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	<title>Arquivo de barragem - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de barragem - WeekNews</title>
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	<item>
		<title>Justiça marca audiências do processo criminal de Brumadinho</title>
		<link>https://weeknews.online/justica-marca-audiencias-do-processo-criminal-de-brumadinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 23:42:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[barragem]]></category>
		<category><![CDATA[brumadinho]]></category>
		<category><![CDATA[Brumadinho: Crea cancela registro de 15 engenheiros envolvidos]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[rompimento de barragem]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/justica-marca-audiencias-do-processo-criminal-de-brumadinho/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Justiça Federal em Belo Horizonte definiu o calendário de audiências de instrução sobre o caso do rompimento da barragem Mina Córrego do Feijão, no município de Brumadinho, em janeiro de 2019. A lama destruiu parte da cidade mineira e 272 pessoas morreram soterradas. A avalanche de rejeitos alcançou o rio Paraopebas e atingiu outros municípios. Com a rejeição das tentativas das defesas dos 15 réus de anular o processo, as audiências ocorrerão entre fevereiro de 2026 e maio de 2027. Nesta fase do processo, serão ouvidas testemunhas e acusados pelas mortes. Notícias relacionadas: Brumadinho: Crea cancela registro de 15 engenheiros envolvidos . A decisão mantém o desmembramento dos processos, estabelecido em 2023, com uma ação voltada aos homicídios qualificados e duas outras&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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				</p>
<p><strong>A Justiça Federal em Belo Horizonte definiu o calendário de audiências de instrução sobre o caso do rompimento da barragem Mina Córrego do Feijão, no município de Brumadinho, em janeiro de 2019. </strong>A lama destruiu parte da cidade mineira e 272 pessoas morreram soterradas. A avalanche de rejeitos alcançou o rio Paraopebas e atingiu outros municípios.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1761262934_442_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1761262934_367_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Com a rejeição das tentativas das defesas dos 15 réus de anular o processo, as audiências ocorrerão entre fevereiro de 2026 e maio de 2027. Nesta fase do processo, serão ouvidas testemunhas e acusados pelas mortes.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Brumadinho: Crea cancela registro de 15 engenheiros envolvidos .</li>
</ul>
<p><strong>A decisão mantém o desmembramento dos processos, estabelecido em 2023, com uma ação voltada aos homicídios qualificados e duas outras dedicadas aos crimes ambientais atribuídos à Vale, operadora da barragem, e à consultora TÜV SÜD.</strong></p>
<p>As primeiras testemunhas a serem ouvidas serão familiares de vítimas fatais. Entre elas Nayara Cristina Dias Porto, presidente da Associação dos Familiares de Vítimas e Atingidos (Avabrum). Também prestarão depoimentos sobreviventes, bombeiros, engenheiros, peritos e testemunhas estrangeiras, com apoio de intérpretes.</p>
<p>Os interrogatórios dos réus estão marcados para ocorrer entre março e maio de 2027, com parte deles sendo realizada por carta rogatória para os acusados que vivem fora do país. As audiências acontecerão no Tribunal Regional Federal da 6ª Região, em Belo Horizonte.</p>
<p>Para a Avabrum, a decisão representa um marco na luta por justiça após anos de impasses e manobras jurídicas. Segundo Nayara Porto, o momento simboliza esperança e resistência para as famílias das vítimas.</p>
<blockquote>
<p>“A definição das audiências é uma vitória de todos que têm resistido desde 2019 para que a verdade venha à tona e os responsáveis sejam julgados. Esperamos que o cronograma seja respeitado e que a Justiça finalmente reconheça o tamanho da dor e das perdas que sofremos. Cada passo nesse processo é um ato de memória e de compromisso com as 272 vidas que foram ceifadas em Brumadinho”, conclui.</p>
</blockquote>
<p> </p>
<p> </p>
<p> Rafael Cardoso &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-10/justica-marca-audiencias-do-processo-criminal-de-brumadinho">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 23 Oct 2025 20:32:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Empresa firma acordo para garantir segurança de barragem em Brumadinho</title>
		<link>https://weeknews.online/empresa-firma-acordo-para-garantir-seguranca-de-barragem-em-brumadinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jul 2025 03:53:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[barragem]]></category>
		<category><![CDATA[brumadinho]]></category>
		<category><![CDATA[Emicon]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos sociais farão atos em embaixada e consulados dos EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher morre atropelada ao cair de moto irregular]]></category>
		<category><![CDATA[Rapper Oruam vira réu por tentativa de homicídio contra policiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e a mineradora Emicon assinaram um Termo de Compromisso para garantir a segurança de barragens em Brumadinho, região metropolitana do estado. Na semana passada, a Agência Nacional de Mineração elevou o nível de risco da barragem B1-A, de responsabilidade da Emicon, por falta de dados atualizados sobre a situação estrutural. Notícias relacionadas: Rapper Oruam vira réu por tentativa de homicídio contra policiais . Movimentos sociais farão atos em embaixada e consulados dos EUA . Mulher morre atropelada ao cair de moto irregular . O Termo de Compromisso foi assinado no dia 25 de julho, mas só foi divulgado nessa quarta-feira (30) pelo MPMG. Por meio dele, a Emicon e os sócios terão de cumprir obrigações emergenciais para reduzir riscos&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e a mineradora Emicon assinaram um Termo de Compromisso para garantir a segurança de barragens em Brumadinho</strong>, região metropolitana do estado.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753934008_10_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753934009_817_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Na semana passada, a Agência Nacional de Mineração elevou o nível de risco da barragem B1-A, de responsabilidade da Emicon, por falta de dados atualizados sobre a situação estrutural.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Rapper Oruam vira réu por tentativa de homicídio contra policiais .</li>
<li>Movimentos sociais farão atos em embaixada e consulados dos EUA .</li>
<li>Mulher morre atropelada ao cair de moto irregular .</li>
</ul>
<p>O Termo de Compromisso foi assinado no dia 25 de julho, mas só foi divulgado nessa quarta-feira (30) pelo MPMG. Por meio dele, a Emicon e os sócios terão de cumprir obrigações emergenciais para reduzir riscos especialmente nas barragens B1A, Quéias, Dique B3 e Dique B4.</p>
<p><strong>No período de 15 dias, contados a partir do dia 26 de julho, a Emicon deverá realocar famílias impactadas e garantir a operacionalidade mínima, material e humana, das estruturas minerárias do empreendimento. </strong>Está prevista multa diária de caráter pessoal aos sócios e administradores da Emicon no valor de R$ 5 mil por dia caso as obrigações não sejam cumpridas.</p>
<p>A realocação preventiva das famílias que residem na Zona de Autossalvamento (ZAS) da Barragem B1 começou nesta terça-feira (29) e vai continuar pelos próximos dias, de maneira gradual, segundo a Prefeitura de Brumadinho.</p>
<p>Apesar da responsabilidade legal de suporte ser da empresa Emicon Mineração, a prefeitura assumiu o apoio emergencial à população. <strong>Ao todo, sete famílias deverão ser realocadas,</strong> e haverá ainda transferência de animais como vacas, porcos e cavalos. A ação está sendo coordenada pela Defesa Civil Municipal, por meio da Secretaria de Segurança Pública, Mobilidade e Defesa Civil.</p>
<p>A prefeitura disse, em nota, que as famílias estão sendo transferidas para moradias seguras e compatíveis com o tamanho do núcleo familiar, conforme escolha dos próprios moradores.</p>
<p>A medida, de acordo com a prefeitura, é “exclusivamente preventiva, conforme previsto em legislação específica para áreas próximas a barragens. Não há risco iminente de rompimento. A ação tem caráter legal e visa garantir a segurança dos moradores da região”.</p>
<h2>Termo de Compromisso</h2>
<p>O documento assinado pelo MPMG traz mais detalhes sobre as obrigações a serem cumpridas pela Emicon Mineração. Elas estão divididas em três eixos.</p>
<p>No que se refere ao monitoramento e validação de segurança atual das barragens B1A, Quéias, Dique B3 e Dique B4, a Emicon se obriga a: “realizar monitoramento da estrutura e leitura da instrumentação periodicamente; finalizar a coleta de dados geotécnicos primários, conforme orientado pela Agência Nacional de Mineração (ANM); realizar nova análise de estabilidade e apresentar à Fundação Estadual de Meio Ambiente (Feam) auditoria de segurança de barragens elaborada por auditor independente; atualizar as informações do cadastro da barragem no Sistema de Informações de Gerenciamento de Barragens (Sigibar), especialmente quanto ao responsável técnico e a situação de emergência atual das estruturas”.</p>
<p>Sobre a implementação de resposta de emergência, a empresa deve “implementar infraestrutura mínima, humana e material, especificada em Nota Técnica da Feam/ANM, garantindo sua manutenção no empreendimento; instalar, em caráter permanente, sistemas sonoros de alerta e demais equipamentos na Zona de Autossalvamento (ZAS); instalar sistema de videomonitoramento e garantir comunicação permanente com a central de emergência”.</p>
<p>Também deve “cumprir as requisições de adequação do Plano de Ação de Emergência (PAE), bem como cumprir as requisições subsequentes de estudos específicos, documentos ou informações complementares para sanar eventuais incorreções ou omissões decorrentes da análise da seção correspondente aos cenários de rupturas e os mapas da mancha de inundação; atender toda e qualquer requisição pelos órgãos e entidades competentes, necessária à segurança das pessoas e dos animais, preservação do meio ambiente e salvaguarda do patrimônio cultural e para consecução do processo de análise do PAE”.</p>
<p>Por fim, em relação à descaracterização das barragens, a empresa terá de “contratar empresas projetista, para elaboração dos projetos de descaracterização, e para execução das obras, conforme projetos a serem elaborados”.</p>
<p>Procurada pela reportagem, a Emicon ainda não se manifestou sobre o assunto. A <strong>Agência Brasil</strong> fica aberta a posicionamento.</p>
<p> Rafael Cardoso &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-07/empresa-firma-acordo-para-garantir-seguranca-de-barragem-em-brumadinho">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 30 Jul 2025 19:55:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Lula anuncia investimentos da União previstos no Acordo do Rio Doce</title>
		<link>https://weeknews.online/lula-anuncia-investimentos-da-uniao-previstos-no-acordo-do-rio-doce/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2025 18:45:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[acordo assinado em outubro de 2024]]></category>
		<category><![CDATA[ainda estão em andamento na Europa]]></category>
		<category><![CDATA[barragem]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades afetadas por barragem vão receber R$ 825 milhões para a saúde]]></category>
		<category><![CDATA[fundação foi extinta]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Mariana]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[prorrogado até 4 de julho]]></category>
		<category><![CDATA[rompimento da barragem do Fundão]]></category>
		<category><![CDATA[Tragédia da barragem do Fundão em Mariana completa 5 anos]]></category>
		<category><![CDATA[TRF6 faz quarta audiência de monitoramento do Caso Mariana]]></category>
		<category><![CDATA[Vale]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/lula-anuncia-investimentos-da-uniao-previstos-no-acordo-do-rio-doce/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, nesta quinta-feira (12), ações do governo federal previstas no novo acordo para reparar os danos causados pelo rompimento da Barragem do Fundão, em Mariana, Minas Gerais, em 2015. Nesta etapa, são investimentos em saúde, educação, assistência técnica, transferência de renda para a população da Bacia do Rio Doce e a inclusão de participação social na definição de projetos. O presidente Lula lembrou que o governo federal assumiu a responsabilidade de parte das ações de reparação e cobrou seus ministros para que elas saiam, de fato, do papel.  “Agora, as coisas têm que acontecer no tempo das possibilidades de executar, porque também tem muita burocracia. Recuperar a bacia não é uma coisa assim, ah, vou plantar&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, nesta quinta-feira (12), ações do governo federal previstas no novo acordo para reparar os danos causados pelo rompimento da Barragem do Fundão, em Mariana, Minas Gerais, em 2015. Nesta etapa, são investimentos em saúde, educação, assistência técnica, transferência de renda para a população da Bacia do Rio Doce e a inclusão de participação social na definição de projetos.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1749753928_456_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1749753928_316_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>O presidente Lula lembrou que o governo federal assumiu a responsabilidade de parte das ações de reparação e cobrou seus ministros para que elas saiam, de fato, do papel.</strong> </p>
<blockquote>
<p>“Agora, as coisas têm que acontecer no tempo das possibilidades de executar, porque também tem muita burocracia. Recuperar a bacia não é uma coisa assim, ah, vou plantar 1 mil árvores, não. É preciso ter muita tarefa para saber o que a gente vai recuperar”, disse Lula.</p>
</blockquote>
<p>“Para criar condições das pessoas voltarem à normalidade, leva um tempo. Nós estamos há 6 meses já com esse pepino nas nossas costas. Eu tenho dito aos meus companheiros, que agora é da nossa responsabilidade”, afirmou o presidente cobrando ainda a divulgação das ações para a população da região.</p>
<p>A Barragem do Fundão integrava um complexo da Samarco, mineradora controlada pelas empresas Vale (brasileira) e BHP Billiton (anglo-australiana). A tragédia aconteceu em 5 de novembro de 2015, quando cerca de 39 milhões de metros cúbicos de rejeitos escoaram por 633 quilômetros pela Bacia do Rio Doce, até a foz, no Espírito Santo. O desastre provocou a morte de 19 pessoas e impactos diversos às populações de 49 municípios mineiros e capixabas.</p>
<p>No acordo assinado em outubro de 2024, dos R$ 132 bilhões previstos, R$ 100 bilhões são novos recursos que devem ser pagos em até 20 anos pelas empresas ao poder público, para serem aplicados em diversas ações. Desse total, R$ 49,08 bilhões serão executados pela União e o restante distribuídos entre os governos estaduais, municipais e órgãos como o Ministério Público.</p>
<p>As companhias também destinarão R$ 32 bilhões para custeio de indenizações a pessoas atingidas e de ações reparatórias que permanecerão sob sua responsabilidade. </p>
<p><strong>As empresas informam já terem desembolsado R$ 38 bilhões na reparação socioambiental, por meio da Fundação Renova, criada pelas empresas para conduzir as ações de reparação.</strong> </p>
<p>Com a assinatura do acordo, a fundação foi extinta, e a própria Samarco assumiu as obrigações.</p>
<h2>Valor individual</h2>
<p>O novo acordo estabeleceu o Programa Indenizatório Definitivo (PID), que prevê pagamento de R$ 95 mil para agricultores familiares e pescadores, e de R$ 35 mil para os demais atingidos. <strong>Mais de 260 mil pessoas já aderiram ao programa, sendo 53.662 pagamentos já realizados.</strong></p>
<p>O prazo final para ingresso no PID foi prorrogado até 4 de julho.</p>
<p>Para as entidades que representam os atingidos, entretanto, o valor individual é insuficiente. O representante da Comissão de Atingidos pela Barragem de Fundão de Mariana, Mauro Marcos da Silva, citou o desafio de colocar em prática todos os projetos.</p>
<blockquote>
<p>“Esse desafio também vem trazer o desespero das pessoas que foram diretamente atingidas e que aguardam uma reparação justa. Reparação essa que, através do PID, Programa de Ilusão Definitiva, infelizmente, não contempla a perda de todas essas pessoas”, disse.</p>
</blockquote>
<p><strong>De acordo ainda com as entidades representantes dos atingidos, a prova de que o acordo não satisfaz é que “apesar de 200 mil adesões, ainda existem milhares de pessoas ao longo da bacia que não viram sequer 1 centavo da reparação”.</strong> </p>
<p>“É preciso ter um olhar porque os benefícios são muitos, mas a reparação é diferente de benefício. A reparação é urgente. Quem tem fome, tem pressa. E há 9 anos, 7 meses e 7 dias estamos com fome e com sede de justiça”, afirmou Marcos da Silva.</p>
<p>Alguns processos contra as empresas responsáveis pela barragem ainda estão em andamento na Europa. </p>
<blockquote>
<p>“Não nos recrimine por talvez não aceitar os R$ 35 mil que serão pagos direto aos atingidos, assim como os 600 comerciantes de Mariana, assim como o município de Mariana que não aderiu ao acordo. Não nos recrimine, mas iremos continuar buscando a ética e a justiça seja em Mariana, Belo Horizonte, Brasília, Londres, Holanda, Austrália ou onde quer que elas estejam”, garantiu o representante dos atingidos.</p>
</blockquote>
<h2>Ações da União</h2>
<p>Nesta quinta-feira, a Caixa Econômica Federal assinou com os ministérios da Pesca e do Desenvolvimento Agrário termos para a transferência de renda a agricultores familiares e pescadores impactados pela tragédia. Os pagamentos devem começar no mês que vem no valor de 1,5 salário mínimo, por 36 meses, seguido de mais 12 meses com 1 salário mínimo. Ao todo, serão beneficiadas cerca de 15 mil famílias da agricultura familiar e 22 mil pescadores, com desembolsos de R$ 3,7 bilhões nos próximos 4 anos.</p>
<p><strong>Ainda nesta quinta-feira foi formalizado o compromisso com a construção de um hospital universitário em Mariana, vinculado à Universidade Federal de Ouro Preto. Serão investidos R$ 150 milhões pelo governo federal e R$ 20 milhões pela Prefeitura de Mariana, que também doará o terreno. A unidade atenderá casos de média e alta complexidade.</strong></p>
<p>Também houve a contratação de duas entidades para assistência técnica independente, para atuar junto às comunidades mineiras de Mariana e Barra Longa, com o objetivo de fortalecer a participação social dos atingidos nos processos de reparação. As instituições responsáveis serão a Cáritas e a Associação Estadual de Defesa Ambiental e Social, em ações coordenadas pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.</p>
<p>Por fim, a Secretaria-Geral da Presidência lançou o edital para seleção de representantes da sociedade civil para composição do Conselho Federal de Participação Social da Bacia do Rio Doce e Litoral Capixaba, criado em junho. Serão 36 representantes da sociedade civil, sendo 18 titulares e 18 suplentes.</p>
<p><strong>O conselho tem o objetivo de informar os atingidos sobre as ações da União decorrente do Acordo do Rio Doce, monitorar sua execução e deliberar sobre os projetos comunitários do Fundo de Participação Social com orçamento de R$ 5 bilhões.</strong></p>
<p>De acordo com o governo federal, também foram estabelecidos planos de ação em saúde para quatro municípios atingidos &#8211; Mariana, Ouro Preto, Barra Longa e Rio Doce &#8211; e criados o Observatório da Educação na Bacia do Rio Doce, para avaliar a educação básica nos 49 municípios, e 15 centros de Formação das Juventudes, que reúnem cursos profissionalizantes e outras atividades de interesse comunitário.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-06/lula-anuncia-investimentos-da-uniao-previstos-no-acordo-do-rio-doce">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 12 Jun 2025 15:33:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/lula-anuncia-investimentos-da-uniao-previstos-no-acordo-do-rio-doce/">Lula anuncia investimentos da União previstos no Acordo do Rio Doce</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Acordo prevê R$ 12 bi para SUS em cidades afetadas por barragens</title>
		<link>https://weeknews.online/acordo-preve-r-12-bi-para-sus-em-cidades-afetadas-por-barragens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 14:53:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[barragem]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<category><![CDATA[tragédia mariana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O Ministério da Saúde começou a distribuir recursos para fortalecer o Sistema Único de Saúde em 49 municípios atingidos pelo rompimento da Barragem de Fundão, em Mariana, Minas Gerais, em 2015.  No total, serão liberados R$ 12 bilhões, que fazem parte do Novo Acordo do Rio Doce, para ações de saúde e pesquisa nos municípios impactados de Minas Gerais e do Espírito Santo.  Nessa primeira etapa, serão liberados R$ 852 milhões a partir da apresentação dos planos de ação, por parte dos gestores locais, elaborados com apoio do Ministério da Saúde. Esses gestores participam, nesta semana, de oficina sobre as propostas, em Brasília. Os recursos devem ser aplicados até o fim do ano que vem.    E ainda neste ano, 2025, mais R$ 400 milhões vão&#8230;</p>
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<p>O Ministério da Saúde começou a distribuir recursos para fortalecer o Sistema Único de Saúde em 49 municípios atingidos pelo rompimento da Barragem de Fundão, em Mariana, Minas Gerais, em 2015. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1748443985_148_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1748443986_844_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No total, serão liberados R$ 12 bilhões, que fazem parte do Novo Acordo do Rio Doce, para ações de saúde e pesquisa nos municípios impactados de Minas Gerais e do Espírito Santo. </p>
<p>Nessa primeira etapa, serão liberados R$ 852 milhões a partir da apresentação dos planos de ação, por parte dos gestores locais, elaborados com apoio do Ministério da Saúde. Esses gestores participam, nesta semana, de oficina sobre as propostas, em Brasília. Os recursos devem ser aplicados até o fim do ano que vem.   </p>
<p>E ainda neste ano, 2025, mais R$ 400 milhões vão ser destinados à construção e ampliação de unidades básicas de saúde, policlínicas, centros de referência, centros de atenção psicossocial e reforço nas equipes do Samu.  </p>
<p>Além disso, o Ministério da Saúde assinou um acordo de cooperação com a Fiocruz, para implementar a Rede de Pesquisa em Saúde do Rio Doce. A Fundação vai coordenar a realização de estudos sobre os impactos da contaminação na saúde da população dos territórios atingidos pelo rompimento da barragem. O investimento será de R$ 300 milhões e os estudos terão duração de 15 anos. </p>
<p>O Novo Acordo do Rio Doce, assinado pelo presidente da República e homologado pelo Supremo Tribunal Federal em 2024, prevê o pagamento de R$ 12 bilhões pelas empresas Vale, Samarco e BHP Billiton para ações de saúde e pesquisa nos territórios afetados pela tragédia ambiental.  </p>
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<p> liliane.farias , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/saude/audio/2025-05/acordo-preve-r-12-bi-para-sus-em-cidades-afetadas-por-barragens">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 28 May 2025 14:43:08 +0000 </p>

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		<title>STJ mantém multa de R$ 86,2 mi contra Vale por tragédia de Brumadinho</title>
		<link>https://weeknews.online/stj-mantem-multa-de-r-862-mi-contra-vale-por-tragedia-de-brumadinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2025 18:59:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[A barragem da Mina Córrego do Feijão rompeu em 25 de janeiro de 2019]]></category>
		<category><![CDATA[barragem]]></category>
		<category><![CDATA[brumadinho]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
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		<category><![CDATA[Moraes autoriza depoimento de testemunhas de Bolsonaro sobre golpe]]></category>
		<category><![CDATA[MPDFT pede suspensão da compra do Banco Master pelo BRB]]></category>
		<category><![CDATA[Multa]]></category>
		<category><![CDATA[PGR é a favor de prisão domiciliar para Collor]]></category>
		<category><![CDATA[STJ]]></category>
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		<category><![CDATA[Vale do Rio Doce]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, por unanimidade, manter a multa de R$ 86 milhões aplicada pela Controladoria-Geral da União (CGU) sobre a mineradora Vale, após o órgão federal ter concluído que a empresa omitiu informações sobre a estabilidade da barragem de Brumadinho (MG). Os ministros da Primeira Seção do STJ rejeitaram um recurso da empresa e confirmaram a aplicação da Lei Anticorrupção (Lei 12.846/2013) ao caso, por entenderem que a Vale atentou contra a administração pública ao ter omitido as informações.   A barragem da Mina Córrego do Feijão rompeu em 25 de janeiro de 2019. A lama destruiu parte da cidade mineira e 272 pessoas morreram soterradas. Além disso, a avalanche de rejeitos alcançou o rio Paraopebas e causou extenso dano&#8230;</p>
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<p>O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, por unanimidade, manter a multa de R$ 86 milhões aplicada pela Controladoria-Geral da União (CGU) sobre a mineradora Vale, após o órgão federal ter concluído que a empresa omitiu informações sobre a estabilidade da barragem de Brumadinho (MG).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1746125962_399_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1746125962_86_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Os ministros da Primeira Seção do STJ rejeitaram um recurso da empresa e confirmaram a aplicação da Lei Anticorrupção (Lei 12.846/2013) ao caso, por entenderem que a Vale atentou contra a administração pública ao ter omitido as informações.  </strong></p>
<p>A barragem da Mina Córrego do Feijão rompeu em 25 de janeiro de 2019. A lama destruiu parte da cidade mineira e 272 pessoas morreram soterradas. Além disso, a avalanche de rejeitos alcançou o rio Paraopebas e causou extenso dano ambiental pelo interior mineiro, atingindo vários municípios.</p>
<p>Segundo apuração posterior da CGU, antes da tragédia a Vale inseriu informações falsas no Sistema Integrado de Gestão de Segurança de Barragens de Mineração (SIGBM), comprometendo a atuação preventiva da Agência Nacional de Mineração (ANM) e dificultando a fiscalização da estrutura.</p>
<p>Conforme a investigação, <strong>a Vale deixou de informar às autoridades, por exemplo, um incidente considerado grave pela própria empresa, ocorrido em junho de 2018</strong>, durante a instalação de Drenos Horizontais Profundos (DHP) na barragem de Brumadinho.  </p>
<p>Outra fraude teria sido a emissão pela Vale, antes da tragédia, de uma Declaração de Condição de Estabilidade para a barragem, ainda que o Fator de Segurança medido pela empresa estivesse ficado abaixo das melhores práticas recomendadas.  </p>
<h2>Julgamento</h2>
<p>A Vale havia acionado o STJ para tentar derrubar a multa, alegando que as condutas indicadas como lesivas não poderiam ter sido enquadradas como corrupção, nos moldes descritos pela legislação.</p>
<p><strong>Ao final do julgamento, prevaleceu o voto da relatora, ministra Regina Helena Costa, para quem não existe limitação na aplicação da lei somente a casos de corrupção em si, pois a legislação tem como objetivo punir diferentes atos lesivos à administração pública.</strong></p>
<p>Ela enfatizou que a Vale violou a legislação “ao prestar informações inadequadas ao Poder Público e omitir-se no dever de noticiar fatos relevantes sobre a denominada Barragem I (“B1”)”.</p>
<p>Em seu voto, a ministra-relatora afirmou que a Vale “dificultou a ação fiscalizatória preventiva da Agência Nacional de Mineração (ANM), embaraçando a atuação da autarquia que, privada de dados essenciais ao exercício de sua relevante função, foi impedida de atuar no sentido de evitar o nefasto acidente”.</p>
<p>O entendimento foi seguido por todos os demais nove ministros da Primeira Seção, colegiado do STJ responsável por julgar questões de direito público. Eles enquadraram a Vale no artigo 5º, inciso V, da Lei Anticorrupção.</p>
<p>O dispositivo descreve como ato lesivo à administração pública “dificultar atividade de investigação ou fiscalização de órgãos, entidades ou agentes públicos, ou intervir em sua atuação, inclusive no âmbito das agências reguladoras e dos órgãos de fiscalização do sistema financeiro nacional”.</p>
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    </div>
<p> Felipe Pontes &#8211; Repóter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-05/stj-mantem-multa-de-r-862-mi-contra-vale-por-tragedia-de-brumadinho">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 01 May 2025 14:26:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/stj-mantem-multa-de-r-862-mi-contra-vale-por-tragedia-de-brumadinho/">STJ mantém multa de R$ 86,2 mi contra Vale por tragédia de Brumadinho</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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