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	<title>Arquivo de Brasil firma meta de ações globais para pessoas com deficiência - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Brasil firma meta de ações globais para pessoas com deficiência - WeekNews</title>
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		<title>Presença de rampa para cadeirante aumenta quatro vezes em 12 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2025 14:06:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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		<category><![CDATA[Censo prevê mais divulgações ao longo de 2025]]></category>
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		<category><![CDATA[Dois terços dos brasileiros moram em ruas arborizadas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. No intervalo de 12 anos, a proporção de brasileiros que vivem em ruas que têm rampa para cadeirante aumentou quatro vezes. A constatação está em mais um conjunto de dados do Censo 2022, divulgado nesta quinta-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No Censo 2010, os pesquisadores identificaram que 6 milhões de pessoas moravam em vias que tinham rampa para cadeirante. Esse número representava 3,88% da população pesquisada. Já na contagem censitária de 2022, foram identificadas 26,5 milhões de pessoas residindo em endereços que contavam com rampa de acessibilidade, patamar que significa 15,2% da população pesquisada. &#62;&#62;&#62; Saiba mais:  Para chegar a esses números, o IBGE registrou características de trechos chamados de faces de quadra. De forma simplificada, é o&#8230;</p>
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Feed Últimas.<br />
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<p>No intervalo de 12 anos, a proporção de brasileiros que vivem em ruas que têm rampa para cadeirante aumentou quatro vezes. A constatação está em mais um conjunto de dados do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://censo2022.ibge.gov.br/" target="_blank">Censo 2022</a>, divulgado nesta quinta-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1744898767_245_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/1744898767_24_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No Censo 2010, os pesquisadores identificaram que 6 milhões de pessoas moravam em vias que tinham rampa para cadeirante. Esse número representava 3,88% da população pesquisada. Já na contagem censitária de 2022,<strong> foram identificadas 26,5 milhões de pessoas residindo em endereços que contavam com rampa de acessibilidade, patamar que significa 15,2% da população pesquisada.</strong></p>
<p><strong>&gt;&gt;&gt; Saiba mais: </strong></p>
<p>Para chegar a esses números, o IBGE registrou características de trechos chamados de faces de quadra. De forma simplificada, é o espaço de uma esquina a outra de uma rua.</p>
<p>Foram coletadas informações de 11,4 milhões faces de quadra, que abrangem 63,1 milhões de domicílios &#8211; 69,56% do total do país. Ao todo, esse universo representa 174,2 milhões de moradores ─ 85,75% da população brasileira (202,1 milhões de pessoas).</p>
<p>O Censo 2022 ainda não divulgou dados sobre pessoas com deficiência, mas a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), também realizada pelo IBGE, revela que em 2022 o país tinha 7,078 milhões de pessoas com 2 anos ou mais de idade com dificuldade para andar ou subir degraus, o que representa 3,4% da população.</p>
<p>Ao relacionar as informações coletadas com dados de localização de estabelecimentos, <strong>o IBGE identificou que menos da metade (47,2%) dos estabelecimentos de saúde tinha rampa para cadeirante</strong>, enquanto apenas 31,8% dos estabelecimentos de ensino apresentavam rampa nas calçadas.</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=92403:cheio_8colunas --><br />
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/04/974486-04092015-_dsc7242.jpg" alt="Pontos de acessibilidade no entorno da Lagoa Rodrigo de Freitas para os Jogos Paralímpicos Rio 2016. Rampas de acesso ao Parque dos Patins ( Fernando Frazão/Agência Brasil)" title="04 15:04:55"/><br />
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<p><h6 class="meta"><!--copyright=92403-->Pontos de acessibilidade no entorno da Lagoa Rodrigo de Freitas  <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong></h6>
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<h2>Diferenças regionais</h2>
<p>O Censo 2022 revela que <strong>Mato Grosso do Sul é a unidade da federação (UF) com maior percentual da população vivendo em rua com rampa para cadeirante, 41,1%</strong>. Paraná (37,3%) e Distrito Federal (30,4%) aparecem em seguida.</p>
<p>Na ponta contrária, as menores proporções ficam com Amazonas (5,6%), Pernambuco (6,2%), Maranhão (6,4%) e Pará (7%). </p>
<p>Ao listar por concentração urbana – localidade com mais de 100 mil habitantes – o IBGE identificou que apenas cinco apresentam mais da metade dos moradores vivendo em ruas que contam com rampas para cadeirantes, sendo três no Paraná:</p>
<ul>
<li>Maringá (PR): 65,7%</li>
<li>Toledo (PR): 61,3%</li>
<li>Cascavel (PR): 59%</li>
<li>Campo Grande (MS): 55,7%</li>
<li>Uberlândia (MG): 51,7%.</li>
</ul>
<p>Analisando por município, <strong>Barra Bonita, em Santa Catarina, é a campeã na proporção de habitantes morando em via com a presença de rampa de acessibilidade, 90,9%.  </strong></p>
<p>O estado do Paraná tem 11 dos 15 municípios com maior proporção de pessoas vivendo em ruas com rampa para cadeirantes. Veja a lista:</p>
<ul>
<li>Barra Bonita (SC): 90,9%</li>
<li>Jardim Olinda (PR): 90,0%</li>
<li>Guaporema (PR): 83,1%</li>
<li>Jaguaribara (CE): 82,7%</li>
<li>Flórida (PR): 82,6%</li>
<li>Boa Esperança do Iguaçu (PR): 80,7%</li>
<li>União de Minas (MG): 79,5%</li>
<li>Atalaia (PR): 79,1%</li>
<li>Novo Itacolomi (PR): 79,1%</li>
<li>São Jorge do Ivaí (PR): 78,0%</li>
<li>Maringá (PR): 77,3%</li>
<li>André da Rocha (RS): 77,2%</li>
<li>Lobato (PR): 76,7%</li>
<li>Ourizona (PR): 76,2%</li>
<li>São Carlos do Ivaí (PR): 75,2%</li>
</ul>
<p>O IBGE ressalta que 1.864 municípios do país – um terço do total &#8211; possuem menos de 5% de moradores vivendo em vias com rampa para cadeirantes, enquanto 157 municípios (2,8% do total) não existem moradores nessa situação.</p>
<h2>Metodologia</h2>
<p>O instituto considerou na contagem rampas exclusivamente para cadeirantes e travessias elevadas de pedestres – estrutura que permite cadeirantes atravessarem ruas sem precisar de esforço para subir nas calçadas. Rampas de garagem não foram consideradas.</p>
<p>O gerente de pesquisas e classificações territoriais do IBGE, Jaison Cervi, explicou à Agência Brasil que o instituto não pesquisou a motivação para a oferta de rampas, mas, segundo ele, “a legislação, campanhas educativas e inclusivas podem ter contribuído para a maior presença do equipamento”.</p>
<p>A presença de rampas é uma das determinações da Lei da Acessibilidade (<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l10098.htm" target="_blank">Lei 10.098/2000</a>). O Artigo 3º descreve: “O planejamento e a urbanização das vias públicas, dos parques e dos demais espaços de uso público deverão ser concebidos e executados de forma a torná-los acessíveis para todas as pessoas, inclusive para aquelas com deficiência ou com mobilidade reduzida”.</p>
<p>O analista do IBGE Maikon Roberth de Novaes explica que no Censo 2022, um condicionante para ser considerada a presença de rampa é haver calçada na via, diferentemente do Censo 2010. Mesmo com essa diferença entre as contagens censitárias, Novaes afirma que é possível fazer comparação entre os dados.</p>
<p>“Em 2010, a rampa para cadeirante não era condicionada a calçadas. É possível que tenha sido respondido mesmo não tendo calçada. Isso é muito pouco provável. Pode acontecer, mas é muito pouco provável”, justifica.</p>
<p> </p>
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    </div>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-04/presenca-de-rampa-para-cadeirante-aumenta-quatro-vezes-em-12-anos">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 17 Apr 2025 10:04:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/presenca-de-rampa-para-cadeirante-aumenta-quatro-vezes-em-12-anos/">Presença de rampa para cadeirante aumenta quatro vezes em 12 anos</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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