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	<title>Arquivo de atualmente em 14 - WeekNews</title>
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		<title>Inflação perde força pelo 2º mês seguido e fecha abril em 0,43%</title>
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		<pubDate>Fri, 09 May 2025 15:11:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A inflação oficial fechou abril em 0,43%, pressionada principalmente pelos preços dos alimentos e de produtos farmacêuticos. O resultado mostra desaceleração pelo segundo mês seguido, após o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ter marcado 1,31% em fevereiro e 0,56% em março. O índice é o maior para um mês de abril desde 2023 (0,61%). Em abril de 2024, a variação havia sido de 0,38%. No período de 12 meses, o IPCA soma 5,53%, o maior desde fevereiro de 2023 (5,6%) e acima da meta do governo. Em março, esse acumulado era de 5,48%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (9), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A meta de inflação estipulada pelo Conselho Monetário&#8230;</p>
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<p><strong>A inflação oficial fechou abril em 0,43%, pressionada principalmente pelos preços dos alimentos e de produtos farmacêuticos. O resultado mostra desaceleração pelo segundo mês seguido, após o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ter marcado 1,31% em fevereiro e 0,56% em março.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1746803469_976_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1746803469_74_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O índice é o maior para um mês de abril desde 2023 (0,61%). Em abril de 2024, a variação havia sido de 0,38%.</p>
<p>No período de 12 meses, o IPCA soma 5,53%, o maior desde fevereiro de 2023 (5,6%) e acima da meta do governo. Em março, esse acumulado era de 5,48%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (9), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p><strong>A meta de inflação estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, um intervalo de 1,5% a 4,5%.</strong></p>
<p>Desde o início de 2025, a meta é considerada descumprida se ficar seis meses seguidos fora do intervalo de tolerância. Todos os resultados desde janeiro figuraram acima do teto.</p>
<h2>Alimentos e remédios</h2>
<p>Dos nove grupos de preços pesquisados pelo IBGE, oito apresentaram inflação positiva, com os maiores pesos  exercidos por alimentos e saúde. Juntos, esses dois grupos responderam por 0,34 ponto percentual (p.p.) do IPCA.</p>
<p>&#8211; Alimentação e bebidas: 0,82% (0,18 p.p.)</p>
<p>&#8211; Habitação: 0,14% (0,02 p.p.)</p>
<p>&#8211; Artigos de residência: 0,53% (0,02 p.p.)</p>
<p>&#8211; Vestuário: 1,02% (0,05 p.p.)</p>
<p>&#8211; Transportes: -0,38% (-0,08 p.p.)</p>
<p>&#8211; Saúde e cuidados pessoais: 1,18% (0,16 p.p.)</p>
<p>&#8211; Despesas pessoais: 0,54% (0,05 p.p.)</p>
<p>&#8211; Educação: 0,05% (0 p.p.)</p>
<p>&#8211; Comunicação: 0,69% (0,03 p.p.)</p>
<h2>Maior impacto</h2>
<p>Apesar de representar o maior impacto de alta na inflação de abril, o grupo alimentos e bebidas mostra desaceleração ante março, quando foi de 1,17%.</p>
<p>Os alimentos integram o grupo de maior peso no IPCA, por isso, mesmo desacelerando, exercem impacto importante na média de preços da cesta de consumo dos brasileiros. Os produtos que mais puxaram para cima o preço da comida foram:</p>
<p> &#8211; batata-inglesa (18,29%)</p>
<p>&#8211; tomate (14,32%)</p>
<p>&#8211; café moído (4,48%)</p>
<h2>Café sobe 80,2%</h2>
<p><strong>Em 12 meses, o café apresenta alta de 80,2%, configurando-se a maior variação acumulada desde o início do Plano Real em julho de 1994.</strong></p>
<p>Por outro lado, o arroz, que caiu 4,19%, foi o item alimentício que mais colaborou para segurar os preços. O ovo, que vinha sendo um dos vilões (alta de 16,74% em doze meses), recuou 1,29% em abril.</p>
<p>De acordo com o gerente da pesquisa, Fernando Gonçalves, a inflação dos alimentos é muito influenciada por questões climáticas. “Muitos deles tiveram questão de clima, ou chove muito ou não chove”, afirma. </p>
<blockquote>
<p>“Os efeitos da natureza não têm como controlar”, observou.</p>
</blockquote>
<p>Fernando destaca que o índice de difusão &#8211; indicador que mostra a proporção de subitens que tiveram aumento de preço no mês &#8211; passou de 55% para 70% dos 168 produtos alimentícios pesquisados.</p>
<p>Em todo o IPCA, o índice de difusão ficou em 67% dos 377 subitens apurados – o maior desde dezembro de 2024 (69%).</p>
<p>No grupo saúde e cuidados pessoais, o resultado foi influenciado por produtos farmacêuticos, que subiram 2,32%, por conta do reajuste de medicamentos de até 5,09% autorizado pelo governo a partir de 31 de março.</p>
<h2>Alívio nos transportes</h2>
<p><strong>O grupo de transportes foi o único a ter queda nos preços (-0,38%)</strong>, resultado influenciado pela redução dos preços das passagens aéreas (-14,15%), o que exerceu o principal impacto negativo no IPCA de abril, com peso de -0,09 p.p.</p>
<p>Os combustíveis também ajudaram, recuando 0,45%. Todos tiveram variação negativa:</p>
<p>óleo diesel: -1,27%</p>
<p>gás veicular: -0,91%</p>
<p>etanol: -0,82%</p>
<p>gasolina (subitem que mais pesa no IPCA): -0,35%</p>
<p>Fernando Gonçalves destaca que “houve redução no preço do óleo diesel nas refinarias a partir de 1º de abril e, no caso do etanol, houve avanço na safra”.</p>
<h2>Foco do BC</h2>
<p><strong>Ao separar a inflação entre itens de serviços e controlados</strong>, o IBGE aponta que o agregado de serviço desacelerou de 0,62% em março para 0,20% em abril. Já os preços monitorados, ou seja, controlados pelo governo, aceleraram de 0,18% para 0,35%.</p>
<p>O comportamento da inflação de serviços é um dos fatores avaliados pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) para decidir o nível da taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 14,75% ao mês. A definição da Selic é uma das formas de buscar o controle da inflação. Quanto maiores os juros, menos favorável ao consumo fica a economia, tendendo a segurar os preços.</p>
<blockquote>
<p>“No agregado de serviços, a desaceleração é explicada pela queda das passagens aéreas. E nos monitorados, a explicação para a aceleração vem do aumento dos produtos farmacêuticos”, explica Gonçalves.</p>
</blockquote>
<p>A energia elétrica residencial apresentou queda de 0,08%, devido à redução de tributos (PIS/Cofins) em algumas áreas.</p>
<h2>INPC</h2>
<p>O IBGE divulgou também que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) <strong>teve alta de 0,48% em abril</strong>.  </p>
<p>A diferença entre os dois índices é que o INPC apura a inflação para as famílias com renda de até cinco salários mínimos. Já o IPCA, para lares com renda de até 40 salários mínimos. Atualmente, o mínimo é de R$ 1.518. </p>
<p><strong>O IBGE confere pesos diferentes aos grupos de preços pesquisados. No INPC, por exemplo, os alimentos representam 25% do índice, mais que no IPCA (21,86%), pois as famílias de menor renda gastam proporcionalmente mais com comida. Na ótica inversa, o preço de passagem de avião pesa menos no INPC do que no IPCA</strong>.</p>
<p>O INPC influencia diretamente a vida de muitos brasileiros, pois o acumulado móvel de 12 meses costuma ser utilizado para cálculo do reajuste de salários de diversas categorias ao longo do ano.</p>
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<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/inflacao-perde-forca-pelo-2o-mes-seguido-e-fecha-abril-em-043">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 09 May 2025 11:19:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/inflacao-perde-forca-pelo-2o-mes-seguido-e-fecha-abril-em-043/">Inflação perde força pelo 2º mês seguido e fecha abril em 0,43%</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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