<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de Contaminação - WeekNews</title>
	<atom:link href="https://weeknews.online/tag/contaminacao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://weeknews.online/tag/contaminacao/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 07 Aug 2026 10:25:20 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.4</generator>

<image>
	<url>https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/cropped-Gemini_Generated_Image_o4oxj8o4oxj8o4ox-1-150x150.png</url>
	<title>Arquivo de Contaminação - WeekNews</title>
	<link>https://weeknews.online/tag/contaminacao/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Estudo registra taxa recorde de deformações em peixes no litoral norte do Espírito Santo</title>
		<link>https://weeknews.online/estudo-registra-taxa-recorde-de-deformacoes-em-peixes-no-litoral-norte-do-espirito-santo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 10:24:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[barragem de Fundão]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades do ES vítimas de desastre de Mariana terão R$ 131 mi em saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Contaminação]]></category>
		<category><![CDATA[Desastre de Mariana completa 10 anos e moradores ainda buscam justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[município de Conceição da Barra (ES)]]></category>
		<category><![CDATA[Ocean and Coastal Research]]></category>
		<category><![CDATA[rompimento da barragem de Fundão]]></category>
		<category><![CDATA[Tragédia de Mariana]]></category>
		<category><![CDATA[Tragédia de Mariana: Samarco prorroga adesão a programa de indenização]]></category>
		<category><![CDATA[UFRJ]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/?p=102542</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) identificaram uma taxa recorde de deformações em peixes no litoral norte do Espírito Santo. O estudo, publicado na revista Ocean and Coastal Research, constatou que 60,5% dos exemplares de Stellifer naso, espécie conhecida popularmente como cabeçudo-preto ou tambor-estrela, apresentavam anomalias. O percentual supera todos os registros anteriores descritos na literatura científica brasileira. Até então, o maior índice de malformações havia sido observado em bagres da espécie Cathorops spixii, com 27,1% dos exemplares afetados. Fonte da imagem: Agência Brasil Os peixes foram coletados em maio de 2022, quase sete anos após o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), ocorrido em 2015. A&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/estudo-registra-taxa-recorde-de-deformacoes-em-peixes-no-litoral-norte-do-espirito-santo/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/estudo-registra-taxa-recorde-de-deformacoes-em-peixes-no-litoral-norte-do-espirito-santo/">Estudo registra taxa recorde de deformações em peixes no litoral norte do Espírito Santo</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/img_2022_123906-1025x577.jpg-1024x512.jpeg" alt="Estudo registra taxa recorde de deformações em peixes no litoral norte do Espírito Santo" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-08/cientistas-identificam-taxa-recorde-de-deformacoes-em-peixes-do-es" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" noopener noreferrer href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
<p>    </a></p>
<p><br />
</p>
<p>Pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) identificaram uma taxa recorde de deformações em peixes no litoral norte do Espírito Santo. O estudo, publicado na revista Ocean and Coastal Research, constatou que 60,5% dos exemplares de Stellifer naso, espécie conhecida popularmente como cabeçudo-preto ou tambor-estrela, apresentavam anomalias.</p>
<p>O percentual supera todos os registros anteriores descritos na literatura científica brasileira. Até então, o maior índice de malformações havia sido observado em bagres da espécie Cathorops spixii, com 27,1% dos exemplares afetados.</p>
<figure class="weeknews-ai-media weeknews-ai-distributed-media" style="margin:28px 0;max-width:100%;overflow:hidden;clear:both"><img src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/antonio_cruz_070120jc_trabalhos-das-equipes-do-corpo-de-bombeiros-em-mariana-mg-apos-rompimento-de-b.webp" alt="Área afetada pelo rompimento de barragem no distrito de Bento Rodrigues, zona rural de Mariana, em Minas Gerais" loading="lazy" decoding="async" style="max-width:100%;height:auto;display:block;margin:0 auto"><figcaption class="weeknews-ai-credit jg-image-source-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-08/cientistas-identificam-taxa-recorde-de-deformacoes-em-peixes-do-es" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p>Os peixes foram coletados em maio de 2022, quase sete anos após o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), ocorrido em 2015. A coleta foi realizada na foz do Rio São Mateus, próximo ao município de Conceição da Barra (ES), conforme detalhou o pesquisador Jonas Andrade-Santos, do Museu Nacional da UFRJ.</p>
<p>Segundo Andrade-Santos, a comparação com outros estudos semelhantes no Brasil e em outras regiões mostra que o resultado obtido ficou bem acima da média em quantidade de peixes com anomalias. O pesquisador afirmou que esse índice elevado possivelmente está relacionado às marcas deixadas pelo desastre ambiental.</p>
<p>As deformidades foram identificadas nos otólitos sagitais, estruturas localizadas no ouvido dos peixes que são responsáveis pelo equilíbrio, orientação espacial e percepção sonora. O Stellifer naso habita o fundo do mar em águas rasas, permanecendo em contato direto com os sedimentos onde ficaram depositados os rejeitos de mineração transportados pelo Rio Doce. Essa característica pode tornar a espécie mais exposta aos contaminantes presentes na lama.</p>
<p>Os autores do estudo, no entanto, destacam que a pesquisa não permite estabelecer uma relação causal definitiva entre as deformidades e o rompimento da barragem. Isso porque não existem amostras da região coletadas antes de 2015 que possam servir de comparação.</p>
<p>Jonas Andrade-Santos reforçou que essa limitação evidencia a importância de ampliar o financiamento de coleções biológicas de referência e de subsidiar estudos de longo prazo sobre impactos ambientais. O pesquisador defendeu que o monitoramento contínuo é essencial para compreender os efeitos de desastres dessa magnitude.</p>
<p>A equipe de pesquisa pretende dar continuidade ao trabalho com novas etapas. Entre os próximos passos estão a análise química das amostras para identificar quais minerais estão acumulados nos otólitos, a investigação de possíveis deformações externas nos peixes e a repetição do monitoramento da região nos próximos anos, com o objetivo de avaliar se o ecossistema apresenta sinais de recuperação.</p>
<p>Andrade-Santos acrescentou que o estudo vai além de um diagnóstico de contaminação, reforçando a necessidade de diálogo entre a ciência e a sociedade para garantir a segurança do ecossistema e das populações locais.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-08/cientistas-identificam-taxa-recorde-de-deformacoes-em-peixes-do-es" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/estudo-registra-taxa-recorde-de-deformacoes-em-peixes-no-litoral-norte-do-espirito-santo/">Estudo registra taxa recorde de deformações em peixes no litoral norte do Espírito Santo</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Trabalhadores denunciam contaminação com material radioativo no Ipen</title>
		<link>https://weeknews.online/trabalhadores-denunciam-contaminacao-com-material-radioativo-no-ipen/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 12:44:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Contaminação]]></category>
		<category><![CDATA[denúncias]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto de Pesquisas Energéticas]]></category>
		<category><![CDATA[Ipen]]></category>
		<category><![CDATA[Material Radioativo]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhadores]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/trabalhadores-denunciam-contaminacao-com-material-radioativo-no-ipen/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN) solicitou esclarecimentos após denúncia sobre possível contaminação por material radioativo no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), localizado no campus da Universidade de São Paulo (USP), zona oeste da capital. “Nesses casos, a ANSN adota procedimento regular de verificação técnica, solicitando os registros e informações necessários à adequada avaliação da situação reportada”, divulgou a autoridade nessa quinta-feira (11). Os relatos de contaminação com material radioativo nas dependências do Ipen levaram o Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal no Estado de São Paulo (Sindsef-SP) e a Associação dos Servidores do Ipen (Assipen) a solicitar posicionamento oficial e providências em relação à ocorrência. O Ipen é uma autarquia vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SCTI)&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/trabalhadores-denunciam-contaminacao-com-material-radioativo-no-ipen/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/trabalhadores-denunciam-contaminacao-com-material-radioativo-no-ipen/">Trabalhadores denunciam contaminação com material radioativo no Ipen</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
    <a href="https://weeknews.online/" target="_blank" style="display:block;"></p>
<div style="
            width:100%;
            height:293px;
            background-image:url('https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/Gemini_Generated_Image_8evrvd8evrvd8evr2026.png');
            background-size:contain;
            background-repeat:no-repeat;
            background-position:center;
        "></div>
<p>    </a>
</div>

<p>Feed Últimas.</p>

<p></p>
<div>
<p>A Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN) solicitou esclarecimentos após denúncia sobre possível contaminação por material radioativo no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), localizado no campus da Universidade de São Paulo (USP), zona oeste da capital.</p>
<blockquote>
<p>“Nesses casos, a ANSN adota procedimento regular de verificação técnica, solicitando os registros e informações necessários à adequada avaliação da situação reportada”, divulgou a autoridade nessa quinta-feira (11).</p>
</blockquote>
<p><strong>Os relatos de contaminação com material radioativo nas dependências do Ipen levaram o Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal no Estado de São Paulo (Sindsef-SP) e a Associação dos Servidores do Ipen (Assipen) a solicitar posicionamento oficial e providências em relação à ocorrência.</strong></p>
<p>O Ipen é uma autarquia vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SCTI) do Estado de São Paulo e gerida técnica e administrativamente pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), órgão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Segundo as entidades de trabalhadores, a solicitação foi enviada às direções do Ipen e da CNEN. </p>
<p><strong>Informações divulgadas pelo Sindsef-SP dão conta de que a situação teria exigido procedimentos emergenciais de descontaminação radiológica, retenção de roupas utilizadas pelos trabalhadores envolvidos, inclusive terceirizados, e atuação da equipe de Proteção Radiológica para controle da situação.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Consta também que parte dos procedimentos de descontaminação teria ocorrido em locais não destinados especificamente para esse tipo de atendimento, o que levanta preocupações sobre a adequação da infraestrutura disponível e o cumprimento dos protocolos de segurança exigidos para atividades que envolvem materiais radioativos”, diz nota do sindicato.</p>
</blockquote>
<p><strong>Diante da potencial gravidade do caso, a entidade solicita a divulgação de informações oficiais sobre a ocorrência, incluindo o material radioativo envolvido, o número de trabalhadores potencialmente atingidos, os níveis de contaminação detectados, os riscos à saúde e as medidas adotadas pela administração para contenção da ocorrência.</strong></p>
<h2>Denúncia de sucateamento</h2>
<blockquote>
<p>“Este não é, infelizmente, um caso isolado. Diversos outros casos e eventos, não diretamente ligados à contaminação por material radioativo, vêm ocorrendo por conta dos cortes no orçamento, da redução do quadro de pessoal e também de deficiências de gestão”, diz a entidade, ao lembrar de problemas ocorridos no Reator IEA-R1, como o incêndio da Sala de Controle, em março deste ano.</p>
</blockquote>
<p><strong>Os representantes dos trabalhadores ressaltam que já vinham denunciando o desmonte e sucateamento do Ipen, além de cobrar investimento em infraestrutura, concurso, contratação de servidores e a definição de uma verdadeira e soberana estratégia para o Programa Nuclear Brasileiro.</strong></p>
<blockquote>
<p>“O que vemos, ao contrário, é que os últimos governos, há mais de 15 anos, vêm, paulatina e continuamente, impondo a ideologia do neoliberalismo no Brasil. A política do ‘arcabouço fiscal’ é só o coroamento desse processo de desmonte do Estado”, acrescenta o Sindsef-SP.</p>
</blockquote>
<p>Outro agravante, ainda segundo o sindicato, é que os servidores que trabalham com materiais ou substâncias radioativas estão com os seus exames médicos específicos atrasados em mais de um ano.</p>
<p>A <strong>Agência Brasil</strong> solicitou posicionamento ao CNEN e à USP, mas não obteve resposta até a conclusão da reportagem.</p>
<p>      <!-- Relacionada --><br />
            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-06/trabalhadores-denunciam-contaminacao-com-material-radioativo-no-ipen" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Fri, 12 Jun 2026 09:40:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/trabalhadores-denunciam-contaminacao-com-material-radioativo-no-ipen/">Trabalhadores denunciam contaminação com material radioativo no Ipen</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Contaminação por mercúrio coloca gestantes e bebês Munduruku em risco</title>
		<link>https://weeknews.online/contaminacao-por-mercurio-coloca-gestantes-e-bebes-munduruku-em-risco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 11:07:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Contaminação]]></category>
		<category><![CDATA[diz Alessandra Munduruku]]></category>
		<category><![CDATA[Garimpo]]></category>
		<category><![CDATA[Greenpeace]]></category>
		<category><![CDATA[Lei nº 7.805/1989]]></category>
		<category><![CDATA[MapBiomas]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de carbono ameaça vida indígena]]></category>
		<category><![CDATA[Mercúrio]]></category>
		<category><![CDATA[Rios na Amazônia têm risco muito alto de contaminação por mercúrio]]></category>
		<category><![CDATA[Terra Indígena Munduruku]]></category>
		<category><![CDATA[Terra Indígena Munduruku volta a ser pressionada pelo desmatamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/contaminacao-por-mercurio-coloca-gestantes-e-bebes-munduruku-em-risco/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria. Mulheres gestantes da Terra Indígena Munduruku, na região do Médio Tapajós, no Pará, têm mercúrio no corpo em níveis quatro vezes e meio acima do limite seguro estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Nenhum organismo deveria possuir mais do que 2 microgramas do metal para cada grama de cabelo (µg/g). Os níveis encontrados nelas são, em média, de 9,1 µg/g. Os dados fazem parte do resultado preliminar do Estudo Longitudinal de Gestantes e Recém-Nascidos Indígenas Expostos ao Mercúrio na Amazônia, realizado por pesquisadores da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz). Os números foram apresentados nesta quarta-feira (3) pelo coordenador da pesquisa Paulo Basta, durante a Rio Nature &#038; Climate Week, a semana do clima do Rio de Janeiro. Das 195&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/contaminacao-por-mercurio-coloca-gestantes-e-bebes-munduruku-em-risco/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/contaminacao-por-mercurio-coloca-gestantes-e-bebes-munduruku-em-risco/">Contaminação por mercúrio coloca gestantes e bebês Munduruku em risco</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
    <a href="https://weeknews.online/" target="_blank" style="display:block;"></p>
<div style="
            width:100%;
            height:293px;
            background-image:url('https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/Gemini_Generated_Image_cep2mtcep2mtcep2.png');
            background-size:contain;
            background-repeat:no-repeat;
            background-position:center;
        "></div>
<p>    </a>
</div>

<p>Feed Editoria.</p>

<p></p>
<div>
<p><strong>Mulheres gestantes da Terra Indígena Munduruku, na região do Médio Tapajós, no Pará, têm mercúrio no corpo em níveis quatro vezes e meio acima do limite seguro estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Nenhum organismo deveria possuir mais do que 2 microgramas do metal para cada grama de cabelo (µg/g). Os níveis encontrados nelas são, em média, de 9,1 µg/g.</strong></p>
<p>Os dados fazem parte do resultado preliminar do <em>Estudo Longitudinal de Gestantes e Recém-Nascidos Indígenas Expostos ao Mercúrio na Amazônia</em>, realizado por pesquisadores da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz).</p>
<p>Os números foram apresentados nesta quarta-feira (3) pelo coordenador da pesquisa Paulo Basta, durante a Rio Nature &#038; Climate Week, a semana do clima do Rio de Janeiro.</p>
<p>Das 195 mulheres monitoradas, 97% têm mercúrio no corpo acima do nível seguro. No caso mais extremo, uma delas apresentou 39,9 µg/g do metal, 20 vezes acima do tolerável.</p>
<p>Deste total, 134 mulheres já deram à luz. Os bebês também são acompanhados pelos pesquisadores. Cerca de 90% deles já nascem contaminados pelo mercúrio. O metal passa da mãe para a criança pela placenta.</p>
<p> </p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=464975:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/06/0g0a9609.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 03/06/2026 - O pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz, Paulo Basta, participa da mesa do Rio Nature &#038; Climate Week com o tema Tapajós Vivo: Desafios, Soluções, Saberes Tradicionais e Ciência Comunitária a Serviço do Bem-Viver, no Pier Space. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil" title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/06/0g0a9609.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 03/06/2026 - O pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz, Paulo Basta, participa da mesa do Rio Nature &#038; Climate Week com o tema Tapajós Vivo: Desafios, Soluções, Saberes Tradicionais e Ciência Comunitária a Serviço do Bem-Viver, no Pier Space. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil" title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=464975 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<p><!--copyright=464975-->Rio de Janeiro (RJ), 03/06/2026 &#8211; O pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz &#8211; Fiocruz, Paulo Basta, participa da mesa do Rio Nature &#038; Climate Week. Ele foi o  coordenador da pesquisa sobre Indígenas expostos a mercúrio na Amazônia  Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil &#8211; <strong>Rovena Rosa/Agência Brasil</strong><!--END copyright=464975--></p>
</div>
</div>
<p>Os bebês têm em média concentrações de 5,8 µg/g, três vezes acima do limite. Em um caso extremo, um deles apresentou 30,8 µg/g, 15 vezes acima do nível seguro.</p>
<blockquote>
<p>“Esse bebê é monitorado ao longo dos primeiros dois anos de vida em diferentes momentos. São acompanhadas as curvas de crescimento, de peso para a idade, de estatura, entre outros. A nossa hipótese é que a exposição durante o período pré-natal ao mercúrio provoca retardo nesses marcos do neurodesenvolvimento”, diz Paulo Basta.</p>
</blockquote>
<p><strong>“O mercúrio se converte em uma neurotoxina que vai afetar principalmente o tecido do sistema nervoso central. Uma lesão que ocorre no sistema nervoso central é uma lesão irreversível. As pessoas vão ter que lidar com esse problema para sempre”, completa.</strong></p>
<p>O pesquisador cita crescimento de crianças nascendo com doenças neurológicas raras, síndromes, anomalias congênitas e doenças sem um diagnóstico formado ainda. Todas suspeitas de terem relação com a contaminação por mercúrio. Ele também destacou que o distrito sanitário especial indígena Rio Tapajós foi a unidade de saúde que mais demandou cadeiras de rodas para o Ministério da Saúde.</p>
<p>“É importante que esses dados se convertam em estatísticas oficiais, o que não existiam até muito recentemente no Brasil. O nosso sistema ainda não tem disponível uma ficha de notificação para os casos de contaminação específica por mercúrio”, disse Paulo.</p>
<blockquote>
<p>“Apesar dessas limitações, temos 751 casos identificados de indígenas contaminados por mercúrio com confirmação laboratorial.  Desse conjunto, 318 são do Pará e 378 são de Roraima, ligados ao povo Yanomami”, completa.</p>
</blockquote>
<h2>Revolta com diagnóstico</h2>
<p> </p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=464978:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/06/0g0a9679.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 03/06/2026 - A coordenadora da Associação Indígena Pariri, Alessandra Munduruku, participa da mesa do Rio Nature &#038; Climate Week com o tema tema Tapajós Vivo: Desafios, Soluções, Saberes Tradicionais e Ciência Comunitária a Serviço do Bem-Viver, no Pier Space. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil" title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/06/0g0a9679.jpg" alt="Rio de Janeiro (RJ), 03/06/2026 - A coordenadora da Associação Indígena Pariri, Alessandra Munduruku, participa da mesa do Rio Nature &#038; Climate Week com o tema tema Tapajós Vivo: Desafios, Soluções, Saberes Tradicionais e Ciência Comunitária a Serviço do Bem-Viver, no Pier Space. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil" title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=464978 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<p><!--copyright=464978-->Rio de Janeiro (RJ), 03/06/2026 &#8211;  Alessandra Munduruku participa da mesa do Rio Nature &#038; Climate Week Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil &#8211; <strong>Rovena Rosa/Agência Brasil</strong><!--END copyright=464978--></p>
</div>
</div>
<p>A liderança Alessandra Korap Munduruku conta que houve uma comoção coletiva quando os primeiros resultados de contaminação por mercúrio foram divulgados em 2022. A primeira parte do estudo, que monitorava indivíduos de todas as idades, começou em 2019 em três aldeias da terra Sawré Muybu.</p>
<blockquote>
<p>“Estávamos doentes, mas sem exames, não sabíamos o que estava acontecendo. Quando tivemos os resultados, fizemos uma reunião e as mulheres estavam bem revoltadas. Perguntavam se deveriam interromper a gravidez porque o útero estaria contaminado e o leite materno também poderia contaminar os filhos”, conta.</p>
</blockquote>
<p>A região onde vive o povo Munduruku tem sido afetada pelo garimpo ilegal de ouro há décadas. O mercúrio é utilizado no garimpo para separar o ouro da terra. A prática contamina os rios e os seres que vivem nele. O metal entra no organismo humano principalmente pelo consumo de peixes contaminados.</p>
<p><strong>“Nossa principal fonte de alimento é o peixe e não há como fugir disso. Para quem mora na cidade é muito fácil. Vão nas prateleiras, compram frango e carne, tem outras opções. O coração dói quando vê a situação do povo, porque eles não têm como sair do território e ir para outro lugar”, diz Alessandra.</strong></p>
<p>“O lugar é nosso. Porque precisamos dar nosso espaço para empresas, garimpo, mineração, hidrelétricas, ferrovias? Porque que a carne do índio é mais barata? É como se nós não existíssemos. Que progresso é esse que mata rios, florestas e expulsa os povos?”, indaga.</p>
<h2>Rastro do garimpo</h2>
<p> </p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=148821:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/06/operacao_verde_brasil_17_abr_200920195931.jpeg" alt="A 17ª Brigada de Infantaria de Selva, com a participação de Órgãos Estaduais e Federais, no contexto da Operação (Op) de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) VERDE BRASIL/17, realizou ação repressiva contra garimpos ilegais na região da Unidade de" title="Divulgação/Ministerio da Defesa"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/06/operacao_verde_brasil_17_abr_200920195931.jpeg" alt="A 17ª Brigada de Infantaria de Selva, com a participação de Órgãos Estaduais e Federais, no contexto da Operação (Op) de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) VERDE BRASIL/17, realizou ação repressiva contra garimpos ilegais na região da Unidade de" title="Divulgação/Ministerio da Defesa"/><br />
    <!-- END scald=148821 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<p> Os impactos negativos do garimpo não decorrem apenas da extração ilegal, segundo análise da Climate Policy Initiative. <strong>Foto Divulgação/Ministério da Defesa</strong><!--END copyright=148821--></p>
</div>
</div>
<p><strong>Cerca de 92% da área garimpada legal ou ilegal no Brasil se concentra na Amazônia, segundo dados do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://brasil.mapbiomas.org/wp-content/uploads/sites/4/2023/09/MapBiomas-FACT_Mineracao_21.09.pdf" target="_blank">MapBiomas</a>. A estimativa é que 85% dos garimpos no país se dedicam à extração de ouro.</strong></p>
<p>O índice alto de ilegalidade no setor traz impactos socioambientais para além da contaminação por mercúrio: desmatamento, violência, conflito com povos tradicionais trabalho escravo, sonegação de impostos e evasão de divisas.</p>
<p>Estudo divulgado esta semana pelo <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.greenpeace.org/brasil/imprensa/lavagem-de-ouro-greenpeace-brasil-denuncia-fraudes-em-permissoes-de-garimpo-na-amazonia-e-revela-esquema-bilionario/" target="_blank">Greenpeace</a> mostra como Permissões de Lavra Garimpeira (PLGs) são usadas para venda de ouro extraído ilegalmente da Amazônia, com impactos em terras indígenas e áreas protegidas. A estratégia permite escapar do licenciamento ambiental mais rigoroso e das regras da mineração industrial, além de facilitar a lavagem de ouro.</p>
<p>Porém, os impactos negativos do garimpo não decorrem apenas da extração ilegal, segundo análise da Climate Policy Initiative. A atividade é regulamentada no Brasil principalmente pelo Código de Mineração, pela <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7805.htm" target="_blank">Lei nº 7.805/1989</a> e por normas da Agência Nacional de Mineração (ANM).</p>
<p>Para os analistas, flexibilizações indevidas do licenciamento ambiental em âmbito estadual e falta de transparência para implementar salvaguardas socioambientais enfraquecem o controle da atividade.</p>
<p>A promotora do Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), Eliane Moreira, reforça a responsabilidade dos entes públicos de todos os níveis no ciclo que envolve o garimpo e a contaminação dos povos indígenas por mercúrio.</p>
<blockquote>
<p>“Essa grande contaminação de mercúrio acontece a partir de um licenciamento bastante frágil. Em municípios com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), não há estrutura institucional para uma fiscalização suficiente e existe um ambiente propício para toda essa tragédia”, diz a procuradora.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/contaminacao-por-mercurio-coloca-gestantes-e-bebes-munduruku-em-risco" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Thu, 04 Jun 2026 07:54:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/contaminacao-por-mercurio-coloca-gestantes-e-bebes-munduruku-em-risco/">Contaminação por mercúrio coloca gestantes e bebês Munduruku em risco</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Anvisa determina recolhimento de lote da água mineral Crystal sem gás</title>
		<link>https://weeknews.online/anvisa-determina-recolhimento-de-lote-da-agua-mineral-crystal-sem-gas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 14:02:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Água Mineral Crystal]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa libera fábrica da Ypê e produtos feitos a partir de 1º de abril]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa suspende lote de medicamentos para hipertensão e câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[bactéria Pseudomonas]]></category>
		<category><![CDATA[Contaminação]]></category>
		<category><![CDATA[Saiba como pedir reembolso de produtos Ypê suspensos pela Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/anvisa-determina-recolhimento-de-lote-da-agua-mineral-crystal-sem-gas/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta quarta-feira (3) a Resolução 2.247/2026, na qual comunica o recolhimento voluntário do lote LZ1 VAL200127 3 P 200126 da Água Mineral Natural sem Gás da marca Crystal. O produto é fabricado pela Mineração Bom Jesus Ltda (CNPJ: 07.245.544/0001-62), localizada em Luziânia, em Goiás. A própria empresa determinou o recolhimento após laudo laboratorial constatar contaminação pela bactéria Pseudomonas. O lote é composto por 374,4 mil garrafas de 500 ml e foi distribuído no Distrito Federal (230.443), em cidades vizinhas de Goiás (66.768), em Tocantins (1.439) e no interior de São Paulo (75.750). Ainda segundo a Mineração Bom Jesus, até o momento não há registro de reclamações de consumidores relacionadas a esse lote nos canais oficiais&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/anvisa-determina-recolhimento-de-lote-da-agua-mineral-crystal-sem-gas/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/anvisa-determina-recolhimento-de-lote-da-agua-mineral-crystal-sem-gas/">Anvisa determina recolhimento de lote da água mineral Crystal sem gás</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
    <a href="https://weeknews.online/" target="_blank" style="display:block;"></p>
<div style="
            width:100%;
            height:293px;
            background-image:url('https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/Gemini_Generated_Image_8evrvd8evrvd8evr2026.png');
            background-size:contain;
            background-repeat:no-repeat;
            background-position:center;
        "></div>
<p>    </a>
</div>

<p>Feed Últimas.</p>

<p></p>
<div>
<p><strong>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta quarta-feira (3) a Resolução 2.247/2026, na qual comunica o recolhimento voluntário do lote LZ1 VAL200127 3 P 200126 da Água Mineral Natural sem Gás da marca Crystal. </strong></p>
<p>O produto é fabricado pela Mineração Bom Jesus Ltda (CNPJ: 07.245.544/0001-62), localizada em Luziânia, em Goiás<strong>. A própria empresa determinou o recolhimento após laudo laboratorial constatar contaminação pela <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/bacteria-pseudomonas-causa-danos-graves-em-pessoas-imunocomprometidas">bactéria Pseudomonas</a>.</strong></p>
<p>O lote é composto por 374,4 mil garrafas de 500 ml e foi distribuído no Distrito Federal (230.443), em cidades vizinhas de Goiás (66.768), em Tocantins (1.439) e no interior de São Paulo (75.750). Ainda segundo a Mineração Bom Jesus, até o momento não há registro de reclamações de consumidores relacionadas a esse lote nos canais oficiais de atendimento.</p>
<h2>Bactéria Pseudomonas</h2>
<p><strong>O recolhimento voluntário está sendo feito “após a emissão de laudo do Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF), que identificou a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em amostra do produto coletada durante ação de rotina da Diretoria de Vigilância Sanitária do DF (Divisa/DF) para análise de alimentos”.</strong></p>
<p>Segundo a empresa, a contraprova, que gerou o Laudo de Análise Fiscal Definitivo, foi realizado conforme “previsão do Guia para Harmonização de Procedimentos no Âmbito do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, e o resultado confirmou a presença da bactéria na amostra analisada”. <strong>Diante do resultado, a Divisa/DF determinou a interdição do local e comunicou o caso à Anvisa.</strong></p>
<h2>Orientação ao consumidor</h2>
<p>A Anvisa orienta os consumidores que verifiquem sem têm em casa unidades do lote LZ1 VAL 200127, fabricado em 20/1/2026 e com validade até 20/01/2027. “Caso tenham o produto em casa, não devem consumi-lo e precisam aguardar as orientações públicas da empresa sobre devolução e reembolso”.</p>
<blockquote>
<p>“De acordo com as informações apresentadas pela empresa à Anvisa, o recolhimento do produto foi iniciado imediatamente em distribuidoras, e cerca de 99,2% das unidades do lote já não estariam mais disponíveis nas prateleiras para compra pelo consumidor”.</p>
</blockquote>
<p>A Anvisa comunicou ainda que a Mineração Bom Jesus protocolou documentos junto à Agência no qual demonstra a abertura de “investigação interna abrangente para avaliar a ocorrência e suas possíveis causas. Representantes da empresa se reuniram com a Agência, prestaram esclarecimentos e vêm cooperando com as autoridades sanitárias, adotando providências de forma diligente”.</p>
<p><strong>“A investigação sobre o caso segue em andamento, com acompanhamento da Anvisa e das vigilâncias sanitárias envolvidas. Até o momento, as informações disponíveis, incluindo o laudo fiscal e as evidências apresentadas, indicam ocorrência restrita ao lote informado”, acrescentou.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/anvisa-anuncia-recolhimento-voluntario-de-lote-da-gua-crystal-sem-gas" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Wed, 03 Jun 2026 08:23:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/anvisa-determina-recolhimento-de-lote-da-agua-mineral-crystal-sem-gas/">Anvisa determina recolhimento de lote da água mineral Crystal sem gás</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Anvisa determina recolhimento de lote da água mineral Cristal sem gás</title>
		<link>https://weeknews.online/anvisa-determina-recolhimento-de-lote-da-agua-mineral-cristal-sem-gas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 11:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Água Mineral Cristal]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa libera fábrica da Ypê e produtos feitos a partir de 1º de abril]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa suspende lote de medicamentos para hipertensão e câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Contaminação]]></category>
		<category><![CDATA[Saiba como pedir reembolso de produtos Ypê suspensos pela Anvisa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/anvisa-determina-recolhimento-de-lote-da-agua-mineral-cristal-sem-gas/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta quarta-feira (3) a Resolução 2.247/2026, na qual comunica o recolhimento voluntário do lote LZ1 VAL200127 3 P 200126 da Água Mineral Natural sem Gás da marca Crystal. O produto é fabricado pela Mineração Bom Jesus Ltda (CNPJ: 07.245.544/0001-62), localizada em Luziânia, em Goiás. A própria empresa determinou o recolhimento após laudo laboratorial constatar contaminação pela bactéria Pseudomonas. O lote é composto por 374,4 mil garrafas de 500 ml e foi distribuído no Distrito Federal (230.443), em cidades vizinhas de Goiás (66.768), em Tocantins (1.439) e no interior de São Paulo (75.750). Ainda segundo a Mineração Bom Jesus, até o momento não há registro de reclamações de consumidores relacionadas a esse lote nos canais oficiais&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/anvisa-determina-recolhimento-de-lote-da-agua-mineral-cristal-sem-gas/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/anvisa-determina-recolhimento-de-lote-da-agua-mineral-cristal-sem-gas/">Anvisa determina recolhimento de lote da água mineral Cristal sem gás</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
    <a href="https://weeknews.online/" target="_blank" style="display:block;"></p>
<div style="
            width:100%;
            height:293px;
            background-image:url('https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/Gemini_Generated_Image_cep2mtcep2mtcep2.png');
            background-size:contain;
            background-repeat:no-repeat;
            background-position:center;
        "></div>
<p>    </a>
</div>

<p>Feed Editoria.</p>

<p></p>
<div>
<p><strong>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta quarta-feira (3) a Resolução 2.247/2026, na qual comunica o recolhimento voluntário do lote LZ1 VAL200127 3 P 200126 da Água Mineral Natural sem Gás da marca Crystal. </strong></p>
<p>O produto é fabricado pela Mineração Bom Jesus Ltda (CNPJ: 07.245.544/0001-62), localizada em Luziânia, em Goiás<strong>. A própria empresa determinou o recolhimento após laudo laboratorial constatar contaminação pela bactéria Pseudomonas.</strong></p>
<p>O lote é composto por 374,4 mil garrafas de 500 ml e foi distribuído no Distrito Federal (230.443), em cidades vizinhas de Goiás (66.768), em Tocantins (1.439) e no interior de São Paulo (75.750). Ainda segundo a Mineração Bom Jesus, até o momento não há registro de reclamações de consumidores relacionadas a esse lote nos canais oficiais de atendimento.</p>
<h2>Bactéria Pseudomonas</h2>
<p><strong>O recolhimento voluntário está sendo feito “após a emissão de laudo do Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF), que identificou a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em amostra do produto coletada durante ação de rotina da Diretoria de Vigilância Sanitária do DF (Divisa/DF) para análise de alimentos”.</strong></p>
<p>Segundo a empresa, a contraprova, que gerou o Laudo de Análise Fiscal Definitivo, foi realizado conforme “previsão do Guia para Harmonização de Procedimentos no Âmbito do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, e o resultado confirmou a presença da bactéria na amostra analisada”. <strong>Diante do resultado, a Divisa/DF determinou a interdição do local e comunicou o caso à Anvisa.</strong></p>
<h2>Orientação ao consumidor</h2>
<p>A Anvisa orienta os consumidores que verifiquem sem têm em casa unidades do lote LZ1 VAL 200127, fabricado em 20/1/2026 e com validade até 20/01/2027. “Caso tenham o produto em casa, não devem consumi-lo e precisam aguardar as orientações públicas da empresa sobre devolução e reembolso”.</p>
<blockquote>
<p>“De acordo com as informações apresentadas pela empresa à Anvisa, o recolhimento do produto foi iniciado imediatamente em distribuidoras, e cerca de 99,2% das unidades do lote já não estariam mais disponíveis nas prateleiras para compra pelo consumidor”.</p>
</blockquote>
<p>A Anvisa comunicou ainda que a Mineração Bom Jesus protocolou documentos junto à Agência no qual demonstra a abertura de “investigação interna abrangente para avaliar a ocorrência e suas possíveis causas. Representantes da empresa se reuniram com a Agência, prestaram esclarecimentos e vêm cooperando com as autoridades sanitárias, adotando providências de forma diligente”.</p>
<p><strong>“A investigação sobre o caso segue em andamento, com acompanhamento da Anvisa e das vigilâncias sanitárias envolvidas. Até o momento, as informações disponíveis, incluindo o laudo fiscal e as evidências apresentadas, indicam ocorrência restrita ao lote informado”, acrescentou.</strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/lote-da-agua-mineral-cristal-e-recolhido-por-contaminacao-por-bacteria" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Wed, 03 Jun 2026 08:23:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/anvisa-determina-recolhimento-de-lote-da-agua-mineral-cristal-sem-gas/">Anvisa determina recolhimento de lote da água mineral Cristal sem gás</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ypê orienta consumidores a não usar nem descartar produtos de lote 1</title>
		<link>https://weeknews.online/ype-orienta-consumidores-a-nao-usar-nem-descartar-produtos-de-lote-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 16:30:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa mantém suspensão de fabricação e venda de produtos Ypê]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa suspendeu]]></category>
		<category><![CDATA[Bactéria encontrada em produtos da Ypê é resistente a antibióticos]]></category>
		<category><![CDATA[Contaminação]]></category>
		<category><![CDATA[formulário no site]]></category>
		<category><![CDATA[lote 1]]></category>
		<category><![CDATA[ressarcimento dos produtos]]></category>
		<category><![CDATA[Ypê]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/ype-orienta-consumidores-a-nao-usar-nem-descartar-produtos-de-lote-1/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria. A empresa Ypê divulgou novo comunicado com orientações aos consumidores que têm em casa os produtos da marca com lote de final 1, recentemente envolvidos em episódio de contaminação. A recomendação é que os consumidores guardem os itens adequadamente, não os utilizem e nem os descartem até novas orientações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Os produtos envolvidos são lava-roupas líquido, lava-louças líquido e desinfetantes. Caso o consumidor prefira, a Ypê seguirá realizando o ressarcimento dos produtos, conforme orientações disponíveis nos canais oficiais ou preenchimento do formulário no site. “Em respeito às determinações da Agência e ao compromisso da empresa com a segurança de consumidores, clientes e parceiros comerciais, a Ypê já comunicou toda a sua cadeia de distribuição e varejo para&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/ype-orienta-consumidores-a-nao-usar-nem-descartar-produtos-de-lote-1/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/ype-orienta-consumidores-a-nao-usar-nem-descartar-produtos-de-lote-1/">Ypê orienta consumidores a não usar nem descartar produtos de lote 1</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
    <a href="https://weeknews.online/" target="_blank" style="display:block;"></p>
<div style="
            width:100%;
            height:293px;
            background-image:url('https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/Gemini_Generated_Image_cep2mtcep2mtcep2.png');
            background-size:contain;
            background-repeat:no-repeat;
            background-position:center;
        "></div>
<p>    </a>
</div>

<p>Feed Editoria.</p>

<p></p>
<div>
<p><strong>A empresa Ypê divulgou novo comunicado com orientações aos consumidores que têm em casa os produtos da marca com lote de final 1, recentemente envolvidos em episódio de contaminação. A recomendação é que os consumidores guardem os itens adequadamente, não os utilizem e nem os descartem até novas orientações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).</strong></p>
<p>Os produtos envolvidos são lava-roupas líquido, lava-louças líquido e desinfetantes. Caso o consumidor prefira, a Ypê seguirá realizando o<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.ype.ind.br/comunicado-consumidores" target="_blank"> ressarcimento dos produtos</a>, conforme orientações disponíveis nos canais oficiais ou preenchimento do<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.ype.ind.br/comunicado-consumidores" target="_blank"> formulário no site</a>.</p>
<blockquote>
<p>“Em respeito às determinações da Agência e ao compromisso da empresa com a segurança de consumidores, clientes e parceiros comerciais, a Ypê já comunicou toda a sua cadeia de distribuição e varejo para que os produtos abrangidos sejam imediatamente segregados e armazenados em áreas específicas, sem exposição à venda ou comercialização ao consumidor”, diz a Ypê.</p>
</blockquote>
<p>A empresa afirmou ainda que continua colaborando com as autoridades sanitárias, fornecendo informações técnicas, documentos e análises necessárias para esclarecer o caso. Além disso, informou que continuará adotando todas as medidas para demonstrar a conformidade dos produtos.</p>
<p>“A Ypê reitera, ainda, seu compromisso histórico e inegociável com a qualidade, a transparência, a segurança dos consumidores e a responsabilidade sanitária, valores que sempre orientaram sua atuação ao longo de décadas de relacionamento com a sociedade brasileira”, ressalta o comunicado.</p>
<h2>Entenda o caso</h2>
<p>No último dia 7, a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/anvisa-suspende-venda-e-proibe-uso-de-produtos-ype" target="_blank">Anvisa suspendeu</a> a fabricação, a comercialização e a distribuição de lotes de produtos da marca Ypê com numeração final 1, por estarem contaminados com a bactéria <em>Pseudomonas aeruginosa</em>. Essa bactéria é resistente a antibióticos e pode causar uma série de problemas em pessoas imunocomprometidas e pacientes com problemas crônicos.</p>
<p><strong>Confira a lista de produtos contaminados com lotes que terminam em 1:</strong></p>
<ul>
<li>Lava Louças Ypê Clear Care</li>
<li>Lava Louças com enzimas ativas Ypê</li>
<li>Lava Louças Ypê</li>
<li>Lava Louças Ypê Clear Care</li>
<li>Lava Louças Ypê Toque Suave</li>
<li>Lava Louças concentrado Ypê Green</li>
<li>Lava Louças Ypê Clear</li>
<li>Lava Louças Ypê Green</li>
<li>Lava Roupas líquido Tixan Ypê Combate Mau Odor</li>
<li>Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Cuida das Roupas</li>
<li>Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Antibac</li>
<li>Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Coco e Baunilha</li>
<li>Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Green</li>
<li>Lava Roupas Líquido Ypê Express</li>
<li>Lava Roupas Líquido Ypê Power ACT</li>
<li>Lava Roupas Líquido Ypê Premium</li>
<li>Lava Roupas Tixan Maciez</li>
<li>Lava Roupas Tixan Primavera</li>
<li>Desinfetante Bak Ypê</li>
<li>Desinfetante de uso geral Atol</li>
<li>Desinfetante Perfumado Atol</li>
<li>Desinfetante Pinho Ypê</li>
<li>Lava roupas Tixan Power ACT</li>
</ul>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/ype-orienta-consumidores-nao-usar-nem-descartar-produtos-de-lote-1" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Wed, 20 May 2026 13:19:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/ype-orienta-consumidores-a-nao-usar-nem-descartar-produtos-de-lote-1/">Ypê orienta consumidores a não usar nem descartar produtos de lote 1</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Governo vai monitorar presença de agrotóxico em bacias hidrográficas</title>
		<link>https://weeknews.online/governo-vai-monitorar-presenca-de-agrotoxico-em-bacias-hidrograficas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 21:24:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Agrotóxico]]></category>
		<category><![CDATA[Agrotóxicos atingem população já em vulnerabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Bacia Hidrográfica]]></category>
		<category><![CDATA[Comitê lista ações prioritárias para Programa de Redução de Agrotóxico]]></category>
		<category><![CDATA[Contaminação]]></category>
		<category><![CDATA[diz especialista]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[recursos hídricos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/governo-vai-monitorar-presenca-de-agrotoxico-em-bacias-hidrograficas/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O governo federal lançou hoje (11) um painel de monitoramento de agrotóxicos nos recursos hídricos, com dados coletados nas diversas bacias hidrográficas do país, para identificar e mostrar o grau de presença desses pesticidas na vida aquática. Entre outras informações, o painel mostra a quantidade de pontos de monitoramento distribuídos em todos os estados brasileiros, o número de agrotóxicos rastreados, percentuais de detecção e outros detalhes. Segundo o governo federal, o objetivo é ampliar a transparência e o acesso à informação, fortalecer o debate e auxiliar na construção de políticas públicas, além de identificar riscos e orientar ações preventivas. Durante o lançamento, o ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco destacou que os agrotóxicos representam um dos grandes desafios&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/governo-vai-monitorar-presenca-de-agrotoxico-em-bacias-hidrograficas/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/governo-vai-monitorar-presenca-de-agrotoxico-em-bacias-hidrograficas/">Governo vai monitorar presença de agrotóxico em bacias hidrográficas</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
    <a href="https://weeknews.online/" target="_blank" style="display:block;"></p>
<div style="
            width:100%;
            height:293px;
            background-image:url('https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/Gemini_Generated_Image_8evrvd8evrvd8evr2026.png');
            background-size:contain;
            background-repeat:no-repeat;
            background-position:center;
        "></div>
<p>    </a>
</div>

<p>Feed Últimas.</p>

<p></p>
<div>
<p><strong>O governo federal lançou hoje (11) um painel de monitoramento de agrotóxicos nos recursos hídricos, com dados coletados nas diversas bacias hidrográficas do país, para identificar e mostrar o grau de presença desses pesticidas na vida aquática. </strong></p>
<p>Entre outras informações, o <strong>painel mostra a quantidade de pontos de monitoramento distribuídos em todos os estados brasileiros, o número de agrotóxicos rastreados, percentuais de detecção e outros detalhes.</strong></p>
<p>Segundo o governo federal, o objetivo é ampliar a transparência e o acesso à informação, fortalecer o debate e auxiliar na construção de políticas públicas, além de identificar riscos e orientar ações preventivas.</p>
<p>Durante o lançamento, o ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco destacou que os agrotóxicos representam um dos grandes desafios ambientais e sanitários do mundo, impactando organismos aquáticos, polinizadores, o solo e os seres humanos, especialmente quando há uso inadequado, excesso de aplicação ou persistência ambiental das substâncias.</p>
<p>“Esse é um tema que nós temos que trabalhar com muita responsabilidade, por que o Brasil é uma potência agrícola global, mas sabemos que, no século XXI, a competitividade e sustentabilidade não podem mais caminhar separadas. Produzir alimentos exige também proteger as águas, bioinsumos, os territórios e a saúde humana”, afirmou.<br /> </p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=462231:cheio_8colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/fb47fb50-1a3e-482f-82bc-ed76db52eb60.jpeg" alt="Brasília (DF), 11/05/2026 - Lançamento do Painel de Monitoramento de Agrotóxicos nos Recursos Hídricos reuniu o ministro do MMA, João Paulo Capobianco, a ministra do MDA, Fernanda Machiaveli, e outras autoridades. Foto: Rogério Cassimiro/MMA" title="Rogério Cassimiro/MMA"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/fb47fb50-1a3e-482f-82bc-ed76db52eb60.jpeg" alt="Brasília (DF), 11/05/2026 - Lançamento do Painel de Monitoramento de Agrotóxicos nos Recursos Hídricos reuniu o ministro do MMA, João Paulo Capobianco, a ministra do MDA, Fernanda Machiaveli, e outras autoridades. Foto: Rogério Cassimiro/MMA" title="Rogério Cassimiro/MMA"/><br />
    <!-- END scald=462231 --></div>
<p><h6 class="meta">Lançamento do Painel de Monitoramento de Agrotóxicos nos Recursos Hídricos, com o ministro do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, a ministra do MDA, Fernanda Machiaveli e outras autoridades &#8211; <strong>Rogério Cassimiro/MMA</strong><!--END copyright=462231--></h6>
</p>
</div>
<h2>Pronara</h2>
<p>A ferramenta foi desenvolvida no âmbito do Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos (Pronara) pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), tendo como base o monitoramento realizado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).</p>
<p>“Após mais de uma década de mobilização de pesquisadores, movimentos sociais, órgãos e setores comprometidos com a transição ecológica da agricultura, o Pronara recoloca o Brasil em uma trajetória estratégica para redução de risco e fortalecimento da agroecologia que deixou de ser uma coisa de bicho grilo e passou a ser uma coisa amplamente comprovada de sucesso e de bons resultados e promoção de sistemas produtivos mais sustentáveis”, defendeu.</p>
<p>Capobianco disse ainda que a ferramenta está em uma fase inicial. <strong>Atualmente, 49 tipos de agrotóxicos são monitorados, mas esse número deve crescer.</strong></p>
<p><strong>O ministro afirmou que a ferramenta também traz informações sobre a representatividade agrícola, o uso predominante da terra e a vulnerabilidade ambiental das bacias hidrográficas monitoradas. </strong></p>
<p>“É importante destacar que estamos diante de iniciativa ainda em fase inicial de consolidação. O painel representa um primeiro esforço estrutural do governo federal para entregar e dar transparência aos dados nacionais de monitoramento ambiental de agrotóxicos, sua importância crescerá progressivamente à medida que ampliarmos a cobertura territorial”, disse.</p>
<p>Os dados iniciais do painel mostram que foram realizadas mais de 10 mil análises de agrotóxicos, com uma frequência de detecção de 7,2%. <strong>O S-Metolacloro foi o agrotóxico que mais apareceu, tendo sido observado em 69,48%</strong>.  </p>
<p>O ministro frisou ainda que antes do painel, o cenário era de fragmentação de informações a respeito do monitoramento de agrotóxicos e que isso dificultava a tomada de decisão por parte de gestores e agentes públicos.</p>
<blockquote>
<p>“Os dados existiam, mas estavam dispersos, dificultando a análise integrada e a formulação de políticas públicas consistentes”, lembrou.</p>
</blockquote>
<p>“Estamos agora oferecendo à sociedade brasileira uma plataforma pública de transparência e inteligência ambiental que permitirá acompanhar tendências, identificar riscos, orientar ações preventivas e corretivas”, ressaltou.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-05/governo-vai-monitorar-presenca-de-agrotoxico-em-bacias-hidrograficas" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Mon, 11 May 2026 18:16:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/governo-vai-monitorar-presenca-de-agrotoxico-em-bacias-hidrograficas/">Governo vai monitorar presença de agrotóxico em bacias hidrográficas</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bactéria Pseudomonas causa danos graves em pessoas imunocomprometidas</title>
		<link>https://weeknews.online/bacteria-pseudomonas-causa-danos-graves-em-pessoas-imunocomprometidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 20:11:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa manda recolher lava-roupas líquido da Ypê por contaminação]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa suspende venda e proíbe uso de produtos Ypê]]></category>
		<category><![CDATA[Contaminação]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ypê]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/bacteria-pseudomonas-causa-danos-graves-em-pessoas-imunocomprometidas/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A bactéria Pseudomonas aeruginosa, encontrada em diversos produtos da indústria Ypê, cuja identificação de “falhas graves na produção” levou à suspensão da fabricação, comercialização e distribuição pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), é uma bactéria de “vida livre”, disse o infectologista Celso Ferreira Ramos Filho em entrevista à Agência Brasil. Segundo o médico, isso significa que a bactéria não é como a Escherichia coli, que vive dentro do intestino, ou o meningococo, que vive nas fossas nasais das pessoas. Celso Ferreira  é membro titular da Academia Nacional de Medicina (ANM) e professor aposentado da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). De acordo com a decisão da Anvisa, divulgada nessa quinta-feira (7), lava-louças (detergente), sabão líquido para roupas e desinfetantes da Ypê&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/bacteria-pseudomonas-causa-danos-graves-em-pessoas-imunocomprometidas/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/bacteria-pseudomonas-causa-danos-graves-em-pessoas-imunocomprometidas/">Bactéria Pseudomonas causa danos graves em pessoas imunocomprometidas</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
    <a href="https://weeknews.online/" target="_blank" style="display:block;"></p>
<div style="
            width:100%;
            height:293px;
            background-image:url('https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/Gemini_Generated_Image_8evrvd8evrvd8evr2026.png');
            background-size:contain;
            background-repeat:no-repeat;
            background-position:center;
        "></div>
<p>    </a>
</div>

<p>Feed Últimas.</p>

<p></p>
<div>
<p><strong>A bactéria Pseudomonas aeruginosa, encontrada em diversos produtos da indústria Ypê, cuja identificação de “falhas graves na produção” levou à suspensão da fabricação, comercialização e distribuição pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), é uma bactéria de “vida livre”, disse o infectologista Celso Ferreira Ramos Filho em entrevista à Agência Brasil.</strong></p>
<p>Segundo o médico, isso significa que a bactéria não é como a Escherichia coli, que vive dentro do intestino, ou o meningococo, que vive nas fossas nasais das pessoas. Celso Ferreira  é membro titular da Academia Nacional de Medicina (ANM) e professor aposentado da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).</p>
<p>De acordo com a decisão da Anvisa, divulgada nessa quinta-feira (7), lava-louças (detergente), sabão líquido para roupas e desinfetantes da Ypê com lote de numeração final 1 terão de ser recolhidos e não poderão ser usados pelos consumidores.</p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank">>> Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<h2>Característica</h2>
<p>A Pseudomonas aeruginosa se caracteriza por ter, naturalmente, uma resistência muito forte a antibióticos, afirmou o médico.</p>
<blockquote>
<p>“Agora, excepcionalmente, ela causa doenças de forma espontânea. Ela vai causar doenças dentro de um hospital, em uma pessoa com traqueostomia, com respirador, com cateter venoso”, completou.</p>
</blockquote>
<p>A bactéria pode causar infecção urinária. Pode causar infecção respiratória em pessoas que têm problemas de pulmão crônicos, como enfisema, ou em pessoas submetidas a tratamento com cateter na veia.</p>
<p><strong>“Colocam um tubo na traqueia e a bactéria pode entrar por ali. Também pode ocorrer em pessoas que estejam fazendo quimioterapia, o que faz com que haja um comprometimento maior e prévio da saúde da pessoa”, explicou Celso Ferreira.</strong></p>
<p>O médico infectologista destacou que, como se trata de uma bactéria ambiental, muita esponja que se usa normalmente para lavar louça ou um pano de chão podem já estar contaminados por ela. Essa bactéria ocorre na água, naturalmente.</p>
<p><strong>“Ela é de vida livre, como eu disse”. E assegurou: “Nós não vivemos em um ambiente que não tem micro-organismos. Existem outras bactérias de vida livre, como a Burkholderia que, eventualmente, podem causar doenças no homem”.</strong></p>
<h2>Pessoas imunocomprometidas</h2>
<p>A médica Raiane Cardoso Chamon, professora do Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal Fluminense (UFF), afirmou à Agência Brasil que o maior problema dessa bactéria ocorre quando pessoas imunocomprometidas, que têm o sistema imunológico enfraquecido, entram em contato com ela.</p>
<blockquote>
<p>“Ela consegue causar infecções em pessoas que têm o sistema imune debilitado”.</p>
</blockquote>
<p>Em pacientes que têm fibrose cística, por exemplo, ela é causa comum de pneumonia. E o tratamento é muito difícil. Advertiu, por outro lado, que ela pode causar também problemas em pessoas saudáveis.</p>
<p><strong>“Dependendo da cepa da Pseudomonas, mesmo a pessoa saudável pode desenvolver uma infecção, como a otite de nadador, em pessoas que nadam em águas recreativas, como piscinas, rios, praias”, ressaltou Chamon.</strong></p>
<p>Para a profissional de saúde, o maior problema é quando a bactéria chega ao ambiente hospitalar, e a porta de entrada, geralmente, são as pessoas que trabalham ali ou entram no hospital, explicou a profissional de saúde.</p>
<p>A médica relatou ainda que, dentro do ambiente hospitalar, onde uma pressão seletiva de antibióticos é muito grande, a bactéria carrega dentro dela uma série de resistências.</p>
<p>Segundo Chamon, isso pode provocar infecções mais graves, associadas a pessoas que usam sonda urinária, têm infecção de corrente sanguínea, estão com pneumonia, pessoas com ventilação mecânica, E o tratamento, por conta da gravidade da infecção, é mais difícil, além da questão de a bactéria aumentar o poder de resistência.</p>
<blockquote>
<p>“Esse é o pior cenário de todos”, afirmou.</p>
</blockquote>
<h2>Contaminação</h2>
<p>Como a Pseudomonas aeruginosa é uma bactéria que vive muito bem no solo, na água, e em ambientes úmidos, a doutora Raiane acredita que a contaminação pode ter ocorrido no momento de produção.</p>
<p>“Não houve um controle microbiológico adequado. Provavelmente, algum reagente na hora de fabricação desses produtos estava contaminado pela Pseudomonas, e acaba que ela consegue se multiplicar nesses ambientes úmidos também”, explicou.</p>
<blockquote>
<p>“Na falta do controle microbiológico nas etapas necessárias de fabricação, pode ter tido um crescimento descontrolado de uma cepa específica, que vive melhor em ambientes com detergentes, por exemplo, e a gente acaba detectando, ela, nesses materiais”.</p>
</blockquote>
<p>Segundo a médica, existem níveis aceitáveis de contaminação microbiana em todos os produtos. O que não pode é ultrapassar esse nível para não oferecer risco à saúde, principalmente nos indivíduos que estão mais comprometidos em seu sistema imune.</p>
<h2>Comunicado</h2>
<p>Em comunicado divulgado na quinta-feira (7), a Ypê esclareceu que está colaborando integralmente com a Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) “e conduzindo todas as ações necessárias com máxima prioridade, responsabilidade e transparência”.</p>
<p>A empresa informou ainda que vem realizando análises técnicas e avaliações complementares, incluindo testes e laudos independentes, que estão sendo apresentados à Anvisa, “reforçando o compromisso da empresa com a qualidade, a segurança e a conformidade regulatória dos seus produtos”.</p>
<p>A indústria se compromete ainda a incorporar de forma imediata eventuais aprimoramentos e recomendações regulatórias da Agência ao seu Plano de Ação e Conformidade Regulatória, desenvolvido em conjunto com a própria Anvisa desde dezembro de 2025.</p>
<p>A <strong>Agência Brasil</strong> procurou a Ypê nesta sexta-feira (8), mas não houve resposta por parte da assessoria de imprensa da empresa até a publicação desta matéria.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/bacteria-pseudomonas-causa-danos-graves-em-pessoas-imunocomprometidas" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Fri, 08 May 2026 16:58:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/bacteria-pseudomonas-causa-danos-graves-em-pessoas-imunocomprometidas/">Bactéria Pseudomonas causa danos graves em pessoas imunocomprometidas</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Anvisa proíbe fórmula infantil com risco de contaminação por toxina</title>
		<link>https://weeknews.online/anvisa-proibe-formula-infantil-com-risco-de-contaminacao-por-toxina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 16:36:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa libera estudo com medicamento para lesões na medula espinhal]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa manda recolher panetones com fungo]]></category>
		<category><![CDATA[Confira os lotes aqui]]></category>
		<category><![CDATA[Contaminação]]></category>
		<category><![CDATA[fórmula infantil]]></category>
		<category><![CDATA[proibição]]></category>
		<category><![CDATA[site da Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[toxina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/anvisa-proibe-formula-infantil-com-risco-de-contaminacao-por-toxina/</guid>

					<description><![CDATA[<p>. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quarta-feira (7), a proibição da venda, distribuição e do uso de alguns lotes de fórmulas infantis das marcas Nestogeno, Nan Supreme Pro, Nanlac Supreme Pro, Nanlac Comfor, Nan Sensitive e Alfamino, da empresa Nestlé Brasil Ltda. Confira os lotes aqui. Notícias relacionadas: Anvisa manda recolher panetones com fungo. Anvisa libera estudo com medicamento para lesões na medula espinhal. Em nota, a Anvisa cita como motivo o risco de contaminação por cereulide, uma toxina produzida pela bactéria Bacillus cereus. “O consumo de alimento contaminado por essa toxina pode causar vômito persistente, diarreia ou letargia, que é a sonolência excessiva, lentidão de movimentos e raciocínio, e incapacidade de reagir e expressar emoções”. Ainda segundo a agência, a&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/anvisa-proibe-formula-infantil-com-risco-de-contaminacao-por-toxina/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/anvisa-proibe-formula-infantil-com-risco-de-contaminacao-por-toxina/">Anvisa proíbe fórmula infantil com risco de contaminação por toxina</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quarta-feira (7), a proibição da venda, distribuição e do uso de alguns lotes de fórmulas infantis das marcas Nestogeno, Nan Supreme Pro, Nanlac Supreme Pro, Nanlac Comfor, Nan Sensitive e Alfamino, da empresa Nestlé Brasil Ltda.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1767803800_794_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/01/1767803800_587_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2026/proibida-venda-de-formula-infantil-com-risco-de-contaminacao-por-toxina" target="_blank">Confira os lotes aqui</a>.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Anvisa manda recolher panetones com fungo.</li>
<li>Anvisa libera estudo com medicamento para lesões na medula espinhal.</li>
</ul>
<p><strong>Em nota, a Anvisa cita como motivo o risco de contaminação por cereulide, uma toxina produzida pela bactéria <em>Bacillus cereus</em></strong>.</p>
<blockquote>
<p>“O consumo de alimento contaminado por essa toxina pode causar vômito persistente, diarreia ou letargia, que é a sonolência excessiva, lentidão de movimentos e raciocínio, e incapacidade de reagir e expressar emoções”.</p>
</blockquote>
<p><strong>Ainda segundo a agência, a medida tem caráter preventivo e o fabricante já iniciou o recolhimento voluntário dos lotes no Brasil e no resto do mundo</strong>, após a detecção da toxina em produtos provenientes de uma fábrica localizada na Holanda.</p>
<blockquote>
<p>“Foi identificado que a toxina estava presente em um ingrediente proveniente de um fornecedor global de óleos terceirizados. Dessa forma, a empresa indicou a necessidade de um recolhimento global”, detalhou a Anvisa.</p>
</blockquote>
<h2>Orientações a pais e responsáveis  </h2>
<p><strong>Para os consumidores que utilizam as fórmulas infantis citadas, a orientação é verificar o número do lote impresso no rótulo</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Se o produto pertencer a um dos lotes recolhidos, não deve ser utilizado ou oferecido para consumo. Os demais lotes desses produtos não foram afetados”.</p>
</blockquote>
<blockquote>
<p>“Para receber orientações sobre como proceder em relação a eventuais trocas e devoluções do produto, entre em contato direto com a Nestlé Brasil Ltda., por meio do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), indicado na embalagem”, completou a agência.</p>
</blockquote>
<p><strong>Se a criança apresentar sintomas compatíveis com os citados após o consumo do produto de lotes indicados, a recomendação é buscar atendimento médico</strong>. “É importante informar o alimento que foi consumido, se possível, com uma amostra da embalagem, caso tenha disponível”.</p>
<p>Mais orientações sobre o uso seguro de fórmulas infantis podem ser encontradas no <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2024/anvisa-orienta-sobre-uso-seguro-de-formulas-infantis" target="_blank"><em>site</em> da Anvisa</a>.</p>
<p> Paula Laboissière &#8211; Repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-01/anvisa-proibe-formula-infantil-com-risco-de-contaminacao-por-toxina">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 07 Jan 2026 13:11:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/anvisa-proibe-formula-infantil-com-risco-de-contaminacao-por-toxina/">Anvisa proíbe fórmula infantil com risco de contaminação por toxina</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Paraná confirma dois casos de contaminação por metanol em bebidas</title>
		<link>https://weeknews.online/parana-confirma-dois-casos-de-contaminacao-por-metanol-em-bebidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Oct 2025 20:07:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[>> Clique aqui e leia mais sobre os casos de contaminação por metanol]]></category>
		<category><![CDATA[bebida adulterada]]></category>
		<category><![CDATA[CIATox da sua cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Contaminação]]></category>
		<category><![CDATA[metanol]]></category>
		<category><![CDATA[Metanol: saiba o que é a substância presente em bebida adulterada]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Saiba os principais sinais e sintomas de intoxicação por metanol]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo confirma segunda morte por ingestão de metanol]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://weeknews.online/parana-confirma-dois-casos-de-contaminacao-por-metanol-em-bebidas/</guid>

					<description><![CDATA[<p>. Dois casos suspeitos de intoxicação por metanol foram confirmados por exames laboratoriais no Paraná, neste domingo (5). De acordo com o Governo do Estado, os casos se referem a dois homens, de 60 e 71 anos, que vivem em Curitiba e apresentaram sintomas após consumir bebida alcoolica. Notícias relacionadas: Saiba os principais sinais e sintomas de intoxicação por metanol. Metanol: saiba o que é a substância presente em bebida adulterada. São Paulo confirma segunda morte por ingestão de metanol. A confirmação foi feita após a análise de amostras de sangue que confirmaram a presença da substância tóxica. De acordo com o balanço mais recente do Ministério da Saúde, da noite deste sábado (4), 14 casos de intoxicação por metanol foram confirmados, além de 181&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/parana-confirma-dois-casos-de-contaminacao-por-metanol-em-bebidas/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/parana-confirma-dois-casos-de-contaminacao-por-metanol-em-bebidas/">Paraná confirma dois casos de contaminação por metanol em bebidas</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container">
        <a href="https://weeknews.online/" target="_blank"><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/01/week-content.png" alt="Bem-vindo ao WeekNews"><br />
        </a>
</div>
<p>
.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
                    <img decoding="async" src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px">
				</p>
<p><strong>Dois casos suspeitos de intoxicação por metanol foram confirmados por exames laboratoriais no Paraná, neste domingo (5). </strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1759694830_935_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/10/1759694830_769_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>De acordo com o Governo do Estado, os casos se referem a dois homens, de 60 e 71 anos, que vivem em Curitiba e apresentaram sintomas após consumir bebida alcoolica.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Saiba os principais sinais e sintomas de intoxicação por metanol.</li>
<li>Metanol: saiba o que é a substância presente em bebida adulterada.</li>
<li>São Paulo confirma segunda morte por ingestão de metanol.</li>
</ul>
<p>A confirmação foi feita após a análise de amostras de sangue que confirmaram a presença da substância tóxica.</p>
<p>De acordo com o balanço mais recente do Ministério da Saúde, da noite deste sábado (4), 14 casos de intoxicação por metanol foram confirmados, além de 181 notificações suspeitas, incluindo as duas que foram confirmadas hoje pelo governo do Paraná. <strong>Com isso, o número nacional de casos sobe para, pelo menos, 16. </strong></p>
<p>Há ainda mais um caso em investigação no Paraná, notificado em Foz do Iguaçu. A Polícia Civil do estado da Região Sul está investigando possíveis pontos de venda de bebidas adulteradas e apreendeu garrafas para análise. </p>
<p>&gt;&gt; Clique aqui e leia mais sobre os casos de contaminação por metanol</p>
<h2>Emergência médica</h2>
<p><strong>A intoxicação por metanol é uma emergência médica de extrema gravidade.</strong> A substância, quando ingerida, é metabolizada no organismo em produtos tóxicos (como formaldeído e ácido fórmico), que podem levar à morte.</p>
<p><strong>Os principais sintomas da intoxicação são: visão turva ou perda de visão (podendo chegar à cegueira) e mal-estar generalizado (náuseas, vômitos, dores abdominais, sudorese).</strong></p>
<p>Em caso de identificação dos sintomas, busque imediatamente os serviços de emergência médica e contate pelo menos uma das instituições a seguir:</p>
<ul>
<li>Disque-Intoxicação da Anvisa: 0800 722 6001;</li>
<li><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/animais-peconhentos/ciatox" target="_blank">CIATox da sua cidade</a> para orientação especializada (veja lista aqui); </li>
<li>Centro de Controle de Intoxicações de São Paulo (CCI): (11) 5012-5311 ou 0800-771-3733 – de qualquer lugar do país;</li>
</ul>
<p>É importante identificar e orientar possíveis contatos que tenham consumido a mesma bebida, recomendando que procurem imediatamente um serviço de saúde para avaliação e tratamento adequado.</p>
<p><strong>A demora no atendimento e na identificação da intoxicação aumenta a probabilidade do desfecho mais grave, com o óbito do paciente.</strong></p>
<p> Tâmara Freire – repórter da Agência Brasil , . </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-10/parana-confirma-dois-casos-de-contaminacao-por-metanol-em-bebidas">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Sun, 05 Oct 2025 16:29:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/parana-confirma-dois-casos-de-contaminacao-por-metanol-em-bebidas/">Paraná confirma dois casos de contaminação por metanol em bebidas</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
