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	<title>Arquivo de COP30: países amazônicos anunciam monitoramento conjunto da floresta - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de COP30: países amazônicos anunciam monitoramento conjunto da floresta - WeekNews</title>
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		<title>COP30: quarto leilão do Eco Invest terá foco exclusivo na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 21:11:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Acompanhe a cobertura completa da EBC na COP30 ]]></category>
		<category><![CDATA[cop30]]></category>
		<category><![CDATA[COP30: países amazônicos anunciam monitoramento conjunto da floresta]]></category>
		<category><![CDATA[Eco Invest Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Extrativistas marcham na COP por reconhecimento na proteção florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Transformação Ecológica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Programa do governo que pretende mobilizar capital privado para projetos sustentáveis, o Eco Invest Brasil terá foco exclusivo na Amazônia na próxima rodada. O edital do quarto leilão do programa foi lançado nesta sexta-feira (14) em Belém, durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30). Previsto para o início de 2026, o novo leilão do programa pretende mobilizar até US$ 4 bilhões, combinando recursos públicos e privados por meio de um modelo de financiamento misto (blended finance). Por meio do capital catalítico, o governo e instituições financeiras privadas aportam recursos de forma filantrópica, com maior tolerância a riscos de mercado. Notícias relacionadas: COP30: países amazônicos anunciam monitoramento conjunto da floresta. Extrativistas marcham na COP por reconhecimento na proteção&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>Programa do governo que pretende mobilizar capital privado para projetos sustentáveis, o Eco Invest Brasil terá foco exclusivo na Amazônia na próxima rodada.</strong> <strong>O edital do quarto leilão do programa foi lançado nesta sexta-feira (14) em Belém, durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30).</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763154712_742_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763154712_983_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p><strong>Previsto para o início de 2026, o novo leilão do programa pretende mobilizar até US$ 4 bilhões,</strong> combinando recursos públicos e privados por meio de um modelo de financiamento misto (blended finance). Por meio do capital catalítico, o governo e instituições financeiras privadas aportam recursos de forma filantrópica, com maior tolerância a riscos de mercado.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
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<li>COP30: países amazônicos anunciam monitoramento conjunto da floresta.</li>
<li>Extrativistas marcham na COP por reconhecimento na proteção florestal.</li>
</ul>
<p>Nesse sistema, o capital catalítico considera não apenas o retorno de mercado, mas o retorno social dos projetos. Esse dinheiro consegue alavancar recursos para investimentos convencionais.</p>
<p>Coordenado pelos ministérios da Fazenda e do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), com apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e da Embaixada do Reino Unido, o programa integra o Plano de Transformação Ecológica, estratégia que busca posicionar o Brasil como líder na economia de baixo carbono.</p>
<p>Acompanhe a cobertura completa da EBC na COP30 </p>
<h2>Foco na “floresta em pé”</h2>
<p><strong>Pela primeira vez, o Eco Invest Brasil destinará recursos exclusivamente para a região amazônica.</strong> A quarta edição do programa pretende reforçar cadeias produtivas sustentáveis que gerem renda, inclusão social e competitividade diante de atividades associadas ao desmatamento.</p>
<p>A próxima rodada do Eco Invest Brasil foi desenhada para alcançar pequenas empresas, cooperativas, comunidades tradicionais e produtores locais, segmentos que costumam ter dificuldade de acessar financiamentos de maior porte.</p>
<p><strong>Os projetos deverão ser apresentados em três setores prioritários:</strong></p>
<ul>
<li>Bioeconomia: inclui cadeias da sociobiodiversidade, bioindústrias, insumos sustentáveis e restauração ecológica e produtiva;</li>
<li>Turismo ecológico sustentável: iniciativas de ecoturismo voltadas à atração internacional de visitantes;</li>
<li>Infraestrutura habilitante: investimentos em energia renovável descentralizada, conectividade digital, transporte e logística para apoiar cadeias produtivas locais.</li>
</ul>
<h2>Modelo financeiro e incentivo extra</h2>
<p><strong>O Tesouro Nacional emprestará recursos às instituições financeiras vencedoras a juros de 1% ao ano. </strong>Em contrapartida, essas instituições deverão captar um volume de capital privado quatro vezes maior que o valor recebido, sendo pelo menos 60% de origem estrangeira.</p>
<p>Os recursos poderão ser repassados aos projetos por meio de crédito direto ou via fundos, sempre combinados a instrumentos destinados a reduzir o risco para os financiadores.</p>
<p>Esta edição tem uma inovação: um incentivo adicional do Tesouro equivalente a 20% do valor levantado. O dinheiro deverá ser aplicado em finalidades específicas, como assistência técnica e capacitação em projetos mais complexos e arriscados, com foco em pequenos produtores.</p>
<p>O programa também contará com um instrumento de <em>hedge </em>(proteção) cambial. O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), por meio do Banco Central, oferecerá US$ 3,4 bilhões em derivativos (instrumentos no mercado futuro) para reduzir riscos de variação cambial, como alta excessiva do dólar, com operação prevista para começar no primeiro semestre de 2026.</p>
<h2>Metas, cronograma e critérios</h2>
<p><strong>A expectativa do governo é mobilizar até US$ 1 bilhão em recursos públicos, incluindo o Fundo Clima e o BID, e até US$ 3 bilhões em capital privado. </strong>A documentação do leilão será publicada nos próximos dias. As propostas deverão ser apresentadas no início de 2026, quando também está previsto o anúncio dos vencedores.</p>
<p>Em caso de empate, serão considerados critérios como capacidade de alavancagem (capacidade de levantar valores além do montante recebido), potencial de bioindustrialização (indústria que converte matéria prima renovável em outros produtos) e volume de capital estrangeiro.</p>
<h2>Histórico e resultados anteriores</h2>
<p>Criado na COP28, em 2023, o Eco Invest Brasil integra o Plano de Transformação Ecológica. </p>
<p>O programa realizou três leilões, o primeiro em 2024. Juntos, mobilizaram mais de R$ 75 bilhões (cerca de US$ 13,16 bilhões), dos quais R$ 46 bilhões (US$ 8 bilhões) vieram de investidores estrangeiros. Segundo o Tesouro Nacional, o programa já gerou US$ 14 bilhões em compromissos de captação internacional.</p>
<h2>Repercussão</h2>
<p>Representantes do governo e de organismos internacionais destacaram o papel estratégico da nova rodada. Por meio de participação em vídeo, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o leilão mostra que “a floresta em pé gera mais valor e mais oportunidades do que a devastação”.</p>
<p>A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, destacou que a iniciativa fortalece cadeias da sociobiodiversidade e do turismo sustentável, “criando oportunidades que gerem renda, inclusão e conservação da floresta”.</p>
<p>Para o presidente do BID, Ilan Goldfajn, o novo leilão completa a “arquitetura” pensada para o programa, ao reunir financiamento misto, liquidez, preparação de projetos e hedge cambial.</p>
<p>A enviada especial para o clima do Reino Unido, Rachel Kyte, afirmou que o Brasil demonstra liderança global ao “converter patrimônio natural em prosperidade sustentável”.</p>
<p>O governo prevê que, em 2026, o ritmo do programa seja menor, com um ou dois leilões. A prioridade, informou o Ministério da Fazenda, será o aprimoramento da governança dos projetos beneficiados, com um portal público de transparência dos resultados.</p>
<p> Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-11/cop30-quarto-leilao-do-eco-invest-tera-foco-exclusivo-na-amazonia">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 14 Nov 2025 17:54:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Maranhão propõe fundo criado por empresas poluidoras de países ricos</title>
		<link>https://weeknews.online/maranhao-propoe-fundo-criado-por-empresas-poluidoras-de-paises-ricos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 15:16:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Acompanhe a cobertura completa da EBC na COP30 ]]></category>
		<category><![CDATA[ameaças de morte em conflitos de terra]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Brandão]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência do Clima]]></category>
		<category><![CDATA[cop30]]></category>
		<category><![CDATA[COP30: governo cobra R$ 476 milhões de infratores ambientais ]]></category>
		<category><![CDATA[COP30: países amazônicos anunciam monitoramento conjunto da floresta]]></category>
		<category><![CDATA[governador]]></category>
		<category><![CDATA[Indígenas do mundo cobram na COP30 centralidade na ação climática ]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O governador do Maranhão, Carlos Brandão, defendeu a criação de uma espécie de fundo internacional para que grandes empresas poluidoras possam contribuir com projetos de sustentabilidade em países e regiões menos desenvolvidas. Para ele, o gargalo do financiamento ambiental, um dos principais temas debatidos na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), em Belém, também precisa ser encampado pelas empresas poluidoras de países ricos. “As indústrias poluidoras têm que financiar um percentual do faturamento para um fundo de preservação do meio ambiente. Senão vamos ficar passeando de COP em COP e não vamos fazer nada [de concreto]”, disse Brandão em entrevista à Agência Brasil. Notícias relacionadas: COP30: governo cobra R$ 476 milhões de infratores ambientais . Indígenas do mundo cobram na COP30 centralidade&#8230;</p>
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				</p>
<p>O governador do Maranhão, Carlos Brandão, defendeu a criação de uma espécie de fundo internacional para que grandes empresas poluidoras possam contribuir com projetos de sustentabilidade em países e regiões menos desenvolvidas. Para ele, o gargalo do financiamento ambiental, um dos principais temas debatidos na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), em Belém, também precisa ser encampado pelas empresas poluidoras de países ricos.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763133366_569_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763133366_74_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<blockquote>
<p>“As indústrias poluidoras têm que financiar um percentual do faturamento para um fundo de preservação do meio ambiente. Senão vamos ficar passeando de COP em COP e não vamos fazer nada [de concreto]”, disse Brandão em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
</blockquote>
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<li>COP30: governo cobra R$ 476 milhões de infratores ambientais .</li>
<li>Indígenas do mundo cobram na COP30 centralidade na ação climática .</li>
<li>COP30: países amazônicos anunciam monitoramento conjunto da floresta.</li>
</ul>
<p>O governador não detalhou a proposta, mas disse que os recursos poderiam ser aplicados em projetos existentes, que já estariam estruturados, mas também financiar novas iniciativas.</p>
<blockquote>
<p>“Seria um dinheiro para executar e prestar contas, mas para isso tem que ter um fundo. São bilionários, donos de petróleo, poluem o mundo, não dão nada e são os primeiros a cobrar que os países mais pobres preservem o meio ambiente com recursos próprios”, reiterou.</p>
</blockquote>
<p>&#8220;Já destruíram as florestas deles e têm que pensar numa contribuição das grandes empresas que poluem o mundo, as de gás, carvão, petróleo, por exemplo. Esse fundo tem que ser usado para projetos que deram certo” finalizou.</p>
<p>Brandão participou da COP30 para apresentar iniciativas desenvolvidas no estado que, segundo ele, estão dando certo. Apresentou também a iniciativa da primeira universidade indígena do Brasil, que será instalada no estado.</p>
<p>Acompanhe a cobertura completa da EBC na COP30 </p>
<p>O projeto é desenvolvido em parceria com o Instituto Tukán e participação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Maranhão, a Universidade Estadual e o Ministério dos Povos Indígenas. A universidade será instalada na Terra Indígena Araribóia, no município de Amarante.</p>
<p>Entre os desafios estão a criação de cursos específicos e currículos que preservem a identidade de saberes indígenas, promovendo também a integração entre comunidades espalhadas pelo país.</p>
<blockquote>
<p>“Na realidade, isso partiu do sonho de um grupo de indígenas que nos apresentou a proposta e, junto com a universidade estadual, a gente estruturou o projeto”, esclareceu.</p>
</blockquote>
<p>Em outubro de 2023, na Terra Araribóia, foi assinado termo de ampliação do Centro de Saberes Tenetehar Tukàn, onde funcionará a instituição e, em julho, foi finalizado o processo de escuta com comunidades indígenas para a criação da universidade. Foram ouvidas  lideranças, mestres de saber tradicional, professores indígenas, pesquisadores e representantes de instituições. As escutas foram coordenadas pelo Instituto Tukàn, coletivo de lideranças dos povos originários e representaram mais uma etapa na construção coletiva do Plano de Desenvolvimento Institucional da nova universidade.</p>
<blockquote>
<p>“É uma inovação. A gente já conseguiu formar aqui 56 indígenas para lecionar, tanto nas escolas indígenas quanto nessa nova universidade”, disse Brandão.</p>
</blockquote>
<p>O governador também participa da COP30 em busca de recursos para bancar projetos, a exemplo de iniciativa para recuperar áreas degradadas. Ele firmou acordo de US$ 100 milhões com a empresa suíça Mercúria. Os recursos vêm de compensação de multas ambientais.</p>
<p>“Em vez de estar multando as empresas, a gente negocia para que eles façam algum investimento na área ambiental. Até porque a multa fica sempre ruim para a empresa. Não é bom para a empresa ficar com uma multa, com carimbo de multa, nesses ambientes de negócio. O que a gente faz? Apresenta um projeto”, afirmou.</p>
<p>O programa recupera áreas degradadas nos municípios maranhenses de São Bento, Santa Luzia, Paço do Lumiar, Gonçalves Dias, Anapurus, Pastos Bons, Rosário, Amarante, Barra do Corda e Arari, por meio da distribuição de mudas de juçara, uma espécie de palmeira semelhante ao açaí.</p>
<p>“Eles aprovaram os nossos projetos e disseram: olha, vocês podem investir na regularização fundiária, em combate à queimada, não determinaram onde”, acrescentou o governador. Ele anunciou também a criação de três parques ecológicos, nos municípios de Colinas, Pastos Bons e São Mateus, e o Complexo em Atins, fruto de compensações ambientais.</p>
<p>Brandão informou que firmou parcerias para ações de prevenção às queimadas no estado. Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostraram que o estado chegou a ocupar a segunda posição no ranking nacional de queimadas em 2025.</p>
<p>O Maranhão receberá cerca de R$ 15 milhões, do total de R$ 60 milhões destinados ao projeto “Regularização Ambiental através da Governança Fundiária e Ordenamento Territorial como Pilar para o Desenvolvimento Sustentável”. O projeto foi aprovado pelo Fundo Brasil ONU, por meio do Consórcio dos Governadores da Amazônia Legal, com financiamento do governo do Canadá, apoio do governo federal e da ONU Brasil. A execução deve ocorrer até 2026.</p>
<p>O estado também promoveu ações para titular famílias com a regularização fundiária. Segundo o governo estadual, de 2022 a 2025 foram quase 18.500 títulos entregues e 27 títulos para comunidades quilombolas.</p>
<p>Relatório da Pastoral da Terra sobre violências contra a ocupação mostra o Maranhão como responsável por mais de um quinto (21,6%) das ameaças de morte em conflitos de terra registrados em 2024.</p>
<p> Luciano Nascimento &#8211; Enviado especial , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-11/maranhao-propoe-fundo-criado-por-empresas-poluidoras-de-paises-ricos">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Fri, 14 Nov 2025 07:38:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Extrativistas marcham na COP por reconhecimento na proteção florestal</title>
		<link>https://weeknews.online/extrativistas-marcham-na-cop-por-reconhecimento-na-protecao-florestal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 02:23:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[cop30]]></category>
		<category><![CDATA[COP30: Brasil lança plano nacional para aumentar arborização urbana]]></category>
		<category><![CDATA[COP30: países amazônicos anunciam monitoramento conjunto da floresta]]></category>
		<category><![CDATA[Extrativistas]]></category>
		<category><![CDATA[Indígenas do mundo cobram na COP30 centralidade na ação climática ]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança do Clima]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Entoando o lema &#8220;a morte da floresta é o fim da nossa vida&#8221;, centenas de lideranças extrativistas, de diferentes biomas brasileiras, marcharam pelas ruas de Belém, na tarde desta quinta-feira (13), em defesa de direitos territoriais e do papel das reservas de uso sustentável no equilíbrio ecológico e na prestação de serviços ambientais essenciais ao enfretamento às mudanças climáticas em curso no planeta. O ato, batizado de Porongaço dos Povos da Floresta, reuniu principalmente seringueiros, castanheiros, ribeirinhos, pescadores artesanais, quebradeiras de coco e outros povos e comunidades tradicionais.   Notícias relacionadas: Indígenas do mundo cobram na COP30 centralidade na ação climática . COP30: países amazônicos anunciam monitoramento conjunto da floresta. COP30: Brasil lança plano nacional para aumentar arborização urbana. A caminhada iluminou as ruas da&#8230;</p>
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<p>Entoando o lema &#8220;a morte da floresta é o fim da nossa vida&#8221;, <strong>centenas de lideranças extrativistas, de diferentes biomas brasileiras, marcharam pelas ruas de Belém</strong>, na tarde desta quinta-feira (13), em defesa de direitos territoriais e do papel das reservas de uso sustentável no equilíbrio ecológico e na prestação de serviços ambientais essenciais ao enfretamento às mudanças climáticas em curso no planeta.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763086986_819_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763086986_932_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O ato, batizado de Porongaço dos Povos da Floresta, reuniu principalmente seringueiros, castanheiros, ribeirinhos, pescadores artesanais, quebradeiras de coco e outros povos e comunidades tradicionais.  </p>
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<li>COP30: países amazônicos anunciam monitoramento conjunto da floresta.</li>
<li>COP30: Brasil lança plano nacional para aumentar arborização urbana.</li>
</ul>
<p><strong>A caminhada iluminou as ruas da capital paraense no fim da tarde por causa da chama acesa das porongas, lamparinas usadas tradicionalmente por seringueiros para percorrer trilhas na floresta</strong> e que se tornou símbolo da luta histórica do Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS), fundado em 1985.</p>
<p><strong>Sob a liderança de Chico Mendes, nos seringais do Acre, ainda na década de 1970, o movimento deu voz e articulação política aos extrativistas da floresta diante da violência, da grilagem e da destruição ambiental.</strong></p>
<p>O percurso foi organizado como atividade paralela às negociações da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que também ocorre em Belém ao longo desta semana e da próxima.<br />
 </p>
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<h5 class="meta">Letícia de Moraes, vice-presidente do CNS, participa da marcha &#8220;Porangaço dos Povos da Floresta&#8221;, evento paralelo à COP30. Foto: <strong>Bruno Peres/Agência Brasil</strong><!--END copyright=444508--></h5>
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<blockquote>
<p>&#8220;Nós, populações extrativistas, compreendemos o território como extensão dos nossos corpos. Então, se a floresta não está bem, se os rios não estão bem, se o maretório [área costeira] não está bem, nós não estamos bem&#8221;, afirmou Letícia Moraes, vice-presidente do CNS.</p>
</blockquote>
<p>&#8220;Já está comprovado cientificamente que os únicos territórios que possuem floresta viva são territórios que estão sobre responsabilidade e cuidado das comunidades tradicionais. Então, a nossa relação de cuidado é uma relação porque a gente nasce naquele lugar. A gente não se sente dona, a gente sente parte daquele lugar&#8221;, acrescentou a extrativista nascida na Ilha do Marajó, onde vive de atividades agroflorestais sustentáveis em um projeto de assentamento diferenciado, conhecido como PAE, Projeto de Assentamento Agroextrativista.</p>
<p>Segundo dados do CNS, as reservas e os projetos de assentamento agroextrativistas protegem mais de 42 milhões de hectares de florestas e rios por meio do uso sustentável da floresta, que representam 5% do território nacional. Estima-se que essas áreas armazenem aproximadamente 25,5 bilhões de toneladas de CO2 equivalente, o que corresponde a cerca de 11 anos das emissões totais do Brasil. O CO2 é o principal gás causador do aquecimento global, impulsionado pela queima de combustíveis fósseis como carvão e petróleo.</p>
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<h6 class="meta">Lideranças extrativistas e apoiadores usando porangas na cabeça participam da marcha &#8220;Porangaço dos Povos da Floresta&#8221;, evento paralelo à COP30. Foto: <strong>Bruno Peres/Agência Brasil</strong><!--END copyright=444513--></h6>
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<p>Na COP30, as comunidades extrativistas brasileiras estão sendo representadas por um enviado especial. O líder extrativista Joaquim Belo tem incidido nos processos de negociação para tentar garantir que os serviços ecossistêmicos prestados por essas populações sejam incluídos como metas de mitigação das mudanças climáticas.</p>
<p>&#8220;Nós somos solução para diversos problemas das mudanças climáticas, porque nós cuidamos da floresta e ela tem esse papel no equilíbrio climático&#8221;, afirmou.</p>
<p>Ao final da marcha, que começou na Praça Eneida de Moraes e terminou na Aldeia Cabana, no bairro Pedreira, um documento do CNS foi entregue à ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva.</p>
<p>Na carta, o CNS elenca uma série de demandas. Um dos focos é justamente exigir que as reservas extrativistas, reservas de desenvolvimento sustentável e demais territórios tradicionais sejam reconhecidos formalmente na Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC, na sigla em inglês) brasileira e nos tratados climáticos nacionais e internacionais, pela contribuição efetiva para a redução do desmatamento, da manutenção da vegetação nativa e da conservação de estoques de carbono.</p>
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<h5 class="meta"><!--copyright=444516-->Marcha &#8220;Porangaço dos Povos da Floresta&#8221;, evento paralelo à COP30. Foto: <strong>Bruno Peres/Agência Brasil</strong><!--END copyright=444516--></h5>
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<p>&#8220;Reivindicamos que esses territórios sejam priorizados em políticas de adaptação e mitigação, com investimentos consistentes e permanentes, com recursos públicos e privados voltados à proteção territorial, apoio à gestão comunitária, fortalecimento da vigilância territorial e ampliação de incentivos a práticas sustentáveis de uso da floresta&#8221;, diz um trecho do documento.</p>
<p>Em seu discurso aos extrativistas, Marina Silva lembrou da sua trajetória como seringueira no Acre, ao lado de Chico Mendes, e destacou o papel de guardiões da floresta dessas comunidades.</p>
<p>&#8220;Vocês têm uma vida que ajuda a resolver o problema da mudança do clima. Tem gente que, para enfrentar os problemas que a gente está vivendo, tem que ter uma tecnologia para poder fazer isso&#8221;, afirmou.</p>
<p>&#8220;A tecnologia dos indígenas, dos seringueiros, dos ribeirinhos, dos babaçueiros, dos geraizeiros, das quebradeiras de coco é o seu próprio modo de vida que protege de floresta, a biodiversidade, que sequestra carbono e ainda funciona como o coração do planeta pulsando em cultura, diversidade e beleza. Mas, tem uma coisa, é preciso que as políticas públicas sejam cada vez mais ampliadas&#8221;, observou a ministra.</p>
<p> Pedro Rafael Vilela &#8211; Enviado Especial , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-11/extrativistas-marcham-na-cop-por-reconhecimento-na-protecao-florestal">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 13 Nov 2025 22:52:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>COP30: governo cobra R$ 476 milhões de infratores ambientais </title>
		<link>https://weeknews.online/cop30-governo-cobra-r-476-milhoes-de-infratores-ambientais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 23:35:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[AGU]]></category>
		<category><![CDATA[cop30]]></category>
		<category><![CDATA[COP30: países amazônicos anunciam monitoramento conjunto da floresta]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu o ajuizamento de 40 ações civis públicas que cobram R$ 476,2 milhões de infratores ambientais e englobam 31,8 mil hectares a serem recuperados em todo o país. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (13) na COP30, em Belém (PA). Segundo a AGU, este é o maior lote de processos desde a criação do programa AGU Recupera, em 2023. O programa, criado pela Procuradoria Nacional de Defesa do Clima e do Meio Ambiente (Pronaclima), já acumula 89 ajuizamentos, referentes a 80 mil hectares, desde o início do ano. O ajuizamento das 40 ações fez parte de uma força-tarefa do órgão durante a COP30. Notícias relacionadas: COP30: países amazônicos anunciam monitoramento conjunto da floresta. Segundo a AGU, entre todas&#8230;</p>
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<p><strong>A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu o ajuizamento de 40 ações civis públicas que cobram R$ 476,2 milhões de infratores ambientais e englobam 31,8 mil hectares a serem recuperados em todo o país.</strong> O anúncio foi feito nesta quinta-feira (13) na COP30, em Belém (PA). Segundo a AGU, este é o maior lote de processos desde a criação do programa AGU Recupera, em 2023.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763076904_251_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763076905_702_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>O programa, criado pela Procuradoria Nacional de Defesa do Clima e do Meio Ambiente (Pronaclima), já acumula 89 ajuizamentos, referentes a 80 mil hectares, desde o início do ano. O ajuizamento das 40 ações fez parte de uma força-tarefa do órgão durante a COP30.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>COP30: países amazônicos anunciam monitoramento conjunto da floresta.</li>
</ul>
<p><strong>Segundo a AGU, entre todas as 40 ações do lote, a maior em área e valores é contra um produtor agrícola que desmatou mais de 4 mil hectares no Cerrado do Maranhão. Contra o infrator, são cobrados mais de R$ 77 milhões em indenizações. </strong></p>
<p>Outra ação é contra um réu na Amazônia paraense, acusado de desmatamento para comércio ilegal de carvão vegetal. Na ação, a AGU busca proteger mais de 2,5 mil hectares no bioma.</p>
<p>Os réus poderão resolver suas pendências por meio da adesão a um termo de ajustamento de conduta (TAC) com a instituição e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O mecanismo foi aprovado na semana passada pela Procuradoria-Geral Federal (PGF) e pelo Ibama, e padroniza a análise das possíveis TACs.</p>
<p> </p>
<p> Luciano Nascimento &#8211; Enviado Especial , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-11/cop30-governo-cobra-r-476-milhoes-de-infratores-ambientais">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 13 Nov 2025 20:24:00 -0300 </p>

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		<item>
		<title>Brasil recebe doação de US$ 300 milhões para plano de saúde climática</title>
		<link>https://weeknews.online/brasil-recebe-doacao-de-us-300-milhoes-para-plano-de-saude-climatica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 20:11:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Acompanhe a cobertura completa da EBC na COP30 ]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Padilha]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil lança na COP plano para adaptação do SUS às mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[cop30]]></category>
		<category><![CDATA[COP30: países amazônicos anunciam monitoramento conjunto da floresta]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Ação de Belém para a Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Instituições filantrópicas globais anunciaram nesta quinta-feira (13) a doação de US$ 300 milhões para o Plano de Ação de Belém para a Saúde, lançado pelo governo brasileiro durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), em Belém.  A iniciativa busca adaptar os sistemas de saúde aos impactos causados pelo aquecimento do planeta. Notícias relacionadas: Brasil lança na COP plano para adaptação do SUS às mudanças climáticas. COP30: países amazônicos anunciam monitoramento conjunto da floresta. “Estou muito feliz que hoje pudemos anunciar, comprometendo US$ 300 milhões para ações integradas para combater as causas das mudanças climáticas e suas consequências para a saúde. Essa iniciativa é chamada de Coalizão para o Clima e o Bem-Estar da Saúde. Ela inclui 35 milhões de&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>Instituições filantrópicas globais anunciaram nesta quinta-feira (13) a doação de US$ 300 milhões para o Plano de Ação de Belém para a Saúde, lançado pelo governo brasileiro durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), em Belém. </strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763064665_191_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2025/11/1763064666_710_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>A iniciativa busca adaptar os sistemas de saúde aos impactos causados pelo aquecimento do planeta.</p>
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<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Brasil lança na COP plano para adaptação do SUS às mudanças climáticas.</li>
<li>COP30: países amazônicos anunciam monitoramento conjunto da floresta.</li>
</ul>
<p>“Estou muito feliz que hoje pudemos anunciar, comprometendo US$ 300 milhões para ações integradas para combater as causas das mudanças climáticas e suas consequências para a saúde. Essa iniciativa é chamada de Coalizão para o Clima e o Bem-Estar da Saúde. Ela inclui 35 milhões de pessoas no mundo”, disse o diretor de Clima e Saúde da Welcome Trust, Alan Dangour. </p>
</blockquote>
<p>A instituição beneficente inglesa é uma das integrantes da Coalizão para o Clima e o Bem-Estar da Saúde que realizou a doação. </p>
<p>Acompanhe a cobertura completa da EBC na COP30 </p>
<p><strong>Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o plano é uma estratégia global a ser adotada em todos os países que tenham interesse em se tornar signatários na forma de um compromisso de adaptar os seus sistemas de saúde. Atualmente, a proposta já recebeu a adesão de 40 países e outras 40 instituições e organizações sociais interessadas em participar. </strong></p>
<blockquote>
<p>“Nós temos países de todos os continentes, países que têm sistemas nacionais públicos de saúde importantes, tradicionais, como o Brasil. O país do Reino Unido, por exemplo, tem um sistema nacional público universal mais tradicional, países de várias dimensões”, disse o ministro. </p>
</blockquote>
<p>De acordo com Padilha, entre os países que já aderiram estão o Reino Unido, que preside o G20, grupo das 20 maiores economias globais e que apoiará o Brasil na busca por mais assinaturas ao plano.</p>
<p>“Nós consideramos hoje a mudança climática como um dos principais determinantes sociais da saúde. Utilizaremos a parceria do Brics para mobilizar mais países nesse plano. E como missão, o Brasil assume a sua responsabilidade regional no continente americano&#8221;, disse o ministro. </p>
<p>Segundo ele, países de todo o continente americano estão aderido, como Canadá e México, na América do Norte, além de vários países da América do Sul como Colômbia e Uruguai.</p>
<p><strong>No Brasil, o Plano de Ação de Belém para a Saúde será implantado na infraestrutura de todo o sistema de saúde, adaptando as construções de acordo com a realidade de cada região, </strong>seja na construção das infraestruturas de saúde ou na forma de transportar insumos e de coletar dados. </p>
<blockquote>
<p>“O que nós estamos dizendo é que as mudanças climáticas não afetam todas as populações da mesma forma”, reforça Padilha.</p>
</blockquote>
<p>O ministro destaca que os recursos serão empregados de forma prioritária às populações mais vulneráveis, seja pela região em que vivem ou pelo grupo social que estão inseridas. </p>
<p>“Vulnerabilidades sociais, como acesso aos serviços de saúde , vulnerabilidades que são marcas da desigualdade no Brasil, como o racismo às populações negra, indígena, a desigualdade de gênero, em relação às mulheres, então um dos eixos do plano é exatamente priorizar os recursos para cuidar dessas populações”, diz.</p>
<p> Fabíola Sinimbú &#8211; Enviada Especial , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-11/brasil-recebe-doacao-de-us-300-milhoes-para-plano-de-saude-climatica">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 13 Nov 2025 17:05:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/brasil-recebe-doacao-de-us-300-milhoes-para-plano-de-saude-climatica/">Brasil recebe doação de US$ 300 milhões para plano de saúde climática</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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