Nesta quarta-feira (22), Nísia se reúne com representantes de conselhos, sociedade civil, sindicatos, federações, instituições de saúde, associações e especialistas no intuito de alinhar estratégias e ações de controle da dengue e outras arboviroses.</p>
<p>“A reunião é mais uma medida do Ministério da Saúde – por meio do COE Dengue – para articulação conjunta de ações estratégicas e monitoramento do cenário epidemiológico em todo o país”, informou o ministério.</p>
<p>Estão previstas as seguintes participações:</p>
<p>&#8211; Conselho Federal de Medicina;</p>
<p>&#8211; Conselho Federal de Enfermagem;</p>
<p>&#8211; Conselho Federal de Farmácia;</p>
<p>&#8211; Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional;</p>
<p>&#8211; Conselho Federal de Medicina Veterinária;</p>
<p>&#8211; Conselho Federal de Psicologia;</p>
<p>&#8211; Central Única dos Trabalhadores;</p>
<p>&#8211; Central Única das Favelas;</p>
<p>&#8211; Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior;</p>
<p>&#8211; Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil;</p>
<p>&#8211; União Nacional dos Estudantes;</p>
<p>&#8211; Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia;</p>
<p>&#8211; Instituto Todos Pela Saúde;</p>
<p>&#8211; Associação Brasileira de Municípios;</p>
<p>&#8211; Associação Nacional dos Prefeitos e Vice-Prefeitos;</p>
<p>&#8211; Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos;</p>
<p>&#8211; Serviço Social do Comércio;</p>
<p>&#8211; Serviço Social da Indústria;</p>
<p>&#8211; Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial;</p>
<p>&#8211; Federação Nacional de Jornalistas;</p>
<p>&#8211; Central Nacional Unimed;</p>
<p>&#8211; Central Geral dos Trabalhadores do Brasil;</p>
<p>&#8211; União Brasileira dos Estudantes Secundaristas;</p>
<p>&#8211; Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica;</p>
<p>&#8211; Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica;</p>
<p>&#8211; ⁠Confederação Nacional de Municípios(CNM).</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Paula Laboissière &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-01/saude-intensifica-campanha-e-alerta-sobre-sintomas-de-arboviroses">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 22 Jan 2025 10:50:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>País tem 4 mortes confirmadas por dengue em 2025 e investiga mais 62</title>
		<link>https://weeknews.online/pais-tem-4-mortes-confirmadas-por-dengue-em-2025-e-investiga-mais-62/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jan 2025 22:38:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[arboviroses]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue: 21 cidades paulistas decretam situação de emergência]]></category>
		<category><![CDATA[dengue.saude.sp.gov.br]]></category>
		<category><![CDATA[Estado do Rio tem 810 casos de dengue nas primeiras semanas do ano]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Mortes]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde reforça monitoramento e ações de controle da dengue em 4 estados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. A rede de monitoramento para arboviroses do Ministério da Saúde investiga 62 mortes com a dengue como causa possível em 2025, ante quatro que já foram confirmados, com registro de sintomas iniciais neste ano, no qual já há mais de 55 mil casos possíveis da doença. O estado de São Paulo tem o maior número de casos, 29.447, segundo a plataforma Painel de Monitoramento, da pasta. Entre os pacientes paulistas, foi confirmada uma morte no município de Guaíra, e 51 óbitos ainda estão em investigação. O óbito em Guaíra ocorreu na última terça-feira (14) e foi confirmado ontem pela prefeitura, que divulgou nota informando que intensificará as medidas de prevenção no município, que reforçou a importância da participação da população para frear a doença.&#8230;</p>
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<p>A rede de monitoramento para arboviroses do Ministério da Saúde investiga 62 mortes com a dengue como causa possível em 2025, ante quatro que já foram confirmados, com registro de sintomas iniciais neste ano, no qual já há mais de 55 mil casos possíveis da doença. O estado de São Paulo tem o maior número de casos, 29.447, segundo a plataforma Painel de Monitoramento, da pasta.</p>
<p>Entre os pacientes paulistas, foi confirmada uma morte no município de Guaíra, e 51 óbitos ainda estão em investigação.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1737067108_661_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1737067108_41_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O óbito em Guaíra ocorreu na última terça-feira (14) e foi confirmado ontem pela prefeitura, que divulgou nota informando que intensificará as medidas de prevenção no município, que reforçou a importância da participação da população para frear a doença. &#8220;De acordo com a Prefeitura, diretorias e departamentos foram mobilizados para ampliar as ações de prevenção. &#8220;Estamos realizando visitas domiciliares, inspeções casa a casa e [passando] orientações diretas aos moradores&#8221;, informou o diretor de Saúde, Cervantes da Silva Garcia.</p>
<p>Ele também destacou a importância da vacina contra a dengue, disponível em todos os postos de saúde para jovens entre 10 e 14 anos, conforme preconizado pelo Ministério da Saúde. &#8220;Vale lembrar que a vacina não substitui as medidas de prevenção, pois o mosquito também é vetor de outras doenças, como zika e chikungunya&#8221;, afirmou.</p>
<p>O município de Guaíra tem cerca de 40 mil habitantes e está localizado no norte do estado, próximo da divisa com Minas Gerais e de cidades grandes da região, como Ribeirão Preto e Barretos. A prefeitura informou que há registro de 494 casos notificados, dos quais 183 negativos, 104 positivos e 207 suspeitos. Há duas pessoas internadas na UTI (unidade de terapia intensiva) da Santa Casa de Misericórdia local.</p>
<p>A informação sobre a morte confirmada em Guaíra ainda não aparece na ferramenta estadual de monitoramento, que indica 56 óbitos em investigação e nenhum confirmado, apesar de haver 39 mil casos prováveis da doença este ano.</p>
<p>Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo informou que &#8220;monitora, de forma contínua, o cenário da dengue e outras arboviroses no estado, considerando indicadores importantes para a avaliação do comportamento da epidemia&#8221;. Os dados de casos e óbitos pela doença são extraídos do Sistema de Informação de Notificação de Agravos do Ministério da Saúde, no qual os municípios são responsáveis pelas notificações e investigações. Os resultados são atualizados diariamente e disponibilizados em boletins e painéis informativos no portal <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://dengue.saude.sp.gov.br" target="_blank">dengue.saude.sp.gov.br</a>. Divergências de dados podem ocorrer por causa da periodicidade da atualização e de possíveis alterações nas fichas de notificação de casos preenchidas pelos municípios.</p>
<p>A pasta estadual anunciou seu Plano de Contingência das Arboviroses Urbanas para o biênio 2025/2026 na última quarta-feira (15), quando reafirmou que o estado tem circulação confirmada dos sorotipos 1, 2 e 3 da doença, com maior prevalência do último. O estado também mantém atenção para surto de gastroenterite no litoral e para o avanço de casos de febre amarela em ambientes rurais nas regiões de Campinas e Ribeirão Preto.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Guilherme Jeronymo – Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-01/pais-tem-4-mortes-confirmadas-por-dengue-em-2025-e-investiga-mais-62">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 16 Jan 2025 19:24:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Zika: sequestro de gene após infecção causa microcefalia, diz estudo</title>
		<link>https://weeknews.online/zika-sequestro-de-gene-apos-infeccao-causa-microcefalia-diz-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jan 2025 19:15:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[aponta estudo]]></category>
		<category><![CDATA[arboviroses]]></category>
		<category><![CDATA[gestação]]></category>
		<category><![CDATA[Governo pagará R$ 60 mil a famílias de crianças afetadas pelo Zika]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[microcefalia]]></category>
		<category><![CDATA[Vírus zika pode voltar a se replicar após recuperação]]></category>
		<category><![CDATA[Zika]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Estudo conduzido pela Universidade da Califórnia e publicado no periódico mBio indica que o vírus Zika sequestra uma proteína humana chamada ANKLE2, de suma importância para o desenvolvimento cerebral, para seu próprio benefício. Por esse motivo, em casos de infecção em gestantes, como o Zika é capaz de atravessar a placenta, ele acaba por provocar casos de microcefalia, condição em que o cérebro do bebê se forma de um tamanho menor que o esperado. “É uma situação em que o Zika está no lugar errado no momento errado”, destacou a professora do Departamento de Microbiologia, Genética Molecular e Engenharia Química da universidade e principal autora do estudo, Priya Shah. O trabalho demonstra que vírus próximos ao Zika, como o da dengue e o da&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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<p>Estudo conduzido pela Universidade da Califórnia e publicado no periódico <em>mBio </em>indica que o vírus <em>Zika</em> sequestra uma proteína humana chamada ANKLE2, de suma importância para o desenvolvimento cerebral, para seu próprio benefício. Por esse motivo, em casos de infecção em gestantes, como o <em>Zika</em> é capaz de atravessar a placenta, ele acaba por provocar casos de microcefalia, condição em que o cérebro do bebê se forma de um tamanho menor que o esperado.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1736882145_793_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1736882145_593_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“É uma situação em que o Zika está no lugar errado no momento errado”, destacou a professora do Departamento de Microbiologia, Genética Molecular e Engenharia Química da universidade e principal autora do estudo, Priya Shah. O trabalho demonstra que vírus próximos ao <em>Zika</em>, como o da dengue e o da febre amarela, também sequestram a proteína ANKLE2 para o mesmo propósito. Para os pesquisadores, a descoberta pode abrir caminho para o desenvolvimento de vacinas e outros tipos de tratamento contra os chamados arbovírus.</p>
<h2>Síndrome</h2>
<p>De acordo com o Ministério da Saúde, a síndrome congênita do zika compreende um conjunto de anomalias congênitas que podem incluir alterações visuais, auditivas e neuropsicomotoras que ocorrem em embriões ou fetos expostos à infecção durante a gestação. Tais alterações podem variar quanto à severidade, sendo que, quanto mais cedo a infecção ocorre na gestação, mais graves tendem a ser esses sinais e sintomas.</p>
<p>A principal forma de transmissão da infecção em mulheres grávidas é pela picada da fêmea do mosquito <em>Aedes aegypti</em>, mas a transmissão também pode ocorrer por meio de relação sexual com indivíduos infectados ou de transfusão sanguínea, sendo que a última, segundo a pasta, apresenta baixo risco devido à triagem de doadores e testes hematológicos.</p>
<p>A síndrome foi descoberta em 2015, devido à alteração do padrão de ocorrência de microcefalia em nascidos vivos no Brasil. À época, o evento foi considerado uma emergência em saúde pública de importância nacional e, posteriormente, internacional. Algum tempo depois, constatou-se que os casos de microcefalia, que também cursavam com outras anomalias cerebrais e alterações neurológicas, estavam associados à infecção pelo vírus Zika no período gestacional.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-01/zika-sequestro-de-gene-apos-infeccao-causa-microcefalia-diz-estudo">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 14 Jan 2025 16:04:00 -0300 </p>

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