<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de comunicado conjunto - WeekNews</title>
	<atom:link href="https://weeknews.online/tag/comunicado-conjunto/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://weeknews.online/tag/comunicado-conjunto/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 07 Jan 2026 18:05:01 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.3</generator>

<image>
	<url>https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/cropped-Gemini_Generated_Image_o4oxj8o4oxj8o4ox-1-150x150.png</url>
	<title>Arquivo de comunicado conjunto - WeekNews</title>
	<link>https://weeknews.online/tag/comunicado-conjunto/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Após ameaçar Groenlândia, Trump menospreza peso de europeus na Otan</title>
		<link>https://weeknews.online/apos-ameacar-groenlandia-trump-menospreza-peso-de-europeus-na-otan/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 18:05:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[6% em 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Após Venezuela]]></category>
		<category><![CDATA[Com tarifaço de Trump]]></category>
		<category><![CDATA[comunicado conjunto]]></category>
		<category><![CDATA[Dinamarca]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[europa]]></category>
		<category><![CDATA[exportações para EUA caem 6]]></category>
		<category><![CDATA[Groenlândia]]></category>
		<category><![CDATA[OTAN]]></category>
		<category><![CDATA[se um país da Otan atacar um parceiro da própria Otan]]></category>
		<category><![CDATA[seria “o fim de tudo”]]></category>
		<category><![CDATA[Trump ameaça tomar Groenlândia e atacar Colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[Trump diz que ataque à Venezuela deixou "muitos" mortos]]></category>
		<category><![CDATA[Trump voltou a dizer que a Groenlândia é necessária para segurança dos EUA]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/apos-ameacar-groenlandia-trump-menospreza-peso-de-europeus-na-otan/</guid>

					<description><![CDATA[<p>. O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, menosprezou as reações de países europeus membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) contras as ameaças de Washington para anexar a Groenlândia, território semiautônomo da Dinamarca. “Rússia e China não têm nenhum medo da Otan sem os EUA, e duvido que a Otan estaria lá para nós se realmente precisássemos dela”, disse Trump, destacando que ele levou os países do bloco a aumentar de 2% para 5% do PIB o total investido em defesa. Notícias relacionadas: Com tarifaço de Trump, exportações para EUA caem 6,6% em 2025. Trump diz que ataque à Venezuela deixou &#8220;muitos&#8221; mortos. Após Venezuela, Trump ameaça tomar Groenlândia e atacar Colômbia. “A maioria não pagava suas contas, até eu aparecer. Os EUA, ingenuamente,&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/apos-ameacar-groenlandia-trump-menospreza-peso-de-europeus-na-otan/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/apos-ameacar-groenlandia-trump-menospreza-peso-de-europeus-na-otan/">Após ameaçar Groenlândia, Trump menospreza peso de europeus na Otan</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p>O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, menosprezou as reações de países europeus membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) contras as ameaças de Washington para anexar a Groenlândia, território semiautônomo da Dinamarca.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1767809101_8_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1767809101_307_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<blockquote>
<p>“Rússia e China não têm nenhum medo da Otan sem os EUA, e duvido que a Otan estaria lá para nós se realmente precisássemos dela”, disse Trump, destacando que ele levou os países do bloco a aumentar de 2% para 5% do PIB o total investido em defesa.</p>
</blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Com tarifaço de Trump, exportações para EUA caem 6,6% em 2025.</li>
<li>Trump diz que ataque à Venezuela deixou &#8220;muitos&#8221; mortos.</li>
<li>Após Venezuela, Trump ameaça tomar Groenlândia e atacar Colômbia.</li>
</ul>
<p>“A maioria não pagava suas contas, até eu aparecer. Os EUA, ingenuamente, estavam pagando por eles! Eu, respeitosamente, os levei a 5% do PIB, e eles pagam imediatamente. Todos disseram que isso não seria possível, mas foi, porque, acima de tudo, eles são todos meus amigos. Sem a minha intervenção, a Rússia teria toda a Ucrânia agora”, afirmou.</p>
<p>O presidente estadunidense vem enfrentando críticas de aliados da Otan devido a suas recorrentes ameaças de anexação da Groenlândia. Após bombardear a Venezuela, Trump voltou a dizer que a Groenlândia é necessária para segurança dos EUA, sugerindo que pode anexá-la. </p>
<p><strong>Trump cita os navios chineses e russos que trafegam no Mar do Ártico como justificativa para os EUA assumirem a Groenlândia. </strong>A anexação é ilegal, segundo o direito internacional.</p>
<p>Especialistas consultados pela <strong>Agência Brasil</strong> avaliam que a medida teria o objetivo de tentar conter o comércio da China pelo Ártico que, com o derretimento das calotas polares provocado pelo aquecimento global, deve ver o valor do frete cair nos próximos anos.</p>
<p>A primeira-ministra da Dinamarca, Matte Frederiksen, disse que, se um país da Otan atacar um parceiro da própria Otan, seria “o fim de tudo”, referindo-se à organização militar que reúne, além de países europeus, os EUA e o Canadá. </p>
<p>Em <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.elysee.fr/en/emmanuel-macron/2026/01/06/joint-statement-on-greenland?utm_source=chatgpt.com" target="_blank">comunicado conjunto</a>, oito dos 32 países da Otan defenderam a soberania da Dinamarca sobre a Groenlândia nesta terça-feira (6). São eles França, Alemanha, Reino Unido, Portugal, Espanha, Itália, Polônia e Dinamarca.</p>
<blockquote>
<p>“Cabe à Dinamarca e à Groenlândia, e somente a elas, decidir sobre assuntos que dizem respeito à Dinamarca e à Groenlândia”, disse o comunicado, acrescentando que “Os EUA são um parceiro essencial neste esforço” de manter a segurança no Ártico. </p>
</blockquote>
<h2>Resposta tímida</h2>
<p>A resposta dos aliados europeus à ameaça de Trump foi “tímida”, na avaliação do major-general português Agostinho Costa, especialista em assuntos de segurança e geopolítica e ex-vice-presidente da Associação EuroDefese-Portugal.</p>
<p>O militar avalia que a publicação de Trump menosprezando as reações dos membros da Otan se trata de um “bullying puro e duro” contra os aliados.</p>
<p>“A Europa está em estado de choque. Os países da Europa vivem uma orfandade em relação aos EUA. Toda política norte-americana de Trump vai contra as expectativas do componente europeu da Otan”, afirma.</p>
<p>Para ele, existe a ideia de que a organização seria uma aliança de defesa para proteger a Europa de uma suposta ameaça. Porém, o especialista entende que a função real da Otan é outra.</p>
<p>“A organização, pela realidade dos fatos, representa os interesses estratégicos e geopolíticos norte-americanos e serve como justificativa para a presença norte-americana na Europa, em especial, para o conjunto de bases que eles têm aqui e para as 250 armas nucleares que estão posicionadas aqui”, acrescentou Agostinho Costa.</p>
<p>O general português considera que a submissão da Europa aos EUA é “patológica” e diz que o aumento dos gastos com defesa, após pressão de Trump, serviu para transferir recursos para indústria de armas estadunidense.  </p>
<p>“[O aumento dos gastos com Defesa] é, fundamentalmente, um negócio que impôs à Europa uma transferência dos seus orçamentos de defesa para a indústria militar norte-americana, porque a indústria militar europeia não está minimamente desenvolvida ao ponto de poder fornecer esses armamentos”, concluiu.</p>
<p> Lucas Pordeus León &#8211; repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-01/apos-ameacar-groenlandia-trump-menospreza-peso-de-europeus-na-otan">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 07 Jan 2026 14:26:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/apos-ameacar-groenlandia-trump-menospreza-peso-de-europeus-na-otan/">Após ameaçar Groenlândia, Trump menospreza peso de europeus na Otan</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Brasil não assina comunicado sobre Venezuela liderado pela Argentina</title>
		<link>https://weeknews.online/brasil-nao-assina-comunicado-sobre-venezuela-liderado-pela-argentina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Dec 2025 17:52:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[apreenderam navios de petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[comunicado conjunto]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[em 2017]]></category>
		<category><![CDATA[entretanto]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[javier milei]]></category>
		<category><![CDATA[Lula disse a Trump que América Latina é zona de paz]]></category>
		<category><![CDATA[Lula informou ter mantido conversas por telefone tanto com Maduro como com Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>
		<category><![CDATA[na tentativa de buscar uma solução diplomática para a situação]]></category>
		<category><![CDATA[Nicolás Maduro]]></category>
		<category><![CDATA[Novo ataque aéreo dos EUA contra navio deixa três mortos no Caribe]]></category>
		<category><![CDATA[o país foi suspenso por ruptura da ordem democrática]]></category>
		<category><![CDATA[O presidente Lula não reconheceu oficialmente Nicolás Maduro como vitorioso nas eleições realizadas em julho de 2024 na Venezuela]]></category>
		<category><![CDATA[uma intervenção na Venezuela geraria uma catástrofe humanitária]]></category>
		<category><![CDATA[venezuela]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela condena "roubo e sequestro" de petroleiro pelos EUA]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/brasil-nao-assina-comunicado-sobre-venezuela-liderado-pela-argentina/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Parte dos membros do Mercosul, sob liderança da Argentina, divulgou comunicado conjunto pedindo o restabelecimento da democracia e o respeito aos direitos humanos na Venezuela. O documento foi assinado à margem da cúpula do bloco, que ocorreu neste sábado (20), em Foz do Iguaçu (PR), sob a presidência do Brasil. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não assina o comunicado, bem como o presidente do Uruguai, Yamandú Orsi. A avalição do Palácio do Planalto é que um documento desses, assinado pelo Mercosul, poderia ser lido por autoridades dos Estados Unidos como um apoio a uma eventual ação militar norte-americana na Venezuela; e isso não interessa ao Brasil. Notícias relacionadas: Venezuela condena &#8220;roubo e sequestro&#8221; de petroleiro pelos EUA. Novo ataque aéreo dos EUA contra navio&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/brasil-nao-assina-comunicado-sobre-venezuela-liderado-pela-argentina/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/brasil-nao-assina-comunicado-sobre-venezuela-liderado-pela-argentina/">Brasil não assina comunicado sobre Venezuela liderado pela Argentina</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p>Parte dos membros do Mercosul, sob liderança da Argentina, divulgou <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.cancilleria.gob.ar/es/actualidad/noticias/comunicado-conjunto-sobre-venezuela" target="_blank">comunicado conjunto</a> pedindo o restabelecimento da democracia e o respeito aos direitos humanos na Venezuela. O documento foi assinado à margem da cúpula do bloco, que ocorreu neste sábado (20), em Foz do Iguaçu (PR), sob a presidência do Brasil.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1766339560_28_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/12/1766339560_124_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não assina o comunicado, bem como o presidente do Uruguai, Yamandú Orsi. <strong>A avalição do Palácio do Planalto é que um documento desses, assinado pelo Mercosul, poderia ser lido por autoridades dos Estados Unidos como um apoio a uma eventual ação militar norte-americana na Venezuela; e isso não interessa ao Brasil.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Venezuela condena &#8220;roubo e sequestro&#8221; de petroleiro pelos EUA.</li>
<li>Novo ataque aéreo dos EUA contra navio deixa três mortos no Caribe.</li>
<li>Lula disse a Trump que América Latina é zona de paz.</li>
</ul>
<p>A carta não menciona a tensão entre os Estados Unidos e a Venezuela nem o aumento da presença militar estadunidense na região do Caribe. O governo do presidente Donald Trump não reconhece Nicolás Maduro, no poder desde 2013, como líder legítimo da Venezuela.</p>
<p>Os Estados Unidos vêm bombardeando embarcações e apreenderam navios de petróleo, sob a justificativa de estar combatendo as rotas de narcotráfico que abastecem os Estados Unidos. Já para o presidente Nicolás Maduro, há interesses nas riquezas petrolíferas do país e o reforço militar na região tem o objetivo de tirá-lo do poder.</p>
<p>O país caribenho é um dos maiores produtores de petróleo do planeta. O produto é o coração da economia da Venezuela, e a ação norte-americana pode causar uma asfixia financeira ao país.</p>
<h2>Comunicado</h2>
<p><strong>O comunicado emitido ontem foi feito em nome dos presidentes da Argentina, Javier Milei; do Paraguai, Santiago Peña; e do Panamá, José Raúl Mulino. Autoridades do alto escalão da Bolívia, do Equador e do Peru também assinaram a carta.</strong> Eles expressaram “profunda preocupação” com a grave crise migratória, humanitária e social na Venezuela, país suspenso do bloco sul-americano.</p>
<p>“[Os líderes] reafirmaram seu firme compromisso de alcançar, por meios pacíficos, a plena restauração da ordem democrática e o respeito irrestrito aos direitos humanos na Venezuela”, diz o comunicado.</p>
<p>O Mercosul foi fundado em 1991 por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai e, em 2012, aceitou a Venezuela como membro. Em 2017, entretanto, o país foi suspenso por ruptura da ordem democrática, com base nas cláusulas do Protocolo de Ushuaia, assinado em 1998 e que trata dos compromissos democráticos dos países do bloco.</p>
<p>No comunicado, os países ainda ratificaram a validade do Protocolo de Ushuaia e reiteraram, entre outros, “a articulação de mecanismos para a defesa da democracia”. Eles pedem, ainda, a libertação dos presos políticos.</p>
<p>O presidente Lula não reconheceu oficialmente Nicolás Maduro como vitorioso nas eleições realizadas em julho de 2024 na Venezuela, mas o governo vem sendo “profundamente cauteloso” com os temas que envolvem o país vizinho.</p>
<p>Nesse sentido, a avaliação do Palácio do Planalto é que não funciona aprovar uma declaração falando que é preciso resolver um problema político e não mencionar que há uma “ameaça de solução militar” pelos Estados Unidos.</p>
<h2>Catástrofe</h2>
<p>Em entrevista a jornalistas, na última quinta-feira (18), no Palácio do Planalto, Lula informou ter mantido conversas por telefone tanto com Maduro como com Trump, na tentativa de buscar uma solução diplomática para a situação. Durante a reunião do Mercosul, ele afirmou que uma intervenção na Venezuela geraria uma catástrofe humanitária e um precedente perigoso para o mundo.</p>
<p>&#8220;Passadas mais de quatro décadas desde a Guerra das Malvinas, o continente sul-americano volta a ser assombrado pela presença militar de uma potência extrarregional. Os limites do direito internacional estão sendo testados&#8221;, disse Lula aos líderes, ao discursar.</p>
<p>Já o presidente da Argentina, Javier Milei, chamou Nicolás Maduro de “narcoterrorista” e elogiou as ações militares na costa venezuelana.</p>
<p>“A Argentina acolhe com satisfação a pressão dos Estados Unidos e de Donald Trump para libertar o povo venezuelano. O tempo da timidez nesta questão já passou”, disse em discurso na cúpula do Mercosul.</p>
<p> Andreia Verdélio &#8211; repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-12/brasil-nao-assina-comunicado-sobre-venezuela-liderado-pela-argentina">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 21 Dec 2025 14:29:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/brasil-nao-assina-comunicado-sobre-venezuela-liderado-pela-argentina/">Brasil não assina comunicado sobre Venezuela liderado pela Argentina</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lula quer Brasil na associação de países asiáticos</title>
		<link>https://weeknews.online/lula-quer-brasil-na-associacao-de-paises-asiaticos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 14:17:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Asean]]></category>
		<category><![CDATA[Associação]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiro também participou do encerramento do encontro empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[ciência e tecnologia e estatística]]></category>
		<category><![CDATA[comunicado conjunto]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[encontro com o presidente dos Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[firmados oito acordos em áreas como minas e energia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Kuala Lumpur]]></category>
		<category><![CDATA[Lula defende uso de moedas locais para comércio Brasil-Indonésia]]></category>
		<category><![CDATA[Lula quer discutir com Trump punição dada a ministros do STF]]></category>
		<category><![CDATA[Lula: parcerias entre Brasil e indonésia são promissoras]]></category>
		<category><![CDATA[Países asiáticos]]></category>
		<category><![CDATA[possibilidade de expansão do comércio brasileiro com um mercado de 680 milhões de habitantes]]></category>
		<category><![CDATA[presidente Lula]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/lula-quer-brasil-na-associacao-de-paises-asiaticos/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta sexta-feira (24), que o Brasil trabalha para ser membro pleno da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean). Ele está em viagem à região em busca uma aproximação política com os países e a possibilidade de expansão do comércio brasileiro com um mercado de 680 milhões de habitantes. “O Brasil trabalha para ser membro pleno da Asean. O Brasil tem de acreditar na sua economia, nós vivemos um bom momento econômico brasileiro. [&#8230;] E por isso eu continuo viajando para ver se a gente aumenta a nossa balança comercial, a nossa reserva em dólares, nossos investimentos também no exterior e atrair novos investimentos para o Brasil”, disse. Notícias relacionadas: Lula quer discutir com Trump&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/lula-quer-brasil-na-associacao-de-paises-asiaticos/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/lula-quer-brasil-na-associacao-de-paises-asiaticos/">Lula quer Brasil na associação de países asiáticos</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p><strong>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta sexta-feira (24), que o Brasil trabalha para ser membro pleno da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean).</strong> Ele está em viagem à região em busca uma aproximação política com os países e a possibilidade de expansão do comércio brasileiro com um mercado de 680 milhões de habitantes.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1761315432_719_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1761315432_439_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<blockquote>
<p>“O Brasil trabalha para ser membro pleno da Asean. O Brasil tem de acreditar na sua economia, nós vivemos um bom momento econômico brasileiro. [&#8230;] E por isso eu continuo viajando para ver se a gente aumenta a nossa balança comercial, a nossa reserva em dólares, nossos investimentos também no exterior e atrair novos investimentos para o Brasil”, disse.</p>
</blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Lula quer discutir com Trump punição dada a ministros do STF.</li>
<li>Lula defende uso de moedas locais para comércio Brasil-Indonésia.</li>
<li>Lula: parcerias entre Brasil e indonésia são promissoras.</li>
</ul>
<p>A declaração foi dada após reunião com o secretário-geral da entidade, Kao Kim Hourn, em Jacarta, capital da Indonésia.<strong> O Brasil é o único país latino-americano a manter Parceria de Diálogo Setorial com a Asean, estabelecida em 2023, com iniciativas de coordenação política e de cooperação multissetorial.</strong></p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-grande_6colunas type-image atom-align-left">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=441738:grande_6colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img decoding="async" src="/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif" data-echo="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/54876252459_188ee3d83c_o.jpg" alt="Jacarta, 24/10/2025 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante encontro na Secretaria-Geral da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN). Foto: Ricardo Stuckert/PR" title="Ricardo Stuckert/PR"><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/54876252459_188ee3d83c_o.jpg" alt="Jacarta, 24/10/2025 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante encontro na Secretaria-Geral da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN). Foto: Ricardo Stuckert/PR" title="Ricardo Stuckert/PR"><br />
    <!-- END scald=441738 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<h6 class="meta">Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante encontro na ASEAN. Foto <strong>Ricardo Stuckert/PR</strong><!--END copyright=441738--></h6>
</div>
</div>
<p>Na sequência Lula embarcou para Kuala Lumpur, na Malásia. Lá, a programação inclui participações na cúpula da Asean e no encontro de líderes do Leste Asiático (EAS), além de um encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Será a primeira vez que um chefe de Estado brasileiro participará dessa cúpula.</p>
<p>Fundada em 1967 pela Indonésia, Malásia, pelas Filipinas, por Singapura e Tailândia, a <strong>Asean é uma organização regional que promove a cooperação econômica, política, de segurança e sociocultural entre os seus membros. </strong>Além dos países fundadores, o bloco é composto também por Brunei, Laos, Mianmar, pelo Vietnã, Camboja e, durante esta próxima cúpula, receberá formalmente a adesão do Timor Leste, que se tornará o 11º membro.</p>
<p>O <strong>comércio do Brasil com os países da Asean superou US$ 37 bilhões no ano passado e continua crescendo. Se fosse um único país, a Asean seria o quinto principal parceiro comercial do Brasil, atrás da China, União Europeia, dos Estados Unidos e da Argentina.</strong></p>
<p>Durante o encontro com Kao Kim Hourn, Lula ressaltou que os projetos de cooperação para o desenvolvimento têm aproximado o Brasil e os países da Asen. O <strong>brasileiro frisou que a cooperação em bioenergia tem grande potencial e afirmou que, em 2026, pretende ampliar a pauta para as áreas de saúde e educação.</strong></p>
<p><strong>Lula ainda convidou o presidente da Asean para participar da Cúpula de Líderes da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), que será realizada em Belém nos dias 6 e 7 de novembro. </strong>A associação asiática terá um pavilhão na COP30 e tem a intenção de criar um grupo de negociação no âmbito da conferência do clima no Brasil.</p>
<blockquote>
<p>“Nesse mundo confuso, quanto mais parcerias econômicas nós tivermos, melhor. E não apenas econômicas e comerciais, mas parcerias entre as nossas universidades, nossos cientistas, entre os nossos ministros, para que a gente possa efetivamente não ficar dependendo de um único país. Quanto mais comércio a gente tiver, quanto mais forte for a nossa relação com os países, melhor é para o Brasil”, reforçou Lula.</p>
</blockquote>
<p><strong>“E também continuamos fazendo a pregação de que é preciso fortalecer o multilateralismo. É preciso que a gente fortaleça o multilateralismo, que a gente fortaleça as instituições que dão garantia ao multilateralismo para que a gente tenha uma economia mais sólida, para que a gente tenha menos protecionismo e para que a gente possa ter um comércio mais livre”, acrescentou.</strong></p>
<h2>Visita oficial</h2>
<p>Nesta quinta-feira (23), Lula foi recebido em visita oficial pelo presidente da Indonésia, Prabowo Subianto. Na ocasião foi adotado um comunicado conjunto e firmados oito acordos em áreas como minas e energia, agricultura, ciência e tecnologia e estatística. <strong>Foram, ainda, assinados diversos instrumentos entre setores privados dos dois países, com ênfase na área de transição energética.</strong></p>
<p>O brasileiro também participou do encerramento do encontro empresarial, que <strong>reuniu cerca de 400 participantes de ambos os países.</strong> <strong>Para Lula, a balança comercial de US$ 6,3 bilhões entre Brasil e Indonésia é pequena diante do tamanho das suas economias e populações.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Falta um pouco mais de entusiasmo dos países, entusiasmo dos nossos empresários. É por isso que eu quero agradecer aos empresários brasileiros que vieram”, disse Lula.</p>
</blockquote>
<p><strong>“Eu espero que a gente possa ter um entrosamento cada vez mais forte e que possa sair com uma perspectiva muito positiva para o Brasil. O mundo está a exigir dos líderes políticos muito mais volatilidade, competência de negociação, vontade de negociar e de fazer as coisas acontecerem”, completou o presidente.</strong></p>
<p> </p>
<p> Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-10/lula-quer-brasil-na-associacao-de-paises-asiaticos">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 24 Oct 2025 11:03:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/lula-quer-brasil-na-associacao-de-paises-asiaticos/">Lula quer Brasil na associação de países asiáticos</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Brasil e Indonésia assinam comunicado e citam potencial de parcerias</title>
		<link>https://weeknews.online/brasil-e-indonesia-assinam-comunicado-e-citam-potencial-de-parcerias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 16:36:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil e Indonésia firmam acordos; Lula confirma candidatura em 2026]]></category>
		<category><![CDATA[comunicado conjunto]]></category>
		<category><![CDATA[Indonésia]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Lula defende uso de moedas locais para comércio Brasil-Indonésia]]></category>
		<category><![CDATA[Lula: parcerias entre Brasil e indonésia são promissoras]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Visita]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/brasil-e-indonesia-assinam-comunicado-e-citam-potencial-de-parcerias/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Os governos do Brasil e da Indonésia divulgaram, nesta quinta-feira (23), comunicado conjunto, sobre o progresso da parceria estratégica entre os dois países. O documento, que trata também de cooperações tanto no âmbito regional quanto multilateral, marca a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, àquele país. O documento contém dezenas de pontos consensuais entre Brasil e Indonésia, em especial os potenciais estratégicos comuns entre os dois países. Reitera também seus posicionamentos em favor de uma “reforma da governança, paz e segurança internacionais”, além de renovar iniciativas já existentes. Notícias relacionadas: Lula defende uso de moedas locais para comércio Brasil-Indonésia. Lula: parcerias entre Brasil e indonésia são promissoras. Brasil e Indonésia firmam acordos; Lula confirma candidatura em 2026. Sinergia e complementariedade Os dois países&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/brasil-e-indonesia-assinam-comunicado-e-citam-potencial-de-parcerias/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/brasil-e-indonesia-assinam-comunicado-e-citam-potencial-de-parcerias/">Brasil e Indonésia assinam comunicado e citam potencial de parcerias</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p>Os governos do Brasil e da Indonésia divulgaram, nesta quinta-feira (23), <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/mre/pt-br/canais_atendimento/imprensa/notas-a-imprensa/comunicado-conjunto-progresso-da-parceria-estrategica-brasil2013indonesia" target="_blank">comunicado conjunto</a>, sobre o progresso da parceria estratégica entre os dois países. O documento, que trata também de cooperações tanto no âmbito regional quanto multilateral, marca a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, àquele país.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1761237365_684_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1761237365_839_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>O documento contém dezenas de pontos consensuais entre Brasil e Indonésia, em especial os potenciais estratégicos comuns entre os dois países. Reitera também seus posicionamentos em favor de uma “reforma da governança, paz e segurança internacionais”, além de renovar iniciativas já existentes.</strong></p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Lula defende uso de moedas locais para comércio Brasil-Indonésia.</li>
<li>Lula: parcerias entre Brasil e indonésia são promissoras.</li>
<li>Brasil e Indonésia firmam acordos; Lula confirma candidatura em 2026.</li>
</ul>
<p>Sinergia e complementariedade</p>
<p>Os dois países reconhecem o “expressivo potencial da cooperação” econômica e empresarial nas mais diversas áreas e setores, em especial relativas a agronegócio, defesa, mineração, energia, saúde e turismo.</p>
<p><strong>Há pontos consensuais sobre transições energéticas, biocombustíveis, bem como o combate a organizações criminosas.</strong> O documento valoriza iniciativas de aproximação de blocos econômicos dos quais participam e a cooperação Sul-Sul para promover “uma ordem internacional justa e inclusiva, baseada no direito internacional”.</p>
<p>Cita também a sinergia e a complementariedade entre Brasil e Indonésia e o potencial do ponto de vista empresarial e acadêmico. Nesse sentido, destaca áreas como educação, ciência, tecnologia, inovação, agricultura, meio ambiente e diversidade.</p>
<h2>Meio ambiente, combate à fome e à pobreza</h2>
<p><strong>A preocupação com as mudanças climáticas, com oceanos e florestas tropicais é comum, citado no comunicado conjunto, bem como suas correlações com as áreas de pesquisa e tecnologia espacial; desenvolvimento sustentável e energias limpas e renováveis.</strong></p>
<p>Como membros fundadores da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, reforçam o compromisso de enfrentar tais desafios por meio da cooperação multilateral, reconhecendo que a segurança alimentar e nutricional é “fundamental para a estabilidade e a resiliência nacionais”.</p>
<p><strong>Manifestaram também apoio à Declaração de Lançamento do Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF), a ser adotada na Cúpula do Clima de Belém.</strong></p>
<h2>Reforma na governança global e Gaza</h2>
<p>Indonésia e Brasil reiteraram seu posicionamento em favor de uma “reforma urgente e abrangente” das instituições de governança global, no sentido de “ampliar a voz do Sul Global” e de regiões “não representadas ou sub-representadas”, e cita especificamente o Conselho de Segurança da ONU para esse fim.</p>
<p><strong>Por fim, o documento acolhe “com satisfação o processo de cessar-fogo em Gaza como um passo inicial para o fim da guerra, o acesso desimpedido de ajuda humanitária e o início imediato da reconstrução em Gaza”</strong>. A solução para os problemas da região passa, tanto para a Indonésia quanto para o Brasil, pela existência de dois Estados.</p>
<p> Pedro Peduzzi &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-10/brasil-e-indonesia-e-divulgam-comunicado-e-destacam-cooperacao">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 23 Oct 2025 13:05:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/brasil-e-indonesia-assinam-comunicado-e-citam-potencial-de-parcerias/">Brasil e Indonésia assinam comunicado e citam potencial de parcerias</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
