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	<title>Arquivo de Cuba - WeekNews</title>
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	<title>Arquivo de Cuba - WeekNews</title>
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		<title>Cuba celebra centenário de Fidel Castro em meio a crise energética e pressão dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 10:33:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil Nesta quinta-feira (13), Cuba celebra os 100 anos de nascimento de Fidel Castro Ruz, líder da Revolução Cubana, que transformou o regime político e econômico da ilha em 1959. As comemorações, iniciadas em agosto do ano passado, atingem seu ponto alto em um cenário de dificuldades para a população, marcado por apagões e pela crise energética. O termo blecaute tornou-se tão presente quanto a palavra centenário nas ruas de Havana e em outras regiões do país. No início de agosto, os cubanos enfrentaram dois apagões nacionais em menos de 24 horas. A crise é atribuída à capacidade limitada de produção elétrica em um sistema obsoleto e à pressão dos Estados Unidos, que dificultam a importação de petróleo e derivados. Segundo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/1055821-alejandro20ernesto2_lusa-1024x512.jpg" alt="Cuba celebra centenário de Fidel Castro em meio a crise energética e pressão dos EUA" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-08/cuba-celebra-100-anos-de-fidel-castro-sob-ataque-dos-eua" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p><a style="display:block;" noopener noreferrer href="https://weeknews.online/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></p>
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<p>Nesta quinta-feira (13), Cuba celebra os 100 anos de nascimento de Fidel Castro Ruz, líder da Revolução Cubana, que transformou o regime político e econômico da ilha em 1959. As comemorações, iniciadas em agosto do ano passado, atingem seu ponto alto em um cenário de dificuldades para a população, marcado por apagões e pela crise energética.</p>
<p>O termo blecaute tornou-se tão presente quanto a palavra centenário nas ruas de Havana e em outras regiões do país. No início de agosto, os cubanos enfrentaram dois apagões nacionais em menos de 24 horas. A crise é atribuída à capacidade limitada de produção elétrica em um sistema obsoleto e à pressão dos Estados Unidos, que dificultam a importação de petróleo e derivados. Segundo a União Petrolífera de Cuba (Cupet), a maior empresa petrolífera da ilha, o país produz apenas um terço da necessidade nacional de petróleo. A falta de energia também afeta a economia, com estimativas de queda de 6,5% em 2026.</p>
<figure class="weeknews-ai-media weeknews-ai-distributed-media" style="margin:28px 0;max-width:100%;overflow:hidden;clear:both"><img src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/08/2024-12-04t180948z_1_lynxnpekb310h_rtroptp_4_cuba-crisis-apagon.jpg" alt="Havana- Cuba- 04/12/2024 Rede elétrica de Cuba entra em colapso após falha em usina e milhões de pessoas ficam sem luz. REUTERS/Norlys Perez/Arquivo/ Proíbido reprodução" loading="lazy" decoding="async" style="max-width:100%;height:auto;display:block;margin:0 auto"><figcaption class="weeknews-ai-credit jg-image-source-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-08/cuba-celebra-100-anos-de-fidel-castro-sob-ataque-dos-eua" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
<p>A pressão americana é um endurecimento do embargo econômico iniciado em 1962, após o agravamento das relações entre Washington e Havana, marcado pela nacionalização de empresas americanas, pela falta de acordo sobre compensações e pela aproximação de Cuba com a então União Soviética. O embargo atual tem levado o sistema de saúde cubano, reconhecido internacionalmente por ser universal e gratuito, à beira do colapso. Para alguns cubanos, este é o pior momento já vivido pelo país. Especialistas em direitos humanos da ONU condenaram a pressão americana e pediram ação internacional para evitar uma &#8220;Gaza silenciosa&#8221; em Cuba, em referência à crise humanitária na Palestina. O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, classifica o bloqueio como &#8220;genocídio político&#8221;. Além disso, o presidente americano, Donald Trump, já sugeriu a possibilidade de uma ação militar contra a ilha.</p>
<p>Entre os eventos desta quinta-feira está um seminário internacional sobre o legado de Fidel e o futuro de Cuba. Fidel nasceu em Birán, vilarejo rural na província de Holguín, no Leste da ilha. A fazenda onde nasceram os irmãos Ramón, Fidel e Raúl hoje faz parte de um conjunto histórico. Um dos marcos de sua trajetória foi o ataque ao Quartel Moncada, em 26 de julho de 1953, em Santiago de Cuba, quando revolucionários liderados por Fidel tentaram derrubar o governo de Fulgencio Batista. A ação fracassou, e Fidel foi capturado. Julgado em 16 de outubro daquele ano, fez o histórico discurso &#8220;A História me Absolverá&#8221;. Condenado a 15 anos de prisão, foi anistiado menos de dois anos depois.</p>
<p>Em 1955, Fidel foi para o exílio no México, onde conheceu o argentino Ernesto &#8220;Che&#8221; Guevara. No México, organizou o Movimento 26 de Julho e partiu para Cuba no iate Granma, desembarcando em 2 de dezembro de 1956 com mais de 80 expedicionários. Após serem atacados pelas forças de Batista, os sobreviventes do Exército Rebelde se refugiaram na Sierra Maestra e conduziram a guerrilha até o triunfo da Revolução em 1º de janeiro de 1959.</p>
<p>Fidel permaneceu no poder por quase 50 anos. Nos primeiros anos, implementou a nacionalização de empresas e a reforma agrária. Ao longo do regime, adotou reformas que ampliaram o acesso à saúde, à moradia e permitiram a alfabetização em massa. Sua imagem ficou marcada pelo uniforme militar, barba e charuto, mas, como destacou o escritor Gabriel García Márquez, &#8220;deixou de fumar para ter autoridade moral para combater o tabagismo&#8221;. Durante a Guerra Fria, foi um dos principais aliados da URSS e um incômodo vizinho dos Estados Unidos, onde se exilaram muitos cubanos contrários a Fidel. Ele também foi inspirador e aliado do ex-presidente venezuelano Hugo Chávez, morto em 2013.</p>
<p>O governo de Fidel atraiu críticas de dissidentes e organizações internacionais, que denunciavam práticas antidemocráticas, regime de partido único, censura, perseguição a opositores e violações de direitos humanos. A Human Rights Watch (HRW) reconheceu avanços sociais, mas afirmou que o regime foi marcado pela repressão &#8220;de praticamente todas as formas de dissenso&#8221;. Em comunicado após a morte de Fidel, a HRW escreveu que &#8220;milhares de cubanos foram encarcerados sob condições deploráveis, milhares de pessoas foram perseguidas e intimidadas, e gerações inteiras tiveram suas liberdades políticas básicas negadas&#8221;. Para a organização, o embargo americano serviu para &#8220;justificar abusos do regime&#8221;. José Miguel Vivanco, então diretor para as Américas da HRW, disse que Fidel foi &#8220;o principal beneficiário de uma política de isolamento profundamente equivocada dos EUA, que lhe permitiu se apresentar como vítima e, ao fazê-lo, desencorajar outros governos de repudiar suas práticas repressivas&#8221;. A Anistia Internacional também reconheceu avanços sociais, mas afirmou que o estado da liberdade de expressão na ilha, &#8220;onde ativistas continuam a ser presos e perseguidos por se manifestarem contra o governo, é o legado mais sombrio de Fidel Castro&#8221;. A entidade testemunhou &#8220;centenas de histórias de &#8216;prisioneiros de consciência'&#8221; e lembrou que, após tomar o poder, &#8220;Castro organizou julgamentos de membros do governo anterior, que resultaram em centenas de execuções sumárias&#8221;.</p>
<p>Em 31 de julho de 2006, dias antes de completar 80 anos, Fidel se licenciou da Presidência por problemas de saúde, após uma crise intestinal aguda que exigiu cirurgia. Delegou ao irmão Raúl Castro os postos mais altos do regime. Em 19 de fevereiro de 2008, renunciou definitivamente, escrevendo: &#8220;Não me despeço de vocês. Só desejo combater como soldado das ideias&#8221;. Raúl foi presidente até abril de 2018, quando foi sucedido por Miguel Díaz-Canel. Fidel morreu em 25 de novembro de 2016, aos 90 anos. O luto oficial durou nove dias, com despedida do público em Havana e carreata com as cinzas até Santiago de Cuba. Em Miami, opositores exilados comemoraram sua morte, a quem chamavam de ditador.</p>
<p>A professora de história Adriane Aparecida Vidal Costa, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), classifica o legado de Fidel como &#8220;um dos temas mais polarizados e controversos da historiografia latino-americana&#8221;. Ela aponta que alguns historiadores focam em questões autoritárias, como o regime de partido único, o controle estatal da imprensa, a perseguição a dissidentes e a repressão a homossexuais nas décadas de 1960 e 1970. Outros destacam a soberania nacional frente aos EUA, as conquistas sociais e a redução de desigualdades históricas. A pesquisadora menciona ainda um modelo de &#8220;democracia participativa&#8221; via organizações de massa, considerado uma forma alternativa de legitimidade popular. Ela avalia que os avanços sociais são vistos como os maiores acertos, com indicadores de mortalidade infantil e expectativa de vida destacados pela Organização Mundial da Saúde. Entre os erros, cita a concentração de poder, a ausência de alternância democrática, a dependência do subsídio soviético até 1991 e problemas crônicos de produtividade e abastecimento. O processo migratório massivo é interpretado como sintoma de insatisfação interna. Para ela, o embargo americano foi &#8220;muito mais uma retaliação do que propriamente resultado das escolhas de Fidel Castro&#8221;. A crise atual na ilha reflete o bloqueio econômico, agravado durante o governo Trump, o colapso de parceiros como a URSS e a Venezuela, e a ausência de reformas econômicas mais profundas durante o &#8220;Período Especial&#8221; dos anos 1990. A pandemia de covid-19 também teve impacto severo no turismo, principal fonte da economia cubana.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-08/cuba-celebra-100-anos-de-fidel-castro-sob-ataque-dos-eua" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Especialistas da ONU pedem medidas para evitar Gaza silenciosa em Cuba</title>
		<link>https://weeknews.online/especialistas-da-onu-pedem-medidas-para-evitar-gaza-silenciosa-em-cuba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 16:24:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba tem novo apagão nacional em menos de 24 horas]]></category>
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		<category><![CDATA[Presidente de Cuba acusa EUA de “genocídio político” em meio a tensões]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especialistas em direitos humanos das Nações Unidas (ONU) condenaram, nesta quinta-feira (6), as recentes medidas tomadas pelos Estados Unidos contra Cuba e pediram à comunidade internacional que atue rapidamente para evitar que uma “Gaza silenciosa” venha a se formar na ilha. “Os alimentos nunca devem ser usados como instrumento de pressão política. Medidas que, conscientemente, privam uma população dos meios de sobrevivência atentam contra as garantias mais básicas do direito à vida e prejudicam a essência da dignidade humana”, afirmaram os especialistas. Embargo No início desta semana, o presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, emitiu uma forte condenação ao embargo petrolífero de Washington e ao endurecimento das sanções, classificando a política do governo do presidente norte-americano, Donald Trump, como “genocídio político”. Ele pediu o fim das sanções&#8230;</p>
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<p>Especialistas em direitos humanos das Nações Unidas (ONU) condenaram, nesta quinta-feira (6), as recentes medidas tomadas pelos Estados Unidos contra Cuba e pediram à comunidade internacional que atue rapidamente para evitar que uma “Gaza silenciosa” venha a se formar na ilha.</p>
<p>“Os alimentos nunca devem ser usados como instrumento de pressão política. Medidas que, conscientemente, privam uma população dos meios de sobrevivência atentam contra as garantias mais básicas do direito à vida e prejudicam a essência da dignidade humana”, afirmaram os especialistas.</p>
<h2>Embargo</h2>
<p>No início desta semana, o presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, emitiu uma forte condenação ao embargo petrolífero de Washington e ao endurecimento das sanções, classificando a política do governo do presidente norte-americano, Donald Trump, como “genocídio político”.</p>
<p>Ele pediu o fim das sanções e do bloqueio petrolífero dos Estados Unidos contra a ilha e agradeceu aos grupos internacionais que enviaram ajuda humanitária e suprimentos para o país.</p>
<p>“Que Cuba viva em paz, e que também vivam em paz os mais nobres do povo norte-americano, que historicamente lutaram pelos direitos humanos de outros povos, sem esperar reconhecimento e muitas vezes enfrentando perseguição, prisão e riscos à própria vida”, disse ele.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p>A crise econômica sem precedentes na ilha levou várias empresas internacionais, especialmente nos setores de turismo e financeiro, a encerrarem operações em Cuba.</p>
<p>Além de apagões recorrentes, o esgotamento do estoque de combustível provocou falhas na rede elétrica em nível nacional. O transporte público do país também ficou paralisado e o ano letivo foi encurtado por falta de combustível.</p>
<p>Washington culpa o governo cubano pela má gestão econômica e pela falta de investimento.</p>
<p><em>*Com informações da Reuters</em></p>
<p><!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-08/especialistas-da-onu-pedem-medidas-para-evitar-gaza-silenciosa-em-cuba" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Brasil envia 48 toneladas de leite em pó a Cuba em meio ao agravamento do bloqueio dos EUA</title>
		<link>https://weeknews.online/brasil-envia-48-toneladas-de-leite-em-po-a-cuba-em-meio-ao-agravamento-do-bloqueio-dos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 20:10:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Ajuda Humanitária]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba completa 3 meses sem receber combustível por bloqueio dos EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Cubanos relatam cotidiano em Havana: “Pior momento que já vivemos”]]></category>
		<category><![CDATA[Em novas sanções]]></category>
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		<category><![CDATA[EUA miram empresa de mineração e presidente de Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[ficar três meses sem receber petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte da imagem: Agência Brasil O governo brasileiro iniciou nesta segunda-feira (16) o envio de 48 toneladas de leite em pó como ajuda humanitária a Cuba, país que enfrenta um agravamento do bloqueio econômico e energético imposto pelos Estados Unidos. A primeira remessa, de 16 toneladas, partiu em um voo da Força Aérea Brasileira (FAB) com destino a Santiago de Cuba. Um segundo voo, com as 32 toneladas restantes, deve decolar de Porto Alegre nesta terça-feira (14) e, junto com o primeiro, chegar à ilha na quarta-feira (15). A operação é coordenada pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE). De acordo com o Palácio do Planalto, o objetivo é “contribuir para o enfrentamento da grave situação de desabastecimento vivida pelo país”. Em nota, a Secretaria de&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/brasil-envia-48-toneladas-de-leite-em-po-a-cuba-em-meio-ao-agravamento-do-bloqueio-dos-eua/">Leia mais...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="weeknews-ai-media" style="margin:24px 0;max-width:100%;clear:both;"><img loading="lazy" style="max-width:100%;height:auto;display:block;" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/07/images-1024x512.jpg" alt="Brasil envia 48 toneladas de leite em pó a Cuba em meio ao agravamento do bloqueio dos EUA" decoding="async"><figcaption class="weeknews-ai-credit" style="font-size:13px;line-height:1.45;margin-top:8px;color:#666;text-align:center;">Fonte da imagem: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-07/brasil-envia-ajuda-humanitaria-cuba-em-meio-ao-cerco-dos-eua" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a></figcaption></figure>
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<p>O governo brasileiro iniciou nesta segunda-feira (16) o envio de 48 toneladas de leite em pó como ajuda humanitária a Cuba, país que enfrenta um agravamento do bloqueio econômico e energético imposto pelos Estados Unidos. A primeira remessa, de 16 toneladas, partiu em um voo da Força Aérea Brasileira (FAB) com destino a Santiago de Cuba. Um segundo voo, com as 32 toneladas restantes, deve decolar de Porto Alegre nesta terça-feira (14) e, junto com o primeiro, chegar à ilha na quarta-feira (15).</p>
<p>A operação é coordenada pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE). De acordo com o Palácio do Planalto, o objetivo é “contribuir para o enfrentamento da grave situação de desabastecimento vivida pelo país”. Em nota, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom-PR) informou que o Brasil já havia realizado doação humanitária a Cuba em 2025, em resposta aos impactos do Furacão Melissa. A pasta também afirmou que “novas doações de alimentos e medicamentos estão em avaliação pelo governo brasileiro”.</p>
<p>O bloqueio econômico contra Cuba, que dura quase 70 anos, foi endurecido pela atual administração da Casa Branca no final de 2025, com restrições navais à Venezuela, até então a principal fornecedora de petróleo à ilha. Em janeiro de 2026, os EUA aumentaram a pressão ao ameaçar com sanções quem vendesse petróleo a Cuba, o que levou o país a ficar três meses sem receber o combustível.</p>
<p>Nas últimas semanas, o Departamento de Estado dos EUA impôs novas sanções aos setores de turismo, mineração de ouro e contra a estatal do petróleo cubana. As medidas têm contribuído para o aumento dos apagões, a elevação dos preços de produtos básicos, a redução do transporte público e a diminuição da oferta da cesta básica alimentar subsidiada pelo Estado.</p>
<p>Moradores de Havana consultados pela Agência Brasil relataram que este é o pior momento já vivido no país. A crise energética e o desabastecimento generalizado afetam diretamente a população, que enfrenta dificuldades para obter alimentos, medicamentos e serviços essenciais.</p>
<p>A ajuda brasileira chega em um contexto de isolamento internacional de Cuba, agravado pelas sanções norte-americanas. O governo brasileiro, por meio do MRE, mantém o diálogo com as autoridades cubanas para coordenar a logística da doação e avaliar futuras remessas.</p>
<p>A operação da FAB envolve dois aviões que transportarão o leite em pó, um alimento de alto valor nutricional e prioritário em situações de emergência humanitária. A escolha do produto leva em conta a necessidade de atender crianças, idosos e grupos vulneráveis.</p>
<p>O Brasil já havia demonstrado solidariedade a Cuba em 2025, após a passagem do Furacão Melissa, que causou danos significativos à infraestrutura da ilha. Agora, a nova doação busca mitigar os efeitos do bloqueio econômico, que, segundo o governo brasileiro, configura uma violação do direito internacional.</p>
<p>A Secom-PR destacou que o governo federal está avaliando novas doações de alimentos e medicamentos, sem detalhar prazos ou quantidades. A iniciativa reforça a posição do Brasil em defesa do diálogo e da cooperação internacional, em contraste com as sanções unilaterais impostas pelos EUA.</p>
<p>Enquanto isso, a população cubana continua a sofrer com os cortes de energia e a escassez de produtos básicos. A chegada do leite em pó brasileiro representa um alívio temporário, mas não resolve a crise estrutural agravada pelo bloqueio. O governo cubano, por sua vez, agradeceu a ajuda e reiterou o pedido de fim das sanções.</p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-07/brasil-envia-ajuda-humanitaria-cuba-em-meio-ao-cerco-dos-eua" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Agência Brasil</a>.</p>

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		<title>Reforma em Cuba não é capitalismo, mas tentativa de burlar bloqueio</title>
		<link>https://weeknews.online/reforma-em-cuba-nao-e-capitalismo-mas-tentativa-de-burlar-bloqueio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 15:23:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Bloqueio Econômico]]></category>
		<category><![CDATA[contratos com médicos cubanos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria. A reforma econômica e do Estado em Cuba, discutida nesta quinta-feira (18) na Assembleia Nacional do país, não é capaz de levar a ilha para uma economia capitalista, sendo mais uma tentativa “desesperada” de burlar o bloqueio imposto pelos Estados Unidos (EUA). A avaliação é do professor e especialista em economia latino-americana Maicon Cláudio da Silva, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). “São medidas, quase que desesperadas, para dar algum tipo de respiro à economia cubana, especialmente por meio da flexibilização tanto dos investimentos estrangeiros quanto das importações de mercadorias. Isso em um momento em que a economia do país tem suas duas principais fontes de recursos atacadas [turismo e exportação de serviços médicos]”, comentou à Agência Brasil. Para o&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>    </a>
</div>

<p>Feed Editoria.</p>

<p></p>
<div>
<p>A reforma econômica e do Estado em Cuba, discutida nesta quinta-feira (18) na Assembleia Nacional do país, não é capaz de levar a ilha para uma economia capitalista, sendo mais uma tentativa “desesperada” de burlar o bloqueio imposto pelos Estados Unidos (EUA). A avaliação é do professor e especialista em economia latino-americana Maicon Cláudio da Silva, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ).</p>
<blockquote>
<p>“São medidas, quase que desesperadas, para dar algum tipo de respiro à economia cubana, especialmente por meio da flexibilização tanto dos investimentos estrangeiros quanto das importações de mercadorias. Isso em um momento em que a economia do país tem suas duas principais fontes de recursos atacadas [turismo e exportação de serviços médicos]”, comentou à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
</blockquote>
<p>Para o especialista, que estuda a realidade cubana, as medidas anunciadas aprofundam e dão continuidade a outras já adotadas na ilha, como a permissão para pequenas propriedades produtivas e a reforma monetária de 2021.  </p>
<p><strong>O professor de economia Maicon da Silva lembra que o bloqueio dos EUA não afeta apenas as relações comerciais entre Cuba e norte-americanos, mas entre Cuba e todos os países do mundo.</strong></p>
<p>“Os EUA são uma potência imperial e econômica que, na verdade, controla o sistema financeiro e a economia mundiais. Navios que levam mercadorias para Cuba ficam proibidos de atracar nos EUA por um tempo. Empresas que comercializam com Cuba são punidas e ficam impedidas de comercializar com os EUA”, destacou o especialista.</p>
<p><strong>Com o endurecimento do bloqueio no atual governo de Donald Trump, abandonaram as atividades em Cuba, nos últimos meses, empresas aéreas e grandes redes hoteleiras, como as espanholas Meliá Hotels International e Iberostar, além dos cartões Visa e Mastercard</strong>, que deixaram de operar no país de quase 11 milhões de habitantes.  </p>
<p>A economia cubana depende, principalmente, do setor do turismo e da exportação de serviços médicos para ter acesso a divisas, como são chamadas as moedas usadas para importações. </p>
<p>A Casa Branca tem pressionado os países a romperem <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-08/eua-tentam-asfixiar-cuba-via-bloqueio-da-exportacao-de-servico-medico" target="_blank">contratos com médicos cubanos</a>.  </p>
<p><strong>A <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-06/cuba-debate-reformas-economica-e-social-em-meio-ao-bloqueio-dos-eua" target="_blank">reforma econômica debatida em Cuba</a> prevê alterações nas políticas fiscal, cambial, de comércio exterior, nos subsídios, além de uma reestruturação do Estado cubano</strong>, com descentralização política e liberalização econômica. Tudo isso com a promessa de manter o objetivo de promover justiça social e combater as desigualdades sociais.</p>
<h2>Socialismo de mercado</h2>
<p>O professor da UFRRJ Maicon da Silva descarta uma transformação liberalizante com capacidade de transformar a economia de Cuba para o modelo capitalista.</p>
<blockquote>
<p>“A partir de um ponto de vista ideológico, tem gente que afirma que as medidas aproximam Cuba do capitalismo. Só que, enquanto existe bloqueio, é impossível o surgimento de uma burguesia, porque a própria acumulação de riqueza, em Cuba, é bloqueada. Uma burguesia não consegue se desenvolver como em outros países que não sofrem essas sanções”, avalia.</p>
</blockquote>
<p>Maicon também destaca uma transformação em Cuba, como a da China da década de 1980, que levou o país asiático a construir um “socialismo de mercado”, que combina mercado privado com controle estatal da economia.</p>
<p><strong>O professor lembra que os EUA foram um parceiro da China no desenvolvimento econômico do país asiático, o que não ocorre com Cuba.</strong></p>
<p>“O desenvolvimento chinês está ligado ao desenvolvimento da economia dos EUA, que têm empresas por lá, como a Tesla [do Elon Musk]. No caso de Cuba, isso não acontece, o que limita a possibilidade de uma aproximação de Cuba com o modelo chinês”, ponderou.</p>
<p>O programa de reformas cubano inclui mais de 20 medidas com o objetivo de incentivar o investimento estrangeiro direto, ampliar a autonomia de gestão das empresas estatais, descentralizar as decisões políticas, aumentando o poder dos municípios.</p>
<p><strong>Além disso, estão previstas medidas para ampliar as possibilidades de participação de acionistas em empresas cubanas, com mudanças ainda nos setores de turismo e imobiliário, assim como mudanças no sistema de subsídios da economia.</strong></p>
<h2>Bloqueio econômico</h2>
<p>O bloqueio econômico contra Cuba, que já dura quase 70 anos, <strong>foi endurecido pela atual administração da Casa Branca no final de 2025</strong>, a partir das restrições navais impostas à Venezuela que, até então, era a principal fornecedora de petróleo à ilha caribenha.</p>
<p>Em janeiro deste ano, os EUA aumentaram o bloqueio ao ameaçar com sanções quem vendesse petróleo para Cuba. A nova medida levou o país a ficar três meses <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-03/cuba-completa-3-meses-sem-receber-combustivel-por-bloqueio-dos-eua" target="_blank">sem receber uma gota de petróleo</a>.  </p>
<p>Nas últimas semanas, o Departamento de Estado dos EUA aumentou a pressão contra Cuba com novas sanções aos setores de turismo, <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-06/em-novas-sancoes-eua-miram-empresa-de-mineracao-e-presidente-de-cuba" target="_blank">mineração de ouro e contra a estatal do petróleo</a>.  </p>
<p><strong>As medidas da Casa Branca têm causado o aumento dos apagões, a elevação dos preços de produtos básicos, a redução do transporte público e a oferta da cesta básica alimentar subsidiada pelo Estado.</strong> </p>
<p>Para moradores de Havana consultados pela Agência Brasil, este é o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-02/cubanos-relatam-cotidiano-em-havana-pior-momento-que-ja-vivemos" target="_blank">pior momento do país</a>.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-06/reforma-em-cuba-nao-e-capitalismo-mas-tentativa-de-burlar-bloqueio" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Thu, 18 Jun 2026 12:08:00 -0300</p>
<p></p>

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		<title>Cuba debate reformas econômica e social em meio ao bloqueio dos EUA</title>
		<link>https://weeknews.online/cuba-debate-reformas-economica-e-social-em-meio-ao-bloqueio-dos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 11:07:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
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		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Diante do endurecimento do bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos (EUA), o governo de Cuba debate um amplo pacote de reformas com objetivo de ativar a economia da ilha e transformar o atual modelo econômico e social.  As mudanças em debate preveem alterações nas políticas fiscal, cambial, de comércio exterior, nos subsídios, além de uma “reestruturação” do Estado cubano, com descentralização política e liberalização econômica. Tudo isso com a promessa de manter o objetivo de promover justiça social e combater as desigualdades sociais.  O Birô Político do Partido Comunista de Cuba convocou, para esta quarta-feira (17), reunião extraordinária do Comitê Central do partido para avaliar as propostas de transformação econômicas e sociais anunciadas, na semana passada, pelo presidente Miguel Díaz-Canel. A proposta ainda precisa&#8230;</p>
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        "></div>
<p>    </a>
</div>

<p>Feed Últimas.</p>

<p></p>
<div>
<p>Diante do endurecimento do bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos (EUA), o governo de Cuba debate um amplo pacote de reformas com objetivo de ativar a economia da ilha e transformar o atual modelo econômico e social. </p>
<p><strong>As mudanças em debate preveem alterações nas políticas fiscal, cambial, de comércio exterior, nos subsídios, além de uma “reestruturação” do Estado cubano, com descentralização política e liberalização econômica. Tudo isso com a promessa de manter o objetivo de promover justiça social e combater as desigualdades sociais. </strong></p>
<p>O Birô Político do Partido Comunista de Cuba convocou, para esta quarta-feira (17), reunião extraordinária do Comitê Central do partido para avaliar as propostas de transformação econômicas e sociais anunciadas, na semana passada, pelo presidente Miguel Díaz-Canel. A proposta ainda precisa passar por aprovação da Assembleia Nacional de Cuba.</p>
<p><strong>Citando os exemplos da China e do Vietnã, países que sustentam desenvolver um “socialismo de mercado”, o presidente cubano Díaz-Canel afirmou que as reformas buscam resolver “velhas contradições” entre a planificação central da economia, característica do modelo cubano, e os incentivos que o mercado precisaria ter para estimular a produção.</strong></p>
<blockquote>
<p>“O que tem que se dedicar à planificação central do país? O que, estrategicamente, tem que atender? E, com todo o resto, se destrava e se dão faculdades a outros níveis para que eles exerçam uma atividade própria&#8221;, comentou <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.youtube.com/watch?v=ePL10F6UYs8&#038;t=1487s" target="_blank">Díaz-Canel</a> à imprensa, em Havana. </p>
</blockquote>
<p><strong>Ao mesmo tempo, o presidente cubano disse que a reforma prevista mantém o compromisso de distribuir riqueza com justiça social. “Mas, se não temos riqueza, é muito difícil poder avançar no programa social e atender as desigualdades que se tem criado”, completou.</strong></p>
<p>O programa econômico e social inclui mais de 20 medidas com o objetivo de incentivar o investimento estrangeiro direto, ampliar autonomia de gestão das empresas estatais, descentralizar as decisões políticas, aumentando o poder dos municípios, além de ampliar as possibilidades de participação de acionistas em empresas cubanas.</p>
<p>A reforma ainda prevê mudanças nos setores de turismo, um dos principais do país de 11 milhões de habitantes, e imobiliário, assim como mudanças no sistema de subsídios da economia.</p>
<blockquote>
<p>“Vamos avançar, gradualmente, eliminando os subsídios a produtos e ir implementando o subsídio a pessoas, com uma atenção diferenciada às que mais o necessitam”, acrescentou.</p>
</blockquote>
<h2>Autonomia municipal e empresarial</h2>
<p><strong>O presidente Miguel Díaz-Canel destacou que as reformas devem conceder maior autonomia para gestão das empresas estatais e para os municípios e províncias. O objetivo é permitir a atuação na área econômica sem necessidade de prévia autorização do comando central do país.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Que o município tenha a possibilidade de importar, de exportar e não dependa de planos centrais, que o município possa gerir o ingresso dos indivíduos, estimular e gerir o investimento estrangeira direto”, comentou o presidente.</p>
</blockquote>
<p>Díaz-Canel acrescentou que a reforma em debate deve aumentar a autonomia das empresas estatais, que passariam a definir as próprias políticas internas, prevendo “muita participação dos trabalhadores dessas empresas”.</p>
<p>“Isso significa também que as empresas vão desenhar seus investimentos, seu sistema de salários, vão ter as possibilidades sem limites, sem travas”, disse.</p>
<p>Ainda segundo o chefe de Estado em Havana, as empresas vão ter liberdade para importar e exportar, fazer contratações e receber investimentos estrangeiros. “[As empresas] poderão fazer associações com qualquer tipo de ator econômico, vão decidir quem serão seus clientes”, completou Miguel Díaz-Canel.</p>
<p><strong>O presidente de Cuba anunciou ainda a liberalização do mercado cambial, hoje nas mãos do governo central, com previsão de casos em que pessoas e empresas possam participar diretamente desse mercado.</strong></p>
<h2>Reestruturação do Estado cubano</h2>
<p>Michel Díaz-Canel acrescentou que a reforma em discussão prevê ainda a reestruturação do aparato do Estado e das empresas estatais, com reduções da estrutura de ministérios e de cargos na administração pública para que tenha, na sua opinião, “menos burocracia”.</p>
<blockquote>
<p>“Isso vai provocar também uma economia de gastos do orçamento que ficarão disponíveis para apoiar programas sociais ou apoiar a reforma salarial”, disse ele, acrescentando que a reforma prevê que cada empresa deve definir seu sistema salarial “a partir dos ingressos que seja capaz de gerar”.</p>
</blockquote>
<p><strong>Entre os objetivos da mudança estaria a previsão de que o orçamento público não seja usado para “financiar a ineficiência da empresa estatal”.</strong></p>
<h2>Agricultura e comércio exterior</h2>
<p>O programa de reforma econômica e social de Cuba ainda prevê mudanças no setor de agricultura, com o objetivo de aumentar a produção de alimentos e reduzir a quantidade de terras ociosas.</p>
<p>“Que o produtor também tenha acesso ao mercado de insumos [agrícolas], tanto em divisa quanto em moeda nacional, que o produtor também tenha acesso ao mercado cambial”, afirmou o presidente cubano.</p>
<p><strong>A reforma prevê mudanças nas regras do comércio exterior, aumentando as possibilidades de exportação e importação. “Inclusive, está sendo avaliada a possibilidade de que haja um grupo de entidades, que praticam comércio exterior, que possam ter conta em outros países”</strong>.</p>
<h2>Atividades não estatais e participação acionária</h2>
<p>A reforma econômica e social planejada pelo Estado cubano prevê incentivos para as empresas não estatais, que já atuam em Cuba com limitações. Segundo Miguel, a proposta é limitar as atividades proibidas das empresas privadas.  </p>
<p>“Ou seja, que seus objetos sejam os mais amplos possíveis e que possam desenvolver a maior quantidade de atividades. Tudo com regras claras e dentro da legalidade. Também vão ser mais amplas as possibilidades para a participação acionária”, disse.</p>
<p><strong>O chefe de governo acrescentou que o objetivo é incentivar as relações de associação econômica de empresas estatais com privadas, com incentivos ao investimento estrangeiro direto.</strong></p>
<p>“Tudo isso é com um marco estável legal que garante segurança para os negócios no tempo, que seja respeitoso, seguro e que, sobretudo, incentive e estimule a participação desses atores”, disse.</p>
<h2>Bloqueio econômico asfixia Cuba </h2>
<p><strong>O bloqueio econômico contra Cuba, que já dura quase 70 anos, foi endurecido pela atual administração da Casa Branca no final de 2025, a partir das restrições navais impostas à Venezuela que, até então, era a principal fornecedora de petróleo à ilha caribenha. </strong></p>
<p>Em janeiro de 2026, os EUA aumentaram o bloqueio ao ameaçar com sanções quem vender petróleo à Cuba. A nova medida levou o país de 11 milhões de habitantes a ficar <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-03/cuba-completa-3-meses-sem-receber-combustivel-por-bloqueio-dos-eua " target="_blank">três meses sem receber uma gota de petróleo</a>.</p>
<p>Nas últimas semanas, o Departamento de Estado dos EUA aumentou a pressão contra Cuba com novas sanções aos setores de turismo, mineração de ouro e contra a estatal do petróleo. As medidas têm levado <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-06/em-novas-sancoes-eua-miram-empresa-de-mineracao-e-presidente-de-cuba" target="_blank">empresas hoteleiras e de mineração</a> a anunciar a saída de Cuba. </p>
<p><strong>As medidas da Casa Branca têm causado o aumento dos apagões, a elevação dos preços de produtos básicos, a redução do transporte público e da oferta da cesta básica alimentar subsidiada pelo Estado. Para moradores de Havana consultados pela Agência Brasil, esse é o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-02/cubanos-relatam-cotidiano-em-havana-pior-momento-que-ja-vivemos " target="_blank">pior momento do país</a>. </strong></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-06/cuba-debate-reformas-economica-e-social-em-meio-ao-bloqueio-dos-eua" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Wed, 17 Jun 2026 07:48:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/cuba-debate-reformas-economica-e-social-em-meio-ao-bloqueio-dos-eua/">Cuba debate reformas econômica e social em meio ao bloqueio dos EUA</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Em novas sanções, EUA miram empresa de mineração e presidente de Cuba</title>
		<link>https://weeknews.online/em-novas-sancoes-eua-miram-empresa-de-mineracao-e-presidente-de-cuba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 15:18:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[85 milhões]]></category>
		<category><![CDATA[após furacão Melissa]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba completa 3 meses sem receber combustível por bloqueio dos EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba condena acusações dos Estados Unidos contra Raúl Castro]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[moradores de Havana]]></category>
		<category><![CDATA[nota]]></category>
		<category><![CDATA[Sanções]]></category>
		<category><![CDATA[UE reforça ajuda a Cuba com € 2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Os Estados Unidos (EUA) publicaram novas sanções econômicas contra Cuba mirando empresas do setor de mineração, turismo e o presidente da Ilha, Miguel Díaz-Canel. As novas medidas se somam a outras centenas que tentam estrangular economicamente o país e forçar uma troca de governo em Havana. O Departamento de Tesouro dos EUA incluiu, nessa quinta-feira (4), na lista de entidades sancionadas a Amistur Cuba, empresa de turismo da ilha, e a Minera la Victoria, joint venture formada pela empresa de mineração de ouro cubana Geominera em parceria com a australiana Antilles Gold. No mesmo dia, o presidente dos EUA Donald Trump alegou que Cuba quer que a Casa Branca cuide da ilha. “Vamos cuidar de Cuba depois de terminar com o Irã, talvez&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/em-novas-sancoes-eua-miram-empresa-de-mineracao-e-presidente-de-cuba/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/em-novas-sancoes-eua-miram-empresa-de-mineracao-e-presidente-de-cuba/">Em novas sanções, EUA miram empresa de mineração e presidente de Cuba</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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        "></div>
<p>    </a>
</div>

<p>Feed Últimas.</p>

<p></p>
<div>
<p><strong>Os Estados Unidos (EUA) publicaram novas sanções econômicas contra Cuba mirando empresas do setor de mineração, turismo e o presidente da Ilha, Miguel Díaz-Canel</strong>. As novas medidas se somam a outras centenas que tentam estrangular economicamente o país e forçar uma troca de governo em Havana.</p>
<p>O Departamento de Tesouro dos EUA incluiu, nessa quinta-feira (4), na lista de entidades sancionadas a Amistur Cuba, empresa de turismo da ilha, e a Minera la Victoria, joint venture formada pela empresa de mineração de ouro cubana Geominera em parceria com a australiana Antilles Gold.</p>
<p><strong>No mesmo dia, o presidente dos EUA Donald Trump alegou que Cuba quer que a Casa Branca cuide da ilha</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Vamos cuidar de Cuba depois de terminar com o Irã, talvez seja possível investir lá”, disse Trump a jornalistas.</p>
</blockquote>
<p>Em comunicado nas redes sociais, o secretário de Estado <strong>Marco Rubio disse que qualquer pessoa que forneça serviços as entidades sancionais correm o risco de também serem sancionadas</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Bancos estrangeiros e outras empresas que forneçam serviços a essas entidades devem congelar essas atividades. A Administração Trump não tolerará mais regimes marxistas radicais em nosso hemisfério”, disse Rubio.</p>
</blockquote>
<p>Os EUA ainda sancionaram o presidente de Cuba, Miguel Diaz-Canel, sua esposa, Lis Cuesta Peraza, seu filho, Manuel Anido Custa, e outros funcionários ligados ao governo de Havana. Entre eles, um filho e um neto do ex-presidente de Cuba Raúl Castro, Alejandro Castro Espin e Raul Alejandro Castro Calis, respectivamente.</p>
<p>Outras entidades que foram alvos dos EUA são o Ministério das Forças Armadas Revolucionárias de Cuba; o Instituto Cubano de Amizade com os Povos (ICAP); e os Comitês para Defesa da Revolução (CDR).</p>
<p>“Todas as transações e negociações realizadas por pessoas dos EUA ou pessoas dentro (ou em trânsito) pelos Estados Unidos que envolvam quaisquer bens ou interesses em bens de pessoas designadas ou bloqueadas são proibidas”, diz a<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.state.gov/releases/office-of-the-spokesperson/2026/06/sanctions-on-cuban-actors-responsible-for-subversive-anti-american-activities-fact-sheet/" target="_blank"> nota </a>do Escritório responsável pelas sanções dos EUA (OFAC). </p>
<h2>Cuba reage</h2>
<p><strong>O presidente de Cuba Miguel Díaz-Canel disse que as falas do presidente Trump são uma ameaça ao país e criticou as novas medidas unilaterais que “prejudicam o povo”.</strong></p>
<blockquote>
<p>“A agressividade e a perversão do governo ianque colidirão com nossa determinação de enfrentar os piores cenários e resistir ao ataque imperial”, disse Canel em uma rede social.</p>
</blockquote>
<p>O ministro das relações exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, destacou que a inclusão de pessoas, empresas e entidades em uma “lista ilegítima” de sanções demonstra o plano de intervenção na ilha.</p>
<blockquote>
<p>“Toda ação dos EUA com o objetivo de criar um cenário de conflito entre os dois países está fadada ao fracasso. Toda ameaça à independência e soberania de Cuba será enfrentada com ainda mais união e determinação por parte do nosso povo”, comentou em uma rede social.</p>
</blockquote>
<p>Rodríguez ainda desmentiu o secretário de Estado dos EUA Marco Rubio que disse que o governo Trump não bloquearia a entrada de petróleo em Cuba.</p>
<p>“Ele parece esquecer intencionalmente a Ordem Executiva 14380, de 29 de janeiro de 2026, elaborada por ele mesmo e assinada pelo seu Presidente, que autorizou a imposição de tarifas punitivas contra importações de países que fornecem petróleo a Cuba direta ou indiretamente”, afirmou.</p>
<h2>Bloqueio econômico</h2>
<p>O bloqueio econômico contra Cuba, que já dura quase 70 anos, foi endurecido pela atual administração da Casa Branca no final de 2025, a partir das restrições navais impostas à Venezuela. </p>
<p>Em janeiro de 2026, os EUA ameaçaram sancionar quem vender petróleo à Cuba.<strong> A nova medida levou o país de 11 milhões de habitantes a ficar três meses sem receber uma gota de petróleo.</strong></p>
<p>As medidas da Casa Branca têm causado aumento dos apagões, a elevação dos preços de produtos básicos, a redução do transporte público e da oferta da cesta básica alimentar subsidiada pelo Estado. Para <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-02/cubanos-relatam-cotidiano-em-havana-pior-momento-que-ja-vivemos" target="_blank">moradores de Havana </a>consultados pela <strong>Agência Brasil</strong>, esse é o pior momento do país.  </p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-06/em-novas-sancoes-eua-miram-empresa-de-mineracao-e-presidente-de-cuba" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Fri, 05 Jun 2026 12:07:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/em-novas-sancoes-eua-miram-empresa-de-mineracao-e-presidente-de-cuba/">Em novas sanções, EUA miram empresa de mineração e presidente de Cuba</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cuba rebate EUA: empresas cubanas foram construídas contra bloqueio</title>
		<link>https://weeknews.online/cuba-rebate-eua-empresas-cubanas-foram-construidas-contra-bloqueio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 18:02:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[bloqueio a Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[comunicado publicado nessa terça-feira]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba condena acusações dos Estados Unidos contra Raúl Castro]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[empresa canadense Sherritt International  abandonou as atividades]]></category>
		<category><![CDATA[enfrentar a guerra econômica]]></category>
		<category><![CDATA[esse é o pior momento do país]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[EUA oferecem US$ 100 mi a Cuba; Havana acusa Washington de crueldade]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Diaz-Canel]]></category>
		<category><![CDATA[Trump faz ameaças a Cuba e presidente Miguel Diaz-Canel reage]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. O governo de Havana rebateu as acusações recentes dos Estados Unidos (EUA) de que os dirigentes da ilha usam as empresas estatais para enriquecer. Em nota, Cuba afirma que o modelo do Grupo de Administração de Empresas (Gaesa) foi construído para enfrentar a guerra econômica movida por Washington contra a ilha.  “Seu objetivo sempre foi reunir empresas com capacidade de gerar divisas e recursos que o Estado necessita para manter e desenvolver as conquistas sociais e contribuir para a promoção de setores e ramos da vida nacional”, diz comunicado publicado nessa terça-feira (2).  Havana cita os serviços prestados pela Gaesa, como a construção de mais de 10 mil residências, além de investimentos em educação infantil, para construir a termelétrica de Holguín, obras hidráulicas&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/cuba-rebate-eua-empresas-cubanas-foram-construidas-contra-bloqueio/">Leia mais...</a></p>
<p>O post <a href="https://weeknews.online/cuba-rebate-eua-empresas-cubanas-foram-construidas-contra-bloqueio/">Cuba rebate EUA: empresas cubanas foram construídas contra bloqueio</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>Feed Últimas.</p>

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<p><strong>O governo de Havana rebateu as acusações recentes dos Estados Unidos (EUA) de que os dirigentes da ilha usam as empresas estatais para enriquecer. Em nota, Cuba afirma que o modelo do Grupo de Administração de Empresas (Gaesa) foi construído para <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.state.gov/translations/portuguese/sancoes-dos-eua-tem-como-alvo-o-regime-militar-e-as-elites-de-cuba/" target="_blank">enfrentar a guerra econômica</a> movida por Washington contra a ilha. </strong></p>
<p>“Seu objetivo sempre foi reunir empresas com capacidade de gerar divisas e recursos que o Estado necessita para manter e desenvolver as conquistas sociais e contribuir para a promoção de setores e ramos da vida nacional”, diz <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.granma.cu/cuba/2026-06-02/cuba-el-gae-y-estados-unidos-anatomia-de-una-calumnia-de-estado-02-06-2026-00-06-49" target="_blank">comunicado publicado nessa terça-feira</a> (2). </p>
<p>Havana cita os serviços prestados pela Gaesa, como a construção de mais de 10 mil residências, além de investimentos em educação infantil, para construir a termelétrica de Holguín, obras hidráulicas e as transposições de água que “beneficiaram milhões de cubanos”, além de servir para “sustentar a economia cubana durante os anos da pandemia de Covid-19”.</p>
<blockquote>
<p>“A Gaesa não é uma estrutura opaca, nem paralela ao Estado cubano; pelo contrário, tem sido uma resposta articulada e de comprovada eficácia contra o bloqueio econômico que historicamente tentou sufocar a Revolução Cubana”, diz o comunicado oficial.</p>
</blockquote>
<p><strong>Havana condena as acusações dos EUA, que teriam o objetivo de “confundir tanto o nosso povo quanto a opinião pública internacional”</strong>. Ainda segundo o governo liderado por Miguel Diaz-Canel, a nova investida contra a Gaesa busca afastar atores estrangeiros que realizam negócios com as empresas do grupo.</p>
<p>“O objetivo deliberado é isolar o país diplomática, comercial, financeira e energeticamente; minar a sustentabilidade da nação; condicionar o diálogo; e considerar opções de agressão militar. Precisam construir e consolidar uma narrativa de descrédito reputacional contra todas as instituições que sustentam o nosso projeto social”, conclui o comunicado.</p>
<p>O governo do presidente Donald Trump tem aumentando a pressão sobre a ilha de quase 11 milhões de habitantes, cortando o acesso ao petróleo e aumentando as sanções contra aqueles que comercializam com Cuba.</p>
<p> </p>
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19/03/2026 REUTERS/Norlys Perez" title="Reuters/Norlys Perez/Proibida reprodução"/><br />
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19/03/2026 REUTERS/Norlys Perez" title="Reuters/Norlys Perez/Proibida reprodução"/><br />
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<p>Cubanos se reúnem para pegar água em caminhão-pipa em Havana 19/03/2026 REUTERS/Norlys Perez &#8211; <strong>Reuters/Norlys Perez/Proibida reprodução</strong><!--END copyright=458016--></p>
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</div>
<p>No início de maio, após nova Ordem Executiva da Casa Branca, a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-05/eua-aumentam-pressao-contra-cuba-com-novas-sancoes-economicas" target="_blank">empresa canadense Sherritt International  abandonou as atividades</a> no país caribenho que mantinha por meio de uma <em>joint venture</em> para mineração de níquel em parceria com a Gaesa. </p>
<p>A historiadora cubana Caridade Massón Sena, professora visitante na Universidade Federal de Uberlândia (UFB), avaliou que as acusações dos EUA contra a Gaesa são pretextos para derrubar o governo liderado pelo Partido Comunista.</p>
<blockquote>
<p>“Eles usam esse pretexto de que os dirigentes da Gaesa roubam Cuba por meio do turismo porque o turismo é um dos setores que mais dinheiro gera no país. E não apresentaram nunca provas disso”, comentou.</p>
</blockquote>
<h2>Bloqueio econômico</h2>
<p>O bloqueio econômico contra Cuba levou a ilha ficar três meses sem receber uma gota de petróleo. As medidas da Casa Branca têm causado aumento dos apagões, a elevação dos preços de produtos básicos, a redução do transporte público e da oferta da cesta básica alimentar subsidiada pelo Estado. Para moradores de Havana consultados pela <strong>Agência Brasil</strong>, <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-02/cubanos-relatam-cotidiano-em-havana-pior-momento-que-ja-vivemos" target="_blank">esse é o pior momento do país</a>.  </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-06/cuba-rebate-eua-empresas-cubanas-foram-construidas-contra-bloqueio" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Wed, 03 Jun 2026 14:51:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/cuba-rebate-eua-empresas-cubanas-foram-construidas-contra-bloqueio/">Cuba rebate EUA: empresas cubanas foram construídas contra bloqueio</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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		<title>Filha de Che Guevara vê risco de invasão dos EUA contra Cuba</title>
		<link>https://weeknews.online/filha-de-che-guevara-ve-risco-de-invasao-dos-eua-contra-cuba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 10:44:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Aleida Guevara]]></category>
		<category><![CDATA[Che Guevara]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba responde a ameaça de Trump declarando que não se intimidará]]></category>
		<category><![CDATA[deixou o país três meses sem receber petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[EUA aumentam pressão contra Cuba com novas sanções econômicas]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Lula e Merz criticam guerra no Oriente Médio e ameaças contra Cuba]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. A médica Aleida Guevara, filha de Che Guevara, um dos líderes da Revolução Cubana, afirma que existe, em Cuba, a sensação de que os Estados Unidos (EUA) podem invadir a ilha a qualquer momento devido ao comportamento imprevisível do presidente Donald Trump. “Sabemos que podem nos atacar a qualquer momento porque são loucos. Esperemos que a loucura não chegue ao extremo e que eles se deem conta do tipo de inimigos que realmente podemos ser. Porque Fidel disse: &#8216;Quando um povo enérgico e viril chora, a injustiça treme&#8217;”, disse à Agência Brasil. Em visita ao Brasil, a filha de Che Guevera comentou sobre a situação da ilha após o endurecimento do bloqueio econômico e energético, que deixou o país três meses sem receber petróleo.&#8230;</p>
<p class="excerpt-more"><a class="blog-excerpt button" href="https://weeknews.online/filha-de-che-guevara-ve-risco-de-invasao-dos-eua-contra-cuba/">Leia mais...</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
    <a href="https://weeknews.online/" target="_blank" style="display:block;"></p>
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        "></div>
<p>    </a>
</div>

<p>Feed Últimas.</p>

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<p><strong>A médica Aleida Guevara, filha de Che Guevara, um dos líderes da Revolução Cubana, afirma que existe, em Cuba, a sensação de que os Estados Unidos (EUA) podem invadir a ilha a qualquer momento devido ao comportamento imprevisível do presidente Donald Trump.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Sabemos que podem nos atacar a qualquer momento porque são loucos. Esperemos que a loucura não chegue ao extremo e que eles se deem conta do tipo de inimigos que realmente podemos ser. Porque Fidel disse: &#8216;Quando um povo enérgico e viril chora, a injustiça treme&#8217;”, disse à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
</blockquote>
<p>Em visita ao Brasil, a filha de Che Guevera comentou sobre a situação da ilha após o endurecimento do bloqueio econômico e energético, que <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-03/cuba-completa-3-meses-sem-receber-combustivel-por-bloqueio-dos-eua" target="_blank">deixou o país três meses sem receber petróleo</a>.</p>
<p>Com 65 anos, <strong>Aleida avalia que a maioria do povo cubano segue fiel aos princípios da Revolução de 1959, que instituiu o primeiro Estado de inspiração socialista na América Latina, desafiando a hegemonia dos EUA na região.</strong></p>
<p>Ela também comenta sobre a questão da democracia na ilha; sobre a solidariedade internacional em relação a Cuba e sobre como é ser filha de Che Guerava no país que seu pai ajudou a construir.</p>
<p>Confira a entrevista abaixo:</p>
<p><strong>Agência Brasil:</strong> O que trouxe a senhora ao Brasil?</p>
<p><strong>Aleida Guevara:</strong> Vim ao 4º encontro do MPA [Movimento dos Pequenos Agricultores] e foi incrivelmente interessante porque ainda há muito a ser resolvido no Brasil, problemas de todos os tipos, mas o principal é a questão da terra. A reforma agrária continua sendo o calcanhar de Aquiles do país. Se não houver uma reforma agrária profunda e real, será muito difícil resolver o problema da alimentação, da soberania alimentar.</p>
<p>E o movimento campesino aqui no Brasil apoia muito Cuba. E o mais bonito para mim é que o campesinato no evento falou sobre socialismo. Veja que interessante. E ainda identificam Cuba como um farol de liberdade e dignidade humanas. E isso é extremamente importante para uma cubana.</p>
<p><strong>Agência Brasil: </strong>Pretende ficar mais tempo no Brasil?</p>
<p><strong>Aleida Guevara:</strong> Não, eu volto nesta sexta-feira [15] porque tenho muita coisa para fazer e, além disso, Cuba está sob ameaça de ataque, e a pior coisa que poderia me acontecer na vida é meu próprio país ser atacado e eu não estar lá. Isso me deixaria louca. Eu preciso estar lá.</p>
<p><strong>Agência Brasil: </strong>Existe um sentimento de que essa invasão pode, de fato, ocorrer? Ou o sentimento é de que os EUA não fariam isso?</p>
<p><strong>Aleida Guevara:</strong> Moramos nesse lugar histórico há muitos anos, muito perto do império americano e esse homem [Donald Trump] que está completamente fora de si, totalmente louco.</p>
<p>Você simplesmente não sabe o que pode acontecer. Quando você tem um inimigo, você o analisa, estuda e sabe, mais ou menos, se o que ele está dizendo pode ser verdade ou não. Com esse homem, você não consegue nem avaliar o que ele diz.</p>
<p>Não somos tolos. Sabemos que podem nos atacar a qualquer momento porque são loucos. Esperemos que a loucura não chegue ao extremo e que eles se deem conta do tipo de inimigos que realmente podemos ser. Porque Fidel disse: &#8216;Quando um povo enérgico e viril chora, a injustiça treme&#8217;.<br /> </p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=462593:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/aleida_guevara05.jpg" alt="Brasília (DF) 14/05/2026 - A médica pediatra Aleida Guevara, filha de Che Guevara, durante entrevista exclusiva à Agência Brasil  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/aleida_guevara05.jpg" alt="Brasília (DF) 14/05/2026 - A médica pediatra Aleida Guevara, filha de Che Guevara, durante entrevista exclusiva à Agência Brasil  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=462593 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<p>A médica Aleida Guevara, filha de Che Guevara, durante entrevista exclusiva à <strong>Agência Brasil </strong>&#8211; <strong>Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil</strong><!--END copyright=462593--></p>
</div>
</div>
<p><strong>Agência Brasil: </strong>O bloqueio de mais de seis décadas dos EUA busca levar o povo cubano a se colocar contra o governo. Acha que isso é possível?</p>
<p><strong>Aleida Guevara:</strong> Sempre haverá algum idiota que acredita nessa história, mas a maioria da população – felizmente – sabe perfeitamente quem é seu inimigo.</p>
<p>Quando bate aquele cansaço de toda essa situação, acontece de os Estados Unidos dizerem algum absurdo, que provoca uma reação nas pessoas.</p>
<p>Há contrarrevolucionários em Miami, por exemplo, que antes apoiavam a invasão, e agora não apoiam mais porque viram que seus familiares estão sendo prejudicados pelo bloqueio, pela falta de gasolina e medicamentos. Ainda que tenham dinheiro para comprar, não conseguem.</p>
<p>Os Estados Unidos sempre foram promotores da unidade em Cuba devido à sua idiotice como inimigos, à sua falta de inteligência.</p>
<p>Se você tem consciência social e educação, percebe o que pode acontecer ao seu redor. Temos o Haiti ao lado, por exemplo, além de Porto Rico, que é supostamente uma colônia dos Estados Unidos.</p>
<p>Um ciclone passou por lá, e o que Trump fez? Jogou papel higiênico neles [Em 2017, o presidente Donald Trump visitou Porto Rico, após um desastre natural, e arremessou rolos de papel em um centro de distribuição de ajuda]. E deixou 80% de Porto Rico sem eletricidade.</p>
<p>Cuba sabe de tudo isso, o povo cubano tem um nível significativo de cultura. José Martí [líder da independência de Cuba] dizia que somente um povo culto pode ser verdadeiramente livre, porque não pode ser facilmente manipulado.</p>
<p>A França tem vários territórios que chamam de “ultramarinos”, que são suas colônias. Eles não buscam a independência porque têm medo de passar com eles o que passou com o Haiti, que foi o primeiro país livre da América Latina e sofreu um duro cerco e bloqueio das potências europeias por sua ousadia.</p>
<p>O mesmo ocorre com Cuba. O bloqueio é para que nenhum outro país se atreva a virar socialista. Para que sirva de exemplo para as demais nações.</p>
<p><strong>Agência Brasil: </strong>Como está a situação da ilha nesse momento?</p>
<p><strong>Aleida Guevara:</strong> Os problemas econômicos que enfrentamos são muito sérios. Quando se bloqueia uma ilha e se impede a entrada de petróleo, tudo para. No momento, não temos apagões, mas sim fornecimento intermitente de energia, horas de luz. E, nas províncias, há cidades que ficaram 72 horas sem eletricidade. E me diga, como se conserva comida nessa situação?</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=462596:grande_6colunas {"additionalClasses":""} --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/aleida_guevara02.jpg" alt="Brasília (DF) 14/05/2026 - A médica pediatra Aleida Guevara, filha de Che Guevara, durante entrevista exclusiva à Agência Brasil  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil"/><br />
        <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/aleida_guevara02.jpg" alt="Brasília (DF) 14/05/2026 - A médica pediatra Aleida Guevara, filha de Che Guevara, durante entrevista exclusiva à Agência Brasil  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil"/><br />
    <!-- END scald=462596 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<p>Aleida Guevara veio ao Brasil para participar de evento com pequenos agricultores &#8211; <strong>Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil</strong><!--END copyright=462596--></p>
</div>
</div>
<p><strong>Agência Brasil:</strong> Como a senhora avalia a solidariedade internacional em relação a Cuba?</p>
<p><strong>Aleida Guevara: </strong>Foi imediata. A ideia de que semeamos solidariedade é verdadeira. Tudo começou com a Escola Latino-Americana de Medicina [Elam], onde demos a muitos latino-americanos a oportunidade de se tornarem médicos em Cuba gratuitamente.</p>
<p>Isso já foi significativo porque as famílias desses jovens e os próprios jovens reagiram imediatamente em apoio a Cuba. Acabei de receber duas malas de medicamentos dos estudantes uruguaios formados na Elam.</p>
<p>Aqui em Uberlândia [MG], por exemplo, dois sindicatos se uniram e me enviaram inúmeras malas de medicamentos.</p>
<p><strong>Agência Brasil:</strong> Esse é um apoio da sociedade civil. Como tem sido o apoio e solidariedade dos governos?</p>
<p><strong>Aleida Guevara:</strong> Governos são mais complicados. Eles vêm e vão, mas o povo sempre é o mesmo. E o que nos interessa é a solidariedade do povo. Governos têm suas limitações. Você sabe que a política internacional se move de acordo com o que lhe convém. É triste, mas é assim que funciona.</p>
<p>Na América Latina, o governo mexicano se destaca. A presidente [Claudia Sheinbaum] tem dignidade, e diz calmamente: &#8216;Vou continuar ajudando o povo cubano&#8217;. Ela já enviou vários navios com alimentos.</p>
<p>Há os russos que, apesar da guerra com a Ucrânia e da pressão europeia, nos enviaram um navio com petróleo, e outro carregamento certamente está a caminho. Na Itália, por exemplo, várias brigadas de solidariedade foram organizadas, trazendo-nos o que podiam: remédios, suprimentos para hospitais e comida. Devemos aos chineses, e eles perdoaram a dívida. Existe solidariedade.</p>
<p><strong>Agência Brasil:</strong> Aqui no Brasil, Cuba costuma ser estigmatizada por parte da mídia e de partidos que acusam o país de não ser uma democracia. Como a senhora responde a esse tipo de crítica?</p>
<p><strong>Aleida Guevara:</strong> Democracia vem do grego e significa poder do povo. Agora me diga, em que país que você conhece existe poder do povo? Que quando o povo decide algo, o governo o executa. Isso é democracia. E onde ela está?</p>
<p>Onde está esse poder do povo? Significa também igualdade de condições para ser julgado, por exemplo, não importa quanto dinheiro você tenha no banco. Onde está essa democracia? Onde ela se concretiza?</p>
<p>Quando o povo brasileiro entender o que é democracia de verdade, perceberá que, em Cuba, existe uma democracia verdadeira. A mais popular e a mais aberta que existe, porque o povo governa.</p>
<p><strong>Agência Brasil:</strong> Como foi o contato da senhora com seu pai, Che Guevara?</p>
<p><strong>Aleida Guevara:</strong> Tive pouco contato com meu pai, mas tenho uma mãe espetacular [Aleida March, viúva de Che] que me ensinou a amá-lo, conhecê-lo e admirá-lo. Se hoje sou uma mulher socialmente útil, é graças à educação que recebi dela.</p>
<p>Minha mãe é de origem camponesa com uma formação acadêmica extraordinária. Ela foi combatente da resistência na clandestinidade e, mais tarde, do Exército rebelde. Estudou história, além da formação em pedagogia que já possuía e é cubana de corpo e alma.</p>
<p>Ela ficou sozinha muito cedo com quatro filhos pequenos. Quando um camarada morre, como meu pai, os outros camaradas tentam aliviar a pressão com ajuda material. Mas minha mãe não permitia que recebêssemos nada a mais que as outras famílias recebiam, devido à quantidade de suprimentos que existia em Cuba.</p>
<p>Isso porque ela seguiu as instruções do meu pai. Nós comíamos o que todos em Cuba comiam. Não tínhamos privilégios. Mas fomos privilegiados por ter o carinho e a admiração do povo cubano, por receber esse calor humano.</p>
<p>Nesse aspecto, você percebe que meu pai ainda está muito vivo para o povo, eles o mantêm muito presente, e isso, para uma filha, é extraordinário. Nós não desfrutamos dele, mas, mesmo assim, ele está lá. A presença dele é muito forte em Cuba, principalmente nas crianças.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-05/filha-de-che-guevara-ve-risco-de-invasao-dos-eua-contra-cuba" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Fri, 15 May 2026 07:35:00 -0300</p>
<p></p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/filha-de-che-guevara-ve-risco-de-invasao-dos-eua-contra-cuba/">Filha de Che Guevara vê risco de invasão dos EUA contra Cuba</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>EUA aumentam pressão contra Cuba com novas sanções econômicas</title>
		<link>https://weeknews.online/eua-aumentam-pressao-contra-cuba-com-novas-sancoes-economicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 20:33:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[bloqueio naval contra Venezuela]]></category>
		<category><![CDATA[condenado por abuso e exploração sexual]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[disse a companhia]]></category>
		<category><![CDATA[esse é o pior momento do país]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Havana]]></category>
		<category><![CDATA[OMS: hantavírus só é transmitido em contato muito próximo com doentes]]></category>
		<category><![CDATA[ordem executiva]]></category>
		<category><![CDATA[Papa Leão XIV completa um ano de pontificado]]></category>
		<category><![CDATA[proteger a segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Trump anuncia cessar-fogo de três dias entre Ucrânia e Rússia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Editoria. Em meio a guerra no Irã, os Estados Unidos (EUA) voltaram a aumentar a pressão econômica contra Cuba por meio de sanções econômicas contra a empresa estatal Gaesa, administrada pelas Forças Armadas cubanas, e contra a joint venture Moa Nickel (MNSA), formada pela Companhia Geral de Níquel de Cuba e a empresa canadense Sherritt International. Devido à decisão da Casa Branca, a corporação do Canadá anunciou a suspensão das atividades em Cuba, com efeito imediato, tendo comunicado o rompimento do contrato aos parceiros cubanos. “[A decisão dos EUA] cria condições que alteram substancialmente a capacidade da empresa de operar no curso normal dos negócios, incluindo as atividades relacionadas às operações da joint venture da Sherritt em Cuba”, disse a companhia. A outra entidade sancionada é o&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="welcome-container" style="text-align:center; margin:35px 0 15px 0;">
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<p>    </a>
</div>

<p>Feed Editoria.</p>

<p></p>
<div>
<p><strong>Em meio a guerra no Irã, os Estados Unidos (EUA) voltaram a aumentar a pressão econômica contra Cuba por meio de sanções econômicas contra a empresa estatal Gaesa, administrada pelas Forças Armadas cubanas, e contra a joint venture Moa Nickel (MNSA), formada pela Companhia Geral de Níquel de Cuba e a empresa canadense Sherritt International.</strong></p>
<p>Devido à decisão da Casa Branca, a corporação do Canadá anunciou a suspensão das atividades em Cuba, com efeito imediato, tendo comunicado o rompimento do contrato aos parceiros cubanos.</p>
<p>“[A decisão dos EUA] cria condições que alteram substancialmente a capacidade da empresa de operar no curso normal dos negócios, incluindo as atividades relacionadas às operações da joint venture da Sherritt em Cuba”, <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://sherritt.com/sherritt-provides-update-on-joint-venture-activities-in-cuba/" target="_blank">disse a companhia</a>.</p>
<p>A outra entidade sancionada é o Grupo de Administración Empresarial S.A (Gaesa), que atuava como um conglomerado de empresas estatais cubanas em diferentes setores, entre eles, os de energia e turismo. A Casa Branca ainda sancionou a presidente da Gaesa, Ania Guillermina Lastres Morera.</p>
<p>General de brigada, Ania Lastres é economista e deputada da Assembleia Nacional de Cuba desde 2018. Ele preside a corporação sancionada desde 2022.</p>
<p><strong>A historiadora cubana Caridade Massón Sena, professora visitante na Universidade Federal de Uberlândia (UFB), avalia que a nova onda de sanções pode afetar o setor do níquel.</strong></p>
<blockquote>
<p>“A indústria do níquel é uma das poucas que ainda estava funcionando. E esta empresa do Canadá era muito importante para a indústria do níquel. E era uma entrada, pelo menos, de divisas [dólares]. Então, isso vai afetar”, afirmou à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
</blockquote>
<p>Ainda segundo a especialista, a Gaesa já vinha sofrendo com as sanções. “Agora, os empresários que têm negócios em Cuba podem se assustar e retirar-se do país”, completou.</p>
<p>Os EUA acusam a Gaesa de “corrupção”. A historiadora Massón pondera que casos de corrupção podem ocorrem em qualquer companhia, de qualquer país, mas que não há provas. </p>
<blockquote>
<p>“Eles usam esse pretexto de que os dirigentes da Gaesa roubam Cuba por meio do turismo porque o turismo é um dos setores que mais dinheiro gera no país. E não apresentaram nunca provas disso”, comentou.</p>
</blockquote>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=453991:cheio_8colunas --><br />
            <img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/05/afroangelll-havana-4655604.jpg" alt="26/02/2026 - Foto da cidade de Havana em Cuba. Foto: afroangelll/Pixabay" title="afroangelll/Pixabay"/><br />
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<p><h6 class="meta">Capital de Cuba &#8211; Havana &#8211;  <strong>afroangelll/Pixabay</strong><!--END copyright=453991--></h6>
</p>
</div>
<h2>Bloqueio agrava crise</h2>
<p><strong>A sanção publicada nessa quinta-feira (8) se soma ao <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-03/cuba-completa-3-meses-sem-receber-combustivel-por-bloqueio-dos-eua" target="_blank">bloqueio naval contra Venezuela</a> a partir do final de 2025, impedindo a venda de petróleo para Cuba, e a ameaça de tarifas contra países que vendam petróleo a Havana, iniciada em janeiro, que levou a ilha ficar três meses sem receber uma gota de petróleo. </strong></p>
<p>O bloqueio energético tem causado aumento dos apagões, a elevação dos preços de produtos básicos, a redução do transporte público e da oferta da cesta básica alimentar subsidiada pelo Estado. Para moradores de Havana consultados pela <strong>Agência Brasil</strong>, <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-02/cubanos-relatam-cotidiano-em-havana-pior-momento-que-ja-vivemos" target="_blank">esse é o pior momento do país</a>.  </p>
<p>A professora Caridad Massón destaca que a situação econômica está muito difícil, com falta de eletricidade, combustível e medicamentos, mas critica que o mundo está permitindo que os EUA interfiram em qualquer país quando acha conveniente.</p>
<p>“O objetivo é afogar os cidadãos cubanos pela fome e pela necessidade. Apenas os cubanos têm o direito de mudar nosso sistema econômico e político. E hoje o presidente Trump, que é acusado de múltiplos crimes em seu próprio país, acredita no direito de impor seus interesses e de envolver o mundo em múltiplos conflitos para evitar ser julgado por sua colaboração com Jeffrey Epstein”, disse Caridad.</p>
<p>Epstein foi o financista estadunidense <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-01/departamento-de-justica-de-trump-divulga-arquivos-sobre-epstein" target="_blank">condenado por abuso e exploração sexual</a> de mulheres e crianças, e que foi amigo de Donald Trump nas décadas de 1990 e 2000. </p>
<h2>EUA alegam que Cuba é ameaça</h2>
<p><strong>Em comunicado, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que as medidas são para “<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.state.gov/translations/portuguese/sancoes-dos-eua-tem-como-alvo-o-regime-militar-e-as-elites-de-cuba" target="_blank">proteger a segurança</a> nacional dos Estados Unidos”.</strong></p>
<p>“Essas sanções fazem parte da campanha abrangente do governo Trump visando enfrentar as ameaças urgentes à segurança nacional representadas pelo regime comunista de Cuba e responsabilizar o regime e aqueles que lhe fornecem apoio material ou financeiro”, disse. </p>
<p><strong>Em resposta, o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, afirmou que o povo cubano e o mundo já conhecem a crueldade das ações do governo dos EUA.</strong></p>
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<p><h6 class="meta">Miguel Díaz-Canel &#8211; <strong>Arquivo/Agência EFE/Alejandro Ernesto/direitos reservados</strong><!--END copyright=112870--></h6>
</p>
</div>
<blockquote>
<p>“Trata-se de uma agressão unilateral contra uma nação e seu povo cuja única ambição é viver em paz, senhores do próprio destino e livres da interferência perniciosa do imperialismo estadunidense”, disse em uma rede social.</p>
</blockquote>
<p>Ainda segundo o chefe de Estado de Havana, as sanções anunciadas agravam a já difícil situação que o país enfrenta, “ao mesmo tempo que fortalecem nossa determinação em defender a Pátria, a Revolução e o Socialismo”.</p>
<p>As medidas coercitivas unilaterais (MCU) aplicadas pelos EUA têm base em uma nova <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.whitehouse.gov/fact-sheets/2026/05/fact-sheet-president-donald-j-trump-imposes-sanctions-on-cuban-regime-officials-responsible-for-repression-and-threats-to-u-s-national-security-and-foreign-policy/" target="_blank">Ordem Executiva</a> (OE) publicada pelo presidente Donald Trump, no último dia 1º de maio, em que autoriza novas restrições econômicas a ilha caribenha. </p>
<p>A justificativa da Casa Branca, entre outras, é que Cuba representa uma ameaça ao país por “abrigar instalações adversárias estrangeiras focadas em identificar e explorar informações sensíveis de segurança nacional dos Estados Unidos”.</p>
<p>A professora cubana Caridade Massón Sena questiona as acusações de que Cuba seria uma ameaça aos EUA como “totalmente falsas”.</p>
<p>“Agora que Israel e os Estados Unidos estão praticamente derrotados em um beco sem saída no Irã, eles querem desviar a atenção de seus erros e fracassos, apertando ainda mais o bloqueio econômico, com a desculpa de que Cuba representa uma ameaça aos EUA”, completou</p>
<h2>Direito Internacional</h2>
<p>A parceria de Havana com China, Rússia o Irã costuma ser evocado para justificar as sanções econômicas. Essas medidas da Casa Branca violam o direito internacional por não contar com autorização do Conselho de Segurança da ONU.</p>
<p>A maioria da Assembleia da ONU, incluindo o Brasil, condena o cerco que Washington submete Cuba há mais de seis décadas, com prejuízos econômicos e sociais para as cerca de 11 milhões de pessoas que vivem no país.</p>
<p>O aperto do cerco econômico ao país caribenho neste ano reforça a tentativa dos EUA de derrubar o governo liderado pelo Partido Comunista, que desafia a hegemonia política de Washington na América Latina há mais de seis décadas. O embargo dos EUA contra Cuba já dura 66 anos, com as primeiras medidas adotadas logo após a Revolução Cubana, de 1959.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p></p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-05/eua-aumentam-pressao-contra-cuba-com-novas-sancoes-economicas" target="_blank" rel="nofollow noopener">Agência Brasil EBC</a></p>
<p></p>
<p>Fri, 08 May 2026 17:19:00 -0300</p>
<p></p>

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			</item>
		<item>
		<title>Cuba confirma encontro em Havana com delegação dos EUA</title>
		<link>https://weeknews.online/cuba-confirma-encontro-em-havana-com-delegacao-dos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 23:40:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticías]]></category>
		<category><![CDATA[Bloqueio]]></category>
		<category><![CDATA[Comboio internacional entrega toneladas de ajuda a Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Embargo]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Lula e Merz criticam guerra no Oriente Médio e ameaças contra Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Petroleiro russo chega a Cuba; Moscou promete ficar ao lado de Havana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Em declarações ao jornal Granma, Alejandro García, diretor-geral adjunto do Ministério das Relações Exteriores de Cuba para os Estados Unidos, confirmou nesta segunda-feira (20) o recente encontro em Havana, capital da ilha, entre delegações da nação caribenha e dos Estados Unidos. Durante a sessão de trabalho, os diplomatas cubanos deram prioridade máxima à exigência de que a Casa Branca suspenda o embargo energético imposto ao país . Notícias relacionadas: Lula e Merz criticam guerra no Oriente Médio e ameaças contra Cuba. Petroleiro russo chega a Cuba; Moscou promete ficar ao lado de Havana. Comboio internacional entrega toneladas de ajuda a Cuba . O diplomata especificou que o lado americano era composto por secretários-adjuntos do Departamento de Estado , enquanto do lado cubano participavam &#8220;no nível de vice-ministro das Relações Exteriores &#8220;. Durante&#8230;</p>
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</div>
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Feed Últimas.<br />
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 </p>
<p><p style="text-align:center">
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				</p>
<p>Em declarações ao jornal<em> Granma</em>, Alejandro García, diretor-geral adjunto do Ministério das Relações Exteriores de Cuba para os Estados Unidos, confirmou nesta segunda-feira (20) o recente encontro em Havana, capital da ilha, entre delegações da nação caribenha e dos Estados Unidos.<img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1776728404_927_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/04/1776728404_54_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>Durante a sessão de trabalho, os diplomatas cubanos deram prioridade máxima à exigência de que a Casa Branca suspenda o embargo energético imposto ao país .</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Lula e Merz criticam guerra no Oriente Médio e ameaças contra Cuba.</li>
<li>Petroleiro russo chega a Cuba; Moscou promete ficar ao lado de Havana.</li>
<li>Comboio internacional entrega toneladas de ajuda a Cuba .</li>
</ul>
<p><strong>O diplomata especificou que o lado americano era composto por secretários-adjuntos do Departamento de Estado , enquanto do lado cubano participavam &#8220;no nível de vice-ministro das Relações Exteriores &#8220;.</strong></p>
<p>Durante a conversa, que García del Toro descreveu como respeitosa e profissional, ficou esclarecido que &#8220;nenhuma das partes estabeleceu prazos ou fez declarações coercitivas, como foi mencionado pela mídia americana&#8221;. </p>
<p>O representante oficial enfatizou que essas reuniões são conduzidas com discrição devido à sensibilidade dos temas abordados na agenda bilateral. </p>
<p><strong>A principal prioridade da delegação cubana nesta reunião foi a exigência do levantamento do embargo energético imposto ao país.</strong></p>
<p>“Eliminar o bloqueio energético contra o país era uma prioridade máxima para nossa delegação. Esse ato de coerção econômica é uma punição injustificada para toda a população cubana. É também uma forma de chantagem em escala global contra Estados soberanos, que têm todo o direito de exportar combustível para Cuba, de acordo com os princípios do livre comércio”, enfatizou.</p>
<h2>Bloqueio</h2>
<p>Desde 29 de janeiro, o presidente dos EUA, Donald Trump, intensificou o bloqueio de longa data contra Cuba com uma ordem executiva que declara estado de emergência nacional, considerando a maior das Antilhas uma ameaça incomum e extraordinária à segurança dos EUA.</p>
<p>Essa medida dá carta branca a Washington para sancionar países que tentam fornecer petróleo a Cuba direta ou indiretamente, resultando em escassez de combustível que afeta o cotidiano da população cubana.</p>
<p>O governo cubano reiterou sua disposição de dialogar com as autoridades dos Estados Unidos, mantendo uma postura aberta à comunicação, desde que as trocas sejam conduzidas com base no respeito e não na interferência.</p>
<h2>Diálogo</h2>
<p>Nessa mesma linha, o presidente cubano Miguel Díaz-Canel, em entrevista recente ao veículo de comunicação americano <em>Newsweek</em>, afirmou que é possível dialogar com os Estados Unidos para chegar a acordos em áreas como ciência, migração, combate ao narcotráfico, meio ambiente, comércio, educação, cultura e esportes.</p>
<p>Ele enfatizou que o diálogo deve sempre ocorrer &#8220;em termos de igualdade &#8221; e com pleno respeito à soberania, ao sistema político, à autodeterminação e ao direito internacional. </p>
<p>Mais tarde, em entrevista ao programa <em>Meet the Press</em> da NBC News, o chefe de Estado enfatizou: &#8220;Podemos negociar, mas à mesa, sem pressão ou tentativas de intervenção dos EUA.&#8221;</p>
<p> Telesur , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-04/cuba-confirma-encontro-em-havana-com-delegacao-dos-eua">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Mon, 20 Apr 2026 20:32:00 -0300 </p>

<p>O post <a href="https://weeknews.online/cuba-confirma-encontro-em-havana-com-delegacao-dos-eua/">Cuba confirma encontro em Havana com delegação dos EUA</a> apareceu primeiro em <a href="https://weeknews.online">WeekNews</a>.</p>
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