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	<title>Arquivo de Combate à Desinformação - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Combate à Desinformação - WeekNews</title>
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		<title>AGU pede que redes sociais removam desinformação sobre CNU 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 22:46:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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		<category><![CDATA[CNU 2025: saiba quais documentos são aceitos em locais de prova]]></category>
		<category><![CDATA[CNU reforça segurança com detectores de metal e ponto eletrônico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu nesta sexta-feira (3) às plataformas que operam as redes sociais a adoção de medidas para coibir a desinformação e golpes envolvendo as provas do Concurso Público Nacional Unificado (CNU), que serão realizadas no próximo domingo (5). Os ofícios foram enviados ao Google e à Meta, empresa que controla o Instagram, Facebook e WhatsApp. Notícias relacionadas: CNU reforça segurança com detectores de metal e ponto eletrônico. CNU 2025: saiba quais documentos são aceitos em locais de prova. Quadrilha que fraudava CNU é alvo de operação da Polícia Federal. A AGU recomendou a remoção de eventual propaganda enganosa e aplicativos ilegais que façam menção ao CNU. O órgão também quer a retirada de postagens com uso indevido da logomarca e&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/agu-pede-que-redes-sociais-removam-desinformacao-sobre-cnu-2025/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
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				</p>
<p>A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu nesta sexta-feira (3) às <strong>plataformas que operam as redes sociais a adoção de medidas para coibir a desinformação e golpes envolvendo as provas do Concurso Público Nacional Unificado (CNU)</strong>, que serão realizadas no próximo domingo (5).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1759531569_817_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1759531569_395_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Os ofícios foram enviados ao Google e à Meta, empresa que controla o Instagram, Facebook e WhatsApp.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>CNU reforça segurança com detectores de metal e ponto eletrônico.</li>
<li>CNU 2025: saiba quais documentos são aceitos em locais de prova.</li>
<li>Quadrilha que fraudava CNU é alvo de operação da Polícia Federal.</li>
</ul>
<p>A AGU recomendou <strong>a remoção de eventual propaganda enganosa e aplicativos ilegais que façam menção ao CNU</strong>. O órgão também quer a retirada de postagens com uso indevido da logomarca e dos <em>links</em> oficiais do governo federal.</p>
<p>A Advocacia-Geral da União argumentou que as <strong>medidas são necessárias para combater possíveis fraudes durante o período de realização do exame</strong>.</p>
<p>“Tais práticas exploram a vulnerabilidade dos milhares de inscritos e de seus familiares, comprometem a segurança informacional e fragilizam a confiança social em políticas públicas legítimas, tal como o ingresso no serviço público por meio de um concurso público de âmbito nacional”, afirmou a AGU.</p>
<p>No próximo domingo (5), <strong>760 mil candidatos são esperados em 1.294 locais de prova em todo o país</strong>. Na edição deste ano, o CNU oferece 3.652 vagas, em 32 órgãos da administração pública federal.</p>
<p> Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/agu-pede-que-redes-sociais-removam-desinformacao-sobre-cnu-2025">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 03 Oct 2025 18:29:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Redes da Agência Brasil ampliam alcance e crescem 15 vezes em 2025</title>
		<link>https://weeknews.online/redes-da-agencia-brasil-ampliam-alcance-e-crescem-15-vezes-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Jun 2025 17:19:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Brasil.]]></category>
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		<category><![CDATA[O serviço de distribuição foi lançado em setembro de 2024]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Representantes do Comitê Editorial da EBC são nomeados]]></category>
		<category><![CDATA[TV Brasil e Rádio Nacional transmitem show de Elba Ramalho]]></category>
		<category><![CDATA[Uma publicação compartilhada por Agência Brasil (@agencia.brasil)]]></category>
		<category><![CDATA[Ver essa foto no Instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) tem investido na expansão de sua atuação digital, e os resultados já são visíveis. No primeiro trimestre de 2025, o alcance do perfil da Agência Brasil nas redes sociais cresceu 15 vezes em comparação ao mesmo período do ano passado.  Para fortalecer essa presença, uma equipe de oito profissionais, vinculada à Superintendência de Comunicação Digital e Mídias Sociais da EBC, tem adaptado conteúdos do site da Agência Brasil e produzido materiais originais. Essas ações abrangem plataformas como Instagram, Threads, Facebook, X, https e BlueSky, reforçando o compromisso da agência em levar informações de qualidade ao público em diversos canais digitais. A Gerente de Conteúdo Digital da Agência Brasil e da Rádio Nacional, Marcela Rebelo, conta que a cobertura das redes é dinâmica&#8230;</p>
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<p>A <strong>Empresa Brasil de Comunicação (EBC)</strong> tem investido na expansão de sua atuação digital, e os resultados já são visíveis. No primeiro trimestre de 2025, o alcance do perfil da<strong> Agência Brasil </strong>nas redes sociais cresceu 15 vezes em comparação ao mesmo período do ano passado. <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1749403184_838_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/06/1749403185_845_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Para fortalecer essa presença, uma equipe de oito profissionais, vinculada à Superintendência de Comunicação Digital e Mídias Sociais da EBC, tem adaptado conteúdos do site da <strong>Agência Brasil</strong> e produzido materiais originais. Essas ações abrangem plataformas como Instagram, Threads, Facebook, X, https e BlueSky, reforçando o compromisso da agência em levar informações de qualidade ao público em diversos canais digitais.</p>
<p>A Gerente de Conteúdo Digital da <strong>Agência Brasil </strong>e da <strong>Rádio Nacional</strong>, Marcela Rebelo, conta que a cobertura das redes é dinâmica e dialoga com o contexto atual de como os brasileiros escolhem se informar.</p>
<blockquote>
<p>“A cada dia, ampliamos o número de seguidores e o nosso alcance em diferentes plataformas. Sem conteúdo pago, apenas crescimento orgânico com produções relevantes sobre políticas públicas, serviço, esportes, meio ambiente, mercado de trabalho e outros assuntos de interesse público”, explica Marcela Rebelo.</p>
</blockquote>
<p><strong>Siga os perfis da Agência Brasil nas redes sociais:</strong></p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/25ab.png" alt="▫" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Instagram: <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.instagram.com/agencia.brasil/" target="_blank">https://www.instagram.com/agencia.brasil/</a><br /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/25ab.png" alt="▫" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />Threads: <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.threads.net/@agencia.brasil" target="_blank">https://www.threads.net/@agencia.brasil</a><br /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/25ab.png" alt="▫" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />X: <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://x.com/agenciabrasil" target="_blank">https://x.com/agenciabrasil</a><br /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/25ab.png" alt="▫" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />Facebook: <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://facebook.com/agenciabrasil.ebc/" target="_blank">https://facebook.com/agenciabrasil.ebc/</a><br /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/25ab.png" alt="▫" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />BlueSky: https://bsky.app/profile/agenciabrasil.ebc.com.br</p>
<p>Além do aumento do número de seguidores, a ampliação da presença da <strong>Agência Brasil</strong> nas redes tem levado informação de interesse público, checada e com credibilidade aos cidadãos.</p>
<blockquote>
<p>“Nossa equipe de redes sociais reforça a presença da marca da <strong>Agência Brasil</strong> e leva a comunicação pública para mais brasileiros, com responsabilidade, atuando no combate à desinformação no ambiente digital”, destaca Marcela Rebelo. </p>
</blockquote>
<p>Exemplo disso são os reels com conteúdos de serviços voltados para os cidadão. O vídeo sobre como obter remédio de graça pelo programa Farmácia Popular é um deles. </p>
<p> </p>
<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DHOPq5HsjWF/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);">
</blockquote>
<h2>WhatsApp</h2>
<p>Outra aposta da Agência Brasil é o canal no WhatsApp, no qual são distribuídas todas as  matérias publicadas no site, de segunda a sexta-feira. Para participar, basta acessar o link <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank">https://whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M</a></p>
<p>Os usuários do aplicativo também podem participar da comunidade da <strong>Agência Brasil </strong>e receber boletins ao longo do dia com os principais destaques do veículo. O serviço de distribuição foi lançado em setembro de 2024.</p>
<p>Para participar da comunidade, <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://chat.whatsapp.com/Ey09MbeqzKV1Qg6Fo7nZWT" target="_blank">clique aqui</a>. </p>
<p>Além do WhatsApp, é possível acompanhar a <strong>Agência Brasil </strong>no site agenciabrasil.ebc.com.br</p>
<p><strong>Confira mais conteúdos do perfil da Agência Brasil:</strong></p>
<p> </p>
<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DJz46yLvIbG/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);">
</blockquote>
<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DHXC9rvAhGS/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);">
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script> Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-06/alcance-dos-perfis-da-agencia-brasil-nas-redes-aumenta-15-vezes">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 08 Jun 2025 14:11:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Redes da Meta facilitam aplicação de golpes financeiros, aponta estudo</title>
		<link>https://weeknews.online/redes-da-meta-facilitam-aplicacao-de-golpes-financeiros-aponta-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Feb 2025 11:48:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[alerta pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[alterações nas regras das redes sociais Facebook e Instagram]]></category>
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		<category><![CDATA[Uma a cada três crianças tem perfil aberto em redes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. O Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais (NetLab), vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), publicou nesta quarta-feira (5) os resultados de um estudo sobre a presença de anúncios maliciosos nas redes sociais administradas pela Meta, como Facebook, Instagram e WhatsApp. O objetivo foi ampliar o conhecimento sobre a publicidade enganosa, por meio da qual são aplicados golpes aos cidadãos brasileiros. Os resultados indicam que as plataformas da Meta estão sendo vistas por golpistas como um terreno fértil para a prática de fraudes. O estudo envolveu um intenso monitoramento entre 10 e 21 de janeiro deste ano. Esse período coincide com os desdobramentos da edição da Instrução Normativa 2.219/2024 pela Receita Federal. O texto fixou a obrigatoriedade de operadoras de cartões&#8230;</p>
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<p>O Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais (NetLab), vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), publicou nesta quarta-feira (5) os resultados de um estudo sobre a presença de anúncios maliciosos nas redes sociais administradas pela Meta, como Facebook, Instagram e WhatsApp. O objetivo foi ampliar o conhecimento sobre a publicidade enganosa, por meio da qual são aplicados golpes aos cidadãos brasileiros. Os resultados indicam que as plataformas da Meta estão sendo vistas por golpistas como um terreno fértil para a prática de fraudes.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1738928891_451_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1738928892_89_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O estudo envolveu um intenso monitoramento entre 10 e 21 de janeiro deste ano. Esse período coincide com os desdobramentos da edição da Instrução Normativa 2.219/2024 pela Receita Federal. O texto fixou a obrigatoriedade de operadoras de cartões de crédito e instituições de pagamento apresentarem semestralmente determinadas informações sobre operações financeiras de contribuintes. A medida, que passou a valer a partir de 1º de janeiro de 2025, desencadeou uma onda de notícias falsas, segundo as quais as transações por Pix passariam a ser taxadas. Pressionado pela disseminação das <em>fake news</em>, o governo federal acabou decidindo revogar a nova regra no dia 15 de janeiro.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, a onda de notícias falsas fomentou dúvidas na população, e estelionatários aproveitaram o momento para aplicar golpes. Ao todo, foram identificados 151 anunciantes que compartilharam 1.770 anúncios com conteúdo malicioso. Também foram mapeados 87 <em>sites</em> fraudulentos para os quais os usuários eram redirecionados. Ao anunciar a revogação, o governo se justificou afirmando que o recuo buscava, entre outras coisas, frear a circulação da desinformação. A análise do NetLab indica que, em relação aos anúncios fraudulentos, o objetivo não foi atingido. Ao contrário, nas plataformas da Meta, esses conteúdos cresceram 35% após o recuo.</p>
<p>Em muitos casos, os anúncios recorreram à simulação de páginas de instituições públicas e privadas. Em 40,5%, eles foram veiculados por anunciantes que se passavam pelo governo federal. Os pesquisadores do NetLab observam que os anúncios exploram a desinformação em torno das políticas públicas voltadas à inclusão financeira. Chamou a atenção deles que, entre as peças publicitárias fraudulentas, aparecem promessas de acesso tanto a programas governamentais reais como também a outros fictícios. Resgata Brasil, Benefício Cidadão, Brasil Beneficiado e Compensação da Virada são alguns nomes utilizados.</p>
<p>&#8220;O fato de estas páginas terem obtido a permissão para veicular anúncios em nome do governo evidencia as fragilidades dos processos de verificação de anunciantes da Meta&#8221;, registra o estudo. Os golpistas ofereciam serviços para identificar valores que os usuários teriam direito a receber ou anunciavam a possibilidade de resgate de dinheiro de determinado benefício. Os usuários eram eventualmente levados a crer que precisavam pagar taxas antecipadas para ter acesso a estes serviços. Alguns desses anúncios também promoviam guias fraudulentos que instruíam consumidores a “driblarem a taxação do Pix.”</p>
<p>Para os pesquisadores, o alcance das fraudes tem sido maximizado pela utilização das ferramentas de <em>marketing</em> disponibilizadas pela Meta, que permitem o impulsionamento de anúncios maliciosos e seu direcionamento para públicos segmentados de acordo com critérios demográficos, geográficos e interesses dos usuários. Eles criticam a falta de transparência no tratamento dos dados pessoais e veem uma falta de controle e de segurança contra a publicidade enganosa, o que favorece a aplicação de crimes digitais no Facebook, no Instagram e no WhatsApp.</p>
<p>De acordo com o NetLab, ao permitir o direcionamento de anúncios fraudulentos para públicos específicos, as ferramentas da Meta dão aos golpistas a capacidade de atingir as vítimas ideais. &#8220;Há no país uma vasta população ávida por oportunidades de ascensão social, que precisa de suporte e políticas públicas do Estado para mudar de vida, o que faz com que os mais necessitados se tornem um alvo prioritário de golpes <em>online</em>&#8220;, registra o estudo.</p>
<p>Procurada pela <strong>Agência Brasil</strong>, a Meta afirmou em nota que anúncios que tenham como objetivo enganar, fraudar ou explorar terceiros não são permitidos em suas plataformas. &#8220;Estamos sempre aprimorando a nossa tecnologia para combater atividades suspeitas. Também recomendamos que as pessoas denunciem quaisquer conteúdos que acreditem ir contra os Padrões da Comunidade do Facebook, as Diretrizes da Comunidade do Instagram e os Padrões de Publicidade da Meta através dos próprios aplicativos&#8221;, acrescenta o texto.</p>
<h2>Inteligência artificial</h2>
<p>O estudo revelou que em 1.244 dos anúncios fraudulentos, 70,3% do total, houve uso de ferramentas de inteligência artificial. Foram encontrados vídeos que podem ser enquadrados como <em>deepfakes</em> (falsificação profunda, em tradução livre). As ferramentas foram largamente utilizadas para manipular a imagem do deputado federal Nikolas Ferreira (PL), protagonista da campanha pela revogação da Instrução Normativa 2.219/2024. Ao todo, adulterações envolvendo o parlamentar aparecem em 561 anúncios, sendo 70% destes veiculados após o recuo do governo federal.</p>
<p>Um deles faz uso de uma publicação original compartilhada por Nikolas em suas redes sociais, na qual comemorava a revogação das novas regras e alegava que o trabalhador brasileiro poderia se tranquilizar por poder “usar o Pix sem a lupa do governo”. O anúncio, porém, manipula o trecho final do vídeo e mostra o parlamentar anunciando o lançamento de uma medida que garantiria o reembolso parcial de gastos realizados com cartão de crédito nos últimos meses.</p>
<p>Embora tenha sido o principal alvo das manipulações, Nikolas não foi a única personalidade pública que teve sua imagem explorada nos anúncios fraudulentos. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, é outro que aparece em diferentes vídeos adulterados. Também há conteúdos que utilizam as imagens do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do vice-presidente Geraldo Alckmin, do ex-presidente Jair Bolsonaro, dos deputados Eduardo Bolsonaro (PL) e Fred Linhares (Republicanos) e do jornalista William Bonner, entre outros.</p>
<h2>Moderação de conteúdo</h2>
<p>Uma pesquisa divulgada pelo Instituto Datafolha no ano passado aponta que fraudes baseadas em Pix e em boletos bancários são os tipos de crimes digitais que mais geram receitas no Brasil, causando um prejuízo de R$ 25,5 bilhões por ano aos consumidores. Também em 2024, identificar a origem dos golpes financeiros no país foi o foco de um levantamento realizado pela Silverguard, uma empresa de tecnologia que oferece serviços de proteção financeira digital.</p>
<p>O trabalho revelou que 79,3% dos casos denunciados por vítimas por meio  da plataforma SOS Golpe se iniciaram em alguma das três plataformas da Meta, sendo 39% no WhatsApp, 22,6% no Instagram e 17,7% no Facebook. Os resultados apontaram também que 7,3% dos golpes tiveram origem no Telegram e 5% em uma das duas plataformas do Google: o sistema de busca ou o YouTube. O restante foi associado a aplicativos de jogos, TikTok, <em>e-mail</em> e outros.</p>
<p>Para os pesquisadores do NetLab, diferentes estudos têm apontado as fragilidades no controle de conteúdo publicitário pelas plataformas da Meta. Eles apontam que uma das consequências é a perda de credibilidade das instituições governamentais e públicas. Isso porque, com o alto volume de anúncios fraudulentos, se reduz a capacidade dos usuários de identificar os anúncios autênticos.</p>
<p>Há também preocupações envolvendo as alterações nas regras das redes sociais Facebook e Instagram que foram anunciadas recentemente por Mark Zuckerberg, presidente executivo da Meta. Entre elas está o fim do programa de checagem de fatos e outras mudanças envolvendo moderação de conteúdo, como a redução na utilização de filtros que buscam por publicações que violam os termos de uso.</p>
<p>De acordo com o NetLab, há incertezas sobre o alcance dessas medidas. &#8220;A ausência de menção específica à moderação de conteúdo publicitário por Zuckerberg em sua fala não deixa claro se as mudanças impactam a circulação de anúncios fraudulentos&#8221;, registra o estudo.</p>
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<p> Léo Rodrigues &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-02/redes-da-meta-facilitam-aplicacao-de-golpes-financeiros-aponta-estudo">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 07 Feb 2025 08:02:00 -0300 </p>

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		<title>Seis em cada dez brasileiros são favoráveis à regulação das redes</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 22:25:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[alerta pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Combate à Desinformação]]></category>
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		<category><![CDATA[Internet virou “campo minado” para crianças e jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisadores dizem que decisões da Meta ameaçam liberdade no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[regulação das redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Uma a cada três crianças tem perfil aberto em redes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. Levantamento nacional feito pela Nexus Pesquisa e Inteligência de Dados mostra que 60% dos brasileiros são favoráveis à regulação das redes sociais. De acordo com a pesquisa, divulgada nesta terça-feira (4), 29% dos entrevistados são contrários à regulação; e 12%, não manifestaram opinião. A pesquisa entrevistou presencialmente 2 mil pessoas, com idade a partir de 16 anos, nas 27 unidades da Federação, no período de 10 a 15 de janeiro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Segundo a Nexus, dos 60% favoráveis à regulação, a metade (ou 30% do total) ponderou que só é favorável se a regulação não limitar a liberdade de expressão das pessoas no ambiente digital; 46% deles (o equivalente a 28% do total da população total) defenderam a regulação mesmo que, em&#8230;</p>
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<p>Levantamento nacional feito pela Nexus Pesquisa e Inteligência de Dados mostra que 60% dos brasileiros são favoráveis à regulação das redes sociais. De acordo com a pesquisa, divulgada nesta terça-feira (4), 29% dos entrevistados são contrários à regulação; e 12%, não manifestaram opinião.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1738707906_331_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/02/1738707908_760_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A pesquisa entrevistou presencialmente 2 mil pessoas, com idade a partir de 16 anos, nas 27 unidades da Federação, no período de 10 a 15 de janeiro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.</p>
<p>Segundo a Nexus, dos 60% favoráveis à regulação, a metade (ou 30% do total) ponderou que só é favorável se a regulação não limitar a liberdade de expressão das pessoas no ambiente digital; 46% deles (o equivalente a 28% do total da população total) defenderam a regulação mesmo que, em alguns casos, ela limite a liberdade de expressão; já os demais defenderam genericamente a regulação, mas não souberam se posicionar em relação ao argumento da liberdade de expressão.</p>
<h2>Responsabilidade das redes</h2>
<p>O levantamento mostra ainda que 61% dos brasileiros concordaram que a regulação é fundamental para enfrentar a disseminação de conteúdos antidemocráticos, discursos de ódio ou de cunho racista, machista e lgbtfóbicos publicados na internet; 29% disseram discordar; 10% não manifestaram opinião.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, 78% afirmaram acreditar que as plataformas precisam ter mais responsabilidade por suas atividades do que têm atualmente; 14% discordaram; e 8% não manifestaram opinião. Já 64% afirmaram acreditar que a regulação é uma importante forma de combater a difusão da desinformação nas plataformas, enquanto 25% pensam o oposto, e 11% não manifestaram opinião.</p>
<h2>Checagem de informações</h2>
<p>A pesquisa mostra também que, para 73% dos brasileiros, a checagem feita por algumas plataformas é importante para combater notícias falsas e discursos de ódio, contra 19% que discordaram, e 9% não manifestaram opinião.</p>
<p>Segundo o levantamento, 65% defenderam que a análise do conteúdo também seja feita pelo usuário para garantir a liberdade de expressão, enquanto 25% têm opinião contrária; e 11% não manifestaram opinião.</p>
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    </div>
<p> Bruno Bocchini &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-02/seis-em-cada-dez-brasileiros-sao-favoraveis-regulacao-das-redes">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Tue, 04 Feb 2025 17:48:00 -0300 </p>

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