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	<title>Arquivo de caribe - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de caribe - WeekNews</title>
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		<title>FMI corta previsão de crescimento da América Latina e aponta baixo efeito da IA na região</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 13:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[6% em junho]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
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		<category><![CDATA[diz Banco Central]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou para baixo as projeções de crescimento da América Latina e do Caribe para este ano e para 2027, segundo o relatório Perspectiva Econômica Global, divulgado nesta terça-feira (13) em Bangcoc. O Fundo estima expansão regional de 2,3% em 2026, abaixo dos 2,5% previstos para 2025 e da projeção de 2,4% feita em julho. Para 2027, a previsão caiu de 2,7% para 2,5%. Segundo o FMI, a maior parte da região se beneficia pouco do boom da inteligência artificial, que tem ajudado outras economias a absorver o choque energético provocado pela guerra no Oriente Médio. O conflito transformou a energia em um choque inflacionário global, com o petróleo Brent cerca de 45% acima do nível&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/fmi-corta-previsao-de-crescimento-da-america-latina-e-aponta-baixo-efeito-da-ia-na-regiao/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/06/2020-03-25t183005z_1_lynxmpeg2o254_rtroptp_3_macro-fmi-alivio-1024x512.jpg" alt="FMI corta previsão de crescimento da América Latina e aponta baixo efeito da IA na região" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-10/fmi-reduz-projecoes-de-crescimento-para-america-latina" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou para baixo as projeções de crescimento da América Latina e do Caribe para este ano e para 2027, segundo o relatório Perspectiva Econômica Global, divulgado nesta terça-feira (13) em Bangcoc. O Fundo estima expansão regional de 2,3% em 2026, abaixo dos 2,5% previstos para 2025 e da projeção de 2,4% feita em julho. Para 2027, a previsão caiu de 2,7% para 2,5%.</p>
<p>Segundo o FMI, a maior parte da região se beneficia pouco do boom da inteligência artificial, que tem ajudado outras economias a absorver o choque energético provocado pela guerra no Oriente Médio. O conflito transformou a energia em um choque inflacionário global, com o petróleo Brent cerca de 45% acima do nível pré-guerra. Os custos mais altos de combustível e energia pressionam famílias e empresas, e os temores de inflação persistente elevaram os custos globais de financiamento a níveis não vistos em várias décadas.</p>
<p>Ainda de acordo com o relatório, o efeito do choque energético na América Latina depende de os ganhos dos exportadores de commodities superarem as perdas dos importadores de energia e da credibilidade das metas de inflação dos bancos centrais. O Fundo acrescenta que “há pouca compensação proveniente da recuperação do setor tecnológico na maioria dos países”.</p>
<p>Entre as três economias latino-americanas listadas separadamente pelo FMI na atualização de julho, a Argentina registrou a maior redução. O Fundo agora espera crescimento de 2,1% neste ano, ante 4,5% em 2025 e bem abaixo dos 3,5% previstos em julho. Para 2027, a previsão caiu de 4% para 3,5%. O relatório indica que a inflação argentina deve recuar para 32,5% neste ano, ante 41,9% em 2025.</p>
<p>O Brasil teve a projeção de crescimento reduzida para 2,2% neste ano e 1,9% em 2027, ante 2,4% e 2,2% estimados em julho, quando o FMI esperava que o crescimento brasileiro “permanecesse resiliente” neste ano. O Fundo aponta desaceleração no próximo ano, citando condições monetárias ainda restritivas para trazer a inflação de volta à meta, a retirada do apoio fiscal do governo e a incerteza global.</p>
<p>O México seguiu caminho oposto e teve a previsão para 2026 elevada de 1,2% para 1,5%. Antes, o Fundo associava a recuperação mexicana a políticas internas menos restritivas; agora, aponta para as exportações, inclusive por meio de cadeias de suprimentos de IA, e para o investimento, que se estabiliza à medida que o crescimento acelera no próximo ano. Ainda assim, a previsão para 2027 foi reduzida de 1,9% para 1,8%, e o FMI afirmou que o comércio e outras incertezas continuariam a frear a atividade.</p>
<p>As tabelas do relatório mostram que o crescimento do Chile desacelerará de 2,5% para 0,6% neste ano, que a economia da Bolívia encolherá 3% após contração de 1,6% em 2025 e que a inflação na Venezuela acelerará de 252% para 467,9%.</p>
<p>O FMI afirmou que os riscos continuam inclinados para o lado negativo e alertou que a turbulência nos mercados poderia afetar as economias emergentes por meio de custos mais elevados de endividamento público, pressão sobre suas moedas e condições financeiras locais mais restritivas.</p>
<p>Análise WeekNews: A revisão para baixo das projeções latino-americanas ocorre em um momento de crescimento global ligeiramente maior, de 3% para 3,1% neste ano, segundo o próprio FMI. O contraste sugere que a região não está capturando os mesmos impulsos que sustentam outras economias, em especial os investimentos ligados à inteligência artificial e o redirecionamento dos suprimentos de energia. No caso brasileiro, a combinação de juros restritivos, retirada de estímulo fiscal e incerteza externa indica que a desaceleração projetada para 2027 decorre de fatores domésticos e internacionais já identificados pelo Fundo.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-10/fmi-reduz-projecoes-de-crescimento-para-america-latina" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Opas amplia acesso ao lenacapavir para prevenção do HIV em 14 países da América Latina e do Caribe</title>
		<link>https://weeknews.online/opas-amplia-acesso-ao-lenacapavir-para-prevencao-do-hiv-em-14-paises-da-america-latina-e-do-caribe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 18:19:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[caribe]]></category>
		<category><![CDATA[Desinformação sobre HIV dificulta tratamento e aumenta preconceito]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
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		<category><![CDATA[Saiba como cientistas "curaram" pacientes infectados com HIV]]></category>
		<category><![CDATA[STM determina perda de patente de militar acusado de transmitir HIV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) vai ampliar o acesso ao lenacapavir para a prevenção do HIV na América Latina e no Caribe. O antirretroviral será disponibilizado para 14 países da região, entre eles o Brasil. De acordo com a Opas, Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, México, Panamá, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela poderão adquirir o medicamento por meio de fundos rotatórios regionais da entidade. O lenacapavir é uma profilaxia pré-exposição (PrEP) injetável de ação prolongada, administrada duas vezes ao ano. Em 2025, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou o medicamento como opção adicional no combate ao HIV, após ensaios clínicos demonstrarem eficácia de quase 100% na prevenção da infecção. Segundo a Opas, a&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/opas-amplia-acesso-ao-lenacapavir-para-prevencao-do-hiv-em-14-paises-da-america-latina-e-do-caribe/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/09/pzzb3446-1024x512.jpg" alt="Opas amplia acesso ao lenacapavir para prevenção do HIV em 14 países da América Latina e do Caribe" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-09/opas-amplia-acesso-ao-lenacapavir-para-prevenir-hiv-na-america-latina" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) vai ampliar o acesso ao lenacapavir para a prevenção do HIV na América Latina e no Caribe. O antirretroviral será disponibilizado para 14 países da região, entre eles o Brasil.</p>
<p>De acordo com a Opas, Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, México, Panamá, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela poderão adquirir o medicamento por meio de fundos rotatórios regionais da entidade.</p>
<p>O lenacapavir é uma profilaxia pré-exposição (PrEP) injetável de ação prolongada, administrada duas vezes ao ano. Em 2025, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou o medicamento como opção adicional no combate ao HIV, após ensaios clínicos demonstrarem eficácia de quase 100% na prevenção da infecção.</p>
<p>Segundo a Opas, a administração semestral representa uma alternativa importante para pessoas que podem enfrentar dificuldades com esquemas de prevenção de uso mais frequente. Dados da entidade indicam cerca de 140 mil novas infecções pelo HIV registradas todos os anos na América Latina e no Caribe, o que reforça, de acordo com a organização, a necessidade de ampliar o acesso a opções de prevenção eficazes.</p>
<p>A nova via de acesso complementa acordos de licenciamento voluntário que já abrangem 24 países da América Latina e do Caribe, no âmbito de uma estrutura global que contempla 120 países. Como parte da iniciativa, a Gilead Sciences, farmacêutica responsável pela produção do lenacapavir, se comprometeu a avançar no processo de transferência de tecnologia para o Brasil, com o objetivo de viabilizar a produção local do medicamento.</p>
<p>A Opas informou que o processo ainda está em desenvolvimento e que prazos e mecanismos específicos não foram definidos. No longo prazo, segundo a entidade, a ampliação da capacidade regional de produção poderá contribuir para maior disponibilidade do lenacapavir e para condições de aquisição mais sustentáveis.</p>
<p>A incorporação do medicamento aos programas nacionais de combate ao HIV será progressiva e dependerá de processos regulatórios nacionais, protocolos clínicos, capacitação de profissionais de saúde e planejamento programático. A Opas afirmou que está oferecendo cooperação técnica para apoiar os países na avaliação e quantificação das necessidades, na elaboração de diretrizes, no monitoramento e na preparação dos sistemas de saúde, para que a introdução seja baseada em evidências e adaptada aos contextos nacionais.</p>
<p>O lenacapavir soma-se a outras opções de prevenção do HIV, como a PrEP oral diária ou sob demanda, o cabotegravir de ação prolongada e os preservativos, além do diagnóstico precoce e do acesso oportuno ao tratamento antirretroviral. Segundo a Opas, a disponibilização de diversas opções pode ajudar a atender a diferentes necessidades e preferências e favorecer abordagens de prevenção mais centradas nas pessoas.</p>
<p>A organização concluiu que ampliar o acesso a ferramentas eficazes de prevenção, diagnóstico e tratamento, garantindo que cheguem a todas as pessoas que delas necessitam, é essencial para reduzir as novas infecções pelo HIV e avançar rumo à meta de eliminar o HIV como problema de saúde pública até 2030.</p>
<p>Análise WeekNews: A inclusão do lenacapavir nos fundos rotatórios da Opas amplia o leque de opções de prevenção disponíveis na região, que registra cerca de 140 mil novas infecções por ano. A administração semestral pode facilitar a adesão de pessoas com dificuldade de manter esquemas mais frequentes, enquanto a transferência de tecnologia para o Brasil, ainda sem prazos definidos, indica uma tentativa de reduzir a dependência de aquisições externas no longo prazo. O avanço, no entanto, depende de etapas regulatórias e de planejamento em cada país.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-09/opas-amplia-acesso-ao-lenacapavir-para-prevenir-hiv-na-america-latina" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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			</item>
		<item>
		<title>Caixa Cultural do Pelourinho abre com exposição sobre Jorge Amado, Dorival Caymmi e Carybé</title>
		<link>https://weeknews.online/caixa-cultural-do-pelourinho-abre-com-exposicao-sobre-jorge-amado-dorival-caymmi-e-carybe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 01:56:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[3 Obás de Xangô]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[Jorge Amado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Feed Editoria Radioagência Nacional. Salvador ganha um novo espaço dedicado à cultura com a inauguração da Caixa Cultural no Pelourinho, na Rua Saldanha. A primeira exposição do local, intitulada “3 Obás de Xangô”, celebra a amizade entre o escritor Jorge Amado, o cantor e compositor Dorival Caymmi e o pintor e escultor argentino Carybé, naturalizado brasileiro e radicado na Bahia. A mostra propõe uma reflexão sobre arte, religiosidade, memória e identidade cultural baiana, tendo como ponto de partida o título de Obás de Xangô recebido pelos três no Ilê Axé Opô Afonjá. A exposição reúne obras, documentos e registros históricos de mais de 45 artistas das artes visuais, da música, da literatura e da fotografia, todos relacionados aos homenageados. O&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/arquivo_nacional_jorge_amado-1024x512.jpg" alt="Caixa Cultural do Pelourinho abre com exposição sobre Jorge Amado, Dorival Caymmi e Carybé" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-08/exposicao-3-obas-de-xango-inaugura-caixa-cultura-no-pelourinho" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>Feed Editoria Radioagência Nacional.</p>

<p>Salvador ganha um novo espaço dedicado à cultura com a inauguração da Caixa Cultural no Pelourinho, na Rua Saldanha. A primeira exposição do local, intitulada “3 Obás de Xangô”, celebra a amizade entre o escritor Jorge Amado, o cantor e compositor Dorival Caymmi e o pintor e escultor argentino Carybé, naturalizado brasileiro e radicado na Bahia. A mostra propõe uma reflexão sobre arte, religiosidade, memória e identidade cultural baiana, tendo como ponto de partida o título de Obás de Xangô recebido pelos três no Ilê Axé Opô Afonjá.</p>
<p>A exposição reúne obras, documentos e registros históricos de mais de 45 artistas das artes visuais, da música, da literatura e da fotografia, todos relacionados aos homenageados. O percurso é organizado em núcleos temáticos que abordam o matriarcado nas religiões de matriz africana, os saberes produzidos nas comunidades de axé, a simbologia de Xangô, a amizade entre os três e as transformações contemporâneas das expressões artísticas afro-brasileiras.</p>
<p>A relação de Jorge Amado e Dorival Caymmi com a Bahia é amplamente conhecida, tendo sido expressa em dezenas de livros e centenas de canções. Já Carybé, cujo nome de batismo era Hector Julio Páride Bernabó, mesmo com raízes argentinas, destacou-se nas artes por retratar com profundidade a cultura afro-brasileira, os rituais do candomblé e o cotidiano popular baiano. A exposição joga luz sobre o recorte afro-religioso que une a biografia dos três intelectuais e artistas, dando centralidade à intelectualidade negra que permitiu o surgimento do ministério de Xangô.</p>
<p>A mostra também evidencia a importância do Candomblé e das lideranças femininas negras na construção do imaginário cultural baiano, ressaltando o papel das mães de santo na preservação, organização e transmissão dos saberes afro-brasileiros. O matriarcado nas religiões de matriz africana é um dos eixos centrais da exposição, que busca destacar a contribuição dessas mulheres para a cultura e a identidade do estado.</p>
<p>A nova unidade da Caixa Cultural de Salvador funciona no Palacete Saldanha, um edifício com mais de 7,8 mil metros quadrados que abrigou o Liceu de Artes e Ofícios da Bahia por mais de 130 anos. O espaço, localizado no coração do Pelourinho, passa a integrar o circuito cultural da capital baiana, que já conta com uma unidade da Caixa Cultural na Rua Carlos Gomes, no Centro.</p>
<p>A exposição “3 Obás de Xangô” fica em cartaz até o dia 6 de dezembro, com visitação gratuita de terça a domingo, inclusive nos feriados, das 9h às 18h. A entrada é livre, permitindo que moradores e turistas tenham acesso à mostra e ao novo equipamento cultural.</p>
<p>A escolha do Pelourinho para a nova unidade reforça a vocação histórica e cultural do bairro, um dos principais polos turísticos de Salvador. O Palacete Saldanha, com sua arquitetura imponente e sua trajetória ligada ao ensino de artes e ofícios, agora se abre para uma programação que dialoga com as raízes afro-brasileiras da cidade.</p>
<p>A exposição é uma oportunidade para o público conhecer mais sobre a amizade entre Jorge Amado, Dorival Caymmi e Carybé, três figuras que, cada uma à sua maneira, contribuíram para a difusão da cultura baiana no Brasil e no mundo. A mostra também convida à reflexão sobre a importância do Candomblé e das tradições afro-brasileiras na formação da identidade cultural do estado.</p>
<p>Com a inauguração da Caixa Cultural no Pelourinho, Salvador amplia sua rede de equipamentos culturais, oferecendo mais um espaço para exposições, debates e atividades artísticas. A expectativa é que o novo espaço contribua para a dinamização do centro histórico e para a valorização da diversidade cultural baiana.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-08/exposicao-3-obas-de-xango-inaugura-caixa-cultura-no-pelourinho" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>“Divididos, somos frágeis”, diz Lula ao defender integração na AL</title>
		<link>https://weeknews.online/divididos-somos-frageis-diz-lula-ao-defender-integracao-na-al/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 17:19:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[caribe]]></category>
		<category><![CDATA[Em telefonema]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Econômico Internacional da América Latina e Caribe]]></category>
		<category><![CDATA[Integração]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Lula diz que viajará a Washington em março para encontro com Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Lula e Macron conversam sobre Conselho da Paz de Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Lula homenageia vítimas do Holocausto e condena autoritarismo]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a América Latina e o Caribe só resolverão seus problemas caso os enfrentem de forma conjunta. Nesta quarta-feira (28), durante a abertura do Fórum Econômico Internacional – América Latina e Caribe 2026, no Panamá, Lula destacou os ativos políticos e econômicos que podem, via integração regional, favorecer todos os países, tornando-os mais relevantes no cenário mundial. “Seguir divididos nos torna todos mais frágeis”, discursou o presidente durante a sessão de abertura do fórum, ao citar as “credenciais econômicas, geográficas, demográficas, políticas e culturais excepcionais” que os países latino-americano e caribenhos têm “para aspirar a uma presença relevante no contexto mundial”. Notícias relacionadas: Lula diz que viajará a Washington em março para encontro com Trump. Lula&#8230;</p>
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				</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a América Latina e o Caribe só resolverão seus problemas caso os enfrentem de forma conjunta. <strong>Nesta quarta-feira (28), durante a abertura do Fórum Econômico Internacional – América Latina e Caribe 2026, no Panamá, Lula destacou os ativos políticos e econômicos que podem, via integração regional, favorecer todos os países, tornando-os mais relevantes no cenário mundial.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1769620780_702_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1769620780_417_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>“Seguir divididos nos torna todos mais frágeis”, discursou o presidente durante a sessão de abertura do fórum, ao citar as “credenciais econômicas, geográficas, demográficas, políticas e culturais excepcionais” que os países latino-americano e caribenhos têm “para aspirar a uma presença relevante no contexto mundial”.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
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<li>Lula diz que viajará a Washington em março para encontro com Trump.</li>
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</ul>
<p>Lula ponderou que, para atingir esses objetivos, <strong>é fundamental que as lideranças regionais estejam comprometidas com mecanismos institucionais e que “articulem de forma equilibrada os distintos interesses nacionais de nossa região”.</strong></p>
<p>Segundo Lula, falta às lideranças regionais convicção sobre os benefícios de adoção de um projeto mais autônomo de inserção internacional. <strong>Nesse sentido, sugeriu que os países da região levem em consideração as riquezas inexploradas que poderão garantir uma inserção competitiva na ordem global.</strong></p>
<p>“Dispomos de ativos de ordem política e econômica que podem conferir materialidade ao impulso integracionista”, argumentou o presidente ao enumerar, entre esses ativos, o potencial energético relacionado às reservas de petróleo e gás, a hidroeletricidade, os biocombustíveis, e a energia gerada a partir das matrizes nuclear, eólica e solar.</p>
<p>O presidente citou também como ativos o fato de a<strong> região contar com a maior floresta tropical do planeta; e as variadas condições de solo e clima e os avanços científicos e tecnológicos para a produção de alimentos.</strong></p>
<p>“Reunimos também recursos minerais abundantes, inclusive minérios críticos e terras raras, essenciais para a transição energética e digital”, disse o presidente brasileiro ao afirmar que “minerais críticos e as terras raras só têm sentido se for para enriquecer os nossos países, e se tivermos coragem de construir parcerias, gerando riqueza, emprego e desenvolvimento em nossos países”.</p>
<p>Lula lembrou que, juntos, <strong>os países da região formam um mercado consumidor com mais de 660 milhões de pessoas.</strong> Além disso, disse que não há conflitos graves entre os países participantes do fórum; e que, predominantemente, todos governo foram eleitos democraticamente.</p>
<blockquote>
<p>“A América Latina e o Caribe são únicos. Cabe a nós assumir que a integração possível é a que estará calcada na pluralidade de opções. Guiados pelo pragmatismo, podemos superar divergências ideológicas e construir parcerias sólidas e positivas dentro e fora da região. Essa é a única doutrina que nos convém”, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>“Não há nenhuma possibilidade de qualquer país da América Latina, sozinho, achar que vai resolver os problemas. Temos 525 anos de história. Muitas vezes a colonização não estará na interferência de outro, mas na formação cultural que o nosso o povo teve. Precisamos mudar de comportamento. Vamos criar um bloco. Um bloco que possa dizer que a gente vai acabar com a fome em nossos países”, concluiu.</p>
<p>Por ser convidado especial, o presidente brasileiro foi o segundo a discursar, logo após o presidente do país anfitrião, José Raúl Mulino. A expectativa é que Lula retorne ao Brasil ainda hoje, ao final do dia.</p>
<p>O Fórum Econômico Internacional da América Latina e Caribe seguirá até o dia 30.</p>
<p> Pedro Peduzzi &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-01/divididos-somos-frageis-diz-lula-ao-defender-integracao-na-al">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 28 Jan 2026 13:49:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/divididos-somos-frageis-diz-lula-ao-defender-integracao-na-al/">“Divididos, somos frágeis”, diz Lula ao defender integração na AL</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Jovens da América Latina e Caribe discutem combate à fome</title>
		<link>https://weeknews.online/jovens-da-america-latina-e-caribe-discutem-combate-a-fome/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 20:47:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[acesso à tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo Mercosul-UE beneficiará agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
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		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O fortalecimento de políticas sociais como os programas Bolsa Família e de alimentação escolar (Pnae), o apoio à agricultura familiar, a capacitação e o acesso a tecnologias, a disponibilidade de crédito a pequenos e médios produtores foram decisivos para o Brasil sair pela segunda vez do Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas (ONU), em julho de 2025. A avaliação é do representante regional para América Latina e Caribe da ONU para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Rene Orellana, que participou nesta segunda-feira (25), em Brasília, da abertura do Fórum de Juventudes para a Transformação dos Sistemas Agroalimentares da América Latina e Caribe. “Toda essa política implementada nos últimos anos tem fortalecido a segurança alimentar do Brasil, que dá o exemplo&#8230;</p>
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<p>O fortalecimento de políticas sociais como os programas Bolsa Família e de alimentação escolar (Pnae), o apoio à agricultura familiar, a capacitação e o acesso a tecnologias, a disponibilidade de crédito a pequenos e médios produtores foram decisivos para o Brasil sair pela segunda vez do Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas (ONU), em julho de 2025. A avaliação é do representante regional para América Latina e Caribe da ONU para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Rene Orellana, que participou nesta segunda-feira (25), em Brasília, da abertura do Fórum de Juventudes para a Transformação dos Sistemas Agroalimentares da América Latina e Caribe.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1769460458_113_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1769460458_899_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>“Toda essa política implementada nos últimos anos tem fortalecido a segurança alimentar do Brasil, que dá o exemplo porque são políticas integrais, holísticas, que favorecem o consumo, o mercado e também os produtores e as alianças entre os grandes, médios e pequenos produtores, o que é muito importante para complementaridade”, disse o representante da FAO, Rene Orellana.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
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<li>Acordo Mercosul-UE beneficiará agricultura familiar, diz ministro.</li>
<li>Metade das cidades não tem estrutura para política de combate à fome.</li>
<li>Dia da Educação Ambiental destaca iniciativas de conscientização.</li>
</ul>
<p>O encontro dos jovens do meio rural dos países latino-americanos e caribenhos faz parte das rodadas de consultas a diferentes setores da sociedade civil como preparação para 39ª Conferência Regional da FAO para a América Latina e o Caribe (Larc39), que ocorrerá de 2 a 6 de março, em Brasília.</p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/forum-juventudes-fao-mc_abr_26012026-4.jpg" alt="Brasília (DF), 26/01/2026 - O representante regional da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) para a América Latina e Caribe, René Orellana, durante o Fórum de Juventudes para a Transformação dos Sistemas Agroalimentares da América Latina e Caribe. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"><br />
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<div class="dnd-caption-wrapper">
<h6 class="meta">Representante regional da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) para a América Latina e Caribe, René Orellana &#8211; Foto: <strong>Marcelo Camargo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=451184--></h6>
</div>
</div>
<p>A autoridade boliviana Rene Orellana explica que as experiências plurais dos jovens reunidos na capital federal serão sintetizadas em um documento final que servirá como meio de escuta das principais propostas e demandas, mesmo diante de diferentes realidades dos países da região e níveis distintos de desenvolvimento da produção agrícola e de processos industriais.</p>
<p><strong>“Nós esperamos que essa experiência e esse conhecimento que eles têm sejam investidos em produzir um documento que guie e que dê luzes aos documentos oficiais que serão discutidos na conferência regional que será realizada em março”, disse.</strong></p>
<h2>Vozes da juventude</h2>
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    <!-- END scald=451183 --></div>
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<h6 class="meta">Vitória Genuino diz que o poder público federal tem soluções como assistência técnica e extensão rural aos jovens produtores e outras tecnologias para combater a fome &#8211; Foto: <strong>Marcelo Camargo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=451183--></h6>
</div>
</div>
<p>Presente à abertura do Fórum de Juventudes, a nova secretária Nacional de Juventude da Secretaria-Geral de Presidência, Vitória Genuino, defende que é preciso incluir as soluções que já são produzidas nos territórios pelas juventudes e pelos movimentos sociais, para tê-las como exemplos.</p>
<blockquote>
<p>“A gente pode fazer esses enfrentamentos [de problemas] a partir de tecnologia social existente. Essa troca de realidades e de experiências é muito importante para a produção de políticas públicas inspiradas no que a sociedade civil já faz”, reforça a  secretária Nacional de Juventude.</p>
</blockquote>
<p>Na ponta governamental, a secretária Vitória Genuino indica que o poder público federal tem soluções como assistência técnica e extensão rural aos jovens produtores e outras tecnologias para combater a fome e a insegurança alimentar em áreas periféricas do Brasil, como do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/mds/pt-br/acoes-e-programas/acesso-a-alimentos-e-a-agua/programa-cozinha-solidaria" target="_blank">Programa Cozinha Solidária</a> do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).</p>
<p><strong>A representante da Guatemala e da Liga Continental das Mulheres Indígenas e Camponesas da América Latina, Hilda López, disse que sente falta de jovens em espaços de participação para a tomada de decisões de garantia da segurança alimentar e redução da crise climática.</strong></p>
<p>“Tendo esse espaço oportuno, existe muita habilidade, muito talento e muita criatividade para que a juventude possa realizar mudanças significativas daquilo que estamos vivendo pela falta de tomada de decisão a partir das contribuições da juventude”, afirmou.</p>
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<h6 class="meta"><!--copyright=451188-->Representante da Liga Continental das Mulheres Indígenas e Camponesas da América Latina, Hilda López, sente falta de jovens em espaços de participação para a tomada de decisões &#8211; Foto: <strong>Marcelo Camargo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=451188--></h6>
</div>
</div>
<p>A opinião é compartilhada pelo representante da FAO no Brasil, Jorge Meza. O equatoriano defende o protagonismo e o poder de influência dos jovens para cobrar e melhorar os programas que estão sendo implementados atualmente pelo governo de seu respectivo país. </p>
<p><strong>“Os jovens precisam ocupar espaços como este para que eles se envolvam de maneira ordenada, sistêmica e propositiva, indo além da simples discussão sobre o desenvolvimento do setor rural, agrícola e o combate à pobreza&#8221;, defendeu.</strong></p>
<h2>Problemas e soluções</h2>
<p>No Fórum de Juventudes para a Transformação dos Sistemas Agroalimentares da América Latina e Caribe, os participantes relataram que enfrentam barreiras estruturais que restringem o acesso a recursos produtivos, trabalho decente, financiamento, educação, entre outros.</p>
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        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/forum-juventudes-fao-mc_abr_26012026-7.jpg" alt="Brasília (DF), 26/01/2026 - Eduardo Peralta, do Equador, durante o Fórum de Juventudes para a Transformação dos Sistemas Agroalimentares da América Latina e Caribe. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"><br />
    <!-- END scald=451187 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<h6 class="meta"><!--copyright=451187-->Coordenador de uma rede regional de jovens indígenas da América Latina e do Caribe, Eduardo Peralta aponta caminhos para enfrentar a crise planetária &#8211; Foto: <strong>Marcelo Camargo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=451187--></h6>
</div>
</div>
<p>Vindo do povoado quéchua da região andina de Otavalo, no Equador, o coordenador de uma rede regional de jovens indígenas da América Latina e do Caribe, Eduardo Peralta aponta caminhos para enfrentar a crise planetária provocada pelas mudanças climáticas, a poluição e a perda da biodiversidade, com a meta de fortalecer a soberania alimentar.</p>
<blockquote>
<p>“É importante cuidar da Mãe Terra, a Pachamama, porque ela nos concede o alimento; é de onde tudo sai, a raiz de onde tudo brota. Com essas sementes, nós também vivemos. Elas são a origem de onde tudo provém&#8221;, destacou a liderança equatoriana.</p>
</blockquote>
<p>Sobre o êxodo rural, que força a saída prematura dos jovens de suas cidades em busca de melhores oportunidades de subsistência nos grandes centros urbanos, o representante da FAO no Brasil, Jorge Meza, defende que a tecnologia e a inovação cheguem aos campos, florestas e áreas ribeirinhas.</p>
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<div class="dnd-caption-wrapper">
<h6 class="meta">Jorge Meza defende que a tecnologia e a inovação cheguem aos campos, florestas e áreas ribeirinhas &#8211; Foto: <strong>Marcelo Camargo/Agência Brasil</strong><!--END copyright=451181--></h6>
</div>
</div>
<p><strong>“O Estado tem que ajudar a gerar oportunidades para que os jovens fiquem no meio rural. O jovem está muito mais predisposto a trabalhar em contextos de inovação e de tecnologia. Se levadas ao setor rural, eles podem fazer parte desse processo de modernização das atividades produtivas&#8221;, disse.</strong></p>
<h2>Construção coletiva</h2>
<p>Além da consulta às juventudes latino-americanas, realizada nesta semana, as rodadas de consultas à sociedade civil também vão ouvir os agricultores familiares, comunidades camponesas e afrodescendentes, povos indígenas, pescadores, pastores e consumidores de diversas áreas da América Latina e Caribe.</p>
<p>Nas últimas duas semanas, segundo a FAO, já foram feitas consultas regionais com os setores privado, científico e acadêmico, com o objetivo de promover a coerência regional em temas políticos de alcance global.</p>
<p><strong>Ao final do encontro, será produzida uma declaração conjunta, como reflexo do posicionamento da sociedade civil, que será entregue aos representantes dos Estados Membros da FAO, durante a 39ª Conferência Regional da FAO para a América Latina e o Caribe (Larc39).</strong></p>
<h2>Conferência Regional da FAO</h2>
<p>A Conferência Regional da FAO é um espaço de diálogo técnico e político realizado a cada dois anos e que debate os avanços e desafios no combate à fome e à má nutrição e define as áreas prioritárias de atuação para cada biênio, neste ano o de 2026-2027, rumo à execução do Objetivo do Desenvolvimento Sustentáveis (ODS) para erradicar a fome, alcançar a segurança alimentar, melhorar a nutrição e promover a agricultura sustentável até 2030.</p>
<p> Daniella Almeida &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-01/jovens-da-america-latina-e-caribe-discutem-combate-fome">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 26 Jan 2026 17:34:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>ONU pede que EUA suspendam ataques a embarcações no Caribe e Pacífico</title>
		<link>https://weeknews.online/onu-pede-que-eua-suspendam-ataques-a-embarcacoes-no-caribe-e-pacifico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 15:39:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[ataques]]></category>
		<category><![CDATA[caribe]]></category>
		<category><![CDATA[Embarcações]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Maduro: Venezuela tem 5 mil mísseis antiaéreos para enfrentar EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Mais de 60 pessoas teriam sido mortas em uma série contínua de ataques realizados pelas forças armadas dos EUA contra embarcações no Caribe e no Pacífico]]></category>
		<category><![CDATA[Navio de guerra dos EUA chega a Trinidad e Tobago]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Pacífico]]></category>
		<category><![CDATA[Senado dos EUA aprova texto contra tarifas de Trump ao Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O Alto Comissário da Organização das Nações Unidas (ONU) para os Direitos Humanos (ACNUDH) cobrou dos Estados Unidos que interrompaM os “ataques inaceitáveis” contra embarcações “supostamente ligadas ao tráfico de drogas” no Caribe e no Pacífico. “Mais de 60 pessoas teriam sido mortas em uma série contínua de ataques realizados pelas forças armadas dos EUA contra embarcações no Caribe e no Pacífico desde o início de setembro, em circunstâncias que não encontram justificativa no direito internacional”, declarou nesta sexta-feira (31), em nota, a ONU. Violação de direitos Notícias relacionadas: Maduro: Venezuela tem 5 mil mísseis antiaéreos para enfrentar EUA. Navio de guerra dos EUA chega a Trinidad e Tobago. Senado dos EUA aprova texto contra tarifas de Trump ao Brasil. De acordo com&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/onu-pede-que-eua-suspendam-ataques-a-embarcacoes-no-caribe-e-pacifico/">Leia mais...</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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				</p>
<p><strong>O Alto Comissário da Organização das Nações Unidas (ONU) para os Direitos Humanos (ACNUDH) cobrou dos Estados Unidos que interrompaM os “ataques inaceitáveis” contra embarcações “supostamente ligadas ao tráfico de drogas” no Caribe e no Pacífico.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1761925148_954_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1761925148_151_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>“<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.ohchr.org/en/press-releases/2025/10/us-attacks-caribbean-and-pacific-violate-international-human-rights-law-un" target="_blank">Mais de 60 pessoas teriam sido mortas em uma série contínua de ataques realizados pelas forças armadas dos EUA contra embarcações no Caribe e no Pacífico</a> desde o início de setembro, em circunstâncias que não encontram justificativa no direito internacional”, declarou nesta sexta-feira (31), em nota, a ONU.</p>
<h2>Violação de direitos</h2>
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</ul>
<p><strong>De acordo com o alto comissário para os Direitos Humanos, Volker Türk, os ataques promovidos pelo governo de Donald Trump às embarcações violam o direito internacional dos direitos humanos.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Esses ataques – e seu crescente custo humano – são inaceitáveis. Os EUA devem interromper tais ataques e tomar todas as medidas necessárias para impedir a execução extrajudicial de pessoas a bordo dessas embarcações, independentemente da conduta criminosa alegada contra elas”, alertou o integrante da ACNUDH.</p>
</blockquote>
<p>A nota lembra que, segundo argumentos apresentados pelos Estados Unidos, as ações fazem parte de operações necessárias de combate às drogas e ao terrorismo e constituem ações regidas pelo direito internacional humanitário.</p>
<p>“No entanto, o combate ao grave problema do tráfico ilícito de drogas através das fronteiras internacionais é – como há muito se reconhece entre os estados – uma questão de aplicação da lei, regida pelos rigorosos limites ao uso da força letal estabelecidos pelo direito internacional dos direitos humanos”, afirmou Volker Türk.</p>
<h2>Força letal é último recurso</h2>
<p>“De acordo com o direito internacional dos direitos humanos, o uso intencional de força letal só é permitido como último recurso contra indivíduos que representem uma ameaça iminente à vida”, acrescentou.</p>
<p><strong>Segundo Türk, “com base nas escassas informações divulgadas publicamente pelas autoridades americanas, nenhum dos indivíduos a bordo das embarcações visadas parecia representar uma ameaça iminente à vida de terceiros ou justificar o uso de força armada letal contra eles, segundo o direito internacional”.</strong></p>
<p>Ponderando reconhecer “os desafios envolvidos no combate ao tráfico de drogas”, Türk instou o governo dos EUA a respeitar o direito internacional, “incluindo o estabelecido nos tratados de combate às drogas aplicáveis, dos quais os EUA também são signatários”.</p>
<h2>Investigações</h2>
<p><strong>Diante desse cenário, o alto comissário apelou por investigações rápidas, independentes e transparentes sobre esses ataques.</strong></p>
<p>Nesse sentido, ele pediu às autoridades para que mantenham o uso de “métodos de aplicação da lei bem estabelecidos para responder ao alegado tráfico ilícito, incluindo a interceptação legal de embarcações e a detenção de suspeitos, de acordo com as normas aplicáveis ​​do direito penal”.</p>
<p><strong>A manifestação do ACNUDH termina sugerindo aos EUA que, se necessário, prossigam com as investigações, mas que o processo e a punição aos acusados ​​de crimes graves devem ser feitos em conformidade com os princípios fundamentais do Estado de Direito, do devido processo legal e do julgamento justo, “pelos quais os EUA sempre se destacaram”.</strong></p>
<p> Pedro Peduzzi &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-10/onu-pede-que-eua-suspendam-ataques-embarcacoes-no-caribe-e-pacifico">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 31 Oct 2025 12:17:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/onu-pede-que-eua-suspendam-ataques-a-embarcacoes-no-caribe-e-pacifico/">ONU pede que EUA suspendam ataques a embarcações no Caribe e Pacífico</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>América Latina: Lula rejeita equiparação de criminalidade e terrorismo</title>
		<link>https://weeknews.online/america-latina-lula-rejeita-equiparacao-de-criminalidade-e-terrorismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2025 17:53:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[Assembleia Geral da ONU]]></category>
		<category><![CDATA[caribe]]></category>
		<category><![CDATA[como diz o governo Trump. ]]></category>
		<category><![CDATA[Especialistas consultados pela Agência Brasil rejeitaram chamar a Venezuela de “narcoestado”]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Lula afirma que soberania é inegociável e repudia falsos patriotas]]></category>
		<category><![CDATA[Lula critica sanções e diz que Brasil resiste na defesa da democracia]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Trump diz ter "química" com Lula e anuncia encontro bilateral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, nesta terça-feira (23), que a América Latina e o Caribe vivem um momento de crescente polarização e instabilidade.  “Manter a região como zona de paz sempre foi e é a nossa prioridade”, defendeu no discurso na abertura da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Notícias relacionadas: Trump diz ter &#8220;química&#8221; com Lula e anuncia encontro bilateral. Lula critica sanções e diz que Brasil resiste na defesa da democracia. Lula afirma que soberania é inegociável e repudia falsos patriotas . Lula lembrou que a América Latina é um continente livre de armas de destruição em massa e sem conflitos étnicos ou religiosos.  “É preocupante a equiparação entre a criminalidade e o terrorismo. A forma mais eficaz de&#8230;</p>
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				</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, nesta terça-feira (23), que a América Latina e o Caribe vivem um momento de crescente polarização e instabilidade. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1758649994_37_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1758649995_384_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>“Manter a região como zona de paz sempre foi e é a nossa prioridade”, defendeu no discurso na abertura da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).</p>
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<p><strong>Lula lembrou que a América Latina é um continente livre de armas de destruição em massa e sem conflitos étnicos ou religiosos.</strong> </p>
<p>“É preocupante a equiparação entre a criminalidade e o terrorismo. A forma mais eficaz de combater o tráfico de drogas é a cooperação para reprimir a lavagem de dinheiro e limitar o comércio de armas”, disse.</p>
<blockquote>
<p>“Usar força letal em situações que não constituem conflitos armados equivale a executar pessoas sem julgamento. Outras partes do planeta já testemunharam intervenções que causaram danos maiores do que se pretendia evitar, com graves consequências humanitárias”, alertou.</p>
</blockquote>
<p>Na ONU, o presidente citou ainda que a via do diálogo não deve estar fechada na Venezuela e que o Haiti deve ter direito a um futuro livre de violência. Lula ainda classificou como inadmissível que Cuba seja listada como país que patrocina o terrorismo.</p>
<h2>Crise militar</h2>
<p>O governo Donald Trump vem deslocando navios e um submarino militares para a costa venezuelana, sob o argumento do “combate às drogas”, enquanto acusa o governo de Nicolas Maduro de liderar um cartel narcotraficante.</p>
<p>Maduro rejeita as acusações e diz que Washington usa esse argumento para promover uma “troca de regime” do país sul-americano, dono das maiores reservas de petróleo do mundo. Especialistas consultados pela Agência Brasil rejeitaram chamar a Venezuela de “narcoestado”, como diz o governo Trump. </p>
<p> Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-09/america-latina-lula-critica-equiparacao-de-criminalidade-e-terrorismo">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 23 Sep 2025 12:04:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/america-latina-lula-rejeita-equiparacao-de-criminalidade-e-terrorismo/">América Latina: Lula rejeita equiparação de criminalidade e terrorismo</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>América Latina vive momento de polarização e instabilidade, diz Lula</title>
		<link>https://weeknews.online/america-latina-vive-momento-de-polarizacao-e-instabilidade-diz-lula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2025 15:28:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[Assembleia Geral da ONU]]></category>
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		<category><![CDATA[diz Lula na ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Pobreza é tão inimiga da democracia quanto extremismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, nesta terça-feira (23), que a América Latina e o Caribe vivem um momento de crescente polarização e instabilidade.  “Manter a região como zona de paz sempre foi e é a nossa prioridade”, defendeu no discurso na abertura da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Notícias relacionadas: Pobreza é tão inimiga da democracia quanto extremismo, diz Lula na ONU. Lula critica sanções e diz que Brasil resiste na defesa da democracia. Lula diz que soberania é inegociável e repudia falsos patriotas . Lula lembrou que a América Latina é um continente livre de armas de destruição em massa e sem conflitos étnicos ou religiosos.  “É preocupante a equiparação entre a criminalidade e o terrorismo. A forma&#8230;</p>
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</ul>
<p><strong>Lula lembrou que a América Latina é um continente livre de armas de destruição em massa e sem conflitos étnicos ou religiosos.</strong> </p>
<p>“É preocupante a equiparação entre a criminalidade e o terrorismo. A forma mais eficaz de combater o tráfico de drogas é a cooperação para reprimir a lavagem de dinheiro e limitar o comércio de armas”, disse.</p>
<blockquote>
<p>“Usar força letal em situações que não constituem conflitos armados equivale a executar pessoas sem julgamento. Outras partes do planeta já testemunharam intervenções que causaram danos maiores do que se pretendia evitar, com graves consequências humanitárias”, alertou.</p>
</blockquote>
<p>Na ONU, o presidente citou ainda que a via do diálogo não deve estar fechada na Venezuela e que o Haiti deve ter direito a um futuro livre de violência. Lula ainda classificou como inadmissível que Cuba seja listada como país que patrocina o terrorismo.</p>
<p> Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-09/america-latina-vive-momento-de-polarizacao-e-instabilidade-diz-lula">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 23 Sep 2025 12:04:00 -0300 </p>

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		<title>Maioria da América Latina manifesta preocupação com EUA no Caribe</title>
		<link>https://weeknews.online/maioria-da-america-latina-manifesta-preocupacao-com-eua-no-caribe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 16:57:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[caribe]]></category>
		<category><![CDATA[Celac]]></category>
		<category><![CDATA[deslocou navios e um submarino militar para a costa venezuelana]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Famílias de reféns criticam ofensiva em Gaza e protestam em Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[narcoestado]]></category>
		<category><![CDATA[Novos ataques israelenses em Gaza deixam pelo menos 19 mortos]]></category>
		<category><![CDATA[terem usado inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[venezuela]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela acusa EUA de terem usado IA em vídeo sobre ataque a barco]]></category>
		<category><![CDATA[visitou México e Equador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A maioria dos países reunidos na Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), incluindo Brasil, México e Colômbia, manifestaram “profunda preocupação” pela movimentação militar “extra-regional” na região do Caribe. O documento é uma referência indireta ao envio de navios, submarinos e militares pelos Estados Unidos (EUA) à costa da Venezuela. Argentina, Equador, Peru e Paraguai se recusaram a assinar a nota.   Notícias relacionadas: Venezuela acusa EUA de terem usado IA em vídeo sobre ataque a barco. Novos ataques israelenses em Gaza deixam pelo menos 19 mortos. Famílias de reféns criticam ofensiva em Gaza e protestam em Israel. “Se recorda que a América Latina e o Caribe foram proclamados como Zona de Paz, compromisso adotado por todos os Estados membros e sustentado em&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/maioria-da-america-latina-manifesta-preocupacao-com-eua-no-caribe/">Leia mais...</a></p>
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				</p>
<p><strong>A maioria dos países reunidos na Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), incluindo Brasil, México e Colômbia, manifestaram “profunda preocupação” pela movimentação militar “extra-regional” na região do Caribe.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1757091425_456_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/09/1757091426_243_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>O documento é uma referência indireta ao envio de navios, submarinos e militares pelos Estados Unidos (EUA) à costa da Venezuela.</strong> Argentina, Equador, Peru e Paraguai se recusaram a assinar a nota.  </p>
<blockquote>
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<li>Novos ataques israelenses em Gaza deixam pelo menos 19 mortos.</li>
<li>Famílias de reféns criticam ofensiva em Gaza e protestam em Israel.</li>
</ul>
<p>“Se recorda que a América Latina e o Caribe foram proclamados como Zona de Paz, compromisso adotado por todos os Estados membros e sustentado em princípios como: a abolição da ameaça ou o uso da força, a solução pacífica de controvérsias, a promoção do diálogo e o multilateralismo, o respeito irrestrito à soberania e à integridade territorial”, diz o documento.</p>
</blockquote>
<p><strong>O comunicado foi assinado por Brasil, México, Colômbia, Bolívia, Chile, Suriname, Uruguai e Venezuela; pelos centro-americanos Honduras, Guatemala, Belize e Nicarágua; e pelos caribenhos República Dominicana, Cuba, Barbados, Antígua e Barbuda, Granada, São Cristóvão e Neves, Santa Lucía, São Vicente e Granadinas e Dominica.</strong></p>
<p><strong>Por outro lado, não assinaram o documento os países Argentina, Equador, Paraguai, Peru, Costa Rica, El Salvador, Guiana, Jamaica e Trinidad e Tobago. </strong>Segundo o presidente atual da Celac, o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, essa minoria de países do grupo se opôs à nota.</p>
<h2>Tensão aumenta</h2>
<p>A nota da maioria da Celac foi publicada em meio ao aumento das tensões entre EUA e Venezuela. O governo Donald Trump deslocou navios e um submarino militar para a costa venezuelana sob o argumento do “combate às drogas”, enquanto acusa o governo de Nicolas Maduro de liderar um cartel narcotraficante. </p>
<p>Maduro rejeita as acusações e diz que Washington usa esse argumento para promover uma “troca de regime” do país sul-americano, dono das maiores reservas de petróleo do mundo. Especialistas consultados pela <strong>Agência Brasil</strong> rejeitaram chamar a Venezuela de “narcoestado”, como diz o governo Trump. </p>
<p><strong>Nessa quinta-feira (4), em comunicado, o Departamento de Defesa dos EUA acusou a Venezuela de sobrevoar, com aeronaves militares, próximo a um navio dos EUA, supostamente em águas internacionais.</strong></p>
<p>“Este movimento altamente provocador foi concebido para interferir nas nossas operações anti-narcoterrorismo”, disse o Pentágono em comunicado.  A Venezuela não comentou essa acusação.</p>
<p><strong>Em seguida, agências internacionais de notícias, com base em fontes não identificadas, informaram que os EUA enviaram 10 caças F-35 para Porto Rico, ilha caribenha que é território estadunidense.</strong></p>
<p>Segundo a Reuters, a medida seria para “conduzir operações contra cartéis de drogas, disseram duas fontes informadas sobre o assunto”. Os caças seriam adicionados à forte presença militar dos EUA no sul do Caribe.</p>
<p>Na última terça-feira (2), Donald Trump divulgou vídeo de um ataque a um pequeno barco supostamente carregando drogas próximo à Venezuela, o que teria assassinado 11 pessoas. O governo Maduro acusa os EUA de terem usado inteligência artificial em vídeo do ataque. </p>
<p><strong>Enquanto isso, o governo Maduro começou nesta sexta-feira (5) a convocação de civis para se alistarem às Milícias Bolivarianas, espécie de força paramilitar auxiliar do Exército do país. Segundo o governo, seriam 8 milhões de pessoas alistadas às milícias.</strong></p>
<p>“Pela primeira vez na história, as unidades de milícias comunitárias serão ativadas, abrangendo todo o mapa nacional, de norte a sul, de leste a oeste, até a última comunidade. Os mecanismos de ativação já estão em vigor; estou apenas tornando isso público. Cada unidade de milícia comunitária terá um conjunto de bases populares para defesa abrangente”, disse Maduro.</p>
<h2>Celac</h2>
<p>Os países da Celac que assinaram a carta alertando sobre essas movimentações militares, destacaram que o combate ao crime organizado e ao narcotráfico deve ocorrer por meio da “cooperação e a coordenação regional e internacional no marco do despeito ao Direito Internacional”.</p>
<p>Ainda no documento, os países latino-americanos e caribenhos destacaram que a região tem um tratado [Tratado de Tlateloico] que proíbe armas nucleares na região.</p>
<blockquote>
<p>“Esse tratado reflete a vocação de nossos povos pela paz, a segurança coletiva e o abandono definitivo das armas nucleares como meio de coerção ou ameaça”, diz o documento.</p>
</blockquote>
<h2>Rubio na América Latina</h2>
<p>Enquanto as tensões aumentam, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rúbio, visitou México e Equador nessa semana e voltou a disparar contra Maduro, descartando avaliação de relatório das Nações Unidas (ONU) que não dão papel central à Venezuela no marcado global de drogas. </p>
<p>“Não me importa o que a ONU diga. A ONU não sabe do que está falando. Maduro estava escalado para um grande julgamento no Distrito Sul de Nova York. Não há dúvida sobre isso. Nicolás Maduro é um traficante de drogas condenado nos Estados Unidos e um fugitivo da justiça americana”, disse Rúbio em visita ao Equador nessa quinta-feira (7).</p>
<p>Em comunicado, o chanceler da Venezuela, ministro Yván Gil, rebateu o homólogo estadunidense.</p>
<blockquote>
<p>“Marco Rubio ataca a ONU e todos os dados científicos que confirmam que nosso país está livre de cultivos ilícitos e combate o narcotráfico com eficácia exemplar. Essa é uma lógica nazista e gangster: negar as evidências, inventar inimigos e semear o ódio para encobrir falhas”, disse a autoridade venezuelana.</p>
</blockquote>
<p>Yván ironizou ainda a parceria firmada pelos EUA com o Equador para combater o narcotráfico. “Ele se senta ao lado de Daniel Noboa: o produtor de bananas que não exporta mais frutas, mas drogas para os EUA e Europa, com a cumplicidade da DEA [Departamento responsável por combate às drogas nos EUA]”, disparou.</p>
<p><strong>A Venezuela vem associando o presidente do Equador, Daniel Noboa, ao tráfico de drogas uma vez que o pai do presidente equatoriano, o empresário Álvaro Noboa, é dono da maior empresa de exportação de bananas do país e as apreensões de cocaína em carregamento de bananas do Equador têm sido comuns.</strong></p>
<p>A polícia do Equador, inclusive, estimou que cerca de 70% da cocaína contrabandeada é introduzida em carregamentos de banana, segundo informou a Reuters.</p>
<p>Por sua vez, Noboa adotou um programa de “mão dura” contra o crime e o narcotráfico e vem apoiado as ações dos EUA no mar do Caribe próximo à Venezuela.</p>
<p> Lucas Pordeus León  &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-09/maioria-da-america-latina-manifesta-preocupacao-com-eua-no-caribe">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 05 Sep 2025 13:38:00 -0300 </p>

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		<title>Cúpula Brasil-Caribe firma adesões à Aliança Global contra a Fome</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jun 2025 21:09:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[a Organização das Nações Unidas (ONU) assuma parte do financiamento da missão de segurança no Haiti]]></category>
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		<category><![CDATA[Segurança alimentar será prioridade na Cúpula Brasil-Caribe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Cúpula Brasil-Caribe terminou nesta sexta-feira (13), em Brasília, com um saldo de novas adesões à Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza e acordos de cooperação entre o Brasil e os países caribenhos. Com a participação de 16 países da região e de organizações regionais caribenhas, o encontro debateu segurança alimentar, mudanças climáticas, transição energética, gestão de desastres e conectividade. Ao final da cúpula, foi anunciada a entrada de Barbados, Santa Lúcia e Cuba, além do Banco de Desenvolvimento do Caribe, na Aliança Global contra a Fome e a Pobreza. Lançada pelo Brasil, em novembro do ano passado, durante a Cúpula de Líderes do G20, no Rio de Janeiro, a aliança reúne mais de 150 membros com foco em ampliar os esforços globais&#8230;</p>
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<p>A Cúpula Brasil-Caribe terminou nesta sexta-feira (13), em Brasília, com um saldo de novas adesões à Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza e acordos de cooperação entre o Brasil e os países caribenhos. Com a participação de 16 países da região e de organizações regionais caribenhas, o encontro debateu segurança alimentar, mudanças climáticas, transição energética, gestão de desastres e conectividade.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1749848980_299_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1749848980_893_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Ao final da cúpula, foi anunciada a entrada de Barbados, Santa Lúcia e Cuba, além do Banco de Desenvolvimento do Caribe, na Aliança Global contra a Fome e a Pobreza</strong>. Lançada pelo Brasil, em novembro do ano passado, durante a Cúpula de Líderes do G20, no Rio de Janeiro, a aliança reúne mais de 150 membros com foco em ampliar os esforços globais para erradicar a fome e a pobreza no mundo.</p>
<p>Na declaração final, a presidente da comunidade do Caribe (Caricom) e primeira-ministra de Barbados, Mia Mottley, destacou a atuação do governo brasileiro para envolver a comunidade internacional no combate à fome e extrema pobreza.</p>
<blockquote>
<p>“A liderança do Brasil, globalmente nessas questões, é refletida nos nossos objetivos de desenvolvimentos sustentável e continua a nos inspirar”, disse.</p>
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<p>Mia apontou ainda que é preciso que os países tratem da situação de fome de maneira mais humana, e não apenas em “termos aritméticos”. “Para que continuemos o esforço de garantir que as regras e a ordem internacional não foquem somente na movimentação de capital, mas também no progresso e na humanidade das pessoas”, argumentou.</p>
<p>Em seu discurso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou que os países avançaram no debate sobre mudanças climáticas, e que o Brasil e a comunidade dos países caribenhos levarão uma declaração com posicionamentos comuns a COP 30, que será realizada em Belém, em novembro. <strong>Lula apontou que os países insulares da região estão entre os mais vulneráveis aos efeitos do aquecimento global.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Chegaremos em Belém unidos por uma transição justa e inclusiva. Chegaremos exigindo dos países ricos metas ambiciosas de redução das emissões e financiamento robusto para ações de mitigação, adaptação e compensação por perdas e danos”, disse.</p>
</blockquote>
<p>O presidente destacou que o Brasil pode auxiliar a região no processo de transição energética e de descarbonização das matrizes de energia, por sua larga experiência em biocombustíveis, energia eólica e solar.</p>
<p>Lula também voltou a defender que a Organização das Nações Unidas (ONU) assuma parte do financiamento da missão de segurança no Haiti ou realize uma nova missão de paz no país caribenho.</p>
<p>De acordo com as Nações Unidas, 1,3 milhão de pessoas já se deslocaram internamente no Haiti devido à violência dos grupos criminosos, acusados de assassinatos, estupros, saques e sequestros.</p>
<p>“Os países caribenhos têm exercido papel central nos esforços de estabilização do Haiti, mas é necessária uma resposta internacional mais robusta. O Brasil apoia um engajamento maior da ONU&#8221;, disse Lula, reafirmando que a Polícia Federal brasileira vai iniciar, nos próximos meses, um treinamento para 400 membros da polícia nacional haitiana.</p>
<p>A presidente da Caricom agradeceu o apoio do governo brasileiro em contribuir para que o mundo olhe para o que está acontecendo no Haiti.</p>
<blockquote>
<p>“O Haiti precisa da voz e do apoio do mundo mais do que nunca. É necessário acordar o mundo para a necessidade urgente de ajudar o Haiti”, disse Mia. “Como não é visto como um teatro de conflito tradicional, ele não é visto pela comunidade internacional. É preciso dizer que mais da metade da população haitiana enfrenta insegurança alimentar”, concluiu.</p>
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<p><h6 class="meta"> Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante Sessão Plenária da Cúpula Brasil-Caribe, no Palácio Itamaraty. <strong>Ricardo Stuckert/PR</strong><!--END copyright=427506--></h6>
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<h2>Acordos</h2>
<p>Além de anunciar o repasse de US$ 5 milhões para o Banco de Desenvolvimento do Caribe, que serão usado para financiamento de projetos na região, o Brasil assinou acordo sobre serviços aéreos com Barbados e Suriname, para dar maior segurança jurídica nas operações aéreas entre os países, impulsionando o comércio e o turismo. Também foram firmadas parcerias para cooperação técnica com a comunidade das Bahamas e para gestão pública com a República Dominicana.</p>
<p>A República Dominicana também assinou um acordo com o Brasil voltado para o intercâmbio na formação consular entre o Instituto Rio Branco e o órgão formador de diplomatas do país caribenho.</p>
<p>Além disso, o Brasil firmou com Cuba um memorando de entendimento entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente cubano, visando a apoiar conjuntamente o estudo e a pesquisa científica e tecnológica de pesquisadores dos dois países.</p>
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<p> Luciano Nascimento &#8211; repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-06/cupula-brasil-caribe-firma-adesoes-alianca-global-contra-fome">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 13 Jun 2025 16:27:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/cupula-brasil-caribe-firma-adesoes-a-alianca-global-contra-a-fome/">Cúpula Brasil-Caribe firma adesões à Aliança Global contra a Fome</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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