<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de Conferência das Nações Unidas sobre Espécies Migratórias de Animais Silvestres - WeekNews</title>
	<atom:link href="https://weeknews.online/tag/conferencia-das-nacoes-unidas-sobre-especies-migratorias-de-animais-silvestres/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://weeknews.online/tag/conferencia-das-nacoes-unidas-sobre-especies-migratorias-de-animais-silvestres/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 26 Mar 2026 21:53:55 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1</generator>

<image>
	<url>https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/cropped-Gemini_Generated_Image_o4oxj8o4oxj8o4ox-1-32x32.png</url>
	<title>Arquivo de Conferência das Nações Unidas sobre Espécies Migratórias de Animais Silvestres - WeekNews</title>
	<link>https://weeknews.online/tag/conferencia-das-nacoes-unidas-sobre-especies-migratorias-de-animais-silvestres/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>COP15: povos tradicionais pedem reconhecimento dos saberes ancestrais</title>
		<link>https://weeknews.online/cop15-povos-tradicionais-pedem-reconhecimento-dos-saberes-ancestrais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 21:53:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil já se antecipou e preparou uma declaração presidencial]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência das Nações Unidas sobre Espécies Migratórias de Animais Silvestres]]></category>
		<category><![CDATA[COP15]]></category>
		<category><![CDATA[COP15: Marina Silva pede união de países além das fronteiras]]></category>
		<category><![CDATA[COP15: negociações avançam para proteção de espécies migratórias]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade marca cerimônia de abertura da COP15 em Campo Grande]]></category>
		<category><![CDATA[espécies migratórias]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Povos Tradicionais]]></category>
		<category><![CDATA[relatório Avaliação Global dos Peixes Migratórios de Água Doce]]></category>
		<category><![CDATA[saberes tradicionais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/cop15-povos-tradicionais-pedem-reconhecimento-dos-saberes-ancestrais/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O presidente da 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Espécies Migratórias de Animais Silvestres (COP15), João Paulo Capobianco, recebeu nesta quinta-feira (26), de um grupo de representantes de 28 povos e comunidades tradicionais de todo o Brasil, um ofício com a solicitação de reconhecimento dos saberes tradicionais que protegem habitats, rotas migratórias e dão base científica às decisões dos países. No encontro, o grupo pediu que o reconhecimento seja feito na forma de um item no texto da própria Convenção sobre Espécies Migratórias de Animais Silvestres (CMS, na sigla em inglês), além da criação de um espaço de participação na estrutura do secretariado que faz a governança do tratado internacional. Notícias relacionadas: COP15: negociações avançam para proteção de espécies migratórias. Diversidade marca cerimônia&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/cop15-povos-tradicionais-pedem-reconhecimento-dos-saberes-ancestrais/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/cop15-povos-tradicionais-pedem-reconhecimento-dos-saberes-ancestrais/">COP15: povos tradicionais pedem reconhecimento dos saberes ancestrais</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p>O presidente da 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Espécies Migratórias de Animais Silvestres (COP15), João Paulo Capobianco, recebeu nesta quinta-feira (26), de um grupo de representantes de 28 povos e comunidades tradicionais de todo o Brasil, um <strong>ofício com a solicitação de reconhecimento dos saberes tradicionais que protegem habitats, rotas migratórias e dão base científica às decisões dos países.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1774562035_899_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1774562035_973_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>No encontro, o grupo pediu que o reconhecimento seja feito na forma de um item no texto da própria Convenção sobre Espécies Migratórias de Animais Silvestres (CMS, na sigla em inglês), além da criação de um espaço de participação na estrutura do secretariado que faz a governança do tratado internacional.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>COP15: negociações avançam para proteção de espécies migratórias.</li>
<li>Diversidade marca cerimônia de abertura da COP15 em Campo Grande.</li>
<li>COP15: Marina Silva pede união de países além das fronteiras .</li>
</ul>
<p><strong>Capobianco afirmou que o pedido é uma demanda pertinente e necessária e que será construída na forma de uma solicitação formal ao longo dos próximos três anos em que o Brasil liderará os debates.</strong></p>
<p>“O Brasil já se antecipou e preparou uma declaração presidencial, que foi proposta pelo presidente [Luiz Inácio] Lula [da Silva], ao presidente do Paraguai, e à Bolívia, por meio do seu chanceler, que participou da reunião de alto nível [cúpula de líderes]”, disse Capobianco. </p>
<p>“E nesse documento está lá, de forma muito clara e explicitada, o papel fundamental dos povos indígenas e das comunidades tradicionais”, acrescentou.</p>
<p><strong>O presidente da COP15 adiantou ainda que diversos países já subscreveram o documento em adesão à declaração de apoio.</strong> </p>
<p>O documento dará força aos próximos passos necessários ao processo de aprovação da proposta. </p>
<blockquote>
<p>“Tenho certeza que isso vai vingar, porque o Brasil já fez isso na Convenção da Biodiversidade, que ocorreu em Cali”, destacou.</p>
</blockquote>
<h2>Incidência</h2>
<p>Na quarta-feira (25), antes do encontro com o presidente da COP15, uma voz potente ecoou por três minutos no principal espaço de negociações da COP15. </p>
<p>Edinalda Nascimento, mulher pantaneira e representante do Conselho Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, falou em nome de 28 segmentos que nunca haviam se pronunciado naquela plenária.</p>
<p><strong>“Somos um elo essencial conectando a natureza para sustentar todas as formas de vida. Nossa visão de mundo como povos indígenas e das comunidades locais revelam que os conhecimentos tradicionais são fundamentais para a conservação das espécies migratórias, ao mesmo tempo em que garantem meios de subsistência e a continuidade dos nossos modos de vida”, declarou.</strong></p>
<p>Atentos, diplomatas, cientistas e representantes de organizações sociais pararam as negociações para ouvir a reivindicação daqueles que nunca haviam sequer acessado a área destinada aos credenciados na COP da convenção, a chamada  Zona Azul.</p>
<p>“Logo após a nossa manifestação, outros países já se manifestaram a favor, pedindo que seja avaliado, que seja implementada a solicitação dos povos e comunidades tradicionais. Então a gente sai muito feliz com a aprovação e a parceria de apoio dos outros países”, ressaltou Edinalda.</p>
<p><strong>A diretora da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente, Cláudia de Pinho, explicou que a intervenção fez parte de uma articulação entre vários ministérios do governo brasileiro, para garantir que esses povos tivessem voz e pudessem entender os processos de negociação nessa conferência das Nações Unidas.</strong> </p>
<p>“Eles nos procuraram para entender mais sobre a conferência e nós fizemos todo um trabalho de aproximação com o tema, que é bastante técnico, que chamamos de pré-COP. A partir disso, eles selecionaram quem viria participar. Então, o que fizemos foi atender à demanda dos próprios segmentos”, disse.</p>
<p>O esforço dos representantes dos 28 povos abriu um debate a partir de uma demanda que nunca havia chegado ao secretariado da CMS, avaliou Cláudia de Pinho. </p>
<p><strong>“Criou um momento realmente para discutir a relevância dos modos de vida dos povos indígenas e comunidades tradicionais, um tema que tem tudo a ver com as espécies migratórias”, disse.</strong></p>
<p>De acordo com Capobianco, nessa COP15 no Brasil o reconhecimento tem sido evidenciado inclusive em estudos lançados para subsidiar as decisões das nações. </p>
<p>Um exemplo, segundo ele, foi o relatório Avaliação Global dos Peixes Migratórios de Água Doce, lançado no início da conferência e assinado por cientistas e integrantes dos povos tradicionais.</p>
<p>“É belíssimo isso, porque é um trabalho que vai ser muito impactante para todas as pessoas que lidam com a conservação das espécies migratórias”, afirmou. </p>
<p><strong>“O documento foi produzido juntando conhecimento acadêmico com conhecimento tradicional, que também é científico e, em muitos casos, é mais profundo do que o próprio conhecimento acadêmico”, reforçou.</strong></p>
<p><em>* Equipe viajou a convite do Ministério do Meio Ambiente</em></p>
<p> Fabíola Sinimbú &#8211; Enviada especial * , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-03/cop15-povos-tradicionais-pedem-reconhecimento-dos-saberes-ancestrais">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 26 Mar 2026 18:30:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/cop15-povos-tradicionais-pedem-reconhecimento-dos-saberes-ancestrais/">COP15: povos tradicionais pedem reconhecimento dos saberes ancestrais</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Queda na conservação de espécies migratórias pautará encontro da ONU</title>
		<link>https://weeknews.online/queda-na-conservacao-de-especies-migratorias-pautara-encontro-da-onu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 01:48:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[animais silvestres]]></category>
		<category><![CDATA[Campo Grande]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão atualiza estratégia para conter perda de biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência das Nações Unidas sobre Espécies Migratórias de Animais Silvestres]]></category>
		<category><![CDATA[COP15]]></category>
		<category><![CDATA[espécies migratórias]]></category>
		<category><![CDATA[Mato Grosso do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Nova espécie de perereca é descoberta no Cerrado mineiro]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa inédita com genoma protege espécies de peixes da Amazônia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/queda-na-conservacao-de-especies-migratorias-pautara-encontro-da-onu/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A cidade de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, receberá a 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Espécies Migratórias de Animais Silvestres (COP15) a partir de 23 de março. Ao longo de uma semana, o evento será o centro dos debates e decisões globais sobre ações de conservação de animais que percorrem longos trajetos em deslocamento, passando por diferentes ecossistemas. O encontro global, realizado a cada dois anos, reunirá representantes de 132 países mais a União Europeia, signatários da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres (CMS, na sigla em inglês). O tratado internacional foi criado em 1979 para proteger essa biodiversidade e suas rotas migratórias, além de reduzir os impactos negativos da poluição e das mudanças climáticas sobre as espécies. Notícias relacionadas:&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/queda-na-conservacao-de-especies-migratorias-pautara-encontro-da-onu/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/queda-na-conservacao-de-especies-migratorias-pautara-encontro-da-onu/">Queda na conservação de espécies migratórias pautará encontro da ONU</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p><strong>A cidade de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, receberá a 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Espécies Migratórias de Animais Silvestres (COP15) a partir de 23 de março</strong>. Ao longo de uma semana, o evento será o centro dos debates e decisões globais sobre ações de conservação de animais que percorrem longos trajetos em deslocamento, passando por diferentes ecossistemas.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1772761717_964_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1772761717_403_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>O encontro global, realizado a cada dois anos, reunirá representantes de 132 países mais a União Europeia, signatários da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres (CMS, na sigla em inglês)</strong>. O tratado internacional foi criado em 1979 para proteger essa biodiversidade e suas rotas migratórias, além de reduzir os impactos negativos da poluição e das mudanças climáticas sobre as espécies.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Nova espécie de perereca é descoberta no Cerrado mineiro.</li>
<li>Comissão atualiza estratégia para conter perda de biodiversidade.</li>
<li>Pesquisa inédita com genoma protege espécies de peixes da Amazônia.</li>
</ul>
<p>Segundo a secretária executiva da CMS, Amy Fraenkel, os principais destaques previstos para a COP15 são relacionados aos achados científicos do primeiro relatório sobre o estado das espécies migratórias do mundo, apresentado na COP14, em Samarcanda, Uzbequistão.</p>
<p>De acordo com a chefe de Conservação da Natureza do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), Kelly Malsch, entre esses achados está a identificação de um declínio de 24% no estado de conservação das espécies migratórias.<strong> Isso uma em cada quatro espécies listadas pela CMS na classificação global de ameaçadas de extinção.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Isto representa um aumento de 2%, desde a COP14 em 2024. Talvez mais alarmante seja o fato de a proporção de espécies com populações em declínio ter subido de 44% para 49%. Todas essas informações provêm de uma análise dos dados da Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN [sigla em inglês para União Internacional para a Conservação da Natureza], que fornece a fonte mais abrangente de informações sobre o estado de conservação das espécies em todo o mundo”, explica a secretária.</p>
</blockquote>
<h2>Ação</h2>
<p>Amy Fraenkel afirma que esses dados estão sendo debatidos a partir da dimensão da implementação de políticas nos países, que sejam capazes de enfrentar problemas como a captura ilegal e insustentável de espécies migratórias e também a captura acidental, particularmente de espécies ameaçadas na pesca, por exemplo. Ou ainda que possam promover o fortalecimento da conectividade ecológica, de forma a fazer frente ao problema da destruição e fragmentação de habitats.</p>
<p>“Há também muitas medidas específicas, que incluem ações direcionadas a espécies e planos de conservação em escala geográfica. Para citar algumas, estamos, por exemplo, analisando a infraestrutura, tanto em terra quanto nos oceanos, e, prioritariamente, buscando maneiras de apoiar a expansão da energia renovável, minimizando os impactos negativos sobre as espécies. Também estamos analisando todos os tipos de problemas relacionados à poluição e, claro, aos impactos das mudanças climáticas.&#8221;</p>
<p><strong>Também serão apresentados novos estudos para subsidiar decisões e qualificar o monitoramento das espécies migratórias</strong>, afirma a secretária executiva. “Em termos de estudos científicos, teremos, além deste relatório [sobre o estado das espécies migratórias], um novo e importante relatório global sobre peixes migratórios de água doce e também um relatório sobre mineração em águas profundas e seus impactos nas espécies marinhas”, detalha.</p>
<p>Os dois novos estudos serão lançados na abertura da COP15 no Brasil, onde também <strong>estão previstos debates como a inclusão de 42 novas espécies sob a proteção da convenção e o reforço de medidas globais já em andamento</strong>. “Haverá uma forte liderança política por parte do governo anfitrião do Brasil. Em termos de agenda, temos uma agenda muito ambiciosa com, creio eu, mais de 100 itens específicos que estão sendo posicionados para adoção.”</p>
<h2>Importância das espécies</h2>
<p>O Brasil participa da convenção desde outubro de 2015 e é um dos países por onde passam grande parte dos animais protegidos pelo tratado. <strong>São quase 1,2 mil aves, mamíferos terrestres e aquáticos, peixes, répteis e insetos.</strong></p>
<p>O deslocamento dessas espécies garante o transporte de nutrientes, a dispersão de sementes e indica a saúde dos ecossistemas por onde passam. Mas a perda de habitat e a sobre-exploração representam ameaça de extinção para muitas delas. Dessa forma, as espécies ameaçadas foram classificadas em um grupo dentro da CMS, que consta no Anexo 1 do tratado. Já, o Anexo 2 é onde consta a lista das espécies em situação desfavorável de conservação.</p>
<p> Fabíola Sinimbú &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-03/queda-na-conservacao-de-especies-migratorias-pautara-encontro-da-onu">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 05 Mar 2026 19:06:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/queda-na-conservacao-de-especies-migratorias-pautara-encontro-da-onu/">Queda na conservação de espécies migratórias pautará encontro da ONU</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
