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	<title>Arquivo de Crime Organizado: CPI convida Moraes e Toffoli para falarem do Master - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Crime Organizado: CPI convida Moraes e Toffoli para falarem do Master - WeekNews</title>
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		<title>Irmãos de Toffoli não são obrigados a depor em CPI, decide Mendonça</title>
		<link>https://weeknews.online/irmaos-de-toffoli-nao-sao-obrigados-a-depor-em-cpi-decide-mendonca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 18:05:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[André Mendonça assume relatoria do caso Master após saída de Toffoli]]></category>
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		<category><![CDATA[Fachin arquiva ação que pedia suspeição de Toffoli no caso Master]]></category>
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		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quinta-feira (26) que os irmãos do ministro Dias Toffoli não são obrigados a comparecer à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado no Senado. Ontem (25), José Eugênio Dias Toffoli e José Carlos Dias Toffoli foram convocados pela comissão para prestar depoimento sobre as transações financeiras ocorridas entre a empresa Maridt Participações e um fundo investimentos ligado ao Banco Master. A empresa familiar foi dona do resort Tayayá, localizado no Paraná.  Notícias relacionadas: Crime Organizado: CPI convida Moraes e Toffoli para falarem do Master. Fachin arquiva ação que pedia suspeição de Toffoli no caso Master. André Mendonça assume relatoria do caso Master após saída de Toffoli. Na decisão, o ministro atendeu ao pedido&#8230;</p>
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</div>
<p>
Feed Últimas.<br />
<br />
 </p>
<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p>O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quinta-feira (26) que os <strong>irmãos do ministro Dias Toffoli não são obrigados a comparecer à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado no Senado</strong>.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1772129156_482_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1772129156_637_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Ontem (25), José Eugênio Dias Toffoli e José Carlos Dias Toffoli foram convocados pela comissão para prestar depoimento sobre as <strong>transações financeiras ocorridas entre a empresa Maridt Participações e um fundo investimentos ligado ao Banco Master</strong>. A empresa familiar foi dona do resort Tayayá, localizado no Paraná. </p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Crime Organizado: CPI convida Moraes e Toffoli para falarem do Master.</li>
<li>Fachin arquiva ação que pedia suspeição de Toffoli no caso Master.</li>
<li>André Mendonça assume relatoria do caso Master após saída de Toffoli.</li>
</ul>
<p>Na decisão, o ministro atendeu ao pedido feito pela defesa dos irmãos de Toffoli e afirmou eles foram tratados pela CPI na condição de investigados. Dessa forma, segundo Mendonça, eles não são obrigados a produzir provas contra si mesmos, e o depoimento deve ser facultativo.</p>
<blockquote>
<p>“Há jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, no sentido de que o direito de um investigado a não autoincriminação abrange a faculdade de comparecer ou não ao ato”, decidiu o ministro.</p>
</blockquote>
<p>De acordo com o senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator da CPI, há suspeitas de que a Maridt atuou como como empresa de “fachada” para lavagem de dinheiro.</p>
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<h2>Defesa</h2>
<p>Na petição enviada ao Supremo, os advogados dos irmãos de Toffoli alegaram que a CPI não pode obrigá-los a prestar depoimento, após apontar que eles são investigados. Além disso, a defesa destacou que eles poderiam sofrer ameaças de responsabilização penal durante a oitiva.<br />
 </p>
<p> </p>
<p> Andre Richter &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-02/irmaos-de-toffoli-nao-sao-obrigados-depor-em-cpi-decide-mendonca">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 26 Feb 2026 14:37:00 -0300 </p>

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			</item>
		<item>
		<title>Ministro pede debate sobre recursos para combater crime organizado</title>
		<link>https://weeknews.online/ministro-pede-debate-sobre-recursos-para-combater-crime-organizado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 00:03:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Crime Organizado]]></category>
		<category><![CDATA[Crime Organizado: CPI convida Moraes e Toffoli para falarem do Master]]></category>
		<category><![CDATA[Ministro da Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[PL aprovado]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Wellington Cesar Lima e Silva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Após aprovação pela Câmara dos Deputados do PL Antifacção na noite de terça-feira (24), o ministro da Justiça e da Segurança Pública, Wellington Cesar Lima e Silva, disse hoje (25) que é necessário que o Congresso debata propostas efetivas de recursos para combater o crime organizado no país. O PL aprovado prevê o aumento de penas pela participação em organização criminosa ou milícia. “Nós temos certeza absoluta de que o Congresso brasileiro terá a oportunidade de viabilizar, no debate da PEC (da Segurança Pública), proposições estruturantes de financiamento da segurança pública”, afirmou o ministro, em entrevista à imprensa. Notícias relacionadas: Crime Organizado: CPI convida Moraes e Toffoli para falarem do Master. No texto final, aprovado ontem, acabou sendo retirada pela Câmara a criação da Contribuição de&#8230;</p>
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				</p>
<p>Após aprovação pela Câmara dos Deputados do PL Antifacção na noite de terça-feira (24), o ministro da Justiça e da Segurança Pública, Wellington Cesar Lima e Silva, disse hoje (25) que é necessário que o Congresso debata propostas efetivas de recursos para combater o crime organizado no país. <strong>O PL aprovado prevê o aumento de penas pela participação em organização criminosa ou milícia.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1772064216_904_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/02/1772064216_817_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<blockquote>
<p>“Nós temos certeza absoluta de que o Congresso brasileiro terá a oportunidade de viabilizar, no debate da PEC (da Segurança Pública), proposições estruturantes de financiamento da segurança pública”, afirmou o ministro, em entrevista à imprensa.</p>
</blockquote>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Crime Organizado: CPI convida Moraes e Toffoli para falarem do Master.</li>
</ul>
<p>No texto final, aprovado ontem, acabou sendo retirada pela Câmara a criação da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) sobre bets (apostas esportivas) para financiar o combate ao crime organizado. <strong>O ministro disse que não tinha conhecimento que essa forma de financiamento seria rejeitada.</strong></p>
<p>Na entrevista, no entanto, ele disse que o tema de recursos para segurança pública deve ser tratado com prioridade. Para o ministro, podem haver diferentes caminhos, <strong>além do financiamento do recurso das bets</strong>. </p>
<blockquote>
<p>“O fundamental é que o Parlamento perceba essa expectativa e que seja atendido logo a seguir com a PEC, através de algum modelo que surja no Congresso ou que seja apresentado pelo governo.”</p>
</blockquote>
<h2>Texto final &#8220;aperfeiçoado&#8221;</h2>
<p>A<strong> par do revés em relação ao financiamento, Lima e Silva disse que o relatório final acolheu 14 das 23 propostas do Executivo para aperfeiçoar o texto final apresentado pelo relator da matéria, o deputado Guilherme Derrite (PP-SP).</strong> </p>
<blockquote>
<p>“A nossa preocupação é dar à segurança pública e à população brasileira uma financiabilidade compatível com o tamanho do problema e da prioridade do assunto”, disse. </p>
</blockquote>
<p>O ministro lembrou que a proposta original foi do governo federal e a aprovação, ao final de todo o processo, constitui um marco importante no combate ao crime organizado. Entre as propostas, ele entende que foi possível evitar uma potencial criminalização dos movimentos sociais e aperfeiçoamento dos tipos penais</p>
<p>Antes da possível sanção do presidente Lula, o ministro ainda disse que não foi definido se ocorrerão vetos ao texto aprovado pela Câmara. <strong>Há um prazo de 15 dias úteis, após recebimento da matéria. Segundo o ministro, a Casa Civil deve fazer as observações e encaminhar ao presidente.</strong></p>
<p> Luiz Claudio Ferreira &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-02/ministro-pede-debate-sobre-recursos-para-combater-crime-organizado">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Wed, 25 Feb 2026 19:21:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/ministro-pede-debate-sobre-recursos-para-combater-crime-organizado/">Ministro pede debate sobre recursos para combater crime organizado</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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