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	<title>Arquivo de Arpen-Brasil - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Arpen-Brasil - WeekNews</title>
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		<title>Pelo 2º ano, Helena lidera ranking de nomes registrados; veja a lista</title>
		<link>https://weeknews.online/pelo-2o-ano-helena-lidera-ranking-de-nomes-registrados-veja-a-lista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 15:28:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[12]]></category>
		<category><![CDATA[3 milhões de pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos da agricultura familiar abastecem a cesta do Natal sem Fome]]></category>
		<category><![CDATA[Arpen-Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição mostra aspectos pouco conhecidos da obra O Pequeno Príncipe]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Nomes do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[O ano de 2025 pelas lentes da Agência Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Portal da Transparência do Registro Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Registro Civil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Pelo segundo ano consecutivo, o nome Helena é o mais registrado no país. Em 2025, o Brasil ganhou 28.271 Helenas. Esse feito das Helenas consolida uma trajetória de popularização de um nome que já foi preferência nacional na década de 1950. Há dez anos, Helena ocupava a 45ª posição. Em 2017, passou para 21ª. Dois anos depois, era a 15ª. Notícias relacionadas: O ano de 2025 pelas lentes da Agência Brasil. Alimentos da agricultura familiar abastecem a cesta do Natal sem Fome. Exposição mostra aspectos pouco conhecidos da obra O Pequeno Príncipe. Entre as meninas, Helena passou a ocupar a liderança da preferência em 2020, posição mantida todos os anos seguintes, à exceção de 2022, quando foi superado por Maria Alice. Os dados fazem&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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        </a>
</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p><strong>Pelo segundo ano consecutivo, o nome Helena é o mais registrado no país. Em 2025, o Brasil ganhou 28.271 Helenas.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1766417328_767_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1766417328_860_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Esse feito das Helenas consolida uma trajetória de popularização de um nome que já foi preferência nacional na década de 1950. Há dez anos, Helena ocupava a 45ª posição. Em 2017, passou para 21ª. Dois anos depois, era a 15ª.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>O ano de 2025 pelas lentes da Agência Brasil.</li>
<li>Alimentos da agricultura familiar abastecem a cesta do Natal sem Fome.</li>
<li>Exposição mostra aspectos pouco conhecidos da obra O Pequeno Príncipe.</li>
</ul>
<p><strong>Entre as meninas, Helena passou a ocupar a liderança da preferência em 2020, posição mantida todos os anos seguintes, à exceção de 2022, quando foi superado por Maria Alice.</strong></p>
<p>Os dados fazem parte de um levantamento com base no <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://transparencia.registrocivil.org.br/inicio" target="_blank">Portal da Transparência do Registro Civil</a>, elaborado pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), que representa os cartórios de registro civil do país.</p>
<h2>Veja os nomes mais registrados no país em 2025:</h2>
<ol>
<li>Helena: 28.271</li>
<li>Ravi: 21.982</li>
<li>Miguel: 21.654</li>
<li>Maite: 20.677</li>
<li>Cecilia: 20.378</li>
<li>Heitor: 17.751</li>
<li>Arthur: 17.514</li>
<li>Maria Cecilia: 16.889</li>
<li>Theo: 16.766</li>
<li>Aurora: 16.506</li>
</ol>
<h2>Nomes femininos:</h2>
<ol>
<li>Helena: 28.271</li>
<li>Maite: 20.677</li>
<li>Cecilia: 20.378</li>
<li>Maria Cecilia: 16.889</li>
<li>Aurora: 16.506</li>
<li> Alice: 14.777</li>
<li>Laura: 14.487</li>
<li>Antonella: 10.436</li>
<li>Isis: 10.378</li>
<li>Heloisa: 9.703</li>
</ol>
<h2>Nomes masculinos:</h2>
<ol>
<li>Ravi: 21.982</li>
<li>Miguel: 21.654</li>
<li>Heitor: 17.751</li>
<li>Arthur: 17.514</li>
<li>Theo: 16.766</li>
<li>Gael: 16.201</li>
<li>Bernardo: 15.395</li>
<li>Davi: 14.425</li>
<li>Noah: 14.182</li>
<li>Samuel: 14.021</li>
</ol>
<h2>Razão para escolha</h2>
<p>O presidente da Arpen-Brasil, Devanir Garcia, considera que as escolhas de nomes refletem não apenas preferências individuais, “mas também tendências culturais, sociais e midiáticas que influenciam diretamente as famílias brasileiras”.</p>
<p>Ao destacar a presença no ranking de nomes curtos e de fácil pronúncia, como Gael, Ravi, Theo, Noah e Maitê, a Arpen aponta busca crescente por simplicidade, sonoridade e conexão global.</p>
<p>“A tendência combina tradição, especialmente por meio de nomes bíblicos, com a originalidade marcada pela influência de personalidades do universo digital”, diz a entidade.</p>
<h2>Nomes do Brasil</h2>
<p>Em novembro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) atualizou a versão anual do site <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://censo2022.ibge.gov.br/nomes" target="_blank">Nomes do Brasil</a>.</p>
<p>A ferramenta interativa permite consultar a ocorrência, período de nascimento, concentração geográfica e idade mediana de pessoas com determinados nomes e sobrenomes.</p>
<p>O IBGE revelou que o Brasil é um país formado principalmente por Marias, Josés, Silvas e Santos. De cada cem brasileiros, seis são Marias. Elas somam 12,3 milhões de pessoas</p>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-12/pelo-2o-ano-helena-lidera-ranking-de-nomes-registrados-veja-lista">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 22 Dec 2025 12:23:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Famílias de vítimas da ditadura receberão documentos retificados</title>
		<link>https://weeknews.online/familias-de-vitimas-da-ditadura-receberao-documentos-retificados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jan 2025 20:05:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Arpen-Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[CEMDP]]></category>
		<category><![CDATA[certidões de óbito]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ determina nova certidão de óbito para mortos pela ditadura]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão da Verdade vai apurar violações e repressão na Uerj]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Nacional da Verdade]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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		<category><![CDATA[Documentação]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Roberto Barroso]]></category>
		<category><![CDATA[mortos e desaparecidos]]></category>
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		<category><![CDATA[Performance no ato AI-5 Nunca Mais reforça memória contra ditadura]]></category>
		<category><![CDATA[persseguições]]></category>
		<category><![CDATA[violacões]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Os familiares de 434 mortos e desaparecidos durante a ditadura civil-militar no Brasil, parcela que teve oficialmente os casos registrados, por meio da Comissão Nacional da Verdade (CNV), receberão certidões de óbito atualizadas de seus parentes em fevereiro. Com a retificação e emissão de novos documentos, há o reconhecimento de que as mortes foram resultado de atos de violência do Estado, ou seja, de que se tratou de uma série de acossamentos cometidos contra pessoas que questionavam a tomada do poder pelos militares e as violações de direitos perpetradas durante o período. A medida atende aos princípios contidos na Resolução 601/2024 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Os cartórios deverão encaminhar os documentos ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. Segundo o&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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</div>
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Feed Últimas.<br />
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<p>Os familiares de 434 mortos e desaparecidos durante a ditadura civil-militar no Brasil, parcela que teve oficialmente os casos registrados, por meio da Comissão Nacional da Verdade (CNV), receberão certidões de óbito atualizadas de seus parentes em fevereiro. Com a retificação e emissão de novos documentos, há o reconhecimento de que as mortes foram resultado de atos de violência do Estado, ou seja, de que se tratou de uma série de acossamentos cometidos contra pessoas que questionavam a tomada do poder pelos militares e as violações de direitos perpetradas durante o período.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1736798722_876_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/1736798722_470_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A medida atende aos princípios contidos na Resolução 601/2024 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Os cartórios deverão encaminhar os documentos ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.</p>
<p>Segundo o CNJ, a Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP) tem provocado o Estado brasileiro a assumir a responsabilidade pelas perseguições, muitas das quais resultaram em execuções das vítimas pelas mãos dos agentes de repressão. Desde 2017, as retificações estão sendo feitas e, do total de casos registrados e confirmados, somente dez foram concluídas administrativamente.</p>
<p>Apesar de finalizadas, ocultavam informações importantes para o contexto dos crimes. Nem a data, nem a causa da morte eram indicadas no documento emitido. Na documentação, existia apenas menção à Lei nº 9.140/1995, que reconhece como mortas as pessoas desaparecidas por participar ou serem acusadas de participar de atividades políticas no intervalo entre de 2 de setembro de 1961 a 5 de outubro de 1988.</p>
<p>O presidente do CNJ, ministro Luís Roberto Barroso, lamentou que não tenha havido um pedido formal de perdão até hoje. &#8220;Embora nunca tenha havido um pedido formal de desculpas, como deveria ter havido, pelo menos nós, do CNJ, tomamos as providências possíveis de reparação moral dessas pessoas que foram perseguidas e sofreram o desaparecimento forçado&#8221;, disse Barroso, durante a aprovação do ato, na semana passada.</p>
<h2> Encaminhamento e as entregas de documentos</h2>
<p>De acordo com a Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), entidade representativa dos cartórios de todo o país, no caso de registros de óbitos já existentes, o Operador Nacional do Registro Civil de Pessoas Naturais (ON-RCPN), que responde à organização, demandará a alteração ao respectivo cartório, o que deverá ser feito em até 30 dias. Quando o corpo não tiver sido localizado e, portanto, não existir óbito lavrado, a Arpen-Brasil remeterá o processo ao Cartório de Registro Civil dos locais de falecimento da pessoa morta ou desaparecida. O prazo para emissão é o mesmo.</p>
<p>No caso de local de morte incerto ou não sabido, o envio será feito pelo cartório de domicílio da pessoa interessada. Já na ausência das informações, a remessa se dará ao cartório responsável pela lavratura do nascimento das pessoas mortas e desaparecidas políticas constantes no relatório final da CNV. As certidões de pessoas mortas ou desaparecidas políticas, cujos familiares e outros entes queridos não forem localizados para a entrega, deverão ficar sob a guarda de museus ou outros espaços de memória, ouvidos os familiares e entidades engajados na causa.</p>
<p>Após a alteração, o cartório enviará a certidão de óbito, em meio digital, ao Operador Nacional do Registro Civil de Pessoas Naturais (ONRCPN), que encaminhará à CEMDP. Todo o processo será gratuito e a CNV será responsável por realizar a entrega das certidões às famílias das vítimas.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Letycia Bond &#8211; Repórter da Agência Brasol , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-01/familias-de-vitimas-da-ditadura-receberao-documentos-retificados">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 13 Jan 2025 16:43:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/familias-de-vitimas-da-ditadura-receberao-documentos-retificados/">Famílias de vítimas da ditadura receberão documentos retificados</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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