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	<title>Arquivo de Ativistas denunciaram que a ação foi um &quot;massacre&quot; - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Ativistas denunciaram que a ação foi um &quot;massacre&quot; - WeekNews</title>
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	<item>
		<title>Governo do Rio estima 119 mortes; moradores retiram corpos da mata</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 04:12:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[>> Veja as operações policiais mais letais no Rio nos últimos anos]]></category>
		<category><![CDATA[a exposição da população aos tiroteios]]></category>
		<category><![CDATA[Ativistas denunciam "massacre" em ação policial no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Ativistas denunciaram que a ação foi um "massacre"]]></category>
		<category><![CDATA[Castro: operação foi "sucesso" e policiais mortos foram únicas vítimas]]></category>
		<category><![CDATA[Complexo da Penha]]></category>
		<category><![CDATA[corpos retirados da mata em uma praça no Complexo da Penha]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Governo do Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[MPRJ envia técnicos periciais independentes ao IML após ação policial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. A Operação Contenção, realizada na última terça-feira (28) pelas polícias civil e militar do Rio de Janeiro, deixou 119 mortos, sendo 115 civis e quatro policiais. As informações foram atualizadas pelo secretário de Polícia Civil, Felipe Curi, que participou de uma entrevista coletiva à imprensa concedida nesta quarta-feira (29). Autoridades de segurança pública admitem que esse número pode aumentar e afirmam que as pessoas mortas reagiram com violência à operação, e aqueles que se entregaram foram presos.  Notícias relacionadas: Castro: operação foi &#8220;sucesso&#8221; e policiais mortos foram únicas vítimas. Ativistas denunciam &#8220;massacre&#8221; em ação policial no Rio. MPRJ envia técnicos periciais independentes ao IML após ação policial. No total, foram feitas 113 prisões, sendo que 33 eram pessoas de outros estados que atuavam no&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/governo-do-rio-estima-119-mortes-moradores-retiram-corpos-da-mata/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/governo-do-rio-estima-119-mortes-moradores-retiram-corpos-da-mata/">Governo do Rio estima 119 mortes; moradores retiram corpos da mata</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
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				</p>
<p>A Operação Contenção, realizada na última terça-feira (28) pelas polícias civil e militar do Rio de Janeiro, deixou 119 mortos, sendo 115 civis e quatro policiais. As informações foram atualizadas pelo secretário de Polícia Civil, Felipe Curi, que participou de uma entrevista coletiva à imprensa concedida nesta quarta-feira (29).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1761797525_141_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1761797525_768_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Autoridades de segurança pública admitem que esse número pode aumentar e afirmam que as pessoas mortas reagiram com violência à operação, e aqueles que se entregaram foram presos. </p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Castro: operação foi &#8220;sucesso&#8221; e policiais mortos foram únicas vítimas.</li>
<li>Ativistas denunciam &#8220;massacre&#8221; em ação policial no Rio.</li>
<li>MPRJ envia técnicos periciais independentes ao IML após ação policial.</li>
</ul>
<p>No total, foram feitas 113 prisões, sendo que 33 eram pessoas de outros estados que atuavam no Rio de Janeiro. Além disso, dez adolescentes foram encaminhados a unidades socioeducativas. </p>
<p>“A polícia não entra atirando, entra recebendo tiro”, disse Curi, ao ser perguntado se as mortes eram esperadas. “A operação estava planejada. O resultado quem escolheu não foi a polícia, foram eles”, acrescentou. </p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<p>Para ele, a operação não foi uma chacina, termo que foi usado por movimentos sociais e defensores dos direitos humanos para classificar a ação, que foi a mais letal da história do estado.</p>
<blockquote>
<p>“Chacina é a morte ilegal. O que fizemos ontem foi ação legítima do estado para cumprimento de mandados de apreensão e prisão”, afirmou. </p>
</blockquote>
<p><strong>A operação foi amplamente criticada por especialistas, moradores, organizações nacionais e internacionais. </strong>Ativistas denunciaram que a ação foi um &#8220;massacre&#8221;, enquanto especialistas em segurança pública ouvidos pela <strong>Agência Brasil </strong>apontaram a exposição da população aos tiroteios.</p>
<p>A operação contou com um efetivo de 2,5 mil policiais e é a maior realizada no estado nos últimos 15 anos. Os confrontos e ações de retaliação de criminosos geraram pânico em toda a cidade, com intenso tiroteiro, fechando as principais vias, escolas, comércios e postos de saúde. </p>
<p>&gt;&gt; Veja as operações policiais mais letais no Rio nos últimos anos</p>
<p>De acordo com Curi, <strong>as pessoas mortas estão sendo oficialmente tratadas como criminosas autoras de tentativa de homicídio contra os policiais</strong>. </p>
<p> </p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/toms9804.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 26/10/2025 – Mesa com autoridades do Estado do Rio de Janeiro durante coletiva de imprensa sobre a Operação Contenção na Cidade da Polícia, no Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"><br />
    <!-- END scald=442340 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<h6 class="meta">Autoridades exibiram fuzis apreendidos durante coletiva de imprensa no Rio de Janeiro <strong>Tomaz Silva/Agência Brasil</strong><!--END copyright=442340--></h6>
</div>
</div>
<h2>180 mandados de prisão</h2>
<p>O objetivo da operação era conter o avanço do Comando Vermelho e cumprir 180 mandados de busca e apreensão e 100 mandados de prisão, sendo 30 expedidos pelo estado do Pará, parceiro na operação. </p>
<p>“A operação de ontem foi o maior baque que Comando Vermelho levou”, disse Curi. “Com perda tão grande de armas, de drogas e também de lideranças”, complementou. </p>
<p>Foram apreendidas 118 armas, sendo 91 fuzis. A polícia contabiliza ainda a droga apreendida e estima que sejam toneladas. </p>
<p><strong>Para o secretário de Segurança Pública do estado do Rio de Janeiro, Victor dos Santos, a Operação Contenção deixou apenas oito vítimas</strong>:</p>
<blockquote>
<p>“As vítimas dessa operação são quatro inocentes feridos sem gravidade e quatro policiais que infelizmente faleceram”, disse.</p>
</blockquote>
<p>Na versão do secretário, as pessoas que morreram eram criminosas que optaram por não se entregar à polícia. “A alta letalidade que se verificou era previsível, mas obviamente não era desejada”, disse.</p>
<p>Na coletiva de imprensa, foram apresentadas imagens da ação. Segundo as autoridades, ela foi planejada, e as normas legais foram cumpridas, tais quais o uso de câmeras corporais. O conflito foi deslocado para área de mata, onde ocorreu a maior parte das mortes, para preservar a população. </p>
<p><strong>Em relação às câmeras, de acordo com as autoridades, elas podem ter ficado sem bateria, por conta da duração da operação e parte das ações pode não ter sido registrada. </strong></p>
<p> </p>
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            <img decoding="async" src="/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif" data-echo="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/_rbr0296.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 29/10/2025 - Familiares chegam ao Detran para se cadastrar para reconhecimento dos corpos
Após resgate de dezenas de corpos são trazidos por moradores para a Praça São Lucas, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro. Operação Contençao.
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/_rbr0296.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 29/10/2025 - Familiares chegam ao Detran para se cadastrar para reconhecimento dos corpos
Após resgate de dezenas de corpos são trazidos por moradores para a Praça São Lucas, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro. Operação Contençao.
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"><br />
    <!-- END scald=442305 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<h6 class="meta"> Familiares esperam para identificar corpos no Instituto Médico Legal do Rio de Janeiro <strong>Tânia Rêgo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=442305--></h6>
</div>
</div>
<h2>Corpos retirados da mata</h2>
<p>Na madrugada e na manhã desta quarta-feira, a própria comunidade e familiares reuniram corpos retirados da mata em uma praça no Complexo da Penha. </p>
<p>Perguntado por que esses corpos não foram retirados pela própria polícia ou por que não foi prestado socorro a essas pessoas, <strong>o secretário de Segurança Pública afirmou que as polícias não sabiam desses corpos</strong>. </p>
<p>“Todos aqueles que foram retirados na madrugada ou manhã eram criminosos que sequer a polícia tinha conhecimento deles”, disse. “Muitos são baleados e entram na mata procurando ajuda”.</p>
<p>Sobre a possibilidade de aumento no número de mortos, <strong>Victor dos Santos disse que ainda é possível que haja mais vítimas</strong>. “Não foi consolidado ainda, pode ser que tenha aumento”, disse.<br />
 </p>
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Foto: Tomaz Silva /Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/toms9661.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 29/10/2025 - Dezenas de corpos são trazidos por moradores para a Praça São Lucas, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro. Operação Contenção.
Foto: Tomaz Silva /Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"><br />
    <!-- END scald=442295 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<h6 class="meta">Dezenas de corpos são levados por moradores para a Praça São Lucas, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro. <strong>Tomaz Silva/Agência Brasil</strong><!--END copyright=442295--></h6>
</div>
</div>
<p> Mariana Tokarnia &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/governo-do-rio-contabiliza-119-mortes-moradores-retiram-corpos-da-mata">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 29 Oct 2025 13:49:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/governo-do-rio-estima-119-mortes-moradores-retiram-corpos-da-mata/">Governo do Rio estima 119 mortes; moradores retiram corpos da mata</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Governo do Rio contabiliza 119 mortes e nega que operação foi chacina</title>
		<link>https://weeknews.online/governo-do-rio-contabiliza-119-mortes-e-nega-que-operacao-foi-chacina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 17:16:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[a exposição da população aos tiroteios]]></category>
		<category><![CDATA[Ativistas denunciam "massacre" em ação policial no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Ativistas denunciaram que a ação foi um "massacre"]]></category>
		<category><![CDATA[Castro: operação foi "sucesso" e policiais mortos foram únicas vítimas]]></category>
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		<category><![CDATA[Governo do Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[MPRJ acompanha desdobramentos da Operação Contenção em favelas do Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Contenção]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Civil do Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/governo-do-rio-contabiliza-119-mortes-e-nega-que-operacao-foi-chacina/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Operação Contenção, realizada na última terça-feira (28) pelas polícias civil e militar do Rio de Janeiro, deixou 119 mortos, sendo 115 civis e quatro policiais. As informações foram atualizadas pelo secretário de Polícia Civil, Felipe Curi, que participou de uma entrevista coletiva à imprensa concedida nesta quarta-feira (29). Autoridades de segurança pública admitem que esse número pode aumentar e afirmam que as pessoas mortas reagiram com violência à operação, e aqueles que se entregaram foram presos.  Notícias relacionadas: Castro: operação foi &#8220;sucesso&#8221; e policiais mortos foram únicas vítimas. Ativistas denunciam &#8220;massacre&#8221; em ação policial no Rio. MPRJ acompanha desdobramentos da Operação Contenção em favelas do Rio . No total, foram feitas 113 prisões, sendo que 33 eram pessoas de outros estados que&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/governo-do-rio-contabiliza-119-mortes-e-nega-que-operacao-foi-chacina/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/governo-do-rio-contabiliza-119-mortes-e-nega-que-operacao-foi-chacina/">Governo do Rio contabiliza 119 mortes e nega que operação foi chacina</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p>A Operação Contenção, realizada na última terça-feira (28) pelas polícias civil e militar do Rio de Janeiro, deixou 119 mortos, sendo 115 civis e quatro policiais. As informações foram atualizadas pelo secretário de Polícia Civil, Felipe Curi, que participou de uma entrevista coletiva à imprensa concedida nesta quarta-feira (29).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1761758165_495_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1761758166_494_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Autoridades de segurança pública admitem que esse número pode aumentar e afirmam que as pessoas mortas reagiram com violência à operação, e aqueles que se entregaram foram presos. </p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Castro: operação foi &#8220;sucesso&#8221; e policiais mortos foram únicas vítimas.</li>
<li>Ativistas denunciam &#8220;massacre&#8221; em ação policial no Rio.</li>
<li>MPRJ acompanha desdobramentos da Operação Contenção em favelas do Rio .</li>
</ul>
<p>No total, foram feitas 113 prisões, sendo que 33 eram pessoas de outros estados que atuavam no Rio de Janeiro. Além disso, dez adolescentes foram encaminhados a unidades socioeducativas. </p>
<p>“A polícia não entra atirando, entra recebendo tiro”, disse Curi, ao ser perguntado se as mortes eram esperadas. “A operação estava planejada. O resultado quem escolheu não foi a polícia, foram eles”, acrescentou. </p>
<p>Para ele, a operação não foi uma chacina, termo que foi usado por movimentos sociais e defensores dos direitos humanos para classificar a ação, que foi a mais letal da história do estado.</p>
<blockquote>
<p>“Chacina é a morte ilegal. O que fizemos ontem foi ação legítima do estado para cumprimento de mandados de apreensão e prisão”, afirmou. </p>
</blockquote>
<p><strong>A operação foi amplamente criticada por especialistas, moradores, organizações nacionais e internacionais. </strong>Ativistas denunciaram que a ação foi um &#8220;massacre&#8221;, enquanto especialistas em segurança pública ouvidos pela <strong>Agência Brasil </strong>apontaram a exposição da população aos tiroteios.</p>
<p>A operação, que contou com um efetivo de 2,5 mil policiais e é a maior realizada no estado nos últimos 15 anos. Os confrontos e ações de retaliação de criminosos geraram pânico em toda a cidade, com intenso tiroteiro, fechando as principais vias, escolas, comércios e postos de saúde. </p>
<p>De acordo com Curi, <strong>as pessoas mortas estão sendo oficialmente tratadas como criminosas autoras de tentativa de homicídio contra os policiais</strong>. </p>
<h2>180 mandados de prisão</h2>
<p>O objetivo da operação era conter o avanço do Comando Vermelho e cumprir 180 mandados de busca e apreensão e 100 mandados de prisão, sendo 30 expedidos pelo estado do Pará, parceiro na operação. </p>
<p>“A operação de ontem foi o maior baque que Comando Vermelho levou”, disse Curi. “Com perda tão grande de armas, de drogas e também de lideranças”, complementou. </p>
<p>Foram apreendidas 118 armas, sendo 91 fuzis. A polícia contabiliza ainda a droga apreendida e estima que sejam toneladas. </p>
<p><strong>Para o secretário de Segurança Pública do estado do Rio de Janeiro, Victor dos Santos, a Operação Contenção deixou apenas oito vítimas</strong>:</p>
<blockquote>
<p>“As vítimas dessa operação são quatro inocentes feridos sem gravidade e quatro policiais que infelizmente faleceram”, disse.</p>
</blockquote>
<p>Na versão do secretário, as pessoas que morreram eram criminosas que optaram por não se entregar à polícia. “A alta letalidade que se verificou era previsível, mas obviamente não era desejada”, disse.</p>
<p>Na coletiva de imprensa, foram apresentadas imagens da ação. Segundo as autoridades, ela foi planejada, e as normas legais foram cumpridas, tais quais o uso de câmeras corporais. O conflito foi deslocado para área de mata, onde ocorreu a maior parte das mortes, para preservar a população. </p>
<p><strong>Em relação as câmeras, de acordo com as autoridades, elas podem ter ficado sem bateria, por conta da duração da operação e parte das ações pode não ter sido registrada. </strong></p>
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Após resgate de dezenas de corpos são trazidos por moradores para a Praça São Lucas, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro. Operação Contençao.
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/_rbr0296.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 29/10/2025 - Familiares chegam ao Detran para se cadastrar para recinhecimento dos corpos
Após resgate de dezenas de corpos são trazidos por moradores para a Praça São Lucas, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro. Operação Contençao.
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta"> Familiares esperam para identificar corpos no Instituto Médico Legal do Rio de Janeiro <strong>Tânia Rêgo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=442305--></h6>
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</div>
<h2>Corpos retirados da mata</h2>
<p>Na madrugada e na manha desta quarta-feira, a própria comunidade e familiares reuniram corpos retirados da mata em uma praça no Complexo da Penha. </p>
<p>Perguntado por que esses corpos não foram retirados pela própria polícia ou por que não foi prestado socorro a essas pessoas, <strong>o secretário de Segurança Pública afirmou que as polícias não sabiam desses corpos</strong>. </p>
<p>“Todos aqueles que foram retirados na madrugada ou manhã eram criminosos que sequer a polícia tinha conhecimento deles”, disse. “Muitos são baleados e entram na mata procurando ajuda”.</p>
<p>Sobre a possibilidade de aumentar os mortos, <strong>Victor dos Santos disse que ainda é possível que haja mais vítimas</strong>. “Não foi consolidado ainda, pode ser que tenha aumento”, disse.</p>
<p> </p>
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Foto: Tomaz Silva /Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/toms9661.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 29/10/2025 - Dezenas de corpos são trazidos por moradores para a Praça São Lucas, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro. Operação Contenção.
Foto: Tomaz Silva /Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta">Dezenas de corpos são levados por moradores para a Praça São Lucas, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro. <strong>Tomaz Silva/Agência Brasil</strong><!--END copyright=442295--></h6>
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<p> Mariana Tokarnia &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/governo-do-rio-contabiliza-119-mortes-e-nega-que-operacao-foi-chacina">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 29 Oct 2025 13:49:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/governo-do-rio-contabiliza-119-mortes-e-nega-que-operacao-foi-chacina/">Governo do Rio contabiliza 119 mortes e nega que operação foi chacina</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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