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	<title>Arquivo de Câncer de mama: manifestação cobra acesso a tratamento aprovado no SUS - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Câncer de mama: manifestação cobra acesso a tratamento aprovado no SUS - WeekNews</title>
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	<item>
		<title>Inca estima 73,6 mil novos casos de câncer de mama no Brasil em 2025</title>
		<link>https://weeknews.online/inca-estima-736-mil-novos-casos-de-cancer-de-mama-no-brasil-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 19:40:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de mama: manifestação cobra acesso a tratamento aprovado no SUS]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência das Mulheres faz alerta sobre câncer de mama]]></category>
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		<category><![CDATA[programa Agora Tem Especialista]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS fará cirurgia de câncer de próstata por robô]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Instituto Nacional de Câncer (Inca) lançou nesta sexta-feira (3), no mês do Outubro Rosa, que conscientiza sobre o câncer de mama, a publicação Controle de câncer de mama no Brasil: dados e números 2025, com informações sobre incidência, mortalidade, fatores de risco, prevenção, acesso a exames e tratamento para ajudar profissionais de saúde e gestores pelo país.  Segundo o Inca, o câncer de mama é o que mais mata mulheres no Brasil. São estimados 73.610 novos casos este ano. Em 2023, foram contabilizadas mais de 20 mil mortes pela doença no país. Entre 2020 e 2023, houve redução da mortalidade entre mulheres na faixa entre 40 e 49 anos.  Notícias relacionadas: Conferência das Mulheres faz alerta sobre câncer de mama . Câncer&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/inca-estima-736-mil-novos-casos-de-cancer-de-mama-no-brasil-em-2025/">Leia mais...</a></p>
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				</p>
<p>O Instituto Nacional de Câncer (Inca) lançou nesta sexta-feira (3), no mês do Outubro Rosa, que conscientiza sobre o câncer de mama, a publicação <em>Controle de câncer de mama no Brasil: dados e números 2025</em>, com informações sobre incidência, mortalidade, fatores de risco, prevenção, acesso a exames e tratamento para ajudar profissionais de saúde e gestores pelo país. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1759520405_346_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1759520405_845_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Segundo o Inca, o câncer de mama é o que mais mata mulheres no Brasil.</strong> São estimados 73.610 novos casos este ano. Em 2023, foram contabilizadas mais de 20 mil mortes pela doença no país. Entre 2020 e 2023, houve redução da mortalidade entre mulheres na faixa entre 40 e 49 anos. </p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Conferência das Mulheres faz alerta sobre câncer de mama .</li>
<li>Câncer de mama: manifestação cobra acesso a tratamento aprovado no SUS.</li>
<li>SUS fará cirurgia de câncer de próstata por robô.</li>
</ul>
<p><strong>De acordo com o relatório, o Sudeste é a região com maior incidência da doença, e Santa Catarina, no Sul, registra a maior taxa entre as unidades da federação.</strong> Em relação à mortalidade, as regiões Sul, Sudeste e Nordeste lideram, e as maiores taxas estão em Roraima, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, respectivamente. </p>
<p>A chefe da Divisão de Detecção Precoce e Organização de Rede do Inca, Renata Maciel, disse que nos últimos 3 anos tem melhorado o tempo entre o diagnóstico e o primeiro tratamento, com destaque na Região Sul, que tem o maior percentual de casos tratados em 60 dias. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;A mortalidade em mulheres de 80 anos ou mais tem aumentado e tem reduzido essa mortalidade em idades mais jovens. O maior percentual de mortes está na população entre 50 e 69 anos&#8221;, disse. </p>
</blockquote>
<p><strong>Para Renata, ainda se tem que melhorar a cobertura do rastreamento, que é baixa no Brasil.</strong> &#8220;Precisamos aumentar essa cobertura para 70%, e hoje a gente tem uma variação em alguns estados do Norte em torno de 5,3% e no Espírito Santo, de 33%. É muito baixo. Nosso foco é centrar esforços nesse rastreamento organizado para que as mulheres façam a mamografia a cada dois anos&#8221;.</p>
<p><strong>O diretor do Departamento de Atenção ao Câncer do Ministério da Saúde , José Barreto, lembra que o rastreamento e o diagnóstico precoce fazem parte da proposta do programa Agora Tem Especialista, lançado pelo governo federal.</strong> </p>
<p>&#8220;Estamos com o propósito de redução da fila de espera no tratamento. O tempo é vida no câncer. Incorporamos novos medicamentos&#8221;, afirmou. </p>
<p><strong>Confira reportagem do Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil, sobre a publicação do Inca</strong></p>
</p>
<p> Ana Cristina Campos &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-10/inca-estima-736-mil-novos-casos-de-cancer-de-mama-no-brasil-em-2025">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 03 Oct 2025 14:18:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Inca lança relatório sobre câncer de mama no Brasil</title>
		<link>https://weeknews.online/inca-lanca-relatorio-sobre-cancer-de-mama-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 17:36:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de mama: manifestação cobra acesso a tratamento aprovado no SUS]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência das Mulheres faz alerta sobre câncer de mama]]></category>
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		<category><![CDATA[programa Agora Tem Especialista]]></category>
		<category><![CDATA[SUS fará cirurgia de câncer de próstata por robô]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O Instituto Nacional de Câncer (Inca) lançou nesta sexta-feira (3), no mês do Outubro Rosa, que conscientiza sobre o câncer de mama, a publicação Controle de câncer de mama no Brasil: dados e números 2025, com informações sobre incidência, mortalidade, fatores de risco, prevenção, acesso a exames e tratamento para ajudar profissionais de saúde e gestores pelo país.  Segundo o Inca, o câncer de mama é o que mais mata mulheres no Brasil. São estimados 73.610 novos casos este ano. Em 2023, foram contabilizadas mais de 20 mil mortes pela doença no país. Entre 2020 e 2023, houve redução da mortalidade entre mulheres na faixa entre 40 e 49 anos.  Notícias relacionadas: Conferência das Mulheres faz alerta sobre câncer de mama . Câncer de&#8230;</p>
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				</p>
<p>O Instituto Nacional de Câncer (Inca) lançou nesta sexta-feira (3), no mês do Outubro Rosa, que conscientiza sobre o câncer de mama, a publicação <em>Controle de câncer de mama no Brasil: dados e números 2025</em>, com informações sobre incidência, mortalidade, fatores de risco, prevenção, acesso a exames e tratamento para ajudar profissionais de saúde e gestores pelo país. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1759512980_250_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1759512980_328_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Segundo o Inca, o câncer de mama é o que mais mata mulheres no Brasil.</strong> São estimados 73.610 novos casos este ano. Em 2023, foram contabilizadas mais de 20 mil mortes pela doença no país. Entre 2020 e 2023, houve redução da mortalidade entre mulheres na faixa entre 40 e 49 anos. </p>
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</ul>
<p><strong>De acordo com o relatório, o Sudeste é a região com maior incidência da doença, e Santa Catarina, no Sul, registra a maior taxa entre as unidades da federação.</strong> Em relação à mortalidade, as regiões Sul, Sudeste e Nordeste lideram, e as maiores taxas estão em Roraima, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, respectivamente. </p>
<p>A chefe da Divisão de Detecção Precoce e Organização de Rede do Inca, Renata Maciel, disse que nos últimos 3 anos tem melhorado o tempo entre o diagnóstico e o primeiro tratamento, com destaque na Região Sul, que tem o maior percentual de casos tratados em 60 dias. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;A mortalidade em mulheres de 80 anos ou mais tem aumentado e tem reduzido essa mortalidade em idades mais jovens. O maior percentual de mortes está na população entre 50 e 69 anos&#8221;, disse. </p>
</blockquote>
<p><strong>Para Renata, ainda se tem que melhorar a cobertura do rastreamento, que é baixa no Brasil.</strong> &#8220;Precisamos aumentar essa cobertura para 70%, e hoje a gente tem uma variação em alguns estados do Norte em torno de 5,3% e no Espírito Santo, de 33%. É muito baixo. Nosso foco é centrar esforços nesse rastreamento organizado para que as mulheres façam a mamografia a cada dois anos&#8221;.</p>
<p><strong>O diretor do Departamento de Atenção ao Câncer do Ministério da Saúde , José Barreto, lembra que o rastreamento e o diagnóstico precoce fazem parte da proposta do programa Agora Tem Especialista, lançado pelo governo federal.</strong> </p>
<p>&#8220;Estamos com o propósito de redução da fila de espera no tratamento. O tempo é vida no câncer. Incorporamos novos medicamentos&#8221;, afirmou. </p>
<p> Ana Cristina Campos &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-10/inca-lanca-relatorio-sobre-cancer-de-mama-no-brasil">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 03 Oct 2025 14:18:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Ministério da Saúde passa a recomendar mamografia a partir dos 40 anos</title>
		<link>https://weeknews.online/ministerio-da-saude-passa-a-recomendar-mamografia-a-partir-dos-40-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2025 18:15:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de mama: manifestação cobra acesso a tratamento aprovado no SUS]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de mama: uma em cada três pacientes tem menos de 50 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Planos devem estimular mamografias para receber atestado de qualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O Ministério da Saúde passou a recomendar o acesso a mamografia, via Sistema Único de Saúde (SUS), para mulheres de 40 a 49 anos – mesmo que não haja sinais ou sintomas de câncer de mama. De acordo com a pasta, a faixa etária concentra 23% dos casos da doença, e a detecção precoce aumenta as chances de cura. Até então, a orientação era que o exame fosse feito a partir dos 50 anos. Notícias relacionadas: Câncer de mama: manifestação cobra acesso a tratamento aprovado no SUS. Câncer de mama: uma em cada três pacientes tem menos de 50 anos. Planos devem estimular mamografias para receber atestado de qualidade. A medida faz parte de um conjunto de ações anunciadas nesta terça-feira (23) voltado para a melhoria do&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>O Ministério da Saúde passou a recomendar o acesso a mamografia, via Sistema Único de Saúde (SUS), para mulheres de 40 a 49 anos</strong> – mesmo que não haja sinais ou sintomas de câncer de mama. De acordo com a pasta, a<strong> faixa etária concentra 23% dos casos da doença, e a detecção precoce aumenta as chances de cura</strong>.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1758651310_77_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1758651310_69_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Até então, a orientação era que o exame fosse feito a partir dos 50 anos.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Câncer de mama: manifestação cobra acesso a tratamento aprovado no SUS.</li>
<li>Câncer de mama: uma em cada três pacientes tem menos de 50 anos.</li>
<li>Planos devem estimular mamografias para receber atestado de qualidade.</li>
</ul>
<p>A medida faz parte de um conjunto de ações anunciadas nesta terça-feira (23) voltado para a melhoria do diagnóstico e da assistência. A recomendação para mulheres a partir dos 40 anos é que o exame seja feito sob demanda, em decisão conjunta com o profissional de saúde.</p>
<blockquote>
<p>“A paciente deve ser orientada sobre os benefícios e desvantagens de fazer o rastreamento. Mulheres nesta idade tinham dificuldade com o exame na rede pública de saúde por conta da avaliação de histórico familiar ou necessidade de já apresentar sintomas”, informou o ministério em nota.</p>
</blockquote>
<p>As mamografias via SUS em pacientes com menos de 50 anos, de acordo com a pasta, representam 30% do total, o equivalente a mais de 1 milhão apenas no ano de 2024.</p>
<h2>Rastreamento ativo</h2>
<p>Outra medida anunciada é a <strong>ampliação da faixa etária para o rastreamento ativo – quando a mamografia é solicitada de forma preventiva a cada dois anos</strong>. A idade limite, até então, era 69 anos. Agora, <strong>passa a ser 74 anos</strong>. Dados do ministério revelam que quase 60% dos casos de câncer de mama estão concentrados entre 50 e 74 anos.</p>
<p>“A ampliação do acesso à mamografia aproxima o Brasil de práticas internacionais, como as adotadas na Austrália, e reforça o compromisso em garantir diagnóstico precoce e cuidado integral às mulheres brasileiras. O câncer de mama é o mais comum e o que mais mata mulheres, com 37 mil casos por ano”, reforçou a pasta.</p>
<p>Os números mostram que, <strong>em 2024, cerca de 4 milhões de mamografias para rastreamento e 376,7 mil exames diagnósticos foram realizados no SUS</strong>.</p>
<p> </p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/alexandre-padilha-mc_abr_23092025-2.jpg" alt="Brasília (DF), 23/09/2025 - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante anúncio de recomendações para mamografia no Sistema Único de Saúde (SUS). Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"><br />
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<h6 class="meta">O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante anúncio de recomendações para mamografia no SUS &#8211; <strong>Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=438148--></h6>
</div>
</div>
<h2>Unidades móveis</h2>
<p>O ministério anunciou ainda a oferta de 27 carretas de saúde da mulher em 22 estados por meio do programa Agora Tem Especialistas. A ação é voltada para a expansão do acesso a consultas, exames e cirurgias com o objetivo de reduzir o tempo de espera para atendimento no SUS.</p>
<p>Os primeiros testes foram realizados em Goiânia. No próximo mês, as carretas seguem para diferentes estados do país.<strong> A expectativa é alcançar até 120 mil atendimentos ao longo de outubro, com investimento de R$ 18 milhões para a execução da ação</strong>.</p>
<p>“As unidades móveis vão oferecer uma ampla gama de serviços para o diagnóstico precoce de câncer de mama e de colo do útero, incluindo mamografia, ultrassonografia, punção e biópsia de mama, colposcopia e consultas médicas presenciais e por telemedicina”, informou a pasta.</p>
<h2>Biópsia</h2>
<p>Outra iniciativa é a aquisição de 60<em> kits</em> de biópsia, cada um com uma mesa de biópsia estereotática em decúbito ventral e um equipamento de raio-X especializado. Os equipamentos, segundo ministério, utilizam tecnologia de imagem 2D e 3D, garantindo maior precisão diagnóstica e reduzindo a necessidade de repetição de procedimentos.</p>
<h2>Medicamentos mais modernos</h2>
<p>A partir de outubro, o SUS vai disponibilizar também novos medicamentos para o tratamento do câncer de mama. Um deles é o trastuzumabe entansina, indicado para mulheres que ainda apresentam sinais da doença mesmo após a primeira fase do tratamento com quimioterapia antes da cirurgia.</p>
<p>Outro grupo de medicamentos inclui os inibidores de ciclinas (abemaciclibe, palbociclibe e ribociclibe), recomendados para pacientes com câncer de mama avançado ou metastático – quando a doença já se espalhou para outras partes do corpo – e que têm receptor hormonal positivo e negativo.</p>
<p> Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-09/ministerio-da-saude-passa-recomendar-mamografia-partir-dos-40-anos">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 23 Sep 2025 14:38:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Projeto busca tratar doença de Chagas perto da casa dos pacientes</title>
		<link>https://weeknews.online/projeto-busca-tratar-doenca-de-chagas-perto-da-casa-dos-pacientes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Aug 2025 13:38:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de mama: manifestação cobra acesso a tratamento aprovado no SUS]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de diagnósticos para câncer aumenta capacidade do SUS]]></category>
		<category><![CDATA[Diagnóstico Precoce]]></category>
		<category><![CDATA[Doença de Chagas]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Negligenciadas]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Plataforma pretende reunir pesquisas sobre a Doença de Chagas]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Saúde de Pernambuco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Um novo protocolo para a o controle da doença de Chagas está em testes em uma das regiões com a maior prevalência da enfermidade: o Sertão do Pajeú, em Pernambuco. A principal estratégia é a descentralização do tratamento, para que ele possa ser feito na cidade em que o paciente reside. Atualmente, é necessário deslocamento para unidades de saúde especializadas, como a Casa de Chagas, no Recife, que ainda concentra a maioria dos atendimentos no estado. Um dos grandes desafios é o diagnóstico, já que a doença de Chagas não causa sintomas específicos logo após a infecção. A infecção costuma se tornar crônica de forma silenciosa, desenvolvendo complicações, principalmente no coração, o que provoca a morte de cerca de 4,5 mil pessoas no Brasil por ano, segundo&#8230;</p>
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<p>Um novo protocolo para a o controle da doença de Chagas está em testes em uma das regiões com a maior prevalência da enfermidade: o Sertão do Pajeú, em Pernambuco. <strong>A principal estratégia é a descentralização do tratamento, para que ele possa ser feito na cidade em que o paciente reside.</strong> Atualmente, é necessário deslocamento para unidades de saúde especializadas, como a Casa de Chagas, no Recife, que ainda concentra a maioria dos atendimentos no estado.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1754833087_811_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/08/1754833088_224_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Um dos grandes desafios é o diagnóstico, já que a doença de Chagas não causa sintomas específicos logo após a infecção. A infecção costuma se tornar crônica de forma silenciosa, desenvolvendo complicações, principalmente no coração, o que provoca a morte de cerca de 4,5 mil pessoas no Brasil por ano, segundo o Ministério da Saúde. <strong>Quando a doença é descoberta mais cedo, o paciente pode ser tratado com medicamentos, evitando complicações.</strong></p>
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<p>De acordo com a Organização Panamericana da Saúde (Opas), menos de 10% das pessoas com doença de Chagas nas Américas são diagnosticadas, e menos de 1% das que têm a doença recebem tratamento antiparasitário. Como consequência, a maioria dos pacientes só descobre que tem a doença em estágios avançados. Por isso, o projeto-piloto em Pernambuco foi nomeado &#8220;Quem tem Chagas, tem pressa&#8221;.</p>
<h2>Testes rápidos</h2>
<p>Na primeira etapa, profissionais de saúde, estudantes da área e moradores das cidades pernambucanas de Triunfo e Serra Talhada participaram de atividades de formação sobre a doença. Já na segunda fase, no final de julho, cerca de 1 mil pessoas nos dois municípios foram submetidas a testes rápidos que comprovaram a seriedade do problema na região: 9% dos moradores testaram positivo para a doença. De acordo com o médico da Casa de Chagas, Wilson Oliveira, responsável pelo projeto, a média de positividade dos testes no país varia de 2% a 5%.</p>
<p>A gerente de Vigilância das Arboviroses e Zoonoses da Secretaria de Saúde de Pernambuco, Ana Márcia Drechsler, diz que <strong>o teste rápido é um dos principais ativos do projeto, já que atualmente todos os casos suspeitos precisam fazer um exame de sorologia no centro de referência, que fica a oito horas de distância de carro.</strong></p>
<p>Além disso, o teste sorológico leva até 45 dias para ficar pronto, enquanto o teste rápido emite resultado em minutos. Mas ela explica que, por segurança, os resultados positivos continuarão sendo encaminhados para a sorologia, para a confirmação definitiva.</p>
<p>&#8220;A gente precisa muito descentralizar o diagnóstico e fazer essa detecção mais precocemente, para que haja menos casos de pacientes crônicos. Nós estamos validando o teste rápido com esse projeto e, se tudo der certo, além de uma economia de tempo, a gente vai ter também uma economia de exames, porque só as pessoas com teste rápido positivo é que vão fazer a sorologia&#8221;, acrescenta a gerente da Secretaria de Saúde.</p>
<p>Os testes utilizados no projeto são produzidos pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação Oswaldo Cruz (Biomanguinhos/Fiocruz). </p>
<p><strong>Em setembro, começa a fase de tratamento dos pacientes que tiverem a infecção confirmada</strong>, e o projeto também prevê que eles possam fazê-lo perto de casa. O médico responsável pelo projeto, Wilson Oliveira, diz que isso é essencial para que todos possam concluir o tratamento, feito com medicamentos que devem ser tomados por 60 dias.</p>
<p>&#8220;No centro de referência, nós temos doentes que, muitas vezes, têm que andar 800 quilômetros para ser atendidos. E, sabendo que pelo menos 70% dos pacientes com Chagas não desenvolvem doença cardíaca, ou desenvolvem uma doença pouco agressiva, eles poderiam ser atendidos perto da sua residência, na assistência primária, que tem uma alta resolutividade&#8221;, complementa.</p>
<h2>Doença negligenciada</h2>
<p><strong>Causada pelo protozoário <em>Trypanosoma cruzi</em>, a doença de Chagas é transmitida principalmente durante a picada pelo inseto barbeiro contaminado</strong>, mas também pode ser adquirida pela ingestão de alimentos infectados, por transmissão sanguínea, ou de mãe para filho, durante a gravidez e o parto.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;A doença de Chagas é negligenciada porque é uma doença grave que atinge a população mais pobre, que é provocada pela pobreza e que gera mais pobreza&#8221;, explica Wilson Oliveira.</p>
</blockquote>
<p>&#8220;Por isso, é subdiagnosticada, e poucas pessoas fazem o tratamento. A maioria vai descobrir no fim da vida, quando já está muito debilitado, com doença cardíaca ou digestiva&#8221;, acrescenta.</p>
<p><strong>Historicamente, a prevalência está bastante associada a regiões rurais com habitação precária</strong>, já que o barbeiro é mais encontrado em ambientes de mata, lavoura e criação de animais e, nas casas, costuma se esconder em frestas e buracos.</p>
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<h6 class="meta"><!--copyright=257203-->Barbeiro é o transmissor do protozoário que causa a doença  &#8211; <strong>Arquivo/Ministério da Saúde</strong><!--END copyright=257203--></h6>
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<p>O agricultor Roberto Barbosa dos Santos conta que essa era a realidade na cidade de Triunfo quando ele era criança: &#8220;A gente não tinha colchão em casa. Minha mãe pegava um saco, abria ele no meio, enchia de palha de banana seca, e a gente dormia assim. Aquele era um lugar adequado para o o barbeiro, né? E as paredes, como não eram rebocadas, tinham as frestas dos tijolos e das pedras, onde eles também se alojavam&#8221;</p>
<p>Infelizmente, ele faz parte das estatísticas de diagnóstico tardio da doença. <strong>Roberto suspeita que tenha herdado a doença da mãe, já que ela morreu de infarto e outros oito irmãos também têm a doença. No entanto, só foi diagnosticado na idade adulta e não teve acesso a tratamento precoce.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Eu descobri em 2006, quando eu trabalhava no corte de cana no interior de São Paulo, e precisei fazer o exame de Chagas. De 2015 para cá, o fôlego começou a faltar, o cansaço começou a se instalar, e, uns dois anos depois, comecei a me sentir bem fraco mesmo. Tive até um princípio de infarto&#8221;, ele lembra.</p>
</blockquote>
<p>Hoje, Roberto precisa usar um marcapasso e convive com outras complicações da doença, mas quer ajudar a evitar que novos pacientes tenham o mesmo percurso. Por isso, participa do projeto como presidente da recém-criada filial de Triunfo da Associação dos Pacientes Portadores de Doença de Chagas, Insuficiência Cardíaca e Miocardiopatia de Pernambuco.</p>
<p>A Diretora de Saúde Global e Responsabilidade Corporativa da Novartis Brasil, Michelle Ehlke, acredita que o projeto em Pernambuco pode se tornar referência para políticas públicas em todo o Brasil. A empresa é parceira institucional do projeto e planeja expandi-lo:</p>
<p>&#8220;A proposta é fortalecer a atenção primária como porta de entrada qualificada, em uma região onde o acesso ainda é limitado. A experiência no Sertão do Pajeú tem potencial para se tornar referência e ser replicada em outras regiões endêmicas do país, promovendo equidade, prevenção e sustentabilidade no cuidado. Caso o projeto seja validado, a intenção da Novartis é ampliar esse esforço, buscando novas parcerias para implementar o programa em outras localidades onde a doença continua impactando severamente a população&#8221;, declarou a diretora da empresa.</p>
<p> Tâmara Freire &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-08/projeto-busca-tratar-doenca-de-chagas-perto-da-casa-dos-pacientes">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 10 Aug 2025 10:05:00 -0300 </p>

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