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	<title>Arquivo de Clima - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Clima - WeekNews</title>
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		<title>Ministério da Saúde monitora impacto das queimadas no SUS de 12 municípios do Amazonas</title>
		<link>https://weeknews.online/ministerio-da-saude-monitora-impacto-das-queimadas-no-sus-de-12-municipios-do-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 17:03:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Focos de incêndio no Amazonas diminuem após ação de força-tarefa]]></category>
		<category><![CDATA[Governo investiga se há organização por trás dos incêndios no Amazonas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Ministério da Saúde acompanha os efeitos das queimadas sobre a saúde da população do Amazonas e sobre a rede do Sistema Único de Saúde (SUS) no estado. A pasta atua em conjunto com o governo estadual e com as prefeituras dos municípios atingidos pela estiagem severa, pelo fogo e pela fumaça, por meio de visitas técnicas e apoio à gestão. Até o momento, foram identificados 12 municípios que precisam de algum tipo de suporte nos serviços de saúde. O trabalho busca articular medidas preventivas para manter o abastecimento de insumos essenciais à assistência da população local. A medida foi adotada depois que o governo do Amazonas decretou situação de emergência em 36 municípios, no último dia 10, em razão&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/fachada-ministerio_mcamgo_abr_100420231818-17-1024x512.jpg" alt="Ministério da Saúde monitora impacto das queimadas no SUS de 12 municípios do Amazonas" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-10/governo-monitora-saude-de-amazonenses-em-locais-afetados-por-queimadas" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>O Ministério da Saúde acompanha os efeitos das queimadas sobre a saúde da população do Amazonas e sobre a rede do Sistema Único de Saúde (SUS) no estado. A pasta atua em conjunto com o governo estadual e com as prefeituras dos municípios atingidos pela estiagem severa, pelo fogo e pela fumaça, por meio de visitas técnicas e apoio à gestão.</p>
<p>Até o momento, foram identificados 12 municípios que precisam de algum tipo de suporte nos serviços de saúde. O trabalho busca articular medidas preventivas para manter o abastecimento de insumos essenciais à assistência da população local.</p>
<p>A medida foi adotada depois que o governo do Amazonas decretou situação de emergência em 36 municípios, no último dia 10, em razão dos incêndios florestais.</p>
<p>Entre os grupos que demandam atenção especial estão crianças, idosos, gestantes e pessoas com doenças preexistentes. A atuação considera ainda os cuidados necessários diante da exposição à fumaça, que pode agravar doenças respiratórias e cardiovasculares.</p>
<p>O ministério também avalia o consumo de oxigênio nos territórios, incluindo os Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs). Pela lógica de descentralização do SUS, cabe ao gestor local administrar a rede de saúde de seu território, o que inclui a compra, o controle de estoques e a logística de insumos e medicamentos. Em eventuais situações de calamidade que coloquem vidas em risco, porém, a pasta pode apoiar o abastecimento de insumos, como cilindros de oxigênio, por meio de seu poder de compra emergencial ou do apoio logístico das Forças Armadas para garantir o reabastecimento.</p>
<p>Em paralelo ao monitoramento sobre o SUS, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) segue com operações de prevenção e combate aos incêndios florestais. O órgão enviou o reforço de 290 brigadistas federais ao estado e conta com aeronaves do governo para ampliar as operações.</p>
<p>O governo federal levou ao Amazonas dois aviões KC-390 da Força Aérea Brasileira, em operação desde segunda-feira (13), além de outras seis aeronaves mobilizadas — quatro aviões air tractor e dois helicópteros. Segundo dados divulgados pelo Ministério do Meio Ambiente na última quarta-feira (14), o Ibama extinguiu 303 focos no Amazonas.</p>
<p>De acordo com o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), o Projeto de Combate a Incêndios e Desmatamento no Amazonas (ProAmazon) recebeu do governo federal, desde 2024, R$ 45 milhões para o estado equipar o Corpo de Bombeiros Militar especificamente para combater incêndios. A verba serve para aquisição de viaturas, compra de equipamentos de segurança e estruturação de bases de operação.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-10/governo-monitora-saude-de-amazonenses-em-locais-afetados-por-queimadas" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<item>
		<title>Inmet alerta para tempestades no Centro-Oeste e Sudeste nesta quinta-feira</title>
		<link>https://weeknews.online/inmet-alerta-para-tempestades-no-centro-oeste-e-sudeste-nesta-quinta-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 12:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Agência da ONU diz que El Niño deve se intensificar e ir até fevereiro]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[eventos extremos]]></category>
		<category><![CDATA[Inmet]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[Temperatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta laranja de perigo para tempestades com trovoadas em grande parte do Centro-Oeste e do Sudeste do Brasil nesta quinta-feira (15). O aviso abrange o sudoeste, sul, centro e leste de Mato Grosso, todo o estado de Goiás, o Distrito Federal e as regiões norte, centro e leste de Mato Grosso do Sul. No Sudeste, o alerta laranja cobre quase toda a região. Apenas o extremo nordeste de Minas Gerais e o centro e norte do Espírito Santo ficam sob aviso amarelo de perigo potencial, com possibilidade de chuvas isoladas. Nas capitais, a temperatura mínima prevista é de 17°C, em São Paulo, e a máxima é de 29°C no Rio de Janeiro. A&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/09/img_3069-1024x512.jpg" alt="Inmet alerta para tempestades no Centro-Oeste e Sudeste nesta quinta-feira" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-10/inmet-centro-oeste-e-sudeste-tem-alerta-laranja-para-tempestades" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta laranja de perigo para tempestades com trovoadas em grande parte do Centro-Oeste e do Sudeste do Brasil nesta quinta-feira (15). O aviso abrange o sudoeste, sul, centro e leste de Mato Grosso, todo o estado de Goiás, o Distrito Federal e as regiões norte, centro e leste de Mato Grosso do Sul.</p>
<p>No Sudeste, o alerta laranja cobre quase toda a região. Apenas o extremo nordeste de Minas Gerais e o centro e norte do Espírito Santo ficam sob aviso amarelo de perigo potencial, com possibilidade de chuvas isoladas. Nas capitais, a temperatura mínima prevista é de 17°C, em São Paulo, e a máxima é de 29°C no Rio de Janeiro.</p>
<p>A entrada de uma massa de ar mais seco e frio favorece a queda das temperaturas no Mato Grosso do Sul e no sudoeste de Mato Grosso. Entre as capitais do Centro-Oeste, a mínima será de 18°C, em Campo Grande, e a máxima chega a 31°C, em Goiânia.</p>
<p>O Inmet também informa possibilidade de precipitação na região conhecida como Matopiba, que abrange o Tocantins, o sul do Maranhão e do Piauí e o oeste e sul da Bahia.</p>
<p>Na Região Norte, há aviso laranja de perigo para tempestades no sul do Tocantins e na região de divisa com Goiás. O aviso amarelo de perigo potencial para tempestades cobre o Acre, Rondônia, noroeste, oeste, centro e sul do Amazonas, sul do Pará e região central do Tocantins. Entre as capitais, a mínima será de 24°C, em Rio Branco, e a máxima será de 38°C, em Boa Vista.</p>
<p>No Nordeste, o alerta laranja de perigo para tempestades atinge o sudoeste da Bahia, região de divisa com Goiás e Minas Gerais. No oeste e sul da Bahia, o aviso é amarelo de perigo potencial para tempestades. Há possibilidade de chuvas isoladas em pontos de toda a faixa litorânea do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. Por outro lado, o centro e sudeste do Piauí, o sul do Ceará, o oeste de Pernambuco e as regiões central e norte da Bahia estão sob aviso amarelo de perigo potencial para baixa umidade do ar. A temperatura nas capitais varia entre a mínima de 21°C, em Maceió, e a máxima de 39°C, em Teresina.</p>
<p>Na Região Sul, ainda chove no nordeste do Paraná, próximo da divisa com São Paulo, onde há aviso laranja de perigo para tempestades. No restante do Paraná, em Santa Catarina e no noroeste, norte, centro e leste do Rio Grande do Sul, as chuvas perdem intensidade e ocorrem de forma mais isolada, com aviso de perigo potencial. Nas capitais, a mínima será de 16°C, em Porto Alegre, e a máxima não deve passar dos 23°C, em Florianópolis.</p>
<p>Análise WeekNews: O quadro meteorológico desta quinta-feira concentra os maiores riscos de tempestades no Centro-Oeste e no Sudeste, enquanto o Sul registra perda de intensidade das chuvas. A combinação entre alerta laranja em áreas extensas e avisos de baixa umidade no Nordeste indica que o país segue sob influência de sistemas distintos, com potenciais impactos regionais que vão de temporais a tempo seco. A previsão de temperaturas elevadas em capitais do Norte e do Nordeste, como Boa Vista e Teresina, contrasta com a queda esperada no Mato Grosso do Sul, movimento que reforça a atuação da massa de ar seco e frio sobre parte do Centro-Oeste.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-10/inmet-centro-oeste-e-sudeste-tem-alerta-laranja-para-tempestades" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<item>
		<title>Inmet alerta para tempestades no Centro-Oeste, Sudeste e Sul nesta quarta-feira</title>
		<link>https://weeknews.online/inmet-alerta-para-tempestades-no-centro-oeste-sudeste-e-sul-nesta-quarta-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 11:35:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[3 mil mortes no Brasil com calor do Super El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[Agência da ONU diz que El Niño deve se intensificar e ir até fevereiro]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo prevê até 13]]></category>
		<category><![CDATA[eventos extremos]]></category>
		<category><![CDATA[Inmet]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[meteorologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Áreas de baixa pressão atmosférica deixam o tempo instável nesta quarta-feira (14) em boa parte do país, com previsão de chuvas no oeste da Região Norte, em parte do Centro-Oeste e do Sudeste e em grande parte do Sul, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O Centro-Oeste concentra um dos alertas mais severos. Um aviso laranja de perigo indica tempestades no centro e no sul de Mato Grosso do Sul. Nas demais áreas do estado, bem como no noroeste, oeste, sudoeste, centro e sudeste de Mato Grosso e no centro e sul de Goiás, a advertência é amarela, de perigo potencial. A chuva deve atingir toda a região ao longo do dia. Pela manhã, são esperadas pancadas com trovoadas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/mg_9241_0-1024x512.jpg" alt="Inmet alerta para tempestades no Centro-Oeste, Sudeste e Sul nesta quarta-feira" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-10/chuvas-se-intensificam-no-centro-oeste-e-sudeste-do-pais" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>Áreas de baixa pressão atmosférica deixam o tempo instável nesta quarta-feira (14) em boa parte do país, com previsão de chuvas no oeste da Região Norte, em parte do Centro-Oeste e do Sudeste e em grande parte do Sul, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).</p>
<p>O Centro-Oeste concentra um dos alertas mais severos. Um aviso laranja de perigo indica tempestades no centro e no sul de Mato Grosso do Sul. Nas demais áreas do estado, bem como no noroeste, oeste, sudoeste, centro e sudeste de Mato Grosso e no centro e sul de Goiás, a advertência é amarela, de perigo potencial.</p>
<p>A chuva deve atingir toda a região ao longo do dia. Pela manhã, são esperadas pancadas com trovoadas em Mato Grosso do Sul, no sudoeste de Goiás e no sul de Mato Grosso. À noite, as precipitações mais intensas alcançam também o centro e o sul de Goiás, o leste de Mato Grosso e o Distrito Federal. Entre as capitais, Campo Grande terá mínima de 19°C, enquanto Goiânia pode chegar a 36°C.</p>
<p>No Sudeste, o aviso laranja de perigo para tempestades abrange São Paulo, o sul de Minas Gerais e o Rio de Janeiro. Já o Triângulo Mineiro e a região central de Minas Gerais estão sob aviso amarelo de perigo potencial. Chove com trovoadas desde cedo no oeste paulista e no Triângulo Mineiro, e, até o fim do dia, as pancadas com trovoadas devem se espalhar por todo o estado de São Paulo, pelo oeste, centro, sul e sudeste de Minas e pelo centro, sul e oeste do Rio de Janeiro.</p>
<p>Ainda em Minas, as áreas de divisa com a Bahia têm aviso laranja por baixa umidade do ar, que se estende com menor intensidade ao norte do estado, onde a advertência é amarela. As temperaturas entre as capitais variam da mínima de 16°C, em São Paulo, à máxima de 33°C em Belo Horizonte.</p>
<p>Na Região Sul, o aviso laranja de perigo para tempestades cobre o oeste, noroeste, norte e nordeste do Paraná. As demais áreas do estado, Santa Catarina e as divisas do Rio Grande do Sul com Santa Catarina estão sob aviso amarelo. O clima segue ameno, com mínima de 15°C em Porto Alegre e máxima de 23°C em Florianópolis.</p>
<p>No Norte, o aviso amarelo de perigo potencial para tempestades vale para Rondônia, Acre, sul, oeste e norte do Amazonas e oeste e noroeste de Roraima. Há ainda possibilidade de chuvas isoladas nas demais áreas do Amazonas, no sul, oeste e noroeste do Pará e na faixa litorânea do Amapá e do Pará. As capitais registram mínima de 24°C em Porto Velho e máxima de 38°C em Rio Branco.</p>
<p>O Nordeste, por sua vez, enfrenta o cenário oposto. O aviso laranja de perigo é para baixa umidade do ar no sudoeste da Bahia. O aviso amarelo de perigo potencial por baixa umidade abrange o leste do Maranhão, o Piauí, grande parte do Ceará — exceto a faixa litorânea —, o sudoeste do Rio Grande do Norte, o oeste da Paraíba, de Pernambuco e de Alagoas e o norte, centro e oeste da Bahia. A variação térmica entre as capitais é ampla: mínima de 22°C em Maceió e máxima de 39°C em Teresina.</p>
<p>Análise WeekNews: O quadro meteorológico desta quarta-feira mostra o país dividido entre dois extremos. Enquanto áreas de baixa pressão organizam tempestades sobre o Centro-Oeste, o Sudeste e o Sul, o Nordeste convive com baixa umidade do ar, situação que o Inmet classifica em dois níveis de alerta. A combinação de calor elevado em capitais como Teresina, Rio Branco e Goiânia com os avisos de tempestade reforça a necessidade de acompanhamento das atualizações do órgão, já que os alertas variam de perigo potencial a perigo ao longo do dia.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-10/chuvas-se-intensificam-no-centro-oeste-e-sudeste-do-pais" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Inpe aponta 95% de chance de El Niño muito forte no fim de 2026</title>
		<link>https://weeknews.online/inpe-aponta-95-de-chance-de-el-nino-muito-forte-no-fim-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 21:18:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[3 mil mortes no Brasil com calor do Super El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Civil Nacional mobiliza equipes para temporais no Sul e Sudeste]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo prevê até 13]]></category>
		<category><![CDATA[mas tema fica em segundo plano]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Oceano Pacífico Equatorial]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa mostra preocupação com clima]]></category>
		<category><![CDATA[Temperatura]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O boletim nº 4 do Painel El Niño 2026-2027, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), indica 95% de probabilidade de que o fenômeno atinja intensidade &#8220;muito forte&#8221; no trimestre outubro-novembro-dezembro, período que abrange a primavera e o verão no Hemisfério Sul. Se o cenário se confirmar, o evento poderá estar entre os mais intensos registrados desde 1950. O El Niño é o aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico Equatorial. Segundo dados da agência norte-americana CPC/NOAA, no final de setembro as anomalias de temperatura da superfície do mar superaram 2 °C nas regiões central e leste do Pacífico Equatorial. De acordo com o documento do Inpe, a previsão para o próximo trimestre aponta chuva acima da média no Sul&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/10/ilustracao_identifica_area_de_ocorrencia_do_el_nino_0-1024x512.jpg" alt="Inpe aponta 95% de chance de El Niño muito forte no fim de 2026" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-10/painel-indica-que-el-nino-pode-ser-um-dos-mais-intensos-desde-1950" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>O boletim nº 4 do Painel El Niño 2026-2027, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), indica 95% de probabilidade de que o fenômeno atinja intensidade &#8220;muito forte&#8221; no trimestre outubro-novembro-dezembro, período que abrange a primavera e o verão no Hemisfério Sul. Se o cenário se confirmar, o evento poderá estar entre os mais intensos registrados desde 1950.</p>
<p>O El Niño é o aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico Equatorial. Segundo dados da agência norte-americana CPC/NOAA, no final de setembro as anomalias de temperatura da superfície do mar superaram 2 °C nas regiões central e leste do Pacífico Equatorial.</p>
<p>De acordo com o documento do Inpe, a previsão para o próximo trimestre aponta chuva acima da média no Sul do Brasil, com possibilidade de cheias. Parte do Sudeste e o leste do Nordeste também devem registrar chuvas acima da média.</p>
<p>No centro-norte do país, o cenário é oposto: condições mais secas e maior risco de incêndio. No Norte e no Nordeste, a menor ocorrência de chuvas combinada a temperaturas elevadas poderá agravar as condições de seca e aumentar o risco de incêndios. As temperaturas devem permanecer acima da média em grande parte do território nacional.</p>
<p>O boletim é produzido pelo Inpe em parceria com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), o Serviço Geológico do Brasil (SGB), a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec) e o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam).</p>
<p>Análise WeekNews: A probabilidade de 95% atribuída pelo painel a um El Niño &#8220;muito forte&#8221; coloca o evento, caso confirmado, no grupo dos mais intensos desde 1950. O padrão descrito no boletim é o típico do fenômeno no Brasil: excesso de chuva no Sul e no leste do Nordeste, e seca no centro-norte. Na prática, isso indica que a atenção das autoridades de proteção e defesa civil tende a se dividir entre o risco de cheias no Sul e o agravamento de incêndios e estiagem em boa parte do Norte e do Nordeste, com temperaturas acima da média em grande parte do país.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-10/painel-indica-que-el-nino-pode-ser-um-dos-mais-intensos-desde-1950" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Outubro começa com ciclone extratropical e frente fria sobre o Brasil</title>
		<link>https://weeknews.online/outubro-comeca-com-ciclone-extratropical-e-frente-fria-sobre-o-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 02:15:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[ciclone extratropical]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Inmet]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Feed Editoria Radioagência Nacional. A formação de um novo ciclone extratropical entre a costa da região Sul do Brasil e o litoral do Uruguai marca o início de outubro, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O fenômeno, que começou a se formar na tarde da terça-feira (29) e segue se intensificando enquanto se afasta do país, contribui para o avanço de uma frente fria que deve afetar boa parte do território brasileiro. De acordo com a meteorologista Cláudia Valéria, as condições associadas ao sistema têm maior severidade, com chuvas, rajadas de vento, raios e possibilidade de granizo. Os efeitos devem ser sentidos especialmente no norte da região Sul e nas regiões Sudeste e Centro-Oeste. A especialista não descarta ainda&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/09/ciclone_provoca_chuva_forte_nos_estados_do_rio_de_janeiro_e_sao_paulo-1024x512.jpg" alt="Outubro começa com ciclone extratropical e frente fria sobre o Brasil" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/meio-ambiente/audio/2026-09/mes-de-outubro-comeca-com-formacao-de-novo-ciclone-extratropical" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>Feed Editoria Radioagência Nacional.</p>

<p>A formação de um novo ciclone extratropical entre a costa da região Sul do Brasil e o litoral do Uruguai marca o início de outubro, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O fenômeno, que começou a se formar na tarde da terça-feira (29) e segue se intensificando enquanto se afasta do país, contribui para o avanço de uma frente fria que deve afetar boa parte do território brasileiro.</p>
<p>De acordo com a meteorologista Cláudia Valéria, as condições associadas ao sistema têm maior severidade, com chuvas, rajadas de vento, raios e possibilidade de granizo. Os efeitos devem ser sentidos especialmente no norte da região Sul e nas regiões Sudeste e Centro-Oeste. A especialista não descarta ainda pancadas de chuva na região Norte, entre o Acre e o oeste do Pará.</p>
<p>Nas áreas do Norte que podem sofrer influência da frente fria, o Inmet mantém aviso amarelo para tempestades. Há também previsão de geada em algumas localidades do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.</p>
<p>O Nordeste, por outro lado, deve ter tempo estável em grande parte da região no início do mês. A chuva deve aparecer apenas de forma isolada no norte do Ceará, no norte e no leste do Rio Grande do Norte e nos litorais da Paraíba e de Pernambuco.</p>
<p>Com o tempo seco e o céu com poucas nuvens em boa parte do interior nordestino, o Inmet emitiu alerta laranja de perigo para baixa umidade do ar no norte e no oeste da Bahia e no sudeste do Piauí.</p>
<p>Análise WeekNews: A combinação entre o ciclone extratropical e o avanço da frente fria indica um início de outubro com contrastes regionais bem definidos no país. Enquanto o Sul, o Sudeste e o Centro-Oeste ficam sob risco de chuvas severas e ventos fortes, o interior do Nordeste enfrenta o cenário oposto, com tempo seco e baixa umidade. Na prática, são dois tipos distintos de alerta meteorológico atuando simultaneamente, o que exige atenção das defesas civis e dos moradores de cada área conforme o tipo de risco previsto pelo Inmet.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/meio-ambiente/audio/2026-09/mes-de-outubro-comeca-com-formacao-de-novo-ciclone-extratropical" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Rede de sensores insuficiente dificulta prever tsunamis meteorológicos no litoral brasileiro</title>
		<link>https://weeknews.online/rede-de-sensores-insuficiente-dificulta-prever-tsunamis-meteorologicos-no-litoral-brasileiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 23:54:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[eventos extremos]]></category>
		<category><![CDATA[Litoral]]></category>
		<category><![CDATA[marégrafos]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[monitoramento]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[oceanografia]]></category>
		<category><![CDATA[Oceanos]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
		<category><![CDATA[tsunami meteorológico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A rede de monitoramento disponível no litoral brasileiro ainda é insuficiente para determinar com que frequência ocorrem os tsunamis meteorológicos no país. A conclusão é do professor Mauro Michelena, que leciona Oceanografia Física na Universidade do Vale do Itajaí (Univali), e leva em conta as limitações tanto da quantidade de equipamentos instalados quanto da série histórica de registros. O fenômeno que atingiu a costa sul de Santa Catarina em 21 de setembro foi captado por moradores, câmeras e equipamentos instalados em ruas, veículos e embarcações. As imagens produzidas por pessoas que estavam na região ajudaram os pesquisadores a identificar o momento exato da ocorrência e a direcionar a análise dos dados registrados pela rede profissional de monitoramento. Apesar desse volume&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/09/arte-31--1024x512.jpg" alt="Rede de sensores insuficiente dificulta prever tsunamis meteorológicos no litoral brasileiro" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-09/falta-de-dados-limita-monitoramento-de-tsunamis-meteorologicos" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>A rede de monitoramento disponível no litoral brasileiro ainda é insuficiente para determinar com que frequência ocorrem os tsunamis meteorológicos no país. A conclusão é do professor Mauro Michelena, que leciona Oceanografia Física na Universidade do Vale do Itajaí (Univali), e leva em conta as limitações tanto da quantidade de equipamentos instalados quanto da série histórica de registros.</p>
<p>O fenômeno que atingiu a costa sul de Santa Catarina em 21 de setembro foi captado por moradores, câmeras e equipamentos instalados em ruas, veículos e embarcações. As imagens produzidas por pessoas que estavam na região ajudaram os pesquisadores a identificar o momento exato da ocorrência e a direcionar a análise dos dados registrados pela rede profissional de monitoramento.</p>
<p>Apesar desse volume maior de informações, a ausência de séries históricas longas e a quantidade limitada de equipamentos impedem a identificação de tendências e a avaliação de possíveis mudanças na ocorrência desses eventos. &#8220;Agora quase todo local é filmado. É um processo um pouco recente, assim como a ocupação dessa faixa mais próxima da costa, aqui no Sul, que foi muito intensificada nas últimas décadas. Antes disso é difícil afirmar alguma coisa, pois simplesmente não existia monitoramento&#8221;, afirmou Michelena.</p>
<p>O tsunami meteorológico é um fenômeno rápido, associado à interação entre sistemas atmosféricos, como frentes frias, e condições específicas do oceano e da costa. Em regiões com áreas de pouca profundidade, determinadas perturbações atmosféricas podem provocar alterações no nível do mar e gerar ondas de maior intensidade.</p>
<p>Segundo o professor, não há dados suficientes para afirmar que os tsunamis meteorológicos estejam ocorrendo com maior frequência. A própria frente fria associada ao fenômeno representa risco para embarcações pequenas. Na segunda-feira (28), Michelena estava embarcado com outros professores e estudantes da Univali para instalar sensores quando a equipe precisou retornar antes do previsto para evitar riscos provocados pelas condições do mar.</p>
<p>Modelos usados para estudar fenômenos desse tipo exigem registros de várias décadas e, em alguns casos, de mais de cem anos para serem validados. No litoral catarinense, o monitoramento por marégrafos tem cerca de uma década. O professor acompanha os litorais de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul e pesquisa as condições dos estuários da região.</p>
<p>A comparação com Portugal ajuda a dimensionar a defasagem. O litoral português tem cerca de 940 quilômetros e conta com mais marégrafos do que todo o litoral brasileiro, que se estende por mais de 7.360 quilômetros. Em Santa Catarina, que tem pouco mais de 560 quilômetros de costa, a rede de sensores é composta principalmente por equipamentos da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), empresa pública estadual.</p>
<p>Foram esses equipamentos que ajudaram a identificar os eventos registrados em novembro de 2023 e em 21 de setembro deste ano. A rede, porém, está configurada principalmente para registros de hora em hora, o que limita a capacidade de acompanhar um fenômeno que pode ocorrer e se dissipar em poucos minutos. Por isso, segundo Michelena, as informações dos sensores precisam ser complementadas por registros feitos por moradores, pescadores e outras pessoas que estejam próximas ao local. &#8220;Primeiro teríamos de ter mais dados para entender, e só então poderíamos começar a prever as ocorrências&#8221;, disse.</p>
<p>Uma rede com mais sensores e registros mais frequentes poderia, no futuro, permitir o desenvolvimento de sistemas específicos de acompanhamento e alerta. Atualmente, o país já possui mecanismos de alerta para fenômenos como deslizamentos e chuvas intensas.</p>
<p>A ausência de registros históricos também impede afirmar que o fenômeno seja recente. De acordo com o pesquisador, tsunamis meteorológicos podem ter ocorrido em outros momentos nas décadas anteriores sem que fossem identificados ou documentados. O litoral sul de Santa Catarina apresenta características que podem favorecer ondas de maior energia, com trechos de costa mais expostos ao oceano e influência de sistemas atmosféricos que se formam relativamente próximos ao litoral. &#8220;O litoral Sul já recebe ondas com mais altura, com muita energia, vindas do sul do Atlântico. Os sistemas atmosféricos também se formam relativamente mais perto daqui do que do litoral paulista ou fluminense&#8221;, explicou.</p>
<p>Além dos sensores e das imagens, os pesquisadores consideram relevantes os relatos de pescadores, que acumulam conhecimento sobre as condições do mar nas regiões onde trabalham. Para Michelena, esse conhecimento tradicional continua sendo uma fonte importante, mas tem sido afetado pelas mudanças nas condições do oceano e da atmosfera. &#8220;Com as mudanças, o mar não se comporta mais da forma como eles estão acostumados, e passam a recorrer a outras fontes, como os serviços meteorológicos. O conhecimento deles é fantástico, mas diante das mudanças o conhecimento tradicional se adapta aos poucos&#8221;, afirmou.</p>
<p>Análise WeekNews: A comparação entre a extensão do litoral brasileiro e a rede de marégrafos disponível, feita pelo próprio pesquisador, indica que a defasagem do monitoramento não é apenas tecnológica, mas de cobertura territorial. Sem registros contínuos e séries longas, a identificação de padrões fica dependente de episódios isolados e de imagens amadoras, o que limita a validação de modelos e adia a possibilidade de sistemas de alerta específicos para tsunamis meteorológicos.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-09/falta-de-dados-limita-monitoramento-de-tsunamis-meteorologicos" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<item>
		<title>Inmet alerta para tempestades no Centro-Sul e onda de calor em Minas e São Paulo</title>
		<link>https://weeknews.online/inmet-alerta-para-tempestades-no-centro-sul-e-onda-de-calor-em-minas-e-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 11:36:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[ciclone]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[eventos extremo]]></category>
		<category><![CDATA[Inmet]]></category>
		<category><![CDATA[Inmet: calor acima da média e chuvas irregulares devem marcar outubro]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[meteorologia]]></category>
		<category><![CDATA[Seca]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantém nesta terça-feira (29) alerta laranja de perigo para tempestade em uma faixa do Centro-Sul do país que vai do sudoeste do Mato Grosso do Sul ao centro-sul do Rio Grande do Sul. O fenômeno é provocado por uma frente fria associada a um ciclone extratropical formado entre o Uruguai, o Rio Grande do Sul e o oceano Atlântico, que deve trazer grandes volumes de chuva, ventos de até 100 quilômetros por hora e possibilidade de granizo. Na Região Sul, todas as capitais devem registrar chuva com trovoadas. A instabilidade atinge o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e o sudoeste, sul e sudeste do Paraná. O calor segue em Curitiba, onde a máxima&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/09/d6a6654-1024x512.jpg" alt="Inmet alerta para tempestades no Centro-Sul e onda de calor em Minas e São Paulo" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-09/ciclone-e-frente-fria-deixam-centro-sul-em-alerta-para-tempestade" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantém nesta terça-feira (29) alerta laranja de perigo para tempestade em uma faixa do Centro-Sul do país que vai do sudoeste do Mato Grosso do Sul ao centro-sul do Rio Grande do Sul. O fenômeno é provocado por uma frente fria associada a um ciclone extratropical formado entre o Uruguai, o Rio Grande do Sul e o oceano Atlântico, que deve trazer grandes volumes de chuva, ventos de até 100 quilômetros por hora e possibilidade de granizo.</p>
<p>Na Região Sul, todas as capitais devem registrar chuva com trovoadas. A instabilidade atinge o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e o sudoeste, sul e sudeste do Paraná. O calor segue em Curitiba, onde a máxima prevista é de 32 graus Celsius, enquanto a mínima esperada entre as capitais é de 21°C em Porto Alegre.</p>
<p>No Centro-Oeste, chove de forma isolada no extremo sul de Mato Grosso do Sul ainda pela manhã. A partir da tarde, são esperadas chuvas com trovoadas isoladas entre o noroeste e o oeste de Mato Grosso, o sul de Goiás e outras áreas de Mato Grosso do Sul. Um aviso laranja de perigo alerta para baixa umidade do ar no sudeste, centro, leste e nordeste de Goiás e no Distrito Federal, enquanto um aviso amarelo de perigo potencial cobre o leste de Mato Grosso e as demais áreas de Goiás. Os termômetros permanecem elevados nas capitais da região, chegando a 40°C em Campo Grande e Cuiabá, com mínima prevista de 21°C em Brasília.</p>
<p>Na Região Norte, um aviso amarelo de perigo potencial indica chuvas intensas no Acre, Amazonas, norte de Rondônia, oeste do Pará e sul de Roraima. No centro e sul do Pará e do Amapá, ocorrem pancadas de chuva isoladas, com possibilidade de chuva nas demais áreas do Pará e no norte do Tocantins. No centro e sul de Tocantins, o alerta é para baixa umidade do ar e calor intenso, com máxima de 39°C em Palmas. Em Rio Branco, a mínima prevista é de 23°C.</p>
<p>No Nordeste, há possibilidade de chuva isolada no centro, norte e oeste do Maranhão, no noroeste e litoral do Ceará, no litoral e centro-leste do Rio Grande do Norte, da Paraíba, de Pernambuco e de Alagoas, além da região de Salvador no período da noite. Entre as capitais nordestinas, a mínima será de 20°C em Maceió e a máxima chega a 39°C em Teresina.</p>
<p>No Sudeste, o destaque é o aviso vermelho de grande perigo para onda de calor no centro-oeste de Minas Gerais, incluindo Belo Horizonte, e no norte de São Paulo. Um aviso amarelo de perigo potencial alerta para tempestades no oeste, centro, sul e leste de Minas Gerais, no centro e sul do Espírito Santo, no Rio de Janeiro e em São Paulo. Chuvas isoladas devem ocorrer no Rio de Janeiro, no sudeste de Minas Gerais e nos litorais norte e sul de São Paulo. Ao longo do dia, a instabilidade aumenta e chove com trovoada no sudoeste, centro, sul e litoral de São Paulo, além do sul de Minas Gerais e do Rio de Janeiro. Pancadas de chuva com trovoadas isoladas também atingem o Triângulo Mineiro e o sudeste de Minas Gerais. Entre as capitais, a mínima será de 18°C em São Paulo, onde os termômetros devem marcar máxima de 37°C.</p>
<p>Análise WeekNews: O quadro meteorológico desta terça-feira combina dois extremos no mesmo dia: tempestades com risco de granizo e ventos fortes no Centro-Sul e onda de calor de grande perigo em áreas de Minas Gerais e São Paulo. A presença simultânea de alerta vermelho para calor e avisos laranja e amarelo para tempestades e baixa umidade em regiões próximas indica que a população deve acompanhar as atualizações do Inmet ao longo do dia, já que as condições podem mudar conforme o deslocamento da frente fria e do ciclone extratropical.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-09/ciclone-e-frente-fria-deixam-centro-sul-em-alerta-para-tempestade" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<item>
		<title>Segurança e custo de vida superam clima entre preocupações dos brasileiros, aponta pesquisa</title>
		<link>https://weeknews.online/seguranca-e-custo-de-vida-superam-clima-entre-preocupacoes-dos-brasileiros-aponta-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 09:38:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[crise climática]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Ipsos]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente e sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[metano]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório do Clima]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[política ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Preservação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/?p=124195</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Uma pesquisa realizada pela Ipsos a pedido do Observatório do Clima mostra que 91% dos brasileiros consideram importantes as mudanças climáticas e a adoção de medidas de preservação ambiental, e defendem que os candidatos às eleições de 2026 apresentem propostas para enfrentar o problema. O levantamento, divulgado nesta quinta-feira (17), ouviu 1.800 pessoas de todo o país, com 18 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de agosto, por meio de questionário online com 32 perguntas. Apesar da preocupação declarada, o tema não lidera a lista de prioridades da população. Segurança pública e criminalidade aparecem em primeiro lugar, citadas por 49% dos entrevistados. Em seguida vêm o aumento do custo de vida ou a inflação (41%), a violência&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/dji_20250823104155_0142_d_881e7a_copy-1024x512.jpg" alt="Segurança e custo de vida superam clima entre preocupações dos brasileiros, aponta pesquisa" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-09/pesquisa-mostra-preocupacao-com-clima-mas-tema-fica-em-segundo-plano" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
<p>    </a></p>
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<p>Uma pesquisa realizada pela Ipsos a pedido do Observatório do Clima mostra que 91% dos brasileiros consideram importantes as mudanças climáticas e a adoção de medidas de preservação ambiental, e defendem que os candidatos às eleições de 2026 apresentem propostas para enfrentar o problema. O levantamento, divulgado nesta quinta-feira (17), ouviu 1.800 pessoas de todo o país, com 18 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de agosto, por meio de questionário online com 32 perguntas.</p>
<p>Apesar da preocupação declarada, o tema não lidera a lista de prioridades da população. Segurança pública e criminalidade aparecem em primeiro lugar, citadas por 49% dos entrevistados. Em seguida vêm o aumento do custo de vida ou a inflação (41%), a violência contra as mulheres e os feminicídios (36%) e a qualidade da saúde pública (34%). As mudanças climáticas e a crise ambiental surgem apenas em nono lugar, com 19%.</p>
<p>Para 62% dos entrevistados, é &#8220;muito importante&#8221; que os candidatos às próximas eleições apresentem propostas para enfrentar as mudanças climáticas. A maioria também reconhece os efeitos do fenômeno: 87% concordam que as mudanças climáticas estão provocando secas, chuvas intensas e ondas de calor; 85% consideram que o problema afeta o cotidiano dos brasileiros; 79% defendem que o tema seja priorizado mesmo que isso implique custos econômicos; e 76% entendem que ainda é possível evitar os impactos mais graves caso medidas sejam adotadas imediatamente.</p>
<p>Entre os problemas ambientais, as mudanças climáticas foram apontadas por 35% como o principal, seguidas pela gestão de resíduos e lixo (21%), qualidade do ar e poluição (15%) e escassez de água e secas (14%). Sobre a agenda governamental, 90% dos brasileiros consideram muito importante que o governo e as políticas públicas se dediquem à proteção ambiental, enquanto apenas 3% a consideram pouco ou nada importante.</p>
<p>A pesquisa também investigou a percepção sobre causas e responsabilidades. Para 58% dos entrevistados, as mudanças climáticas são causadas principalmente pela atividade humana; 36% atribuem o problema a uma combinação entre atividade humana e fenômenos naturais; e 5% consideram que o fenômeno é explicado principalmente por causas naturais. Já 67% avaliam que empresas e indústrias têm mais responsabilidade no enfrentamento do que os cidadãos.</p>
<p>O levantamento abordou ainda o conhecimento sobre o papel do gás metano no aquecimento global. Embora seja muito mais potente que o CO2, o conhecimento sobre sua atuação e principais fontes é restrito. A maioria (64%) atribuiu como principal fonte do metano os aterros sanitários, lixões e a queima de combustíveis fósseis, quando no Brasil o gás é emitido principalmente pela pecuária.</p>
<p>Sobre as normas ambientais, 43% dos pesquisados rejeitam a flexibilização das regras e consideram que os investimentos devem se adaptar à regulamentação vigente. Segundo o relatório, a percepção é de que quatro em cada cinco pessoas defendem uma posição de proteção ou cautela ambiental.</p>
<p>Os entrevistados também avaliaram como diferentes atores agem em relação ao tema. O papel das pessoas em geral foi avaliado como negativo por 78% dos pesquisados, com apenas 6% de avaliações positivas. As empresas privadas receberam 75% de avaliações negativas e 6% de positivas, enquanto o governo brasileiro obteve 71% de avaliações negativas e 9% de positivas. De acordo com o estudo, isso indica que o problema ambiental é percebido como um déficit sistêmico, não atribuído exclusivamente a uma única instituição. A pesquisa apontou ainda que a principal responsabilidade para liderar uma mudança nas políticas ambientais recai sobre o governo federal.</p>
<p>Para Marcio Astrini, secretário executivo do Observatório do Clima, a maioria dos presidenciáveis tem planos fracos ou inexistentes para o tema. &#8220;Um dos candidatos, inclusive, é um negacionista convicto. A pesquisa mostra que os brasileiros querem compromissos dos candidatos na agenda climática, mas infelizmente não é o que está acontecendo&#8221;, afirmou. Já Suely Araújo, coordenadora de Políticas Públicas da organização, declarou que &#8220;o esforço a ser feito é para que essa preocupação se reflita em votos que assegurem a eleição de candidatos que realmente incorporem esse tema em sua atuação. Em plena crise climática, não dá para aceitar negacionistas, declarados ou disfarçados, nem no Executivo, nem no Legislativo&#8221;.</p>
<p>Análise WeekNews: Os números revelam uma distância entre a preocupação declarada com o clima e a prioridade efetiva concedida ao tema no debate eleitoral. Enquanto 91% consideram as mudanças climáticas importantes, apenas 19% as citam espontaneamente entre os principais problemas do país, atrás de segurança, custo de vida, saúde e educação. A avaliação majoritariamente negativa sobre a atuação de pessoas, empresas e governo sugere que a percepção de déficit ambiental é difusa, o que pode dificultar a cobrança de responsabilidades específicas. Com 62% considerando muito importante que os candidatos apresentem propostas, o levantamento indica que existe espaço para o tema na campanha, mas sua conversão em prioridade de voto ainda depende de como as demais urgências da população serão equacionadas.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-09/pesquisa-mostra-preocupacao-com-clima-mas-tema-fica-em-segundo-plano" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Ciclone extratropical coloca Sul em alerta vermelho e deve atingir intensidade máxima no sábado</title>
		<link>https://weeknews.online/ciclone-extratropical-coloca-sul-em-alerta-vermelho-e-deve-atingir-intensidade-maxima-no-sabado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Sep 2026 02:08:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Baixar]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Inmet]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Previsão do Tempo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Feed Editoria Radioagência Nacional. Um ciclone extratropical deve se formar na noite desta sexta-feira, 11 de setembro, entre o nordeste do Rio Grande do Sul e o Oceano Atlântico, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O sistema meteorológico coloca a região Sul do país em alerta vermelho de grande perigo para tempestades até o fim da noite. O cenário favorece a ocorrência de granizo no noroeste gaúcho, em Santa Catarina, no Paraná, em Mato Grosso do Sul e em São Paulo. Há ainda possibilidade de tornados, principalmente em áreas do Paraná, de Santa Catarina e do noroeste do Rio Grande do Sul. Nas demais áreas do Sul e em partes de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/1785545778_v0030538-1024x512.jpg" alt="Ciclone extratropical coloca Sul em alerta vermelho e deve atingir intensidade máxima no sábado" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/meio-ambiente/audio/2026-09/ciclone-extratropical-deixa-regiao-sul-do-pais-em-alerta-vermelho" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>Feed Editoria Radioagência Nacional.</p>

<p>Um ciclone extratropical deve se formar na noite desta sexta-feira, 11 de setembro, entre o nordeste do Rio Grande do Sul e o Oceano Atlântico, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O sistema meteorológico coloca a região Sul do país em alerta vermelho de grande perigo para tempestades até o fim da noite.</p>
<p>O cenário favorece a ocorrência de granizo no noroeste gaúcho, em Santa Catarina, no Paraná, em Mato Grosso do Sul e em São Paulo. Há ainda possibilidade de tornados, principalmente em áreas do Paraná, de Santa Catarina e do noroeste do Rio Grande do Sul.</p>
<p>Nas demais áreas do Sul e em partes de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, o aviso é laranja, de perigo para temporais.</p>
<p>No restante do país, o Inmet indica aviso amarelo de perigo potencial para chuvas intensas no Amazonas. No litoral do Nordeste, ocorrem pancadas de chuva isoladas. Já no Matopiba — região que abrange áreas de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia —, o tempo segue predominantemente seco e quente, com aviso amarelo de perigo potencial para baixa umidade até o fim desta noite.</p>
<p>Para este sábado (12), a previsão do Inmet aponta que o ciclone extratropical se desloca em direção ao oceano e deve atingir intensidade máxima. No Sul, o tempo continua instável, principalmente no Paraná, com pancadas de chuva e trovoadas. Parte do estado está sob aviso amarelo de perigo potencial para tempestades.</p>
<p>No Sudeste, há previsão de chuva em São Paulo, no centro-sul de Minas Gerais e no Rio de Janeiro, áreas que também estão sob aviso amarelo para tempestades.</p>
<p>No Centro-Oeste, a chuva se concentra principalmente em Mato Grosso do Sul e em partes de Mato Grosso. No Distrito Federal e no centro-norte de Goiás, o sábado será de sol e poucas nuvens, com máxima de 32 °C em Brasília.</p>
<p>No Nordeste, pode chover no litoral, enquanto o interior terá sol e calor intenso, com Teresina podendo chegar aos 39 graus. No Norte, há previsão de chuva, principalmente no Acre, em Rondônia e no Amazonas. Manaus e Porto Velho podem registrar 37 °C.</p>
<p>Análise WeekNews: A combinação entre a formação do ciclone extratropical e a intensidade máxima prevista para sábado concentra os maiores riscos sobre o Sul do país, em especial Paraná, Santa Catarina e noroeste do Rio Grande do Sul, onde o Inmet admite a possibilidade de tornados. O alerta vermelho, restrito ao fim desta sexta-feira, indica que a janela de maior perigo antecede o deslocamento do sistema para o oceano. Nas demais regiões, o quadro é heterogêneo: enquanto parte do Sudeste e do Centro-Oeste segue sob instabilidade, o Matopiba enfrenta tempo seco e baixa umidade, o que mostra que o episódio não afeta o país de forma uniforme.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/meio-ambiente/audio/2026-09/ciclone-extratropical-deixa-regiao-sul-do-pais-em-alerta-vermelho" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>El Niño muito forte tem mais de 90% de chance na primavera e no verão, aponta NOAA</title>
		<link>https://weeknews.online/el-nino-muito-forte-tem-mais-de-90-de-chance-na-primavera-e-no-verao-aponta-noaa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 18:57:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[NOAA]]></category>
		<category><![CDATA[ONU prevê El Niño "muito forte" com duração até fevereiro de 2027]]></category>
		<category><![CDATA[Rio recebe base da Força Nacional do SUS para enfrentar El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[Seca na Amazônia atingiu 38% das áreas habitadas no último El Niño]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil A probabilidade de o El Niño atingir intensidade muito forte na primavera e no verão de 2026–2027 no Hemisfério Sul passou de 90%, segundo nova projeção do Centro de Previsão Climática da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (CPC/NOAA), divulgada na quinta-feira (10). O órgão aponta ainda 75% de chance de que o fenômeno seja o mais forte registrado desde 1950. O acompanhamento do NOAA mostra uma escalada gradual das condições ao longo de 2026. O La Niña terminou em abril, e a possibilidade de El Niño entre maio e julho foi estimada em 61%. Em maio, as condições observadas elevaram essa probabilidade para 82%. Já em junho, o El Niño passou a ser a condição observada, ainda em estágio inicial,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/09/ilustracao_identifica_area_de_ocorrencia_do_el_nino_0-1024x512.jpg" alt="El Niño muito forte tem mais de 90% de chance na primavera e no verão, aponta NOAA" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-09/probabilidade-do-el-nino-ser-muito-forte-passa-de-90" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>A probabilidade de o El Niño atingir intensidade muito forte na primavera e no verão de 2026–2027 no Hemisfério Sul passou de 90%, segundo nova projeção do Centro de Previsão Climática da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (CPC/NOAA), divulgada na quinta-feira (10). O órgão aponta ainda 75% de chance de que o fenômeno seja o mais forte registrado desde 1950.</p>
<p>O acompanhamento do NOAA mostra uma escalada gradual das condições ao longo de 2026. O La Niña terminou em abril, e a possibilidade de El Niño entre maio e julho foi estimada em 61%. Em maio, as condições observadas elevaram essa probabilidade para 82%. Já em junho, o El Niño passou a ser a condição observada, ainda em estágio inicial, com projeções indicando rápido fortalecimento em direção ao fim de 2026 e ao verão 2026/2027.</p>
<p>Em agosto, o fenômeno se intensificou, e as anomalias da temperatura da superfície do mar superaram 3 °C no Pacífico Equatorial Leste.</p>
<p>Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), os efeitos do El Niño variam conforme a região do país. No Norte e no Nordeste, o fenômeno provoca chuvas abaixo da média e pode contribuir para a redução dos níveis dos rios, afetando a navegação, o acesso às comunidades, a atividade pesqueira e o abastecimento de água. Nas áreas mais ao sul, o El Niño gera chuvas acima da média, o que aumenta o risco de enchentes e de danos a estruturas usadas pela pesca e pela aquicultura. Em outras regiões, as temperaturas elevadas podem exigir maior atenção às condições da água e dos cultivos.</p>
<p>Análise WeekNews: A sequência de projeções do NOAA indica um fortalecimento consistente do El Niño ao longo de 2026, com a intensidade prevista superando a de eventos anteriores desde 1950. Para o Brasil, isso tende a ampliar a pressão sobre regiões já vulneráveis a secas no Norte e no Nordeste e a elevar o risco de enchentes no Sul, o que reforça a importância do monitoramento contínuo e de medidas de adaptação nos setores de abastecimento, navegação, pesca e agricultura.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-09/probabilidade-do-el-nino-ser-muito-forte-passa-de-90" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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