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	<title>Arquivo de Brasil registra quase 3 mil casos de Oropouche em 2025 - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Brasil registra quase 3 mil casos de Oropouche em 2025 - WeekNews</title>
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		<title>Estado de São Paulo registra 44 casos de febre de oropouche</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2025 19:50:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o perfil da Agência Brasil no Facebook ]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil registra quase 3 mil casos de Oropouche em 2025]]></category>
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		<category><![CDATA[Pesquisa mostra influência de eventos climáticos em surto de oropouche]]></category>
		<category><![CDATA[Rio confirma mais duas mortes por febre do Oropouche]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O estado de São Paulo já registra este ano 44 casos  de febre de oropouche, informou o Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE). Os casos ocorreram na região de Registro (Cajati, Juquiá, Miracatu, Eldorado, Pedro de Toledo, Itariri e Sete Barras) e do litoral Norte (Ubatuba). Uma morte está em investigação.  Em todo o ano passado, foram registrados oito casos, todos na região do Vale do Ribeira (Cajati, Juquiá, Pedro de Toledo e Sete Barras), sem registro de óbitos. A febre de oropouche é uma doença causada por um arbovírus do gênero Orthobunyavirus, identificado pela primeira vez no Brasil em 1960, a partir da amostra de sangue de um bicho-preguiça capturado durante a construção da Rodovia Belém-Brasília. Desde então, casos isolados e surtos foram relatados&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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<p><strong>O estado de São Paulo já registra este ano 44 casos  de febre de oropouche, informou o Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE)</strong>. Os casos ocorreram na região de Registro (Cajati, Juquiá, Miracatu, Eldorado, Pedro de Toledo, Itariri e Sete Barras) e do litoral Norte (Ubatuba). Uma morte está em investigação. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1748029815_823_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1748029815_680_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Em todo o ano passado, foram registrados oito casos, todos na região do Vale do Ribeira (Cajati, Juquiá, Pedro de Toledo e Sete Barras), sem registro de óbitos.</strong></p>
<p>A febre de oropouche é uma doença causada por um arbovírus do gênero Orthobunyavirus, identificado pela primeira vez no Brasil em 1960, a partir da amostra de sangue de um bicho-preguiça capturado durante a construção da Rodovia Belém-Brasília. Desde então, casos isolados e surtos foram relatados no país, sobretudo na região amazônica, considerada endêmica.</p>
<p><strong>Segundo o Ministério da Saúde, foram confirmados 13.782 casos da febre em 2024 no país. Em 2025, já são mais de 2.790 registros. Os sintomas da doença são parecidos com os da dengue e incluem dor de cabeça intensa, dor muscular, náusea e diarreia.</strong></p>
<blockquote>
<p>A transmissão da doença é feita principalmente pelo inseto <em>Culicoides paraensis</em> (mais popularmente conhecido como maruim ou mosquito-pólvora). Depois de picar uma pessoa ou animal infectado, o vírus permanece no inseto por alguns dias. Quando o inseto pica uma pessoa saudável, pode transmitir o vírus.</p>
</blockquote>
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<p>Existem dois tipos de ciclos de transmissão da doença: no ciclo silvestre, bichos-preguiça e primatas não humanos (e possivelmente aves silvestres e roedores) atuam como hospedeiros. Há registros de isolamento do vírus em outras espécies de insetos, como <em>Coquillettidia venezuelensis </em>e <em>Aedes serratus</em>.</p>
<p>No ciclo urbano, os humanos são os principais hospedeiros. Nesse cenário, além do inseto <em>Culicoides paraensis</em>, o mosquito <em>Culex quinquefasciatus</em>, popularmente conhecido como pernilongo e comumente encontrado em ambientes urbanos, também pode transmitir o vírus.  Os sintomas  são fortes dores de cabeça, dores musculares, náusea e diarreia, além de tontura, dor atrás dos olhos e calafrios.</p>
<h2>Dengue</h2>
<p>Na capital paulista, os casos de dengue chegam a 46.774, com 14 mortes, em 2025. Segundo a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), a Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa) mantém monitoramento constante da situação epidemiológica e realiza diariamente ações de prevenção e combate à doença.</p>
<blockquote>
<p>“Em 2025, já foram realizadas mais de 5,6 milhões de ações, incluindo visitas domiciliares, bloqueio de criadouros, nebulizações, aplicação de larvicidas em pontos estratégicos e com drones em locais de difícil acesso, além de campanhas educativas para conscientização da população”, diz a prefeitura.</p>
</blockquote>
<p>Segundo a prefeitura, em ações de intensificação do combate à dengue realizadas nos fins de semana de maio, incluindo o feriado do começo do mês, mais de 93 mil imóveis foram visitados em operações de bloqueio de criadouros e mais de 6.200 quarteirões passaram por nebulizações. As atividades ocorreram em todas as regiões da capital, com foco nos distritos administrativos com maior incidência da doença.</p>
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    </div>
<p> Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-05/estado-de-sao-paulo-registra-44-casos-de-febre-de-oropouche">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 23 May 2025 15:41:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Rio confirma mais duas mortes por febre do Oropouche</title>
		<link>https://weeknews.online/rio-confirma-mais-duas-mortes-por-febre-do-oropouche/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 00:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[até 21 de maio]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil registra quase 3 mil casos de Oropouche em 2025]]></category>
		<category><![CDATA[e três óbitos pela doença.]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo confirma a primeira morte no estado por febre Oropouche]]></category>
		<category><![CDATA[febre do Oropouche]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Mortes]]></category>
		<category><![CDATA[Neste ano]]></category>
		<category><![CDATA[o estado registrou 1.581 casos]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa mostra influência de eventos climáticos em surto de oropouche]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Mais duas mortes por febre do Oropouche foram confirmadas hoje (21) pela Secretaria de Estado de Saúde. do Rio de Janeiro. As amostras foram analisadas pelo Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels (Lacen-RJ). As vítimas são duas mulheres: uma moradora de Macaé, no norte fluminense, com 34 anos de idade, e outra de Paraty, na Costa Verde, com 23 anos. As duas tiveram os primeiros sintomas da doença em março deste ano, foram internadas e morreram dias depois. A febre do Oropouche é uma doença viral transmitida pelo inseto Culicoides paraensis, conhecido como maruim, mosquito-pólvora ou polvinha. É uma arbovirose, como a dengue e a chikungunya, que se manifesta com febre alta, dor de cabeça, dores musculares e articulares, e em alguns casos pode gerar complicações&#8230;</p>
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<p>Mais duas mortes por febre do Oropouche foram confirmadas hoje (21) pela Secretaria de Estado de Saúde. do Rio de Janeiro. As amostras foram analisadas pelo Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels (Lacen-RJ). <strong>As vítimas são duas mulheres: uma moradora de Macaé, no norte fluminense, com 34 anos de idade, e outra de Paraty, na Costa Verde, com 23 anos.</strong> As duas tiveram os primeiros sintomas da doença em março deste ano, foram internadas e morreram dias depois.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1747872004_723_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1747872004_192_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>A febre do Oropouche é uma doença viral transmitida pelo inseto <em>Culicoides paraensis</em>, conhecido como maruim, mosquito-pólvora ou polvinha.</strong> É uma arbovirose, como a dengue e a chikungunya, que se manifesta com febre alta, dor de cabeça, dores musculares e articulares, e em alguns casos pode gerar complicações como meningite ou encefalite. </p>
<p><strong>Os dois casos ocorreram há mais de dois meses e são episódios isolados.</strong> Desde então, não houve novos registros de casos graves, internações, nem novos óbitos relacionados à febre do Oropouche naqueles municípios.  </p>
<blockquote>
<p>“Reforçamos a importância da vigilância contínua e das medidas preventivas adotadas pela população e pelos gestores municipais. Desde o ano passado, com a introdução do vírus no estado, nossos especialistas têm aperfeiçoado os protocolos de Vigilância Epidemiológica e aprimorado a assistência aos pacientes”, avaliou a secretária de Estado de Saúde, Claudia Mello. </p>
</blockquote>
<h2>Sintomas</h2>
<p><strong>Os sintomas da febre do Oropouche são parecidos com os da dengue.</strong> O período de incubação dura entre quatro e oito dias. O início geralmente é marcado por febre, dor de cabeça, dor nas articulações, dor muscular, calafrios e, às vezes, náuseas e vômitos persistentes por até cinco a sete dias. Na maioria dos casos, o paciente se recupera em uma semana. Porém, a doença pode se agravar em grupos de risco, entre crianças e idosos a partir de 60 anos.</p>
<blockquote>
<p>“A febre do Oropouche é nova no nosso estado e requer atenção redobrada. O maruim é bem pequeno e corriqueiro em locais silvestres e áreas de mata.</p>
</blockquote>
<p>Por isso, segundo o subsecretário de Vigilância e Atenção Primária à Saúde do estado, Mário Sergio Ribeiro, a recomendação é usar roupas que cubram a maior parte do corpo, passar repelente nas áreas expostas da pele, limpar terrenos e locais de criação de animais, recolher folhas e frutos que caem no solo, e instalar telas de malha fina em portas e janelas.</p>
<h2>Casos</h2>
<p><strong>Neste ano, até 21 de maio, o estado registrou 1.581 casos, e três óbitos pela doença. Os municípios que mais concentram notificações de casos suspeitos são: Cachoeiras de Macacu (649); Macaé (502); Angra dos Reis (320); Guapimirim (168) e Paraty (131). </strong>Em 2024, foram registrados 128 casos confirmados da doença, com predominância na cidade de Piraí.</p>
<p> </p>
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    </div>
<p> Douglas Corrêa &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-05/rio-confirma-mais-duas-mortes-por-febre-do-oropouche">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 21 May 2025 20:04:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/rio-confirma-mais-duas-mortes-por-febre-do-oropouche/">Rio confirma mais duas mortes por febre do Oropouche</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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