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	<title>Arquivo de Ativistas paraenses contam história da Marcha das Mulheres Negras - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Ativistas paraenses contam história da Marcha das Mulheres Negras - WeekNews</title>
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		<title>Reparação e bem-viver: por que marcham as mulheres negras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 13:05:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[a taxa de analfabetismo é o dobro da nacional (14%)]]></category>
		<category><![CDATA[Ativistas paraenses contam história da Marcha das Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Bem-viver]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília se prepara para receber Marcha Nacional das Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[maior proporção de pessoas na extrema pobreza e na pobreza]]></category>
		<category><![CDATA[Manifesto Econômico e Institucional]]></category>
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		<category><![CDATA[Marcha: comunicadoras negras discutem enfrentamento à violência online]]></category>
		<category><![CDATA[Necropolítica. Abayomi]]></category>
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		<category><![CDATA[vivem mais pessoas pretas e pardas*]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Desde o princípio, teimosar, na Paraíba, é verbo. Ele nomeia a obstinação de um contingente de mulheres negras que estão a caminho da 2ª Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem-viver, em Brasília. A delegação viajará quase dois dias para se juntar a 1 milhão de mulheres no dia 25 de novembro. Elas vão marchar em defesa do bem-viver, que passa pelo acesso a direitos básicos &#8211; como moradia, emprego, segurança -, mas também por uma vida digna, livre de violência e por ações de reparação. Notícias relacionadas: Marcha: comunicadoras negras discutem enfrentamento à violência online. Brasília se prepara para receber Marcha Nacional das Mulheres Negras . Ativistas paraenses contam história da Marcha das Mulheres Negras. Esta agenda inclui medidas para promover mobilidade social,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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				</p>
<p>Desde o princípio, teimosar, na Paraíba, é verbo. Ele nomeia a obstinação de um contingente de mulheres negras que estão a caminho da 2ª Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem-viver, em Brasília. A delegação viajará quase dois dias para se juntar a 1 milhão de mulheres no dia 25 de novembro.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763989502_625_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763989503_875_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Elas vão marchar em defesa do bem-viver, que passa pelo acesso a direitos básicos &#8211; como moradia, emprego, segurança -, mas também por uma vida digna, livre de violência e por ações de reparação.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Marcha: comunicadoras negras discutem enfrentamento à violência online.</li>
<li>Brasília se prepara para receber Marcha Nacional das Mulheres Negras .</li>
<li>Ativistas paraenses contam história da Marcha das Mulheres Negras.</li>
</ul>
<p><strong>Esta agenda inclui medidas para promover mobilidade social, considerando os danos deixados pela escravidão e a expropriação da população negra através de séculos.</strong></p>
<p>Na Paraíba, a expressão &#8220;teimosando&#8221; foi adaptada pelo movimento de mulheres negras a partir de um discurso da líder quilombola e enfermeira Elza Ursulino. A declaração canalizou as aspirações para a marcha de 2025, explicou Durvalina Rodrigues, ativista e coordenadora da organização paraibana Abayomi.</p>
<p>&#8220;Durante uma homenagem, em 2024, Elza, do quilombo Caiana dos Crioulos, no interior do estado, contou como ela era reprimida pelo pai por provocar discussões na comunidade, né?, [Por provocar] Reflexões sobre a situação do quilombo e que ela, na &#8216;teimozeira&#8217;, insistia em melhorar&#8221;. </p>
<p><strong>A organização, cujo nome significa &#8220;encontro precioso&#8221;, em iorubá, que reúne e atende mulheres negras de diversos perfis, nasceu da primeira marcha de mulheres negras, em 2015.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Naquela época, sabíamos que a marcha ia ser algo grande, mas nós não tínhamos a ideia de que seria histórico&#8221;, lembrou Durvalina.</p>
</blockquote>
<p>No retorno para casa, ao fazer um balanço, as ativistas decidiram fundar a Abayomi e ampliar as discussões que a marcha tinha proposto, com foco no enfrentamento ao racismo e às violências.<br />
 </p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/985528-18112015-dsc_8657_1.jpg" alt="Brasília - Marcha das Mulheres Negras Contra o Racismo, a Violência e pelo Bem Viver em Brasília, reúne mulheres de todos os estados e regiões do Brasil (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)" title="Marcello Casal jr/Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta"><!--copyright=34935-->Brasília &#8211; Marcha das Mulheres Negras Contra o Racismo, a Violência e pelo Bem Viver em Brasília, de 2015. Foto: <strong>Marcello Casal jr/Agência Brasil</strong><!--END copyright=34935--></h6>
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<h2>Jornada</h2>
<p>Junto com outras organizações de mulheres negras paraibanas e nordestinas, a instituição organizou uma série de atividades ao longo de 2025, com o intuito de discutir o bem-viver e a reparação, temas da marcha em Brasília, esse ano.</p>
<p>O primeiro foi abordado pela perspectiva do autocuidado como um ato político, de resistência, mas de impacto coletivo, e, o segundo, como forma de compensar os quase 400 anos de escravidão e o legado racista que, até hoje, determina as condições de vida de pessoas negras.</p>
<p><strong>Sob a ótica do bem-viver, o auto-cuidado, que vai além de rituais individuais, volta a ser um tema da marcha, dez anos depois.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;O estresse no trabalho, no lar e na comunidade, geralmente, deixa pouco tempo para o autocuidado, um caminho que provoca doenças crônicas, sofrimento psicológico e solidão&#8221; com impactos coletivos, explicou a psicóloga Hidelvânia Macedo, da Abayomi. Por outra ótica, quando exercido, o auto-cuidado impacta positivamente na autoestima e na autodeterminação, destacou.</p>
</blockquote>
<p>Nesta segunda edição, o bem-viver é tratado ao lado da busca por reparação, ou seja, de medidas que permitam a correção de distorções reflexo do racismo estrutural, que é o tratamento desigual dados às pessoas negras devido à estrutura da sociedade.</p>
<p>Ao contrário de contingentes de imigrantes, as pessoas negras escravizadas no Brasil não tiveram direito a indenização após a abolição, tampouco acesso à terra e à educação. Frequentar escolas, por anos, era proibido.</p>
<p>Essas questões estão na base das desigualdades que chegaram até os dias atuais. Na região Nordeste, por exemplo, onde a taxa de analfabetismo é o dobro da nacional (14%) e há uma maior proporção de pessoas na extrema pobreza e na pobreza, vivem mais pessoas pretas e pardas*. </p>
<p> </p>
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Foto: Tomaz Silva /Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta"><!--copyright=442295-->Rio de Janeiro (RJ), 29/10/2025 &#8211; Dezenas de corpos são trazidos por moradores para a Praça São Lucas, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro. Operação Contenção. Foto: <strong>Tomaz Silva/Agência Brasil</strong><!--END copyright=442295--></h6>
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<h2>Necropolítica</h2>
<p>Segundo Durvalina, da Abayomi, nas conversas mobilizadas pela instituição, a discussão por reparação antecede a do bem-viver. &#8220;Ela remete às explicações históricas, ao colonialismo, quando nos tiraram tudo, até a perspectiva existir&#8221;, explicou. </p>
<p>Dessas atividades preparatórias, Durvalina revelou que emergem discussões sobre política que determinam quem tem ou não direito à vida, como as de saúde e segurança. Para ela, essas reflexões são parte do grande legado da marcha de 2025.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Quando as mulheres começam a perceber que a política de morte, a necropolítica, tem um viés histórico, com base no racismo, percebemos um despertar&#8221;, acrescentou.</p>
</blockquote>
<p>A necropolítica é um conceito filosófico que explica como algumas pessoas têm mais chances de serem abandonadas e mortas por omissão ou ação do Estado, sendo a própria escravidão um exemplo de necropolítica, por ter submetido pessoas negras sistematicamente e permanentemente à violência e à morte.</p>
<p> </p>
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</div>
<h2>Manifesto</h2>
<p>Para tratar do tema da reparação, a Marcha de Mulheres Negras lançou o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://marchadasmulheresnegras.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Manifesto-Economico-da-Marcha-das-Mulheres-Negras-2025.pdf" target="_blank">Manifesto Econômico e Institucional</a>, com propostas em sete eixos, incluindo a criação de um fundo econômico, a taxação de grandes fortunas e heranças, políticas para redução da taxa de juros, blindagem do orçamento social, reformas agrária e urbana, além de linhas de crédito e ações afirmativas em empresas que atendem à administração pública.</p>
<p>Teimosando como a quilombola Elza, de Caianas, Durvalina, acredita que, por mais uma edição, a marcha estimula reflexões e fortalece organizações de mulheres capazes de liderar e acelerar transformações na sociedade brasileira. </p>
<p>* Os grupos populacionais preto e pardo, somados, são os chamados negros, conforme convencionou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e organizações negras.</p>
<p> Isabela Vieira &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-11/reparacao-e-bem-viver-por-que-marcham-mulheres-negras">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 24 Nov 2025 09:46:00 -0300 </p>

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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Marcha: comunicadoras negras discutem enfrentamento à violência online</title>
		<link>https://weeknews.online/marcha-comunicadoras-negras-discutem-enfrentamento-a-violencia-online/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 11:27:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Ativistas paraenses contam história da Marcha das Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília se prepara para receber Marcha Nacional das Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[comunicadoras]]></category>
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		<category><![CDATA[formulário online]]></category>
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		<category><![CDATA[Rede de Jornalistas Pretos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Comunicadoras, pesquisadoras e líderes de diferentes países estarão reunidas, nesta segunda-feira (24), para discutir estratégias de segurança digital e de enfrentamento à violência online contra mulheres negras, indígenas e latino-americanas.  Como parte da programação oficial da Marcha das Mulheres Negras 2025, a Rede de Jornalistas Pretos (Rede JP) e a Universidade de Brasília (UnB) promovem o painel Resistir é Comunicar: Gênero, Desinformação e Violência Digital.  Notícias relacionadas: Ativistas paraenses contam história da Marcha das Mulheres Negras. Brasília se prepara para receber Marcha Nacional das Mulheres Negras . A atividade marca também o lançamento da Cartilha Repcone sobre Proteção Digital, um material inédito que compila orientações práticas de prevenção e apoio, produzido pela Rede de Proteção Digital a Comunicadoras Negras (Repcone). &#8220;É uma honra&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>Comunicadoras, pesquisadoras e líderes de diferentes países estarão reunidas, nesta segunda-feira (24), para discutir estratégias de segurança digital e de enfrentamento à violência <em>online</em> contra mulheres negras, indígenas e latino-americanas. </strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763983625_5_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763983625_837_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Como parte da programação oficial da Marcha das Mulheres Negras 2025, a Rede de Jornalistas Pretos (Rede JP) e a Universidade de Brasília (UnB) promovem o painel Resistir é Comunicar: Gênero, Desinformação e Violência Digital. </p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Ativistas paraenses contam história da Marcha das Mulheres Negras.</li>
<li>Brasília se prepara para receber Marcha Nacional das Mulheres Negras .</li>
</ul>
<p>A atividade marca também o lançamento da <em>Cartilha Repcone sobre Proteção Digital</em>, um material inédito que compila orientações práticas de prevenção e apoio, produzido pela Rede de Proteção Digital a Comunicadoras Negras (Repcone).</p>
<p>&#8220;É uma honra para nós podermos estar promovendo esse evento, promovendo esse lançamento da nossa cartilha da nossa Rede de Proteção Digital a Comunicadoras Negras e poder proporcionar esses espaços para debate para conversas e principalmente para troca de conhecimento sobre profissionais e sobre ativistas e comunicadoras tão importantes para o nosso país e para o mundo, mulheres negras especiais&#8221;, diz a coordenadora geral da Rede Jornalistas Pretos, Marcelle Chagas. </p>
<p>O encontro ocorre na Faculdade de Comunicação da UnB, Campus Universitário Darcy Ribeiro, Sala 13, às 15h. A entrada para o evento é gratuita, mas exige registro prévio através de <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://ee.kobotoolbox.org/x/jLEbBmVC" target="_blank">formulário online</a>. </p>
<p>O evento é uma iniciativa conjunta da Rede JP e Repcone, com o apoio da Mozilla Foundation e da Rede de Jornalistas Afro-latinos, além de contar com a coorganização da Universidade de Brasília e do programa Vozes da Rede. A <strong>Empresa Brasil de Comunicação</strong> (<strong>EBC</strong>) também é parceira. </p>
<p> </p>
<p> Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-11/marcha-comunicadoras-negras-discutem-enfrentamento-violencia-online">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 24 Nov 2025 07:51:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/marcha-comunicadoras-negras-discutem-enfrentamento-a-violencia-online/">Marcha: comunicadoras negras discutem enfrentamento à violência online</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Brasília se prepara para receber Marcha Nacional das Mulheres Negras</title>
		<link>https://weeknews.online/brasilia-se-prepara-para-receber-marcha-nacional-das-mulheres-negras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Nov 2025 21:09:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Ativistas paraenses contam história da Marcha das Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Casa Akotirene]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Marcha das Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras se unem contra o racismo e a violência em marcha em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Reparação e Bem Viver]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/brasilia-se-prepara-para-receber-marcha-nacional-das-mulheres-negras/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Brasília já está em marcha. Na próxima terça-feira (25), mulheres negras de todo o país marcharão na capital do país por Reparação e Bem Viver. Um dia gestado há, pelo menos dez anos, quando aconteceu a Primeira Marcha Nacional das Mulheres Negras. “Foi um marco histórico, considerando que foi a primeira marcha”, afirma a jornalista e militante do movimento negro, Jacira Silva. Notícias relacionadas: Ativistas paraenses contam história da Marcha das Mulheres Negras. Mulheres negras se unem contra o racismo e a violência em marcha em Brasília . Naquele ano, cerca de 50 mil mulheres marcharam na Esplanada dos Ministérios sob o tema Marcha das Mulheres Negras Contra o Racismo, a Violência e pelo Bem Viver. Mulheres que vieram de várias partes do&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/brasilia-se-prepara-para-receber-marcha-nacional-das-mulheres-negras/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/brasilia-se-prepara-para-receber-marcha-nacional-das-mulheres-negras/">Brasília se prepara para receber Marcha Nacional das Mulheres Negras</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p>Brasília já está em marcha. <strong>Na próxima terça-feira (25), mulheres negras de todo o país marcharão na capital do país por Reparação e Bem Viver.</strong> Um dia gestado há, pelo menos dez anos, quando aconteceu a Primeira Marcha Nacional das Mulheres Negras.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763932190_23_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763932190_7_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>“Foi um marco histórico, considerando que foi a primeira marcha”, afirma a jornalista e militante do movimento negro, Jacira Silva.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Ativistas paraenses contam história da Marcha das Mulheres Negras.</li>
<li>Mulheres negras se unem contra o racismo e a violência em marcha em Brasília .</li>
</ul>
<p>Naquele ano, cerca de 50 mil mulheres marcharam na Esplanada dos Ministérios sob o tema Marcha das Mulheres Negras Contra o Racismo, a Violência e pelo Bem Viver. Mulheres que vieram de várias partes do Brasil e que são esperadas, novamente, para ocupar as ruas da capital federal.</p>
<p>E por que as mulheres negras ainda marcham? Segundo as organizadoras do evento, ainda é preciso se mobilizar contra o racismo e o sexismo que marginalizam as mulheres negras.</p>
<p><strong>Dados do Ministério da Igualdade Racial revelam que elas são o maior grupo populacional do Brasil. São cerca de 11,3 milhões de mulheres pretas e 49,3 milhões de pardas, totalizando 28% da população total.</strong></p>
<p>Ser o grupo mais populoso de uma nação não significa proteção em relação a violências estruturais do nosso país. Historicamente, as mulheres negras acumulam os piores índices sociais.</p>
<p>Em 2022, por exemplo, sete anos após a primeira marcha nacional, a taxa de analfabetismo entre as mulheres negras era de 6,9%, o dobro da taxa de mulheres brancas (3,4%).</p>
<p><strong>Elas marcham também pelos direitos dos povos tradicionais, pela preservação dos recursos naturais e de toda biodiversidade brasileira; por reparação histórica pelas dores geradas pela escravização; por um Estado que garanta os direitos de todas as pessoas; e por um modelo econômico sustentável e pelo Bem Viver.</strong></p>
<h2>Anfitriãs</h2>
<p>Em Brasília, os espaços de mulheres negras estão se preparando há meses tanto para receber as participantes de outros Estados, quanto para mobilizar as mulheres que, cotidianamente, estão em contato com o trabalho realizado.</p>
<p>Um exemplo é a Casa Akotirene Quilombo Urbano, na Ceilândia Norte, que fica a cerca de 30 quilômetros do centro de Brasília e atende cerca de 250 mulheres, além de crianças e adolescentes que participam dos cursos e atividades culturais ofertados pelo espaço, que existe há sete anos.</p>
<p>Joice Marques preside a Casa e lembra que o espaço ainda não existia na época da primeira marcha. Ela destaca a importância e a alegria de poder marchar junto com as mulheres da Casa e as demais que virão à Brasília.</p>
<p>“A gente tem feito algumas atividades na casa, em parceria com as organizadoras da Marcha aqui no DF, em especial o pessoal da área da saúde mental”, conta.</p>
<blockquote>
<p>“Pra gente é uma imensa alegria marchar com as mulheres da Casa Akotirene com as mulheres de tantos lugares do Brasil e de fora do Brasil também. Pra gente é um momento histórico, que diz que, de certa forma, estamos falando a mesma língua”.</p>
</blockquote>
<p>Para ela, que está inserida no movimento negro fazendo parte do debate, estar com as mulheres da Casa tem um gosto especial. Isso porque, essas mulheres podem não estar dentro da academia, pensando o movimento de mulheres negras nas instâncias formais, mas estão dentro do território delas. &#8220;Também estão fazendo políticas de combate à violência, de combate ao racismo, com a sua comunidade, com a sua família”.</p>
<h2>A casa e a rua</h2>
<p>Na Casa Akotirene, as mulheres fazem cursos de informática, de costura, de música, de exercícios corporais, de tranças e, dessa forma, se descobrem negras.</p>
<p>“Eu sempre falo que, quando a gente está dentro da nossa casa, a gente é só uma pessoa, é só uma mulher. Quando a gente sai para rua, a gente já é uma mulher negra, então já tem uma subjetividade a mais para gente”, aponta Joice.</p>
<p>“E aí a gente vive tudo isso no racismo econômico, no racismo geográfico, no racismo dentro do mercado de trabalho. No racismo que tenta deslegitimizar a gente todos os dias, dizer que a gente não é capaz, que a gente não é intelectual suficiente. E eu acho que isso faz com que a gente entenda o quanto o racismo, a estrutura, ela é perversa&#8221;, conta a educadora popular e produtora cultural que nasceu no Piauí e cresceu nas periferias do Distrito Federal.</p>
<p>A gestora da Casa Akotirene se apresenta como uma continuidade, um sonho dos seus ancestrais, tendo esse projeto com as mulheres da comunidade como sua grande paixão. E sabe da importância de ocupar, coletivamente, as ruas.</p>
<p>Nas mãos, elas vão levar um estandarte, feito de forma coletiva, e que carrega os anseios e sonhos dessas e de tantas outras mulheres negras que estarão em marcha por reparação e bem viver.</p>
<p> Fran de Paula – Radioagência Nacional , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-11/brasilia-se-prepara-para-receber-marcha-nacional-das-mulheres-negras">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 23 Nov 2025 17:47:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Marcha: livro mostra dificuldades de mulheres negras nas eleições</title>
		<link>https://weeknews.online/marcha-livro-mostra-dificuldades-de-mulheres-negras-nas-eleicoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Nov 2025 16:29:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[agenda Marielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Ativistas paraenses contam história da Marcha das Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília recebe Marcha das Mulheres Negras em 25 de novembro]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[inspirados no legado de Marielle]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Marielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Marcha das Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Marcha Mundial das Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Mesmo assim]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres na política]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres negras na política]]></category>
		<category><![CDATA[proibição de doações]]></category>
		<category><![CDATA[são as que ganham menos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Dez mulheres negras que se candidataram a cargos políticos em 2024 e não foram eleitas compartilham a experiência de participar do pleito. Elas contam o que deu certo e pode ser replicado e discutem as dificuldades que encontraram junto aos partidos políticos e também após as eleições, já que muitas tiveram que usar os próprios recursos financeiros. Andreia de Lima, Ayra Dias, Bárbara Bombom, Camila Moradia, Dani Nunes, Débora Amorim, Flávia Hellen, Joelma Andrade, Lana Larrá e Mayara Batista. Os aprendizados e memórias dessas mulheres estão reunidos no livro Rosas da Resistência: trajetórias e aprendizados de mulheres negras não eleitas, que será lançado neste sábado (22), pelo Instituto Marielle Franco (IMF) e Fundação Rosa Luxemburgo, em Brasília. Notícias relacionadas: Ativistas paraenses contam história&#8230;</p>
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<p><strong>Dez mulheres negras que se candidataram a cargos políticos em 2024 e não foram eleitas compartilham a experiência de participar do pleito. Elas contam o que deu certo e pode ser replicado e discutem as dificuldades que encontraram junto aos partidos políticos e também após as eleições, já que muitas tiveram que usar os próprios recursos financeiros.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763828945_821_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763828945_832_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Andreia de Lima, Ayra Dias, Bárbara Bombom, Camila Moradia, Dani Nunes, Débora Amorim, Flávia Hellen, Joelma Andrade, Lana Larrá e Mayara Batista. Os aprendizados e memórias dessas mulheres estão reunidos no livro Rosas da Resistência: trajetórias e aprendizados de mulheres negras não eleitas, que será lançado neste sábado (22), pelo Instituto Marielle Franco (IMF) e Fundação Rosa Luxemburgo, em Brasília.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
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<li>Ativistas paraenses contam história da Marcha das Mulheres Negras.</li>
<li>Brasília recebe Marcha das Mulheres Negras em 25 de novembro.</li>
</ul>
<p><strong>Uma característica comum a essas mulheres, segundo a gerente de programas do IMF, Dandara de Paula, é a conexão que possuem com o território onde vivem e com as comunidades às quais pertencem.</strong> Todas elas, destaca Dandara, são reconhecidas lideranças locais.</p>
<blockquote>
<p>“O que o livro aponta é que essa conexão delas com o território é histórica, muito anterior à eleição e fez com que elas conseguissem pensar em pautas e projetos que de fato dialogassem com as necessidades do território, com a população que elas estavam em contato, defendendo e buscando representar”, diz.</p>
</blockquote>
<p>E acrescenta: “Com a não eleição, elas tiveram para onde voltar. Elas tiveram uma comunidade que as abraçou, porque elas são pertencentes dali, são figuras constantes para as pessoas da daquele território específico”.</p>
<p><strong>Outro aspecto comum foi a dificuldade de encontrar apoio junto aos partidos políticos e de acessar o fundo eleitoral. </strong>Após a proibição de doações de pessoas jurídicas para as campanhas, esse fundo tornou-se uma das principais fontes de receita para que os partidos realizem as campanhas eleitorais de seus candidatos. Ele é constituído por dotações orçamentárias da União. Mas, nem todos os candidatos acessam os recursos da mesma forma.</p>
<blockquote>
<p>“Todas passaram pela dificuldade de acessar o fundo eleitoral, cada uma por dificuldade diferente. Para algumas o recurso chegou tarde demais, outras enfrentaram divergências internas no partido, mas todas elas tiveram essa dificuldade em relação à legenda que elas escolheram”, diz Dandara.</p>
</blockquote>
<p>Um relatório divulgado em 2024 pelo Instituto de Estudos Socioeconômicos, em parceria com a Common Data, mostrou que as mulheres negras são a parcela da sociedade que mais enfrenta barreiras para acessar cargos políticos. Das quase 80 mil candidatas, apenas 7,19% foram eleitas. Isso significa que, enquanto uma em cada dez candidatas brancas foi eleita, entre as candidatas negras, essa proporção foi de uma a cada 26.</p>
<p><strong>As mulheres negras representam a maior parte da população do país, são cerca de 60 milhões, 28,5% do total.</strong> Elas são, também, o maior percentual da população brasileira ativa: 28,4%. São as mulheres negras que chefiam a maioria das famílias. Mesmo assim, são as que ganham menos. Representam apenas 16% do rendimento total do país.</p>
<p>Segundo Dandara, é muito importante que as mulheres negras possam cada vez mais ocupar cargos políticos.</p>
<blockquote>
<p>“A gente sabe que, por mais que a gente trabalhe fora da institucionalidade, a institucionalidade tem um poder expressivo, tem uma razão de ser, tem a caneta na mão, é o que faz com que a gente possa concretizar todos esses desejos que a gente quer ver acontecer”, ressalta.</p>
</blockquote>
<p><strong>As dez mulheres que participam do livro foram apoiadas após as eleições, financeiramente pelo IMF, recurso, conforme explica Dandara, muito importante para que elas pudessem se reerguer financeiramente após as campanhas eleitorais. </strong>Todo esse processo é compartilhado no livro.</p>
<p>Todas elas também aderiram à <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.agendamarielle.com/">agenda Marielle Franco</a>, um conjunto de práticas e compromissos políticos antirracistas, feministas, LGBTQIAPN+, periféricas e populares, inspirados no legado de Marielle, vereadora do Rio de Janeiro assassinada em 2018. </p>
<p><strong>O lançamento do livro será neste dia 22, às 17h, na Casa Comum, na Asa Norte. O evento ocorre no âmbito das ações da Marcha Mundial das Mulheres Negras, que será realizada no dia 25 de novembro, reunindo mulheres de todo o país com os pleitos de reparação e bem viver.</strong></p>
<p> Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-11/marcha-livro-mostra-dificuldades-de-mulheres-negras-nas-eleicoes">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 22 Nov 2025 13:14:00 -0300 </p>

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