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	<title>Arquivo de da Ipsos-Ipec - WeekNews</title>
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		<title>Aumentar pena é principal meio de combater violência contra a mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 23:01:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[5 mil pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[da Ipsos-Ipec]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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		<category><![CDATA[Guia orienta sobre como abordar violência de gênero nas redes sociais]]></category>
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		<category><![CDATA[Sete em cada dez mulheres relatam já terem sofrido assédio]]></category>
		<category><![CDATA[SUS: mulheres vítimas de violência terão acesso a reconstrução dental]]></category>
		<category><![CDATA[Violência Contra a Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feed Últimas. Tornar mais rígidas as formas de punição é o meio mais eficaz para conter os casos de violência contra as mulheres, de acordo com mais da metade das pessoas entrevistadas na pesquisa Viver nas Cidades: Mulheres.  O levantamento é de autoria do Instituto Cidades Sustentáveis e da Ipsos-Ipec, empresa especializada em pesquisa sociais e de mercado. Foram entrevistadas 3,5 mil pessoas, em dezembro de 2025, nas cidades de Belém, Belo Horizonte, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. No total da amostra (que incluiu homens e mulheres), aumentar as penas contra os agressores aparece em primeiro lugar, com 55% das menções, seguida da ampliação dos serviços de proteção às vítimas, com 48%. Agilizar o andamento da investigação&#8230;</p>
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				</p>
<p><strong>Tornar mais rígidas as formas de punição é o meio mais eficaz para conter os casos de violência contra as mulheres, de acordo com mais da metade das pessoas entrevistadas na <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://nossasaopaulo.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Pesquisa-Mulheres-2025_ICS-Ipec.pdf" target="_blank">pesquisa Viver nas Cidades: Mulheres</a>. </strong></p>
<p>O levantamento é de autoria do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://icidadessustentaveis.org.br/" target="_blank">Instituto Cidades Sustentáveis</a> e <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.ipsos.com/pt-br" target="_blank">da Ipsos-Ipec</a>, empresa especializada em pesquisa sociais e de mercado. Foram entrevistadas 3,5 mil pessoas, em dezembro de 2025, nas cidades de Belém, Belo Horizonte, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.</p>
<p><strong>No total da amostra (que incluiu homens e mulheres), aumentar as penas contra os agressores aparece em primeiro lugar, com 55% das menções, seguida da ampliação dos serviços de proteção às vítimas, com 48%. Agilizar o andamento da investigação das denúncias foi uma ação citada por 37% das pessoas.</strong><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1772751700_953_ebc.png" style="width:1px;height:1px;display:inline" /><img decoding="async" src="https://weeknews.online/wp-content/uploads/2026/03/1772751700_89_ebc.gif" style="width:1px;height:1px;display:inline" /></p>
<p>“A pesquisa aponta para gente um caminho que combina esse desejo da punição e da justiça, mas a necessidade de uma rede de apoio mais robusta”, explicou Patrícia Pavanelli, diretora de Opinião Pública e Política da Ipsos-Ipec, durante evento de lançamento da pesquisa, no Sesc São Paulo.</p>
<p><h3>Notícias relacionadas:</h3>
<ul>
<li>Sete em cada dez mulheres relatam já terem sofrido assédio, diz estudo.</li>
<li>SUS: mulheres vítimas de violência terão acesso a reconstrução dental.</li>
<li>Guia orienta sobre como abordar violência de gênero nas redes sociais.</li>
</ul>
<p>Para ela, é preciso aproximar a população dos agentes de segurança e promover treinamento dos funcionários para que possam acolher melhor as mulheres. </p>
<blockquote>
<p>“Vale a pena destacar que a gente tem quase três em cada 10 homens hoje dizendo que é prioritário criar políticas de segurança comunitária, aproximando a população dos agentes de segurança.”</p>
</blockquote>
<h2>Debate com especialistas</h2>
<p><strong>A promotora Fabíola Sucasas, titular da Promotoria de Enfrentamento à Violência Doméstica do Ministério Público de SP, avalia que o combate à violência contra mulheres não se resolverá pela “via punitivista”.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Essa ideia de que o direito penal vai dar conta de tudo, de que o homem precisa ser preso, ele precisa ser punido, é uma visão que é patriarcal.” </p>
</blockquote>
<p>Ela ressaltou que, embora haja uma demanda por aumento de penas, conforme mostrou a pesquisa, o feminicídio já tem a maior pena prevista no código penal &#8211; 40 anos &#8211; e isso não tem se refletido na redução desse tipo de crime.</p>
<p>“Isso não tem intimidado [os agressores], muito pelo contrário, o feminicídio tem aumentado e tem aumentado também o descumprimento das medidas protetivas de urgência.”</p>
<p>Para Naiza Bezerra, coordenadora de Políticas para Mulheres da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo, é essencial repensar, a partir de dados como os apresentados na pesquisa, intervenções públicas e mecanismos de proteção para mulheres. </p>
<blockquote>
<p>“Muitas mulheres não estão seguras no lar e, quando ela vai para o espaço público, para a rua, o transporte público, ela enfrenta uma insegurança ainda maior.”</p>
</blockquote>
<p>Ela ressaltou o quanto as mulheres estão desprotegidas, apesar das ferramentas já existentes para o combate à violência de gênero. </p>
<p>“Sair de casa tendo que observar que horas que eu estou saindo, que horas que eu vou chegar. Eu saio do meu trabalho pensando nisso: não posso chegar muito mais que dez da noite na minha região. É inseguro para mim, é inseguro para muitas mulheres.”</p>
<h2>Tarefas domésticas</h2>
<p>O levantamento apurou ainda como homens e mulheres percebem a divisão de tarefas domésticas. <strong>No total da amostra, quatro em cada dez entrevistados (39%) disseram que os afazeres de casa são responsabilidade de todos, mas as mulheres fazem a maior parte. Para parcela semelhante (37%), as atividades são divididas igualmente entre homens e mulheres.</strong></p>
<p>Os números variam pouco entre as capitais, mas a percepção muda de forma significativa quando se observa o recorte por gênero: 47% dos homens acham que as atividades domésticas são divididas igualmente, percentual que cai para 28% entre as mulheres.</p>
<p>Além disso, 32% dos homens reconhecem que as mulheres fazem a maior parte das tarefas, embora a responsabilidade seja de ambos, enquanto, entre as mulheres, esse percentual sobe para 44%.</p>
<p> Camila Boehm &#8211; Repórter da Agência Brasil , Feed Últimas. </p>
<p>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/aumentar-pena-e-principal-meio-de-combater-violencia-contra-mulher">Agencia brasil EBC.</a>.</p>
<p>Thu, 05 Mar 2026 19:52:00 -0300 </p>

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