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	<title>Arquivo de Brics vive impasses sobre Irã - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Brics vive impasses sobre Irã - WeekNews</title>
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		<title>Brics no Brasil busca consolidar bloco em expansão pós-guerra no Irã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Jul 2025 22:22:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>. A guerra de Israel e dos Estados Unidos (EUA) contra o Irã – um dos membros permanentes do Brics – ampliou os desafios do bloco de países que busca se consolidar institucionalmente na Cúpula do Rio de Janeiro (RJ) neste domingo (6) e segunda-feira (7). Nos últimos dois anos, o Brics cresceu de cinco para 11 integrantes permanentes, além de incluir dez novos membros parceiros. Administrar essa expansão é um dos desafios da presidência do Brasil para consolidar o mecanismo de cooperação multilateral que pretende modificar a atual arquitetura global de poder.     Notícias relacionadas: Lula diz que Brics é fiador de um futuro promissor. Brics terá declarações de IA, doenças socialmente determinadas e clima. Brics vive impasses sobre Irã, Palestina e Conselho de Segurança.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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				</p>
<p><strong>A guerra de Israel e dos Estados Unidos (EUA) contra o Irã – um dos membros permanentes do Brics – ampliou os desafios do bloco de países que busca se consolidar institucionalmente na Cúpula do Rio de Janeiro </strong>(RJ) neste domingo (6) e segunda-feira (7).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1751754156_323_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1751754156_97_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Nos últimos dois anos, o Brics cresceu de cinco para 11 integrantes permanentes, além de incluir dez novos membros parceiros. </strong>Administrar essa expansão é um dos desafios da presidência do Brasil para consolidar o mecanismo de cooperação multilateral que pretende modificar a atual arquitetura global de poder.    </p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Lula diz que Brics é fiador de um futuro promissor.</li>
<li>Brics terá declarações de IA, doenças socialmente determinadas e clima.</li>
<li>Brics vive impasses sobre Irã, Palestina e Conselho de Segurança.</li>
</ul>
<p>O contexto não era dos mais tranquilos, mesmo antes do conflito com o Irã, por causa da guerra tarifária do presidente Donald Trump, dos Estados Unidos (EUA), e suas ameaças contra os países que substituam o dólar nas transações comerciais, sendo essa uma das propostas que ganhou força na Cúpula de Kazan, na Rússia, em 2024.  </p>
<p>Em meio ao cerco econômico e financeiro das potências ocidentais contra Moscou, o país em guerra contra a Ucrânia tem mais pressa para criar alternativa à moeda estadunidense.</p>
<p>Além disso, Inteligência Artificial (IA), mudanças climáticas, Irã, Palestina e debates sobre saúde global, paz e segurança mundiais estão entre os temas em destaque.  </p>
<p>Para especialistas em Brics consultadas pela <strong>Agência Brasil</strong>, a ambiciosa agenda russa do ano passado foi reduzida no Brasil que, semelhante a outros países do fórum, como Índia, Egito e Emirados Árabes Unidos, evita provocar a principal potência do Norte, avessa a mudanças que fragilizem seu poder global.</p>
<p>A professora de relações internacionais da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e pesquisadora do Brics Policy Center, Ana Garcia, avalia que o <strong>acirramento da polarização internacional reduziu a agenda liderada pela Rússia no ano passado.  </strong></p>
<blockquote>
<p>“A Rússia veio muito ambiciosa, ‘com o pé na porta’, com propostas inovadoras. Já o Brasil reduziu a ambição da agenda vinda da Rússia na tentativa de não criar uma situação mais desafiadora com os EUA, com o Trump”, comentou.</p>
</blockquote>
<p>Entre as propostas citadas pela especialista, está a criação de uma bolsa de grãos para contribuir com a estabilização do preço internacional dos alimentos. Isso porque hoje esse preço é fixado pela Bolsa de Valores de Chicago, nos EUA. Além disso, a Rússia deu muita ênfase à desdolarização.</p>
<p>Para Ana Garcia, o Brasil focou mais em iniciativas que fortaleçam e facilitem o comércio e os investimentos entre os países membros.</p>
<p>“Isso é positivo porque hoje, tirando a China, que é o maior parceiro comercial de todos os países membros, o comércio intra-Brics ainda é reduzido. Brasil e África do Sul, por exemplo, tem comércio irrisório mesmo após 16 anos da entrada do país africano no grupo”, avalia.</p>
<h2>Tensão geopolítica </h2>
<p>A coordenadora do grupo de pesquisa sobre Brics da PUC do Rio de Janeiro, professora Maria Elena Rodríguez, destacou que o momento geopolítico é de tensão e, tirando a Rússia e o Irã, os demais países estão mais cautelosos.</p>
<p>“Em termos de participação e propostas, a Cúpula de Kazan foi muito substancial, mas muitas propostas foram reduzindo de lá pra cá. A Rússia teve um ímpeto bastante grande, mas o mundo mudou. Parte daquela agenda ficou um pouco mais devagar. Isso porque os países estão mais cautelosos, incluindo a China”, analisou.</p>
<p>Rodríguez explicou que países como Índia, Brasil, Egito, Etiópia, Emirados Árabes Unidos e África do Sul buscam se equilibrar diante das tensões internacionais.</p>
<blockquote>
<p>“Basicamente, estão buscando uma agenda mais neutra, focada no Sul Global, mas não contra o ocidente, evitando esse confronto direto.”</p>
</blockquote>
<h2>Desdolarização</h2>
<p><strong>Talvez a agenda mais espinhosa do bloco seja a de criação de sistemas de pagamento em moedas locais, o que levaria à substituição do dólar, ao menos parcialmente, no comércio entre os países. </strong></p>
<p>A proposta é duramente criticada por Donald Trump que teme perder os benefícios de ter o dólar como moeda internacional.</p>
<p>A professora da UFRRJ Ana Garcia pondera que essa agenda é de longo prazo e países como Brasil, Índia, e mesmo China, têm muitas reservas em dólar e uma mudança imediata poderia provocar impactos indesejados nas economias desses países.</p>
<p>“Deter a moeda internacional – como os EUA faz com o dólar – traz poderes extravagantes, como possibilidade de isolar países por meio de sanções financeiras, e aumentar o endividamento público sem maiores preocupações, mas traz custos também para equilibrar a economia nacional com a global”, argumentou a especialista.</p>
<p>Ana Garcia explicou que a China não tem interesse imediato de arcar com esses custos para não prejudicar a economia. Por isso, avalia que o tema continuará como uma medida em fase de estudo no Brics.</p>
<blockquote>
<p>“A China usa os instrumentos bilaterais que ela tem para circular o yuan, mas sem fazer disso uma agenda política. A China é ainda a principal detentora em reservas internacionais em dólar. E ela não quer abrir a economia. Seu fluxo de capitais é controlado para evitar especulação financeira. Com isso, ela não consegue fazer sua moeda circular livremente para ser descontada por todos, como é o caso do dólar”, explicou.</p>
</blockquote>
<p>A professora da PUC do Rio Maria Elena Rodriguez concorda que essa é uma agenda de longo prazo, mas avalia que <strong>é possível que a Cúpula do Rio entregue algum avanço em relação ao uso de moedas locais, especialmente na padronização técnica de como o sistema deve funcionar.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Talvez alguma medida para ajustar as regulamentações de todos os países, alinhar questões tributárias, para permitir um avanço futuro. Mas não vai ser muito mais do que isso”, ponderou.</p>
</blockquote>
<h2>Institucionalização do Brics</h2>
<p>Um possível avanço mais concreto da Cúpula sob a presidência brasileira é em relação a acordos para disciplinar a tomada de decisões em um Brics ampliado. Atualmente, não há regras definidas para o funcionamento do fórum.</p>
<p><strong>A especialista em Brics Maria Elena Rodríguez avalia que é preciso concretizar o que significa o agrupamento, tendo cuidado para amarrar essas regras sem deixar o grupo muito rígido.   </strong></p>
<blockquote>
<p>“Minimamente, tem que ter alguns elementos que ajudem a definir como será uma nova ampliação do bloco, ou para melhorar a performance do grupo. O Brasil está apostando bastante nessa agenda para entregar um Brics mais formalizado”, finalizou.</p>
</blockquote>
<p>A professora de relações internacionais da Federal Rural do RJ, Ana Garcia, lembrou que o Brics ainda não tem nenhum documento formal estabelecendo os procedimentos de tomada de decisão.</p>
<p>“É preciso decidir se as decisões vão continuar sendo por consenso, ou não. Quais critérios objetivos apara adesão de novos membros? Se essa agenda avançar, vai ser um ganho para o bloco, para o grupo”, concluiu.</p>
<h2>Brics</h2>
<p><strong>O Brics é um bloco que reúne representantes de 11 países membros permanentes: Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Irã, Arábia Saudita, Egito, Etiópia, Emirados Árabes Unidos e Indonésia. </strong></p>
<p>Também participam os países parceiros: Belarus, Bolívia, Cazaquistão, Tailândia, Cuba, Uganda, Malásia, Nigéria, Vietnã e Uzbequistão.</p>
<p><strong>Os 11 países representam 39% da economia mundial, 48,5% da população do planeta e 23% do comércio global. Em 2024, países do Brics receberam 36% de tudo que foi exportado pelo Brasil, enquanto nós compramos desses países 34% do total do que importamos.</strong></p>
<p> Lucas Pordeus León – Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-07/brics-no-brasil-busca-consolidar-bloco-em-expansao-pos-guerra-no-ira">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 05 Jul 2025 18:56:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Rio terá ponto facultativo na segunda-feira devido à Cúpula do Brics</title>
		<link>https://weeknews.online/rio-tera-ponto-facultativo-na-segunda-feira-devido-a-cupula-do-brics/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Jul 2025 14:43:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) estabeleceu ponto facultativo nesta segunda-feira (7) para os órgãos públicos federais localizados no município do Rio de Janeiro (RJ). A decisão considera a agenda internacional da Cúpula do Brics, realizada neste domingo (6) e na própria segunda-feira, na capital fluminense, com chefes de Estado e de governo dos países membros. Notícias relacionadas: Lula diz que Brics é fiador de um futuro promissor. Brics terá declarações de IA, doenças socialmente determinadas e clima. Brics vive impasses sobre Irã, Palestina e Conselho de Segurança. No entanto, o ponto facultativo não se aplica aos serviços públicos considerados essenciais, que devem manter o funcionamento normal. A medida foi estabelecida na Portaria nº 5.405/2025, publicada em edição extra&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) estabeleceu ponto facultativo nesta segunda-feira (7) para os órgãos públicos federais localizados no município do Rio de Janeiro (RJ).</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1751726588_919_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1751726588_323_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A decisão considera a agenda internacional da Cúpula do Brics, realizada neste domingo (6) e na própria segunda-feira, na capital fluminense, com chefes de Estado e de governo dos países membros.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Lula diz que Brics é fiador de um futuro promissor.</li>
<li>Brics terá declarações de IA, doenças socialmente determinadas e clima.</li>
<li>Brics vive impasses sobre Irã, Palestina e Conselho de Segurança.</li>
</ul>
<p>No entanto, o <strong>ponto facultativo não se aplica aos serviços públicos considerados essenciais, que devem manter o funcionamento normal.</strong></p>
<p><strong>A medida foi estabelecida na Portaria nº 5.405/2025, publicada em edição extra do <em>Diário Oficial da União</em> nesta sexta-feira (4).</strong></p>
<h2>BRICS</h2>
<p>O Brics é  formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, bem como por outros membros recém-admitidos – Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia e Irã. O grupo representa um dos principais foros de articulação político diplomática dos países do Sul Global, com foco na cooperação em diversas áreas. </p>
<p><strong>Desde 1º de janeiro, o Brics está sob a presidência rotativa do Brasil, guiada pelo lema &#8220;Fortalecendo a Cooperação do Sul Global para uma Governança mais Inclusiva e Sustentável&#8221;.</strong></p>
<p>A duração do mandato brasileiro é um ano e se encerrará em 31 de dezembro de 2025.</p>
<p> Daniella Almeida &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-07/rio-tera-ponto-facultativo-na-segunda-feira-devido-cupula-do-brics">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 05 Jul 2025 11:22:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Brics terá declarações de IA, doenças socialmente determinadas e clima</title>
		<link>https://weeknews.online/brics-tera-declaracoes-de-ia-doencas-socialmente-determinadas-e-clima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Jul 2025 14:14:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Brics]]></category>
		<category><![CDATA[Brics vive impasses sobre Irã]]></category>
		<category><![CDATA[China e Rússia não terão seus presidentes presentes na Cúpula do Brics]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[cop30]]></category>
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		<category><![CDATA[Vietnã]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Negociadores dos 11 países que compõem o Brics concluíram, nesta sexta-feira (4) conversas sobre alguns dos temas-chave da reunião de cúpula do grupo, que será realizada no domingo (6) e segunda-feira (7). As negociações avançaram em pelo menos três áreas importantes para os países: cooperação em saúde para eliminação de doenças socialmente determinadas, inteligência artificial (IA) e combate à mudança do clima. As resoluções dos sherpas (negociadores dos países) serão encaminhadas para as lideranças políticas e devem resultar em declarações específicas sobre essas pautas.  Notícias relacionadas: Brics vive impasses sobre Irã, Palestina e Conselho de Segurança. China e Rússia não terão seus presidentes presentes na Cúpula do Brics. Ruas do Rio serão fechadas ao tráfego devido à reunião do Brics. O Brasil busca, com&#8230;</p>
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				</p>
<p>Negociadores dos 11 países que compõem o Brics concluíram, nesta sexta-feira (4) conversas sobre alguns dos temas-chave da reunião de cúpula do grupo, que será realizada no domingo (6) e segunda-feira (7). <strong>As negociações avançaram em pelo menos três áreas importantes para os países: cooperação em saúde para eliminação de doenças socialmente determinadas, inteligência artificial (IA) e combate à mudança do clima.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1751724848_772_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1751724849_860_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>As resoluções dos sherpas (negociadores dos países) serão encaminhadas para as lideranças políticas e devem resultar em declarações específicas sobre essas pautas.</strong> </p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Brics vive impasses sobre Irã, Palestina e Conselho de Segurança.</li>
<li>China e Rússia não terão seus presidentes presentes na Cúpula do Brics.</li>
<li>Ruas do Rio serão fechadas ao tráfego devido à reunião do Brics.</li>
</ul>
<p>O Brasil busca, com essa cúpula, que acontece no Rio de Janeiro,<strong> &#8220;reequilibrar a agenda internacional, frequentemente centrada em disputas geopolíticas, para incluir prioridades como erradicação da pobreza, segurança alimentar e fortalecimento de sistemas de saúde&#8221;, segundo nota divulgada pela organização da cúpula.</strong></p>
<blockquote>
<p>“O esforço brasileiro é trazer estes temas para o centro da agenda desses grandes grupos. Na presidência a gente tem a possibilidade de fazer isso. Como fizemos no G20, com o lançamento da Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza, e agora fazemos com o lançamento da parceria para a eliminação das doenças que a gente chama as doenças da pobreza &#8211; tuberculose, hanseníase, malária, dengue, febre amarela”, afirmou o sherpa brasileiro, embaixador Mauricio Lyrio, que coordena os trabalhos de negociação.</p>
</blockquote>
<p><strong>Os negociadores também avançaram em outros temas, como institucionalidade e formalização de processos do grupo; a nova escala de presidência rotativa; e a forma de participação dos países parceiros, que com a recente entrada do Vietnã somam dez nações neste <em>status</em>.</strong></p>
<h2>COP30</h2>
<p><strong>As discussões em torno do clima focaram no financiamento climático. Na visão dos países do Sul Global, as nações mais ricas, que mais emitiram gases de efeito estufa, &#8220;precisam cooperar no financiamento da transição dos países que ainda não se desenvolveram plenamente&#8221;, disse Lyrio.</strong></p>
<p>O Brasil espera ações concretas e ambiciosas em no combate à mudança do clima, uma vez que, em novembro deste ano, sediará, em Belém, a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30). </p>
<p>A reunião desta semana dos sherpas foi a última para alinhavar negociações para a cúpula. Nas duas reuniões anteriores, realizadas em fevereiro e abril deste ano, já tinham avançado em outros temas, entre eles a Parceria Estratégica na Área Econômica e a incorporação de demandas sociais como o consenso de que o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) deve ser principal agente de financiamento da industrialização do Sul Global.</p>
<p>Integrantres dos 11 países que compõem o Brics concluíram, nesta sexta-feira (4) conversas sobre alguns dos temas chave da reunião de cúpula do grupo, que será realizada no domingo (6) e segunda-feira (7).<strong> As negociações avançaram em pelo menos três áreas importantes para os países: cooperação em saúde para eliminação de doenças socialmente determinadas, inteligência artificial (IA) e combate à mudança do clima.</strong></p>
<p><strong>As resoluções dos sherpas (negociadores dos países) serão encaminhadas para as lideranças políticas e devem resultar em declarações específicas sobre essas pautas. </strong></p>
<p><strong>O Brasil busca, com essa cúpula, que acontece no Rio de Janeiro, &#8220;reequilibrar a agenda internacional, frequentemente centrada em disputas geopolíticas, para incluir prioridades como erradicação da pobreza, segurança alimentar e fortalecimento de sistemas de saúde&#8221;, segundo nota divulgada pela organização da cúpula.</strong></p>
<blockquote>
<p>“O esforço brasileiro é trazer estes temas para o centro da agenda desses grandes grupos. Na presidência a gente tem a possibilidade de fazer isso. Como fizemos no G20, com o lançamento da Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza, e agora fazemos com o lançamento da parceria para a eliminação das doenças que a gente chama as doenças da pobreza &#8211; tuberculose, hanseníase, malária, dengue, febre amarela”, afirmou o sherpa brasileiro, embaixador Mauricio Lyrio, que coordena os trabalhos de negociação.</p>
</blockquote>
<p>Os negociadores também avançaram em outros temas, como institucionalidade e formalização de processos do grupo; a nova escala de presidência rotativa; e a forma de participação dos países parceiros, que com a recente entrada do Vietnã somam dez nações neste <em>status</em>.</p>
<h2>COP30</h2>
<p>As discussões em torno do clima focaram no financiamento climático. <strong>Na visão dos países do Sul Global, as nações mais ricas, que mais emitiram gases de efeito estufa, &#8220;precisam cooperar no financiamento da transição dos países que ainda não se desenvolveram plenamente&#8221;, disse Lyrio.</strong></p>
<p><strong>O Brasil espera ações concretas e ambiciosas em no combate à mudança do clima, uma vez que, em novembro deste ano, sediará, em Belém, a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30).</strong> </p>
<p>A reunião desta semana dos sherpas foi a última para alinhavar negociações para a cúpula. Nas duas reuniões anteriores, realizadas em fevereiro e abril deste ano, já tinham avançado em outros temas, entre eles a Parceria Estratégica na Área Econômica e a incorporação de demandas sociais como o consenso de que o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) deve ser principal agente de financiamento da industrialização do Sul Global.</p>
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<p> Vitor Abdala &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/brics-tera-declaracoes-de-ia-doencas-socialmente-determinadas-e-clima">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 05 Jul 2025 11:02:00 -0300 </p>

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