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	<title>Arquivo de Contas públicas têm superávit de R$ 14 - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Contas públicas têm superávit de R$ 14 - WeekNews</title>
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		<title>Contas públicas têm déficit de R$ 47,1 bilhões em junho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jul 2025 15:47:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. As contas públicas fecharam o mês de junho com saldo negativo, com déficit em todas as esferas de governo. O setor público consolidado – formado por União, estados, municípios e empresas estatais – registrou déficit primário de R$ 47,091 bilhões no mês passado. Houve aumento no déficit do mês em relação a junho de 2024, quando as contas fecharam com R$ 40,873 bilhões negativo. Nessa comparação interanual, houve crescimento de despesas em ritmo maior que as receitas. Notícias relacionadas: Contas públicas têm déficit de R$ 33,7 bilhões em maio. Contas públicas têm superávit de R$ 14,2 bilhões em abril. Contas públicas têm superávit de R$ 3,6 bilhões em março. As Estatísticas Fiscais foram divulgadas nesta quinta-feira (31) pelo Banco Central (BC). O déficit primário&#8230;</p>
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				</p>
<p>As contas públicas fecharam o mês de junho com saldo negativo, com déficit em todas as esferas de governo. <strong>O setor público consolidado – formado por União, estados, municípios e empresas estatais – registrou déficit primário de R$ 47,091 bilhões no mês passado.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753976824_931_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/07/1753976824_546_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Houve aumento no déficit do mês em relação a junho de 2024, quando as contas fecharam com R$ 40,873 bilhões negativo. Nessa comparação interanual, houve crescimento de despesas em ritmo maior que as receitas.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Contas públicas têm déficit de R$ 33,7 bilhões em maio.</li>
<li>Contas públicas têm superávit de R$ 14,2 bilhões em abril.</li>
<li>Contas públicas têm superávit de R$ 3,6 bilhões em março.</li>
</ul>
<p>As <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.bcb.gov.br/estatisticas/estatisticasfiscais" target="_blank">Estatísticas Fiscais</a> foram divulgadas nesta quinta-feira (31) pelo Banco Central (BC). O déficit primário representa o resultado negativo das contas do setor público (despesas menos receitas), desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública.</p>
<p><strong>Apesar do resultado negativo do mês, no acumulado de 2025, o setor público consolidado registra superávit primário de R$ 22,029 bilhões.</strong> <strong>No primeiro semestre do ano passado, houve um resultado negativo de R$ 43,448 bilhões, que agora se tornou positivo, com uma melhora de R$ 65,5 bilhões.</strong></p>
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<p>De acordo com BC, parte relevante dessa melhora tem influência do calendário de pagamento de precatórios (dívidas com sentenças judiciais definitivas) do governo federal. No ano passado, houve antecipação do pagamento em fevereiro, contribuindo para o déficit no primeiro semestre. Para este ano, está previsto o pagamento de R$ 63 bilhões em precatórios neste segundo semestre do ano.</p>
<p><strong>Em 12 meses &#8211; encerrados em junho &#8211; as contas acumulam resultado positivo de R$ 17,925 bilhões, o que corresponde a 0,15% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país).</strong></p>
<p><strong>Em 2024, as contas públicas fecharam o ano com déficit primário de R$ 47,553 bilhões, 0,4% do PIB.</strong></p>
<h2>Esferas de governo</h2>
<p><strong>Em junho último, a conta do Governo Central teve déficit primário de R$ 43,527 bilhões ante resultado negativo de R$ 40,188 bilhões em junho de 2024.</strong> Nessa comparação, as receitas permaneceram estáveis, com redução no recolhimento de dividendos de empresas estatais e bancos públicos, enquanto as despesas aumentaram em 1,6%.</p>
<p>O montante difere do resultado divulgado nesta quarta-feira (30) pelo Tesouro Nacional, de déficit de R$ 44,296 bilhões, porque o BC usa uma metodologia diferente, que leva em conta a variação da dívida dos entes públicos.</p>
<p>Os <strong>governos estaduais registraram déficit no mês de junho de R$ 1,354 bilhão, ante superávit de R$ 2,011 bilhões em junho do ano passado,</strong> também em razão do crescimento de despesas maior que as receitas. Já os governos municipais tiveram resultado positivo de R$ 400 milhões em junho deste ano. No mesmo mês de 2024, houve déficit de R$ 954 milhões para esses entes.</p>
<p>Com isso,<strong> contribuindo para aumentar o déficit das contas públicas, no total, os governos regionais &#8211; estaduais e municipais &#8211; tiveram déficit de R$ 954 milhões em junho passado contra resultado positivo de R$ 1,057 bilhão no mesmo mês de 2024.</strong></p>
<p>As empresas estatais federais, estaduais e municipais &#8211; excluídas dos grupos Petrobras e Eletrobras – também contribuíram para o aumento do déficit das contas consolidadas, com o resultado negativo de R$ 2,610 bilhões em junho. <strong>No mesmo mês de 2024, o déficit foi R$ 1,742 bilhão.</strong></p>
<h2>Despesas com juros</h2>
<p>Os <strong>gastos com juros ficaram em R$ 61,016 bilhões no mês passado, uma redução de cerca de R$ 30 bilhões em relação aos R$ 94,851 bilhões registrados em junho de 2024</strong>. De acordo com o BC, não é comum a conta de juros apresentar grandes variações, especialmente negativas, já que os juros são apropriados por competência, mês a mês.</p>
<p>Mas, no resultado, há os efeitos das operações do Banco Central no mercado de câmbio (<em>swap</em> cambial, que é a venda de dólares no mercado futuro) que, neste caso, contribuíram para a melhora da conta de juros em junho. Os resultados dessas operações são transferidos para o pagamento dos juros da dívida pública, como receita quando há ganhos e como despesa quando há perdas.</p>
<p>Em junho de 2024, as operações de<em> swap</em> tiveram perda de R$ 28,6 bilhões, enquanto em junho deste ano houve ganho de RS 20,9 bilhões, reduzindo a conta de juros. <strong>Sem esses resultados, a conta de juros teria um aumento de R$ 15,7 bilhões na comparação interanual,</strong> em razão da alta taxa básica de juros, a Selic, e do próprio crescimento da dívida no período.</p>
<p>Com isso, o resultado nominal das contas públicas – formado pelo resultado primário e os gastos com juros – caiu na comparação interanual. <strong>No mês de junho, o déficit nominal ficou em R$ 108,107 bilhões contra o resultado negativo de R$ 135,724 bilhões em igual mês de 2024.</strong></p>
<p>Em 12 meses encerrados em junho, o setor público acumula déficit R$ 894,388 bilhões, ou 7,3% do PIB. O resultado nominal é levado em conta pelas agências de classificação de risco ao analisar o endividamento de um país, indicador observado por investidores.</p>
<h2>Dívida pública</h2>
<p>A dívida líquida do setor público &#8211; balanço entre o total de créditos e débitos dos governos federal, estaduais e municipais &#8211; chegou a R$ 7,702 trilhões em junho, o que corresponde a 62,9% do PIB. É o maior valor da dívida na série histórica do BC, iniciada em dezembro de 2001.<strong> No mês anterior, maio, o percentual da dívida líquida em relação ao PIB estava em 62% (R$ 7,547 trilhões).</strong></p>
<p>O <strong>crescimento se deve ao déficit nominal do mês e à apreciação cambial de 4,4% em junho.</strong> Como o país é credor em moeda estrangeira, um aumento do dólar significa aumento da dívida líquida.</p>
<p><strong>No mês de junho deste ano, a dívida bruta do governo geral (DBGG) &#8211; que contabiliza apenas os passivos dos governos federal, estaduais e municipais &#8211; chegou a R$ 9,388 trilhões ou 76,6%, com aumento em relação ao mês anterior &#8211; R$ 9,264 trilhões ou 76,1% do PIB.</strong> Assim como o resultado nominal, a dívida bruta é usada para traçar comparações internacionais.</p>
<p> </p>
<p> Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/contas-publicas-tem-deficit-de-r-471-bilhoes-em-junho">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 31 Jul 2025 12:26:00 -0300 </p>

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		<title>Moody’s reduz perspectiva para nota da dívida do governo brasileiro</title>
		<link>https://weeknews.online/moodys-reduz-perspectiva-para-nota-da-divida-do-governo-brasileiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 May 2025 02:08:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o perfil da Agência Brasil no Instagram]]></category>
		<category><![CDATA[2 bilhões em abril]]></category>
		<category><![CDATA[4% no primeiro trimestre de 2025]]></category>
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		<category><![CDATA[Contas públicas têm superávit de R$ 14]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[elevou a nota brasileira para dois níveis abaixo do grau de investimento]]></category>
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		<category><![CDATA[PIB atinge patamar recorde pelo 14º trimestre seguido]]></category>
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		<category><![CDATA[também elevou a classificação do país para dois níveis abaixo do grau de investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Tesouro Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A agência de classificação de risco Moody’s manteve a nota da dívida pública brasileira um nível abaixo do grau de investimento, mas eliminou a chance de alta na classificação nos próximos meses. A decisão foi divulgada no fim da tarde desta sexta-feira (31). A nota do país continua em Ba1, um nível abaixo do grau de investimento. No entanto, a perspectiva, que em outubro estava positiva, com chance de elevação nos próximos meses, caiu para estável, sem chance de alteração. O grau de investimento representa a garantia de que o país não corre risco de dar calote na dívida pública. Em seu comunicado, a agência mencionou os esforços de consolidação fiscal, incluindo o cumprimento das metas de resultado primário. No entanto, a Moody’s&#8230;</p>
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<p>A agência de classificação de risco Moody’s manteve a nota da dívida pública brasileira um nível abaixo do grau de investimento, mas <strong>eliminou a chance de alta na classificação nos próximos meses</strong>. A decisão foi divulgada no fim da tarde desta sexta-feira (31).<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1748657320_619_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1748657320_445_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A nota do país continua em Ba1, um nível abaixo do grau de investimento. <strong>No entanto, a perspectiva, que em outubro estava positiva, com chance de elevação nos próximos meses, caiu para estável, sem chance de alteração.</strong> O grau de investimento representa a garantia de que o país não corre risco de dar calote na dívida pública.</p>
<p>Em seu comunicado, a agência mencionou os esforços de consolidação fiscal, incluindo o cumprimento das metas de resultado primário. <strong>No entanto, a Moody’s avalia que o avanço de reformas para enfrentar a rigidez orçamentária e fortalecer a credibilidade da política fiscal está mais lento do que o esperado em outubro de 2024, quando foi feita a avaliação anterior.</strong></p>
<p>A agência sugeriu medidas, como a desvinculação de receitas, a desindexação de benefícios sociais do salário mínimo ou a reforma dos benefícios da seguridade social para criar espaço fiscal e permitir uma possível melhora da nota de crédito do país. A Moody’s alertou que, se os esforços para o reequilíbrio das contas públicas forem revertidos ou se mostrarem menos efetivos que o esperado, há o risco de mudar a perspectiva da nota brasileira para negativa.</p>
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<h2>Resposta</h2>
<p><strong>Em nota, a Secretaria do Tesouro Nacional informou que o governo está empenhado em melhorar as contas públicas, esforçando-se para aumentar a arrecadação e segurar gastos. </strong>“O Ministério da Fazenda reafirma seu compromisso com a melhoria contínua dos resultados fiscais e com o aprofundamento do processo de reformas estruturais, essenciais para garantir o maior crescimento econômico de longo prazo e assegurar o equilíbrio das contas públicas”, destacou o comunicado.</p>
<p>O Tesouro ressaltou a importância das articulações entre o governo e o Congresso Nacional para a continuidade da aprovação de reformas. “Esse processo tem ocorrido – e continuará ocorrendo – por meio do trabalho conjunto entre o Poder Executivo e o Congresso Nacional, que demonstraram eficácia ao aprovar diversas medidas relevantes, incluindo uma ampla reforma tributária”, prosseguiu o Tesouro, na nota.</p>
<p>Desde outubro do ano passado, a Moody’s classifica o país um nível abaixo do grau de investimento. A nota é melhor que a de outras agências.</p>
<h2>Classificação</h2>
<p>Em julho de 2023, a Fitch elevou a nota brasileira para dois níveis abaixo do grau de investimento, com perspectiva estável. Em dezembro de 2023, a S&amp;P Global também elevou a classificação do país para dois níveis abaixo do grau de investimento.<br /> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script> Wellton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/moodys-reduz-perspectiva-para-nota-da-divida-do-governo-brasileiro">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 30 May 2025 18:55:00 -0300 </p>

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		<title>Saiba o que acontece com quem não declara o Imposto de Renda</title>
		<link>https://weeknews.online/saiba-o-que-acontece-com-quem-nao-declara-o-imposto-de-renda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2025 16:46:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[2 bilhões em abril]]></category>
		<category><![CDATA[Contas públicas têm superávit de R$ 14]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[IRPF]]></category>
		<category><![CDATA[IRPF 2025]]></category>
		<category><![CDATA[PIB atinge patamar recorde pelo 14º trimestre seguido]]></category>
		<category><![CDATA[portal e-CAC na página da Receita Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Prazo para entregar declaração do IRPF termina nesta sexta-feira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Termina nesta sexta-feira (30), às 23h59, o prazo para a declaração do Imposto de Renda 2025 e a pergunta de muitos é: o que acontece se eu não declarar ou perder o prazo? Natalia de Fátima, professora de Ciências Contábeis da Faculdade Anhanguera, fala da primeira das consequências: “A Receita Federal aplica uma multa por atraso, no valor mínimo de R$ 165,74, podendo chegar, no máximo, a 20% do valor do Imposto de Renda devido. Além da multa, também serão acrescidos juros”, explica a professora. Como há juros, a recomendação é de que a declaração de quem perdeu o prazo seja feita o mais rapidamente possível. Neste caso, é gerada uma Darf para que a multa seja paga após a entrega dos dados. José Carlos Fonseca,&#8230;</p>
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<p>Termina nesta sexta-feira (30), às 23h59, o prazo para a declaração do Imposto de Renda 2025 e a pergunta de muitos é: <strong>o que acontece se eu não declarar ou perder o prazo?</strong> Natalia de Fátima, professora de Ciências Contábeis da Faculdade Anhanguera, fala da primeira das consequências:<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1748623591_903_ebc.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/05/1748623591_604_ebc.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>“A Receita Federal aplica uma multa por atraso, no valor mínimo de R$ 165,74, podendo chegar, no máximo, a 20% do valor do Imposto de Renda devido. Além da multa, também serão acrescidos juros”, explica a professora.</p>
</blockquote>
<p>Como há juros, a recomendação é de que a declaração de quem perdeu o prazo seja feita o mais rapidamente possível. Neste caso, é gerada uma Darf para que a multa seja paga após a entrega dos dados. José Carlos Fonseca, auditor-fiscal da Receita Federal, aponta que, <strong>além da multa, o contribuinte pode sofrer sanções no registro do seu CPF.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Se a pessoa está obrigada a declarar e não apresenta a declaração, o CPF dela pode ficar com status de “pendente de regularização” ou “omisso na entrega da declaração”. Nessa situação, ela pode enfrentar dificuldades para obter financiamento, participar de programas sociais do governo ou até mesmo para emitir passaporte. A única forma de regularizar a situação é entregando a declaração à qual estava obrigada”. </p>
</blockquote>
<p><strong>A dica dos especialistas neste último momento para quem sabe que vai perder o prazo é fazer a entrega da declaração com o que sem tem em mãos, mesmo sem toda a documentação e dados necessários. Neste caso, mesmo que o contribuinte tiver que retificar a declaração posteriormente, pelo menos não terá que pagar a multa por atraso. </strong></p>
<h2>&gt;&gt;Ouça na Radioagência Nacional:</h2>
<h2>Correção de erros</h2>
<p>Quem declarou o Imposto de Renda precisa ficar atento, pois sempre há a possibilidade de o próprio contribuinte encontrar erros na declaração. Neste caso, ele mesmo deve gerar uma declaração retificadora. O professor Hugo Dias Amaro, da PUC do Paraná, explica como proceder. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Com o programa da Receita Federal aberto, selecione “Declaração Retificadora”. Insira o número do recibo da declaração que você quer retificar. Uma vez identificado o erro, altere os dados incorretos e inclua os que foram esquecidos&#8221;.</p>
</blockquote>
<p><strong>A retificação quando identificada pelo contribuinte pode ser enviada mesmo após o prazo final para a entrega da declaração e não gera multa. Quem esclarece é Paulo Pêgas, do CRC do Rio de Janeiro:</strong></p>
<blockquote>
<p>“Se você fizer essa declaração retificadora até o prazo final, o sistema simplesmente apagará a declaração anterior e considerará apenas a nova. Se você entregar a declaração e só perceber o erro depois do prazo, você também pode retificar. A diferença é que, nesse caso, o sistema não apaga a declaração anterior. Ele mantém as duas e vai verificar o que foi alterado, analisando se a mudança tem documentação, respaldo legal e amparo legal&#8221;.</p>
</blockquote>
<p>O professor Deypson Carvalho, da UDF, alerta que há apenas uma questão para quem entregar a Declaração Retificadora após o dia 30 de maio: </p>
<p>“Após o encerramento do prazo para a entrega da Declaração, em 30 de maio, caso seja necessário retificar as informações, não será permitida a mudança da forma de tributação que foi escolhida na última declaração entregue pelo contribuinte, mesmo que a outra forma de tributação seja a mais vantajosa quando da elaboração da declaração retificadora. Daí a importância de não deixar para apresentar a declaração próximo do prazo final”. </p>
<p><strong>Vale lembrar que se o contribuinte identificar erros na declaração e não fizer a correção, corre o risco de cair na malha fina e ser multado. </strong></p>
<h2>&gt;&gt;Ouça na Radioagência Nacional</h2>
<h2>Após a declaração</h2>
<p>Após a entrega da Declaração de Ajuste Anual, é recomendável que o contribuinte faça o acompanhamento do seu processamento na base de dados da Receita Federal do Brasil. O monitoramento  feito pelo <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://cav.receita.fazenda.gov.br/autenticacao/login" target="_blank">portal e-CAC na página da Receita Federal</a>, com a conta gov.br nos níveis Ouro ou Prata. Dentro do e-CAC, o contribuinte deve acessar a opção Meu Imposto de Renda e escolher o exercício da declaração pretendida.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;O acompanhamento se faz necessário porque permite a visualização do resultado de processamento da declaração e, em caso de malha fiscal, possibilita ao contribuinte fazer a autorregularização, isto é, identificar as inconsistências apontadas pela Receita Federal e adotar os procedimentos corretivos antes de qualquer procedimento de ofício por parte do fisco”, é o que explica o professor Deypson Carvalho, da UDF.</p>
</blockquote>
<p>O professor David Daniel, da Faculdade Anhanguera, cita outras medidas que podem ser tomadas pelo contribuinte após a entrega:</p>
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<p>“É essencial guardar todos os comprovantes e documentos utilizados na declaração por, no mínimo, 5 anos, já que a Receita pode solicitá-los nesse período para conferência. Se houver imposto a pagar, é preciso ficar atento aos prazos, para não incorrer em juros e multa. O pagamento pode ser feito à vista ou parcelado.&#8221;</p>
</blockquote>
<p>Já quem tem direito à restituição pode acompanhar o calendário de pagamentos pelo próprio portal e-CAC ou pelo aplicativo da Receita Federal. As restituições são pagas em lotes e corrigidas pela taxa Selic até a data do crédito. Portanto, mesmo após o envio da declaração, ainda há etapas importantes: acompanhar, corrigir, se necessário, manter os documentos organizados e controlar os pagamentos ou restituições”.</p>
<h2>&gt;&gt;Ouça na Radioagência Nacional</h2>
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    </div>
<p> Edgard Matsuki &#8211; Repórter da Radioagência Nacional , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/saiba-o-que-acontece-com-quem-nao-declara-o-imposto-de-renda">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 30 May 2025 13:16:00 -0300 </p>

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