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	<title>Arquivo de Bebês - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Bebês - WeekNews</title>
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		<title>Brasil vacina mais de 1 milhão de gestantes contra VSR em bebês</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 19:17:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Bebês]]></category>
		<category><![CDATA[bronquite]]></category>
		<category><![CDATA[Capital paulista já vacinou mais de 11 mil gestantes contra o VSR]]></category>
		<category><![CDATA[Entenda a relação entre a infecção por VSR e a bronquiolite]]></category>
		<category><![CDATA[gestantes]]></category>
		<category><![CDATA[Infecção]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Na semana em que é celebrado o Dia da Mães, o Brasil conseguiu atingir a marca de 1 milhão de gestantes vacinadas contra o vírus sincicial respiratório (VSR), principal causador da bronquiolite em bebês. A bronquiolite é uma doença respiratória que afeta crianças menores de dois anos e que é caracterizada pela inflamação dos bronquíolos, que são pequenas vias áreas dos pulmões. Os principais sintomas da doença são coriza, tosse, febre, espirros, chiado no peito e respiração rápida ou com dificuldade. Em casos mais graves, os bebês podem apresentar dificuldade para se alimentar, ter apneia (pausas respiratórias), vômitos e os lábios ou as pontas dos dedos podem ficar azulados ou arroxeados. A vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR) foi incluída no Sistema&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p><strong>Na semana em que é celebrado o Dia da Mães, o Brasil conseguiu atingir a marca de 1 milhão de gestantes vacinadas contra o vírus sincicial respiratório (VSR), principal causador da bronquiolite em bebês.</strong></p>
<p><strong>A bronquiolite é uma doença respiratória que afeta crianças menores de dois anos e que é caracterizada pela inflamação dos bronquíolos, que são pequenas vias áreas dos pulmões.</strong> Os principais sintomas da doença são coriza, tosse, febre, espirros, chiado no peito e respiração rápida ou com dificuldade. <strong>Em casos mais graves, os bebês podem apresentar dificuldade para se alimentar, ter apneia (pausas respiratórias), vômitos e os lábios ou as pontas dos dedos podem ficar azulados ou arroxeados</strong>.</p>
<p><strong>A vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR) foi incluída no Sistema Único de Saúde (SUS) em 2025 e, segundo o ministério, representa um avanço para a saúde pública, principalmente porque, na rede privada, essa vacina pode custar até R$ 1,5 mil.</strong> A vacina estimula a produção de anticorpos pela mãe, que são transferidos ao bebê ainda durante a gestação. Essa proteção é fundamental nos primeiros meses de vida, fase em que as crianças são mais vulneráveis às complicações respiratórias. <strong>Estudos clínicos demonstraram eficácia de 81,8% da vacina na prevenção de doenças respiratórias graves em bebês nos primeiros 90 dias após o nascimento.</strong></p>
<p><strong>“O Brasil voltou a ser referência em vacinação. Alcançamos a maior cobertura vacinal infantil dos últimos nove anos e derrotamos o negacionismo daqueles que atacaram as vacinas e enfraqueceram o Programa Nacional de Imunizações. Em três anos e meio, reconstruímos o Programa Nacional de Imunizações (PNI), incorporamos novas vacinas e ampliamos, ano após ano, a proteção da população. Seguiremos fortalecendo o SUS para garantir mais acesso à imunização e mais saúde para todos os brasileiros”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em um evento realizado em Lauro de Freitas (BA).</strong></p>
<p><strong>Com o avanço da vacinação em gestantes, o Brasil já vem observando uma queda no número de internações de crianças menores de dois anos por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associada ao VSR. </strong>Segundo o ministério, até o dia 18 de abril de 2026 foi registrada uma queda de 52% nessas internações em comparação ao mesmo período de 2023, passando de 6,8 mil para 3,2 mil casos. Os óbitos também registraram queda de 63%, de 72 para 27 mortes.</p>
<h2>Maternidade municipal em Lauro de Freitas</h2>
<p><strong>Em visita ao município Lauro de Freitas na manhã de hoje (7), o ministro assinou uma ordem de serviço para a construção da primeira maternidade municipal. </strong>O ato marcou o início das obras e a liberação imediata de R$ 103 milhões em recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Saúde para a construção da unidade e aquisição de equipamentos. Com capacidade para 100 leitos, a maternidade atenderá mais de 3 mil pacientes do município e de cidades da região metropolitana de Salvador.</p>
<p><strong>Segundo o ministério, a maternidade vai funcionar 24 horas por dia e vai oferecer assistência de média e alta complexidade, incluindo internações, atendimento ambulatorial e serviços de urgência e emergência ginecológica e obstétrica.</strong></p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/brasil-vacina-mais-de-1-milhao-de-gestantes-contra-vsr-em-bebes" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Thu, 07 May 2026 16:03:00 -0300</p>
<p></p>

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			</item>
		<item>
		<title>Síndrome Respiratória Aguda Grave aumenta em bebês até 2 anos</title>
		<link>https://weeknews.online/sindrome-respiratoria-aguda-grave-aumenta-em-bebes-ate-2-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 16:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[alertam especialistas]]></category>
		<category><![CDATA[Bebês]]></category>
		<category><![CDATA[Casos de vírus sincicial respiratório acendem alerta; entenda]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19 mata 29 pessoas em janeiro no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[gripe]]></category>
		<category><![CDATA[SRAG]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<category><![CDATA[Vírus]]></category>
		<category><![CDATA[Vírus sincicial também traz risco para idosos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria. Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) cresceram em crianças menores de 2 anos de idade em quatro das cinco regiões do país &#8211; Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste.  De acordo com o Boletim InfoGripe divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) nesta quinta-feira (16), o aumento das hospitalizações pelo vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal fator da elevação dos casos nessa faixa etária.  Notícias relacionadas: Casos de vírus sincicial respiratório acendem alerta; entenda. Vírus sincicial também traz risco para idosos, alertam especialistas. Covid-19 mata 29 pessoas em janeiro no Brasil. O levantamento se refere à Semana Epidemiológica 14 (SE 14), que abrange o período de 5 a 11 de abril. De acordo ainda com o boletim, os casos graves por covid-19&#8230;</p>
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Feed Editoria.<br />
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<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p>Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) cresceram em crianças menores de 2 anos de idade em quatro das cinco regiões do país &#8211; Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1776356699_392_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1776356700_205_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>De acordo com o Boletim InfoGripe divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) nesta quinta-feira (16), o aumento das hospitalizações pelo vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal fator da elevação dos casos nessa faixa etária.</strong> </p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Casos de vírus sincicial respiratório acendem alerta; entenda.</li>
<li>Vírus sincicial também traz risco para idosos, alertam especialistas.</li>
<li>Covid-19 mata 29 pessoas em janeiro no Brasil.</li>
</ul>
<p>O levantamento se refere à Semana Epidemiológica 14 (SE 14), que abrange o período de 5 a 11 de abril. De acordo ainda com o boletim, os casos graves por covid-19 continuam em queda no país.</p>
<p>A pesquisadora do Boletim InfoGripe e do Programa de Computação Científica da Fiocruz (Procc/Fiocruz) Tatiana Portella esclareceu que o VSR é um dos principais responsáveis por internações por SRAG em crianças pequenas, além de constituir uma das principais causas de bronquiolite. </p>
<p><strong>Por isso, ela considera essencial que gestantes a partir da 28ª semana tomem a vacina contra o vírus para proteger seus bebês nos primeiros meses de vida.</strong> </p>
<p>Com o aumento das hospitalizações por influenza A em diversos estados, a pesquisadora alerta que “também é fundamental que a população prioritária que ainda não se vacinou procure um posto de saúde o quanto antes para receber a dose anual da vacina”.</p>
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<h2>Cenário nacional</h2>
<p>Os casos de SRAG apresentam estabilidade nas tendências de curto e longo prazo no Brasil. Em relação aos estados, o novo Boletim aponta que 14 continuam com incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) até a Semana Epidemiológica 14. </p>
<p>São eles Acre, Pará e Tocantins (Norte); Maranhão, Piauí, Paraíba, Pernambuco, Sergipe e Bahia (Nordeste); Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás (Centro-Oeste); e Minas Gerais e Rio de Janeiro (Sudeste).</p>
<p><strong>O quadro de crescimento relativo ao vírus sincicial respiratório (VSR) foi constatado em todo o Centro-Oeste e Sudeste, além de Acre, Pará, Tocantins e Roraima (Norte) e Maranhão, Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia (Nordeste).</strong></p>
<p>O boletim mostra também que as ocorrências com relação à influenza A continuam aumentando em boa parte da região centro-sul (Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina) e em alguns estados do Nordeste (Paraíba, Alagoas e Sergipe) e do Norte (Amapá, Acre e Rondônia). </p>
<p>Em contrapartida, os casos de SRAG associados à influenza A se mantêm em queda nos estados do Maranhão, Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia e Pernambuco (Nordeste), além do Pará e do Rio de Janeiro.</p>
<p>Na maior parte do país, o levantamento revela que os casos de SRAG associados ao rinovírus apresentam sinal de interrupção da evolução ou queda na maior parte do país, embora continuem aumentando no Pará e Mato Grosso.</p>
<p><strong>Em relação às capitais, 14 apresentam incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco com sinal de crescimento na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) até a SE 14.</strong> </p>
<p>São elas: Rio Branco, Belém, Palmas, Cuiabá, Campo Grande, São Luís, Teresina, João Pessoa, Recife, Aracaju, Maceió, Belo Horizonte, Vitória e Rio de Janeiro.</p>
<h2>Incidência e mortalidade</h2>
<p>Nas últimas oito semanas epidemiológicas, a incidência e a mortalidade semanais médias mantêm o padrão característico de maior impacto nos extremos das faixas etárias analisadas. </p>
<p>A incidência de SRAG é mais elevada nas crianças pequenas e está associada principalmente ao VSR e ao rinovírus. Já a mortalidade é maior entre os idosos, liderado pela influenza A e covid-19.</p>
<p><strong>Em relação aos casos de SRAG por influenza A, a incidência tem impactado mais crianças de até 4 anos e idosos, enquanto a mortalidade continua apresentando maior impacto na população a partir de 65 anos de idade.</strong></p>
<p>Referente ao ano epidemiológico 2026, já foram notificados 37.244 casos, sendo 15.816 (42,5%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório; 14.723 (39,5%) negativos e pelo menos 3.990 (10,7%) aguardando resultado. </p>
<p>Entre os casos positivos do ano corrente, os pesquisadores do Boletim InfoGripe verificaram que 41,1% foram de rinovírus; 25,5% de influenza A; 17,4% de VSR; 10,2% de Sars-CoV-2 (covid-19); e 1,7% de influenza B.</p>
<p><strong>Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a proporção entre os casos positivos foi de 33% para rinovírus; 32,2% para influenza A; 26,3% para VSR; 5,5% para Sars-CoV-2 (covid-19); e 2,4% para influenza B.</strong> </p>
<p>Entre os óbitos, no mesmo recorte de tempo, a presença desses mesmos vírus entre os positivos atingiu 40,8% para influenza A; 26,9% para rinovírus; 23,3% para Sars-CoV-2 (Covid-19); 5,3% para VSR; e 4,1% para influenza B.</p>
<p> Alana Gandra &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Editoria. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/sindrome-respiratoria-aguda-grave-aumenta-em-bebes-ate-2-anos">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 16 Apr 2026 13:00:00 -0300 </p>

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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pobreza afeta desenvolvimento de bebês desde 6 meses, mostra pesquisa</title>
		<link>https://weeknews.online/pobreza-afeta-desenvolvimento-de-bebes-desde-6-meses-mostra-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Feb 2026 11:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[400 milhões de crianças]]></category>
		<category><![CDATA[6 milhões deixam pobreza; Brasil tem melhor nível desde 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Bebês]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Lula: queda da pobreza está ligada à menor inflação e maiores salários]]></category>
		<category><![CDATA[Mais de 8]]></category>
		<category><![CDATA[Pobreza]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/pobreza-afeta-desenvolvimento-de-bebes-desde-6-meses-mostra-pesquisa/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Bebês em lares pobres têm prejuízos no desenvolvimento motor. A constatação é de estudo da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) que relacionou a variedade de movimentos dos pequenos com as condições de vida. O resultado foi publicado na revista cientifica Acta Psychologica, no início de fevereiro. Ao companhar 88 bebês no interior de São Paulo, o estudo mostrou que, desde os seis meses, é possível observar atrasos naqueles que vivem na pobreza. Eles só conseguiam agarrar objetos, virar e sentar mais tarde do que os demais que viviam em melhores condições socioeconômicas. Notícias relacionadas: Mais de 8,6 milhões deixam pobreza; Brasil tem melhor nível desde 2012. Lula: queda da pobreza está ligada à menor inflação e maiores salários. &#8220;A principal constatação da pesquisa&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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Feed Últimas.<br />
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<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p>Bebês em lares pobres têm prejuízos no desenvolvimento motor. A constatação é de estudo da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) que relacionou a variedade de movimentos dos pequenos com as condições de vida. O resultado foi publicado na revista cientifica <em>Acta Psychologica</em>, no início de fevereiro.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1771240200_877_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1771240200_964_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Ao companhar 88 bebês no interior de São Paulo, o estudo mostrou que, desde os seis meses, é possível observar atrasos naqueles que vivem na pobreza. Eles só conseguiam agarrar objetos, virar e sentar mais tarde do que os demais que viviam em melhores condições socioeconômicas.</p>
<blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Mais de 8,6 milhões deixam pobreza; Brasil tem melhor nível desde 2012.</li>
<li>Lula: queda da pobreza está ligada à menor inflação e maiores salários.</li>
</ul>
<p>&#8220;A principal constatação da pesquisa é que, esses bebês, aos seis meses, apresentam menor desenvolvimento motor, ou seja, têm um repertório menor de movimento&#8221;, explicou a autora, Caroline Fioroni Ribeiro da Silva.</p>
</blockquote>
<p>Segundo ela, eles variam menos os movimentos na hora de sentar, de pegar um brinquedo, às vezes, nem conseguem. O trabalho de Caroline contou com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).</p>
<p>A investigação acende uma alerta porque, segundo estudos já existentes, atrasos no desenvolvimento infantil podem produzir crianças que aprendem menos.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;A literatura indica que, pela falta de recursos e de estímulo aos bebês, podem ocorrer prejuízos na vida escolar, como déficit de atenção com hiperatividade [TDAH] e transtornos de coordenação&#8221;, disse Carolina, que é fisioterapeuta. Ela pondera, no entanto, que mais estudos são necessários para comprovar a relação.</p>
</blockquote>
<p>Por outro lado, a pesquisa da UFSCar revelou que a reversão dos atrasos motores pode ocorrer rápido, com estímulos certos. Aos oito meses, bebês avaliados já não tinham problemas significativos. A melhora é atribuída, principalmente, ao engajamento das mães, que reproduziram exercícios simples, como colocar a criança de barriga para baixo (tummy time), usaram papel amassado como brinquedo, conversaram ou cantaram para o bebê.  </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Quando conversamos com o bebê, ele tem a oportunidade de observar os movimentos que a gente faz; quando está de barriga para baixo, está livre para se movimentar e explorar movimento, assim como quando brinca com um papel de presente, que é chamativo  [pelo barulho e textura]&#8221;, explicou a fisioterapeuta. &#8220;Não são necessários brinquedos caros, apenas orientação&#8221;, completou.</p>
</blockquote>
<p>Nas visitas às famílias, a pesquisadora conta que era estimulada a interação entre a mãe e bebê. &#8220;Falávamos muito para fazerem leitura de livros, cantar, conversar e colocar o bebê de barriga para baixo&#8221;, revelou . O chão é o espaço mais seguro para o bebê, porque não tem perigo de ele cair e pode explorar os movimentos, lembrou..</p>
<p>Os momentos em que os bebês ficam de bruços sobre uma superfície segura, com supervisão, servem para fortalecer os músculos da cabeça, pescoço, ombros, costas e braços e prepará-los para movimentos mais complexos. Com esse exercício, é possível também desenvolver a coordenação, fazendo com o que ele possa rolar, sentar, engatinhar e ficar de pé no tempo certo.</p>
<p>A pesquisadora destacou que a maioria das mães expostas à pobreza era adolescente e não sabia estimular os filhos. Nesses casos, ajuda especializada, com visitas de agentes de saúde e fisioterapeutas, são determinantes, afirmou.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Como não é possível eliminar a pobreza ou a gravidez na adolescência, eu recomendaria visitas de profissionais de saúde para orientar sobre os estímulos nessa fase da vida&#8221;.</p>
</blockquote>
<p>Nas casas mais pobres, a pesquisa constatou que os bebês passavam mais tempo presos em carrinhos ou contidos e tinham menos oportunidades de explorar o ambiente. Isso ocorria, na maioria das vezes, por falta de espaço.</p>
<p>A presença de mais adultos no mesmo domicílio, em vez de estimular os bebês, também foi apontada como fator negativo. A pesquisa levantou a hipótese de esses lares serem mais &#8220;caóticos&#8221;, com menos espaços seguros ou  oportunidades para os bebês se movimentarem.</p>
<p>A presença de pais ou mães no mesmo endereço esteve associada a melhores resultados, ao lado da maior escolaridade materna.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Os responsáveis solo acabam mais sobrecarregados e com menos tempo para brincar e estimular o bebê&#8221;, analisou Caroline. &#8220;Então, o fato de ter outra pessoa amparando ajuda muito no desenvolvimento&#8221;.</p>
</blockquote>
<p>Entre outros fatores que contribuem para o desenvolvimento dos pequenos está o uso de brinquedos que estimulam a motricidade fina, mesmo aqueles improvisados e mais econômicos, como chocalhos &#8211; que podem ser confeccionados de grãos de arroz ou feijão e garrafas pet.</p>
<p>Cerca de 400 milhões de crianças vivem na pobreza em todo mundo, segundo o relatório “Situação Mundial das Crianças 2025: Erradicar a Pobreza Infantil – Nosso Dever Comum”, publicado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) em novembro de 2025. Eles estão submetidos a severas privações para saúde, desenvolvimento e bem-estar.</p>
<p>https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/direitos-humanos/audio/2025-11/mais-de-400-milhoes-de-criancas-do-mundo-estao-na-pobreza</p>
<p> Isabela Vieira &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-02/pobreza-afeta-desenvolvimento-de-bebes-desde-6-meses-mostra-pesquisa">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 16 Feb 2026 07:39:00 -0300 </p>

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		<title>Casos de coqueluche crescem e provocam internações e mortes</title>
		<link>https://weeknews.online/casos-de-coqueluche-crescem-e-provocam-internacoes-e-mortes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Oct 2025 14:54:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Bebês]]></category>
		<category><![CDATA[Coqueluche]]></category>
		<category><![CDATA[diz ministra]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz e UFMG firmam parceria para expandir centro de vacinas]]></category>
		<category><![CDATA[infecção respiratória]]></category>
		<category><![CDATA[Mães vacinadas contra covid protegem bebês com aleitamento exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina brasileira de covid fortalece ciência e país]]></category>
		<category><![CDATA[vacina pentavalente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Os casos de coqueluche em crianças pequenas aumentaram mais de 1200% no Brasil, conforme alerta o Observatório de Saúde na Infância. Em 2024, foram registrados pelo menos 2.152 casos da doença entre crianças menores de 5 anos de idade, que são as mais vulneráveis a complicações, mais do que a soma dos cinco anos anteriores. Dessas, 665 precisaram ser internadas por causa da doença, e 14 morreram, superando as dez mortes registradas entre 2019 e 2023. &#8220;Como explicar todas essas crianças que morreram de algo totalmente prevenível?&#8221;, questiona a coordenadora do Observatório, Patrícia Boccolini. Este ano, os registros feitos até o mês de agosto indicam uma ligeira melhora, mas ainda em patamares altos: foram 1.148 casos, com 577 internações. Notícias relacionadas: Mães vacinadas&#8230;</p>
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				</p>
<p>Os casos de coqueluche em crianças pequenas aumentaram mais de 1200% no Brasil, conforme alerta o Observatório de Saúde na Infância. Em 2024, foram registrados pelo menos 2.152 casos da doença entre crianças menores de 5 anos de idade, que são as mais vulneráveis a complicações, mais do que a soma dos cinco anos anteriores. <strong>Dessas, 665 precisaram ser internadas por causa da doença, e 14 morreram, superando as dez mortes registradas entre 2019 e 2023.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1760194457_836_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1760194457_203_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>&#8220;Como explicar todas essas crianças que morreram de algo totalmente prevenível?&#8221;, questiona a coordenadora do Observatório, Patrícia Boccolini. Este ano, os registros feitos até o mês de agosto indicam uma ligeira melhora, mas ainda em patamares altos: foram 1.148 casos, com 577 internações.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Mães vacinadas contra covid protegem bebês com aleitamento exclusivo.</li>
<li>Fiocruz e UFMG firmam parceria para expandir centro de vacinas .</li>
<li>Vacina brasileira de covid fortalece ciência e país, diz ministra.</li>
</ul>
<p><strong>A coqueluche é uma infecção respiratória, causada pela bactéria Bordetella pertussis, que pode ser prevenida com a vacinação.</strong> Os bebês devem receber três doses da vacina pentavalente, aos 2, 4 e 6 meses de idade e as grávidas devem ser imunizadas com a DTPa em todas as gestações, para proteger os recém-nascidos.</p>
<p><strong>Os dados coletados pelos pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Faculdade de Medicina de Petrópolis do Centro Universitário Arthur de Sá Earp Neto (Unifase) mostram ainda que mais da metade dos casos do ano passado foram registrados em crianças menores de 1 ano, que também respondem por mais de 80% das internações.</strong></p>
<p>Patricia Boccolini acredita que vários fatores podem estar contribuindo para o aumento dos casos, como a retomada dos ciclos naturais da doença no pós-pandemia, a desorganização de serviços locais de saúde e o aumento da testagem, mas uma das principais vulnerabilidades é a desigualdade das coberturas vacinais pelo país.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Embora a gente não esteja conseguindo bater as metas, as coberturas vacinais não estão tão baixas assim, quando a gente olha para números nacionais e regionais. O grande problema é quando a gente começa a olhar no micro, os dados municipais mostram muita heterogeneidade, alguns polos com altas coberturas e outros não&#8221;, explica.</p>
</blockquote>
<p><strong>De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 90% dos bebês e de 86% das gestantes receberam os imunizantes que protegem contra a coqueluche no ano passado, superando os números de 2013.</strong> Mas a coordenadora do Observatório lembra que a meta de cobertura de 95% ainda não foi batida, e crianças mais velhas e adultos não vacinados também podem contrair e transmitir a doença, apesar dela atingir os pequenos de forma mais grave.</p>
<p><strong>A quantidade de casos de 2024 se aproxima da de 2015, quando foram registrados mais de 2.300 casos entre crianças com menos de cinco anos.</strong> A partir de 2016, os casos começaram a cair e o último ano com mais de 1 mil registros havia sido em 2019. </p>
<p>Mas não é só o Brasil que enfrenta aumento de casos. Toda a região das Américas está em alerta para a doença. De acordo com a Organização Panamericana de Saúde (Opas), nos primeiros sete meses de 2025, nove países da região notificaram mais de 18 mil casos e 128 mortes em todas as idades. </p>
<p><strong>Juarez Cunha, diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), explica que a coqueluche tem essa característica de “ciclicidade”.</strong> </p>
<p>&#8220;Dez anos atrás, alguns anos antes já se observava um aumento de casos no mundo, depois isso acaba chegando ao Brasil também. Então, mesmo que a gente tenha tido melhoria nas coberturas vacinais nos últimos dois anos, como a gente ainda não alcançou as metas, a gente tem esses casos, conforme a ciclicidade da doença”, disse.</p>
<p><strong>Cunha lembra que a vacinação das gestantes foi incluída no Programa Nacional de Imunizações (PNI) justamente durante esse ciclo anterior de aumento de casos.</strong> </p>
<blockquote>
<p>“Só a partir dos 6 meses que o bebê vai estar totalmente protegido, depois de receber todas as doses da vacina pentavalente. Então, vacinar a gestante é a principal forma de proteger o bebê nos primeiros meses de vida. É preciso falar para as grávidas, que elas precisam se vacinar para se protegerem e protegerem seus bebês”, recomenda.</p>
</blockquote>
<p>&#8220;Tem muita gente que não sabe nem o que é coqueluche. E isso também é fruto de um passado recente glorioso que a gente teve nas nossas altas coberturas. Mas, a partir do momento que a gente não viu mais muitos casos, não viu mais crianças morrendo de coqueluche, a gente perdeu o medo da doença. Eu espero que esses números sensibilizem a população&#8221;, alerta a coordenadora do Observatório de Saúde da Infância, Patrícia Boccolini.</p>
<p> Tâmara Freire &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-10/casos-de-coqueluche-crescem-e-provocam-internacoes-e-mortes">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 11 Oct 2025 11:30:00 -0300 </p>

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		<title>Rio: ampliação do teste do Pezinho rastreia 54 doenças raras</title>
		<link>https://weeknews.online/rio-ampliacao-do-teste-do-pezinho-rastreia-54-doencas-raras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2025 12:17:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ampliação]]></category>
		<category><![CDATA[Bebês]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial das Doenças Raras reforça importância do teste do pezinho]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[doanças]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde anuncia R$ 30 milhões para ampliação do teste do pezinho]]></category>
		<category><![CDATA[site da secretaria]]></category>
		<category><![CDATA[teste do pezinho]]></category>
		<category><![CDATA[Teste do pezinho: diagnósticos precoces salvam vida de recém-nascidos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Da Agência Brasil &#8211; Rio de Janeiro No Dia Nacional do Teste do Pezinho, comemorado nesta sexta-feira (6), a Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ), reforça a importância do exame que reduz mortes e sequelas em recém-nascidos. De 2023 a 2024, foram realizados quase 250 mil exames em todo o estado, o primeiro do país a oferecer o exame ampliado nos 92 municípios, passando de sete para 54 doenças rastreadas. O exame é simples e rápido. O sangue é coletado no calcanhar do bebê, por ser uma parte do corpo com muitos vasos sanguíneos. Ele é passado para um papel-filtro especial e depois enviado para análise laboratorial. A recomendação é que seja feito entre o terceiro e quinto dia de vida do bebê.&#8230;</p>
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<p>No Dia Nacional do Teste do Pezinho, comemorado nesta sexta-feira (6), a Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ), reforça a importância do exame que reduz mortes e sequelas em recém-nascidos. De 2023 a 2024, foram realizados quase 250 mil exames em todo o estado, o primeiro do país a oferecer o exame ampliado nos 92 municípios, passando de sete para 54 doenças rastreadas.</p>
<p><strong>O exame é simples e rápido. O sangue é coletado no calcanhar do bebê, por ser uma parte do corpo com muitos vasos sanguíneos</strong>. Ele é passado para um papel-filtro especial e depois enviado para análise laboratorial. A recomendação é que seja feito entre o terceiro e quinto dia de vida do bebê.</p>
<blockquote>
<p>“São gotas de amor que salvam vidas. O exame permite detectar algumas doenças raras, possibilitando a chance de tratamento precoce, redução de óbitos e sequelas infantis. Desde agosto de 2023, a secretaria ampliou a rastreabilidade de outras doenças como do ciclo da ureia, anemia falciforme, fibrose cística, fenilcetonúria e hipotireoidismo congênito”, explica a coordenadora de Saúde da Criança da SES-RJ, Roberta Serra.</p>
</blockquote>
<p><strong>Desde 2017, a Secretaria de Saúde estabeleceu parceria com a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais do Rio de Janeiro (Apae-Rio), que realiza de 11 a 12 mil testes por mês, de acordo com o número de nascidos vivos</strong>. Em 2023, a associação fez 135 mil rastreamentos em crianças. Em 2024, foram mais de 113 mil. O estado tem 1.074 unidades cadastradas para a realização dos testes, incluindo unidades básicas de saúde, postos de saúde e maternidades.</p>
<h2>Resultado pela internet</h2>
<p><strong>O estado do Rio é pioneiro, desde 2018, em disponibilizar o Teste do Pezinho Ampliado de forma <em>online</em></strong>. Desde 1º de agosto de 2023, os resultados dos exames estão disponíveis no <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://rj.gov.br/saude/laudos" target="_blank"><em>site</em> da secretaria</a> e podem ser acessados com o número do papel-filtro do exame, fornecido pela unidade de saúde onde foi feito o teste e a data de nascimento do bebê.</p>
<p>O serviço digital é oferecido pela Apae-Rio, que também avisa aos familiares pelo WhatsApp em casos de resultados suspeitos.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-06/rio-ampliacao-do-teste-do-pezinho-rastreia-54-doencas-raras">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 06 Jun 2025 08:48:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/rio-ampliacao-do-teste-do-pezinho-rastreia-54-doencas-raras/">Rio: ampliação do teste do Pezinho rastreia 54 doenças raras</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>SUS incorpora vacina contra vírus sincicial respiratório</title>
		<link>https://weeknews.online/sus-incorpora-vacina-contra-virus-sincicial-respiratorio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Feb 2025 16:11:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Bebês]]></category>
		<category><![CDATA[infecções respiratórias]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde amplia idade para receber vacina contra a dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde recomenda cálcio para todas as gestantes para prevenir eclâmpsia]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<category><![CDATA[SUS oferece nova vacina a gestantes contra vírus respiratório]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<category><![CDATA[Vírus Sincicial Respiratório]]></category>
		<category><![CDATA[VSR]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O Ministério da Saúde vai incorporar ao Sistema Único de Saúde (SUS) duas tecnologias para prevenir complicações causadas pelo vírus sincicial respiratório (VSR), uma das principais causas de infecções respiratórias graves em bebês, incluindo quadros de bronquiolite. Trata-se do anticorpo monoclonal nirsevimabe, indicado para proteger bebês prematuros e crianças de até 2 anos de idade nascidas com comorbidades, e da vacina recombinante contra os vírus sinciciais respiratórios A e B, aplicada em gestantes para proteger o bebê ao longo dos primeiros meses de vida. “Ambas foram avaliadas durante a 137ª Reunião Ordinária da Conitec [Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde], que considerou o impacto positivo dessas medidas na prevenção de hospitalizações e óbitos infantis”, informou a pasta. “A medida&#8230;</p>
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<p>O Ministério da Saúde vai <strong>incorporar ao Sistema Único de Saúde (SUS)</strong> duas tecnologias para <strong>prevenir complicações causadas pelo vírus sincicial respiratório (VSR)</strong>, uma das <strong>principais causas de infecções respiratórias graves em bebês</strong>, incluindo quadros de bronquiolite.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1739895065_524_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1739895065_713_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Trata-se do <strong>anticorpo monoclonal nirsevimabe</strong>, indicado para proteger bebês prematuros e crianças de até 2 anos de idade nascidas com comorbidades, e da <strong>vacina recombinante contra os vírus sinciciais respiratórios A e B</strong>, aplicada em gestantes para proteger o bebê ao longo dos primeiros meses de vida.</p>
<p>“Ambas foram avaliadas durante a 137ª Reunião Ordinária da Conitec [Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde], que considerou o impacto positivo dessas medidas na prevenção de hospitalizações e óbitos infantis”, informou a pasta.</p>
<blockquote>
<p>“A medida faz parte de uma estratégia para reduzir a mortalidade infantil associada ao vírus, por meio da imunização ativa de gestantes e bebês prematuros”, acrescentou o ministério, em nota.</p>
</blockquote>
<p>De acordo com o comunicado, estudos apresentados à Conitec mostram que a <strong>vacina para gestantes pode prevenir aproximadamente 28 mil internações anuais</strong>. “A estratégia combinada irá proteger cerca de 2 milhões de bebês em seus primeiros meses de vida, idade mais vulnerável a complicações”, diz o ministério.</p>
<p>A portaria incorporando as duas tecnologias, segundo a pasta, será publicada nos próximos dias.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p>O ministério explica que o nirsevimabe é um anticorpo monoclonal que fornece proteção imediata contra o VSR, sem necessidade de estimular o sistema imunológico da criança a produzir seus próprios anticorpos.</p>
<p>“Isso o torna especialmente útil para bebês prematuros e crianças com menos de 2 anos que apresentam comorbidades”, avalia.</p>
<p>Já a vacina recombinante contra os vírus sinciciais A e B induz uma resposta imunológica na mãe, garantindo que o recém-nascido receba anticorpos ainda na gestação, oferecendo proteção nos primeiros meses de vida, período de maior vulnerabilidade.</p>
<h2>Números</h2>
<p>Dados da Secretaria de Atenção Primária à Saúde indicam que o <strong>VSR é responsável por cerca de 80% dos casos de bronquiolite</strong> e até <strong>60% dos quadros de pneumonia em crianças menores de 2 anos</strong>.</p>
<p>A estimativa é que <strong>uma em cada cinco crianças infectadas pelo vírus precise de atendimento ambulatorial</strong> e que uma em cada 50 seja hospitalizada ao longo do primeiro ano de vida.</p>
<p>De acordo com o ministério, entre 2018 e 2024, foram registradas 83.740 internações de bebês prematuros &#8211; com menos de 37 semanas de gestação &#8211; causadas por complicações relacionadas ao VSR, como bronquite, bronquiolite e pneumonia.</p>
<p>Até então, a principal opção disponível para a prevenção do VSR no SUS é o palivizumabe, destinado a bebês prematuros extremos, com até 28 semanas de gestação, e crianças com até 2 anos de idade que apresentassem doença pulmonar crônica ou cardiopatia congênita grave.</p>
<blockquote>
<p>“Com a incorporação do nirsevimabe, a expectativa é ampliar a <strong>proteção para 300 mil crianças a mais</strong> do que o protocolo atual. Já a vacina para gestantes tem potencial para beneficiar cerca de <strong>2 milhões de nascidos vivos</strong>”, reforçou a pasta.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p> Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-02/sus-incorpora-vacina-contra-virus-sincicial-respiratorio">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 18 Feb 2025 12:46:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/sus-incorpora-vacina-contra-virus-sincicial-respiratorio/">SUS incorpora vacina contra vírus sincicial respiratório</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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	</channel>
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