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	<title>Arquivo de Axé Music - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Axé Music - WeekNews</title>
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		<title>Netinho, um dos grandes nomes do axé music, morre aos 60 anos em Salvador</title>
		<link>https://weeknews.online/netinho-um-dos-grandes-nomes-do-axe-music-morre-aos-60-anos-em-salvador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 21:33:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Axé Music]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Feed Editoria Radioagência Nacional. O cantor Netinho, um dos principais nomes do axé music, morreu nesta terça-feira (13), aos 60 anos, em um hospital de Salvador. O artista enfrentava um câncer no sistema linfático há mais de um ano e, nos últimos dias, o quadro de saúde se agravou, levando a complicações nos rins e em outros órgãos. Nascido em Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo Baiano, Netinho começou cedo na música, mas ganhou projeção nacional no fim dos anos 80, quando assumiu os vocais da Banda Beijo. A partir daí, conquistou espaço no cenário musical e, mais tarde, seguiu carreira solo. O auge veio em 1996, com o lançamento de Milla, canção que se tornou um dos grandes hinos&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/1791927196_2025-12-05-073a9765-copy-69337a1291d-1024x512.jpg" alt="Netinho, um dos grandes nomes do axé music, morre aos 60 anos em Salvador" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-10/cantor-netinho-morre-aos-60-anos-em-salvador" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
<p>    </a></p>

<p>Feed Editoria Radioagência Nacional.</p>

<p>O cantor Netinho, um dos principais nomes do axé music, morreu nesta terça-feira (13), aos 60 anos, em um hospital de Salvador. O artista enfrentava um câncer no sistema linfático há mais de um ano e, nos últimos dias, o quadro de saúde se agravou, levando a complicações nos rins e em outros órgãos.</p>
<p>Nascido em Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo Baiano, Netinho começou cedo na música, mas ganhou projeção nacional no fim dos anos 80, quando assumiu os vocais da Banda Beijo. A partir daí, conquistou espaço no cenário musical e, mais tarde, seguiu carreira solo.</p>
<p>O auge veio em 1996, com o lançamento de Milla, canção que se tornou um dos grandes hinos do carnaval brasileiro e ajudou a levar o ritmo baiano para diferentes regiões do país. Outros sucessos, como Beijo na Boca, Estrela Primeira, Menina, Capricho dos Deuses e Fim de Semana, também ficaram marcados na memória dos fãs.</p>
<p>Netinho anunciou o diagnóstico de câncer em março de 2025 e passou a compartilhar nas redes sociais detalhes do tratamento. Em 2026, revelou que a doença havia voltado e retomou as sessões de quimioterapia. Nos últimos meses, estava internado em Salvador, onde recebia acompanhamento médico.</p>
<p>Artistas, amigos e admiradores usaram as redes sociais para destacar a importância de Netinho para a história do axé music. Entre eles, Alexandre Pires, que publicou: “sua voz se cala, mas seu legado, sua história e o amor que você deixou jamais se apagarão. Você será eterno em nossos corações!”</p>
<p>Por um desejo do próprio cantor, o velório e a cremação serão realizados de forma reservada, com a presença apenas de familiares e amigos mais próximos.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-10/cantor-netinho-morre-aos-60-anos-em-salvador" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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			</item>
		<item>
		<title>Netinho, um dos nomes centrais do axé music, morre em Salvador aos 60 anos</title>
		<link>https://weeknews.online/netinho-um-dos-nomes-centrais-do-axe-music-morre-em-salvador-aos-60-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 16:21:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Axé Music]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Netinho]]></category>
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		<category><![CDATA[Um post compartilhado por Netinho Oficial (@netinhooficialbrasileiro)]]></category>
		<category><![CDATA[Ver esse post no Instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O cantor Netinho morreu aos 60 anos nesta terça-feira (13), em Salvador, após a volta de um linfoma não Hodgkin, câncer no sistema linfático diagnosticado em 2025. A informação foi confirmada pela assessoria do artista. Ele estava internado no Hospital Aliança Star. De acordo com a assessoria, o quadro clínico evoluiu para falência renal e disfunção múltipla de órgãos, o que provocou a morte. &#8220;É com uma tristeza que corta a alma que comunicamos o falecimento do cantor Netinho, ocorrido na manhã de hoje&#8221;, informou a equipe do artista. Ainda segundo a assessoria, nos últimos meses Netinho enfrentava um linfoma não Hodgkin do tipo B. O velório e a cremação serão realizados de forma reservada, em cerimônia restrita a familiares&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/2025-12-05-073a9765-copy-69337a1291d-1024x512.jpg" alt="Netinho, um dos nomes centrais do axé music, morre em Salvador aos 60 anos" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-10/cantor-de-axe-netinho-morre-em-salvador-aos-60-anos" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
<p>    </a></p>
<p><br />
</p>
<p>O cantor Netinho morreu aos 60 anos nesta terça-feira (13), em Salvador, após a volta de um linfoma não Hodgkin, câncer no sistema linfático diagnosticado em 2025. A informação foi confirmada pela assessoria do artista. Ele estava internado no Hospital Aliança Star.</p>
<p>De acordo com a assessoria, o quadro clínico evoluiu para falência renal e disfunção múltipla de órgãos, o que provocou a morte. &#8220;É com uma tristeza que corta a alma que comunicamos o falecimento do cantor Netinho, ocorrido na manhã de hoje&#8221;, informou a equipe do artista. Ainda segundo a assessoria, nos últimos meses Netinho enfrentava um linfoma não Hodgkin do tipo B.</p>
<div class="weeknews-ai-embed weeknews-ai-instagram-embed" style="margin:24px 0;max-width:540px;clear:both;overflow:hidden;">
<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/Deb8cTEhmOd/" data-instgrm-version="14" style="background:#FFF;border:0;border-radius:3px;margin: 1px;max-width:540px;min-width:326px;padding:0;width:99.375%;width:-webkit-calc(100% - 2px);width:calc(100% - 2px)">
</blockquote>
<p><script async src="https://www.instagram.com/embed.js"></script></div>
<p>O velório e a cremação serão realizados de forma reservada, em cerimônia restrita a familiares e amigos próximos, conforme desejo expresso pelo próprio cantor. O horário e o local não foram divulgados.</p>
<p>Ernesto de Souza Andrade Júnior, conhecido como Netinho, nasceu em Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo Baiano, em 12 de julho de 1966. Iniciou a carreira em 1988, aos 22 anos, como vocalista da Banda Beijo, com estreia no circuito do Carnaval. Naquele período, gravou o primeiro disco com a banda, e o sucesso se espalhou pelo país com a canção Beijo na Boca, que deu projeção nacional ao grupo baiano.</p>
<p>Ao longo da trajetória, tornou-se um dos maiores destaques do axé music, com sucessos como Milla, Fim de Semana, Menina e Beijo na Boca. Em publicação, a assessoria afirmou que Netinho construiu uma trajetória marcada pela alegria, pela música e por um carisma inconfundível. &#8220;Artista extraordinário, talentoso, sensível e inovador. Sua voz, sua energia e sua forma tão particular de se conectar com o público deixam um legado que permanecerá para sempre&#8221;, declarou.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-10/cantor-de-axe-netinho-morre-em-salvador-aos-60-anos" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<item>
		<title>Livros sobre bloco Ilê Aiyê e mulheres no Axé são lançados em Salvador</title>
		<link>https://weeknews.online/livros-sobre-bloco-ile-aiye-e-mulheres-no-axe-sao-lancados-em-salvador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 16:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Axé Music]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Salvador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria Radioagência Nacional. Dois livros que resgatam parte importante do cenário musical da Bahia serão lançados nesta terça-feira (7); um fala da importância das mulheres na construção do movimento da Axé Music; e o outro, sobre o legado das composições do grupo Ilê Aiyê, considerado o primeiro bloco afro do país. No livro “FemininAxé: o axé tem mátria e sua voz é ancestral”, escrito pelo jornalista Carlos Leal em parceria com cantora e pesquisadora Carla Visi, apresenta um panorama da presença feminina na história do Axé Music, nos primeiros dez anos do movimento, entre os anos de 1985 e 1995. Carla, que também esteve durante muitos anos à frente de uma das bandas mais importantes da Bahia, a Cheiro de Amor, destaca que o pontapé inicial para&#8230;</p>
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<p>
Feed Editoria Radioagência Nacional.<br />
<br />
 </p>
<p>Dois livros que resgatam parte importante do cenário musical da Bahia serão lançados nesta terça-feira (7); um fala da importância das mulheres na construção do movimento da Axé Music; e o outro, sobre o legado das composições do grupo Ilê Aiyê, considerado o primeiro bloco afro do país.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1775581020_613_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1775581020_501_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>No livro “FemininAxé: o axé tem mátria e sua voz é ancestral”, escrito pelo jornalista Carlos Leal em parceria com cantora e pesquisadora Carla Visi, apresenta um panorama da presença feminina na história do Axé Music, nos primeiros dez anos do movimento, entre os anos de 1985 e 1995.</p>
<p>Carla, que também esteve durante muitos anos à frente de uma das bandas mais importantes da Bahia, a Cheiro de Amor, destaca que o pontapé inicial para a obra foi seu trabalho acadêmico de conclusão de curso de Jornalismo, pela Universidade Federal da Bahia.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Tudo isso começou numa pesquisa despretensiosa sobre a origem do axé, a origem desse movimento que mudou a cultura, mudou a economia criativa, mudou a música da Bahia. Mas quando visitamos essa história, ficamos com uma curiosidade: aonde estavam as mulheres no momento que surge esse movimento?&#8221;</p>
</blockquote>
<p><em>FemininAxé: o axé tem mátria e sua voz é ancestral</em> será lançado, às 18 horas, no espaço Cultural Casa da Mãe, no Rio Vermelho, em Salvador.</p>
<p>Carlos Leal reforça que o trabalho documental avança para além das mulheres que brilharam nos palcos e trios da Bahia, nos primeiros anos do Axé. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;A primeira cantora de trio, a gente sabe; a primeira mulher a descer com trio elétrico para Barra, a gente sabe; primeira cantora de banda, a primeira cantora de bloco afro.  Mas e aí? Tinha mulher cordeira? Tinha mulher motorista elétrico? Tinha mulher iluminadora? Tinha minha mulher produtora?  E foi isso que nós fizemos. Fomos atrás dessa história, fomos pesquisar, entrevistamos mais de 30 mulheres e fizemos uma mesclagem dos textos de Carla Visi, do TCC, com nossa pesquisa&#8221;.</p>
</blockquote>
<p>A outra obra documental que fala sobre o legado musical produzido na Bahia é o livro “<em>Cantos de Ancestralidade &#8211; Antologia Musical do Ilê Aiyê</em>”.  A publicação do Instituto da Mulher Negra Mãe Hilda Jitolu foi organizada pela jornalista Valéria Lima, neta de Mãe Hilda a partir da pesquisa de Catarina Lima e faz um apanhado das mais de 200 composições do repertório do bloco. </p>
<p>O livro será adotado como apoio didático para educação antirracista nas escolas.</p>
<p><em>Cantos de Ancestralidade &#8211; Antologia Musical do Ilê Aiyê</em> será lançado logo mais, às 14h, na Senzala do Barro Preto, no Curuzu, também na capital baiana.</p>
<p>  <span class="hms hms-format-m-ss">3:02</span> Madson Euler &#8211; repórter da Rádio Nacional , Feed Editoria Radioagência Nacional. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-04/livro-sobre-bloco-ile-aiye-e-mulheres-no-axe-sao-lancados-em-salvador">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 07 Apr 2026 13:04:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Lula sanciona leis de valorização do carnaval carioca e do Axé-Music</title>
		<link>https://weeknews.online/lula-sanciona-leis-de-valorizacao-do-carnaval-carioca-e-do-axe-music/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 23:29:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Axé Music]]></category>
		<category><![CDATA[Com plenário obstruído]]></category>
		<category><![CDATA[diz Alcolumbre]]></category>
		<category><![CDATA[leis do carnaval carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Lula quer decisão conjunta do Brics sobre tarifas dos Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Oposição pernoita nos plenários do Congresso para impedir trabalhos]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Senado terá sessão remota]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quarta-feira (6) dois projetos de lei que buscam valorizar festas e músicas brasileiras. O PL 1.730/2024 reconhece o carnaval do Rio de Janeiro como manifestação da cultura nacional. O PL 4.187/2024 institui 17 de fevereiro como Dia Nacional da Axé-Music, gênero musical nascido na Bahia. Ministra da Cultura, Margareth Menezes. Foto &#8211; Lula Marques/Agência Brasil “A cultura brasileira se destaca no mundo inteiro, é uma das culturas que mais influenciam outras culturas no mundo. E o carnaval tem esse lugar, esse momento de exposição de tudo isso. Para quem vive realmente de arte, de cultura, ele condensa todas as expressões, todas as profissões”, disse a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Notícias relacionadas: Com plenário obstruído,&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
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 </p>
<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quarta-feira (6) dois projetos de lei que buscam valorizar festas e músicas brasileiras. O PL 1.730/2024 reconhece o carnaval do Rio de Janeiro como manifestação da cultura nacional. O PL 4.187/2024 institui 17 de fevereiro como Dia Nacional da Axé-Music, gênero musical nascido na Bahia.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1754522946_107_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1754522946_211_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/lula0895.jpg" alt="Brasília (DF), 30/04/2025  - Reunião das comissões de Cultura e de Fiscalização Financeira e Controle,  da Câmara, para ouvir a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Foto: Lula Marques/Agência Brasil" title="Lula Marques/Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta"><!--copyright=422801-->Ministra da Cultura, Margareth Menezes. Foto &#8211; <strong>Lula Marques/Agência Brasil</strong><!--END copyright=422801--></h6>
</div>
</div>
<p><strong>“A cultura brasileira se destaca no mundo inteiro, é uma das culturas que mais influenciam outras culturas no mundo.</strong> E o carnaval tem esse lugar, esse momento de exposição de tudo isso. Para quem vive realmente de arte, de cultura, ele condensa todas as expressões, todas as profissões”, disse a ministra da Cultura, Margareth Menezes.</p>
<blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Com plenário obstruído, Senado terá sessão remota, diz Alcolumbre.</li>
<li>Lula quer decisão conjunta do Brics sobre tarifas dos Estados Unidos.</li>
<li>Oposição pernoita nos plenários do Congresso para impedir trabalhos.</li>
</ul>
<p>“Por isso é preciso garantir os orçamentos. Porque o orçamento que a gente recebe é menos de 1% do todo e o que se devolve é 3,11% do Produto Interno Bruto.”</p>
</blockquote>
<p><strong>A solenidade também contou com a presença da ministra de Secretaria de Relações Institucionais do Brasil Gleisi Hoffmann, do ministro do Turismo Celso Sabino, da ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, e da ministra de Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo.</strong> Parlamentares, prefeitos, artistas e representantes de blocos e escolas de samba também participaram do ato.</p>
<p>As origens do carnaval carioca remontam ao século XIX e tem como base histórica culturas afro-brasileiras. <strong>A relatora do projeto, a deputada federal Laura Carneiro (PSD/RJ), destacou o peso econômico da festa e a possibilidade de captação de mais recursos.</strong></p>
<blockquote>
<p>“É um projeto muito simples, mas todos nós sabemos da importância do carnaval do Rio. Não é só um espetáculo maravilhoso. É um ciclo da economia criativa, que funciona durante todo o ano”, disse a deputada. “Quando essa proteção legal é definida, estamos tratando de apoio institucional. De recursos e de fomento. Esse projeto é para dizer que agora o carnaval do Rio é uma manifestação cultural nacional. E, portanto, nós aguardamos ansiosos muitos recursos para a cidade.”</p>
</blockquote>
<p>O Axé Music nasceu na Bahia nos anos 1980, fruto da fusão de ritmos como ijexá, samba, frevo, reggae e lambada. O gênero está presente em blocos afro e circuito de trios elétricos do carnaval baiano. A escolha do dia 17 de fevereiro como data oficial faz referência ao lançamento da música Fricote, de Luiz Caldas, considerada o marco inicial do gênero.</p>
<p><strong>A deputada federal Lídice da Mata (PSB/BA), relatora do projeto sobre o Axé-Music, reforçou a diversidade cultural e musical que o gênero reúne.</strong> E também lembrou de como ele movimenta economicamente o país.</p>
<p>“O Axé se tornou um gênero, vem de um processo que traz influência de vários ritmos latino americanos. Tem o frevo, o maracatu, o samba-reggae, os batuques, e as vozes que transformaram esse carnaval em um símbolo do brasil”, disse a deputada.</p>
<blockquote>
<p>“Carnaval é o momento em que cidade incorpora uma cadeia produtiva infinita. E é isso que esse dia vai trazer para o Brasil. É um grande vetor de desenvolvimento, com sustentabilidade ambiental e soluções inovadoras.”</p>
</blockquote>
<p> Rafael Cardoso &#8211; Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-08/lula-sanciona-leis-de-valorizacao-do-carnaval-carioca-e-do-axe-music">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 06 Aug 2025 20:18:00 -0300 </p>

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		<title>Senado aprova criação do Dia Nacional da Axé Music</title>
		<link>https://weeknews.online/senado-aprova-criacao-do-dia-nacional-da-axe-music/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 15:20:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Axé Music]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Quem viveu a década de 1980 conhece essa música; e, a essa altura, deve estar cantarolando por aí&#8230; Isso é Axé&#8230; Energia&#8230; alegria que contagia&#8230; um gênero musical que conquistou o país e agora é impossível imaginar o carnaval baiano sem esse ritmo. E para reconhecer a importância desse estilo musical, o Senado aprovou uma proposta que institui o Dia do Axé Music&#8230; A data escolhida é 17 de fevereiro. Exatamente em alusão a música “Fricote”, do cantor e compositor baiano Luiz Caldas, que foi tocada pela primeira vez em um domingo de carnaval, na Bahia, no ano de 1985, e é considerada um marco inicial do gênero. E o cantor Luiz Caldas celebrou a homenagem à axé music e ao seu trabalho.  &#8230;</p>
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<p>Quem viveu a década de 1980 conhece essa música; e, a essa altura, deve estar cantarolando por aí&#8230; Isso é Axé&#8230; Energia&#8230; alegria que contagia&#8230; um gênero musical que conquistou o país e agora é impossível imaginar o carnaval baiano sem esse ritmo.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1751642409_571_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1751642409_609_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>E para reconhecer a importância desse estilo musical, o Senado aprovou uma proposta que institui o Dia do Axé Music&#8230;</p>
<p>A data escolhida é 17 de fevereiro. Exatamente em alusão a música “Fricote”, do cantor e compositor baiano Luiz Caldas, que foi tocada pela primeira vez em um domingo de carnaval, na Bahia, no ano de 1985, e é considerada um marco inicial do gênero.</p>
<p>E o cantor Luiz Caldas celebrou a homenagem à axé music e ao seu trabalho.</p>
<p> </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Axé Music ele é diretamente ligado ao Carnaval, né? Um movimento musical diretamente ligado ao carnaval. E eu fico muito, mas muito feliz mesmo em ser o precursor, entendeu? dessa coisa toda que a gente, eu mesmo não tinha ideia que fosse se tornar eh esse movimento tão gigantesco, com tanta gente boa participando. Mas fico feliz em ter  deflagrado  esse movimento.&#8221;</p>
</blockquote>
<p> </p>
<p>Nessa época, nem era utilizada a expressão “Axé Music”. Esse termo só começou a ser ventilado no meio cultural e na imprensa a partir de 1987.</p>
<p>Com o passar do tempo, esse gênero musical foi conquistando espaço e se firmando como uma expressão artística que incorpora influências do samba-reggae, frevo, ijexá e outros ritmos afro-brasileiros.</p>
<p>Além de uma ferramenta cultural de valorização da diversidade e do resgate às raízes afrodescendentes, o Axé contribui para a geração de emprego e renda, e é considerado um grande vetor econômico da economia da Bahia.</p>
<p>O termo “axé” vem da língua iorubá e significa “força”, “energia vital” ou “poder sagrado”, expressão ligada às religiões afro-brasileiras e que sintetiza, de modo simbólico, a potência cultural, espiritual e identitária da Axé-Music.</p>
<p>Com a aprovação agora no Senado, a proposta de criação do Dia Nacional da Axé Music segue para a sanção presidencial.</p>
<p>  <span class="hms hms-format-m-ss">-1:33</span> Madson Euler &#8211; Repórter da Rádio Nacional , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2025-07/senado-aprova-criacao-do-dia-nacional-da-axe-music">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 04 Jul 2025 11:32:00 -0300 </p>

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		<title>Carnaval em Salvador comemora os 40 anos da axé music</title>
		<link>https://weeknews.online/carnaval-em-salvador-comemora-os-40-anos-da-axe-music/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Mar 2025 14:26:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[40 anos]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[Axé Music]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval 2025: confira os blocos que desfilam nesta segunda no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Confira a agenda dos blocos de rua de São Paulo na segunda de carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[fogo e fumaça marcam desfiles do 1º dia do grupo especial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O auge do Axé como fenômeno do mercado fonográfico ocorreu paralelamente à tensão com a música independente baiana. Artistas que não se identificavam parcial ou totalmente com o som que fazia a festa nos trios e blocos, muitas vezes se diziam incomodados com a falta de espaço para se apresentar, mesmo fora dos períodos de folia. Mas, passados 40 anos, a relação mudou com o surgimento de gerações de artistas independentes que guardam o Axé como uma memória capaz de dialogar com variados interesses musicais. A cantora Márcia Castro é um exemplo. Em 2021, ela gravou o álbum Axé, inspirado no cancioneiro do Carnaval de Salvador, com participações de Margareth Menezes, Daniela Mercury e Ivete Sangalo. Em 2024, a mesma artista revisitou a cena no&#8230;</p>
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<p>O auge do Axé como fenômeno do mercado fonográfico ocorreu paralelamente à tensão com a música independente baiana. Artistas que não se identificavam parcial ou totalmente com o som que fazia a festa nos trios e blocos, muitas vezes se diziam incomodados com a falta de espaço para se apresentar, mesmo fora dos períodos de folia. Mas, passados 40 anos, a relação mudou com o surgimento de gerações de artistas independentes que guardam o Axé como uma memória capaz de dialogar com variados interesses musicais.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1741012006_124_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/03/1741012006_147_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A cantora Márcia Castro é um exemplo. Em 2021, ela gravou o álbum Axé, inspirado no cancioneiro do Carnaval de Salvador, com participações de Margareth Menezes, Daniela Mercury e Ivete Sangalo. Em 2024, a mesma artista revisitou a cena no <em>LP Roda de Samba Reggae</em>, incluindo releituras de <em>hits</em> gravados pelo Chiclete com Banana e Cortejo Afro, entre outros.</p>
<p>Márcia Castro lembra que a relação com o Axé passou por um caminho de repulsa, reavaliação e respeito, trilhado desde a adolescência.</p>
<p>&#8220;Eu era meio contra a cultura na Bahia, no sentido de não ver possibilidade de fazer música se não fosse Axé Music. O Axé começou a entrar em um formato e padrão musical muito complicados. A indústria começou a tomar conta, né? Detestava mesmo o gênero, porque ele foi tão mercantilizado que a questão identitária e cultural foi se perdendo. Então, ser contra isso era ser contra essa cultura hegemônica dominante do Axé na Bahia. Durante muito tempo, fui contra essa cultura do Axé&#8221;.</p>
<p>Márcia lembra ainda que em sua adolescência andou pelos caminhos da MPB, mas com tendência por essa Bahia mais pulsante e seminal. &#8220;Hoje, entendo isso. Na verdade, eu não gostava e me colocava contra esse grande sistema industrial que padronizou e embranqueceu uma música preta, entendeu? Criou padrões estéticos, visuais e de mercado muito difíceis para outros artistas que não se enquadravam nisso. Então, ficou como um monopólio, um cartel, né?</p>
<p>Para ela, eram  poucos empresários dominando um mercado muito grande e ditando normas e narrativas desse movimento. &#8220;Isso foi muito complicado. Nesse sentido, fui muito contra a cultura. Hoje, percebo as coisas de outro jeito. Minha visão musical com relação à mercantilização do Axé continua a mesma. Mas, agora, consigo tirar esse véu, olhar por detrás dele e ver a riqueza dessa obra musical, a força desse movimento e sua importância para a cultura, a música e a economia baiana como um todo.&#8221;</p>
<p>A cantora e compositora Ayassi também percebe valor tanto na dimensão artística das canções quanto no aspecto político de alguns nomes e marcos do Axé. Em 2023, ela gravou <em>Se Você Se For</em>, da Timbalada, com citação a outro <em>hit</em> do grupo, <em>Meia Hora</em>, e misturou diversas referências musicais.</p>
<p>&#8220;Nessa versão de<em> Se Você Se For</em>, a gente mistura Timbalada com o samba de roda do Recôncavo e até com Michael Jackson. Trazemos um pouco dessa influência na minha loucura musical, né? Paulo Mudi, que produziu comigo, entende bem isso. Timbalada está muito presente em mim até hoje. Daniela também, claro, com toda sua inovação musical e, principalmente, seu ativismo cultural, que, com certeza me inspiram. Ivete também é uma super inspiração. Eu sou cria do carnaval, curto muito, sou foliã. Ser cantora de trio não tem como não estar ligada a memórias de vida que essas canções me trazem, ainda mais sendo baiana.&#8221;</p>
<p>Outra artista independente que prestou reverência à Timbalada foi a cantora, compositora e violonista Josiara. Em 2024, ela lançou <em>Mandinga Multiplicação</em> – <em>Josiara Canta Timbalada</em>, incluindo sucessos como <em>Margarida Perfumada</em> e <em>Namoro a Dois</em>.</p>
<p>O interesse de Josiara pela cena vai além e a levou a fazer uma releitura de um <em>hit</em> da Banda Asa de Águia. Em <em>Não Tem Lua</em>, fez um dueto com a cantora e compositora Juliana Linhares.</p>
<p>&#8220;Pra mim, a relação vem muito dessa memória de infância, de escutar essas músicas em casa. Isso me desperta muitas coisas boas e me dá vontade de cantar. Então, vejo isso como algo muito íntimo, mas acredito que seja também pela beleza desse repertório. São canções grandiosas que precisam ser resgatadas, cantadas de novo, que não podem parar. Por isso, gravei <em>Não Tem Lua</em> com Juliana Linhares, que é uma música belíssima. Eu sigo cantando os artistas desse período de ouro, porque realmente o poço de beleza é grande.&#8221;</p>
<p>Entre os muitos projetos de releituras do Axé, podemos citar ainda a banda baiana Suinga, com referências que partem de precursores como Jerônimo, e também o Bloco do Silva, álbum do cantor e compositor capixaba, que revisita temas de nomes como Ara Ketu e Carlinhos Brown.</p>
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    </div>
<p> Renato Cordeiro &#8211; Repórter da Rádio Educadora FM da Bahia , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2025-03/carnaval-em-salvador-comemora-os-40-anos-da-axe-music">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 03 Mar 2025 10:28:00 -0300 </p>

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