<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de Butantan busca voluntários para teste de vacina da gripe para idosos - WeekNews</title>
	<atom:link href="https://weeknews.online/tag/butantan-busca-voluntarios-para-teste-de-vacina-da-gripe-para-idosos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://weeknews.online/tag/butantan-busca-voluntarios-para-teste-de-vacina-da-gripe-para-idosos/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 27 May 2026 20:46:13 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.4</generator>

<image>
	<url>https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/cropped-Gemini_Generated_Image_o4oxj8o4oxj8o4ox-1-150x150.png</url>
	<title>Arquivo de Butantan busca voluntários para teste de vacina da gripe para idosos - WeekNews</title>
	<link>https://weeknews.online/tag/butantan-busca-voluntarios-para-teste-de-vacina-da-gripe-para-idosos/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Defeitos em calçadas fazem 42% dos idosos terem medo de cair</title>
		<link>https://weeknews.online/defeitos-em-calcadas-fazem-42-dos-idosos-terem-medo-de-cair/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 20:46:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[alertam especialistas]]></category>
		<category><![CDATA[Butantan busca voluntários para teste de vacina da gripe para idosos]]></category>
		<category><![CDATA[fatores]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[Idoso]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia civil desarticula grupo que aplicava golpes contra idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<category><![CDATA[urbanos]]></category>
		<category><![CDATA[Vírus sincicial também traz risco para idosos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/defeitos-em-calcadas-fazem-42-dos-idosos-terem-medo-de-cair/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria. Quatro em cada dez idosos que vivem em áreas urbanas relatam medo de cair por causa de defeitos em calçadas, passeios ou vias públicas próximas de suas casas. O receio é maior entre as mulheres cujo índice chega a 50,5%. Entre os homens, o percentual é de 31,9%.  O temor de sofrer quedas por problemas na infraestrutura urbana varia também conforme a idade: atinge 35,2% das pessoas entre 60 e 69 anos, sobe para 47,1% entre 70 e 79 anos e alcança 63,1% entre aqueles com 80 anos ou mais. Os dados foram apresentados pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) durante a divulgação dos resultados da terceira onda do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos (Elsi-Brasil).&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/defeitos-em-calcadas-fazem-42-dos-idosos-terem-medo-de-cair/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/defeitos-em-calcadas-fazem-42-dos-idosos-terem-medo-de-cair/">Defeitos em calçadas fazem 42% dos idosos terem medo de cair</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
    <a href="https://weeknews.online/" target="_blank" style="display:block;"></p>
<div style="
            width:100%;
            height:293px;
            background-image:url('https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/Gemini_Generated_Image_cep2mtcep2mtcep2.png');
            background-size:contain;
            background-repeat:no-repeat;
            background-position:center;
        "></div>
<p>    </a>
</div>

<p>Feed Editoria.</p>

<p></p>
<div>
<p><strong>Quatro em cada dez idosos que vivem em áreas urbanas relatam medo de cair por causa de defeitos em calçadas, passeios ou vias públicas próximas de suas casas.</strong> O receio é maior entre as mulheres cujo índice chega a 50,5%. Entre os homens, o percentual é de 31,9%. </p>
<p>O temor de sofrer quedas por problemas na infraestrutura urbana varia também conforme a idade: atinge 35,2% das pessoas entre 60 e 69 anos, sobe para 47,1% entre 70 e 79 anos e alcança 63,1% entre aqueles com 80 anos ou mais.</p>
<p>Os dados foram apresentados pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) durante a divulgação dos resultados da terceira onda do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos (Elsi-Brasil).</p>
<p>A pesquisa aponta que fatores urbanos e estruturais impactam diretamente a mobilidade, a autonomia e a qualidade de vida na terceira idade, mostrando que envelhecer no país envolve desafios que vão muito além da ausência de doenças. </p>
<p>A coordenadora do Elsi-Brasil, Maria Fernanda Lima-Costa, avalia que <strong>os dados reforçam a urgência de políticas públicas voltadas à adaptação das cidades para uma população que está envelhecendo. Segundo a pesquisadora, as prioridades devem incluir acessibilidade, segurança viária, mobilidade e planejamento urbano inclusivo. </strong></p>
<p>A violência urbana também gera insegurança contínua. O estudo mostra que 12,1% dos idosos brasileiros consideram a vizinhança muito insegura. Esse percentual representa aproximadamente 3,8 milhões de pessoas vivendo em contextos marcados pelo medo e pela vulnerabilidade social. A percepção aparece de forma homogênea entre homens e mulheres de diferentes idades, afetando diretamente a saúde mental e a circulação social desse grupo. </p>
<h2>Hipertensão</h2>
<p>A hipertensão arterial sistêmica segue como uma das condições clínicas mais preocupantes na terceira idade. A pesquisa realizou a aferição domiciliar da pressão arterial e identificou que 34,4% dos idosos apresentam níveis compatíveis com a doença (pressão igual ou superior a 14 por 9). O registro equivale a cerca de 11 milhões de brasileiros que necessitam de acompanhamento médico para prevenir infartos, acidentes vasculares cerebrais (AVC), insuficiência renal e demência vascular.</p>
<p>A prevalência da hipertensão aumenta progressivamente com o tempo: afeta 31,9% das pessoas entre 60 e 69 anos e chega a 40,1% entre os indivíduos com 80 anos ou mais. Não houve diferenças significativas nos índices entre homens e mulheres. Como a hipertensão frequentemente é assintomática, os pesquisadores destacam a importância do rastreamento regular na atenção primária para evitar o subdiagnóstico e possíveis complicações da doença.</p>
<h2>Mobilidade</h2>
<p>A perda da capacidade funcional é outro eixo central do relatório. Os resultados apontam que 20,4% dos idosos brasileiros (cerca de 6,5 milhões de pessoas) têm dificuldade para realizar pelo menos uma atividade básica diária, como se vestir, tomar banho, comer, usar o banheiro ou levantar da cama.</p>
<p>A limitação funcional afeta 23,1% das mulheres e 17% dos homens. A progressão por idade avança de 13,9% (entre 60 e 69 anos) para 44,2% (no grupo com 80 anos ou mais).</p>
<p>A rede de apoio a essas pessoas também apresenta fragilidades graves:</p>
<ul>
<li>Apenas 37,9% dos idosos com limitações diárias recebem ajuda para suas atividades</li>
<li>Somente 5,8% dos cuidadores relataram ter recebido algum tipo de treinamento para a função</li>
</ul>
<p><strong>Esse cenário evidencia a ausência de políticas estruturadas para suporte a cuidadores familiares e aponta para a necessidade urgente de serviços de cuidado de longa duração e apoio domiciliar.</strong></p>
<h2>Papel do SUS</h2>
<p>Os resultados reafirmam ainda o <strong>papel central do Sistema Único de Saúde (SUS) como principal base de cuidado para a população idosa brasileira</strong>. Cerca de dois terços das pessoas com 60 anos ou mais dependem exclusivamente do SUS para cuidados de saúde.</p>
<p>A Estratégia Saúde da Família (ESF) atende 69,2% dos idosos brasileiros, o que representa o acompanhamento de 22,2 milhões de pessoas. </p>
<p>A coordenação do estudo afirma que o SUS e a ESF são estruturas essenciais para promover o envelhecimento saudável em um cenário nacional marcado por desigualdades socioeconômicas.</p>
<p>“Os dados reforçam evidências de que o SUS e a ESF constituem estruturas essenciais para a promoção do envelhecimento saudável, especialmente em um país marcado por desigualdades sociais e econômicas”, afirma a coordenadora do Elsi-Brasil, Maria Fernando Lima-Costa.</p>
<h2>Painel</h2>
<p>O novo painel de indicadores lançado pelo Elsi-Brasil permitirá o acesso público e ampliado a informações detalhadas sobre as múltiplas dimensões do envelhecimento. A ferramenta digital foi criada para apoiar gestores públicos, cientistas e profissionais de saúde no monitoramento contínuo das demandas da população idosa.</p>
<p>A plataforma está alinhada à Década do Envelhecimento Saudável (2021-2030) da ONU e adota um conceito ampliado sobre envelhecimento, que incorpora dimensões como autonomia, segurança e bem-estar ambiental como pilares da saúde.</p>
<p>O Elsi-Brasil integra o grupo das principais pesquisas globais sobre o tema e adota uma metodologia harmonizada internacionalmente. A primeira onda da pesquisa ocorreu em 2015-2016, a segunda em 2019-2021 e a terceira compreendeu o período de 2023-2024.</p>
<p> </p>
<p><em>Matéria republicada às 15h do dia 28 de maio</em></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/defeitos-em-calcadas-fazem-42-dos-idosos-terem-medo-de-cair" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Tue, 26 May 2026 20:08:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/defeitos-em-calcadas-fazem-42-dos-idosos-terem-medo-de-cair/">Defeitos em calçadas fazem 42% dos idosos terem medo de cair</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fiocruz apresenta pesquisa abrangente sobre a saúde dos idosos no país</title>
		<link>https://weeknews.online/fiocruz-apresenta-pesquisa-abrangente-sobre-a-saude-dos-idosos-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 23:35:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[alertam especialistas]]></category>
		<category><![CDATA[Butantan busca voluntários para teste de vacina da gripe para idosos]]></category>
		<category><![CDATA[fatores]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[Idoso]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia civil desarticula grupo que aplicava golpes contra idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<category><![CDATA[urbanos]]></category>
		<category><![CDATA[Vírus sincicial também traz risco para idosos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/fiocruz-apresenta-pesquisa-abrangente-sobre-a-saude-dos-idosos-no-pais/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), apresentou nesta terça-feira (26), os resultados da terceira onda do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos (Elsi-Brasil). Esta é considerada uma das mais abrangentes pesquisas nacionais sobre envelhecimento no país. A iniciativa inédita disponibilizará, em uma plataforma online, cerca de 100 indicadores relacionados à saúde da população com 60 anos ou mais, abrangendo diferentes aspectos, como condições de vida, funcionalidade, ambiente social e acesso a políticas públicas, entre outros. Entre os resultados há indicadores que revelam que fatores urbanos, sociais e estruturais têm papel decisivo na qualidade de vida da população idosa, mostrando que envelhecer no Brasil envolve desafios muito além da ausência de doenças. Um dos aspectos&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/fiocruz-apresenta-pesquisa-abrangente-sobre-a-saude-dos-idosos-no-pais/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/fiocruz-apresenta-pesquisa-abrangente-sobre-a-saude-dos-idosos-no-pais/">Fiocruz apresenta pesquisa abrangente sobre a saúde dos idosos no país</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
    <a href="https://weeknews.online/" target="_blank" style="display:block;"></p>
<div style="
            width:100%;
            height:293px;
            background-image:url('https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/Gemini_Generated_Image_8evrvd8evrvd8evr2026.png');
            background-size:contain;
            background-repeat:no-repeat;
            background-position:center;
        "></div>
<p>    </a>
</div>

<p>Feed Últimas.</p>

<p></p>
<div>
<p><strong>A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), apresentou nesta terça-feira (26), os resultados da terceira onda do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos (Elsi-Brasil). </strong>Esta é considerada uma das mais abrangentes pesquisas nacionais sobre envelhecimento no país. <strong>A iniciativa inédita disponibilizará, em uma plataforma <em>online</em>, cerca de 100 indicadores relacionados à saúde da população com 60 anos ou mais, abrangendo diferentes aspectos, como condições de vida, funcionalidade, ambiente social e acesso a políticas públicas, entre outros.</strong></p>
<p><strong>Entre os resultados há indicadores que revelam que fatores urbanos, sociais e estruturais têm papel decisivo na qualidade de vida da população idosa</strong>, mostrando que envelhecer no Brasil envolve desafios muito além da ausência de doenças. <strong>Um dos aspectos diz respeito à percepção do ambiente urbano: 42,7% dos idosos que vivem em áreas urbanas relatam medo de cair por causa de defeitos em calçadas, passeios ou vias públicas próximas de suas casas. </strong>O percentual expõe um problema estrutural que afeta diretamente mobilidade, autonomia e participação social.</p>
<p>Entre as mulheres idosas, esse índice chega a 50,5%, enquanto entre os homens é 31,9%. <strong>A preocupação também aumenta com a idade: atinge 35,2% das pessoas entre 60 e 69 anos, sobe para 47,1% entre 70 e 79 anos e alcança 63,1% entre aqueles com 80 anos ou mais. </strong></p>
<blockquote>
<p>“Os dados reforçam a urgência de políticas públicas voltadas à adaptação das cidades para uma população cada vez mais envelhecida, incluindo acessibilidade, segurança viária, mobilidade e planejamento urbano inclusivo”, avalia a coordenadora do Elsi-Brasil, pesquisadora Maria Fernanda Lima-Costa.</p>
</blockquote>
<p><strong>A insegurança é outro ponto destacado na pesquisa. O estudo mostra que 12,1% dos idosos brasileiros consideram a vizinhança onde vivem muito insegura em relação à violência e criminalidade.</strong> Em números absolutos, isso representa aproximadamente 3,8 milhões de pessoas idosas vivendo em contextos marcados pelo medo e pela vulnerabilidade social. <strong>A percepção aparece de forma relativamente homogênea entre homens e mulheres e entre diferentes faixas etárias, indicando que a violência urbana é um problema transversal e disseminado, com impacto direto sobre a qualidade de vida, a saúde mental e a circulação social dessa população.</strong></p>
<h2>Hipertensos</h2>
<p>A hipertensão arterial sistêmica segue como uma das condições mais relevantes da saúde dos idosos. A pesquisa, que incluiu aferição domiciliar da pressão arterial com metodologia padronizada, identificou que 34,4% dos idosos apresentam níveis compatíveis com hipertensão, ou seja, pressão a 14 por 9 ou acima disso. <strong>Registro corresponde a cerca de 11 milhões de brasileiros idosos que necessitam de avaliação clínica, diagnóstico e tratamento para prevenir desfechos graves, como infarto, acidente vascular cerebral, insuficiência renal e demência vascular.</strong></p>
<p><strong>A prevalência da hipertensão aumenta progressivamente com a idade: 31,9% entre 60 e 69 anos, chegando a 40,1% entre pessoas com 80 anos ou mais.</strong> Diferentemente de outros indicadores, não houve diferenças significativas entre homens e mulheres, o que reforça o caráter generalizado da condição. <strong>Como a hipertensão frequentemente é assintomática, os pesquisadores destacam a importância do rastreamento regular e do fortalecimento da atenção primária para evitar subdiagnóstico e complicações.</strong></p>
<h2>Mobilidade</h2>
<p>A perda da capacidade funcional aparece como outro eixo central do estudo. <strong>Os resultados apontam que, 20,4% dos idosos brasileiros apresentam dificuldade para realizar ao menos uma atividade básica da vida diária, como se vestir, tomar banho, comer, usar o banheiro ou levantar da cama.</strong></p>
<p><strong>De acordo com a pesquisadora, este fato significa que cerca de 6,5 milhões de pessoas vivem com algum grau de limitação funcional, condição que impacta não apenas sua autonomia, mas também suas famílias, cuidadores e os sistemas de saúde e assistência social.</strong></p>
<blockquote>
<p>Maria Fernanda disse ainda que “a diferença do resultado conforme o gênero novamente se destaca: 23,1% das mulheres apresentam limitação funcional, contra 17% dos homens. A progressão por idade é ainda mais contundente: a prevalência passa de 13,9%, entre pessoas de 60 a 69 anos, para 44,2% entre idosos com 80 anos ou mais”, explicou.</p>
</blockquote>
<h2>Falta de apoio</h2>
<p>Os dados também revelam fragilidades importantes na rede de apoio. <strong>Entre os idosos que apresentam dificuldades para realizar uma ou mais atividades da vida diária, apenas 37,9% recebem ajuda. Essa proporção aumenta gradualmente com a idade (de 24,1% para 38,1% e 55,4% entre aqueles com 60 a 69, 70 a79 e 80 anos ou mais, respectivamente).  </strong></p>
<p><strong>Falta também treinamento para aqueles que prestam cuidados: somente 5,8% dos cuidadores relataram ter recebido algum tipo de treinamento, evidenciando a ausência de políticas estruturadas para formação e suporte a cuidadores familiares ou informais.</strong> Esse cenário aponta para a necessidade urgente de políticas integradas de cuidado de longa duração, apoio domiciliar e qualificação daqueles que prestam cuidados. </p>
<p><strong>Os resultados reafirmam ainda o papel central do Sistema Único de Saúde (SUS) como principal base de cuidado para a população idosa brasileira.</strong> Cerca de dois terços das pessoas com 60 anos ou mais têm o SUS como única fonte de atenção à saúde.  A cobertura é semelhante entre homens e mulheres e sofre apenas discreta redução nas faixas etárias mais elevadas. </p>
<p><strong>A Estratégia Saúde da Família (ESF), uma das principais políticas de atenção primária do SUS, também se destaca: 69,2% dos idosos brasileiros estão vinculados a essa iniciativa, o que representa cerca de 22,2 milhões de pessoas. </strong></p>
<blockquote>
<p>“Os dados reforçam evidências de que o SUS e a ESF constituem estruturas essenciais para a promoção do envelhecimento saudável, especialmente em um país marcado por desigualdades sociais e econômicas”, afirma a coordenadora do Elsi-Brasil.</p>
</blockquote>
<h2>Painel</h2>
<p>O painel de indicadores sobre envelhecimento, disponível na plataforma do Eisi-Brasil e lançado junto com a apresentação dos resultados da terceira onda da pesquisa, permitirá acesso público e ampliado a informações sobre múltiplas dimensões do envelhecimento no país. <strong>A ferramenta foi criada para apoiar pesquisadores, gestores públicos, profissionais de saúde e sociedade civil no monitoramento contínuo das condições de vida e necessidades da população idosa brasileira. </strong></p>
<p>Alinhado à proposta da Década do Envelhecimento Saudável (2021-2030), instituída pela Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), o painel adota uma visão ampliada sobre envelhecimento, que vai além da ausência de doenças e incorpora dimensões como autonomia, capacidade funcional, segurança e condições ambientais como pilares essenciais para o bem-estar nas idades mais avançadas. <strong>Segundo os pesquisadores, a plataforma representa um instrumento decisivo para enfrentar, com rapidez e integração, os desafios impostos pelo envelhecimento da população brasileira.</strong></p>
<p>A primeira pesquisa sobre a saúde dos idosos foi realizada em 2015-2016, a segunda em 2019-2021 e a terceira em 2023-2024. Com metodologia harmonizada internacionalmente, o Elsi-Brasil integra o grupo das principais pesquisas globais sobre envelhecimento e posiciona o Brasil como referência estratégica na produção de conhecimento científico sobre o tema.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/fiocruz-apresenta-pesquisa-abrangente-sobre-saude-dos-idosos-no-pais" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Tue, 26 May 2026 20:08:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/fiocruz-apresenta-pesquisa-abrangente-sobre-a-saude-dos-idosos-no-pais/">Fiocruz apresenta pesquisa abrangente sobre a saúde dos idosos no país</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Opas alerta para alta de casos de gripe K e VSR no Hemisfério Sul</title>
		<link>https://weeknews.online/opas-alerta-para-alta-de-casos-de-gripe-k-e-vsr-no-hemisferio-sul/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 21:11:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[alerta ministério]]></category>
		<category><![CDATA[Butantan busca voluntários para teste de vacina da gripe para idosos]]></category>
		<category><![CDATA[gripe]]></category>
		<category><![CDATA[Influenza]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Opas]]></category>
		<category><![CDATA[População de Dourados (MS) começa a receber vacina contra chikungunya]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SRAG]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina da gripe não aumenta risco da doença]]></category>
		<category><![CDATA[vírus respiratórios]]></category>
		<category><![CDATA[VSR]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/opas-alerta-para-alta-de-casos-de-gripe-k-e-vsr-no-hemisferio-sul/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) emitiu um alerta sobre o início da temporada de maior circulação de vírus respiratórios no Hemifério Sul. O período deve ter predominância da gripe causada pela variante K do vírus Influenza H3N2.  Essa nova variante do vírus da gripe, identificada pela primeira vez no ano passado, foi predominante na temporada de inverno do Hemisfério Norte. Notícias relacionadas: Butantan busca voluntários para teste de vacina da gripe para idosos. População de Dourados (MS) começa a receber vacina contra chikungunya. Vacina da gripe não aumenta risco da doença, alerta ministério. No Brasil, o subclado K foi detectado em dezembro de 2025. Apesar de não ser mais grave do que as outras variantes, ela está associada a temporadas mais longas de transmissão.  A Opas&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/opas-alerta-para-alta-de-casos-de-gripe-k-e-vsr-no-hemisferio-sul/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/opas-alerta-para-alta-de-casos-de-gripe-k-e-vsr-no-hemisferio-sul/">Opas alerta para alta de casos de gripe K e VSR no Hemisfério Sul</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p>A Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) emitiu um alerta sobre o início da temporada de maior circulação de vírus respiratórios no Hemifério Sul. O período deve ter predominância da gripe causada pela variante K do vírus Influenza H3N2. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777497067_682_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777497067_561_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Essa nova variante do vírus da gripe, identificada pela primeira vez no ano passado, foi predominante na temporada de inverno do Hemisfério Norte</strong>.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Butantan busca voluntários para teste de vacina da gripe para idosos.</li>
<li>População de Dourados (MS) começa a receber vacina contra chikungunya.</li>
<li>Vacina da gripe não aumenta risco da doença, alerta ministério.</li>
</ul>
<p>No Brasil, o subclado K foi detectado em dezembro de 2025. <strong>Apesar de não ser mais grave do que as outras variantes, ela está associada a temporadas mais longas de transmissão. </strong></p>
<p>A Opas considera, no alerta epidemiológico publicado na segunda-feira (27), que o cenário na América do Sul é &#8220;consistente com o início gradual da temporada de inverno&#8221;.</p>
<p>&#8220;A atividade da Influenza permanece baixa, com sinais iniciais de aumento em alguns países, predominando o vírus A(H3N2)&#8221;, informa a organização. </p>
<p>Mas, considerando o que ocorreu durante o inverno nos países da parte norte do globo, a Opas alerta que as nações do Hemisfério Sul &#8220;devem se preparar não apenas para uma temporada de potencial alta intensidade, mas particularmente para picos de demanda hospitalar concentrados em períodos curtos, que poderiam colocar à prova a capacidade de resposta dos serviços de saúde&#8221;. </p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank">&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp</a></p>
<p>No Brasil, a taxa de positividade para a Influenza permaneceu abaixo de 5% no primeiro trimestre do ano, mas já começou a subir no final de março, chegando a 7,4%. O indicador informa qual foi a proporção de testes que deram positivo para o vírus.</p>
<p>&#8220;Observa-se uma clara predominância da Influenza A(H3N2), com alta intensidade de circulação&#8221;, ressalta o alerta. </p>
<p>O Ministério da Saúde realiza o sequenciamento do material genético desses vírus por amostragem, para identificar as variantes mais circulantes. Dos 607 testes realizados até o dia 21 de março, 72% corresponderam ao subclado K. </p>
<p>Mas esse não é o único vírus que inspira preocupação das autoridades de saúde. A Opas também destacou que a circulação do vírus sincicial respiratório (VSR) está aumentando gradualmente em vários países, incluindo o Brasil, &#8220;antecipando seu padrão sazonal típico, com potencial impacto na carga de doença em crianças pequenas e outros grupos de risco nas próximas semanas.&#8221;</p>
<h2>Vacinação</h2>
<p>Esse cenário de aumento simultâneo do VSR e do Influenza, somado aos casos de Covid-19, que estão em baixa mas ainda ocorrem em número importante, pode levar ao esgotamento dos serviços de saúde. Por isso, <strong>a Opas recomenda que os países da região intensifiquem as ações de vacinação, para prevenir internações e mortes. </strong></p>
<p>Mesmo com o surgimento dessa nova variante, a vacina contra a gripe se mostrou eficaz no Hemisfério Norte, com uma eficácia de até 75% contra a hospitalização de crianças no Reino Unido, por exemplo, mostra o alerta da Opas. </p>
<p>A vacina da gripe aplicada no Brasil é atualizada anualmente, para oferecer proteção contra os tipos que mais circularam na temporada de inverno do hemisfério Norte. Entre as três cepas presentes no imunizante deste ano, está a H3N2. </p>
<p>A campanha nacional de vacinação contra a influenza está em vigor, com prioridade para crianças com menos de 6 anos, idosos, gestantes e pessoas com comorbidades, que têm mais risco de desenvolver quadros graves.</p>
<p>Também fazem parte do público prioritário alguns grupos como trabalhadores da saúde, população indígena, professores e pessoas privadas de liberdade.</p>
<p>O Sistema Único de Saúde também oferece a vacina contra o vírus sincicial respiratório para as gestantes, com o objetivo de imunizar os bebês recém-nascidos e protegê-los da bronquiolite, infecção pulmonar geralmente causada pelo VSR e que pode levar ao óbito. </p>
<p>Além disso, a Opas recomenda a intensificação de ações de higiene e &#8220;etiqueta respiratória&#8221;. &#8220;Lavar as mãos é a forma mais eficiente de diminuir a transmissão. Pessoas com febre devem evitar ir ao trabalho ou a locais públicos até que a febre diminua. Da mesma forma, crianças em idade escolar com sintomas respiratórios, febre ou ambos devem ficar em casa e não ir à escola&#8221;, explica o documento. </p>
<h2>Boletim infogripe</h2>
<p>A nova edição do Boletim Infogripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz nesta quarta-feira (29), confirma a avaliação da Opas. Dados coletados entre 19 e 25 de abril mostram aumento nos casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) causados por Influenza A e VSR em todas as regiões do país. </p>
<p>De acordo com o boletim, 24 das 27 unidades federativas do país estão em nível de alerta, risco ou alto risco para a síndrome, que ocorre quando há agravamento de sintomas, geralmente após a infecção por algum vírus. Em 16 estados, há tendência de aumento dos casos em longo prazo. </p>
<p>Em 2026, já foram notificados mais de 46 mil casos de SRAG no Brasil e em 44,3% a infecção viral foi confirmada por testes de laboratório. Desses, 26,4% foram causados por Influenza A e 21,5% por vírus sincicial respiratório. Já nas últimas quatro semanas, a proporção de casos positivos por influenza A subiu para 31,6% e a de infecções por VSR atingiu 36,2%. </p>
<p> Tâmara Freire &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/opas-alerta-para-alta-de-casos-de-gripe-k-e-vsr-no-hemisferio-sul">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 29 Apr 2026 17:49:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/opas-alerta-para-alta-de-casos-de-gripe-k-e-vsr-no-hemisferio-sul/">Opas alerta para alta de casos de gripe K e VSR no Hemisfério Sul</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Hipertensão: silenciosa e hereditária, doença pede mudança de hábitos</title>
		<link>https://weeknews.online/hipertensao-silenciosa-e-hereditaria-doenca-pede-mudanca-de-habitos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2026 15:28:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[adultos]]></category>
		<category><![CDATA[Butantan busca voluntários para teste de vacina da gripe para idosos]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Em setembro do ano passado]]></category>
		<category><![CDATA[Estado de São Paulo tem mais duas mortes por febre amarela]]></category>
		<category><![CDATA[Hipertensão]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[Pressão Alta]]></category>
		<category><![CDATA[pressão arterial]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<category><![CDATA[uma nova diretriz brasileira de manejo da pressão arterial passou a considerar a aferição 12 por 8]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação nas escolas segue até dia 30 e meta é imunizar 27 milhões]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/hipertensao-silenciosa-e-hereditaria-doenca-pede-mudanca-de-habitos/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria. O Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, lembrado neste domingo (26), alerta para uma doença silenciosa e que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), afeta não apenas pessoas adultas ou idosas, já que cada vez mais adolescentes e mesmo crianças têm apresentado alterações na pressão arterial. O Ministério da Saúde define a hipertensão arterial, popularmente conhecida como pressão alta, como uma doença crônica caracterizada pelos níveis elevados da pressão sanguínea nas artérias. Notícias relacionadas: Vacinação nas escolas segue até dia 30 e meta é imunizar 27 milhões. Butantan busca voluntários para teste de vacina da gripe para idosos. Estado de São Paulo tem mais duas mortes por febre amarela. “A pressão alta faz com que o coração&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/hipertensao-silenciosa-e-hereditaria-doenca-pede-mudanca-de-habitos/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/hipertensao-silenciosa-e-hereditaria-doenca-pede-mudanca-de-habitos/">Hipertensão: silenciosa e hereditária, doença pede mudança de hábitos</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
Feed Editoria.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p>O Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, lembrado neste domingo (26), alerta para uma doença silenciosa e que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), afeta não apenas pessoas adultas ou idosas, já que cada vez mais adolescentes e mesmo crianças têm apresentado alterações na pressão arterial.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777217299_346_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777217299_165_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>O Ministério da Saúde define a hipertensão arterial, popularmente conhecida como pressão alta, como uma doença crônica caracterizada pelos níveis elevados da pressão sanguínea nas artérias.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Vacinação nas escolas segue até dia 30 e meta é imunizar 27 milhões.</li>
<li>Butantan busca voluntários para teste de vacina da gripe para idosos.</li>
<li>Estado de São Paulo tem mais duas mortes por febre amarela.</li>
</ul>
<p>“A pressão alta faz com que o coração tenha que exercer um esforço maior do que o normal para fazer com que o sangue seja distribuído corretamente no corpo”, detalhou a pasta, ao citar a hipertensão arterial como um dos principais fatores de risco para acidente vascular cerebral, enfarte, aneurisma arterial e insuficiência renal e cardíaca.</p>
<p>Ainda segundo a pasta, a hipertensão arterial é herdada dos pais em 90% dos casos, mas há diversos fatores que influenciam nos níveis de pressão arterial de cada indivíduo, incluindo:</p>
<ul>
<li> tabagismo;</li>
<li>consumo de bebidas alcoólicas;</li>
<li> obesidade;</li>
<li>estresse;</li>
<li> elevado consumo de sal;</li>
<li>níveis altos de colesterol;</li>
<li>sedentarismo.</li>
</ul>
<h2>12 por 8</h2>
<p>Em setembro do ano passado, uma nova diretriz brasileira de manejo da pressão arterial passou a considerar a aferição 12 por 8 não mais como pressão normal, mas como indicador de pré-hipertensão.</p>
<p>O documento foi elaborado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, pela Sociedade Brasileira de Nefrologia e pela Sociedade Brasileira de Hipertensão.</p>
<p>De acordo com a diretriz, a reclassificação tem como objetivo identificar precocemente indivíduos em risco e incentivar intervenções mais proativas e não medicamentosas no intuito de prevenir a progressão do quadro de hipertensão dos pacientes.</p>
<p>Para que a aferição seja considerada pressão normal, portanto, ela precisa ser inferior a 12 por 8. Valores iguais ou superiores a 14 por 9 permanecem sendo considerados quadros de hipertensão em estágios 1, 2 e 3, a depender da aferição feita pelo profissional de saúde em consultório.</p>
<h2>Sintomas</h2>
<p><strong>Os sintomas da hipertensão arterial costumam aparecer somente quando a pressão sobe muito, quadro que pode gerar dores no peito, dor de cabeça, tonturas, zumbido no ouvido, fraqueza, visão embaçada e sangramento nasal.</strong></p>
<h2>Diagnóstico</h2>
<p>Medir a pressão regularmente, segundo o ministério, é a única maneira de diagnosticar a hipertensão arterial. A orientação é que pessoas acima de 20 anos meçam a pressão ao menos uma vez por ano.</p>
<blockquote>
<p>“Se houver casos de pessoas com pressão alta na família, deve-se medir no mínimo duas vezes por ano”.</p>
</blockquote>
<h2>Tratamento</h2>
<p>A pressão alta, de acordo com a pasta, não tem cura, mas tem tratamento e pode ser controlada.</p>
<blockquote>
<p>“Somente o médico poderá determinar o melhor método para cada paciente”.</p>
</blockquote>
<p>O Sistema Único de Saúde (SUS) fornece medicamentos indicados para o tratamento da hipertensão arterial, por meio de unidades básicas de saúde (UBS) e do programa Farmácia Popular. Para retirar os remédios, basta apresentar:</p>
<ul>
<li>documento de identidade com foto;</li>
<li>CPF;</li>
<li> receita médica dentro do prazo de validade, de 120 dias. A receita pode ser emitida tanto por um profissional do SUS quanto por um médico que atende em hospitais ou clínicas privadas.</li>
</ul>
<h2>Prevenção</h2>
<p>Além do uso de medicamentos, o ministério classifica como imprescindível a adoção de um estilo de vida saudável, incluindo:</p>
<ul>
<li>manter o peso adequado, se necessário, mudando hábitos alimentares;</li>
<li>não abusar do sal, utilizando outros temperos que ressaltam o sabor dos alimentos;</li>
<li> praticar atividade física regular;</li>
<li> aproveitar momentos de lazer;</li>
<li> abandonar o fumo;</li>
<li> moderar o consumo de álcool;</li>
<li> evitar alimentos gordurosos;</li>
<li> controlar o diabetes.</li>
</ul>
<p> Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil , Feed Editoria. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/hipertensao-silenciosa-e-hereditaria-doenca-pede-mudanca-de-habitos">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 26 Apr 2026 12:15:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/hipertensao-silenciosa-e-hereditaria-doenca-pede-mudanca-de-habitos/">Hipertensão: silenciosa e hereditária, doença pede mudança de hábitos</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Canetas emagrecedoras: entenda quando o uso pode fazer mal à saúde</title>
		<link>https://weeknews.online/canetas-emagrecedoras-entenda-quando-o-uso-pode-fazer-mal-a-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2026 12:16:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[A agência também criou grupos de trabalho para dar suporte à atuação da autarquia no controle sanitário e garantir a segurança de pacientes.]]></category>
		<category><![CDATA[A Anvisa começou a registrar efeitos colaterais mais severos]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[assinaram uma carta de intenção com o objetivo de promover o uso racional e seguro de canetas emagrecedoras]]></category>
		<category><![CDATA[benefícios]]></category>
		<category><![CDATA[Butantan busca voluntários para teste de vacina da gripe para idosos]]></category>
		<category><![CDATA[canetas emagrecedoras]]></category>
		<category><![CDATA[como a pancreatite]]></category>
		<category><![CDATA[decisão da Anvisa para que farmácias e drogarias passassem a reter as receitas de canetas emagrecedoras desde junho do ano passado]]></category>
		<category><![CDATA[Estado de São Paulo tem mais duas mortes por febre amarela]]></category>
		<category><![CDATA[junto à própria Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[liraglutida]]></category>
		<category><![CDATA[o Conselho Federal de Medicina (CFM)]]></category>
		<category><![CDATA[o Conselho Federal de Odontologia (CFO) e o Conselho Federal de Farmácia (CFF)]]></category>
		<category><![CDATA[proposta de instrução normativa]]></category>
		<category><![CDATA[riscos]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[segundo o qual a importação de insumos farmacêuticos para a manipulação de canetas emagrecedoras]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[semaglutida]]></category>
		<category><![CDATA[só pode ser adquirido por meio de receita médica.]]></category>
		<category><![CDATA[tirzepatida]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação nas escolas segue até dia 30 e meta é imunizar 27 milhões]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/canetas-emagrecedoras-entenda-quando-o-uso-pode-fazer-mal-a-saude/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A diretoria-colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) discute esta semana uma proposta de instrução normativa sobre procedimentos e requisitos técnicos relacionados a medicamentos da classe dos agonistas do receptor GLP 1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras. A popularização das canetas emagrecedoras, que podem ter diferentes princípios ativos, incluindo a semaglutida, a tirzepatida e a liraglutida, ampliou o uso indiscriminado e o mercado ilegal desse tipo de medicamento que, atualmente, só pode ser adquirido por meio de receita médica. Notícias relacionadas: Vacinação nas escolas segue até dia 30 e meta é imunizar 27 milhões. Butantan busca voluntários para teste de vacina da gripe para idosos. Estado de São Paulo tem mais duas mortes por febre amarela. Em razão dos riscos à saúde&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/canetas-emagrecedoras-entenda-quando-o-uso-pode-fazer-mal-a-saude/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/canetas-emagrecedoras-entenda-quando-o-uso-pode-fazer-mal-a-saude/">Canetas emagrecedoras: entenda quando o uso pode fazer mal à saúde</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p>A diretoria-colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) discute esta semana uma proposta de instrução normativa sobre procedimentos e requisitos técnicos relacionados a medicamentos da classe dos agonistas do receptor GLP 1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777205811_916_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777205811_318_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A popularização das canetas emagrecedoras, que podem ter diferentes princípios ativos, incluindo a semaglutida, a tirzepatida e a liraglutida, ampliou o uso indiscriminado e o mercado ilegal desse tipo de medicamento que, atualmente, só pode ser adquirido por meio de receita médica.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Vacinação nas escolas segue até dia 30 e meta é imunizar 27 milhões.</li>
<li>Butantan busca voluntários para teste de vacina da gripe para idosos.</li>
<li>Estado de São Paulo tem mais duas mortes por febre amarela.</li>
</ul>
<p>Em razão dos riscos à saúde da população, a Anvisa vem tomando uma série de medidas para coibir o comércio ilegal, que inclui versões manipuladas sem autorização. A agência também criou grupos de trabalho para dar suporte à atuação da autarquia no controle sanitário e garantir a segurança de pacientes.</p>
<p>Também este mês, o Conselho Federal de Medicina (CFM), o Conselho Federal de Odontologia (CFO) e o Conselho Federal de Farmácia (CFF), junto à própria Anvisa, assinaram uma carta de intenção com o objetivo de promover o uso racional e seguro de canetas emagrecedoras.</p>
<p>A proposta é prevenir riscos sanitários associados a produtos e práticas irregulares, além de zelar pela saúde da população brasileira.</p>
<blockquote>
<p>“A Anvisa e os conselhos propõem uma atuação conjunta baseada em troca de informações, no alinhamento técnico e em ações educativas”, informou a agência.</p>
</blockquote>
<p>Em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>, o presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem), Neuton Dornelas, avaliou que o uso de canetas emagrecedoras para tratar a obesidade e o diabetes figura como uma espécie de revolução, mas que o uso indiscriminado do medicamento preocupa.</p>
<blockquote>
<p>“São medicamentos muito bons, eficazes, potentes, que abriram realmente um grande horizonte para o tratamento, sobretudo para pessoas que vivem com obesidade. São medicamentos que revolucionaram sob essa perspectiva. Tudo o que a gente já teve pra tratar obesidade tinha resultado menos potente, menos eficaz e eu diria até menos seguro.”</p>
</blockquote>
<p>“Pra quem vive com uma doença que é crônica, ter a promessa, a expectativa, a esperança de um tratamento, a longo prazo que seja, mas que funcione abriu um horizonte. Esses medicamentos são importantes, ajudam muito não apenas na perda de peso e no controle da glicose, mas, sobretudo, para diminuir o risco cardiovascular”, completou.</p>
<p>Dornelas destacou levantamento recente feito pela Anvisa, segundo o qual a importação de insumos farmacêuticos para a manipulação de canetas emagrecedoras tem sido incompatível com o mercado nacional. Os dados mostram que, apenas no segundo semestre de 2025, foram importados mais de 100 quilos de insumos, quantidade suficiente para a preparação de aproximadamente 20 milhões de doses.</p>
<p>“Quando se fala em 20 milhões de doses, é um número chamativo, mas mais do que isso: eles apreenderam 1,3 milhão de medicamentos por algum grau de ilegalidade ou irregularidade, seja pelo transporte, pelo armazenamento”, lembrou.</p>
<blockquote>
<p>“Isso é estarrecedor. É assustador. A Sbem já vem alertando há muito tempo sobre isso. Para que as pessoas não consumam medicamentos de fontes que não são legais, medicamentos que não são registrados. Isso é altamente preocupante. Além disso, ter uma medicação que é aprovada para duas doenças crônicas, diabetes e obesidade, e as pessoas usarem de maneira indiscriminada realmente é condenatório.”</p>
</blockquote>
<h2>Bloqueio da manipulação</h2>
<p>Dornelas destacou ainda que apoiou, junto a outras entidades, a decisão da Anvisa para que farmácias e drogarias passassem a reter as receitas de canetas emagrecedoras desde junho do ano passado. “O consumo desenfreado, eu diria, vem do mercado paralelo”.</p>
<blockquote>
<p>“Hoje, diante desse boom, desse exagero que estamos vendo, talvez valesse a pena a Anvisa bloquear por três meses, por seis meses ou até por um ano qualquer manipulação de qualquer uma dessas drogas injetáveis para o tratamento da obesidade”, defendeu.</p>
</blockquote>
<p>“Não se tem estrutura, na agência, suficiente para fiscalizar e fazer tudo isso com um volume de 20 milhões de doses. Então, num ponto crítico como esse, eu defenderia o bloqueio da manipulação, nem que seja por um período transitório, até que se tenha outras medidas mais cabíveis pra isso.”</p>
<h2>Benefícios x riscos</h2>
<p>Ao comentar os benefícios das canetas emagrecedoras para pacientes com obesidade e diabetes, o médico explicou que os medicamentos atuam por meio de três mecanismos de ação: ajudam no controle da glicose; retardam o esvaziamento do estômago ou esvaziamento gástrico, fazendo com que a pessoa mantenha uma plenitude alimentar mais prolongada; e atuam no cérebro, reduzindo o apetite por meio do aumento da saciedade.</p>
<p>“Com isso, eles promovem uma menor ingesta de alimentos e, por meio de mecanismos fisiológicos e da interrelação com outros hormônios, eles promovem uma perda de peso bastante substancial. A semaglutida, por exemplo, tem uma média de 15% de perda de peso e a tirzepatida pode chegar a 22% ou 25%, variando de pessoa para pessoa, dependendo da dose, do acompanhamento de um profissional, além da adesão a outras medidas, como mudança de estilo de vida e melhoras na alimentação.”</p>
<p><strong>Dornelas destacou que todo medicamento pode apresentar efeitos colaterais e que, no caso das canetas, os principais efeitos são náuseas, vômitos e demais sintomas gastrointestinais</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Com o uso indiscriminado, comprando de fontes não seguras medicamentos não bem armazenados ou transportados, esses riscos aumentam muito”.</p>
</blockquote>
<p>“A Anvisa começou a registrar efeitos colaterais mais severos, como a pancreatite. A gente que é médico, que avalia, sabe que a pancreatite já é uma doença, infelizmente, muito frequente. No Brasil, são em torno de 40 mil internações por ano. Mas ela habitualmente é causada por dois grandes fatores: bebida alcoólica em exagero ou pedras na vesícula.”</p>
<blockquote>
<p>“Esses medicamentos, por si só, quando se faz o retardo do esvaziamento gástrico, eles promovem uma maior parada do líquido que fica dentro da vesícula biliar. E o fato desse líquido, utilizado no processo da digestão, ficar mais tempo parado dentro vesícula pode facilitar a formação de cálculos. Isso poderia aumentar o risco, para algumas pessoas, de pancreatite. Esse é o maior risco hoje.”</p>
</blockquote>
<h2>Pilares da segurança</h2>
<p>O presidente da Sbem descreveu ainda o que os médicos chamam de quatro pilares da segurança e da responsabilidade em meio ao uso de medicamentos:</p>
<ul>
<li>Utilizar um produtor seguro e legal, com registro no Brasil;</li>
<li>Ter a prescrição de um médico com registro e que faça, inclusive, o acompanhamento adequado, desde o diagnóstico;</li>
<li>Saber quem está vendendo, preferencialmente farmácias e drogarias em que a compra possa ser feita com segurança;</li>
<li>Usar doses corretas, seguindo a orientação médica, além de nunca comprar em mercados paralelos.</li>
</ul>
<p>“Quando a gente fala de efeitos colaterais, não significa que é pra pessoa sentir isso. Náuseas, por exemplo, podem ocorrer entre 30% e 40% dos casos, mas, em tese, não é para acontecer. Então, se a pessoa está usando a medicação e não há efeito colateral, isso é muito bom. Não significa que a medicação não esteja atuando. Entre 60% e 70% das pessoas não sentem nada.”</p>
<blockquote>
<p>“Mas náuseas mais intensas, vômitos e, principalmente, dor abdominal importante que não melhora – a dor é o sinal de alerta. Se há dor importante na parte superior do abdômen, temos que pensar na possibilidade, ainda que rara, de uma pancreatite. A dor é o mais preocupante”, concluiu.   </p>
</blockquote>
<p> Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/canetas-emagrecedoras-entenda-quando-o-uso-pode-fazer-mal-a-saude">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 26 Apr 2026 08:50:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/canetas-emagrecedoras-entenda-quando-o-uso-pode-fazer-mal-a-saude/">Canetas emagrecedoras: entenda quando o uso pode fazer mal à saúde</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vacinação nas escolas segue até dia 30 e meta é imunizar 27 milhões</title>
		<link>https://weeknews.online/vacinacao-nas-escolas-segue-ate-dia-30-e-meta-e-imunizar-27-milhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 16:16:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Butantan busca voluntários para teste de vacina da gripe para idosos]]></category>
		<category><![CDATA[caderneta de vacinação]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Estado de São Paulo tem mais duas mortes por febre amarela]]></category>
		<category><![CDATA[febre amarela]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
		<category><![CDATA[meningocócica]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Saúde na Escola (PSE)]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Semana de Vacinação nas Américas começa no sábado]]></category>
		<category><![CDATA[Semana de Vacinação nas Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[SUS Digital]]></category>
		<category><![CDATA[tríplice bacteriana infantil]]></category>
		<category><![CDATA[tríplice viral]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/vacinacao-nas-escolas-segue-ate-dia-30-e-meta-e-imunizar-27-milhoes/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Semana de Vacinação nas Escolas tem meta de imunizar 27 milhões de estudantes de escolas públicas do país até a próxima quinta-feira (30). A campanha que começou nesta sexta-feira (24) visa atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes de 9 meses a 15 anos com a oferta de seis tipos de imunizantes. As vacinas ofertadas são: HPV, febre amarela, tríplice viral, tríplice bacteriana (DTP), meningocócica ACWY e covid-19. A estratégia também inclui a vacinação contra o HPV para jovens de 15 a 19 anos que ainda não se imunizaram. Notícias relacionadas: Butantan busca voluntários para teste de vacina da gripe para idosos. Semana de Vacinação nas Américas começa no sábado. Estado de São Paulo tem mais duas mortes por febre&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/vacinacao-nas-escolas-segue-ate-dia-30-e-meta-e-imunizar-27-milhoes/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/vacinacao-nas-escolas-segue-ate-dia-30-e-meta-e-imunizar-27-milhoes/">Vacinação nas escolas segue até dia 30 e meta é imunizar 27 milhões</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p>A <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/campanhas-da-saude/2026/vacinacao-nas-escolas" target="_blank">Semana de Vacinação nas Escolas</a> tem meta de imunizar 27 milhões de estudantes de escolas públicas do país até a próxima quinta-feira (30). A campanha que começou nesta sexta-feira (24) visa atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes de 9 meses a 15 anos com a oferta de seis tipos de imunizantes.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777133764_114_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1777133764_488_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>As vacinas ofertadas são: HPV, febre amarela, tríplice viral, tríplice bacteriana (DTP), meningocócica ACWY e covid-19. A estratégia também inclui a vacinação contra o HPV para jovens de 15 a 19 anos que ainda não se imunizaram.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Butantan busca voluntários para teste de vacina da gripe para idosos.</li>
<li>Semana de Vacinação nas Américas começa no sábado.</li>
<li>Estado de São Paulo tem mais duas mortes por febre amarela.</li>
</ul>
<p>A vacinação é realizada por profissionais de saúde, mediante autorização dos pais ou responsáveis.</p>
<p>A ação integra o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/pse" target="_blank">Programa Saúde na Escola (PSE)</a>, parceria entre os ministérios da Saúde e da Educação.</p>
<p><strong>O governo também reforça o uso da Caderneta Digital de Vacinação da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital. Lançada em abril de 2025, a ferramenta já soma mais de 3,3 milhões de acessos e permite acompanhar o histórico de vacinas e consultar as próximas doses.</strong></p>
<p>Agora, o aplicativo tem uma nova funcionalidade e passou a enviar lembretes automáticos para pais, mães e responsáveis, de acordo com a idade das crianças, incentivando a atualização da caderneta.</p>
<h2>Cobertura vacinal</h2>
<p>Em comunicado, o Ministério da Saúde destacou a reversão da queda histórica nas coberturas vacinais registrada nos anos anteriores, agravada pelos impactos da pandemia de covid-19. De acordo com a pasta, em 2025, todas as vacinas do calendário infantil apresentaram aumento de cobertura em relação a 2022.</p>
<p><strong>A tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, chegou a 92,96% de cobertura, ante 80,7% em 2022, mantendo o Brasil livre do sarampo, mesmo diante do avanço de casos na América do Norte.</strong></p>
<p>A vacinação contra o HPV, que previne o câncer de colo de útero, também avançou. A cobertura chegou a 86,11% entre meninas de 9 a 14 anos e a 74,46% entre os meninos. No público feminino, o índice é cinco vezes superior à média mundial.</p>
<p>No caso da meningite, a cobertura da vacina meningocócica ACWY passou de 45,8% em 2022 para 67,75% em 2025.</p>
<p> Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/vacinacao-nas-escolas-segue-ate-dia-30-e-meta-e-imunizar-27-milhoes">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sat, 25 Apr 2026 13:07:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/vacinacao-nas-escolas-segue-ate-dia-30-e-meta-e-imunizar-27-milhoes/">Vacinação nas escolas segue até dia 30 e meta é imunizar 27 milhões</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
