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	<title>Arquivo de Câmara aprova uso obrigatório de tornozeleira por agressores de mulher - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Câmara aprova uso obrigatório de tornozeleira por agressores de mulher - WeekNews</title>
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		<title>Brasil participa de maior reunião da ONU sobre direitos das mulheres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 19:59:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES reduz taxa de juros em empréstimos para mulheres de cooperativas]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara aprova uso obrigatório de tornozeleira por agressores de mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Contra violência e por reforma agrária]]></category>
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		<category><![CDATA[mulheres do MST ocupam terras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A participação do Brasil na 70ª Sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher das Nações Unidas (CSW70), maior reunião anual da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a igualdade de gênero e direitos das mulheres, demonstra esforço público na discussão em torno do combate à violência contra mulheres no país. A avaliação é da coordenadora-geral da organização brasileira Criola, Lúcia Xavier, que está em Nova York para o evento. A conferência, que ocorre até 19 de março, conta com a participação de altos representantes da ONU, Estados-membros, ONGs, ativistas, jovens e setor privado. Notícias relacionadas: BNDES reduz taxa de juros em empréstimos para mulheres de cooperativas. Câmara aprova uso obrigatório de tornozeleira por agressores de mulher. Contra violência e por reforma agrária, mulheres do&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/brasil-participa-de-maior-reuniao-da-onu-sobre-direitos-das-mulheres/">Leia mais...</a></p>
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				</p>
<p>A participação do Brasil na 70ª Sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher das Nações Unidas (CSW70), maior reunião anual da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a igualdade de gênero e direitos das mulheres, demonstra esforço público na discussão em torno do combate à violência contra mulheres no país.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1773431984_888_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1773431984_241_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A avaliação é da coordenadora-geral da organização brasileira Criola, Lúcia Xavier, que está em Nova York para o evento. <strong>A conferência, que ocorre até 19 de março, conta com a participação de altos representantes da ONU, Estados-membros, ONGs, ativistas, jovens e setor privado.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>BNDES reduz taxa de juros em empréstimos para mulheres de cooperativas.</li>
<li>Câmara aprova uso obrigatório de tornozeleira por agressores de mulher.</li>
<li>Contra violência e por reforma agrária, mulheres do MST ocupam terras.</li>
</ul>
<p>Lúcia considera que, para além da construção de um marco legal, é importante articular governo e sociedade na construção de soluções para o enfrentamento da violência contra a mulher.</p>
<blockquote>
<p>“Certamente esses marcos [legais] já estão postos [no Brasil], desde a construção da <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm" target="_blank">Lei Maria da Penha</a> e, depois, a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2024/lei/l14994.htm" target="_blank">Lei do Feminicídio</a>. Mas, na prática, ainda não tomaram pé na sociedade. Ainda não tem uma sociedade refletindo, criando processos de proteção social, enfrentando o debate do patriarcado e do machismo”, disse a especialista, ressaltando os altos índices de feminicídio e violência sexual.</p>
</blockquote>
<p>As discussões, no âmbito do evento mundial, afirma Lúcia, contribuem para o desenvolvimento de medidas e mecanismos de enfrentamento ao problema no país.</p>
<p>“A gente [costuma dizer] que é uma epidemia [de violência], mas é mais do que isso. Uma epidemia exige controles públicos e sociais, mas isso é mais que uma epidemia”, alertou.</p>
<p>“É um crime que vem sendo praticado com muita impunidade e com pouco reforço dos órgãos públicos, no sentido do controle social. É um prejuízo enorme para as mulheres, que já vivem a situação de vulnerabilidade e também de insegurança nos seus relacionamentos, no seu trabalho, na sua vida como um todo”, disse Lúcia.</p>
<h2>Estados Unidos</h2>
<p>Lúcia relatou à <strong>Agência Brasil</strong> que, em meio às tensões nas negociações, <strong>propostas dos Estados Unidos que representariam retrocessos no documento final da conferência foram barradas durante a plenária que aprovou o texto.</strong></p>
<p>Alguns dos temas questionados pelos Estados Unidos na votação das conclusões acordadas referiam-se ao direito ao aborto, à identidade de gênero e ao uso do termo “interseccionalidade”.</p>
<p>“Isso fez com que, em algum momento, a gente imaginasse que o documento perderia a qualidade e alguns avanços muito importantes. Não vai ser um documento de consenso, mas a primeira votação não aceitou as indicações [trazidas pelos Estados Unidos]”, contou.</p>
<p> Camila Boehm &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/brasil-participa-de-maior-reuniao-da-onu-sobre-direitos-das-mulheres">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 13 Mar 2026 16:42:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>BNDES reduz taxa de juros em empréstimos para mulheres de cooperativas</title>
		<link>https://weeknews.online/bndes-reduz-taxa-de-juros-em-emprestimos-para-mulheres-de-cooperativas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 19:02:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES descarta ser afetado por recuperação extrajudicial da Raízen]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara aprova uso obrigatório de tornozeleira por agressores de mulher]]></category>
		<category><![CDATA[celebrado no último domingo (8)]]></category>
		<category><![CDATA[Cooperativas]]></category>
		<category><![CDATA[cooperativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Desde 2023]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[direitos das mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Entenda o que são “redpill” e outros termos de ódio contra mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[o banco de fomento do governo federal alterou medidas do programa de financiamento por cooperativas]]></category>
		<category><![CDATA[Pacto Brasil entre os Três Poderes para Enfrentamento do Feminicídio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou nesta quinta-feira (12) que vai reduzir o custo de empréstimos para mulheres que fazem parte de cooperativas de crédito. A iniciativa começa a operar a partir de abril. O barateamento do crédito se dará por meio de redução do spread, a diferença entre o custo do dinheiro para o BNDES e quanto é cobrado de quem toma o financiamento. Notícias relacionadas: BNDES descarta ser afetado por recuperação extrajudicial da Raízen. Entenda o que são “redpill” e outros termos de ódio contra mulheres . Câmara aprova uso obrigatório de tornozeleira por agressores de mulher. Dessa forma, a remuneração do banco com os empréstimos passará de 0,85% para 0,50% ao ano para cooperadas das regiões Norte e Nordeste. Nas demais regiões, será&#8230;</p>
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				</p>
<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou nesta quinta-feira (12) que vai reduzir o custo de empréstimos para mulheres que fazem parte de cooperativas de crédito.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1773342159_575_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1773342159_984_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>A iniciativa começa a operar a partir de abril</strong>. O barateamento do crédito se dará por meio de redução do spread, a diferença entre o custo do dinheiro para o BNDES e quanto é cobrado de quem toma o financiamento.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>BNDES descarta ser afetado por recuperação extrajudicial da Raízen.</li>
<li>Entenda o que são “redpill” e outros termos de ódio contra mulheres .</li>
<li>Câmara aprova uso obrigatório de tornozeleira por agressores de mulher.</li>
</ul>
<p>Dessa forma, a remuneração do banco com os empréstimos passará de 0,85% para 0,50% ao ano para cooperadas das regiões Norte e Nordeste. Nas demais regiões, será reduzida de 1,25% para 0,85% ao ano.</p>
<p>O anúncio foi na sede do BNDES, no Rio de Janeiro, durante evento para marcar o Dia Internacional da Mulher, celebrado no último domingo (8).</p>
<h2>Prazos maiores</h2>
<p><strong>Além de pagar taxas mais baixas, as mulheres terão ampliação de prazo para quitar os financiamentos, que passará de 12 para até 15 anos</strong>, com dois anos de carência, isto é, prazo para começar a amortizar o empréstimo.</p>
<p>De acordo com o banco, a mudança permitirá reduzir o valor das parcelas e ampliar a capacidade de acesso ao crédito.</p>
<p><strong>As cooperativas de crédito contam com cerca de 20 milhões de associados, e as mulheres representam cerca de 44,5%.</strong></p>
<p>Hoje, pouco mais de um quarto (27%) das operações do programa de financiamento do BNDES são contratadas por mulheres. </p>
<p>O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, afirmou que o cooperativismo é uma prioridade do banco.</p>
<blockquote>
<p>“Se a gente não constrói esse acesso, não aumenta a participação das mulheres nas cooperativas. As cooperativas trazem resultado, ensinamento, segurança a famílias. Muitas mulheres são mães solo, responsáveis por pequena propriedade rural ou pequena empresa&#8221;, declarou.</p>
</blockquote>
<h2> </h2>
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<h6 class="meta">O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, durante anúncio de apoio a ações de proteção às mulheres e empreendedorismo feminino na sede do banco, no centro do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil<!--END copyright=455913--></h6>
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<h2>Quase R$ 100 bi</h2>
<p>Desde 2023, o banco de fomento do governo federal alterou medidas do programa de financiamento por cooperativas. Uma das alterações subiu o limite do financiamento de R$ 30 mil para até R$ 100 mil.</p>
<p>De 2023 a 2025, o volume de crédito com recursos do BNDES repassados por bancos cooperativos e cooperativas de crédito alcançou R$ 99,5 bilhões.</p>
<p>A diretora de Crédito Digital para Micro, Pequenas e Médias Empresas do BNDES, Maria Fernanda Coelho, apontou durante o evento que o cooperativismo de crédito é uma “ferramenta poderosa” de inclusão financeira e desenvolvimento regional. </p>
<p>“Com condições mais favoráveis para mulheres, queremos estimular mais empreendedoras e trabalhadoras a acessar crédito, fortalecer suas cooperativas e ampliar suas oportunidades de geração de renda”, disse.</p>
<h2>Cooperativismo</h2>
<p>Com informações da Organização das Cooperativas Brasileiras, o BNDES afirma que o cooperativismo reúne mais de 25,8 milhões de cooperados em 4.384 cooperativas brasileiras. Mais de 578 mil empregos diretos são gerados por cooperativas, e o impacto na economia chega a R$ 757,9 bilhões.</p>
<p>Cooperativas funcionam como se fossem empresas em que os trabalhadores são sócios do negócio. Os associados, líderes e representantes têm total responsabilidade pela gestão e fiscalização da cooperativa.</p>
<p>Por não terem fins lucrativos, os resultados positivos da atividade econômica desempenhada são distribuídos entre os cooperados.</p>
<h2>Mais iniciativas</h2>
<p>No evento em reverência ao Dia Internacional da Mulher, o BNDES anunciou mais medidas direcionadas a impulsionar o desenvolvimento socioeconômico de mulheres.</p>
<p><strong>Uma delas é a liberação de até R$ 80 milhões para o programa BNDES Periferias, voltado para favelas e áreas periféricas.</strong></p>
<p>O programa vai apoiar organizações da sociedade civil e instituições sem fins lucrativos que desenvolvam programas de capacitação de mulheres periféricas empreendedoras. As iniciativas podem incluir formação profissional, capacitação em gestão, mentorias, acesso a redes de mercado e capital.</p>
<p>Ainda dentro do BNDES Periferias, haverá incentivo a projetos direcionados ao “trabalho de cuidado”. Entre os serviços que poderão ser beneficiados estão cuidados domiciliares a crianças, idosos ou pessoas com deficiência; lavanderias coletivas e cozinhas comunitárias, entre outros.</p>
<p>A diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello, destacou que as periferias são os territórios onde as mulheres são mais vulneráveis.</p>
<p>“Obviamente não é só para mulheres, mas são as mulheres as grandes cuidadoras”, afirmou.</p>
<p> </p>
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<h6 class="meta">A diretora do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Tereza Campello, durante anúncio de apoio a ações de proteção às mulheres e empreendedorismo feminino na sede do banco, no centro do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil<!--END copyright=455920--></h6>
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</div>
<h2>Segurança</h2>
<p><strong>O banco público anunciou também uma linha de financiamento voltada para estados e municípios que tenham políticas públicas na área de segurança da mulher.</strong> São recursos, por exemplo, para a construção de delegacias da mulher, fortalecimento de patrulha Maria da Penha e até iluminação pública.</p>
<p>O financiamento poderá alcançar até 90% do valor do projeto, com prazo total de até 24 anos.</p>
<p>A diretora Tereza Campello sustenta que as ações anunciadas contribuem para reduzir fatores de risco que “perpetuam a violência”.</p>
<p>“A violência contra as mulheres é um fenômeno complexo, que exige respostas integradas. Prevenção, proteção, investigação, responsabilização e autonomia econômica precisam caminhar juntas”.</p>
<h2>Pacto</h2>
<p>O presidente do BNDES assinou uma carta de adesão ao Pacto Brasil entre os Três Poderes para Enfrentamento do Feminicídio. O termo reafirma o compromisso institucional com a promoção da igualdade de gênero e com o enfrentamento da violência contra as mulheres.</p>
<p> Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-03/bndes-reduz-taxa-de-juros-em-emprestimos-para-mulheres-de-cooperativas">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 12 Mar 2026 15:26:00 -0300 </p>

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